AMINOFILINA

UNIAO QUIMICA

Atualizado em 03/06/2015

                               AMINOFILINA
Comprimidos
Solução Injetável

                               - FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES
Comprimidos: caixa com 20 comprimidos de 200mg.
Solução Injetável: caixa com 50 ampolas de 10ml (24mg/ml).

USO PEDIÁTRICO E ADULTO

COMPOSIÇÃO:
 Cada comprimido contém:
Aminofilina    200 mg (na forma anidra)
Excipientes: manitol, polividona, estearato de magnésio, silicato de magnésio, corante amarelo FD&C (só para 200 mg).
Cada ampola de 10 ml da solução injetável contém:
Aminofilina    240 mg (na forma bihidratada)
Excipientes: água para injeção1.
                               
- INFORMAÇÕES AO PACIENTE

AÇÃO  ESPERADA  DO  MEDICAMENTO:
Indicado no tratamento de asma2 brônquica, bronquite, insuficiência respiratória3 e cardíaca.
CUIDADOS  DE  ARMAZENAMENTO:
Conserve o produto na embalagem original e ao abrigo do calor, luz e umidade.

Prazo de validade:
24 meses a partir da data de fabricação (vide cartucho). Não use medicamento com o prazo de validade vencido, pois, além de não obter o efeito desejado, você estará prejudicando sua saúde4.
GRAVIDEZ5  E  LACTAÇÃO6:
O uso seguro durante a gravidez5 e a lactação6 não foi estabelecido. Portanto, a amincifilina só deve ser administrada a gestantes ou lactantes7 se o médico julgar que os benefícios potenciais ultrapassem os possíveis riscos.
Informe seu médico a ocorrência de gravidez5 na vigência do tratamento ou após o seu término.
Informe seu médico se está amamentando.

CUIDADOS DE ADMINISTRAÇÃO:
Como todo medicamento, não deve ser utilizado no primeiro trimestre da gravidez5 e, se esta ocorrer, o médico deve ser imediatamente informado. Podem surgir reações adversas, principalmente dispépticas, que desaparecem com a administração de antiácidos8.
Tanto a administração como a suspensão do tratamento deverão ser feitas sob orientação médica.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

REAÇÕES ADVERSAS:
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, como:  distúrbios gastrintestinais (náuseas9 ou vômitos10).
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

CONTRA-INDICAÇÕES E PRECAUÇÕES:
O produto não deve ser usado por:
Gastrite11 ativa; úlcera péptica12 ativa ou história de úlcera péptica12; hipersensibilidade conhecida à aminofilina ou teofilina.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando,
antes do início, ou durante o tratamento.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE4.

- INFORMAÇÕES TÉCNICAS

CARACTERÍSTICAS:
A aminofilina causa dilatação dos brônquios13 e dos vasos
pulmonares, através do relaxamento da musculatura lisa. Dilata também as artérias coronárias14 e aumenta o débito cardíaco15 e a diurese16. A aminofilina exerce efeito estimulante sobre o SNC17 e a musculatura esquelética. Pode ser administrada durante períodos prolongados, por via oral, parenteral e por inalação.
A aminofilina apresenta as propriedades farmacológicas gerais da teofilina (1,3 dimetilxantina), a qual é um sal solúvel. Os seus principais empregos em medicina estão relacionados com suas ações estimulantes do miocárdio18 e vasodilatadora das coronárias, aos seus efeitos broncodilatadores19 e relaxantes da musculatura lisa, à sua ação diurética e ao seu efeito estimulante sobre o centro respiratório20.

Indicações da Aminofilina

Pneumologia: Asma2 brônquica, bronquites aguda e crônica, enfisema21, outras causas de insuficiência respiratória3 com componente obstrutivo.
Cardiologia: Insuficiência cardíaca22 esquerda (dispnéia23 aos
esforços, asma2 cardíaca, dispnéia23 noturna paroxística, edema24 agudo25 do pulmão26), insuficiência cardíaca congestiva27, cor-pulmonale, como adjuvante na insuficiência28 coronariana.
Nefrologia: Potencializadora do efeito dos diuréticos29 em
nefropatias30 com importante componente edematoso.
Neurologia: No vaso-espasmo31 cerebral.

- CONTRA-INDICAÇÕES:

Gastrite11 ativa; úlcera péptica12 ativa ou história de úlcera péptica12; hipersensibilidade conhecida à aminofilina ou teofilina.

Precauções e Advertências da Aminofilina

ATENÇÃO: NÃO MISTURE MEDICAMENTOS DIFERENTES. A TROCA PODE SER FATAL. CERTIFIQUE-SE DE QUE ESTÁ SENDO ADMINISTRADO O MEDICAMENTO PRESCRITO.
DEVE-SE TER EXTREMO CUIDADO PARA NÃO TROCAR AS AMPOLAS COM SOLUÇÕES DIFERENTES.
A injeção1 I.V. de aminofilina deve ser realizada bem devagar nos pacientes com cardiopatia severa, hipertensão32 ou hipertiroidismo. As crianças são especialmente sensíveis à aminofilina. Portanto,
leia atentamente as recomendações para o uso pediátrico em "Posologia".  

Interações Medicamentosas da Aminofilina

Adrenocorticóides, glicocorticóides e mineralocorticóides: o uso simultâneo com a aminofilina e injeção1 de cloreto de sódio, pode resultar em hipernatremia33.Fenitoína,ou primidona ou rifampicina: - o uso simultâneo pode
estimular o metabolismo34 hepático, aumentando a depuração da teofilina. O uso simultâneo da fenitoína com as xantinas pode inibir a absorção da fenitoína, resultando em concentrações séricas menores de fenitoína; as concentrações séricas dessas substâncias devem ser determinadas durante a terapia, podendo ser necessários ajustes na posologia, tanto da fenitoína como da teofilina.
Betabloqueadores: o uso simultâneo pode resultarem inibição
mútua dos efeitos terapêuticos; além disso, pode haver diminuição da depuração da teofilina, especialmente em fumantes.
Cimetidina, eritromicina, ranitidina ou troleandomicina: - o uso
simultâneo com as xantinas pode diminuir a depuração hepática35 da teofilina, resultando em concentrações séricas aumentadas de
teofilina e/ou toxicidade36.
Fumo: a cessação do hábito de fumar pode aumentar os efeitos terapêuticos das xantinas, diminuindo o metabolismo34 e consequentemente, aumentando a concentração sérica; a normalização da farmacocinética da teofilina pode demorar de 3 meses a 2 anos para ocorrer, podendo ser necessários ajustes da posologia. O uso das xantinas em fumantes, resulta em depuração aumentada da teofilina e concentrações séricas diminuídas de teofilina, sendo que os fumantes podem requerer uma posologia
50 a 100% maior.

Reações Adversas/Colaterai da Aminofilina

S:

Alterações em Exames Laboratoriais:
AMINOFILINA injetável - Reações secundárias, tais como sensação de calor, ligeira vertigem37 ou mal estar podem ocorrer devido a administração endovenosa muito rápida. AMINOFILINA pode causar vômitos10, ansiedade, palpitações38, vertigens39, proctite40 e dor no local da injeção1.

Posologi da Aminofilina

A:

A posologia deve ser determinada de acordo com a severidade da doença, a idade, a existência de outras afecções41 e a resposta do paciente.Uso adulto:
Para o tratamento das formas agudas da asma2 brônquica, inclusive estado de mal asmático e respiração Cheyne-Stokes: 1 a 2 ampolas (240 a 480 mg) uma ou duas vezes ao dia, por injeção1 i.v. lenta (5 a 10 minutos).
A injeção intramuscular42 é em geral dolorosa e essa via de administração só deve ser considerada se absolutamente necessária, nesse caso, as injeções devem ser profundas.
Tratamento prolongado da asma2 brônquica e do broncoespasmo43 (associado com bronquite crônica44 e enfisema21): 1 a 2 comprimidos de 100 mg ou 1 comprimido de 200 mg ou 10 a 20 gotas da solução oral em uma bebida, 2 a 3 vezes ao dia, após as refeições.
Nota:
A administração intravenosa da aminofilina deve ser feita com especial cautela em pacientes idosos (acima de 65anos) e portadores de insuficiência cardíaca22, ou pulmonar e insuficiência hepática45. Em geral se recomenda nesses casos uma taxa de infusão de 0, 16 mg de aminofilina/kg/hora. 0 ideal é acertar a dose através da dosagem sérica da teofilina, evitando assim os quadros tóxicos.
Níveis séricos de teofilina devem ser medidos em todos os pacientes em tratamento crônico46 com a teofilina.
Em obesos deve-se utilizar o peso corpóreo seco.
Uso pediátrico:
Nota:
Especial cuidado deve ser tomado com o emprego da aminofilina por via oral ou intravenosa em pediatria. As doses terapêuticas são muitas vezes próximas das doses tóxicas. 0 ideal seria acertar a dose total pelos níveis séricos de teofilina. Várias outras drogas podem interferir como metabolismo34 da aminofilina e a administração concomitante da aminofilina e outros medicamentos deve ser sempre avaliada.
I - Administração por via oral
1. Aminofilina (gotas)
a) Forma de administração: Via oral de 6/6 horas (4 tomadas diárias).
b)   Doses Crianças com menos de 1 ano de idade: dose total = 0,3 x (idade em semanas) + 8.de 1 a 12 anos: 6 mg/kg de peso/dose (dose total diária = 24mg) Acima de 12 até 16 anos: 5 mg/kg de peso/dose (dose total diária - 20 mg).Acima de 16 anos: 4 mg/kg de peso/dose (dose total diária 16 mg).
II - Administração por via intravenosa
1. Em Apnéia47 Neonatal
a) Dose de Ataque 2,5 a 5 mg/kg de peso administrados em infusão intravenosa ao longo de 20 minutos.
b) Dose de Manutenção 1 a 1,5 mglkg de peso administrado em infusão intravenosa durante período de 30 minutos, com  intervalos de 12 horas, até atingir-se a concentração sérica/terapêutica48 desejada de teofilina.
2. Estado de Mal Asmático
DOSAGEM DE AMINOFILINA CONTÍNUA APÓS A DOSE DE ATAQUE INICIAL
Idade    Taxa de infusão de aminofilina(mg/kg/hora)
6 - 52 semanas    [idade semanas x 0,008 + 0,021] x (0,8)    1 - 9 anos    (0,64)
9 -12 anos    (0,56)
12 - 16 anos (não fumantes)    (0,56)
12   16 anos (fumantes)    (0,40)
                               Inalação (nebulizador)
Diluir 0,5 a 1 ml de Aminofilina solução oral em igual volume de
água destilada e administrar por meio de um nebulizador. 0 efeito broncodilatador49 obtido com a administração por essa via pode ser utilizado para permitir penetração mais profunda de antibióticos na árvore brônquica50.
Comprimidos:
Doses máximas e mínimas (de acordo com a idade e critério
médico):
- Dose máxima isolada é de 1 comprimido ou 200mg
- Dose mínima isolada de 1/2 comprimido ou 100mg;
- Dose máxima diária é de 3 comprimidos de 200mg ou 6 comprimidos de 100mg.
Solução oral:
Doses máximas e mínimas (de acordo com a idade e critério médico):
- Dose máxima isolada é de 20 gotas;
- Dose mínima isolada é de 10 gotas;
- Dose máxima diária é de 60 gotas.
Solução injetável:
Doses máximas e mínimas (de acordo com a idade e critério médico):
- Dose máxima isolada é de 1 ampola;
- Dose mínima isolada é variável com o peso do paciente;
- Dose máxima diária é de 4 ampolas. A dose total em 24 horas não deve ultrapassar 1500mg de aminofilina.

Superdosagem da Aminofilina

Para controlar os sintomas51 tóxicos em caso de excesso posológico por via oral, interrompa o medicamento. Não há antídoto52 específico. Lavagem gástrica53 ou medicação emética podem ser úteis. Evite administrar drogas simpaticomiméticas.
Utilize  fluidos intravenosos, oxigênio e outras medidas de apoio para prevenir a hipotensão54 e controlar a desidratação55. O estímulo do SNC17 pode responder a barbitúricos de curta ação. Controle os níveis séricos até que fiquem inferiores a 20 mcg/ml.
Na eventualidade da ingestão acidental ou administração de doses muito acima das preconizadas, recomenda-se adotar as medidas habituais de controle das funções vitais.
Pacientes Idosos:
A administração intravenosa de aminofilina deve ser feita com
especial controle em pacientes idosos (acima de 65 anos).

AMINOFILINA - Laboratório

UNIAO QUIMICA
Rua Cel. Luiz Tenório de Brito, 90
Embu-Guaçu/SP - CEP: 06900-000
Tel: SAC 0800 11 1559

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Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
2 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
3 Insuficiência respiratória: Condição clínica na qual o sistema respiratório não consegue manter os valores da pressão arterial de oxigênio (PaO2) e/ou da pressão arterial de gás carbônico (PaCO2) dentro dos limites da normalidade, para determinada demanda metabólica. Como a definição está relacionada à incapacidade do sistema respiratório em manter níveis adequados de oxigenação e gás carbônico, foram estabelecidos, para sua caracterização, pontos de corte na gasometria arterial: PaO2 50 mmHg.
4 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
5 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
6 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
7 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
8 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
9 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
10 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
11 Gastrite: Inflamação aguda ou crônica da mucosa do estômago. Manifesta-se por dor na região superior do abdome, acidez, ardor, náuseas, vômitos, etc. Pode ser produzida por infecções, consumo de medicamentos (aspirina), estresse, etc.
12 Úlcera péptica: Lesão na mucosa do esôfago, estômago ou duodeno. Também chamada de úlcera gástrica ou duodenal. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100% dos casos. Os principais sintomas são: dor, má digestão, enjôo, queimação (azia), sensação de estômago vazio.
13 Brônquios: A maior passagem que leva ar aos pulmões originando-se na bifurcação terminal da traquéia. Sinônimos: Bronquíolos
14 Artérias coronárias: Veias e artérias do CORAÇÃO.
15 Débito cardíaco: Quantidade de sangue bombeada pelo coração para a aorta a cada minuto.
16 Diurese: Diurese é excreção de urina, fenômeno que se dá nos rins. É impróprio usar esse termo na acepção de urina, micção, freqüência miccional ou volume urinário. Um paciente com retenção urinária aguda pode, inicialmente, ter diurese normal.
17 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
18 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
19 Broncodilatadores: São substâncias farmacologicamente ativas que promovem a dilatação dos brônquios.
20 Centro Respiratório:
21 Enfisema: Doença respiratória caracterizada por destruição das paredes que separam um alvéolo de outro, com conseqüente perda da retração pulmonar normal. É produzida pelo hábito de fumar e, em algumas pessoas, pela deficiência de uma proteína chamada Antitripsina.
22 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
23 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
24 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
25 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
26 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
27 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
28 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
29 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
30 Nefropatias: Lesões ou doenças dos rins.
31 Espasmo: 1. Contração involuntária, não ritmada, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosa ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
32 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
33 Hipernatremia: Excesso de sódio no sangue, indicativo de desidratação.
34 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
35 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
36 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
37 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
38 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
39 Vertigens: O termo vem do latim “vertere” e quer dizer rodar. A definição clássica de vertigem é alucinação do movimento. O indivíduo vê os objetos do ambiente rodarem ao seu redor ou seu corpo rodar em relação ao ambiente.
40 Proctite: Inflamação da mucosa retal produzida por infecções bacterianas ou virais. Manifesta-se por dor ao defecar, eliminação de muco através do ânus e tenesmo retal.
41 Afecções: Quaisquer alterações patológicas do corpo. Em psicologia, estado de morbidez, de anormalidade psíquica.
42 Injeção intramuscular: Injetar medicamento em forma líquida no músculo através do uso de uma agulha e seringa.
43 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
44 Bronquite crônica: Inflamação persistente da mucosa dos brônquios, em geral produzida por tabagismo, e caracterizada por um grande aumento na produção de muco bronquial que produz tosse e expectoração durante pelo menos três meses consecutivos durante dois anos.
45 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
46 Crônico: Descreve algo que existe por longo período de tempo. O oposto de agudo.
47 Apnéia: É uma parada respiratória provocada pelo colabamento total das paredes da faringe que ocorre principalmente enquanto a pessoa está dormindo e roncando. No adulto, considera-se apnéia após 10 segundos de parada respiratória. Como a criança tem uma reserva menor, às vezes, depois de dois ou três segundos, o sangue já se empobrece de oxigênio.
48 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
49 Broncodilatador: Substância farmacologicamente ativa que promove a dilatação dos brônquios.
50 Árvore brônquica: A árvore brônquica é formada pelos brônquios, bronquíolos, ductos alveolares, sacos alveolares e alvéolos, e é responsável por levar o ar aspirado pelas fossas nasais até o pulmão.
51 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
52 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
53 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
54 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
55 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
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