NATRILIX S.R

SERVIER

Atualizado em 09/12/2014

Composição de Natrilix S.R

Cada comprimido revestido contém: indapamida1,5 mg. Excipientes q.s.p.

Posologia e Administração de Natrilix S.R

Via oral: um comprimido ao dia, de preferência pela manhã.

Precauções de Natrilix S.R

Em caso de insuficiência hepática1, os diuréticos2 tiazídicos podem causar uma encefalopatia3 hepática4. Neste caso, a administração do diurético5 deve ser suspensa imediatamente. Equilíbrio hidroeletrolítico6: natremia: deve ser controlada antes do início do tratamento e depois, em intervalos regulares. Todo tratamento diurético5 pode, efetivamente, provocar uma hiponatremia7, com graves conseqüências. A baixa da natremia pode apresentar-se assintomática, no início. Assim sendo, um controle regular é indispensável e deverá ser feito, mais freqüentemente, nas populações de risco, representadas pelos idosos e pelos cirróticos. Calemia: a depleção8 de potássio com hipocalemia9 constituiu-se no maior risco dos diuréticos2 tiazídicos. O risco de aparecimento de uma hipocalemia9 (< 3,4 mmol/l10) deve ser previsto em certas populações de risco, representadas pelos idosos e/ou desnutridos e/ou polimedicados; pelos cirróticos portadores de edemas11 e ascite12; pelos coronarianos; pelos portadores de insuficiência cardíaca13. Efetivamente, nestes casos, a hipocalemia9 aumenta a toxicidade14 cardíaca dos digitálicos e o risco de alterações no ritmo cardíaco. Os pacientes que apresentam um espaço QT prolongado são considerados igualmente como população de risco, quer seja de origem congênita15 ou iatrogênica16. A hipocalemia9, assim como a bradicardia17, age como um fator favorável ao surgimento de alterações graves do ritmo, em particular as ôtorsades de pointes", potencialmente fatais. Em todos estes casos, um controle mais freqüente da calemia torna-se necessário. O primeiro controle do patássio plasmático deve ser realizado no decorrer da primeira semana de tratamento. A constatação de uma hipocalemia9 requer a sua correção. Calcemia: os diuréticos2 tiazídicos podem reduzir a excreção urinária do cálcio e ocasionar um aumento pequeno e transitório da calcemia. Glicemia18: é importante para os pacientes diabéticos, o controle da glicemia18, notadamente na ocorrência de uma hipocalemia9. Ácido úrico: nos pacientes hiperuricêmicos, a tendência de ocorrer crises de gota19 pode estar aumentada. Função renal20 e diuréticos2: os diuréticos2 tiazídicos não são plenamente eficazes quando a função renal20 está normal ou pouco alterada (creatininemia < 2,5 mg%, sendo 220 mmol/l10 para um adulto). No idoso, o valor da creatininemia deve ser reajustado em função da idade, do peso e do sexo do paciente. A hipovolemia21, secundária à perda de água e de sódio induzida pelo diurético5 no início do tratamento, produz uma redução da filtração glomerular, resultando num aumento da concentração da uréia22 sangüínea e da creatininemia. Esta insuficiência renal23 funcional e transitória não traz conseqüência para os pacientes com função renal20 normal, mas pode agravar uma insuficiência renal23 preexistente. Desportistas: deve-se atentar para o fato de que Natrilix S.R. contém um princípio ativo que pode induzir uma reação positiva nos testes realizados durante o controle antidopping. Gravidez24 e aleitamento: como regra geral, a administração de diuréticos2 deve ser evitada durante a gravidez24 e nunca ser utilizado para o tratamento dos edemas11 fisiológicos da gravidez24. Os diuréticos2 podem, efetivamente, provocar uma isquemia25 fetoplacentária, com risco de hipotrofia26 fetal. O aleitamento é desaconselhado tendo em vista a passagem através do leite materno. Efeitos sobre a aptidão de condução de veículos e utilização de máquinas: Natrilix S.R. não tem ação sobre a vigilância, mas reações individuais relacionadas à diminuição da pressão arterial27 podem surgir em certos pacientes, especialmente no início do tratamento ou no caso de associação com outro medicamento anti-hipertensivo. Conseqüentemente, a aptidão de condução de veículos e utilização de máquinas pode estar diminuída. - Interações medicamentosas: associações desaconselhadas: lítio: aumento da litiemia acompanhada de sinais28 de superdosagem, como ocorre durante uma dieta hipossódica (diminuição da excreção urinária do lítio). Se a utilização dos diuréticos2 for necessária, proceder à vigilância estrita da litiemia e adaptação da posologia. Medicamentos não antiarrítmicos causadores de ôtorsades de pointes" (astemizol, bepridil, eritromicina IV, halofantrina, pentamidina, sultoprida, terfenadina, vincamina): ôtorsades de pointes" (a hipocalemia9 é um fator de risco29, assim como a bradicardia17 e um alongamento do espaço QT preexistente). Associações que necessitam de precauções particulares: A.I.N.S. (via geral), salicilatos em doses elevadas: possível diminuição do efeito anti-hipertensivo da indapamida. Insuficiência renal23 aguda no paciente desidratado (diminuição da filtração glomerular). Hidratar o paciente; avaliar a função renal20 no início do tratamento. Outros hipocalemiantes: anfotericina B (via IV), glico e mineralocorticóides (via geral), tetracosactídeo, laxativos30 estimulantes: risco aumentado de hipocalemia9 (efeito aditivo). Controle da calemia e, se necessário, proceder à sua correção; este controle deve ser feito, particularmente, nos casos de terapêutica31 com digitálicos. Utilizar laxativos30 não estimulantes. Baclofeno: potencialização do efeito anti-hipertensivo. Hidratar o paciente, vigiar a função renal20 no início do tratamento. Digitálicos: hipocalemia9 que favorece os efeitos tóxicos dos digitálicos. Controle da calemia. ECG e, se necessário, reconsiderar o tratamento. Associações a serem levadas em conta: diuréticos2 hipercalemiantes (amilorida, espironolactona, triamterena): a associação racional, útil para determinados pacientes, não exclui a possibilidade do surgimento de uma hipocalemia9 ou, particularmente, no insuficiente renal20 e no diabético, surgimento de uma hipercalemia32. Vigiar a calemia, eventualmente o ECG e, se necessário, reconsiderar o tratamento. Inibidores da enzima33 de conversão (IECA): risco de hipotensão arterial34 grave e/ou insuficiência renal23 aguda quando se inicia um tratamento com um inibidor da enzima33 de conversão nos pacientes com depleção8 sódica preexistente (particularmente nos pacientes portadores de estenose35 da artéria renal36). Na hipertensão37 essencial, quando um tratamento diurético5 anterior pode ter causado uma depleção8 de sódio, é necessário: interromper o diurético5 3 dias antes de iniciar o tratamento com o IECA, e introduzir um diurético5 hipocalemiante, se necessário; iniciar o tratamento com o IECA administrando doses iniciais reduzidas e aumentar gradativamente estas doses. Na insuficiência cardíaca congestiva38, iniciar o tratamento com uma dose muito pequena do IECA, eventualmente após redução da dose do diurético5 hipocalemiante associado. Em todos os casos, vigiar a função renal20 (dosagem da creatininemia) nas primeiras semanas do tratamento pelo IECA. Medicamentos antiarrítmicos causadores de ôtorsades de pointes": antiarrítmicos do grupo la (quinidina, hidroquinidina, disopiramida), amiodarona, bretílio, sotalol: ôtorsades de pointes" (a hipocalemia9 é um fator de risco29, assim como a bradicardia17 é um prolongamento do espaço QT preexistente). Prevenção da hipocalemia9 e, se necessário, proceder à correção: vigilância do espaço QT. Em caso de torsades, não administrar antiarrítmicos (desvio eletrossistólico). Metformina39: acidose40 láctica41 devido à metformina39, desencadeada por uma eventual insuficiência renal23 funcional ligada aos diuréticos2 e, mais especificamente, aos diuréticos2 de alça. Não utilizar a metformina39 quando a creatininemia ultrapassar 1,5 mg% (135 mmol/l10) no homem e 1,2 mg% (110 mmol/l10) na mulher. Produtos de contraste iodados: em caso de desidratação42 provocada pelos diuréticos2, aumento do risco de insuficiência renal23 aguda, particularmente quando da utilização de doses importantes de produtos de contraste iodados. Reidratação antes da administração do produto iodado. Antidepressivos imipramínicos (tricíclicos), neurolépticos43: efeito anti-hipertensivo e risco de hipotensão44 ortostática aumentados (efeito aditivo). Sais de cálcio: risco de hipercalcemia pela diminuição da eliminação urinária do cálcio. Ciclosporina: risco de aumento da creatininemia sem modificação das taxas circulantes de ciclosporina, mesmo na ausência de depleção8 hidrossódica. Corticóides, tetracosactídeo (via geral): diminuição do efeito anti-hipertensivo (retenção hidrossódica dos corticóides). Superdosagem: Natrilix S.R. foi estudado em doses que chegaram a 40 mg, ou seja, 27 vezes a dose terapêutica31. Os sinais28 de intoxicação aguda se traduzem, principalmente, pelas alterações hidroeletrolíticas (hiponatremia7, hipocalemia9). Clinicamente, existe a possibilidade do aparecimento de náuseas45, vômitos46, hipotensão arterial34, câimbras47, vertigem48, sonolência, confusão mental, poliúria49 ou oligúria50 podendo chegar a anúria51 (por hipovolemia21). As primeiras medidas consistem na eliminação rápida dos produtos ingeridos através de lavagem gástrica52 e/ou administração de carbono ativo, seguida da restauração de equilíbrio hidroeletrolítico6 em um centro especializado.

Reações Adversas de Natrilix S.R

As reações adversas biológicas ou clínicas são, em sua maioria, dose-dependentes. Em nível biológico: uma depleção8 de potássio com hipocalemia9, mais freqüente em pacientes predispostos. No decorrer dos estudos clínicos, foi observada em certos casos, uma baixa da calemia após 4 a 6 semanas de tratamento. Após 12 semanas de tratamento, a redução média da calemia foi de 0,23 mmol/l10. Uma hiponatremia7 acompanhada de hipovolemia21 causadas por uma desidratação42 e uma hipotensão44 ortostática. A perda concomitante de íons53 cloreto pode causar, secundariamente, uma alcalose54 metabólica compensada: a incidência55 e amplitude deste efeito são fracos. Uma elevação da uricemia no decorrer do tratamento: a utilização dos diuréticos2 será cuidadosamente avaliada nos pacientes gotosos. Alterações hematológicas: muito raramente podem ser observadas trombocitopenia56, leucopenia57, agranulocitose58, aplasia de medula59 e anemia hemolítica60. Excepcionalmente pode-se observar uma hipercalcemia. Em nível clínico: reações de hipersensibilidade, essencialmente dermatológicas, nos pacientes predispostos às manifestações alérgicas e asmáticas. Erupções maculopapulares, púrpura61, possibilidade de agravamento de um lúpus62 eritematoso63 agudo64 disseminado preexistente. Raramente foram relatadas náuseas45, constipação65, secura da boca66, vertigens67, astenia68, parestesias69 e cefaléias70 que desaparecem com a redução da posologia. Excepcionalmente: pancreatite71.

Contra-Indicações de Natrilix S.R

Hipersensibilidade às sulfamidas; insuficiência hepática1 ou renal20 grave; encefalopatia3 hepática4; hipocalemia9.

Indicações de Natrilix S.R

Hipertensão arterial72 essencial.

Apresentação de Natrilix S.R

C aixa contendo 30 comprimidos revestidos.


NATRILIX S.R - Laboratório

SERVIER
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Fax: (021 )593-0774

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Complementos

1 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
2 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
3 Encefalopatia: Qualquer patologia do encéfalo. O encéfalo é um conjunto que engloba o tronco cerebral, o cerebelo e o cérebro.
4 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
5 Diurético: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
6 Hidroeletrolítico: Aproximadamente 60% do peso de um adulto são representados por líquido (água e eletrólitos). O líquido corporal localiza-se em dois compartimentos, o espaço intracelular (dentro das células) e o espaço extracelular (fora das células). Os eletrólitos nos líquidos corporais são substâncias químicas ativas. Eles são cátions, que carregam cargas positivas, e ânions, que transportam cargas negativas. Os principais cátions são os íons sódio, potássio, cálcio, magnésio e hidrogênio. Os principais ânions são os íons cloreto, bicarbonato, fosfato e sulfato.
7 Hiponatremia: Concentração de sódio sérico abaixo do limite inferior da normalidade; na maioria dos laboratórios, isto significa [Na+] < 135 meq/L, mas o ponto de corte [Na+] < 136 meq/L também é muito utilizado.
8 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
9 Hipocalemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
10 Mmol/L: Milimols por litro, unidade de medida que mostra a concentração de uma substância em uma quantidade específica de fluido.
11 Edemas: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
12 Ascite: Acúmulo anormal de líquido na cavidade peritoneal. Pode estar associada a diferentes doenças como cirrose, insuficiência cardíaca, câncer de ovário, esquistossomose, etc.
13 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
14 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
15 Congênita: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
16 Iatrogênica: Relativo à ou próprio da iatrogenia, que significa geração de atos ou pensamentos a partir da prática médica. É frequentemente empregado para designar os erros da conduta médica.
17 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
18 Glicemia: Valor de concentração da glicose do sangue. Seus valores normais oscilam entre 70 e 110 miligramas por decilitro de sangue (mg/dl).
19 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
20 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
21 Hipovolemia: Diminuição do volume de sangue secundário a hemorragias, desidratação ou seqüestro de sangue para um terceiro espaço (p. ex. peritônio).
22 Ureia: 1. Resíduo tóxico produzido pelo organismo, resulta da quebra de proteínas pelo fígado. É normalmente removida do organismo pelos rins e excretada na urina. 2. Substância azotada. Composto orgânico cristalino, incolor, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), com um ponto de fusão de 132,7 °C.
23 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
24 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
25 Isquemia: Insuficiência absoluta ou relativa de aporte sanguíneo a um ou vários tecidos. Suas manifestações dependem do tecido comprometido, sendo a mais frequente a isquemia cardíaca, capaz de produzir infartos, isquemia cerebral, produtora de acidentes vasculares cerebrais, etc.
26 Hipotrofia: Estado ou processo de crescimento ou desenvolvimento subnormal de qualquer coisa.
27 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
28 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
29 Fator de risco: Qualquer coisa que aumente a chance de uma pessoa desenvolver uma doença.
30 Laxativos: Mesmo que laxantes. Que laxa, afrouxa, dilata. Medicamentos que tratam da constipação intestinal; purgantes, purgativos, solutivos.
31 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
32 Hipercalemia: É a concentração de potássio sérico maior que 5.5 mmol/L (mEq/L). Uma concentração acima de 6.5 mmol/L (mEq/L) é considerada crítica.
33 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
34 Hipotensão arterial: Diminuição da pressão arterial abaixo dos valores normais. Estes valores normais são 90 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 50 milímetros de pressão diastólica.
35 Estenose: Estreitamento patológico de um conduto, canal ou orifício.
36 Artéria Renal: Ramo da aorta abdominal que irriga os rins, glândulas adrenais e ureteres.
37 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
38 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
39 Metformina: Medicamento para uso oral no tratamento do diabetes tipo 2. Reduz a glicemia por reduzir a quantidade de glicose produzida pelo fígado e ajudando o corpo a responder melhor à insulina produzida pelo pâncreas. Pertence à classe das biguanidas.
40 Acidose: Desequilíbrio do meio interno caracterizado por uma maior concentração de íons hidrogênio no organismo. Pode ser produzida pelo ganho de substâncias ácidas ou perda de substâncias alcalinas (básicas).
41 Láctica: Diz-se de ou ácido usado como acidulante e intermediário químico; lática.
42 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
43 Neurolépticos: Medicamento que exerce ação calmante sobre o sistema nervoso, tranquilizante, psicoléptico.
44 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
45 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
46 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
47 Câimbras: Contrações involuntárias, espasmódicas e dolorosas de um ou mais músculos.
48 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
49 Poliúria: Diurese excessiva, pode ser um sinal de diabetes.
50 Oligúria: Clinicamente, a oligúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas ou menor de 30 ml/hora.
51 Anúria: Clinicamente, a anúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas.
52 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
53 Íons: Átomos ou grupos atômicos eletricamente carregados.
54 Alcalose: Desequilíbrio do meio interno, produzido por uma diminuição na concentração de íons hidrogênio ou aumento da concentração de bases orgânicas nos líquidos corporais.
55 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
56 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
57 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
58 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
59 Medula: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
60 Anemia hemolítica: Doença hereditária que faz com que os glóbulos vermelhos do sangue se desintegrem no interior dos veios sangüíneos (hemólise intravascular) ou em outro lugar do organismo (hemólise extravascular). Pode ter várias causas e ser congênita ou adquirida. O tratamento depende da causa.
61 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
62 Lúpus: 1. É uma inflamação crônica da pele, caracterizada por ulcerações ou manchas, conforme o tipo específico. 2. Doença autoimune rara, mais frequente nas mulheres, provocada por um desequilíbrio do sistema imunológico. Nesta patologia, a defesa imunológica do indivíduo se vira contra os tecidos do próprio organismo como pele, articulações, fígado, coração, pulmão, rins e cérebro. Essas múltiplas formas de manifestação clínica, às vezes, podem confundir e retardar o diagnóstico. Lúpus exige tratamento cuidadoso por médicos especializados no assunto.
63 Eritematoso: Relativo a ou próprio de eritema. Que apresenta eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
64 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
65 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
66 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
67 Vertigens: O termo vem do latim “vertere” e quer dizer rodar. A definição clássica de vertigem é alucinação do movimento. O indivíduo vê os objetos do ambiente rodarem ao seu redor ou seu corpo rodar em relação ao ambiente.
68 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
69 Parestesias: São sensações cutâneas subjetivas (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) que são vivenciadas espontaneamente na ausência de estimulação.
70 Cefaléias: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaléia ou dor de cabeça tensional, cefaléia cervicogênica, cefaléia em pontada, cefaléia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaléias ou dores de cabeça. A cefaléia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
71 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
72 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
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