CORUS-H

BIOSINTETICA

Atualizado em 08/12/2014

Composição de Corus-H

cada comprimido revestido de 25/12,5 mg contém:losartam 25 mg, hidroclorotiazida 12,5 mg, excipiente q.s.p. 1 comprimido (lactose1 anidra, povidone, celulose microcristalina, amido glicolato sódico, dióxido de silício coloidal, estearato de magnésio). Cada comprimido revestido de 25/25 mg contém: losartam 25 mg, hidroclorotiazida 25 mg, excipiente q.s.p. 1 comprimido (lactose1 anidra, povidone, celulose microcristalina, amido glicolato sódico, dióxido de silício coloidal, estearato de magnésio). Cada comprimido revestido de 50/12,5 mg contém: losartam 50 mg, hidroclorotiazida 12,5 mg, excipiente q.s.p. 1 comprimido (lactose1 anidra, povidone, celulose microcristalina, amido glicolato sódico, dióxido de silício coloidal, estearato de magnésio).

Posologia e Administração de Corus-H

a dose inicial usual de losartam é de 50 mg uma vez ao dia, ou 25 mg em pacientes com possível depleção2 de volume intravascular3 (por exemplo, pacientes em tratamento com diuréticos4), e em pacientes com histórico clínico de insuficiência hepática5. Losartam pode ser administrado 1 ou 2 vezes ao dia com doses diárias variando de 25 a 100 mg. Se o efeito anti-hipertensivo, durante a fase de vale, não for adequado, usando-se o esquema de dose única diária, um esquema de 2 doses diárias pode ser instituído usando-se a mesma dose total ou aumentando-se a dose. A hidroclorotiazida é eficaz em doses de 12,5 mg até 100 mg uma vez ao dia e pode ser administrada em dose de 12,5 até 50 mg, como Corus-H. Pacientes que não são controlados adequadamente com losartam ou hidroclorotiazida em separado podem ser submetidos à terapia com Corus-H. A dose inicial é de 1 comprimido uma vez ao dia. Se a pressão sangüínea6 permanecer sem controle adequado após cerca de 3 semanas de terapia, a dose pode ser aumentada para 2 comprimidos ao dia. Mais que 2 comprimidos diários não é recomendado. Uso em pacientes com insuficiência renal7: a terapia com Corus-H pode ser realizada enquanto o clearance de creatinina8 do paciente for maior que 30 ml/min. Uso em pacientes com insuficiência hepática5: a dose apropriada para início de tratamento é sempre com 25 mg de losartam. Corus-H 50/12,5 mg não é indicado para tratamento de pacientes com insuficiência hepática5. - Superdosagem: não existem antecedentes de superdose com losartam. Não obstante, a manifestação mais provável é a hipotensão9 excessiva, que poderá ser corrigida colocando o paciente em posição supina com os membros elevados e mediante a infusão salina normal. Com relação à hidroclorotiazida os sinais10 e sintomas11 mais comuns são aqueles causados por depleção2 hidroeletrolítica e desidratação12 resultante da diurese13 excessiva. Tratamento de suporte deve ser instituído visando manter o balanço hidroeletrolítico14 do paciente.

Precauções de Corus-H

quando o medicamento é utilizado no segundo ou terceiro trimestre da gravidez15 é possível a ocorrência de dano fetal e no neonato16, inclusive morte. Assim, quando a gravidez15 for detectada de imediato, a medicação deve ser suspensa ou substituída. O uso de fármacos que agem diretamente no sistema renina-angiotensina podem causar alterações fetais inclusive morte. Vários casos já foram relatados na literatura médica, em pacientes usando inibidores da ECA, durante o segundo ou terceiros trimestres da gravidez15. Estas alterações fetais incluem: hipotensão9 neonatal, hipoplasia17 craniana neonatal, anúria18, insuficiência renal7 reversível ou irreversível e morte. Oligo-hidrâmnio19 também tem sido relatado. Em geral está associado a malformações20 craniofaciais. Essas reações adversas não parecem estar relacionadas ao uso dos fármacos no primeiro trimestre da gravidez15. Recomenda-se precaução na administração para pacientes21 com insuficiência renal7 ou hepática22 grave. Recomenda-se precaução no início do tratamento de pacientes com insuficiência cardíaca23 ou depletados de sódio (em tratamento com diuréticos4 ou com dietas hipossódicas restritas), pois pode produzir um quadro de hipotensão9 severa. Recomenda-se administrar com precaução em pacientes com enfermidade cerebrovascular ou cardiopatia isquêmica24, nos quais o quadro pode se agravar como conseqüência de uma hipotensão9 severa. Os pacientes devem ser advertidos sobre a necessidade de consultar seu médico em qualquer situação que possa indicar depleção2 de volume (vertigem25, tontura26) ou que possa provocá-la (transpiração27 excessiva, desidratação12, diarréia28, vômitos29). O losartam apresenta um efeito uricosúrico potente, por isso recomenda-se que em pacientes predispostos, controle-se periodicamente a urina30, com o objetivo de descartar a precipitação de cristais de ácido úrico. Nos pacientes submetidos à cirurgia maior ou durante à anestesia31 com drogas que produzam hipotensão9, losartam pode bloquear a ação da angiotensina II formada como conseqüência da liberação compensadora de renina. Caso ocorra hipotensão9, esta pode ser corrigida mediante a expansão de volume. Diuréticos4 tiazídicos devem ser usados com cautela em pacientes com função hepática22 deteriorada ou doença hepática22 progressiva, uma vez que pequenas alterações no balanço hidroeletrolítico14 podem precipitar coma32 hepático. Os diuréticos4 tiazídicos podem exacerbar ou ativar o lúpus33 eritematoso34 sistêmico35. Reações de hipersensibilidade aos tiazídicos podem ocorrer em pacientes com ou sem histórico clínico de alergia36 ou asma37 brônquica, mas são mais prováveis de ocorrer em pacientes com tal histórico. Nos estudos realizados com o uso de losartam e hidroclorotiazida a incidência38 de pacientes hipertensos que desenvolveram hipercalemia39 ou hipocalemia40 foi muito pequena e nenhum paciente teve que descontinuar o tratamento por alterações para mais ou para menos do potássio sérico. Todo paciente recebendo tratamento com diuréticos4 tiazídicos devem ser observados periodicamente para os sinais10 clínicos de alterações no balanço hidroeletrolítico14: hiponatremia41, alcalose42 hipoclorêmica e hipocalemia40. A determinação de eletrólitos43 séricos e urinários são de particular importância. O uso de diuréticos4 tiazídicos pode requerer, em pacientes diabéticos, ajustes na dose de insulina44 ou agentes hipoglicemiantes orais45. Hiperglicemia46 pode ocorrer com o uso de tiazídicos, assim diabetes mellitus47 latente pode se tornar manifesta durante a terapia com tiazídicos. A terapia com diuréticos4 tiazídicos aumenta a excreção de magnésio urinário que pode resultar em hipomagnesemia, bem como redução na excreção de cálcio com ligeira elevação do cálcio sérico. Hipotensão9 sintomática48: paciente recebendo Corus-H deve ser alertado que pode sofrer tontura26, especialmente nos primeiros dias da terapia, e tal sintoma49 deve ser referido ao médico. Ocorrendo síncope50, a medicação deve ser interrompida e o médico informado à respeito. Gravidez15 e lactação51: não existem estudos controlados sobre o uso da droga durante a gravidez15. Portanto, o uso deste medicamento está contra-indicado durante a gravidez15. Não se conhece se losartam é excretado no leite materno. Portanto, seu uso está contra-indicado em mulheres que estejam amamentando. Caso seu uso seja necessário, recomenda-se interromper a lactação51. - Interações medicamentosas: os efeitos anti-hipertensivos do losartam podem ser aumentados por drogas hipotensoras que aumentam a liberação de renina. Tem-se descrito efeitos natriuréticos e caliuréticos para losartam. Portanto, recomenda-se controle periódico da potassemia em pacientes em tratamento com diuréticos4. Tem-se comunicado toxicidade52 ao lítio em pacientes em tratamento com drogas que aumentam a eliminação de sódio. Losartam tem sido administrado conjuntamente com diuréticos4 tiazídicos, antagonistas de cálcio e betabloqueadores, sem se observar interações adversas clinicamente significativas. O cetoconazol e a sulfafenasole são potentes inibidores do sistema P450 de metabolização. Não se sabe se podem produzir alguma influência no efeito de losartam no uso concomitante com o mesmo. O uso concomitante de diuréticos4 tiazídicos com álcool, barbitúricos ou narcóticos pode provocar hipotensão9 ortostática. A absorção da hidroclorotiazida é fortemente reduzida pelo uso concomitante de resinas tipo colestiramina ou colestipol. O uso conjunto com ACTH intensifica a depleção2 eletrolítica causada pelo diurético53 e pode levar à hipocalemia40. O uso concomitante com droga antiinflamatória não esteroidal pode produzir redução do efeito diurético53, anti-hipertensivo dos agentes tiazídicos.

Reações Adversas de Corus-H

o produto é geralmente bem tolerado. Ocasionalmente, tem-se reportado mal-estar epigástrico, diarréia28, mialgia54, câimbras55 musculares, tonturas56, insônia, congestão nasal, astenia57, fraqueza, edema58 ou inchaço59 local, náuseas60 e faringites, cefaléia61, hipotensão9 ortostática e exantema62. Todos estes efeitos foram geralmente leves. Excepcionalmente, tem-se observado aumento leve e transitório das transaminases, da uréia63 e da creatinina8.

Contra-Indicações de Corus-H

pacientes com hipersensibilidade conhecida ao losartam e/ou à hidroclorotiazida. Gravidez15 e lactação51. Por causa da hidroclorotiazida, este produto é contra-indicado em pacientes com anúria18 ou hipersensibilidade a outras drogas derivadas da sulfanilamida.

Indicações de Corus-H

hipertensão arterial64. A combinação de dose fixa não está indicada para terapêutica65 inicial.

Apresentação de Corus-H

embalagens com 14, 15, 20, 28 e 30 comprimidos revestidos de 25/12,5 mg, e de 25/25 mg 50/12,5 mg.


CORUS-H - Laboratório

BIOSINTETICA
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Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
3 Intravascular: Relativo ao interior dos vasos sanguíneos e linfáticos, ou que ali se situa ou ocorre.
4 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
5 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
6 Pressão sangüínea: Força exercida pelo sangue arterial por unidade de área da parede arterial. É expressa como uma razão (Exemplo: 120/80, lê-se 120 por 80). O primeiro número é a pressão sistólica ou pressão máxima. E o segundo número é a presão diastólica ou mínima.
7 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
8 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
9 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
10 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
11 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
12 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
13 Diurese: Diurese é excreção de urina, fenômeno que se dá nos rins. É impróprio usar esse termo na acepção de urina, micção, freqüência miccional ou volume urinário. Um paciente com retenção urinária aguda pode, inicialmente, ter diurese normal.
14 Hidroeletrolítico: Aproximadamente 60% do peso de um adulto são representados por líquido (água e eletrólitos). O líquido corporal localiza-se em dois compartimentos, o espaço intracelular (dentro das células) e o espaço extracelular (fora das células). Os eletrólitos nos líquidos corporais são substâncias químicas ativas. Eles são cátions, que carregam cargas positivas, e ânions, que transportam cargas negativas. Os principais cátions são os íons sódio, potássio, cálcio, magnésio e hidrogênio. Os principais ânions são os íons cloreto, bicarbonato, fosfato e sulfato.
15 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
16 Neonato: Refere-se a bebês nos seus primeiros 28 dias (mês) de vida. O termo “recentemente-nascido“ refere-se especificamente aos primeiros minutos ou horas que se seguem ao nascimento. Esse termo é utilizado para enfocar os conhecimentos e treinamento da ressuscitação imediatamente após o nascimento e durante as primeiras horas de vida.
17 Hipoplasia: Desenvolvimento defeituoso ou incompleto de tecido ou órgão, geralmente por diminuição do número de células, sendo menos grave que a aplasia.
18 Anúria: Clinicamente, a anúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas.
19 Hidrâmnio: Excesso de líquido amniótico. Também conhecido por polihidrâminio.
20 Malformações: 1. Defeito na forma ou na formação; anomalia, aberração, deformação. 2. Em patologia, é vício de conformação de uma parte do corpo, de origem congênita ou hereditária, geralmente curável por cirurgia. Ela é diferente da deformação (que é adquirida) e da monstruosidade (que é incurável).
21 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
22 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
23 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
24 Cardiopatia isquêmica: Doença ocasionada por um déficit na circulação nas artérias coronarianas e outros defeitos capazes de afetar o aporte sangüíneo para o músculo cardíaco.É evidenciada por dor no peito, arritmias, morte súbita ou insuficiência cardíaca.
25 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
26 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
27 Transpiração: 1. Ato ou efeito de transpirar. 2. Em fisiologia, é a eliminação do suor pelas glândulas sudoríparas da pele; sudação. Ou o fluido segregado pelas glândulas sudoríparas; suor. 3. Em botânica, é a perda de água por evaporação que ocorre na superfície de uma planta, principalmente através dos estômatos, mas também pelas lenticelas e, diretamente, pelas células epidérmicas.
28 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
29 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
30 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
31 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
32 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
33 Lúpus: 1. É uma inflamação crônica da pele, caracterizada por ulcerações ou manchas, conforme o tipo específico. 2. Doença autoimune rara, mais frequente nas mulheres, provocada por um desequilíbrio do sistema imunológico. Nesta patologia, a defesa imunológica do indivíduo se vira contra os tecidos do próprio organismo como pele, articulações, fígado, coração, pulmão, rins e cérebro. Essas múltiplas formas de manifestação clínica, às vezes, podem confundir e retardar o diagnóstico. Lúpus exige tratamento cuidadoso por médicos especializados no assunto.
34 Eritematoso: Relativo a ou próprio de eritema. Que apresenta eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
35 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
36 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
37 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
38 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
39 Hipercalemia: É a concentração de potássio sérico maior que 5.5 mmol/L (mEq/L). Uma concentração acima de 6.5 mmol/L (mEq/L) é considerada crítica.
40 Hipocalemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
41 Hiponatremia: Concentração de sódio sérico abaixo do limite inferior da normalidade; na maioria dos laboratórios, isto significa [Na+] < 135 meq/L, mas o ponto de corte [Na+] < 136 meq/L também é muito utilizado.
42 Alcalose: Desequilíbrio do meio interno, produzido por uma diminuição na concentração de íons hidrogênio ou aumento da concentração de bases orgânicas nos líquidos corporais.
43 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
44 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
45 Hipoglicemiantes orais: Medicamentos usados por via oral em pessoas com diabetes tipo 2 para manter os níves de glicose próximos ao normal. As classes de hipoglicemiantes são: inibidores da alfaglicosidase, biguanidas, derivados da fenilalanina, meglitinides, sulfoniluréias e thiazolidinediones.
46 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
47 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
48 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
49 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
50 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
51 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
52 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
53 Diurético: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
54 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
55 Câimbras: Contrações involuntárias, espasmódicas e dolorosas de um ou mais músculos.
56 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
57 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
58 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
59 Inchaço: Inchação, edema.
60 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
61 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
62 Exantema: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
63 Ureia: 1. Resíduo tóxico produzido pelo organismo, resulta da quebra de proteínas pelo fígado. É normalmente removida do organismo pelos rins e excretada na urina. 2. Substância azotada. Composto orgânico cristalino, incolor, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), com um ponto de fusão de 132,7 °C.
64 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
65 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
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