Preço de ZIAGENAVIR em Fairfield/SP: R$ 330,46

ZIAGENAVIR

GlaxoSmithKline

Atualizado em 09/12/2014

Ziagenavir®
Sulfato de abacavir
Comprimidos e Solução Oral

Forma Farmacêutica e Apresentações de Ziagenavir

ZIAGENAVIR® é apresentado na forma de comprimidos revestidos e solução oral.Os comprimidos são acondicionados em blister e embalados em cartuchos com
60 comprimidos. A solução oral é acondicionada em frasco plástico com 240 ml,
acompanhada de seringa1 plástica dosadora e embalada em cartucho.

Composição de Ziagenavir

Cada comprimido revestido contém:
Sulfato de abacavir .................... 300mg
Excipientes: celulose microcristalina, glicolato sódico de amido, estearato de
magnésio, sílica coloidal anidra, triacetin, metilhidroxipropilcelulose, dióxido de
titânio, polisorbato 80 e óxido de ferro amarelo .................... q.s.p.
Cada ml da solução oral contém:
Sulfato de abacavir .................... 20mg
Veículo: sorbitol2, sacarina3 sódica, citrato de sódio, ácido cítrico anidro,
parahidroxibenzoato de metila, parahidroxibenzoato de propila, propilenoglicol,
aromas artificiais de banana e morango e água purificada .................... q.s.p.
USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Informações ao Paciente de Ziagenavir

Ação esperada do medicamento: ZIAGENAVIR® está indicado na terapêutica4 anti-retroviralcombinada, para tratamento da infecção5 pelo Vírus6 da Imunodeficiência7 Humana (HIV8), em adultos e crianças.
Cuidados de armazenamento: Manter o medicamento na embalagem original, em local fresco (entre 15 e 30°C).
Prazo de validade: O prazo de validade é de 24 meses, tanto para os comprimidos quanto para a solução oral, e encontra-se impresso na embalagem externa do produto juntamente com o número do lote e data de fabricação. Não utilize medicamentos que estejam fora do prazo de validade pois o efeito desejado pode não ser obtido.
Gravidez9 e lactação10: Informe seu médico a ocorrência de gravidez9 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao seu médico se está amamentando.
ZIAGENAVIR® só deve ser usado durante a gravidez9 se o benefício para a mãe justificar o possível risco para o feto11. Recomenda-se que as pacientes em tratamento com  ZIAGENAVIR®
não amamentem ao seio12.
Cuidados de administração: Siga a orientação de seu médico respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Interrupção do tratamento: Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Reações adversas: Informe seu médico a ocorrência de reações desagradáveis, tais como: 1) febre13, 2) náusea14 ou vômito15, 3) cansaço ou dor no corpo ou mal estar geral intensos, 4) erupção16 cutânea17 (vermelhidão e/ ou coceira). Os pacientes em uso de  ZIAGENAVIR®
podem apresentar uma reação de hipersensibilidade (reação alérgica18 grave) que,  em casos raros, pode levar a risco de vida se for continuado.
Se você apresentar dois ou mais dos grupos de sintomas19 acima PROCURE SEU MÉDICO IMEDIATAMENTE. NÃO tome mais o  ZIAGENAVIR® até ser orientado pelo médico. Se você tiver apresentado esta reação ao  ZIAGENAVIR® NUNCA tome  ZIAGENAVIR® novamente porque dentro de poucas horas você poderá apresentar uma queda de pressão sangüínea20 com risco de vida ou até morte.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DE CRIANÇAS.
Ingestão concomitante com outras substâncias:
Informe seu médico sobre qualquer outro medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.
Contra-indicações: O uso de  ZIAGENAVIR® é contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade conhecida a qualquer componente da fórmula. A solução oral, por conter sorbitol2, não é apropriada para pacientes21 portadores de intolerância à frutose22.
Habilidade de dirigir e operar máquinas: Atualmente, não existem dados disponíveis que sugiram que o  ZIAGENAVIR® influencie a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas.
Atenção: O tratamento com  ZIAGENAVIR® não previne o risco de transmissão do HIV8 pelo contato sexual ou contaminação sangüínea. As precauções apropriadas devem continuar sendo tomadas.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO, PODE SER
PERIGOSO PARA SUA SAÚDE23.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS

Características de Ziagenavir

Mecanismo de ação: O abacavir é um análogo de nucleosídeo inibidor da transcriptase reversa. É um agente antiviral seletivo para os vírus6 HIV8-1 e HIV8-2, incluindo isolados de HIV8-1 resistentes à lamivudina, zidovudina, zalcitabina, didanosina ou nevirapina.
Estudos in vitrodemonstraram que o mecanismo de ação consiste na inibição da enzima24
transcriptase reversa do HIV8, o que resulta na finalização da cadeia de ácido nucléico e interrupção do ciclo de replicação viral. O abacavir demonstrou sinergismo  in vitro , quando em associação com a nepiravina e zidovudina, e demonstrou ser aditivo em combinação com didanosina, zalcitabina, lamivudina e estavudina.

Isolados de HIV8-1 resistentes ao abacavir foram selecionados in vitro, e estão associados a alterações genotípicas específicas nos códons da transcriptase reversa (RT) (códons M184V, K65R, L74V e Y115F). A resistência ao abacavir desenvolve-se de modo relativamente lento, in vitro e in vivo, exigindo mutações múltiplas para atingir um aumento de 8 vezes na IC 50 sobre o vírus6 "tipo selvagem", o que pode ser um nível clinicamente relevante. Isolados resistentes ao abacavir também podem demonstrar sensibilidade reduzida à lamivudina, zalcitabina e/ou didanosina, mas permanecem sensíveis à zidovudina e estavudina. Não é provável a ocorrência de resistência cruzada entre o abacavir e os inibidores da protease25, ou os inibidores da transcriptase reversa não nucleosídeos.
Absorção: O abacavir é bem e rapidamente absorvido após a administração oral e sua biodisponibilidade absoluta, em adultos, é de aproximadamente 83%. Após a administração oral, o tempo médio (t max ) para o alcance das concentrações séricas máximas de abacavir é de aproximadamente 1,5h para os comprimidos e cerca de 1,0h para a solução oral. Não foram observadas diferenças entre a AUC para os comprimidos ou para a solução oral. Nas doses terapêuticas (300mg, duas vezes ao dia), a C max estável obtida com os comprimidos de abacavir é aproximadamente 3µg/mL e a AUC durante um intervalo de administração de 12 horas é
aproximadamente 6µg.h/mL. O valor de C max obtido com a administração da solução oral é ligeiramente superior ao da administração dos comprimidos.
A ingestão de alimentos retarda a absorção e diminui a C max , mas, de modo geral, não afeta as concentrações plasmáticas (AUC). Portanto, o  ZIAGENAVIR® pode ser administrado com ou sem alimentos.
Distribuição: Após administração intravenosa, o volume aparente de distribuição foi aproximadamente 0,8L/kg, indicando que o abacavir penetra livremente nos tecidos corporais.
Estudos realizados em pacientes infectados pelo HIV8 têm demonstrado que o abacavir apresenta boa penetração no líquor26, com uma proporção líquor26/AUC plasmática oscilando entre 30 e 44%. Um estudo de farmacocinética de Fase I, investigou a penetração do abacavir no líquor26 após a administração de 300mg, duas vezes ao dia.
Uma hora e meia após a administração, a concentração média de abacavir no líquor26 foi de 0,14µg/mL. Em outro estudo de farmacocinética, com administração de doses de 600mg, duas vezes ao dia, a concentração de abacavir, no líquor26 aumentou com o tempo, de aproximadamente 0,13µg/mL, entre 0,5 e 1,0h após a administração, para aproximadamente 0,74µg/mL, após 3 a 4 horas. Enquanto as concentrações máximas podem não ser atingidas em 4 horas, os valores observados são 9 vezes mais altos que a IC 50 de abacavir, de 0,08µg/mL ou 0,26µM.
Estudos in vitro indicam que o abacavir, nas concentrações terapêuticas, liga-se apenas em níveis baixos ou moderados às proteínas27 plasmáticas (~49%). Isto indica uma baixa probabilidade de ocorrência de interações medicamentosas por deslocamento das ligações às proteínas27 plasmáticas.
Metabolismo28: O abacavir é metabolizado principalmente pelo fígado29, com excreção renal30 de cerca de 2% da dose, como composto inalterado. As principais vias de metabolização no homem são através da desidrogenase alcoólica e da glicuronidação, produzindo 5'-carboxílico e 5'-glicuronídeo, que representam cerca de 66% da dose excretada na urina31.
Eliminação: A meia-vida do abacavir é de aproximadamente 1,5 hora. Após múltiplas doses orais de 300mg de abacavir, duas vezes ao dia, não existe acúmulo significativo da droga. O abacavir é eliminado através do metabolismo28 hepático, com subsequente excreção urinária dos principais metabólitos32. Os metabólitos32 e o abacavir não metabolizado representam 83% da dose excretada na urina31; o remanescente da dose é eliminado através das fezes.
Experiência clínica: O tratamento com abacavir em associação com a zidovudina e lamivudina levou a reduções duradouras e significativas na carga viral, com aumentos correspondentes na contagem de células33 CD4, tanto em adultos quanto em crianças.
Em pacientes sem tratamento anterior com anti-retrovirais, o abacavir em terapia combinada34 propicia a opção de um tratamento inicial compacto e altamente eficaz.
Na terapêutica4 de pacientes previamente tratados, dados limitados demonstram que a associação do abacavir aos nucleosídeos inibidores da transcriptase reversa garante um benefício adicional na redução da carga viral e no aumento da contagem de células33 CD4. O grau de benefício dependerá da natureza e duração do tratamento anterior, o qual poderá ter induzido resistência cruzada ao abacavir.
O abacavir penetra no líquor26 e tem demonstrado reduzir os níveis de RNA do HIV8-1 no mesmo. O abacavir pode desempenhar um papel na prevenção das complicações neurológicas relacionadas à infecção5 pelo HIV8 e pode retardar o desenvolvimento da resistência neste local, quando associado a outros anti-retrovirais.
Dados de segurança pré-clínica: O abacavir não foi mutagênico em testes bacteriológicos, mas demonstrou atividade  in vitro nos ensaios de aberração cromossômica em linfócitos humanos, ensaio com linfoma35 em camundongo e no teste de micronúcleo in vivo. Estes resultados são coerentes com a atividade já conhecida de outros análogos de nucleosídeos, e indicam que o abacavir, em concentrações elevadas, é um clastógeno fraco, tanto in vitro quanto in vivo. Como ainda não existem informações sobre o risco tumorigênico em animais, deve-se comparar qualquer risco potencial ao homem com os benefícios esperados com o tratamento.
Não foram observadas alterações clinicamente significantes nos estudos de toxicidade36 pré-clínica.
INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS
ZIAGENAVIR®
está indicado na terapêutica4 anti-retroviral combinada, para o tratamento
da infecção5 pelo Vírus6 da Imunodeficiência7 Humana (HIV8), em adultos e crianças.

Contra-Indicações de Ziagenavir

O uso de ZIAGENAVIR® é contra-indicado em pacientes com hipersensibilidadeconhecida a qualquer componente da fórmula. A solução oral contém sorbitol2, que é metabolizado à frutose22, não sendo portanto apropriado para pacientes21 portadores de intolerância a este açúcar37.

Precauções e Advertências de Ziagenavir

Hipersensibilidade: Aproximadamente 3% dos pacientes tratados com  ZIAGENAVIR®
desenvolvem uma reação de hipersensibilidade que, em casos raros, pode ser fatal. Os pacientes que desenvolveram sinais38 e sintomas19 de hipersensibilidade (os quais incluem febre13,  rash39  cutâneo40, fadiga41 e sintomas19 gastrintestinais, tais como náusea14, vômito15, diarréia42, ou dor abdominal) DEVEM entrar em contato com seu médico imediatamente, e interromper o uso de  ZIAGENAVIR®
até que sejam avaliados por um médico.  O AGENAVIR® NUNCADEVE ser reintroduzido após a reação de hipersensibilidade, uma vez que isto resultará no reaparecimento de sintomas19 ainda mais graves em algumas horas e poderá desencadear hipotensão43 potencialmente fatal e morte . O cartucho de  ZIAGENAVIR® contém um cartão de aviso com informações para o
paciente sobre esta reação de hipersensibilidade (ver Reações Adversas).
Acidose44 lática45/Hepatomegalia46 grave com esteatose47: Foram relatados casos de acidose44 lática45 e hepatomegalia46 grave com esteatose47 (incluindo casos fatais) com o uso de anti-retrovirais análogos de nucleosídeos, isolados ou em combinação, incluindo o abacavir, no tratamento da infecção5 pelo HIV8. A maioria dos casos ocorreram em mulheres.
Deve-se ter cuidado ao administrar  ZIAGENAVIR® a qualquer paciente, especialmente aqueles que apresentem fatores de risco conhecidos para doenças hepáticas48. O tratamento com  ZIAGENAVIR® deve ser suspenso em qualquer paciente que apresentar sintomas19 clínicos ou laboratoriais sugestivos de acidose44 lática45 ou hepatotoxicidade49.
Pacientes sendo tratados com  ZIAGENAVIR® ou com qualquer outro anti-retroviral, podem desenvolver infecções50 oportunistas e outras complicações relacionadas à infecção5 pelo HIV8. Portanto, estes pacientes devem permanecer sob acompanhamento clínico por médicos especializados no tratamento de doenças associadas com a infecção5 pelo HIV8.
Os pacientes devem ser advertidos de que os atuais tratamentos anti-retrovirais, incluindo o  ZIAGENAVIR® , não previnem o risco de transmissão do HIV8 através de contato sexual ou contaminação sangüínea. As precauções apropriadas devem continuar sendo tomadas.
Pacientes com insuficiência hepática51: O abacavir é metabolizado principalmente no fígado29. Existe um estudo em andamento para avaliar o efeito dos diferentes graus de insuficiência hepática51 sobre a farmacocinética do abacavir.
Pacientes com insuficiência renal52: O abacavir é metabolizado principalmente pelo fígado29, sendo cerca de 2% excretado na urina31, como fármaco53 inalterado.
Não existem dados disponíveis sobre a farmacocinética do abacavir em pacientes com insuficiência renal52. Desta forma, não há recomendações definidas para ajuste de dose nestes pacientes até este momento.
Crianças: Nestes pacientes, o abacavir é absorvido satisfatória e rapidamente a partir da administração da solução oral. Os parâmetros farmacocinéticos em crianças são comparáveis aos dos adultos, com variabilidade mínima nas concentrações plasmáticas.
A dose recomendada para crianças com idade entre 3 meses e 12 anos é de 8mg/kg, duas vezes ao dia. Isto propiciará concentrações plasmáticas médias ligeiramente maiores, assegurando que a maioria dos pacientes atingirá concentrações terapêuticas equivalentes às obtidas em adultos tratados com 300mg, duas vezes ao dia.
Idosos: A farmacocinética do abacavir não foi estudada em pacientes com mais de 65 anos de idade. No tratamento de pacientes idosos, deve-se considerar a incidência54 maior de casos de funções hepática55, renal30 e cardíaca reduzidas, bem como doenças concomitantes e outros tratamentos medicamentosos.
Gravidez9 e lactação10: A segurança do uso de  ZIAGENAVIR® durante a gravidez9 não foi estabelecida. A avaliação de estudos em animais demonstra haver transferência placentária de abacavir e/ou de metabólitos32 relacionados. A evidência de toxicidade36 no feto11 e embrião ocorreu apenas nas ratas tratadas com doses tóxicas, iguais ou maiores que 500mg/kg/dia. Considerando a AUC, este nível de dose é equivalente a 32 a 35 vezes a exposição terapêutica4 humana. Os achados incluíram edema56 e malformações57 fetais, reabsorção, peso corporal fetal reduzido e aumento da
ocorrência de natimortos. A dose na qual não foram observados efeitos no desenvolvimento pré- ou pós-natal foi de 160mg/kg/dia. Esta dose é equivalente a uma exposição aproximadamente 10 vezes superior àquela aplicada em humanos. Não foram observados dados similares nos estudos em coelhos.
Um estudo de fertilidade em ratos demonstrou que doses de até 500mg/kg de abacavir não afetam a fertilidade de machos ou fêmeas.
Como os estudos sobre reprodução58 realizados em animais nem sempre são capazes de prever a resposta em humanos, o  ZIAGENAVIR® só deve ser usado durante a gravidez9 se o benefício para a mãe justificar o possível risco para o feto11.
Em ratas, observou-se que o abacavir e seus metabólitos32 são excretados no leite.
Supõe-se que estes também sejam secretados no leite humano, embora esta hipótese não tenha sido confirmada. Portanto, recomenda-se que as mães não amamentem enquanto estiverem sob tratamento com  ZIAGENAVIR® . Alguns especialistas recomendam que a mulher infectada com o HIV8 não amamente, em qualquer circunstância, a fim de evitar a transmissão do vírus6. Não existem dados disponíveis sobre a segurança do abacavir quando administrado a bebês59 com menos de três
meses de idade.

Interações Medicamentosas e Outras Formas de Interação de Ziagenavir

O abacavir possui um baixo potencial para interações medicamentosas, considerando os resultados dos estudos  in vitro  e suas principais vias metabólicas. O abacavir não demonstrou potencial para inibir o metabolismo28 mediado pela enzima24 3A4 do citocromo P450. O abacavir também demonstrou não interagir com as drogas metabolizadas pelas enzimas CYP3A4, CYP2C9 ou CYP2D6, nos estudos  in vitro .Não foi observada a ocorrência de indução do metabolismo28 hepático, nos estudos clínicos. Portanto, o potencial para interações medicamentosas com anti-retrovirais inibidores da protease25 e outras substâncias metabolizadas pelas principais enzimas do sistema P450 é baixo. Os estudos clínicos demonstram que não há interações clinicamente significativas entre o abacavir, a zidovudina e a lamivudina.
O metabolismo28 do abacavir é alterado pelo uso concomitante de álcool, resultando em um aumento de aproximadamente 41% na AUC do abacavir. Em função do perfil de segurança do abacavir, estes dados não são considerados clinicamente significativos. O abacavir não afeta o metabolismo28 do álcool.

Reações Adversas de Ziagenavir

Os eventos adversos relatados durante o tratamento com ZIAGENAVIR® foram similares em adultos e crianças. Em muitos destes eventos, não está claro se estão relacionados ao uso de ZIAGENAVIR ®, à ampla gama de medicamentos utilizados no tratamento de controle da infecção5 por HIV8 ou à própria doença.
Os seguintes eventos adversos, que ocorreram em mais de 10% dos pacientes
tratados com ZIAGENAVIR®, estão provavelmente relacionados ao fármaco53: náusea14,
vômito15, letargia60 e fadiga41. Outros eventos adversos comumente relatados foram febre13, cefaléia61, diarréia42 e anorexia62. De modo geral, os eventos adversos foram transitórios e não limitaram o tratamento. A maioria foi de intensidade leve a moderada.
Em estudos clínicos controlados, as anormalidades laboratoriais relacionadas ao
tratamento com ZIAGENAVIR® foram raras, sem diferenças entre a incidência54
observada nos pacientes tratados com ZIAGENAVIR® e a observada nos controles.

Reação de Hipersensibilidade: Nos estudos clínicos, aproximadamente 3% dos pacientes tratados com ZIAGENAVIR®desenvolveram uma reação de hipersensibilidade, que em casos raros pode ser fatal. Esta é caracterizada pelo aparecimento de sintomas19 indicando o envolvimento de diversos órgãos. Os sintomas19 geralmente aparecem nas primeiras seis semanas de tratamento com o ZIAGENAVIR ® (tempo médio para o início é de 11 dias). Freqüentemente são observados os seguintes sinais38 e sintomas19: febre13, sintomas19 gastrintestinais (náusea14, vômito15, diarréia42 e dor abdominal), erupção16 cutânea17 e letargia60 ou mal-estar. Outros
sinais38 e sintomas19 podem incluir mialgia63, artralgia64, edema56, falta de ar, cefaléia61 e parestesia65. Os achados ao exame físico podem incluir linfadenopatia e, ocasionalmente, lesões66 nas mucosas67 (conjuntivite68 e ulceração69 oral) e hipotensão43. A erupção16 cutânea17 é variável e pode não estar presente, mas geralmente é maculopapular70 e urticariforme.
As anormalidades laboratoriais, que podem acompanhar a hipersensibilidade ao abacavir, incluem níveis elevados das provas da função hepática55, creatinofosfoquinase, creatinina71, ou linfopenia. Insuficiência renal52 e anafilaxia72 podem ser observadas em associação com reações de hipersensibilidade. Os sintomas19 relacionados a esta reação de hipersensibilidade, agravam-se com a continuação do tratamento e geralmente solucionam-se com a interrupção do ZIAGENAVIR ®.
Os fatores de risco que podem estar relacionadas à ocorrência ou à gravidade da reação de hipersensibilidade ao abacavir não foram identificados.
A reintrodução do tratamento com ZIAGENAVIR®, após a ocorrência de uma reação
de hipersensibilidade, resulta no reaparecimento dos sintomas19 da reação dentro de algumas horas. Esta recorrência73 da reação de hipersensibilidade poderá ser mais intensa que a reação inicial, e poderá desencadear hipotensão43 potencialmente fatal e morte.
Os pacientes que desenvolvem esta reação de hipersensibilidade devem interromper o tratamento com ZIAGENAVIR® e não deverão receber este medicamento novamente.

- POSOLOGIA
Adultos e adolescentes maiores de 12 anos:
A dose recomendada de  ZIAGENAVIR® é 300mg (um comprimido), duas vezes ao dia.
Crianças com idade entre 3 meses e 12 anos: A dose recomendada de  ZIAGENAVIR® é 8mg/kg, duas vezes ao dia, até a dose máxima de 600mg ao dia.
Crianças com menos de 3 meses de idade: Não existem dados disponíveis sobre
o uso de  ZIAGENAVIR® em pacientes nesta faixa etária.
ZIAGENAVIR® pode ser ingerido com ou sem alimentos.

PACIENTES IDOSOS
A farmacocinética do abacavir não foi estudada em pacientes acima de 65 anos de
idade. No tratamento de pacientes idosos, deve-se considerar a maior ocorrência de
funções hepática55, renal30 e cardíaca reduzidas, bem como doenças concomitantes
e outros tratamentos medicamentosos.

Superdosagem de Ziagenavir

Nos estudos clínicos, os pacientes receberam doses únicas de até 1.200mg e doses
diárias de até 1.800mg de abacavir. Não foram relatadas reações adversas inesperadas.
Os efeitos de doses maiores são desconhecidos. Se ocorrer superdosagem, o paciente
deve ser monitorado para detectar toxicidade36 (ver Reações Adversas) e deve ser
aplicado tratamento de suporte padrão, quando necessário. Não se sabe se o
abacavir pode ser removido por diálise peritoneal74 ou por hemodiálise75.

"ESTE PRODUTO É UM MEDICAMENTO NOVO E EMBORA AS PESQUISAS
TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA, QUANDO CORRETAMENTE
INDICADO, PODEM OCORRER REAÇÕES ADVERSAS IMPREVISÍVEIS, AINDA
NÃO DESCRITAS OU CONHECIDAS. EM CASO DE SUSPEITA DE REAÇÃO
ADVERSA O MÉDICO RESPONSÁVEL DEVE SER NOTIFICADO."

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DE RECEITA.
"ATENÇÃO: O USO INCORRETO CAUSA RESISTÊNCIA DO VÍRUS6 DA AIDS E FALHA NO TRATAMENTO."

ZIAGENAVIR - Laboratório

GlaxoSmithKline
Estrada dos Bandeirantes, 8464
Rio de Janeiro/RJ - CEP: 22783-110

Ver outros medicamentos do laboratório "GlaxoSmithKline"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
2 Sorbitol: Adoçante com quatro calorias por grama. Substância produzida pelo organismo em pessoas com diabetes e que pode causar danos aos olhos e nervos.
3 Sacarina: Adoçante sem calorias e sem valor nutricional.
4 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
5 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
6 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
7 Imunodeficiência: Distúrbio do sistema imunológico que se caracteriza por um defeito congênito ou adquirido em um ou vários mecanismos que interferem na defesa normal de um indivíduo perante infecções ou doenças tumorais.
8 HIV: Abreviatura em inglês do vírus da imunodeficiência humana. É o agente causador da AIDS.
9 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
10 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
11 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
12 Seio: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
13 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
14 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
15 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
16 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
17 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
18 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
19 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
20 Pressão sangüínea: Força exercida pelo sangue arterial por unidade de área da parede arterial. É expressa como uma razão (Exemplo: 120/80, lê-se 120 por 80). O primeiro número é a pressão sistólica ou pressão máxima. E o segundo número é a presão diastólica ou mínima.
21 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
22 Frutose: Açúcar encontrado naturalmente em frutas e mel. A frutose encontrada em alimentos processados é derivada do milho. Contém quatro calorias por grama.
23 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
24 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
25 Inibidores da protease: Alguns vírus como o HIV e o vírus da hepatite C dependem de proteases (enzimas que quebram ligações peptídicas entre os aminoácidos das proteínas) no seu ciclo reprodutivo, pois algumas proteínas virais são codificadas em uma longa cadeia peptídica, sendo libertadas por proteases para assumir sua conformação ideal e sua função. Os inibidores da protease são desenvolvidos como meios antivirais, pois impedem a correta estruturação do RNA viral.
26 Líquor: Líquido cefalorraquidiano (LCR), também conhecido como líquor ou fluido cérebro espinhal, é definido como um fluido corporal estéril, incolor, encontrado no espaço subaracnoideo no cérebro e na medula espinhal (entre as meninges aracnoide e pia-máter). Caracteriza-se por ser uma solução salina pura, com baixo teor de proteínas e células, atuando como um amortecedor para o córtex cerebral e a medula espinhal. Possui também a função de fornecer nutrientes para o tecido nervoso e remover resíduos metabólicos do mesmo. É sintetizado pelos plexos coroidais, epitélio ventricular e espaço subaracnoideo em uma taxa de aproximadamente 20 mL/hora. Em recém-nascidos, este líquido é encontrado em um volume que varia entre 10 a 60 mL, enquanto que no adulto fica entre 100 a 150 mL.
27 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
28 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
29 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
30 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
31 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
32 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
33 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
34 Terapia combinada: Uso de medicações diferentes ao mesmo tempo (agentes hipoglicemiantes orais ou um agente hipoglicemiante oral e insulina, por exemplo) para administrar os níveis de glicose sangüínea em pessoas com diabetes tipo 2.
35 Linfoma: Doença maligna que se caracteriza pela proliferação descontrolada de linfócitos ou seus precursores. A pessoa com linfoma pode apresentar um aumento de tamanho dos gânglios linfáticos, do baço, do fígado e desenvolver febre, perda de peso e debilidade geral.
36 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
37 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
38 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
39 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
40 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
41 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
42 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
43 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
44 Acidose: Desequilíbrio do meio interno caracterizado por uma maior concentração de íons hidrogênio no organismo. Pode ser produzida pelo ganho de substâncias ácidas ou perda de substâncias alcalinas (básicas).
45 Lática: Diz-se de ou ácido usado como acidulante e intermediário químico; láctica.
46 Hepatomegalia: Aumento anormal do tamanho do fígado.
47 Esteatose: Degenerescência gordurosa de um tecido.
48 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
49 Hepatotoxicidade: É um dano no fígado causado por substâncias químicas chamadas hepatotoxinas.
50 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
51 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
52 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
53 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
54 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
55 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
56 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
57 Malformações: 1. Defeito na forma ou na formação; anomalia, aberração, deformação. 2. Em patologia, é vício de conformação de uma parte do corpo, de origem congênita ou hereditária, geralmente curável por cirurgia. Ela é diferente da deformação (que é adquirida) e da monstruosidade (que é incurável).
58 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
59 Bebês: Lactentes. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
60 Letargia: Em psicopatologia, é o estado de profunda e prolongada inconsciência, semelhante ao sono profundo, do qual a pessoa pode ser despertada, mas ao qual retorna logo a seguir. Por extensão de sentido, é a incapacidade de reagir e de expressar emoções; apatia, inércia e/ou desinteresse.
61 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
62 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
63 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
64 Artralgia: Dor em uma articulação.
65 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
66 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
67 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
68 Conjuntivite: Inflamação da conjuntiva ocular. Pode ser produzida por alergias, infecções virais, bacterianas, etc. Produz vermelhidão ocular, aumento da secreção e ardor.
69 Ulceração: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
70 Maculopapular: Erupção cutânea que se caracteriza pelo aparecimento de manchas e de pápulas de tonalidade avermelhada, geralmente observada no sarampo ou na rubéola.
71 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
72 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
73 Recorrência: 1. Retorno, repetição. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
74 Diálise peritoneal: Ao invés de utilizar um filtro artificial para “limpar“ o sangue, é utilizado o peritônio, que é uma membrana localizada dentro do abdômen e que reveste os órgãos internos. Através da colocação de um catéter flexível no abdômen, é feita a infusão de um líquido semelhante a um soro na cavidade abdominal. Este líquido, que chamamos de banho de diálise, vai entrar em contato com o peritônio, e por ele será feita a retirada das substâncias tóxicas do sangue. Após um período de permanência do banho de diálise na cavidade abdominal, este fica saturado de substâncias tóxicas e é então retirado, sendo feita em seguida a infusão de novo banho de diálise. Esse processo é realizado de uma forma contínua e é conhecido por CAPD, sigla em inglês que significa diálise peritoneal ambulatorial contínua. A diálise peritoneal é uma forma segura de tratamento realizada atualmente por mais de 100.000 pacientes no mundo todo.
75 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.

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