MUVINOR

LIBBS

Atualizado em 09/12/2014

MUVINOR®



Policarbofila cálcica

Comprimidos revestidos

500 mg


USO ORAL

USO ADULTO (acima de 12 anos de idade)

Forma Farmacêutica e Apresentações de Muvinor

Comprimidos revestidos contendo 500 mg de policarbofila. Embalagens com 30 comprimidos revestidos.

Composição de Muvinor

Cada comprimido revestido de MUVINOR® contém:

policarbofila cálcica.................................................................... 625,0 mg

(equivalente a 500 mg de policarbofila)

Excipientes q.s.p....................................................................... 1 comprimido revestido

(celulose microcristalina, povidona, crospovidona, hipromelose, estearato de magnésio, dióxido de silício coloidal, dióxido de titânio, óxido férrico, macrogol).


Informações ao Paciente de Muvinor

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

MUVINOR® é um medicamento que tem como substância ativa, a policarbofila

cálcica, que tem a função de absorver a água no intestino e mudar a

consistência das fezes.



POR QUE ESTE MEDICAMENTO FOI INDICADO?

MUVINOR® é um medicamento desenvolvido para o tratamento da constipação1 ou diarréia2,

associadas às condições como constipação1 crônica, diverticulose3 e síndrome4 do intestino irritável.



QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?


Contra-indicações




Pessoas sabidamente alérgicas têm mais chance de ter alergia5 a outras novas

medicações. Os sinais6 mais comuns de reação alérgica7 são manchas

avermelhadas na pele8 e coceiras.

Não use MUVINOR® se você já teve alguma reação alérgica7 a esta medicação

ou a qualquer componente da formulação.



Advertências e Precauções:


Uma vez que MUVINOR® não é absorvido pelo trato digestivo, não interfere em

outras doenças porventura existentes. Não deve ser usado, entretanto, se houver

suspeita de obstrução no trato digestivo.


MUVINOR® deve ser tomado com a quantidade de líquido indicada (ver “Como usar este

medicamento”?) para evitar a possibilidade de engasgos ou obstrução na garganta9 ou esôfago10.

Não use MUVINOR® se tiver dificuldade para engolir.


Avise seu médico antes de usar MUVINOR® se você apresentar:

Dor abdominal, náusea11 ou vômito12;

Alteração repentina no hábito intestinal que persista por um período maior que 2 semanas.


Pare de usar MUVINOR® e procure um médico se ocorrer sangramento retal ou se não houver

sinais6 de atividade intestinal após o uso de MUVINOR® ou com algum outro laxante13. Isto pode

indicar sinais6 de uma condição mais séria.



Interações com outros medicamentos, alimentos e testes laboratoriais:



MUVINOR® não interfere na absorção de alimentos ou bebidas. Uma dieta

balanceada, rica em fibras, maior ingestão de água e exercícios físicos regulares

são adjuvantes no tratamento da constipação1.



Quaisquer medicações laxativas podem interferir na absorção de outros

medicamentos. Tome MUVINOR® pelo menos 1h antes ou 2h depois de outras

medicações, como o micofenolato de mofetila e antibióticos como a tetraciclina

ou o ciprofloxacino.



GRUPOS DE RISCO

Gravidez14 e lactação15


Constipação1 é um problema freqüente na gravidez14. MUVINOR® não é absorvido

pelo trato digestivo, sendo seguro neste período e durante a amamentação16.

Ainda assim, só use o medicamento na gravidez14 sob supervisão de um médico.



Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez14 desde que sob prescrição médica.


Uso pediátrico

MUVINOR® somente poderá ser utilizado em crianças menores de 12 anos de idade mediante

recomendação médica.

Pacientes Idosos: não é necessário ajuste de dose, pois MUVINOR® não é absorvido pelo

organismo.

Pacientes com insuficiência renal17 ou hepática18: não é necessário ajuste de dose, pois

MUVINOR® não é absorvido pelo organismo.



Não há contra-indicação relativa à faixa etária, porém, o uso em crianças menores de 12

anos deve ser avaliado cuidadosamente pelo médico.

Informe ao médico o aparecimento de reações indesejáveis.

Informe ao seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento.


COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Sempre ingira os comprimidos com água. Tome cada dose com 1 copo contendo

aproximadamente 200 mL de água, de preferência durante ou após as refeições.

A ingestão insuficiente de líquidos com a medicação pode causar engasgo e

obstrução do esôfago10. Durante o tratamento com MUVINOR® recomenda-se

ingerir pelo menos 1 a 2 litros de água por dia. Não tome mais que 12

comprimidos em um período de 24 horas.



MUVINOR® pode ser usado seguramente por longos períodos, mas só utilize o

medicamento por mais de 7 dias quando recomendado pelo seu médico.



Esquecimento de dose


Caso você esqueça de ingerir uma dose, tome-a assim que possível. Se estiver

próximo da dose seguinte ignore a dose esquecida e continue no horário previsto



Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto

do medicamento.

Este medicamento não pode ser partido ou mastigado.


QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR?


Efeitos adversos decorrentes do uso de MUVINOR® são pouco freqüentes e

leves, tais como sensação de plenitude, náuseas19, vômitos20, cólicas21 abdominais

leves, distensão abdominal e flatulência. Caso ocorra sangramento retal ou se o

intestino não apresentar sinais6 de atividade após o uso deste medicamento,

suspenda seu uso e procure um médico.



Não há efeitos adversos conhecidos sobre a função sexual.



O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA GRANDE QUANTIDADE DESTE MEDICAMENTO?

Se ocorrer a ingestão acidental de uma quantidade excessiva de MUVINOR® (acima de 12

comprimidos em 24 horas), é recomendado procurar auxílio médico imediato.

Não há descrição de intoxicação pelo uso da policarbofila, uma vez que não há absorção pelo

tubo digestivo.



ONDE E COMO DEVO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Este medicamento deve ser conservado em temperatura ambiente, entre 15°C e 30°C, protegido

da umidade.

O prazo de validade do medicamento é de 24 meses após a data de fabricação impressa na

embalagem externa.


Informações Técnicas Aos Profissionais de Saúde22 de Muvinor

Descrição de Muvinor

MUVINOR® tem como substância ativa a policarbofila que é um sal cálcico do ácido poliacrílico

ligado ao divinilglicol. Sua fórmula estrutural é:


Policarbofila cálcica

A policarbofila cálcica é um pó cristalino23 branco a branco amarelado e inodoro, insolúvel em água

e em ácido clorídrico24 0,1N.


Farmacodinâmica de Muvinor

Em meio ácido, os íons25 cálcio são liberados e a policarbofila consegue absorver 60 a 100 vezes

do seu peso em água. Essa notável capacidade absortiva é a base do seu efeito terapêutico,

dando consistência ao bolo fecal. A policarbofila não é absorvida do trato gastrintestinal e é

metabolicamente inerte.

A base para utilização da policarbofila tanto na constipação1 como na diarréia2 se deve às suas

propriedades modificadoras da consistência fecal. No tratamento da diarréia2 a policarbofila age

absorvendo a água fecal livre, formando um gel, permitindo assim a formação de fezes na

consistência padrão. Do mesmo modo, no tratamento da constipação1, age retendo a água livre

dentro do lúmen26 intestinal (aumentando a pressão luminar, levando ao aumento da peristalse27 e

reduzindo o tempo do trânsito intestinal), produzindo fezes numa consistência padrão.


Farmacocinética de Muvinor

A policarbofila não é absorvida no trato gastrintestinal, exercendo ação exclusivamente local. Os

primeiros sinais6 de melhora na peristalse27 intestinal costumam ocorrer entre 12 e 72h após a

primeira dose.

Cada comprimido revestido de MUVINOR® contém 125 mg de cálcio elementar.

Resultados de Eficácia de Muvinor

A policarbofila cálcica é utilizada no tratamento da constipação1 crônica, síndrome4 do intestino

irritável, diverticulose3, e constipação1 durante a gravidez14, convalescença e senilidade.


SÍNDROME4 DO INTESTINO IRRITÁVEL

Toskes et al, 1993, utilizaram a policarbofila na dose de 6g/dia em 23 pacientes com síndrome4 do

intestino irritável em um estudo randomizado28, duplo-cego, cruzado, placebo29-controlado, durante

seis meses, no qual foi demonstrado que o uso da policarbofila melhora os parâmetros globais de

resposta à terapia, com alívio da sensação de náusea11, dor e distensão abdominal. 71% dos

pacientes preferiram a policarbofila ao placebo29.



CONSTIPAÇÃO1

Bass et al 1988, avaliaram 68 pacientes com constipação1 crônica em estudo aberto, aleatório e

cruzado com histórico de constipação1 crônica, com o objetivo de comparação da eficácia do

Psyllium com a policarbofila (dose máxima de 4g). Ambos os fármacos apresentaram a mesma

eficácia no controle da constipação1 crônica.

Pimparker et al, 1961ª, em um estudo duplo-cego30 em 26 pacientes com constipação1 crônica

devido à síndrome4 do colo31 irritável, prescrita em pacientes acamados e com esteatorréia32 oculta

idiopática33, demonstraram que a normalização da função intestinal e a consistência das fezes

foram restauradas em 83% e 72%, respectivamente, dos pacientes que receberam a policarbofila

cálcica em doses diárias de 5 g em intervalos de 12 h, ingeridas com cerca de 200 mL de água.

Grossman et al, 1957, demonstraram que a policarbofila cálcica, administrada em doses diárias

de 450 a 1000 mg, 3 a 4 vezes foi efetiva como formadora de bolo laxativo34 em pacientes

acamados e em pacientes ambulatoriais de um estudo não controlado.


DIARRÉIA2

Gizzi et al, 1993, em estudo único cego, cruzado, placebo29-controlado, avaliaram o efeito da

policarbofila (6 comprimidos/dia/8 semanas em 10 pacientes apresentando diarréia2 não

específica). O uso da policarbofila reduziu o número de evacuações e aumentou a consistência

das fezes sem produzir efeitos adversos.

AMAS, 1983, foi demonstrado que a policarbofila pode modificar o efluente na diarréia2 aquosa

crônica, devido à sua capacidade de absorver grandes quantidades de água, podendo ser útil em

pacientes com dieta restrita de sódio (0,02 miliequivalentes sódio/comprimido).

Pimparker et al, 1961ª, realizaram um estudo duplo-cego30 com 24 pacientes com diarréia2 severa

(devido à enterocolonopatia funcional, ileíte35 e íleocolite local, carcinomatose abdominal e

diverticulite36), onde 69% dos pacientes obtiveram benefício sintomático37 (freqüência de evacuação

diminuída e restabelecimento da consistência fecal) através da administração da policarbofila

cálcica em uma dose diária de 5 g em intervalos de 12 horas, ingeridas com cerca de 200 mL de

água.


Indicações de Muvinor

MUVINOR® pode ser usado quando se deseja a regularização do hábito intestinal, com o

aumento do teor de água das fezes:

Obstipação38 intestinal crônica, funcional ou associada à diverticulose3;

Síndrome4 do intestino irritável quer nos períodos de constipação1 quer nos episódios diarréicos;

Obstipação38 secundária às alterações na dieta, mudança de hábitos ou períodos variáveis de

restrição ao leito, por enfermidade clínica ou cirúrgica;

Doenças perianais, onde o amolecimento e um maior teor de água nas fezes sejam

desejáveis, como nas fissuras39 e abscessos40 anais e nas hemorróidas41;

Tratamento sintomático37 das diarréias agudas e crônicas.


Contra-Indicações de Muvinor

MUVINOR® não deve ser utilizado na presença de dor abdominal, náusea11 ou vômitos20 de causa

não esclarecida ou suspeita de obstrução em qualquer parte do tubo digestivo.

Não deve ser utilizado por pacientes que apresentem hipersensibilidade a policarbofila ou a

qualquer componente da formulação.


Modo de Usar e Cuidados de Conservação Depois de Aberto de Muvinor

Os comprimidos revestidos de MUVINOR® são oblongos, biconvexos e de cor amarela.

MUVINOR® deve ser ingerido com água. Cada dose deve ser tomada com 1 copo com

aproximadamente 200 mL de água, de preferência durante ou após as refeições. A ingestão

insuficiente de líquidos com a medicação pode causar engasgo e obstrução do esôfago10.

Durante o tratamento com MUVINOR® é recomendada a ingestão de pelo menos 1 a 2 litros de

água por dia.

Não devem ser utilizados mais que 12 comprimidos em um período de 24 horas.

Posologia de Muvinor


Adultos e crianças com mais de 12 anos de idade

Constipação1: A dose inicial recomendada é de 1 a 2 comprimidos a cada 12h, tomados

preferencialmente durante ou após as refeições. É possível que a ingestão no período préprandial

reduza o apetite.

Diarréia2: A dose recomendada é de 2 comprimidos revestidos 4 vezes ao dia ou conforme o

necessário. No acometimento de diarréia2 severa a dose pode ser repetida a cada meia hora (1/2h)

até que seja atingida a dose máxima.

A dose máxima diária recomendada a critério médico é de 6g (12 comprimidos).

A dose deve ser administrada com a ingestão de um copo cheio com água (aproximadamente 200

mL).



Insuficiência renal17, hepática18 e uso durante hemodiálise42: não são necessários ajustes de dose,

uma vez que não ocorre a absorção do fármaco43.


Advertências de Muvinor

A ingestão deste medicamento com quantidade insuficiente de líquidos pode causar obstrução na

garganta9 ou no esôfago10, especialmente em pacientes idosos, podendo causar sufocação. Este

medicamento não deve ser utilizado em indivíduos que apresentem dificuldade para engolir. Se

após a ingestão do medicamento, o paciente apresentar dor no peito44, dificuldade de respirar ou

engolir, ele deve ser orientado a procurar socorro médico imediato.

Os pacientes devem ser orientados a consultar o médico em caso de dor abdominal, náusea11,

vômito12 ou presença de alterações repentinas do hábito intestinal que persistam mais de 2

semanas.

MUVINOR® não deve ser utilizado por mais que 7 dias, a não ser sob orientação médica.

Precauções de Muvinor

Dor abdominal, náusea11, vômito12, alterações repentinas ou persistentes do hábito intestinal;

MUVINOR® deve ser tomado com quantidade suficiente de água indicada;

A administração em crianças menores de 12 anos de idade somente deverá ser feita sob

rigorosa recomendação médica;

A administração concomitante com tetraciclinas deve respeitar o intervalo de 1h após ou 2 h

antes da administração de MUVINOR®.



Carcinogênese, mutagênese, comprometimento da fertilidade

Nenhum efeito teratogênico45 foi relatado em estudos com animais. A policarbofila não é absorvida

pelo trato gastrintestinal, portanto, nenhum efeito sobre o feto46 é esperado.


Gravidez14 e Lactação15 de Muvinor

De acordo com a escala Thomson está classificado como risco fetal mínimo.

Pelo fato da policarbofila não ser absorvida pelo trato gastrintestinal da mãe, o risco fetal é

mínimo. Porém, não existem estudos consistentes em animais ou em humanos utilizando este

fármaco43 para determinação de seu risco na gravidez14.


Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez14 desde que sob prescrição médica.


Lactação15: não existem relatos descrevendo o uso da policarbofila cálcica durante a amamentação16

humana. Como o fármaco43 não é absorvido do trato gastrintestinal, os efeitos na lactação15 ou no

lactente47 são improváveis.


Uso em Idosos, Crianças e Outros Grupos de Risco de Muvinor


Uso pediátrico e em idosos: não é necessário ajuste de dose, pois MUVINOR® não é absorvido

pelo organismo.

Uso em insuficiência renal17, durante diálise48 e em insuficiência hepática49: não é necessário

ajuste de dose, pois MUVINOR® não é absorvido pelo organismo.


Interações Medicamentosas de Muvinor

MUVINOR® poderá afetar a absorção de outros medicamentos, como micofenolato de mofetila,

ciprofloxacino e tetraciclina. MUVINOR® deve ser tomado pelo menos 1 h antes ou 2h depois de

outras medicações.

Reações Adversas de Muvinor




Abuso laxativo34

Os sintomas50 típicos de abuso laxativo34 incluem dor abdominal, fraqueza, fadiga51, sede, vômitos20,

edema52, dor óssea (como osteomalácia53), desequilíbrio hídrico e eletrolítico, hipoalbuminemia54

(devido à perda protéica gastrenteropática), e síndromes que imitam colite55. Se o intestino não foi

permanentemente danificado, pode requerer vários meses para restaurar seu funcionamento sem

a assistência de laxantes56.


Superdose de Muvinor

Em caso de superdosagem procurar auxílio médico imediato. Não há descrição de intoxicação

pelo uso da policarbofila, uma vez que não há absorção pelo tubo digestivo. O tratamento da

superdosagem deve ser sintomático37.

Armazenagem de Muvinor

Este medicamento deve ser conservado a temperatura ambiente, entre 15°C e 30°C, protegido da

umidade. O prazo de validade do medicamento é de 24 meses após a data de fabricação

impressa na sua embalagem externa.



TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

SIGA CORRETAMENTE O MODO DE USAR, NÃO DESAPARECENDO OS SINTOMAS50

PROCURE ORIENTAÇÃO MÉDICA.

MS nº 1.0033.0113

Farmacêutica Responsável: Cíntia Delphino de Andrade CRF-SP n° 25.125



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Lote, Fabricação e Validade: vide cartucho.


MUVINOR - Laboratório

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São Paulo/SP - CEP: 05025-011
Tel: (11 3)676-0655
Fax: (11 )864-6150
Email: libbs@libbs.com.br
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08000-135044

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Complementos

1 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
2 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
3 Diverticulose: Presença de pequenas bolsas que se projetam para fora da parede intestinal, chamadas divertículos. São mais comuns em pessoas idosas, geralmente são assintomáticos e a maioria localiza-se no cólon sigmóide (parte final do intestino grosso). Os divertículos podem sangrar ou infeccionar.
4 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
5 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
6 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
7 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
8 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
9 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
10 Esôfago: Segmento muscular membranoso (entre a FARINGE e o ESTÔMAGO), no TRATO GASTRINTESTINAL SUPERIOR.
11 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
12 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
13 Laxante: Que laxa, afrouxa, dilata. Medicamento que trata da constipação intestinal; purgante, purgativo, solutivo.
14 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
15 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
16 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
17 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
18 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
19 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
20 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
21 Cólicas: Dor aguda, produzida pela dilatação ou contração de uma víscera oca (intestino, vesícula biliar, ureter, etc.). Pode ser de início súbito, com exacerbações e períodos de melhora parcial ou total, nos quais o paciente pode estar sentindo-se bem ou apresentar dor leve.
22 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
23 Cristalino: 1. Lente gelatinosa, elástica e convergente que focaliza a luz que entra no olho, formando imagens na retina. A distância focal do cristalino é modificada pelo movimento dos músculos ciliares, permitindo ajustar a visão para objetos próximos ou distantes. Isso se chama de acomodação do olho à distância do objeto. 2. Diz-se do grupo de cristais cujos eixos cristalográficos são iguais nas suas relações angulares gerais constantes 3. Diz-se de rocha constituída quase que totalmente por cristais ou fragmentos de cristais 4. Diz-se do que permite que passem os raios de luz e em consequência que se veja através dele; transparente. 5. Límpido, claro como o cristal.
24 Ácido clorídrico: Ácido clorídrico ou ácido muriático é uma solução aquosa, ácida e queimativa, normalmente utilizado como reagente químico. É um dos ácidos que se ioniza completamente em solução aquosa.
25 Íons: Átomos ou grupos atômicos eletricamente carregados.
26 Lúmen: 1. Na anatomia geral, é o mesmo que luz ou espaço. 2. Unidade de fluxo luminoso do Sistema Internacional, definida como fluxo luminoso emitido por uma fonte puntiforme com intensidade uniforme de uma candela, contido num ângulo sólido de um esferorradiano.
27 Peristalse: Conjunto das contrações musculares dos órgãos ocos, provocando o avanço de seu conteúdo; movimento peristáltico, peristaltismo.
28 Estudo randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle - o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
29 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
30 Estudo duplo-cego: Denominamos um estudo clínico “duplo cego” quando tanto voluntários quanto pesquisadores desconhecem a qual grupo de tratamento do estudo os voluntários foram designados. Denominamos um estudo clínico de “simples cego” quando apenas os voluntários desconhecem o grupo ao qual pertencem no estudo.
31 Colo: O segmento do INTESTINO GROSSO entre o CECO e o RETO. Inclui o COLO ASCENDENTE; o COLO TRANSVERSO; o COLO DESCENDENTE e o COLO SIGMÓIDE.
32 Esteatorreia: Presença excessiva de gordura nas fezes, o que torna as fezes brilhantes.
33 Idiopática: 1. Relativo a idiopatia; que se forma ou se manifesta espontaneamente ou a partir de causas obscuras ou desconhecidas; não associado a outra doença. 2. Peculiar a um indivíduo.
34 Laxativo: Mesmo que laxante. Que laxa, afrouxa, dilata. Medicamento que trata da constipação intestinal; purgante, purgativo, solutivo.
35 Ileíte: Inflamação do íleo, que é a parte terminal do intestino delgado, localizada entre o jejuno e a primeira porção do intestino grosso.
36 Diverticulite: Inflamação aguda da parede de um divertículo colônico. Produz dor no quadrante afetado (em geral o inferior esquerdo), febre, etc.Necessita de tratamento com antibióticos por via endovenosa e raramente o tratamento é cirúrgico.
37 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
38 Obstipação: Prisão de ventre ou constipação rebelde.
39 Fissuras: 1. Pequena abertura longitudinal em; fenda, rachadura, sulco. 2. Em geologia, é qualquer fratura ou fenda pouco alargada em terreno, rocha ou mesmo mineral. 3. Na medicina, é qualquer ulceração alongada e superficial. Também pode significar uma fenda profunda, sulco ou abertura nos ossos; cesura, cissura. 4. Rachadura na pele calosa das mãos ou dos pés, geralmente de pessoas que executam trabalhos rudes. 5. Na odontologia, é uma falha no esmalte de um dente. 6. No uso informal, significa apego extremo; forte inclinação; loucura, paixão, fissuração.
40 Abscessos: Acumulação de pus em uma cavidade formada acidentalmente nos tecidos orgânicos, ou mesmo em órgão cavitário, em consequência de inflamação seguida de infecção.
41 Hemorróidas: Dilatações anormais das veias superficiais que se encontram na última porção do intestino grosso, reto e região perianal. Pode produzir sangramento junto com a defecação e dor.
42 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
43 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
44 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
45 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
46 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
47 Lactente: Que ou aquele que mama, bebê. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
48 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
49 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
50 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
51 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
52 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
53 Osteomalácia: Enfraquecimento e desmineralização dos ossos nos adultos devido a uma deficiência em vitamina D (na criança esta situação denomina-se raquitismo). O crescimento do osso normal requer um aporte adequado de cálcio e fósforo através da alimentação, mas o organismo não consegue absorver estes minerais sem que haja uma quantidade suficiente de vitamina D. O organismo obtém esta vitamina de certos alimentos e da ação da luz solar sobre a pele; a sua carência resulta em amolecimento e enfraquecimento dos ossos, que se tornam vulneráveis a fraturas.
54 Hipoalbuminemia: Queda da albumina no sangue.
55 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
56 Laxantes: Medicamentos que tratam da constipação intestinal; purgantes, purgativos, solutivos.

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