FIBRASE Parke Davis

PFIZER

Atualizado em 08/12/2014

Composição de Fibrase Parke Davis

cada g contém: fibrinolisina 1 U(Loomis);desoxirribonuclease 666 und; cloranfenicol 10 mg.

Posologia e Administração de Fibrase Parke Davis

considerando-se que variam muito de intensidade os casos nos quais se indica o emprego de Fibrase com cloranfenicol, deverá o médico ajustar devidamente as aplicações para cada caso; as seguintes recomendações gerais podem ser feitas: o sucesso do uso de debridamento1 enzimático depende de vários fatores: escara2 seca e compacta, se presente, deve ser removida cirurgicamente antes do debridamento1 enzimático ser realizado; a enzima3 necessita estar em contato constante com o substrato; debris necróticos acumulados necessitam ser removidos periodicamente; a enzima3 necessita ser provida, no mínimo, uma vez ao dia; cicatrização secundária ou enxerto4 de pele5 necessita ser empregado tão logo seja possível após ter obtido debridamento1 ótimo. É primordial que a técnica de curativo seja realizada em condições assépticas e que sejam administrados concomitantemente antibióticos de ação sistêmica adequada e se, na opinião do médico, forem indicados. Uso tópico6: a aplicação local deve ser repetida a intervalos regulares durante o tempo que se deseje a ação enzimática do produto. Após a aplicação, Fibrase com cloranfenicol torna-se menos ativo, rápida e progressivamente, e se extingue, provavelmente, no fim de 24 horas.

Precauções de Fibrase Parke Davis

o uso prolongado de antibióticos pode resultar ocasionalmente em crescimento de organismos não suscetíveis ao tratamento, incluindo fungos. Se aparecerem novas infecções7 durante o tratamento, o medicamento deverá ser descontinuado e outras medidas adequadas devem ser tomadas. Com exceção dos casos de infecções7 superficiais, o uso de cloranfenicol deve ser suplementado por medicação sistêmica apropriada. As precauções usuais contra reações alérgicas devem ser observadas, particularmente nas pessoas com história de sensibilidade aos produtos de origem bovina ou compostos mercuriais. Devem ser tomadas medidas apropriadas para determinar a suscetibilidade do patógeno ao cloranfenicol. Interações medicamentosas: não existe uma evidência suficiente que confirme a ocorrência de interações clinicamente relevantes.

Reações Adversas de Fibrase Parke Davis

com o emprego de doses e indicações recomendadas, não têm sido relatados efeitos indesejáveis atribuíveis às enzimas. Em altas concentrações as reações adversas têm sido mínimas consistindo em hiperemia8 local. Tremores e febre9 atribuíveis à ação antigênica de ativadores profibrinolisina de origem bacteriana não são problemas com Fibrase. Pacientes sensíveis ao cloranfenicol podem apresentar sinais10 de irritação local, com sintomas11 subjetivos de prurido12 ou ardência, edema angioneurótico13, urticária14, dermatite15 vesicular e maculopapular16. Nestes casos a medicação deve ser descontinuada. Podem ocorrer reações de sensibilidade idêntica a outros materiais nas preparações tópicas. As discrasias sangüíneas17 têm sido associadas ao uso de cloranfenicol.

Contra-Indicações de Fibrase Parke Davis

hipersensibilidade prévia a algum de seus componentes. - Advertência: tem sido relatados casos de hipoplasia18 da medula óssea19, incluindo anemia20 aplástica e morte, após a aplicação local de cloranfenicol.

Indicações de Fibrase Parke Davis

tratamento de lesões21 infectadas, tais como, queimaduras, úlceras22 e feridas onde a dupla ação como agente debridante e antibiótico tópico6 é requerida.

Apresentação de Fibrase Parke Davis

ungüento: em bisnaga de 10 g e 30 g.


FIBRASE Parke Davis - Laboratório

PFIZER
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Complementos

1 Debridamento: 1. Debridamento ou desbridamento é o ato ou efeito de soltar(-se) da brida ou bridão (o animal). 2. Em medicina, é a retirada de tecido desvitalizado ou de corpo estranho de uma ferida.
2 Escara: Úlcera produzida nas áreas cutâneas que sofrem maior pressão (úlcera de decúbito).
3 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
4 Enxerto: 1. Na agricultura, é uma operação que se caracteriza pela inserção de uma gema, broto ou ramo de um vegetal em outro vegetal, para que se desenvolva como na planta que o originou. Também é uma técnica agrícola de multiplicação assexuada de plantas florais e frutíferas, que permite associar duas plantas diferentes, mas gerações próximas, muito usada na produção de híbridos, na qual uma das plantas assegura a nutrição necessária à gema, ao broto ou ao ramo da outra, cujas características procura-se desenvolver; enxertia. 2. Na medicina, é a transferência especialmente de células ou de tecido (por exemplo, da pele) de um local para outro do corpo de um mesmo indivíduo ou de um indivíduo para outro.
5 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
6 Tópico: Referente a uma área delimitada. De ação limitada à mesma. Diz-se dos medicamentos de uso local, como pomadas, loções, pós, soluções, etc.
7 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
8 Hiperemia: Congestão sanguínea em qualquer órgão ou parte do corpo.
9 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
10 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
11 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
12 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
13 Edema angioneurótico: Ataques recidivantes de edema transitório que aparecem subitamente em áreas da pele, membranas mucosas e ocasionalmente nas vísceras, geralmente associadas com dermatografismo, urticária, eritema e púrpura.
14 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
15 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
16 Maculopapular: Erupção cutânea que se caracteriza pelo aparecimento de manchas e de pápulas de tonalidade avermelhada, geralmente observada no sarampo ou na rubéola.
17 Discrasias sangüíneas: Qualquer alteração envolvendo os elementos celulares do sangue, glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas.
18 Hipoplasia: Desenvolvimento defeituoso ou incompleto de tecido ou órgão, geralmente por diminuição do número de células, sendo menos grave que a aplasia.
19 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
20 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
21 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
22 Úlceras: Feridas superficiais em tecido cutâneo ou mucoso que podem ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.

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