Preço de VANNAIR 100 mcg em Fairfield/SP:

VANNAIR 100 mcg

AstraZeneca

Atualizado em 09/12/2014

VANNAIR®

 

Identificação de Vannair

fumarato de formoterol diidratado/budesonida

6/100 mcg/inalação


Forma Farmacêutica, Via de Administração e Apresentação Comercializada de Vannair

Aerossol bucal. Via inalatória. Embalagem com 1 tubo contendo 120 doses.



USO ADULTO E PEDIÁTRICO


Composição de Vannair

Cada inalação contém:                                      dose nominal ..................(dose liberada)

fumarato de formoterol diidratado ....................... 6 mcg ........................ (4,5 mcg)

budesonida...........................................................100 mcg ..................... (80 mcg)

Excipientes q.s.p.................................................. 1 inalação .................. (1 inalação)

Excipientes: povidona, macrogol, apaflurano.

VANNAIR não contém CFC como gás propelente.

Informações ao Paciente de Vannair


Como este medicamento funciona?

VANNAIR é um aerossol bucal que contém budesonida e formoterol os quais apresentam modos diferentes de ação para o tratamento de asma1, que é causada por inflamação2 de vias aéreas. A budesonida reduz e previne esta inflamação2. O formoterol dilata suas vias aéreas e facilita a sua respiração e, associado à budesonida, melhora sua asma1. Você pode notar o efeito em um curto período de tempo após a inalação do medicamento em seus pulmões3 e a duração do efeito se mantém além de 12 horas.



Por que este medicamento foi indicado?

VANNAIR é indicado para asma1. Não use o medicamento para outros problemas sem falar com o seu médico. Nunca empreste seu VANNAIR para outras pessoas, mesmo que elas apresentem os mesmos sintomas4 que você.



Quando não devo usar este medicamento?

Contra-indicações

Você não deve utilizar VANNAIR nas seguintes situações:

  - Alergia5 a budesonida, ao formoterol ou a qualquer um dos componentes do medicamento.

Advertências

VANNAIR deve ser utilizado com cuidado nas seguintes situações: Junho/09

  - Em pacientes com algum outro problema de saúde6, especialmente se você tem ou teve problemas no coração7, diabetes8, baixa taxa de potássio no sangue9 ou um distúrbio na função da tireóide.

  - Em pacientes com uma crise aguda da asma1.

  - Em crianças e adolescentes o medicamento pode afetar o crescimento. Portanto, seu uso deverá ser acompanhado de forma rigorosa pelo médico.

  - Em pacientes que fazem uso de corticosteróides orais.


VANNAIR não pode ser usado para o tratamento de uma crise forte da asma1.


Para diminuir o risco de candidíase10 orofaríngea11 (infecção12 causada por um fungo13 que forma placas14 esbranquiçadas sobre a língua15 ou outras partes da boca16, popularmente conhecida como sapinho), você deve enxaguar sua boca16 com água depois de usar as inalações de VANNAIR.


Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez17.


A experiência clínica em crianças abaixo de 6 anos de idade é limitada. Deverá ser utilizado nesta faixa etária somente a critério médico.


Informe ao médico o aparecimento de reações indesejáveis.


Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.


Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde6.



Precauções

Não se espera que VANNAIR afete a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas.


Precauções devem ser tomadas em pacientes com infecções18 não tratadas, bacterianas, fúngicas19, virais, parasitárias ou herpes simplex ocular.



Interações medicamentosas

VANNAIR deve ser utilizado com cuidado nas seguintes situações:

   - Em pacientes que estão tomando medicamentos da classe dos bloqueadores beta

adrenérgicos20 (medicamentos para pressão alta, doenças cardíacas e alguns colírios),

medicamentos inibidores da enzima21 CYP3A4 (medicamentos para infecção12 fúngica22, como o

cetoconazol e suco de grapefruit – pomelo), medicamentos antiulcerosos (cimetidina),

medicamentos para arritmias23 (procainamida e digitálicos), medicamentos para depressão

(antidepressivo tricíclico, inibidor da MAO24 – monaminooxidase), medicamentos antipsicóticos

(fenotiazina), medicamentos antialérgicos (terfenadina). Esses medicamentos podem alterar o

efeito de VANNAIR se usados ao mesmo tempo.


Como devo usar este medicamento?

Aspecto físico

VANNAIR é apresentado na forma de aerossol bucal em uma suspensão de cor esbranquiçada.

Características organolépticas

Ver aspecto físico.



Dosagem

A dose recomendada de VANNAIR é de:


Adultos (a partir de 18 anos de idade) e adolescentes (12- 17 anos): 2 inalações uma ou duas vezes ao dia. Seu médico pode prescrever doses maiores para o máximo de 4 inalações duas vezes ao dia.


Crianças (a partir de 6 anos de idade): 2 inalações duas vezes ao dia. Dose máxima diária: 4 inalações.

Mesmo quando for obtido o controle dos sintomas4, não interrompa o tratamento exceto se por orientação médica.



Como usar

VANNAIR deve ser administrado por via inalatória.


Leia cuidadosamente todas as instruções descritas a seguir antes de usar o seu inalador.


Informações sobre o inalador VANNAIR

  • Antes de começar a usar, retire o inalador VANNAIR do invólucro de alumínio. Jogue o

invólucro de alumínio assim como o sachê do agente dessecante (usado para proteger o

inalador da umidade) presente no interior do invólucro. Se o agente dessecante tiver vazado de

sua embalagem, não use o inalador.


• Após retirar o inalador do invólucro de alumínio, você deve usar o inalador dentro de 3 meses.

Escreva na caixa de VANNAIR a data que você abriu o invólucro de alumínio para lembrar

quando deve parar de usar o inalador (3 meses após abrir o invólucro de alumínio).


• As partes do inalador são mostradas na figura abaixo. O inalador já estará montado quando

você for usá-lo pela primeira vez. Não retire qualquer parte do inalador. Se o tubo de alumínio

(presente na parte de dentro do inalador) se desencaixar, recoloque-o no inalador e continue a

usá-lo



Preparando o seu inalador para o uso

Você precisa preparar o seu inalador para o uso nas seguintes situações:

  • Se você estiver usando o inalador VANNAIR pela primeira vez.

  • Se você não tiver usado o inalador por mais de 7 (sete) dias.

  • Se o inalador foi derrubado.


Para preparar o seu inalador para o uso, siga as instruções abaixo:

  1. Agite bem o inalador por 5 segundos para misturar o conteúdo do tubo de alumínio

(aerossol).


  2. Remova a tampa do bocal, pressionando levemente as laterais da tampa. A tira que segura

a tampa do bocal permanecerá presa ao inalador.


  3. Segure o inalador na posição vertical. Em seguida, aperte o contador (no topo do inalador)

para baixo para liberar um jato (de spray) no ar. Você pode usar uma ou duas mãos25 para

segurar o inalador, como mostrado na figura abaixo.


  4. Retire os seus dedos do contador.


  5. Espere 10 segundos. Agite bem o inalador e repita os passos 3 e 4 novamente.


  6. Agora o seu inalador está pronto para ser usado.


Como administrar uma inalação

Cada vez que você precisar administrar uma inalação, siga as instruções abaixo:

  1. Agite bem o inalador por 5 segundos para misturar o conteúdo do tubo de alumínio.


  2. Remova a tampa do bocal, pressionando levemente as laterais da tampa. Verifique se o bocal não está bloqueado.


 3. Segure o inalador na posição vertical (usando uma ou duas mãos25). Expire suavemente.


 4. Coloque o bocal entre os dentes e feche os seus lábios em torno dele.



 5. Comece a inspirar lenta e profundamente pela boca16. Enquanto isso, pressione o contador (no topo do inalador) firmemente para baixo para liberar uma inalação (jato de spray). Continue inspirando por um curto tempo depois de ter apertado o contador.

 6. Segure a sua respiração por até 10 segundos ou pelo tempo que achar confortável.


 7. Antes de expirar, retire o dedo do contador e remova o inalador de sua boca16, mantendo o inalador na posição vertical.


 8. Então, expire lentamente. Para administrar outra inalação, agite bem o inalador por 5 segundos e repita os passos 3 a 7.


 9. Coloque a tampa no bocal. Sempre guarde seu inalador VANNAIR na posição vertical.


 10. Enxágüe sua boca16 com água depois de administrar as inalações da manhã e/ou da noite e não engula a água.


Como limpar seu inalador VANNAIR

Limpe o bocal do inalador pelo menos uma vez por semana (a cada 7 dias) da seguinte maneira:


 • Remova a tampa do bocal.

 • Limpe a parte interna e externa do bocal com um pano seco e limpo.

 • Não use água ou outros líquidos e não remova do inalador o tubo de alumínio (no interior do inalador).

 • Coloque a tampa no bocal.

 • Não coloque o inalador na água.

 • Não tente separar as partes do inalador.

Como funciona o contador do seu inalador VANNAIR

  • O contador de doses fica no topo do inalador. O contador mostra quantas inalações (jatos de

spray) tem o seu medicamento VANNAIR. O contador começa com “120” inalações quando

está repleto e move a seta de “120” até ”0” (zero) conforme o uso.

  • Cada vez que você administrar uma inalação (jato de spray) ou liberar uma inalação para o

ar, a seta se moverá em direção ao número “0”. A seta aponta para o número de inalações que

ainda restam no inalador.



 • Quando a seta do contador atingir a área amarela, isto significa que ainda restam cerca de 20

inalações (jatos de spray). Este é o momento de você adquirir um novo inalador VANNAIR.

 • Quando a seta alcançar o número “0”, você tem de começar a usar um novo inalador

VANNAIR. O inalador pode ainda conter aerossol no seu interior e você ter a impressão de que

ainda funciona, mas se você continuar a usá-lo não estará administrando a dose certa do

medicamento.

 • Você deverá descartar o seu inalador quando o contador atingir o número “0” (zero), que

indica o término do número de inalações a serem usadas, ou quando se passarem 3 meses da

abertura do invólucro de alumínio.


Se você usar mais inalações do que deveria

Se você usar mais inalações do que deveria, contate seu médico para orientações. Os seguintes efeitos podem ocorrer: tremedeira, dor de cabeça26 ou batimento rápido do coração7 (palpitação27).

Se você esquecer de usar VANNAIR

Caso você esqueça de tomar uma dose de VANNAIR não é necessário tomar a dose esquecida, deverá apenas tomar a próxima dose, conforme prescrito pelo seu médico.

Não administre inalações em dobro para compensar uma inalação esquecida.


Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.


Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento.


Quais os males que este medicamento pode causar?

Podem ocorrer as seguintes reações adversas:

 - Comum: palpitações28, sapinho (infecção12 fúngica22 na boca16 e garganta29), dor de

cabeça26,tremores, leve irritação na garganta29, tosse e rouquidão.

 - Incomum: batimentos rápidos do coração7, enjôo, cãibras musculares, tontura30, agitação,

ansiedade, nervosismo e dificuldade para dormir.

 - Rara: batimentos irregulares do coração7, vermelhidão da pele31, coceira, espasmos32 das vias

aéreas e manchas arroxeadas na pele31, catarata33 e glaucoma34 (doença causada por pressão alta

no olho35).

 - Muito rara: dor no peito36, sinais37 ou sintomas4 de excesso de corticóides, aumento do nível de

açúcar38 no sangue9, depressão e alteração do comportamento.

Ainda pode ocorrer aumento do nível de insulina39, ácidos graxos livres, glicerol e corpos cetônicos no sangue9.


Atenção: este é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis para comercialização, efeitos indesejáveis e não conhecidos podem ocorrer. Neste caso, informe seu médico.


O que fazer se alguém usar uma grande quantidade deste medicamento de uma só vez?

Tratamento: em caso de administração de uma quantidade de medicamento maior do que a prescrita, você deve contatar imediatamente o médico.



Sintomas4: tremores, dor de cabeça26, palpitações28 e batimentos rápidos do coração7.


Também podem ocorrer baixa de pressão, diminuição de potássio no sangue9 e aumento de açúcar38 no sangue9.



Onde e como devo guardar este medicamento?

VANNAIR deve ser mantido em temperatura ambiente (15ºC a 30ºC).

Todo medicamento deve ser mantido em sua embalagem original até o momento do uso.

Depois de aberto o invólucro, este medicamento somente poderá ser consumido em 3 meses.

No interior do invólucro há um sachê contendo sílica gel para absorver a umidade. PERIGO. NÃO COMER.

VANNAIR deve ser mantido com a tampa fechada.

VANNAIR não contém CFC como gás propelente.

VANNAIR contém um líquido pressurizado. Nunca fure, quebre ou aqueça o inalador mesmo quando estiver aparentemente vazio.


Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Informações Técnicas Aos Profissionais de Saúde6 de Vannair

Características Farmacológicas de Vannair

Propriedades Farmacodinâmicas

Mecanismo de ação e efeitos farmacodinâmicos

VANNAIR contém formoterol e budesonida, substâncias que possuem diferentes modos de ação e que apresentam efeitos aditivos em termos de redução da asma1 que outros produtos isoladamente. Os mecanismos de ação das duas substâncias estão discutidos a seguir:



budesonida

A budesonida é um glicocorticosteróide que, quando inalada, tem uma rápida (dentro de horas) e dose-dependente ação antiinflamatória nas vias aéreas, resultando na redução dos sintomas4 e em menos exarcebação da asma1. A budesonida inalada tem menos eventos adversos graves que os corticosteróides sistêmicos40. O exato mecanismo responsável pelo efeito antiinflamatório dos glicocorticosteróides é desconhecido.


formoterol

O formoterol é um agonista41 beta-2-adrenérgico42 seletivo, que induz o relaxamento do músculo liso43 brônquico em pacientes com obstrução reversível das vias aéreas. O efeito broncodilatador44 é dose-dependente, com início do efeito dentro de 1-3 minutos após a inalação. A duração do efeito é de pelo menos 12 horas após uma dose única.



Propriedades Farmacocinéticas

Absorção

VANNAIR

Não existem evidências da interação farmacocinética entre a budesonida e o formoterol quando associados.

Em estudos onde VANNAIR foi administrado em pacientes sadios e com asma1 moderada, o pico das concentrações plasmáticas para a budesonida ocorreu em aproximadamente 30 minutos e para o formoterol em 10 minutos após a administração. O pico das concentrações plasmáticas foi 30-40% mais alto em pacientes sadios comparado com pacientes asmáticos. Entretanto, a exposição sistêmica total foi comparada com a de pacientes asmáticos.

Em estudos de dose repetida, as concentrações plasmáticas da budesonida e do formoterol geralmente aumentaram proporcionalmente a dose.

Considerados em conjunto, estudos farmacocinéticos conduzidos em adultos com asma1, a exposição sistêmica da budesonida e do formoterol administrados via VANNAIR foi menor do que quando administrados via monoprodutos correspondentes (budesonida e formoterol). Além disso, os dados farmacocinéticos dos estudos de eficácia clínica e segurança indicam que VANNAIR libera uma quantidade comparável da budesonida na circulação45 sistêmica e no pulmão46, como a budesonida no inalador dosimetrado pressurizado e Pulmicort Turbuhaler. Os resultados da exposição sistêmica para o formoterol foram geralmente similares quando administrados via VANNAIR e formoterol Turbuhaler.


SYMBICORT TURBUHALER

A biodisponibilidade sistêmica da budesonida e do formoterol foi comparável nos dois tratamentos com VANNAIR e SYMBICORT TURBUHALER. Junho/09

Distribuição e Metabolismo47

A ligação às proteínas48 plasmáticas é de aproximadamente 50% para o formoterol e de 90% para a budesonida. O volume de distribuição é de aproximadamente 4 l/kg para o formoterol e de 3 l/kg para a budesonida. O formoterol é inativado por reações de conjugação (embora se observe formação de metabólitos49 ativos O-desmetilados e desformilados, estes são essencialmente considerados como conjugados não ativos). A budesonida sofre uma ampla biotransformação (aproximadamente 90%) na primeira passagem pelo fígado50, originando metabólitos49 com uma reduzida atividade glicocorticosteróide. A atividade glicocorticosteróide dos principais metabólitos49, 6-beta-hidroxi-budesonida e 16-alfa-hidroxi-prednisolona, é inferior a 1% daquela da budesonida. Não existem sinais37 de quaisquer interações metabólicas ou de quaisquer reações de deslocamento entre o formoterol e a budesonida.



Eliminação

A dose de formoterol é essencialmente eliminada por metabolismo47 no fígado50 seguida de excreção renal51. Após a inalação de formoterol via TURBUHALER, 8 a 13% da dose liberada de formoterol é excretada não metabolizada através da urina52. O formoterol possui uma elevada depuração sistêmica (cerca de 1,4 l/min) e a sua meia-vida de eliminação terminal é, em média, de 17 horas.

A budesonida é eliminada por metabolismo47, principalmente catalisada pela enzima21 CYP3A4. Os metabólitos49 da budesonida são excretados na urina52 inalterados ou sob a forma conjugada. Apenas pequenas quantidades de budesonida inalterada foram detectadas na urina52. A budesonida possui uma elevada depuração sistêmica (cerca de 1,2 l/min) e a sua meia-vida de eliminação plasmática após administração i.v. é, em média, de 4 horas.

A budesonida tem uma depuração sistêmica de aproximadamente 0,5 l/min em crianças asmáticas de 4-6 anos de idade. As crianças têm uma depuração por kg de peso corpóreo que é aproximadamente 50% maior da de adultos. A meia-vida de eliminação da budesonida, após inalação, é de aproximadamente 2,3 h em crianças asmáticas. A farmacocinética do formoterol em crianças não foi estudada.

A farmacocinética da budesonida ou do formoterol em idosos e em pacientes com insuficiência renal53 não é conhecida. A exposição à budesonida e ao formoterol poderá estar aumentada em pacientes com doença hepática54.



Dados de segurança pré-clínica

A toxicidade55 observada em estudos de experimentação animal realizados com budesonida e formoterol, administrados em associação ou separadamente, foi similar. Os efeitos foram associados às atividades farmacológicas e foram dose-dependentes.

Foi comprovado em estudos de reprodução56 animal que os corticosteróides, como a budesonida, induzem malformações57 (fenda palatina, malformações57 esqueléticas). Estes resultados obtidos na experimentação animal não parecem, no entanto, serem relevantes para os humanos nas doses recomendadas (ver item Uso durante a gravidez17 e a lactação58). Os estudos de reprodução56 animal realizados com formoterol demonstraram uma ligeira redução da fertilidade nos ratos machos submetidos a exposições sistêmicas elevadas e perdas de implantação, assim como diminuição da sobrevida59 pós-natal precoce e do peso ao nascimento com exposições sistêmicas consideravelmente superiores às atingidas durante a utilização clínica. Contudo, estes resultados obtidos na experimentação animal não parecem ser relevantes para o ser humano.


VANNAIR contém como excipientes povidona, macrogol e apaflurano. A segurança do uso do apaflurano foi estudada em estudos pré-clínicos. A povidona tem um histórico de segurança no uso em humanos por muitos anos, a qual apoia a visão60 de que a povidona é essencialmente inerte biologicamente. O macrogol é reconhecido como um excipiente, seguro em produtos farmacêuticos, cosméticos e alimentícios. Além disso, estudos de toxicidade55 realizados usando VANNAIR não mostraram nenhuma evidência de toxicidade55 local ou sistêmica de irritação atribuídas aos excipientes.


Resultados de Eficácia de Vannair


VANNAIR

A eficácia e/ou a segurança do VANNAIR em pacientes com asma1 persistente têm sido investigadas em 15 estudos com crianças, adolescentes e adultos. Estes estudos têm demonstrado que VANNAIR é superior aos monoprodutos (budesonida e formoterol) quando usados sozinhos, ou igualmente eficaz aos monoprodutos administrados em combinação (Corren J et al. Clin Ther 2007; 29(5):823-43; Morice AH et al. Pulm Pharmacol Ther 2007 Feb 14 (Epub ahead of print); Leidy NK et al. J Allergy Clin Immunol 2007; 119(1 Suppl 1):S246-7, Abs 965; Kaiser HB et al. J Allergy Clin Immunol 2007;119(1 Suppl 1):S249, Abs 974; Korenblat PE et al. Ann Allergy Asthma Immunol 2007;98(1 Suppl 1):A57, Abs P83; Corren J et al. Ann Allergy Asthma Immunol 2007;98(1 Suppl 1):A56, Abs P82; Noonan MJ et al. J Allergy Clin Immunol 2007;119(1 Suppl 1):S2, Abs 7).


Não foi observado sinal61 de atenuação do efeito antiasmático no decorrer do tempo. A equivalência terapêutica62 entre VANNAIR e SYMBICORT TURBUHALER foi demonstrada em dois estudos clínicos de eficácia e segurança, incluindo pacientes asmáticos de 6 a 79 anos de idade e um estudo de segurança a longo prazo em adolescentes e adultos com asma1. O perfil de segurança de VANNAIR demonstrou ser similar ao dos monoprodutos quando usados em combinação e ao do SYMBICORT TURBUHALER. Os excipientes e o propelente (apaflurano) do VANNAIR não aumentam a preocupação com segurança, assim a formulação VANNAIR mostrou ser tão segura e bem tolerada quanto a formulação do SYMBICORT TURBUHALER e de outros tratamentos comparativos (Morice AH et al. Pulm Pharmacol Ther 2007 Oct 18; (Epub ahead of print); Morice AH et al. J Allergy Clin Immunol 2005; 115 (2 Suppl): S3, Abs 9; Morice AH et al. J Allergy Clin Immunol 2005; 115 (2 Suppl): S209, Abs 833; Morice AH et al. J Allergy Clin Immunol 2005; 115 (2 Suppl): S2, Abs 8).


SYMBICORT TURBUHALER

Estudos clínicos com SYMBICORT TURBUHALER mostraram que a adição de formoterol à budesonida melhorou os sintomas4 asmáticos e a função pulmonar e reduziu as exacerbações (Pauwels RA et al. N Engl J Med 1997; 337 (20):1405-11). O efeito de SYMBICORT TURBUHALER sobre a função pulmonar administrado em doses de manutenção foi igual ao da budesonida e do formoterol quando administrados em inaladores separados em adultos e excedeu a de budesonida sozinha em adultos e crianças. Todos os braços de tratamento usaram um beta-agonista41 de curta ação quando necessário. Não foram observados sinais37 de atenuação do efeito antiasmático no decorrer do tempo (Rabe KF et al. Chest 2006; 129(2): 246-56; Scicchitano R et al. Curr Med Res Opin 2004; 20(9):1403-18; O'Byrne PM et al. Am J Respir Crit Care Med 2005; 171(2):129-36).


Indicações de Vannair

VANNAIR está indicado no tratamento da asma1 nos casos em que o uso de uma associação (corticosteróide inalatório com um beta-2 agonista41 de ação prolongada) é apropriado.

Contra Indicações de Vannair

Hipersensibilidade a budesonida, ao formoterol ou a outros componentes da fórmula.


Modo de Usar e Cuidados de Conservação Depois de Aberto de Vannair

Modo de usar

Quando o VANNAIR é acionado, um volume de suspensão é expelido pelo inalador em alta velocidade. Quando o paciente inala pelo bocal simultaneamente ao acionamento do inalador, a substância inspirada segue para as vias aéreas inferiores.

Para informações quanto à correta utilização do inalador VANNAIR, verificar as instruções de uso descritas no item “II) Informações ao Paciente – 4. Como devo usar este medicamento?”, subitem “Como usar”.


Cuidados de conservação depois de aberto

Conservar em temperatura ambiente (15ºC a 30°C).


No interior do invólucro há um sachê contendo sílica gel para absorver a umidade.

Depois de aberto o invólucro, este medicamento somente poderá ser consumido em 3 meses.

Todo medicamento deve ser mantido em sua embalagem original até o momento do uso.


VANNAIR deve ser mantido com a tampa fechada.

VANNAIR não contém CFC como gás propelente.

VANNAIR contém um líquido pressurizado. Nunca fure, quebre ou aqueça o inalador mesmo quando estiver aparentemente vazio.

Posologia de Vannair

A dose de VANNAIR deve ser individualizada conforme a gravidade da doença.

Quando for obtido o controle da asma1, a dose deve ser titulada para a menor dose que permita manter um controle eficaz dos sintomas4.


Adultos (a partir de 18 anos de idade)

2 inalações uma ou duas vezes ao dia. Em alguns casos, uma dose máxima de 4 inalações duas vezes ao dia pode ser requerida como dose temporária de manutenção durante a piora da asma1.


Adolescentes (12-17 anos)

2 inalações uma ou duas vezes ao dia. Durante a piora da asma1 a dose pode temporariamente ser aumentada para o máximo de 4 inalações duas vezes ao dia.


Crianças (6-11 anos)

2 inalações duas vezes ao dia. Dose máxima diária: 4 inalações.

Os pacientes devem ser instruídos que VANNAIR deve ser usado mesmo quando estiverem assintomáticos para obter o benefício máximo da terapia.

Se o paciente esquecer de tomar uma dose de VANNAIR, não é necessário tomar a dose esquecida; deve-se apenas tomar a próxima dose, conforme prescrito pelo seu médico.

Crianças: A experiência clínica em crianças abaixo de 6 anos de idade é limitada. Deverá ser utilizado nesta faixa etária somente a critério médico.


Insuficiência hepática63: não há dados disponíveis para o uso de VANNAIR em pacientes com insuficiência hepática63. Uma vez que a budesonida e o formoterol são essencialmente eliminados por metabolismo47 hepático, um aumento da exposição pode ocorrer em pacientes com doença hepática54 grave.


Insuficiência renal53: não há dados disponíveis para o uso de VANNAIR em pacientes com insuficiência renal53.



Idosos: não há especial ajuste de dose para pacientes64 idosos.


Advertências de Vannair

É recomendado que a dose seja titulada quando o tratamento de longo prazo é descontinuado e este não deve ser interrompido abruptamente.

Para minimizar o risco de candidíase10 orofaríngea11, o paciente deve ser instruído a lavar a boca16 com água após administrar as inalações de VANNAIR.


Se o paciente considerar que o tratamento não está sendo efetivo ou se exceder a maior dose recomendada de VANNAIR, deve-se consultar o médico. Uma deterioração súbita e progressiva do controle da asma1 é um risco potencial e o paciente deve procurar suporte médico. Nesta situação, deve-se levar em consideração a necessidade de aumentar a terapia com corticosteróides, ex.: um curso de corticosteróides orais ou tratamento com antibióticos se uma infecção12 estiver presente.


Não há dados disponíveis para o uso de VANNAIR no tratamento de crise aguda de asma1. O paciente deve ser aconselhado a ter medicamentos de resgate.


O tratamento com VANNAIR não pode ser usado para tratar uma exacerbação grave da asma1.


O crescimento de crianças e adolescentes submetidos a uma corticoterapia prolongada por qualquer via deve ser mantido sob rigoroso controle médico e devem ser pesados os benefícios da terapêutica62 com corticosteróides em relação ao possível risco de supressão do crescimento (ver item Propriedades Farmacodinâmicas).


Deve-se tomar cuidado especial em pacientes provenientes de terapia com corticosteróides orais, uma vez que podem permanecer com risco de disfunção adrenal durante um tempo considerável. Pacientes que necessitaram de terapia corticosteróide de alta dose emergencial ou tratamento prolongado de altas doses recomendadas de corticosteróides inalatórios também podem estar em risco. Estes pacientes podem exibir sinais37 e sintomas4 de insuficiência65 adrenal quando expostos a situações de estresse grave. Administração de corticosteróide sistêmico66 adicional deve ser considerada durante situações de estresse ou cirurgia eletiva67.


Efeitos sistêmicos40 podem ocorrer com qualquer corticosteróide inalado, particularmente em altas doses. É muito menos provável que estes efeitos ocorram com o tratamento por inalação do que com corticosteróides orais. Possíveis efeitos sistêmicos40 incluem Síndrome de Cushing68, mas também supressão adrenal com episódios hipoglicêmicos, retardamento do crescimento em crianças e adolescentes, redução da densidade óssea, catarata33 e glaucoma34. É importante, portanto, que a dose de corticosteróide inalado seja ajustada à menor dose, na qual o controle efetivo é mantido.


VANNAIR deve ser administrado com cautela em pacientes com graves alterações cardiovasculares (incluindo anomalias do ritmo cardíaco), diabetes mellitus69, hipocalemia70 não tratada ou tireotoxicose.


A administração de doses elevadas de um beta-2 agonista41 pode diminuir o potássio sérico, por induzir a redistribuição de potássio do meio extracelular para o meio intracelular, via estimulação da Na+/K+-ATPase nas células musculares71. A importância clínica deste efeito não está estabelecida. Nestas situações é recomendada a monitoração dos níveis de potássio sérico.


Pacientes que são transferidos da terapia sistêmica oral para a terapia por inalação com VANNAIR, devem ser monitorados cuidadosamente para sinais37 de uma insuficiência65 adrenal.

Pacientes que receberam altas doses de terapia corticosteróide de emergência72 ou tratamento prolongado na maior dose recomendada de corticosteróide inalado, também podem estar em risco para insuficiência65 adrenal. Assim, cuidado especial é recomendado ao transferir pacientes para a terapia de VANNAIR.


Uma redução do medicamento esteróide parenteral oral respiratório com tratamento simultâneo com VANNAIR deve ocorrer assim que o paciente estiver em uma fase estável.


A redução da dose de corticóide oral pode acontecer somente em fases. Em geral, VANNAIR é administrado a uma dose moderada durante uma semana além da terapia sistêmica existente. A dose diária de corticóide oral ou parenteral deve, dependendo do bem-estar do paciente, ser reduzida em intervalos de 1 semana à prednisolona 5 mg (ou equivalente), em casos graves em fases, pela metade (2,5 mg). Em poucos casos, a redução de doses orais pode levar até mesmo a uma taxa consideravelmente mais lenta. Em muitos casos, a inalação de VANNAIR se torna possível para evitar completamente a medicação corticóide oral ou, em casos graves, para administrar com uma dose de corticóide sistêmico66 mais baixa.


Durante a transferência ou redução de corticosteróides sistêmicos40, alguns pacientes podem apresentar sintomas4 por exemplo, dor muscular e/ou nas juntas, cansaço e depressão, apesar do controle da asma1 de manutenção ou melhoria na função pulmonar. Estes pacientes devem ser encorajados a continuar com VANNAIR, mas devem ser monitorados para sinais37 objetivos de insuficiência65 adrenal.


Se ocorrer evidência de insuficiência65 adrenal como fadiga73, cefaléia74, náusea75 e vômitos76, as doses de corticosteróides sistêmicos40 devem ser aumentadas temporariamente. Depois disso, a descontinuação de corticosteróides sistêmicos40 deve continuar mais lentamente.


Em casos raros a terapia corticosteróide inalada pode desencadear uma doença eosinofílica subjacente (por exemplo, Síndrome77 de Churg-Strauss). Esses casos foram geralmente associados com a descontinuação ou redução da dosagem da terapia corticosteróide sistêmica.

Não foi confirmada uma relação causal direta.


Precauções devem ser tomadas em pacientes com infecções18 não tratadas, bacterianas, fúngicas19, virais, parasitárias ou herpes simplex ocular.


É recomendado cuidado especial em pacientes com tuberculose78 do pulmão46 e infecções18 por fungos ou vírus79.


Se houver uma infecção12 por vírus79 do trato respiratório superior, a medicação de asma1 regular deve ser suspensa. Em pacientes em que se sabe que uma infecção12 por vírus79 do trato respiratório causa uma rápida piora da asma1, um tratamento curto de corticóide oral deve ser considerado.


Crianças que estão sendo tratadas com imunossupressores, são mais suscetíveis à infecções18 do que crianças saudáveis. Por exemplo, catapora80 ou sarampo81 podem causar consequências graves ou até mesmo fatais em crianças em uso de corticosteróides. Nestas crianças ou em adultos que não tiveram estas doenças, deve ser tomado cuidado especial para evitar exposição. Se ocorrer exposição, deve-se levar em consideração terapia com imunoglobulina82 de varicela83 zoster84 ou um tratamento intravenoso de imunoglobulina82 agrupado. Se houver sinais37 de uma infecção12 de catapora80, um medicamento antiviral deve ser considerado.


Pacientes com prolongamento do intervalo QTc devem ser cuidadosamente observados.



Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas: não é esperado que VANNAIR interfira na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas.


Uso durante a gravidez17 e lactação58:

Categoria de risco na gravidez17: C

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Não há dados clínicos disponíveis para o uso de VANNAIR ou para o tratamento concomitante com formoterol e budesonida na gravidez17. Os dados de estudos de desenvolvimento embrionário em ratas, usando a formulação de VANNAIR, não mostraram nenhuma evidência de qualquer efeito adicional da combinação ou efeitos atribuíveis aos excipientes em roedores.


Não há dados disponíveis do uso de formoterol em mulheres grávidas. Em estudos de reprodução56 animal o formoterol causou efeitos adversos em níveis de exposição sistêmica muito elevados (ver item Dados de segurança pré-clínica).


Dados sobre o uso da budesonida inalada em mais de 2.500 mulheres grávidas indicaram não haver aumento do risco teratogênico85 associado ao uso de budesonida.


Durante a gravidez17, VANNAIR só deve ser utilizado após ponderação cuidadosa da situação, em especial durante os primeiros três meses de gestação e pouco tempo antes do parto. Deve ser usada a menor dose eficaz de budesonida de modo a permitir o controle adequado da asma1.


Um estudo de farmacologia86 clínica mostrou que a budesonida inalada via TURBUHALER é

excretada no leite materno. Entretanto, a budesonida não foi detectada em amostras de sangue9 de crianças em amamentação87. Baseados nos parâmetros de farmacocinética, a concentração plasmática estimada em crianças é menor que 0,17% da concentração plasmática das mães. Consequentemente, não há efeitos da budesonida nas crianças em aleitamento materno88 devido à administração previa de VANNAIR em doses terapêuticas.


Não é conhecido se o formoterol é excretado no leite humano. Em ratas, foram detectadas pequenas quantidades de formoterol no leite materno. A administração de VANNAIR em mulheres lactantes89 deve ser apenas considerada, se os benefícios esperados para a mãe superarem qualquer possível risco para a criança.


Uso em Idosos, Crianças e Outros Grupos de Risco de Vannair

Ver item Posologia.


Interações Medicamentosas de Vannair

Interações farmacocinéticas

O metabolismo47 da budesonida é mediado principalmente pela CYP3A4, uma subfamília do citocromo P450. Portanto, inibidores desta enzima21, como o cetoconazol ou suco de grapefruit (pomelo), podem aumentar a exposição sistêmica à budesonida. Isto é de importância clínica limitada para o tratamento a curto prazo (1-2 semanas) com cetoconazol, mas deve ser levada em consideração durante tratamento a longo prazo.


A cimetidina apresenta um leve efeito inibidor sobre o metabolismo47 hepático da budesonida. Com a administração concomitante de cimetidina, leves interações com os parâmetros farmacocinéticos da budesonida podem ocorrer. Porém, é clinicamente insignificante dentro dos limites da dose recomendada.


Fármacos como a procainamida, fenotiazina, agentes antihistamínicos (terfenadina), inibidor da monoaminooxidase (MAO24) e antidepressivos tricíclicos foram relacionados com um intervalo QTc prolongado e um aumento do risco de arritmia90 ventricular.


A administração concomitante de substâncias adrenérgicas pode aumentar efeitos cardiovasculares não desejados.


A administração concomitante de L-DOPA, L-tiroxina, oxitocina91 e álcool pode ter uma influência negativa sobre a tolerância cardíaca em relação aos beta-2 adrenérgicos20.


Hipocalemia70 pode ser o resultado da terapia beta-2 agonista41 e pode ser potencializada pelo tratamento concomitante com derivados de xantina, mineralocorticosteróides e diuréticos92.


A hipocalemia70 pode aumentar o risco de arritmias23 em pacientes tratados com glicosídeos digitálicos.



Interações farmacodinâmicas

Os bloqueadores beta-adrenérgicos20 (incluindo os colírios oftálmicos) podem atenuar ou inibir o efeito do formoterol.

Não foi observado que a budesonida e o formoterol interajam com outros fármacos usados no tratamento da asma1.


Reações Adversas a Medicamentos de Vannair

Dado que VANNAIR contém budesonida e formoterol, pode ocorrer o mesmo tipo e intensidade de reações adversas observados com estas substâncias. Não se observou Junho/09

qualquer aumento da incidência93 de reações adversas após a administração concomitante dos dois compostos. As reações adversas mais comuns relacionadas à droga, consistem em efeitos colaterais94 farmacologicamente previsíveis da terapêutica62 beta-2 agonista41, tais como tremor e palpitações28. Estes tendem a ser leves e a desaparecer após alguns dias de tratamento. As reações adversas que foram associadas à budesonida ou ao formoterol são apresentadas na tabela a seguir:




Tratamento com beta-2 adrenérgicos20 pode resultar em um aumento dos níveis de insulina39, ácidos graxos livres, glicerol e corpos cetônicos.

Raramente sinais37 ou sintomas4 de um efeito glicocorticóide sistêmico66 pode ocorrer, incluindo, catarata33 e glaucoma34.


Atenção: este é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis para comercialização, efeitos indesejáveis e não conhecidos podem ocorrer. Neste caso, informe seu médico.

Superdose de Vannair

A superdosagem de formoterol irá provavelmente provocar efeitos típicos dos agonistas beta-2-adrenérgicos20: tremor, cefaléia74, palpitações28 e taquicardia95. Poderá igualmente ocorrer hipotensão96, acidose metabólica97, hipocalemia70 e hiperglicemia98. Pode ser indicado um tratamento de suporte e sintomático99. A administração de uma dose de 90 mcg durante três horas em pacientes com obstrução brônquica aguda e quando administrada três vezes ao dia como um total de 54 mcg/dia por 3 dias para a estabilidade asmática não suscitou quaisquer problemas de segurança.

Não é esperado que uma superdosagem aguda da budesonida, mesmo em doses excessivas, constitua um problema clínico. Quando utilizado cronicamente em doses excessivas, podem ocorrer efeitos glicocorticosteróides sistêmicos40.


Superdosagem grave

Se a ingestão oral do medicamento foi realizada na última 1 hora e se intoxicação grave é uma

possibilidade potencial:

  • Lavagem gástrica100 seguida (possivelmente repetida) pela administração de carvão.


  • Monitoração e correção de eletrólitos101 e equilíbrio ácido-base.

  • Administração de betabloqueadores cardioseletivos submetido às precauções correspondentes, tendo em mente a possível ativação da asma1.


Armazenagem de Vannair

Conservar em temperatura ambiente (15ºC a 30ºC).


Dizeres Legais de Vannair

ANVISA/MS – 1.1618.0234

Farm. Resp.: Dra. Daniela M. Castanho - CRF-SP nº 19.097


Fabricado por: AstraZeneca Dunkerque Production – Dunkerque – França

Importado por: AstraZeneca do Brasil Ltda.

Rod. Raposo Tavares, km 26,9 - Cotia - SP - CEP 06707-000


CNPJ 60.318.797/0001-00

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

N° do lote, data de fabricação e data de validade: vide cartucho.


Todas as marcas nesta embalagem são propriedade do grupo de empresas AstraZeneca.


VAN6_100_002a


Logo do SAC: 0800-0145578

VANNAIR 100 mcg - Laboratório

AstraZeneca
Rod. Raposo Tavares, km 26,9
Cotia/SP - CEP: 06707-000
Tel: 0800 014 55 78
Fax: (11) 3737 1200
Site: http://www.astrazeneca.com.br/

Ver outros medicamentos do laboratório "AstraZeneca"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
2 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
3 Pulmões: Órgãos do sistema respiratório situados na cavidade torácica e responsáveis pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
4 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
5 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
6 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
7 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
8 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
9 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
10 Candidíase: É o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
11 Orofaríngea: Relativo à orofaringe.
12 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
13 Fungo: Microorganismo muito simples de distribuição universal que pode colonizar uma superfície corporal e, em certas ocasiões, produzir doenças no ser humano. Como exemplos de fungos temos a Candida albicans, que pode produzir infecções superficiais e profundas, os fungos do grupo dos dermatófitos que causam lesões de pele e unhas, o Aspergillus flavus, que coloniza em alimentos como o amendoim e secreta uma toxina cancerígena, entre outros.
14 Placas: 1. Lesões achatadas, semelhantes à pápula, mas com diâmetro superior a um centímetro. 2. Folha de material resistente (metal, vidro, plástico etc.), mais ou menos espessa. 3. Objeto com formato de tabuleta, geralmente de bronze, mármore ou granito, com inscrição comemorativa ou indicativa. 4. Chapa que serve de suporte a um aparelho de iluminação que se fixa em uma superfície vertical ou sobre uma peça de mobiliário, etc. 5. Placa de metal que, colocada na dianteira e na traseira de um veículo automotor, registra o número de licenciamento do veículo. 6. Chapa que, emitida pela administração pública, representa sinal oficial de concessão de certas licenças e autorizações. 7. Lâmina metálica, polida, usualmente como forma em processos de gravura. 8. Área ou zona que difere do resto de uma superfície, ordinariamente pela cor. 9. Mancha mais ou menos espessa na pele, como resultado de doença, escoriação, etc. 10. Em anatomia geral, estrutura ou órgão chato e em forma de placa, como uma escama ou lamela. 11. Em informática, suporte plano, retangular, de fibra de vidro, em que se gravam chips e outros componentes eletrônicos do computador. 12. Em odontologia, camada aderente de bactérias que se forma nos dentes.
15 Língua:
16 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
17 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
18 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
19 Fúngicas: Relativas à ou produzidas por fungo.
20 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
21 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
22 Fúngica: Relativa à ou produzida por fungo.
23 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
24 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
25 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
26 Cabeça:
27 Palpitação: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
28 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
29 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
30 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
31 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
32 Espasmos: 1. Contrações involuntárias, não ritmadas, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosas ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
33 Catarata: Opacificação das lentes dos olhos (opacificação do cristalino).
34 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
35 Olho: s. m. (fr. oeil; ing. eye). Órgão da visão, constituído pelo globo ocular (V. este termo) e pelos diversos meios que este encerra. Está situado na órbita e ligado ao cérebro pelo nervo óptico. V. ocular, oftalm-. Sinônimos: Olhos
36 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
37 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
38 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
39 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
40 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
41 Agonista: 1. Em farmacologia, agonista refere-se às ações ou aos estímulos provocados por uma resposta, referente ao aumento (ativação) ou diminuição (inibição) da atividade celular. Sendo uma droga receptiva. 2. Lutador. Na Grécia antiga, pessoa que se dedicava à ginástica para fortalecer o físico ou como preparação para o serviço militar.
42 Adrenérgico: Que age sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
43 Músculo Liso: Um dos músculos dos órgãos internos, vasos sanguíneos, folículos pilosos etc.; os elementos contráteis são alongados, em geral células fusiformes com núcleos de localização central e comprimento de 20 a 200 mü-m, ou ainda maior no útero grávido; embora faltem as estrias traversas, ocorrem miofibrilas espessas e delgadas; encontram-se fibras musculares lisas juntamente com camadas ou feixes de fibras reticulares e, freqüentemente, também são abundantes os ninhos de fibras elásticas. (Stedman, 25ª ed)
44 Broncodilatador: Substância farmacologicamente ativa que promove a dilatação dos brônquios.
45 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
46 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
47 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
48 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
49 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
50 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
51 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
52 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
53 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
54 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
55 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
56 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
57 Malformações: 1. Defeito na forma ou na formação; anomalia, aberração, deformação. 2. Em patologia, é vício de conformação de uma parte do corpo, de origem congênita ou hereditária, geralmente curável por cirurgia. Ela é diferente da deformação (que é adquirida) e da monstruosidade (que é incurável).
58 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
59 Sobrevida: Prolongamento da vida além de certo limite; prolongamento da existência além da morte, vida futura.
60 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
61 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
62 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
63 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
64 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
65 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
66 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
67 Eletiva: 1. Relativo à eleição, escolha, preferência. 2. Em medicina, sujeito à opção por parte do médico ou do paciente. Por exemplo, uma cirurgia eletiva é indicada ao paciente, mas não é urgente. 3. Cujo preenchimento depende de eleição (diz-se de cargo). 4. Em bioquímica ou farmácia, aquilo que tende a se combinar com ou agir sobre determinada substância mais do que com ou sobre outra.
68 Síndrome de Cushing: A síndrome de Cushing, hipercortisolismo ou hiperadrenocortisolismo, é um conjunto de sinais e sintomas que indicam excesso de cortisona (hormônio) no sangue. Esse hormônio é liberado pela glândula adrenal (também conhecida como suprarrenal) em resposta à liberação de ACTH pela hipófise no cérebro. Níveis elevados de cortisol (ou cortisona) também podem ocorrer devido à administração de certos medicamentos, como hormônios glicocorticoides. A síndrome de Cushing e a doença de Cushing são muito parecidas, já que o que a causa de ambas é o elevado nível de cortisol no sangue. O que difere é a origem dessa elevação. A doença de Cushing diz respeito, exclusivamente, a um tumor na hipófise que passa a secretar grande quantidade de ACTH e, consequentemente, há um aumento na liberação de cortisol pelas adrenais. Já a síndrome de Cushing pode ocorrer, por exemplo, devido a um tumor presente nas glândulas suprarrenais ou pela administração excessiva de corticoides.
69 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
70 Hipocalemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
71 Células Musculares: Células contráteis maduras, geralmente conhecidas como miócitos, que formam um dos três tipos de músculo. Os três tipos de músculo são esquelético (FIBRAS MUSCULARES), cardíaco (MIÓCITOS CARDÍACOS) e liso (MIÓCITOS DE MÚSCULO LISO). Provêm de células musculares embrionárias (precursoras) denominadas MIOBLASTOS.
72 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
73 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
74 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
75 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
76 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
77 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
78 Tuberculose: Doença infecciosa crônica produzida pelo bacilo de Koch (Mycobacterium tuberculosis). Produz doença pulmonar, podendo disseminar-se para qualquer outro órgão. Os sintomas de tuberculose pulmonar consistem em febre, tosse, expectoração, hemoptise, acompanhada de perda de peso e queda do estado geral. Em países em desenvolvimento (como o Brasil) aconselha-se a vacinação com uma cepa atenuada desta bactéria (vacina BCG).
79 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
80 Catapora: Doença infecciosa aguda, comum na infância, também chamada de varicela. Ela é provocada por vírus e caracterizada por febre e erupção maculopapular rápida, seguida de erupção de vesículas eritematosas muito pruriginosas.
81 Sarampo: Doença infecciosa imunoprevenível, altamente transmissível por via respiratória, causada pelo vírus do sarampo e de imunidade permanente. Geralmente ocorre na infância, mas pode afetar adultos susceptíveis (não imunes). As manifestações clínicas são febre alta, tosse seca persistente, coriza, conjuntivite, aumento dos linfonodos do pescoço e manchas avermelhadas na pele. Em cerca de 30% das pessoas com sarampo podem ocorrer complicações como diarréia, otite, pneumonia e encefalite.
82 Imunoglobulina: Proteína do soro sanguíneo, sintetizada pelos plasmócitos provenientes dos linfócitos B como reação à entrada de uma substância estranha (antígeno) no organismo; anticorpo.
83 Varicela: Doença viral freqüente na infância e caracterizada pela presença de febre e comprometimento do estado geral juntamente com a aparição característica de lesões que têm vários estágios. Primeiro são pequenas manchas avermelhadas, a seguir formam-se pequenas bolhas que finalmente rompem-se deixando uma crosta. É contagiosa, mas normalmente não traz maiores conseqüências à criança. As bolhas e suas crostas, se não sofrerem infecção secundária, não deixam cicatriz.
84 Zoster: Doença produzida pelo mesmo vírus que causa a varicela (Varicela-Zóster). Em pessoas que já tenham tido varicela, o vírus se encontra em forma latente e pode ser reativado produzindo as características manchas avermelhadas, vesículas e crostas no território de distribuição de um determinado nervo. Como seqüela pode deixar neurite, com dores importantes.
85 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
86 Farmacologia: Ramo da medicina que estuda as propriedades químicas dos medicamentos e suas respectivas classificações.
87 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
88 Aleitamento Materno: Compreende todas as formas do lactente receber leite humano ou materno e o movimento social para a promoção, proteção e apoio à esta cultura. Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
89 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
90 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
91 Oxitocina: Hormônio produzido pelo hipotálamo e armazenado na hipófise posterior (neuro-hipófise). Tem a função de promover as contrações uterinas durante o parto e a ejeção do leite durante a amamentação.
92 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
93 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
94 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
95 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
96 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
97 Acidose metabólica: A acidose metabólica é uma acidez excessiva do sangue caracterizada por uma concentração anormalmente baixa de bicarbonato no sangue. Quando um aumento do ácido ultrapassa o sistema tampão de amortecimento do pH do organismo, o sangue pode acidificar-se. Quando o pH do sangue diminui, a respiração torna-se mais profunda e mais rápida, porque o corpo tenta liberar o excesso de ácido diminuindo o volume do anidrido carbônico. Os rins também tentam compensá-lo por meio da excreção de uma maior quantidade de ácido na urina. Contudo, ambos os mecanismos podem ser ultrapassados se o corpo continuar a produzir excesso de ácido, o que conduz a uma acidose grave e ao coma. A gasometria arterial é essencial para o seu diagnóstico. O pH está baixo (menor que 7,35) e os níveis de bicarbonato estão diminuídos (<24 mmol/l). Devido à compensação respiratória (hiperventilação), o dióxido de carbono está diminuído e o oxigênio está aumentado.
98 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
99 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
100 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
101 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.

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