Preço de AMPICILINA em Ann Arbor/SP: R$ 14,64

AMPICILINA

EMS S/A

Atualizado em 03/06/2015

Composição da Ampicilina

comprimido 500 mg: ampicilina (na formatriidratada) 500 mg, excipiente q.s.p. 1 comprimido; comprimido 1 g: ampicilina (na forma triidratada) 1 g, excipiente q.s.p. 1 comprimido; cápsulas 500 mg: ampicilina (na forma triidratada) 500 mg, excipiente q.s.p. 1 cápsula; suspensão oral (pó reconstituído): ampicilina (na forma triidratada) 3,0 g, excipiente q.s.p. 1 frasco; probenecida sachet: ampicilina (na forma triidratada) 3,0 g, probenecide 1,0 g, excipiente q.s.p. 1 sachet.

Posologia e Administração da Ampicilina

infecções1 das vias respiratórias: 250-500 mg a cada 6 horas para adultos; 25-50 mg/kg/dia em doses iguais a cada 6 a 8 horas para crianças. Infecções1 das vias geniturinárias: 500 mg a cada 6 horas para adultos; 50-100 mg/kg/dia em doses iguais a cada 6 a 8 horas para crianças. Meningite2 bacterial: 8 a 14 g a cada 24 horas para adultos; 100 a 200 mg/kg/dia para crianças. Podem ser necessárias doses maiores para infecções1 graves. As doses recomendadas para crianças destinam-se àquelas cujo peso não resulte em doses mais altas que para adultos. Doses menores que as recomendadas acima não devem ser utilizadas. Em infecções1 graves o tratamento poderá ter que se prolongar por várias semanas, e mesmo doses mais elevadas poderão ser necessárias. Os pacientes devem continuar o tratamento por pelo menos 48 a 72 horas após cessarem todos os sintomas3 ou tornarem-se negativas as culturas. As infecções1 por estreptococos hemolíticos requerem um mínimo de 10 dias de tratamento para evitar manifestações de febre reumática4 ou glomerulonefrite5. Nas infecções1 das vias geniturinárias e gastrintestinais, são necessárias freqüentes avaliações bacteriológicas e clínicas assim como exames pós-tratamento repetidos por vários meses para confirmação de cura bacteriológica. Infecções1 por Neisseria gonorrhoeae, infecções1 uretrais, cervicais, retais e faringianas em adultos podem ser tratadas com dose oral única de 3,5 g de ampicilina associada a 1 g de probenecida administrados simultaneamente. Deve-se realizar seguimento por meio de culturas de 4 a 7 dias em homens e de 7 a 14 dias em mulheres, após o tratamento. Todos os pacientes com gonorréia6 deveriam ter teste sorológico para a sífilis7 na epoca do diagnóstico8. Pacientes com sorologia negativa que apresentam lesão9 suspeita de sífilis7 deveriam fazer seguimento de controle sorológico mensal durante 4 meses para detectar possível sífilis7 mascarada pelo tratamento da gonorréia6. Pacientes com gonorréia6 que apresentam sífilis7 concomitante devem receber tratamento adicional para sifilis7 de acordo com seu estágio. - Dosagem: adultos e crianças acima de 20 kg de peso: para infecções1 geniturinárias e do trato gastrintestinal, também para gonorréia6 em homens e mulheres a dose usual e de 500 mg administradas em doses espaçadas, infecções1 agudas e crônicas requerem doses maiores. O tratamento da gonorréia6 requer doses orais de 3,5 g de ampicilina administrada simultaneamente com 1 g de probenecida. Médicos advertem sobre o uso da dosagem recomendada para o tratamento da gonorréia6. Devem ser feitas novas culturas na secreção após 7 e 14 dias após o tratamento. Para infecções1 do trato respiratório a dose usual é de 250 mg espaçada. Crianças pesando 20 kg ou menos: para infecções1 geniturinárias e no trato gastrintestinal a dose usual e de 100 mg/kg/dia. Para infecções1 respiratórias, a dose usual e de 50 mg/kg/dia dividida em 4 vezes. Para todos os casos o tratamento deve continuar por um mínimo de 48 a 72 horas após o desaparecimento dos sintomas3 para que a erradicação bacteriana seja evidenciada. Ampicilina probenecide deve ser administrada em dose única. - Superdosagem: as penicilinas apresentam toxicidade10 mínima ao homem. É improvável que efeitos tóxicos graves resultem de ingestão, mesmo que em largas doses. O perigo potencial associado a administração de altas doses por via parenteral e o possível efeito irritante sobre o sistema nervoso central11 e periférico, podendo causar ataque epileptiforme12. Pacientes com disfunção renal13 são mais susceptíveis a alcançar níveis sangüíneos tóxicos. Desde que não exista antídoto14, o tratamento, se necessário, deve ser de suporte. A ampicilina pode ser removida por hemodiálise15, mas não por diálise peritoneal16.

Precauções da Ampicilina

o uso prolongado de antibióticos pode provocar a manifestação de organismos resistentes (não susceptíveis), incluindo fungos. Pode ocorrer a superinfecção17 de grandes dimensões. No tratamento prolongado, particularmente com altas dosagens, recomenda-se, periodicamente, fazer uma avaliação dos sistemas renal13, hepático e hematopoiético. Recomenda-se a realização de testes bacteriológicos para determinação dos microorganismos causadores do processo infeccioso, assim como a sensibilidade destes à ampicilina, antes da instituição de qualquer medicação antimicrobiana. Para se determinar a susceptibilidade18 relativa in vitro pelo método Kirby-Bauer, deve-se utilizar discos de ampicilina de 10 mcg. Pode haver acúmulo de ampicilina em pacientes com comprometimento intenso da função renal13 (clearance de creatinina19 menor de 30 ml/minuto). Sugere-se maior espaçamento das doses (a cada 12 ou 16 horas) para o tratamento de infecções1 sistêmicas embora doses usuais possam ser empregadas para infecções1 do trato urinário20. - Gravidez21: a segurança de ampicilina para uso durante a gravidez21 não foi estabelecida. Não deverá ser utilizada por mulheres grávidas, a menos que a julgamento médico os efeitos benéficos sejam substancialmente superiores aos riscos potenciais para o feto22. - Lactação23: pequenas concentrações de ampicilina foram detectadas no leite materno. Os efeitos para o lactente24, caso existam, não são conhecidos. Ampicilina deve ser administrada com cautela para mulheres que estão em fase de amamentação25. - Carcinogênese, mutagênese e prejuízo da fertilidade: a ampicilina demonstrou-se não mutagênica nos testes de Ames. Não foram realizados estudos de longa duração em animais para avaliar o potencial carcinogênico. Efeitos deletérios sobre a fertilidade humana não são conhecidos. Exames laboratoriais: assim como para qualquer droga potente, avaliações periódicas das funções renal13, hepática26 e hematopoiética deveriam ser realizadas, durante tratamentos prolongados.

Reações Adversas da Ampicilina

as reações causadas são normalmente devidas à sensibilidade individual com histórias de alergias e os sintomas3 são: asma27, urticária28, etc. Efeitos gastrintestinais: glossite29, estomatite30, náusea31, vômito32, enterocolite, colite33 pseudomembranosa e diarréia34. Estas reações estão associadas à administração oral. - Reações de hipersensibilidade: sintomas3: rachaduras na pele35, prurido36, urticária28, eritema multiforme37 e um ocasional caso de dermatite38 esfoliativa. Esta reação normalmente está associada a dosagens parenterais. - Nota: urticária28 e outros sinais39 da pele35 são controlados com o uso de anti-histamínicos e, se necessário, de corticosteróides sistêmicos40. Já as reações anafiláticas41 sérias requerem medidas de emergência42. Sistema linfático43 e hemático: anemia44, trombocitopenia45, púrpura46 trombocitopênica, eosinofilia47, leucopenia48 e agranulocitose49, estes sintomas3 desaparecem com a descontinuação do tratamento. Hepáticas50: uma elevação moderada na transaminase glutâmica-oxalacética (TGO) tem sido ocasionalmente notada, particularmente em crianças, mas seu significado não é conhecido. Interações medicamentosas: pacientes recebendo alopurinol para o tratamento parecem predispostos ao desenvolvimento de erupções cutâneas51 induzidas pela ampicilina. A ampicilina tem sido associada com uma redução na excreção urinária de estrógenos em pacientes recebendo contraceptivos orais. A probenecide diminui a taxa de excreção das penicilinas, assim como prolonga e aumenta os seus níveis séricos. Interação com testes de laboratório: as penicilinas podem interferir com a medida da glicosúria52 realizada com o método do sulfato de cobre, ocasionando falsos resultados de acréscimo ou diminuição. Esta interferência não ocorre com o método da glicose53 oxidase.

Contra-Indicações da Ampicilina

para pacientes54 com história de reação de hipersensibilidade a qualquer tipo de penicilina. É também contra-indicada em infecções1 causadas por microorganismos que produzem penicilinase.

Indicações da Ampicilina

está primeiramente indicada para o tratamento de infecções1 geniturinárias, respiratórias e do trato gastrintestinal causadas por germes susceptíveis e bactérias gram-positivas. Já a probenecide está indicada para gram-negativas, por exemplo, Neisseria gonorrhoeae causadora de blenorragia55 ou gonorréia6.

Apresentação da Ampicilina

comprimidos de 500 mg: caixa com 6 e 12; comprimidos de 1 g: caixa com 6 e 12; cápsulas de 500 mg: caixa com 8 e 100; suspensão oral 250 mg/5 ml: frasco com pó para reconstituição 60 ml; Ampicilina + Probenecida suspensão oral: sachet contendo pó para reconstituição no frasco diluente.


AMPICILINA - Laboratório

EMS S/A
Rod. Jornalista F. A. Proença, km 08. Bairro Chácara Assay.
Hortolândia/SP - CEP: 13186-901
Site: http://www.ems.com.br

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Complementos

1 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
2 Meningite: Inflamação das meninges, aguda ou crônica, quase sempre de origem infecciosa, com ou sem reação purulenta do líquido cefalorraquidiano. As meninges são três membranas superpostas (dura-máter, aracnoide e pia-máter) que envolvem o encéfalo e a medula espinhal.
3 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
4 Febre reumática: Doença inflamatória produzida como efeito inflamatório anormal secundário a infecções repetidas por uma bactéria chamada estreptococo beta-hemolítico do grupo A. Caracteriza-se por inflamação das articulações, febre, inflamação de uma ou mais de uma estrutura cardíaca, alterações neurológicas, eritema cutâneo. Com o tratamento mais intensivo da faringite estreptocócica, a freqüência desta doença foi consideravelmente reduzida.
5 Glomerulonefrite: Inflamação do glomérulo renal, produzida por diferentes mecanismos imunológicos. Pode produzir uma lesão irreversível do funcionamento renal, causando insuficiência renal crônica.
6 Gonorreia: Infecção bacteriana que compromete o trato genital, produzida por uma bactéria chamada Neisseria gonorrhoeae. Produz uma secreção branca amarelada que sai pela uretra juntamente com ardor ao urinar. É uma causa de infertilidade masculina.Em mulheres, a infecção pode não ser aparente. Se passar despercebida, pode se tornar crônica e ascender, atingindo os anexos uterinos (trompas, útero, ovários) e causar Doença Inflamatória Pélvica e mesmo infertilidade feminina.
7 Sífilis: Doença transmitida pelo contato sexual, causada por uma bactéria de forma espiralada chamada Treponema pallidum. Produz diferentes sintomas de acordo com a etapa da doença. Primeiro surge uma úlcera na zona de contato com inflamação dos gânglios linfáticos regionais. Após um período a lesão inicial cura-se espontaneamente e aparecem lesões secundárias (rash cutâneo, goma sifilítica, etc.). Em suas fases tardias pode causar transtorno neurológico sério e irreversível, que felizmente após o advento do tratamento com antibióticos tem se tornado de ocorrência rara. Pode ser causa de infertilidade e abortos espontâneos repetidos.
8 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
9 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
10 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
11 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
12 Epileptiforme: Semelhante à epilepsia, a seus sintomas ou às suas manifestações.
13 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
14 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
15 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
16 Diálise peritoneal: Ao invés de utilizar um filtro artificial para “limpar“ o sangue, é utilizado o peritônio, que é uma membrana localizada dentro do abdômen e que reveste os órgãos internos. Através da colocação de um catéter flexível no abdômen, é feita a infusão de um líquido semelhante a um soro na cavidade abdominal. Este líquido, que chamamos de banho de diálise, vai entrar em contato com o peritônio, e por ele será feita a retirada das substâncias tóxicas do sangue. Após um período de permanência do banho de diálise na cavidade abdominal, este fica saturado de substâncias tóxicas e é então retirado, sendo feita em seguida a infusão de novo banho de diálise. Esse processo é realizado de uma forma contínua e é conhecido por CAPD, sigla em inglês que significa diálise peritoneal ambulatorial contínua. A diálise peritoneal é uma forma segura de tratamento realizada atualmente por mais de 100.000 pacientes no mundo todo.
17 Superinfecção: Geralmente ocorre quando os antibióticos alteram o equilíbrio do organismo, permitindo o crescimento de agentes oportunistas, como os enterococos. A superinfecção pode ser muito difícil de tratar, porque é necessário optar por antibióticos eficazes contra todos os agentes que podem causá-la.
18 Susceptibilidade: 1. Ato, característica ou condição do que é suscetível. 2. Capacidade de receber as impressões que põem em exercício as ações orgânicas; sensibilidade. 3. Disposição ou tendência para se ofender e se ressentir com (algo, geralmente sem importância); delicadeza, melindre. 4. Em física, é o coeficiente de proporcionalidade entre o campo magnético aplicado a um material e a sua magnetização.
19 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
20 Trato Urinário:
21 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
22 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
23 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
24 Lactente: Que ou aquele que mama, bebê. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
25 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
26 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
27 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
28 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
29 Glossite: Inflamação da mucosa que reveste a língua, produzida por infecção viral, radiação, carências nutricionais, etc.
30 Estomatite: Inflamação da mucosa oral produzida por infecção viral, bacteriana, micótica ou por doença auto-imune. É caracterizada por dor, ardor e vermelhidão da mucosa, podendo depositar-se sobre a mesma uma membrana brancacenta (leucoplasia), ou ser acompanhada de bolhas e vesículas.
31 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
32 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
33 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
34 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
35 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
36 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
37 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
38 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
39 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
40 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
41 Reações anafiláticas: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
42 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
43 Sistema Linfático: Um sistema de órgãos e tecidos que processa e transporta células imunes e LINFA.
44 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
45 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
46 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
47 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
48 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
49 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
50 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
51 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
52 Glicosúria: Presença de glicose na urina.
53 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
54 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
55 Blenorragia: Infecção transmitida sexualmente, produzida por uma bactéria chamada Neisseria gonorreae, que se manifesta por secreção purulenta drenada através da uretra. Se não tratada adequadamente pode produzir problemas mais sérios, como infecção crônica e esterilidade.

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