Neo Fluoxetin

NEO QUIMICA

Atualizado em 09/12/2014

Neo Fluoxetin
cloridrato de fluoxetina

Forma Farmacêutica e Apresentações do Neo Fluoxetin

Cápsula 20 mg: embalagens contendo 28 e 490* cápsulas* Embalagem Hospitalar
USO ADULTO

Composição do Neo Fluoxetin

Cada cápsula contém:
cloridrato de fluoxetina....................equivalente a 20 mg de fluoxetina base
excipientes q.s.p....................1 cápsula
(amido de milho, lactose1, dióxido de silício, talco, estearato de magnésio, glicolato amido sódico).
Obs.: O material da cápsula (20 mg) contém o corante amarelo de TARTRAZINA (FDC nº 05).

Informações ao Paciente do Neo Fluoxetin

- Neo Fluoxetin tem ação antidepressiva.  - Conservar em temperatura ambiente (15 a 30 C). Proteger da luz e umidade.
- Prazo de validade: VIDE CARTUCHO. Não use medicamento com o prazo de validade vencido.
- " Informe o seu médico a ocorrência de gravidez2 na vigência do tratamento ou após o seu  término" . " Informe seu médico se está amamentando" .
- " Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento" .
- O produto deve ser administrado por via oral, acompanhado ou não de alimento. Antes da administração, verificar se o paciente apresenta antecedentes alérgicos à droga.
- " Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico" .
- " Informe seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis, tais como: ansiedade, nervosismo, insônia, sonolência, fadiga3, sudorese4, anorexia5, náusea6, diarréia7 e cefaléia8" .
- O material da cápsula de Neo Fluoxetin contém o corante amarelo de TARTRAZINA (FDC nº 05) que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma9 brônquica,
 

" Todo Medicamento Deve Ser Mantido Fora do Alcance das Crianças do Neo Fluoxetin

 - Não administrar Neo Fluoxetin concomitante à: bebidas alcoólicas, diazepam, digitoxina, warfarina, digitálicos, tolbutamida, tiazídicos, secobarbital, triptofano, lítio, inibidores da MAO10, antibióticos, anti-hipertensivos, anti-histamínicos, diuréticos11 e hormônios).
- Neo Fluoxetin é contra-indicado em pacientes hipersensíveis à fluoxetina ou a qualquer componente da fórmula, e naqueles em uso de droga inibidora da monoamino-oxidase (IMAO12).
- " Informe o seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando antes do início ou durante o tratamento" .
- Como os demais medicamentos psicoativos, o Neo Fluoxetin pode prejudicar o estado de alerta, portanto, deve-se evitar dirigir veículos ou operar máquinas, até que se tenha certeza de que seu desempenho não foi afetado.
- " NÃO TOME MEDICAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE13" .

Informações Técnicas do Neo Fluoxetin

A fluoxetina exerce sua ação antidepressiva aparentemente através da inibição da recaptação de serotonina nos neurônios14 do Sistema Nervoso Central15 (SNC16). Estudos com doses clinicamente relevantes no homem demonstraram que a fluoxetina bloqueia a captação da serotonina nas plaquetas17. Exerce também efeito anoréxico usada na forma de cloridrato.É absorvida rapidamente pelo trato gastrintestinal e amplamente distribuída, liga-se extensivamente (94,5%) às proteínas18 plasmáticas, atingindo nível sérico máximo em 6 a 8 horas; sofre extensa biotransformação hepática19 a norfluoxetina (cuja potência e seletividade como bloqueador da recaptação da serotonina são equivalentes às da fluoxetina) e outros metabólitos20, não identificados; atinge a concentração sérica máxima (com dose de 40 mg) de 15 a 55 ng/mL; com doses múltiplas (40 mg por dia durante 30 dias), 91 a 302 ng/mL de fluoxetina e 72 a 258 ng/mL de norfluoxetina; meia-vida de eliminação de 7 a 9 dias (essa eliminação lenta é responsável pelo acúmulo do fármaco21 em regimes de uso prolongado); nos pacientes com insuficiência hepática22, a meia-vida de eliminação é ainda mais prolongada, sendo de 7,6 a 12 dias, respectivamente, para a fluoxetina e norfluoxetina.
É excretada principalmente na urina23 (80%), sobretudo na forma de metabólitos20 (quer livres quer conjugados), com apenas pequena percentagem (15%) eliminada nas fezes.

Indicações do Neo Fluoxetin

Neo Fluoxetin é indicada no tratamento da depressão maior, bulimia24 nervosa e distúrbio obsessivo-compulsivo (DOC).

Contra-Indicações do Neo Fluoxetin

O NEO FLUOXETIN É CONTRA-INDICADO EM PACIENTES HIPERSENSÍVEIS À DROGA OU A QUALQUER COMPONTENTE DA FÓRMULA, E NAQUELES EM USO DE DROGA INIBIDORA DA MONOAMINO-OXIDASE (IMAO12), POIS EXISTEM RELATOS DE REAÇÕES GRAVES E ALGUMAS VEZES FATAIS (TAIS COMO HIPERTERMIA, MIOCLONIA25, INSTABILIDADE AUTONÔMICA COM POSSÍVEIS FLUTUAÇÕES RÁPIDAS DOS SINAIS VITAIS26 E VARIAÇÕES NO ESTADO MENTAL, INCLUINDO AGITAÇÃO EXTREMA PROGREDINDO AO DELÍRIO27 E COMA28). PORTANTO, O USO DO NEO FLUOXETIN NÃO DEVE SER COMBINADO AO USO DE INIBIDOR DA MAO10 OU DENTRO DE 14 DIAS APÓS SUSPENSÃO DO TRATAMENTO COM UM INIBIDOR DA MAO10.DEVE-SE DEIXAR UM INTERVALO DE PELO MENOS CINCO SEMANAS APÓS A SUSPENSÃO DO NEO FLUOXETIN E INÍCIO DO TRATAMENTO COM UM INIBIDOR DA MAO10, VISTO QUE, ESTA DROGA E SEU MAIOR METABÓLITO29, A NORFLUOXETINA, POSSUEM MEIAS-VIDAS DE ELIMINAÇÃO MUITO LONGAS.

Precauções do Neo Fluoxetin

A possibilidade de tentativa de auto-eliminação é inerente à depressão e pode persistir até que ocorra remissão significativa. Uma supervisão constante dos pacientes de alto risco deverá ser feita no início do tratamento com a droga. As prescrições para o cloridrato de fluoxetina devem ser feitas na menor quantidade de cápsulas possível, para diminuir o risco de superdose.
Nos pacientes com disfunção hepática19 o metabolismo30 da fluoxetina e do seu metabólito29 ativo (norfluoxetina) pode estar diminuído, portanto, doses menores ou menos freqüentes devem ser administradas.
Foram relatados diversos casos de hiponatremia31 (algumas com sódio sérico abaixo de 110 mmol / L). A hiponatremia31 parece ser reversível com a interrupção do cloridrato de fluoxetina. Apesar de complexidade desses casos com várias etiologias possíveis, alguns foram provavelmente devidos à síndrome32 de secreção inapropriada do hormônio33 antidiurético (HAD ou ADH). A maioria desses casos ocorreu em pacientes idosos e em uso de diuréticos11 ou com depleção34 de líquidos.
O Neo Fluoxetin deve ser usado com cautela em pacientes debilitados ou que tomem múltiplos medicamentos ativos sobre o SNC16, os quais podem ser mais suscetíveis a convulsões induzidas pela droga. É aconselhável precaução no uso de Neo Fluoxetin em pacientes com doenças ou condições que possam afetar o metabolismo30 ou a resposta hemodinâmica35.
Em pacientes diabéticos, a fluoxetina pode alterar o controle da glicemia36, tendo ocorrido hipoglicemia37 durante a terapia com a droga e hiperglicemia38 após sua descontinuação.
Como as demais drogas psicoativas, o Neo Fluoxetin pode prejudicar o estado de vigília; portanto, não deve ser utilizado em pacientes que dirigem veículos ou operem máquinas, até que tenham certeza de que seu desempenho não foi afetado.
Não há estudos adequados e bem controlados da fluoxetina em mulheres grávidas; portanto, não deve ser utilizada durante a gravidez2, a não ser que seja realmente necessária.
A fluoxetina é excretada no leite materno, embora não existam relatos de reações adversas em lactentes39, a droga deve ser utilizado com cautela em mulheres que estejam amamentando.
Interromper o tratamento com Neo Fluoxetin e consultar o médico logo que surgirem exantemas40 ou urticária41.
Evitar o uso de bebidas alcoólicas durante o tratamento.

Advertências do Neo Fluoxetin

Desde a introdução da fluoxetina, reações sistêmicas possivelmente relacionadas à vasculites, desenvolveram-se em pacientes com erupção42 cutânea43. Apesar dessas reações serem raras, podem ser graves, envolvendo os pulmões44, rins45 e o fígado46. Foram relatadas reações anafilactóides, incluindo reações pulmonares (incluindo processos inflamatórios de etiologia47 variável e/ou fibrose48), que ocorreram com dispnéia49 como único sintoma50 precedente.Após o aparecimento de erupção42 cutânea43 ou outra reação alérgica51 para a qual uma alternativa etiológica não pode ser identificada, a administração do Neo Fluoxetin deve ser suspensa.

Abuso e Dependência do Neo Fluoxetin

A fluoxetina não foi sistematicamente estudada em animais ou seres humanos quanto ao seu potencial de abuso, tolerância ou dependência física. Os médicos devem avaliar cuidadosamente os pacientes com relação a história de abuso de drogas e fazer acompanhamento rigoroso de tais pacientes, observando-os quanto aos sinais52 de mal uso ou abuso de fluoxetina (por exemplo: desenvolvimento de tolerância, aumento de dose alteração de comportamento na procura da droga).

Interações Medicamentosas do Neo Fluoxetin

A fluoxetina pode prolongar a meia-vida do diazepam.Pode causar efeitos adversos se tomada simultaneamente a outros fármacos (por exemplo: digitoxina, warfarina, digitálicos, tolbutamida, tiazídicos, secobarbital, entre outros), os quais também se ligam fortemente às proteínas18 plasmáticas.
Álcool e outros depressores do SNC16 podem potencializar os seus efeitos.
O uso concomitante a triptofano pode causar agitação, inquietação e distúrbios gastrintestinais. Com lítio, pode haver aumento dos níveis séricos do mesmo (com risco de intoxidação).
Inibidores da MAO10 podem acarretar crises hipertensivas e outros distúrbios graves, algumas vezes fatais. Deve-se aguardar pelo menos cinco semanas entre a suspensão do Neo Fluoxetin e o início do tratamento com inibidores da MAO10.
Efeitos secundários também são reportados com o uso concomitante de Neo Fluoxetin e antibióticos, anti-hipertensivos, anti-histamínicos, diuréticos11, hormônios e outros agentes ativos no SNC16.

Reações Adversas do Neo Fluoxetin

As reações adversas mais freqüentemente observadas com o uso de Neo Fluoxetin, foram: ansiedade, nervosismo, insônia, sonolência, fadiga3, sudorese4, anorexia5, náusea6, diarréia7 e cefaléia8.
Menos freqüentes: febre53, edema54 da face55, dor mandibular, sensação de ressaca, mal-estar, dor no pescoço56, rigidez no ombro e dor pélvica57.
Reações raras: abdômem distendido, celulite58, hidrocefalia59, hipotermia60, monilíase, síndrome32 LE (anticorpo61 que ataca os núcleos celulares, presentes no sangue62 de doentes de Lupus63 eritematoso64), hipotensão65, hipertensão66, arritmia67, colite68, ulceração69 duodenal, enterites, hematêmese70, hepatite71, hepatomegalia72, icterícia73, ulceração69 na boca74, edema54 de língua75, bócio76, hipertireoidismo77, anemia78, linfadenopatia, discrasias sangüíneas79, leucopenia80, linfocitose, trombocitopenia81, hipoglicemia37, edema54 periférico, reação hipoglicêmica, hipercalemia82, necrose83 óssea, amnésia84, ataxia85, erupção42 pustular, descoloração da pele86, fotofobia87, aumento do seio88, albuminúria89, metrorragia90, hemorragia91 uterina, hemorragia vaginal92, dor uretral93, poliúria94, urolitíase e distúrbio no trato urinário95.
O material da cápsula de Neo Fluoxetin contém o corante amarelo de TARTRAZINA (FDC nº 05) que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma9 brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.

Alterações em Exames Clínicos e Laboratoriais do Neo Fluoxetin

Podem ocorrer aumentos nos níveis das transaminases séricas e/ou leucopenia80.

Posologia do Neo Fluoxetin

Depressão:Tratamento inicial: a dose inicial recomendada (especialmente durante a primeira semana) é de 20 mg/dia, administrada pela manhã. O aumento da dose deve ser considerado pelo médico, podendo ser feita administração única diária mesmo de doses mais elevadas.
Tratamento de manutenção: não há dados disponíveis que permitam precisar quanto tempo o paciente deve permanecer em tratamento com o Neo Fluoxetin. Sabe-se, porém, que o uso contínuo por no mínimo seis meses encontra-se relacionado a uma menor chance de recorrência96 do quadro depressivo após suspensão do uso de fluoxetina.
Bulimia24 nervosa: a dose recomendada é 60mg/dia.
Tratamento inicial: a dose inicial recomendada (especialmente durante a primeira semana) é de 20 mg/dia, administrada pela manhã. O aumento da dose deve ser considerado pelo médico, podendo ser feita administração única diária mesmo de doses mais elevadas.
Dose máxima diária: Para qualquer indicação, a dose diária não deve exceder a 80 mg, salvo a critério médico devidamente justificado.

Superdose do Neo Fluoxetin

Náuseas97 e vômitos98 foram evidentes em casos de superdose com a fluoxetina, bem como inquietação, hipomania e outros sinais52 de excitação do SNC16.
Tratamento: estabelecer e manter a ventilação99, assegurando uma oxigenação adequada. Carvão ativado, que pode ser usado com sorbitol100, é tão ou mais eficaz do que indução ao vômito101 ou lavagem gástrica102. É recomendada a monitoração dos sinais52 cardíacos e vitais, além de medidas sintomáticas gerais e de suporte. Convulsões induzidas pela fluoxetina podem responder ao diazepam. Não existem antídotos específicos para este fármaco21. Devido ao grande volume de distribuição do cloridrato de fluoxetina, a diurese103 forçada, diálise104, hemoperfusão ou exsanguíneo-transfusão105 provavelmente não são benéficas. No tratamento da superdose, deve ser considerada a possibilidade do envolvimento de outras drogas.

Pacientes Idosos do Neo Fluoxetin

O uso em pacientes idosos (acima de 60 anos) requer prescrição e acompanhamento médico.

Registro M.S. nº 1.0465.0128
Farm. Responsável Drª Adriana da Silva Leite - C.R.F-GO nº 2510
Nº do lote, data de fabricação e prazo de validade: VIDE CARTUCHO
" VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA" .
" SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DE RECEITA" .


Neo Fluoxetin - Laboratório

NEO QUIMICA
Rua VPR 1, Quadra 2-A, Mód. 4
Anápolis/GO - CEP: 75133600
Tel: (62 )316-1055
Fax: (62 )316-1022

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Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
3 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
4 Sudorese: Suor excessivo
5 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
6 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
7 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
8 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
9 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
10 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
11 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
12 IMAO: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
13 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
14 Neurônios: Unidades celulares básicas do tecido nervoso. Cada neurônio é formado por corpo, axônio e dendritos. Sua função é receber, conduzir e transmitir impulsos no SISTEMA NERVOSO. Sinônimos: Células Nervosas
15 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
16 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
17 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
18 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
19 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
20 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
21 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
22 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
23 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
24 Bulimia: Ingestão compulsiva de alimentos, em geral seguida de indução do vômito ou uso abusivo de laxantes. Trata-se de uma doença psiquiátrica, que faz parte dos chamados Transtornos Alimentares, juntamente com a Anorexia Nervosa, à qual pode estar associada.
25 Mioclonia: Contração muscular súbita e involuntária que se verifica especialmente nas mãos e nos pés, devido à descarga patológica de um grupo de células nervosas.
26 Sinais vitais: Conjunto de variáveis fisiológicas que são pressão arterial, freqüência cardíaca, freqüência respiratória e temperatura corporal.
27 Delírio: Delirio é uma crença sem evidência, acompanhada de uma excepcional convicção irrefutável pelo argumento lógico. Ele se dá com plena lucidez de consciência e não há fatores orgânicos.
28 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
29 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
30 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
31 Hiponatremia: Concentração de sódio sérico abaixo do limite inferior da normalidade; na maioria dos laboratórios, isto significa [Na+] < 135 meq/L, mas o ponto de corte [Na+] < 136 meq/L também é muito utilizado.
32 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
33 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
34 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
35 Hemodinâmica: Ramo da fisiologia que estuda as leis reguladoras da circulação do sangue nos vasos sanguíneos tais como velocidade, pressão etc.
36 Glicemia: Valor de concentração da glicose do sangue. Seus valores normais oscilam entre 70 e 110 miligramas por decilitro de sangue (mg/dl).
37 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
38 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
39 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
40 Exantemas: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
41 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
42 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
43 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
44 Pulmões: Órgãos do sistema respiratório situados na cavidade torácica e responsáveis pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
45 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
46 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
47 Etiologia: 1. Ramo do conhecimento cujo objeto é a pesquisa e a determinação das causas e origens de um determinado fenômeno. 2. Estudo das causas das doenças.
48 Fibrose: 1. Aumento das fibras de um tecido. 2. Formação ou desenvolvimento de tecido conjuntivo em determinado órgão ou tecido como parte de um processo de cicatrização ou de degenerescência fibroide.
49 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
50 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
51 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
52 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
53 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
54 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
55 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
56 Pescoço:
57 Pélvica: Relativo a ou próprio de pelve. A pelve é a cavidade no extremo inferior do tronco, formada pelos dois ossos do quadril (ilíacos), sacro e cóccix; bacia. Ou também é qualquer cavidade em forma de bacia ou taça (por exemplo, a pelve renal).
58 Celulite: Inflamação aguda das estruturas cutâneas, incluindo o tecido adiposo subjacente, geralmente produzida por um agente infeccioso e manifestada por dor, rubor, aumento da temperatura local, febre e mal estar geral.
59 Hidrocefalia: Doença produzida pelo aumento do conteúdo de Líquido Cefalorraquidiano. Nas crianças pequenas, manifesta-se pelo aumento da cabeça, e nos adultos, pelo aumento da pressão interna do cérebro, causando dores de cabeça e outros sintomas neurológicos, a depender da gravidade. Pode ser devido a um defeito de escoamento natural do líquido ou por um aumento primário na sua produção.
60 Hipotermia: Diminuição da temperatura corporal abaixo de 35ºC.Pode ser produzida por choque, infecção grave ou em estados de congelamento.
61 Anticorpo: Proteína circulante liberada pelos linfócitos em reação à presença no organismo de uma substância estranha (antígeno).
62 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
63 Lúpus: 1. É uma inflamação crônica da pele, caracterizada por ulcerações ou manchas, conforme o tipo específico. 2. Doença autoimune rara, mais frequente nas mulheres, provocada por um desequilíbrio do sistema imunológico. Nesta patologia, a defesa imunológica do indivíduo se vira contra os tecidos do próprio organismo como pele, articulações, fígado, coração, pulmão, rins e cérebro. Essas múltiplas formas de manifestação clínica, às vezes, podem confundir e retardar o diagnóstico. Lúpus exige tratamento cuidadoso por médicos especializados no assunto.
64 Eritematoso: Relativo a ou próprio de eritema. Que apresenta eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
65 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
66 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
67 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
68 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
69 Ulceração: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
70 Hematêmese: Eliminação de sangue proveniente do tubo digestivo, através de vômito.
71 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
72 Hepatomegalia: Aumento anormal do tamanho do fígado.
73 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
74 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
75 Língua:
76 Bócio: Aumento do tamanho da glândula tireóide, que produz um abaulamento na região anterior do pescoço. Em geral está associado ao hipotireoidismo. Quando a causa desta doença é a deficiência de ingestão de iodo, é denominado Bócio Regional Endêmico. Também pode estar associado a outras doenças glandulares como tumores, infecções ou inflamações.
77 Hipertireoidismo: Doença caracterizada por um aumento anormal da atividade dos hormônios tireoidianos. Pode ser produzido pela administração externa de hormônios tireoidianos (hipertireoidismo iatrogênico) ou pelo aumento de uma produção destes nas glândulas tireóideas. Seus sintomas, entre outros, são taquicardia, tremores finos, perda de peso, hiperatividade, exoftalmia.
78 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
79 Discrasias sangüíneas: Qualquer alteração envolvendo os elementos celulares do sangue, glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas.
80 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
81 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
82 Hipercalemia: É a concentração de potássio sérico maior que 5.5 mmol/L (mEq/L). Uma concentração acima de 6.5 mmol/L (mEq/L) é considerada crítica.
83 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
84 Amnésia: Perda parcial ou total da memória.
85 Ataxia: Reflete uma condição de falta de coordenação dos movimentos musculares voluntários podendo afetar a força muscular e o equilíbrio de uma pessoa. É normalmente associada a uma degeneração ou bloqueio de áreas específicas do cérebro e cerebelo. É um sintoma, não uma doença específica ou um diagnóstico.
86 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
87 Fotofobia: Dor ocular ou cefaléia produzida perante estímulos visuais. É um sintoma freqüente na meningite, hemorragia subaracnóidea, enxaqueca, etc.
88 Seio: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
89 Albuminúria: Presença de albumina na urina. A albuminúria pode ser um sinal de nefropatia diabética (doença nos rins causada pelas complicações do diabetes mal controlado) ou aparecer em infecções urinárias.
90 Metrorragia: Hemorragia uterina produzida fora do período menstrual. Pode ser sinal de menopausa. Em certas ocasiões é produzida pela presença de tumor uterino ou nos ovários.
91 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
92 Hemorragia vaginal: Hemorragia vaginal anormal é a perda de sangue por via vaginal fora do período menstrual ou que surge em grandes quantidades (durante mais de sete dias). É preciso considerar a situação menstrual da mulher: se ela tem menstruações normais, irregulares, com falhas, se é muito jovem, se está perto da menopausa ou se já está na menopausa.
93 Uretral: Relativo ou pertencente à uretra.
94 Poliúria: Diurese excessiva, pode ser um sinal de diabetes.
95 Trato Urinário:
96 Recorrência: 1. Retorno, repetição. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
97 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
98 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
99 Ventilação: 1. Ação ou efeito de ventilar, passagem contínua de ar fresco e renovado, num espaço ou recinto. 2. Agitação ou movimentação do ar, natural ou provocada para estabelecer sua circulação dentro de um ambiente. 3. Em fisiologia, é o movimento de ar nos pulmões. Perfusão Em medicina, é a introdução de substância líquida nos tecidos por meio de injeção em vasos sanguíneos.
100 Sorbitol: Adoçante com quatro calorias por grama. Substância produzida pelo organismo em pessoas com diabetes e que pode causar danos aos olhos e nervos.
101 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
102 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
103 Diurese: Diurese é excreção de urina, fenômeno que se dá nos rins. É impróprio usar esse termo na acepção de urina, micção, freqüência miccional ou volume urinário. Um paciente com retenção urinária aguda pode, inicialmente, ter diurese normal.
104 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
105 Transfusão: Introdução na corrente sangüínea de sangue ou algum de seus componentes. Podem ser transfundidos separadamente glóbulos vermelhos, plaquetas, plasma, fatores de coagulação, etc.

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