Preço de NORFLOXACINO em Fairfield/SP: R$ 51,27

NORFLOXACINO

UNIAO QUIMICA

Atualizado em 09/12/2014

UNIÃO Norfloxacino
Norfloxacino
Comprimido

Forma Farmacêutica e Apresentação do Norfloxacino

Comprimido: caixa com 14 comprimidos.

USO  ADULTO

- COMPOSIÇÃO: Comprimido
Cada comprimido contém:
Norfloxacino    400mg
Excipientes: estearato de magnésio, lactose1, celulose microcristalina, polividona, croscarmelose sódica, silicato de magnésio.

Informações ao Paciente do Norfloxacino

AÇÃO ESPERADA DO MEDICAMENTO:
Tem ação antibacteriana no tratamento das infecções2 causadas por germes sensíveis ao Norfloxacino.

CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO:
Conserve o produto na embalagem original, em temperatura ambiente (15 a 30ºC) e protegido da luz e da umidade.

PRAZO DE VALIDADE:
24 meses a partir da data de fabricação (vide cartucho). Não use medicamentos com o prazo de validade vencido.

GRAVIDEZ3 E LACTAÇÃO4:
O Norfloxacino não deve ser usado durante a gravidez3 e a amamentação5. Informe seu médico a  ocorrência de gravidez3 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao médico se está amamentando.

CUIDADOS DE ADMINISTRAÇÃO:
Como ocorre com todos os medicamentos antibacterianos, pode-se não obter alívio imediato dos sintomas6.
Durante o tratamento, usar protetor solar e evitar exposição excessiva ao sol.
Continue o tratamento, mesmo que sinta melhora após alguns dias. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

REAÇÕES ADVERSAS:
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis como: dor de cabeça7, pequenos distúrbios gastrointestinais, tontura8 e leve reação na pele9.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

INGESTÃO  CONCOMITANTE  COM  OUTRAS  SUBSTÂNCIAS:
A presença de alimentos no estômago10 pode diminuir ou retardar a absorção do Norfloxacino.

CONTRA-INDICAÇÕES E PRECAUÇÕES:
O produto não deve ser usado por pacientes com hipersensibilidade aos componentes da fórmula ou a qualquer antibacteriano quinolínico, por crianças, adolescentes ou mulheres grávidas. Deve ser usado com cautela em pacientes com histórico de convulsões.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
Não deve ser utilizado durante a gravidez3 e a lactação4.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE11.

- INFORMAÇÕES TÉCNICAS

Características do Norfloxacino

O Norfloxacino é um novo ácido-quinolino-carboxílico com ação antibacteriana e de administração oral. Tem amplo espectro de atividade antibacteriana contra patógenos aeróbios Gram-positivos e Gram-negativos. O átomo de flúor na posição 6 proporciona potência superior contra organismos Gram-negativos, e o núcleo piperazínico na posição 7 é responsável pela atividade antipseudomonas.O Norfloxacino inibe a síntese de ácido desoxirribonucléico bacteriano e é bactericida. Em nível molecular, três eventos específicos foram atribuídos ao Norfloxacino em células12 de Escherichia coli:
1) Inibição da girase do DNA que catalisa a reação de superespiralamento do DNA ATP13-dependente.
2) Inibição do relaxamento de DNA superespiralado.
3) Promoção de ruptura do DNA de cadeia dupla.
A resistência ao Norfloxacino devido à mutação14 espontânea é uma ocorrência rara (varia de 10-9 a 10-12). Houve desenvolvimento de resistência durante a terapia com Norfloxacino em menos de 1 % dos pacientes tratados.
Os organismos para os quais o desenvolvimento de resistência foi maior são: Pseudomonas aeruginosa; Klebsiella pneumoniae; Acinetobacter sp; Enterococcus; Stafilococcus aureus meticilina resistente.
Por causa de sua estrutura específica, o Norfloxacino geralmente é ativo contra organismos resistentes ao ácido nalidixino oxotínico e pipemídico, cinoxacino e flumequina. Organismos resistentes ao Norfloxacino in vitro são também resistentes a estes ácidos orgânicos. Estudos preliminares indicam que organismos resistentes ao  Norfloxacino também o são, em geral, ao pefloxacino, ofloxacino, ciprofloxacino e enoxacino.
Não há resistência cruzada entre Norfloxacino e outros agentes antimicrobianos de estrutura diferente, tais como penicilinas, cefalosporinas, tetraciclinas, macrolídios, aminociclitóis, sulfonamidas, 2,4-diaminopirimidinas e combinações (por
exemplo, cotrimoxazol).
A análise da experiência clínica global   com   Norfloxino demonstra alta correlação entre os resultados dos testes de sensibilidade conduzidos in vitro e a eficácia clínica e bacteriológica do agente em seres humanos.
Norfloxino é ativo in vitro contra as seguintes bactérias encontradas em infecções2 do trato urinário15:
Enterobacteriaceae: Citrobacter sp; Citrobacter diversus; Citrobacter freundii; Edwardisiella tarda, Enterobacter sp; Enterobacter aerogenes, Enterobacter aggIomerans; Enterobacter cloacae; Escherichia coli, Hafnia sp; Klebsiella sp; Klebsiella oxytoca; Klebsiella pneumoniae; Morganella morganica; Proteus sp (indol positivo); Proteus mirabilis; Proteus vulgaris; Providencia sp; Providencia rettgeri, Providencia stuartii; Serratia sp; Serratia marcescens.
Pseudomonadaceae: Pseudomonas aeruginosa; Pseudomonas cepacia; Pseudomonas fluorescens.
Outras: Alcaligenes sp; Flavobacterium sp.
Cocos Gram-positivos: Enterococcus; Staphylococcus sp; Staphylococcus Coag. negativo; StaphyIococcus aureus (incluindo os produtores de penicilinase e a maioria das cepas16 meticilino-resistentes); Staphylococcus epidermidis; StaphyIococcus saprophyticus; Streptococcus Grupo B, Grupo D (incluindo Enterococcus faecalis), Grupo G; Streptococcus viridans.
Norfloxacino é ativo contra as seguintes bactérias associadas com gastroenterite17 aguda:
Aeromonas hydrophila; Campylobacter fetus subsp. jejuni; Escherichia coli enterotoxigênica; Plesiomonas shigelloides; Salmonella sp; Salmonella typhi, Shigella boydii, Shigella flexneri; Shigella sonnei, Shigella sp; Shigella dysenteriae; Vibrio cholerae; Vibrio parahemolyticus; Yersinia enterocolitica.
Além destas, Norfloxacino é ativo contra: Bacillus cereus, Neisseria gonorrhoeae, Ureaplasma urealyticum e Haemophilus influenzae.
Norfloxacino não é ativo contra anaeróbios, incluindo Actinomyces sp, Fusobacterium sp, Bacteroides sp e Clostridium sp, exceto C. perfringens.

Indicações do Norfloxacino

Norfloxacino é um agente bactericida de amplo espectro indicado para:
Tratamento de:
. Infecções2 do trato urinário15 alto ou baixo, complicadas ou não, agudas ou crônicas. Estas infecções2 incluem: cistite18, pielite, cistopielite, pielonefrite19, prostatite20 crônica, epididimite e aquelas associadas com cirurgia urológica, bexiga21 neurogênica ou nefrolitíase, causadas por bactérias suscetíveis ao Norfloxacino.
. Gastroenterites agudas bacterianas causadas por germes sensíveis.
. Uretrite22, faringite23, proctite24 ou cervicite25 gonocócicas causadas
por cepas16 de Neisseria gonorrhoeae  produtoras ou não de penicilinase.
. Febre tifóide26.
Infecções2 causadas por organismos multirresistentes têm sido tratadas com sucesso com doses usuais de Norfloxacino.
Profilaxia de:
. Sepse27 em pacientes com neutropenia28 intensa. Norfloxacino suprime a flora aeróbia endógena do intestino que pode causar sepse27 em pacientes com neutropenia28 (por exemplo, pacientes com leucemia29 que recebem quimioterapia30).
. Gastroenterite17 bacteriana.
Neutropenia28 intensa foi definida, em estudos clínicos, como contagem de neutrófilos31 < 100/mm3 por uma semana ou mais.

Contra-Indicações do Norfloxacino

É contra-indicado aos pacientes com antecedentes de hipersensibilidade ao Norfloxacino e aos demais fármacos do grupo das quinolonas. Durante a gravidez3 e amamentação5, em crianças e adolescentes.

Precauções  e Advertências do Norfloxacino

Gerais: Assim como para outros ácidos  orgânicos, o Norfloxacino deve ser usado com cautela em indivíduos com história de convulsões ou de fatores que sabidamente predispõem a convulsões. Raramente têm sido relatadas convulsões em pacientes recebendo Norfloxacino, contudo ainda não foi estabelecida uma relação de causa com a droga.Têm sido observadas reações de fotossensibilidade em pacientes excessivamente expostos à luz do sol enquanto recebem alguns membros desta classe de drogas. Deve-se evitar muita luz, usar protetor solar e descontinuar a terapia se ocorrer fotossensibilidade.
Insuficiência Renal32: Norfloxacino pode ser usado em pacientes com insuficiência renal32, entretanto, como o Norfloxacino é primariamente excretado pelo rim33, níveis urinários podem ser significativamente comprometidos por disfunção renal34 severa.
Gravidez3: o Norfloxacino pode causar problemas no desenvolvimento ósseo do feto35, por isso não deve ser usado durante a gravidez3. O Norfloxacino foi detectado no sangue do cordão umbilical36 e no líquido amniótico37.
Amamentação5: o Norfloxacino é distribuído no leite materno, por isso não deve ser usado durante a amamentação5.
Pediatria: Devido a possibilidade de ocorrerem problemas no desenvolvimento ósseo, o Norfloxacino não deve ser usado em crianças e adolescentes.

- INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS:
Probenecida: diminui a excreção urinária do Norfloxacino.
Teofilina e ciclosporina: têm seus níveis séricos significativamente aumentados.
Anticoagulantes38 orais: têm seus efeitos anticoagulantes38 potencializados.
Multivitaminas contendo ferro e zinco, antiácidos39 e sucralfatos: diminuem a absorção do Norfloxacino. Não devem ser dados concomitantemente  e nem com intervalo inferior a 2 horas.
Cafeína: tem seu clearance reduzido e prolongamento da meia-vida plasmática.
Fembufeno: o uso concomitante pode levar a convulsões.

Interferência em Exames Laboratoriais do Norfloxacino

Exames laboratoriais anormais foram raramente observados durante estudos clínicos. Entretanto, alguns tiveram incidência40 <0,3%: leucopenia41, eosinofilia42, neutropenia28, trombocitopenia43 e elevação de ALT(TGP) e AST(TGO).
Pode provocar aumentos transitórios nos níveis séricos de fosfatase alcalina44, bilirrubina45, uréia46 e creatinina47.

Reações Adversas/Colaterais do Norfloxacino

Pode ocorrer estimulação do Sistema Nervoso Central48 (SNC49), causando psicose50 aguda, agitação, confusão, alucinações51 e tremores. As reações de hipersensibilidade ao Norfloxacino se caracterizam por rash52 cutâneo53, irritação e eritema54, Síndrome de Stevens-Johnson55, respiração curta, inchaço56 de rosto e pescoço57, vasculite58. Também pode ocorrer nefrite59 intersticial60 identificada pela presença de urina61 escura ou sanguinolenta62, febre63, rash52 e inchaço56 de pés ou pernas. O médico deve estar atento aos sintomas6 de toxicidade64 do SNC49, tais como: vertigens65, cefaléia66, nervosismo, sonolência e insônia, ou em casos de reações gastrointestinais, como dor ou desconforto abdominal ou estomacal, diarréia67, náusea68 e vômito69. Mais raramente podem ocorrer reações de sensibilidade da pele9 à luz do sol.

Posologia do Norfloxacino

Infecção70 do trato urinário15: 400 mg, de 12 em 12 horas, durante 7 a 10 dias.Cistite18 aguda não complicada: 400 mg, de 12 em 12 horas, durante 3 dias.
Infecção70 do trato urinário15 crônica recidivante71: 400 mg, de 12 em
12 horas, até 12 semanas. Se for obtida supressão adequada dentro de 4 semanas de tratamento, a dose de Norfloxacino pode ser reduzida para 400 mg/dia.
Para o tratamento de prostatite20 crônica, o tratamento por 4 semanas (400 mg, de 12 em 12 horas) tem se apresentado bastante eficaz.
Gastroenterite17 bacteriana aguda: 400 mg, de 12 em 12 horas, durante 5 dias.
Uretrite22, faringite23, proctite24 e cervicite25 gonocócica agudas: 800 mg em dose única.
Febre tifóide26: 400 mg, de 8 em 8 horas, durante 14 dias.
Profilaxia da sepse27 com neutropenia28 intensa: 400 mg, de 8 em 8 horas, enquanto durar a neutropenia28 (não há dados disponíveis para recomendar o tratamento além de 8 semanas).
Profilaxia da gastroenterite17 bacteriana: 400 mg/dia. Iniciar 24 horas antes da chegada e continuar 48 horas após a saída de áreas endêmicas.
O comprimido deverá ser ingerido pelo menos 1 hora antes ou pelo menos 2 horas depois das refeições com um copo de água.

Superdosagem do Norfloxacino

Não há informação específica relativa ao tratamento na superdosagem de Norfloxacino. Deve-se manter hidratação adequada.
Em caso de superdosagem aguda, deve-se esvaziar o estômago10 por vômito69 ou lavagem gástrica72. Observar cuidadosamente o paciente e ministrar tratamento sintomático73 e de apoio.

Pacientes Idosos do Norfloxacino

Pacientes idosos podem apresentar função renal34 diminuída devido a idade, neste caso deve ser feito ajuste da dosagem de Norfloxacino.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA      
N.º do lote, data da fabricação e data da validade: vide cartucho

NORFLOXACINO - Laboratório

UNIAO QUIMICA
Rua Cel. Luiz Tenório de Brito, 90
Embu-Guaçu/SP - CEP: 06900-000
Tel: SAC 0800 11 1559

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Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
3 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
4 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
5 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
6 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
7 Cabeça:
8 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
9 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
10 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
11 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
12 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
13 ATP: Adenosina Trifosfato (ATP) é nucleotídeo responsável pelo armazenamento de energia. Ela é composta pela adenina (base azotada), uma ribose (açúcar com cinco carbonos) e três grupos de fosfato conectados em cadeia. A energia é armazenada nas ligações entre os fosfatos. O ATP armazena energia proveniente da respiração celular e da fotossíntese, para consumo imediato, não podendo ser estocada. A energia pode ser utilizada em diversos processos biológicos, tais como o transporte ativo de moléculas, síntese e secreção de substâncias, locomoção e divisão celular, dentre outros.
14 Mutação: 1. Ato ou efeito de mudar ou mudar-se. Alteração, modificação, inconstância. Tendência, facilidade para mudar de ideia, atitude etc. 2. Em genética, é uma alteração súbita no genótipo de um indivíduo, sem relação com os ascendentes, mas passível de ser herdada pelos descendentes.
15 Trato Urinário:
16 Cepas: Cepa ou estirpe é um termo da biologia e da genética que se refere a um grupo de descendentes com um ancestral comum que compartilham semelhanças morfológicas e/ou fisiológicas.
17 Gastroenterite: Inflamação do estômago e intestino delgado caracterizada por náuseas, vômitos, diarréia e dores abdominais. É produzida pela ingestão de vírus, bactérias ou suas toxinas, ou agressão da mucosa intestinal por diversos mecanismos.
18 Cistite: Inflamação ou infecção da bexiga. É uma das infecções mais freqüentes em mulheres, e manifesta-se por ardor ao urinar, urina escura ou com traços de sangue, aumento na freqüência miccional, etc.
19 Pielonefrite: Infecção dos rins produzida em geral por bactérias. A forma de aquisição mais comum é por ascensão de bactérias através dos ureteres, como complicação de uma infecção prévia de bexiga. Seus sintomas são febre, dor lombar, calafrios, eliminação de urina turva ou com traços de sangue, etc. Deve ser tratada cuidadosamente com antibióticos pelo risco de lesão permanente dos rins, com perda de função renal.
20 Prostatite: Quadro de inflamação da próstata.
21 Bexiga: Órgão cavitário, situado na cavidade pélvica, no qual é armazenada a urina, que é produzida pelos rins. É uma víscera oca caracterizada por sua distensibilidade. Tem a forma de pêra quando está vazia e a forma de bola quando está cheia.
22 Uretrite: Inflamação da uretra de causa geralmente infecciosa. Manifesta-se por ardor ao urinar e secreção amarelada drenada pela mesma. Em mulheres esta secreção pode não ser evidente.
23 Faringite: Inflamação da mucosa faríngea em geral de causa bacteriana ou viral. Caracteriza-se por dor, dificuldade para engolir e vermelhidão da mucosa, acompanhada de exsudatos ou não.
24 Proctite: Inflamação da mucosa retal produzida por infecções bacterianas ou virais. Manifesta-se por dor ao defecar, eliminação de muco através do ânus e tenesmo retal.
25 Cervicite: Inflamação infecciosa do colo uterino.Pode não apresentar sintomas ou pode manifestar-se por dor no baixo ventre, secreção vaginal purulenta, dor ou “pontadas” associadas ao coito (dispareunia).
26 Febre tifóide: Infecção produzida por uma bactéria chamada Salmonella tiphy, adquirida através de alimentos contaminados e caracterizada por febre persistente, aumento do tamanho dos tecidos linfáticos (baço, gânglios linfáticos, etc.) e erupções cutâneas. Sem tratamento adequado pode ser muito grave.
27 Sepse: Infecção produzida por um germe capaz de provocar uma resposta inflamatória em todo o organismo. Os sintomas associados a sepse são febre, hipotermia, taquicardia, taquipnéia e elevação na contagem de glóbulos brancos. Pode levar à morte, se não tratada a tempo e corretamente.
28 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
29 Leucemia: Doença maligna caracterizada pela proliferação anormal de elementos celulares que originam os glóbulos brancos (leucócitos). Como resultado, produz-se a substituição do tecido normal por células cancerosas, com conseqüente diminuição da capacidade imunológica, anemia, distúrbios da função plaquetária, etc.
30 Quimioterapia: Método que utiliza compostos químicos, chamados quimioterápicos, no tratamento de doenças causadas por agentes biológicos. Quando aplicada ao câncer, a quimioterapia é chamada de quimioterapia antineoplásica ou quimioterapia antiblástica.
31 Neutrófilos: Leucócitos granulares que apresentam um núcleo composto de três a cinco lóbulos conectados por filamenos delgados de cromatina. O citoplasma contém grânulos finos e inconspícuos que coram-se com corantes neutros.
32 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
33 Rim: Os rins são órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
34 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
35 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
36 Sangue do Cordão Umbilical: Sangue do feto. A troca de nutrientes e de resíduos entre o sangue fetal e o materno ocorre através da PLACENTA. O sangue do cordão é o sangue contido nos vasos umbilicais (CORDÃO UMBILICAL) no momento do parto.
37 Líquido amniótico: Fluido viscoso, incolor ou levemente esbranquiçado, que preenche a bolsa amniótica e envolve o embrião durante toda a gestação, protegendo-o contra infecções e choques mecânicos e térmicos.
38 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
39 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
40 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
41 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
42 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
43 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
44 Fosfatase alcalina: É uma hidrolase, ou seja, uma enzima que possui capacidade de retirar grupos de fosfato de uma distinta gama de moléculas, tais como nucleotídeos, proteínas e alcaloides. Ela é sintetizada por diferentes órgãos e tecidos, como, por exemplo, os ossos, fígado e placenta.
45 Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
46 Ureia: 1. Resíduo tóxico produzido pelo organismo, resulta da quebra de proteínas pelo fígado. É normalmente removida do organismo pelos rins e excretada na urina. 2. Substância azotada. Composto orgânico cristalino, incolor, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), com um ponto de fusão de 132,7 °C.
47 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
48 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
49 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
50 Psicose: Grupo de doenças psiquiátricas caracterizadas pela incapacidade de avaliar corretamente a realidade. A pessoa psicótica reestrutura sua concepção de realidade em torno de uma idéia delirante, sem ter consciência de sua doença.
51 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
52 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
53 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
54 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
55 Síndrome de Stevens-Johnson: Forma grave, às vezes fatal, de eritema bolhoso, que acomete a pele e as mucosas oral, genital, anal e ocular. O início é geralmente abrupto, com febre, mal-estar, dores musculares e artralgia. Pode evoluir para um quadro toxêmico com alterações do sistema gastrointestinal, sistema nervoso central, rins e coração (arritmias e pericardite). O prognóstico torna-se grave principalmente em pessoas idosas e quando ocorre infecção secundária. Pode ser desencadeado por: sulfas, analgésicos, barbitúricos, hidantoínas, penicilinas, infecções virais e bacterianas.
56 Inchaço: Inchação, edema.
57 Pescoço:
58 Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
59 Nefrite: Termo que significa “inflamação do rim” e que agrupa doenças caracterizadas por lesões imunológicas ou infecciosas do tecido renal. Alguns exemplos são a nefrite intersticial por drogas, a glomerulonefrite pós-estreptocócica, etc. Podem manifestar-se por hipertensão arterial, hematúria e dor lombar.
60 Intersticial: Relativo a ou situado em interstícios, que são pequenos espaços entre as partes de um todo ou entre duas coisas contíguas (por exemplo, entre moléculas, células, etc.). Na anatomia geral, diz-se de tecido de sustentação localizado nos interstícios de um órgão, especialmente de vasos sanguíneos e tecido conjuntivo.
61 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
62 Sanguinolenta: 1. Em que há grande derramamento de sangue; sangrenta. 2. Tinto ou misturado com sangue. 3. Que se compraz em ver ou derramar sangue; sanguinária.
63 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
64 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
65 Vertigens: O termo vem do latim “vertere” e quer dizer rodar. A definição clássica de vertigem é alucinação do movimento. O indivíduo vê os objetos do ambiente rodarem ao seu redor ou seu corpo rodar em relação ao ambiente.
66 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
67 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
68 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
69 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
70 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
71 Recidivante: Característica da doença que recidiva, que acontece de forma recorrente ou repetitiva.
72 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
73 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.

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