Preço de Lidocaína (Spray 10%) em São Paulo/SP: R$ 98,91

Lidocaína (Spray 10%)

HIPOLABOR FARMACEUTICA LTDA

Atualizado em 28/10/2019

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

lidocaína
Spray 10%

Medicamento genérico Lei 9.787, de 1999

APRESENTAÇÕES

Solução Tópica
Cartucho com 01 frasco de 50 mL

USO ADULTO E PEDIÁTRICO - PARA ANESTESIA1 TÓPICA

COMPOSIÇÃO

Cada mL solução tópica contém:

lidocaína 100mg
veículo q.s.p 1mL

Veículo: álcool etílico, propilenoglicol, L-mentol cristalizado, eucaliptol, sacarina2 ácida, hidróxido de sódio, ácido clorídrico3 e água de osmose4 reversa.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

Ação esperada do medicamento

O produto é indicado como anestésico tópico5 para uso em mucosas6.

Aspectos físicos: frasco de vidro incolor spray de 50mL.

Características organolépticas: líquido incolor, odor característico.

Cuidados de armazenamento: Conservar em temperatura ambiente (15 a 30ºC). Depois de aberto o frasco, este medicamento deve ser consumido em até 6 meses.

Prazo de Validade: 24 meses a partir da data de fabricação impressa na embalagem.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde7.

Informe seu médico a ocorrência de gravidez8 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está amamentando. A lidocaína somente

deve ser administrada durante a gravidez8 ou amamentação9 quando os benefícios justificarem os riscos.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Tanto a administração como a suspensão do tratamento somente deverão ser feitas sob orientação de seu médico.

Para utilizar a solução spray, basta orientar a cânula para a região a ser anestesiada e imprimir uma leve pressão sobre o botão.

Aconselha-se, após o uso, retirar o botão com a cânula e conservá-los em solução alcoolica, de modo a evitar uma possível deposição de cristais.

Informe seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

Raramente ocorrem reações alérgicas, nervosismo, tontura10, queda de pressão, batimento mais lento do coração11. caso ocorram estas reações, informar imediatamente ao médico.

Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.

Quando os anestésicos tópicos são utilizados na boca12, o paciente deve estar ciente que a produção de anestesia1 local pode prejudicar a deglutição13 e, desta forma, aumentar o perigo de aspiração, ou seja, o alimento ir para os pulmões14. Por esta razão, alimentos não devem ser ingeridos nos 60 minutos seguidos do uso de preparações anestésicas na boca12 e na região da garganta15. Isto é particularmente importante em crianças, por causa da frequência de alimentação.

O produto está contraindicado a pacientes com conhecida hipersensibilidade a anestésicos locais do tipo amida (como a lidocaína) ou aos outros componentes da fórmula. Não deve ser aplicado na laringe16. Seu uso não é recomendado a crianças menores de 5 anos ou com menos de 20kg de peso.

A lidocaína solução tópica spray deve ser usada com cuidado em pacientes com epilepsia17, falha na condução cardíaca, batimento lento do coração11, problema grave de fígado18, com ferimentos ou infecção19 no local da aplicação ou em pacientes tratados com medicamentos antiarrítmicos.

A dormência20 da língua21 e da boca12 pode aumentar o risco de machucados por mordida. Evite contato com os olhos22.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico ou cirurgião-dentista.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS CARACTERÍSTICAS

A lidocaína está indicada para ser administrado topicamente em mucosas6.

A lidocaína é um anestésico de superfície, possuindo grande poder de penetração nos tecidos e grande margem de segurança.

A lidocaína estabiliza a membrana neuronal pela inibição dos fluxos iônicos necessários para o início e a condução dos impulsos, assim efetuando a ação anestésica local.

A anestesia1 ocorre normalmente dentro de 1 a 3 minutos e persiste por aproximadamente 10 a 15 minutos.

O excessivo nível sanguíneo pode causar alterações no débito cardíaco23, na resistência total periférica e na pressão arterial24 média. Estas alterações podem ser atribuídas ao efeito depressor direto do agente anestésico local sobre os vários componentes do sistema cardiovascular25.

A lidocaína pode ser absorvida logo após a aplicação tópica na membrana mucosa26, e seu grau de absorção e porcentagem da dose absorvida dependem da dose total e da concentração administrada, do local da aplicação e do tempo de exposição ao anestésico.

Geralmente, o grau de absorção do anestésico local logo após a aplicação ocorre mais rapidamente após a aplicação endotraqueal. A lidocaína é absorvida no trato gastrintestinal, mas pouca droga intacta aparece na circulação27 por causa da biotransformação no fígado18, onde é metabolizada rapidamente. Os metabólitos28 intactos da droga são excretados pelos rins29.

A principal via de eliminação da lidocaína é por metabolismo30 hepático. A biotransformação inclui N-dealquilação oxidativa, anel de hidroxilação, clivagem da linhagem amida e conjugação. A N-dealquilação é a maior via de biotransformação, produzindo os metabólitos28 monoetil-glicinaxilidida e glicinaxilidida.

As ações farmacológicas e toxicológicas destes metabólitos28 são similares mas menos potentes em relação à lidocaína. A glicinexilidina tem uma meia-vida maior (cerca de 10 horas) que a lidocaína e pode se acumular durante a administração a longo prazo. Aproximadamente 90% da lidocaína administrada intravenosamente é excretada na forma de vários metabólitos28 e menos de 10% é excretada inalterada. O metabólito31 primário encontrado na urina32 é o conjugado de 4-hidroxi-2,6-xilidina, respondendo por cerca de 70% a 80% da dose excretada na urina32.

Normalmente, cerca de 64% da lidocaína liga-se às proteínas33 plasmáticas. Os anestésicos locais do tipo amida ligam-se principalmente a alfa-1-glicoproteína ácida, mas também à albumina34. A alfa-1-glicoproteína ácida tem sítios de afinidade e de baixa capacidade e a albumina34 tem quantitativamente sítios de baixa afinidade e alta capacidade de menor importância.

A lidocaína atravessa a barreira hematoencefálica e a barreira placentária, presumivelmente por difusão passiva.

Estudos do metabolismo30 da lidocaína após injeção35 de bolus36 intravenoso mostram que a meia-vida do produto (eliminação) é de 1,5 a 2,0 horas.

Devido a essa rápida velocidade com a qual é metabolizada, qualquer condição que afete o funcionamento do fígado18 pode alterar a cinética37 da lidocaína.

A meia-vida pode ser dobrada em pacientes com disfunções hepáticas38. A disfunção renal39 não afeta a cinética37 da lidocaína, mas pode aumentar a concentração de metabólitos28. Fatores como acidose40 e o uso de estimulantes e depressores do SNC41 influenciam os níveis de lidocaína no SNC41 necessários para produzir a manifestação de efeitos sistêmicos42. Reações adversas objetivas tornam-se muito mais aparentes com níveis venosos plasmáticos aumentados de 5 a 10mg/L. Dados de segurança pré-clinica

A toxicidade43 observada após altas doses de lidocaína consiste em efeitos no SNC41 e sistema cardiovascular25. Em estudos de toxicidade43 reprodutiva, nenhuma

relação do fármaco44 com os efeitos foi observada, nem a lidocaína mostrou potencial mutagênico nos testes de mutagenicidade in vitro ou in vivo. Não foram feitos estudos de câncer45 com lidocaína, devido ao local e duração do uso do fármaco44.

INDICAÇÕES

Otorrinolaringologia

  • Punções dos seios46 maxilares47;
  • Anestesia1 da orofaringe48 para prevenir náuseas49 e vômitos50 durante instrumentação.

Obstetrícia

  • Durante o estágio final do parto e antes da episotomia e sutura51 perineal, como adjuvante no controle da dor.

Odontologia

  • Antes de injeções, impressões dentárias, radiografias, remoção de tártaro52.

CONTRAINDICAÇÕES

A lidocaína está contraindicada em pacientes com história de hipersensibilidade a anestésicos locais do tipo amida ou a outros componentes da fórmula.

A lidocaína não deve ser aplicada na laringe16.

O uso do produto não é recomendado em crianças menores de 5 anos ou com menos de 20kg de peso, em vista da concentração elevada (10%) e de sua rápida absorção.

PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS:

De modo a poder controlar possíveis reações adversas, equipamento de ressuscitação, oxigênio e outras drogas afins deverão estar disponíveis quando os anestésicos locais do tipo amida forem administrados em membranas mucosas6.

A lidocaína deverá ser utilizada com extremo cuidado se houver infecção19 ou se a área da aplicação estiver traumatizada, pois sob tais condições, há uma rápida absorção sistêmica.

Deve ser usada a mais baixa dosagem que resulte em anestesia1 efetiva, para evitar altos níveis séricos e efeitos adversos.

A segurança e eficácia da lidocaína dependem da dose correta, da técnica, precauções adequadas e rapidez nas emergências. Repetidas doses de lidocaína podem causar significativo aumento dos níveis sanguíneos devido à lenta acumulação da droga e seus metabólitos28. A tolerância varia de acordo com o estado do paciente.

Pacientes idosos e debilitados, doentes graves e crianças deverão ter doses reduzidas de acordo com a idade e estado físico.

A lidocaína deve ser usada com cuidado em paciente em choque53 grave ou bloqueio cardíaco54. Também deve-se ter cuidado com pacientes com conhecida sensibilidade a drogas. Pacientes alérgicos a derivados do ácido para-aminobenzoico, como procaína, tetracaína e benzocaína, não têm apresentado sensibilidade cruzada à lidocaína.

A absorção através das mucosas6 e superfícies feridas é relativamente alta, especialmente na laringe16 e árvore brônquica55.

Deve ser usada com cautela em pacientes com epilepsia17, falha na condução cardíaca, doença cardiovascular e insuficiência cardíaca56, com bloqueio cardíaco54 parcial ou completo, idosos ou debilitados, com baixa capacidade de ligação proteica ou síndrome nefrótica57, com disfunção renal39 grave, bradicardia58, disfunção hepática59, doença hepática59 avançada e choque53 grave, se a dose ou local de administração propiciarem altos níveis sanguíneos. A anestesia1 tópica da orofaringe48 pode interferir com a deglutição13 e causar perigo de aspiração. Isto é particularmente importante em crianças, devido à frequência da alimentação. A dormência20 da língua21 e da mucosa60 bucal pode aumentar o risco de trauma por mordida. Evitar o contato com os olhos22. Pacientes tratados com drogas antiarrítmicas classe III (ex: amiodarona) devem estar sob cuidado e monitoramento cardíaco, uma vez que os efeitos cardíacos podem ser aditivos.

Gravidez8 e Amamentação9

Gravidez8: Categoria B – Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista. A lidocaína atravessa a barreira placentária, podendo penetrar nos tecidos fetais. A lidocaína tem sido administrada a um grande número de mulheres grávidas ou que possam vir a engravidar. Não têm sido relatados distúrbios específicos no processo de reprodução61, como aumento de incidência62 de malformações63 ou outros efeitos maléficos diretos ou indiretos no feto64.

Da mesma forma que outros anestésicos locais, a lidocaína é excretada pelo leite materno, porém em pequenas quantidades, de tal modo que geralmente não há riscos para a criança quando utilizada nas doses terapêuticas. Como qualquer outra droga, a lidocaína somente deve ser utilizada durante a gravidez8 ou amamentação9 se, a critério médico, os benefícios potenciais superarem os possíveis riscos.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

A administração concomitante de depressores centrais pode causar efeito aditivo na depressão do SNC41. O uso associado a antiarrítmicos, como a tocainida, pode aumentar os efeitos tóxicos da lidocaína. Anticonvulsivos hidantoínicos aumentam os efeitos depressores cardíacos. Bloqueadores betaadrenérgicos podem diminuir o metabolismo30 hepático, aumentando a toxicidade43 da lidocaína. A administração simultânea de cimetidina pode provocar diminuição da depuração hepática59 da lidocaína. A metoxamina prolonga a restrição da circulação27 e pode causar necrose65. A inibição da transmissão neuronal por anestésicos locais pode antagonizar os efeitos dos antimiastênicos sobre o músculo esquelético66, especialmente se grandes quantidades de anestésicos são rapidamente absorvidas; pode ser necessário o ajuste temporário da dose dos antimiastênicos no controle da miastenia67 gravis. A inibição da transmissão neuronal por anestésicos locais pode aumentar ou prolongar a ação de agentes bloqueadores neuromusculares se grandes quantidades do anestésico forem rapidamente absorvidas.

REAÇÕES ADVERSAS E ALTERAÇÃO EM EXAMES LABORATORIAIS

Reações adversas são geralmente relacionadas com a dose de anestésicos locais e resultam de altos níveis plasmáticos causados por dosagem excessiva ou rápida absorção, bem como por tolerância reduzida do paciente, idiossincrasia ou hipersensibilidade. As reações sistêmicas podem ocorrer rapidamente ou até 30 minutos após administração. Acidose40 acentuada ou hipóxia68 podem aumentar o risco e a gravidade das reações tóxicas. São raras as reações adversas à lidocaína nas doses recomendadas. As seguintes reações adversas foram observadas com todas as vias de administração e não foram necessariamente relatadas durante seu uso tópico5.

Reações Alérgica

São extremamente raros os casos de reações alérgicas associadas a anestésicos locais do tipo amida, sendo que nos casos mais graves pode ocorrer choque anafilático69. Podem ocorrer rash70 cutâneo71, eritema72, urticária73, prurido74, espirros, edema75 urticariforme na face76, lábios, língua21, boca12 ou garganta15, que podem ser acompanhados por náusea77 com ou sem vômito78. O valor dos testes cutâneos para determinação de sensibilidade é duvidoso.

Sistema Cardiovascular25

As manifestações cardiovasculares são normalmente depressoras e caracterizadas por vasodilatação periférica, bradicardia58, hipotensão79, depressão do miocárdio80, diminuição do débito cardíaco23, arritmias81 ventriculares e colapso82 cardiovascular que podem levar a parada cardíaca. A hipóxia68 causada por convulsões e apneia83 pode ser um fator contribuinte nas reações cardiovasculares.

Sistema Nervoso Central84 

São manifestações excitatórias e/ou depressivas caracterizadas por delírio85, nervosismo, apreensão, euforia, confusão, tontura10, sonolência, tinido, visão86 turva, vômito78, sensações de calor e frio, tremores, contorções, convulsões, inconsciência87, depressão respiratória e colapso82. As manifestações excitatórias podem ser muito breves ou podem simplesmente não ocorrer. Em alguns pacientes, especialmente crianças, a primeira manifestação de toxicidade43 pode ser uma sonolência, progredindo para inconsciência87 e parada respiratória.

Metemoglobinemia 

Pode ocorrer muito raramente com anestésicos locais, porém é mais provável quando o anestésico é a prilocaína. Interferência em Exames Laboratoriais:

Determinação da função pancreática usando bentiromida

A administração de lidocaína 3 dias antes deste teste pode invalidar seu resultado, devido ao aumento aparente do PABA.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária - NOTIVISA, disponível em www.anvisa.gov.br, ou para Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

POSOLOGIA

Como para qualquer anestésico local, as reações e complicações são evitadas utilizando-se a mínima dose eficaz.

O cloridrato de lidocaína é destinado ao uso em mucosas6 e proporciona eficaz anestesia1 de superfície, que dura aproximadamente 10 a 15 minutos. A anestesia1 geralmente ocorre dentro de 1 - 3 minutos, dependendo da área de aplicação.

Nos pacientes idosos ou debilitados e nas crianças, deve-se adequar as doses com a idade e as condições físicas.

Cada nebulização88 libera 10mg de lidocaína base. É desnecessário secar o local antes da aplicação. Em adulto, não se deve fazer mais de 20 nebulizações para se alcançar a anestesia1 desejada.

O número de nebulizações depende da extensão da área a ser anestesiada:

  • Odontologia: 1 a 5 aplicações (10 a 50mg).
  • Otorrinolaringologia: 3 aplicações para punção da cavidade maxilar (30mg).
  • Durante o parto: até 20 aplicações (até 200mg).
  • Durante instrumentação: até 20 aplicações (200mg).

Para pequenos procedimentos, o medicamento deve ser administrado por não menos que 1 minuto. Para grandes procedimentos, a duração da aplicação é de não mais que 5 minutos.

Uma vez que a absorção é variável e especialmente alta na traqueia89 e nos brônquios90, a dose máxima recomendada varia dependendo da área de aplicação.

Modo de Usar

Para utilizar a solução spray, basta orientar a cânula para a região a ser anestesiada e imprimir uma leve pressão sobre o botão.

Aconselha-se, após o uso, retirar o botão com a cânula e conservá-los em solução alcoolica, de modo a evitar uma possível deposição de cristais.

SUPERDOSAGEM

Emergências graves consequentes aos anestésicos locais geralmente estão relacionadas com altos níveis plasmáticos do anestésico.

A primeira consideração é preventiva, com cuidadoso acompanhamento de sinais vitais91 respiratórios e cardiovasculares e do nível de consciência do paciente após cada administração de anestésico.

O tratamento do paciente com manifestações tóxicas consiste em assegurar a oxigenação através da ventilação92, controle das convulsões e suporte hemodinâmico. As convulsões devem ser tratadas através da administração de diazepam intravenoso 0,1mg/kg ou tiopental sódico 1 - 3mg/kg. Considerando que o tratamento pode também causar depressão respiratória, os meios de manutenção ou controle da respiração devem estar disponíveis. O tratamento de suporte da depressão circulatória pode requerer a administração de fluidos intravenosos e, quando apropriado, um vasopressor, conforme situação clínica.

Em caso de intoxicação ligue par 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

PACIENTES IDOSOS

Pacientes idosos são, em geral, mais sensíveis aos efeitos tóxicos sistêmicos42. O uso nesses pacientes deverá ser cauteloso e as doses deverão ser reduzidas.

DIZERES LEGAIS


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
 

MS: 1.1343.0175
Farm Resp: Dr. Renato Silva CRF-MG: 10.042

HIPOLABOR FARMACÊUTICA Ltda.
Rod BR 262 - Km 12,3 Borges /Sabará - MG
CEP: 34.735-010
CNPJ: 19.570.720/0001-10
Indústria Brasileira


SAC 0800 031 1133

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
2 Sacarina: Adoçante sem calorias e sem valor nutricional.
3 Ácido clorídrico: Ácido clorídrico ou ácido muriático é uma solução aquosa, ácida e queimativa, normalmente utilizado como reagente químico. É um dos ácidos que se ioniza completamente em solução aquosa.
4 Osmose: Fluxo do solvente de uma solução pouco concentrada, em direção a outra mais concentrada, que se dá através de uma membrana semipermeável.
5 Tópico: Referente a uma área delimitada. De ação limitada à mesma. Diz-se dos medicamentos de uso local, como pomadas, loções, pós, soluções, etc.
6 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
7 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
8 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
9 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
10 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
11 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
12 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
13 Deglutição: Passagem dos alimentos desde a boca até o esôfago; ação ou efeito de deglutir; engolir. É um mecanismo em parte voluntário e em parte automático (reflexo) que envolve a musculatura faríngea e o esfíncter esofágico superior.
14 Pulmões: Órgãos do sistema respiratório situados na cavidade torácica e responsáveis pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
15 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
16 Laringe: É um órgão fibromuscular, situado entre a traqueia e a base da língua que permite a passagem de ar para a traquéia. Consiste em uma série de cartilagens, como a tiroide, a cricóide e a epiglote e três pares de cartilagens: aritnoide, corniculada e cuneiforme, todas elas revestidas de membrana mucosa que são movidas pelos músculos da laringe. As dobras da membrana mucosa dão origem às pregas vocais.
17 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
18 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
19 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
20 Dormência: 1. Estado ou característica de quem ou do que dorme. 2. No sentido figurado, inércia com relação a se fazer alguma coisa, a se tomar uma atitude, etc., resultando numa abulia ou falta de ação; entorpecimento, estagnação, marasmo. 3. Situação de total repouso; quietação. 4. No sentido figurado, insensibilidade espiritual de um ser diante do mundo. Sensação desagradável caracterizada por perda da sensibilidade e sensação de formigamento, e que geralmente ocorre nas extremidades dos membros. 5. Em biologia, é um período longo de inatividade, com metabolismo reduzido ou suspenso, geralmente associado a condições ambientais desfavoráveis; estivação.
21 Língua:
22 Olhos:
23 Débito cardíaco: Quantidade de sangue bombeada pelo coração para a aorta a cada minuto.
24 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
25 Sistema cardiovascular: O sistema cardiovascular ou sistema circulatório sanguíneo é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
26 Membrana Mucosa: EPITÉLIO com células secretoras de MUCOS, como as CÉLULAS CALICIFORMES. Forma o revestimento de muitas cavidades do corpo, como TRATO GASTROINTESTINAL, TRATO RESPIRATÓRIO e trato reprodutivo. Mucosa, rica em sangue e em vasos linfáticos, compreende um epitélio interno, uma camada média (lâmina própria) do TECIDO CONJUNTIVO frouxo e uma camada externa (muscularis mucosae) de células musculares lisas que separam a mucosa da submucosa.
27 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
28 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
29 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
30 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
31 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
32 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
33 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
34 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
35 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
36 Bolus: Uma quantidade extra de insulina usada para reduzir um aumento inesperado da glicemia, freqüentemente relacionada a uma refeição rápida.
37 Cinética: Ramo da física que trata da ação das forças nas mudanças de movimento dos corpos.
38 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
39 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
40 Acidose: Desequilíbrio do meio interno caracterizado por uma maior concentração de íons hidrogênio no organismo. Pode ser produzida pelo ganho de substâncias ácidas ou perda de substâncias alcalinas (básicas).
41 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
42 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
43 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
44 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
45 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
46 Seios: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
47 Maxilares: Estrutura óssea da boca (que fixa os dentes). É constituída pela MANDÍBULA e pela MAXILA.
48 Orofaringe: Parte mediana da faringe, entre a boca e a rinofaringe.
49 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
50 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
51 Sutura: 1. Ato ou efeito de suturar. 2. Costura que une ou junta partes de um objeto. 3. Na anatomia geral, é um tipo de articulação fibrosa, em que os ossos são mantidos juntos por várias camadas de tecido conjuntivo denso; comissura (ocorre apenas entre os ossos do crânio). 4. Na anatomia botânica, é uma linha de espessura variável que se forma na região de fusão dos bordos de um carpelo (ou de dois ou mais carpelos concrescentes). 5. Em cirurgia, ato ou efeito de unir os bordos de um corte, uma ferida, uma incisão, com agulha e linha especial, para promover a cicatrização. 6. Na morfologia zoológica, nos insetos, qualquer sulco externo semelhante a uma linha.
52 Tártaro: Em odontologia, é um depósito duro, formado especialmente por sais de cálcio e de magnésio, que se localizam na borda dos dentes ou sob as gengivas e precisa ser retirado regularmente para evitar complicações dentárias.
53 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
54 Bloqueio cardíaco: Transtorno da condução do impulso elétrico no tecido cardíaco especializado, manifestado por uma diminuição variável da freqüência dos batimentos cardíacos.
55 Árvore brônquica: A árvore brônquica é formada pelos brônquios, bronquíolos, ductos alveolares, sacos alveolares e alvéolos, e é responsável por levar o ar aspirado pelas fossas nasais até o pulmão.
56 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
57 Síndrome nefrótica: Doença que afeta os rins. Caracteriza-se pela eliminação de proteínas através da urina, com diminuição nos níveis de albumina do plasma. As pessoas com síndrome nefrótica apresentam edema, eliminação de urina espumosa, aumento dos lipídeos do sangue, etc.
58 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
59 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
60 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
61 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
62 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
63 Malformações: 1. Defeito na forma ou na formação; anomalia, aberração, deformação. 2. Em patologia, é vício de conformação de uma parte do corpo, de origem congênita ou hereditária, geralmente curável por cirurgia. Ela é diferente da deformação (que é adquirida) e da monstruosidade (que é incurável).
64 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
65 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
66 Músculo Esquelético: Subtipo de músculo estriado fixado por TENDÕES ao ESQUELETO. Os músculos esqueléticos são inervados e seu movimento pode ser conscientemente controlado. Também são chamados de músculos voluntários.
67 Miastenia: Perda das forças musculares ocasionada por doenças musculares inflamatórias. Por ex. Miastenia Gravis. A debilidade pode predominar em diferentes grupos musculares segundo o tipo de afecção (debilidade nos músculos extrínsecos do olho, da pelve, ou dos ombros, etc.).
68 Hipóxia: Estado de baixo teor de oxigênio nos tecidos orgânicos que pode ocorrer por diversos fatores, tais como mudança repentina para um ambiente com ar rarefeito (locais de grande altitude) ou por uma alteração em qualquer mecanismo de transporte de oxigênio, desde as vias respiratórias superiores até os tecidos orgânicos.
69 Choque anafilático: Reação alérgica grave, caracterizada pela diminuição da pressão arterial, taquicardia e distúrbios gerais da circulação, acompanhado ou não de edema de glote. Necessita de tratamento urgente. Pode surgir por exposição aos mais diversos alérgenos.
70 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
71 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
72 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
73 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
74 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
75 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
76 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
77 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
78 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
79 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
80 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
81 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
82 Colapso: 1. Em patologia, é um estado semelhante ao choque, caracterizado por prostração extrema, grande perda de líquido, acompanhado geralmente de insuficiência cardíaca. 2. Em medicina, é o achatamento conjunto das paredes de uma estrutura. 3. No sentido figurado, é uma diminuição súbita de eficiência, de poder. Derrocada, desmoronamento, ruína. 4. Em botânica, é a perda da turgescência de tecido vegetal.
83 Apnéia: É uma parada respiratória provocada pelo colabamento total das paredes da faringe que ocorre principalmente enquanto a pessoa está dormindo e roncando. No adulto, considera-se apnéia após 10 segundos de parada respiratória. Como a criança tem uma reserva menor, às vezes, depois de dois ou três segundos, o sangue já se empobrece de oxigênio.
84 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
85 Delírio: Delirio é uma crença sem evidência, acompanhada de uma excepcional convicção irrefutável pelo argumento lógico. Ele se dá com plena lucidez de consciência e não há fatores orgânicos.
86 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
87 Inconsciência: Distúrbio no estado de alerta, no qual existe uma incapacidade de reconhecer e reagir perante estímulos externos. Pode apresentar-se em tumores, infecções e infartos do sistema nervoso central, assim como também em intoxicações por substâncias endógenas ou exógenas.
88 Nebulização: Método utilizado para administração de fármacos ou fluidificação de secreções respiratórias. Utiliza um mecanismo vaporizador através do qual se favorece a penetração de água ou medicamentos na atmosfera bronquial.
89 Traqueia: Conduto músculo-membranoso com cerca de 22 centímetros no homem e de 18 centímetros na mulher. Da traqueia distingue-se uma parte que faz continuação direta à laringe (porção cervical) e uma parte que está situada no tórax (porção torácica). Possui anéis cartilaginosos em número variável de 12 a 16, unidos entre si por tecido fibroso. Destina-se à passagem do ar. A traqueia é revestida com epitélio ciliar que auxilia a filtração do ar inalado.
90 Brônquios: A maior passagem que leva ar aos pulmões originando-se na bifurcação terminal da traquéia. Sinônimos: Bronquíolos
91 Sinais vitais: Conjunto de variáveis fisiológicas que são pressão arterial, freqüência cardíaca, freqüência respiratória e temperatura corporal.
92 Ventilação: 1. Ação ou efeito de ventilar, passagem contínua de ar fresco e renovado, num espaço ou recinto. 2. Agitação ou movimentação do ar, natural ou provocada para estabelecer sua circulação dentro de um ambiente. 3. Em fisiologia, é o movimento de ar nos pulmões. Perfusão Em medicina, é a introdução de substância líquida nos tecidos por meio de injeção em vasos sanguíneos.

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