Pantelmin Suspensão

JANSSEN- CILAG FARMACÊUTICA LTDA.

Atualizado em 09/12/2014

Pantelmin® Suspensão


Informações ao Paciente

mebendazol

Suspensão
Anti-helmíntico1 de amplo espectro

Forma Farmacêutica e apresentação
Suspensão 100 mg por 5 mL do copo-medida (acompanha o medicamento) em embalagens com frasco com 30 mL de suspensão.

Uso adulto e pediátrico
Uso oral

Informações Gerais

Marca Comercial: Pantelmin® Dose Única
Princípio Ativo: mebendazol
Classe Terapêutica2: Antihelmênticos

Composição

Cada mL da suspensão contém 20 mg de mebendazol.
Excipientes: ácido cítrico anidro, aroma de laranja, carboximetilcelulose sódica, celulose microcristalina, corante amarelo crepúsculo, laurilsulfato de sódio, metilparabeno, propilparabeno e sacarose.

Como este medicamento funciona?

Pantelmin® atua sobre os principais vermes que parasitam adultos e crianças, provocando a sua desintegração e eliminação nas fezes.

Por que este medicamento foi indicado?

Pantelmin® é um anti-helmíntico1 polivalente, indicado no tratamento da verminose, especificamente destinado ao tratamento das infestações isoladas ou mistas, causadas por Ascaris lumbricoides, Trichuris trichiura, Enterobius vermicularis, Ancylostoma duodenale, Necator americanus, Taenia solium e Taenia saginata.

Quando não devo usar este medicamento?

 Contra-indicações
Não use Pantelmin® se você apresentar maior sensibilidade (alergia3) ao mebendazol ou aos excipientes da formulação.

Advertências
Apenas administre Pantelmin® em crianças menores de 1 ano de idade sob prescrição médica.

Gravidez4 e Amamentação5
Não se aconselha o uso de Pantelmin® durante a gravidez4, especialmente nos primeiros três meses.
Não use se você estiver amamentando.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.
Atenção: Este medicamento contém Açúcar6, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes7.

Precauções
As parasitoses intestinais são amplamente difundidas em todas as classes sociais, acometendo tanto adultos como crianças.

Seguem alguns conselhos sobre:

Interações Medicamentosas
Informe seu médico se você estiver usando cimetidina (um medicamento contra a acidez do estômago8), pois pode ser necessário ajustar a dose de Pantelmin® Suspensão.
O uso de Pantelmin® Suspensão (mebendazol) com metronidazol (um medicamento utilizado para infecções9 bacterianas e por protozoários10) deve ser evitado.

Informe ao médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações indesejáveis.

Como devo usar este medicamento?

Aspecto Físico
A suspensão é ligeiramente viscosa e de cor alaranjada.

Características Organolépticas
Pantelmin® Suspensão possui sabor e aroma artificial de laranja.

Dosagem
Infestações por Nematódeos
Use 5 mL do copo-medida 2 vezes ao dia durante 3 dias consecutivos, independente do peso corpóreo e idade.
Infestações por Cestódeos
Use10 mL do copo-medida 2 vezes ao dia durante 3 dias consecutivos. A posologia para crianças é de 5 mL do copo-medida 2 vezes ao dia, durante 3 dias consecutivos.

Como Usar
Pantelmin® apresenta-se sob as formas de comprimidos e suspensão sendo ambas administradas por via oral.
Não é necessário seguir uma dieta especial ou utilizar produtos que estimulem a evacuação.

Agite bem a suspensão antes de usar.

Siga corretamente o modo de usar. Não desaparecendo os sintomas11, procure orientação médica.
Não use o medicamento com prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento.

Quais males que este medicamento pode causar?

Pantelmin® em geral é muito bem tolerado. Entretanto, os efeitos indesejáveis a seguir podem ocorrer:
- Dor de estômago8 de curta duração e diarréia12 podem ocorrer às vezes, particularmente se a sua infestação13 por vermes for grave. Estes efeitos são de curta duração e você pode utilizar Pantelmin® de forma segura novamente em outra ocasião.
- Hipersensibilidade ao Pantelmin® é muito rara. Pode ser reconhecida, por exemplo, por erupção14 cutânea15, coceira, encurtamento da respiração e/ou inchaço16 da face17. Se algum destes sintomas11 ocorrerem, pare de tomar Pantelmin® e procure um médico.
- Distúrbio grave da pele18 consistindo de erupções cutâneas19, bolhas na pele18 e feridas na boca20, olhos21 ou na região ano-genital, em conjunto com febre22 foi muito raramente relatado. Se você apresentar estes sintomas11, entre em contato com um médico imediatamente.
- Muito raramente convulsões podem ocorrer em bebês23 com o uso de Pantelmin® .
- Muito raramente problemas no sangue24, fígado25 e rim26 podem ocorrer com o uso prolongado de Pantelmin® em doses substancialmente maiores do que as doses recomendadas (muito maiores do que é normalmente prescrito).

O que fazer se alguém usar uma grande quantidade desde medicamento de uma sí vez?

Sintomas11
Se você ingerir uma grande quantidade de Pantelmin® Suspensão, você poderá sofrer de cólicas27 estomacais, náuseas28, vômitos29 e diarréia12. Se este for o caso, consulte um médico.

Tratamento
O médico pode recomendar que você utilize carvão ativado, que irá absorver o Pantelmin® Suspensão que estiver em excesso no seu estômago8.

Onde e como devo guardar este medicamento?

Conserve Pantelmin® Suspensão em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC) e proteja da luz.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Informações Técnicas aos Profissionais de Saúde30

mebendazol

Suspensão
Anti-helmíntico1 de amplo espectro

Forma Farmacêutica e apresentação
Suspensão 100 mg por 5 mL do copo-medida (acompanha o medicamento) em embalagens com frasco com 30 mL de suspensão.

Uso adulto e pediátrico
Uso oral

Informações Gerais

Marca Comercial: Pantelmin® Dose Única
Princípio Ativo: mebendazol
Classe Terapêutica2: Antihelmênticos

Composição

Cada mL da suspensão contém 20 mg de mebendazol.
Excipientes: ácido cítrico anidro, aroma de laranja, carboximetilcelulose sódica, celulose microcristalina, corante amarelo crepúsculo, laurilsulfato de sódio, metilparabeno, propilparabeno e sacarose.

Caracterêsticas Farmacolígicas

Propriedades Farmacodinâmicas
O mebendazol atua localmente no lúmen31 do intestino humano, interferindo na formação da tubulina celular do intestino dos vermes através de ligação específica à tubulina provocando alterações degenerativas32 ultra-estruturais no intestino. Como resultado, a captação de glicose33 e as funções digestivas do verme são interrompidas de tal forma que ocorre um processo autolítico.

Propriedades Farmacocinéticas
Absorção
Após a administração oral, aproximadamente 20% da dose atinge a circulação34 sistêmica, devido à absorção incompleta e ao extensivo metabolismo35 pré-sistêmico36 (efeito de primeira passagem). As concentrações plasmáticas máximas são geralmente observadas em 2 a 4 horas após a administração. A administração com uma refeição altamente calórica leva a um aumento moderado na biodisponibilidade do mebendazol.

Distribuição
A ligação do mebendazol às proteínas37 plasmáticas é de 90 a 95%. De acordo com dados obtidos em pacientes em tratamento crônico38 com mebendazol (40 mg/kg/dia durante 3-21 meses), que demonstram o nível do fármaco39 no tecido40, o volume de distribuição é 1 a 2 L/kg, indicando que o mebendazol penetra em espaços extravasculares41.

Metabolismo35
O mebendazol administrado por via oral é extensivamente metabolizado primariamente pelo fígado25. As concentrações plasmáticas dos seus principais metabólitos42 (as formas amino e aminohidroxilada de mebendazol) são substancialmente maiores que a concentração plasmática do mebendazol. Função hepática43, metabolismo35 ou eliminação biliar prejudicados podem resultar em um aumento do nível plasmático de mebendazol.

Eliminação
O mebendazol, as suas formas conjugadas e os seus metabólitos42 provavelmente sofrem algum grau de recirculação entero-hepática43 e são excretados na urina44 e na bile45. A meia-vida de eliminação aparente após uma administração oral varia de 3 a 6 horas na maioria dos pacientes.

Farmacocinética no Estado Estacionário
Durante administração crônica (40 mg/kg/dia durante 3-21 meses), a concentração plasmática do mebendazol e seus principais metabólitos42 aumentam, resultando em uma exposição aproximadamente 3 vezes maior no estado estacionário quando comparado a uma administração única.

Resultados de Eficácia

Avaliou-se a atividade terapêutica2 do mebendazol em 79 escolares entre 5 e 11 anos de idade infectados por Enterobius vermicularis. Um grupo foi tratado com dose única de 100 mg (grupo A) e outro foi tratado com doses de 100 mg, duas vezes ao dia, durante 3 dias consecutivos (grupo B). O percentual de cura foi de 92,8% (grupo A) e de 98,3% (grupo B) quando o controle foi realizado 10 dias após o tratamento.1

Cento e onze pacientes com idade entre 2 e 72 anos parasitados por um ou mais geohelmintos foram divididos em dois grupos de tratamento. O grupo A recebeu 500 mg de mebendazol em dose única e o grupo B recebeu 100 mg (idade = 3 anos) ou 50 mg (idade < 3 anos) 2 vezes ao dia, durante 3 dias. Amostras de fezes foram coletadas antes do tratamento e 21 dias após o tratamento. No grupo A obteve-se uma taxa de cura de 88,24% e a redução na contagem de ovos de 85,49% para Trichuris trichuria e uma taxa de cura de 86,96% e redução na contagem de ovos de 89,60% para Necator americanus. No grupo B obteve-se uma taxa de cura de 95,83% e a redução na contagem de ovos de 84,28% para Trichuris trichuria e uma taxa de cura de 90% e redução na contagem de ovos de 94,80% para Necator americanus. A diferença ente o grupo A e o grupo B no que se refere às taxas de cura não foi significativa (p>0,05).2

Foi realizado um estudo sobre a incidência46 de helmintíase em 375 pacientes, sendo selecionados 50 pacientes poliparasitados por A. lumbricoides, T. trichiura, ancilostomídeos e E. vermicularis. O mebendazol foi administrado na posologia de 100 mg duas vezes ao dia, durante 3 dias consecutivos com porcentagens de cura de 100% para ascaridíase, 100% para enterobíase, 94% para tricocefalíase e 92% para ancilostomíase.3

Referências

  1. Chaia, G. et al. Reavaliação Terapêutica2 do Mebendazol na Enterobíase. Folha médica; 92 (1/2): 71 - 3, jan. - fev. 1986.
  2. Fernandez F.A.N. et al. Estudio de Dosis Unica de Mebendazol para el Tratamiento de Trichuris trichiura y Necator americanus en Campañas de Control Quimioterapeutico en las Comunidades. Revista Cubana, Medicina Tropical 1989; 41 (3): 371 - 378.
  3. Fernandez, P. A Importância do Mebendazol no Combate às Helmintíases das Populações Rurais. A Folha Médica, 69 (3): 301-302, 1974.

Indicações

Como anti-helmíntico1 polivalente, especificamente destinado ao tratamento das infestações isoladas ou mistas, causadas por Ascaris lumbricoides, Trichuris trichiura, Enterobius vermicularis, Ancylostoma duodenale, Necator americanus, Taenia solium e Taenia saginata.

Contra Indicações

 Hipersensibilidade ao mebendazol ou aos excipientes da formulação.

Modo de usar e cuidados de conservação depois de aberto

 Não é necessário seguir uma dieta especial ou utilizar produtos que estimulem a evacuação.
Tome os comprimidos com um pouco de líquido.
Agite bem a suspensão antes de usar.

Posologia

Infestações por Nematódeos
Um comprimido ou 5 mL do copo-medida 2 vezes ao dia durante 3 dias consecutivos, independente do peso corpóreo e idade.
Infestações por Cestódeos
Dois comprimidos ou 10 mL do copo-medida 2 vezes ao dia durante 3 dias consecutivos. A posologia para crianças é de um comprimido 2 vezes ao dia ou 5 mL do copo-medida 2 vezes ao dia, durante 3 dias consecutivos.

Advertências

Convulsões em crianças, incluindo aquelas com idade inferior a 1 ano, foram relatadas muito raramente durante a experiência de pós-comercialização de Pantelmin® . Assim, mebendazol só deve ser usado em crianças menores de 1 ano de idade se a verminose causar uma desnutrição47 significativa ou prejudicar o desenvolvimento da criança. Resultados obtidos em um estudo de caso controle investigando uma ocorrência de Síndrome de Stevens-Johnson48 / necrólise epidérmica tóxica49 sugerem uma possível relação entre Síndrome de Stevens-Johnson48 / necrólise epidérmica tóxica49 e o uso concomitante de mebendazol e metronidazol. Dados adicionais sugerindo tal interação medicamentosa não estão disponíveis. Portanto, o uso concomitante de mebendazol e metronidazol deve ser evitado.

Gravidez4 (Categoria C) e Lactação50
O mebendazol demonstrou atividade embriotóxica e teratogênica51 em ratos e camundongos em doses orais únicas. Não foram observados efeitos prejudiciais sobre a reprodução52 em outras espécies de animais testadas.
Os possíveis riscos associados à prescrição de Pantelmin® durante a gravidez4 devem ser pesados contra os benefícios terapêuticos esperados.
O mebendazol é absorvido apenas em pequena quantidade. Não há informações se Pantelmin® é excretado no leite humano. Por esta razão, precauções devem ser tomadas quando Pantelmin® for administrado a lactantes53.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.
Atenção: Este medicamento contém Açúcar6, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes7.

Uso em idosos, crianças e outros grupos de pessoas

O mebendazol só deve ser usado em crianças menores de 1 ano de idade se a verminose causar uma desnutrição47 significativa ou prejudicar o desenvolvimento da criança.

Interações Medicamentosas

O uso concomitante de cimetidina pode inibir o metabolismo35 do mebendazol no fígado25, resultando em aumento da concentração plasmática do medicamento, especialmente em uso crônico38. Nestes casos, recomenda-se a dosagem da concentração plasmática para a determinação da dose.
O uso concomitante entre mebendazol e metronidazol deve ser evitado.

Reações Adversas a Medicamentos

Reações Adversas ocorridas durante Estudos Clínicos
A segurança de Pantelmin® foi avaliada em 6.276 pacientes que participaram de 39 estudos clínicos para o tratamento de infestações parasitárias simples ou mistas do trato gastrointestinal. Nesses 39 estudos clínicos não ocorreram reações adversas em ≥1% dos pacientes tratados com Pantelmin® . As reações adversas ocorridas em <1% dos pacientes tratados com Pantelmin® são apresentadas na Tabela 1.

Tabela 1. Reações Adversas Relatadas em <1% dos pacientes tratados com Pantelmin® em 39 estudos clínicos.

Classe de Sistema/Órgão
Reação Adversa

Distúrbios Gastrintestinais

Desconforto abdominal

Diarréia12

Flatulência

Distúrbios da pele18 e do tecido subcutâneo54

Erupção14 cutânea15


Experiência pós-comercialização
As primeiras reações adversas identificadas durante a experiência pós-comercialização com Pantelmin® estão compiladas a seguir (Tabela 2.). Os eventos adversos estão classificados, dentro de cada sistema, pela freqüência, através da seguinte convenção:

Muito Comum

(≥ 1/10)

Comum

(≥ 1/100, < 1/10)

Incomum

(≥ 1/1.000, < 1/100)

Rarp

(≥ 1/10.000, < 1/1.000)

Muito raro

(< 1/10.000), incluindo relatos isolados

Na Tabela 2. são apresentadas as Reações Adversas por categoria de freqüência, baseada nos relatos espontâneos.

Tabela 2. Reações Adversas relatadas durante a experiência pós-comercialização em pacientes tratados com Pantelmin® por categoria de freqüência estimada de relatos espontâneos.

Sistema de Classe/Órgão
Categoria de Frequência

Reação Adversa

Distúbios no sangue24 e sistema linfático55

Muito raro

Neutropoenia

Distúbios do sistema immune

Muito raro

Hipersensibilidade incluindo reações anafiláticas56 e anafilactóides

Distúrbios do sistema nervosa

Muito raro

Convulsão57

Distúrbios gastrintestinais

Muito raro

Dor abdominal

Distúrbios hepatobiliares58

Muito raro

Hepatite59 e testes de função hepática43 alterados

Distúrbios da pele e tecido subcutâneo60

Muito raro

Necrólise epidérmica tóxica, síndrome de Stevens-Johnson48, exantema61, angioedema62, urticária63 e alopécia64.

Superdose

Em pacientes tratados com doses substancialmente maiores que a recomendada ou por um longo período de tempo, as seguintes reações adversas foram raramente relatadas: distúrbios reversíveis da função hepática43, hepatite59, neutropenia65, e glomerulonefrite66. Com exceção da glomerulonefrite66, essas reações também foram relatadas em pacientes tratados com mebendazol em doses usualmente recomendadas.

Sintomas11
No caso de superdose acidental, cólicas27 abdominais, náusea67, vômito68 e diarréia12 podem ocorrer. Apesar do tempo de tratamento recomendado ser de 3 dias, casos de distúrbios reversíveis da função hepática43, hepatite59 e neutropenia65 foram descritos em pacientes tratados por hidatidose69 com doses elevadas para um tempo prolongado.

Tratamento
Não existe antídoto70 específico.
Lavagem gástrica71 com solução de permanganato de potássio a 20% pode ser feita. Carvão ativado pode ser administrado.

Armazenagem

Conservar em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C). Proteger da luz.


Pantelmin Suspensão - Laboratório

JANSSEN- CILAG FARMACÊUTICA LTDA.
Rod. Presidente Dutra, km 154
São José dos Campos/SP
Tel: 08007011851

Ver outros medicamentos do laboratório "JANSSEN- CILAG FARMACÊUTICA LTDA."

Saiba mais em: Pantelmin Suspensão
Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Anti-helmíntico: Diz-se da substância ou produto que combate vermes.
2 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
3 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
4 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
5 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
6 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
7 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
8 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
9 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
10 Protozoários: Filo do reino animal, de classificação suplantada, que reunia uma grande parcela dos seres unicelulares que possuem organelas celulares envolvidas por membrana. Atualmente, este grupo consiste em muitos e diferentes filos unicelulares incorporados pelo reino protista.
11 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
12 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
13 Infestação: Infecção produzida por parasitas. Exemplos de infestações são sarna (escabiose), pediculose (piolhos), infecção por parasitas intestinais, etc.
14 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
15 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
16 Inchaço: Inchação, edema.
17 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
18 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
19 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
20 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
21 Olhos:
22 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
23 Bebês: Lactentes. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
24 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
25 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
26 Rim: Os rins são órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
27 Cólicas: Dor aguda, produzida pela dilatação ou contração de uma víscera oca (intestino, vesícula biliar, ureter, etc.). Pode ser de início súbito, com exacerbações e períodos de melhora parcial ou total, nos quais o paciente pode estar sentindo-se bem ou apresentar dor leve.
28 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
29 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
30 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
31 Lúmen: 1. Na anatomia geral, é o mesmo que luz ou espaço. 2. Unidade de fluxo luminoso do Sistema Internacional, definida como fluxo luminoso emitido por uma fonte puntiforme com intensidade uniforme de uma candela, contido num ângulo sólido de um esferorradiano.
32 Degenerativas: Relativas a ou que provocam degeneração.
33 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
34 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
35 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
36 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
37 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
38 Crônico: Descreve algo que existe por longo período de tempo. O oposto de agudo.
39 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
40 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
41 Extravasculares: Relativos ao exterior dos vasos sanguíneos e linfáticos, ou que ali se situam ou ocorrem.
42 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
43 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
44 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
45 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
46 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
47 Desnutrição: Estado carencial produzido por ingestão insuficiente de calorias, proteínas ou ambos. Manifesta-se por distúrbios do desenvolvimento (na infância), atrofia de tecidos músculo-esqueléticos e caquexia.
48 Síndrome de Stevens-Johnson: Forma grave, às vezes fatal, de eritema bolhoso, que acomete a pele e as mucosas oral, genital, anal e ocular. O início é geralmente abrupto, com febre, mal-estar, dores musculares e artralgia. Pode evoluir para um quadro toxêmico com alterações do sistema gastrointestinal, sistema nervoso central, rins e coração (arritmias e pericardite). O prognóstico torna-se grave principalmente em pessoas idosas e quando ocorre infecção secundária. Pode ser desencadeado por: sulfas, analgésicos, barbitúricos, hidantoínas, penicilinas, infecções virais e bacterianas.
49 Necrólise Epidérmica Tóxica: Sinônimo de Síndrome de Lyell. Caracterizada por necrólise da epiderme. Tem como características iniciais sintomas inespecíficos, influenza-símile, tais como febre, dor de garganta, tosse e queimação ocular, considerados manifestações prodrômicas que precedem o acometimento cutâneo-mucoso. Erupção eritematosa surge simetricamente na face e na parte superior do tronco, provocando sintomas de queimação ou dolorimento da pele. Progressivamente envolvem o tórax anterior e o dorso. O ápice do processo é constituído pela característica denudação da epiderme necrótica, a qual é destacada em verdadeiras lamelas ou retalhos, dentro das áreas acometidas pelo eritema de base. O paciente tem o aspecto de grande queimado, com a derme desnuda, sangrante, eritêmato-purpúrica e com contínua eliminação de serosidade, contribuindo para o desequilíbrio hidroeletrolítico e acentuada perda protéica. Graves seqüelas oculares e esofágicas têm sido relatadas.Constitui uma reação adversa a medicamentos rara. As drogas que mais comumente a causam são as sulfas, o fenobarbital, a carbamazepina, a dipirona, piroxicam, fenilbutazona, aminopenicilinas e o alopurinol.
50 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
51 Teratogênica: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
52 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
53 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
54 Tecido Subcutâneo: Tecido conectivo frouxo (localizado sob a DERME), que liga a PELE fracamente aos tecidos subjacentes. Pode conter uma camada (pad) de ADIPÓCITOS, que varia em número e tamanho, conforme a área do corpo e o estado nutricional, respectivamente.
55 Sistema Linfático: Um sistema de órgãos e tecidos que processa e transporta células imunes e LINFA.
56 Reações anafiláticas: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
57 Convulsão: Episódio agudo caracterizado pela presença de contrações musculares espasmódicas permanentes e/ou repetitivas (tônicas, clônicas ou tônico-clônicas). Em geral está associada à perda de consciência e relaxamento dos esfíncteres. Pode ser devida a medicamentos ou doenças.
58 Hepatobiliares: Diz-se do que se refere ao fígado e às vias biliares.
59 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
60 Pele e Tecido Subcutâneo: Revestimento externo do corpo composto por PELE, seus acessórios (CABELO, UNHAS, GLÂNDULAS SEBÁCEAS e GLÂNDULAS SUDORÍPARAS) e seus ductos.
61 Exantema: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
62 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
63 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
64 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
65 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
66 Glomerulonefrite: Inflamação do glomérulo renal, produzida por diferentes mecanismos imunológicos. Pode produzir uma lesão irreversível do funcionamento renal, causando insuficiência renal crônica.
67 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
68 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
69 Hidatidose: Doença parasitária produzida pela ingestão de alimentos contaminados por fezes de cão ou outros animais. Caracteriza-se pela formação de cistos no fígado, pulmões e outros órgãos.
70 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
71 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.

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