PARLIB

Atualizado em 28/03/2008
OBS: Todos os medicamentos do Laboratório Enila tiveram sua produção suspensa segundo Resolução - RE nº 892, de 29 de maio de 2003 da Anvisa.
 

- Composição
cada frasco-ampola com 0,1 mg de gonadorelinacontém: cloridrato de gonadorelina 0,1 mg; lactose1 100 mg. Cada frasco-ampola com 0,5 mg de gonadorelina contém: cloridrato de gonadorelina 0,5 mg; lactose1 100 mg. Cada ampola de diluente estéril contém: álcool benzílico a 2% 2 ml.

- Posologia e Administração
uso terapêutico: criptorquidia2: a dose inicial de Parlib varia de 0,05 a 0,1 mg/dia administrada em doses divididas, a intervalos de 60 a 90 minutos. A dose inicial de Parlib pode ser aumentada em 0,05 mg/dia a cada 2 semanas, de acordo com as respostas clínica e hormonal, até a dose máxima de 0,2 mg/dia. Os pulsos de gonadorelina são idealmente administrados subcutaneamente por uma bomba de infusão automática portátil, programada para administrar a dose necessária a intervalos regulares. O tratamento deve ser interrompido quando os testículos3 migrarem e permanecerem na bolsa por 1 a 2 semanas ou após 4 semanas de tratamento com Parlib sem resposta. Em nenhuma circunstância o tratamento deve se prolongar por mais de 16 semanas. Se, neste período, não ocorrer resposta ou se esta for incompleta indica-se avaliação e correção cirúrgica, se necessário. Como todos os tratamentos para criptorquidia2, há necessidade de seguimento periódico dos pacientes para assegurar que os testículos3 permaneçam na bolsa. Indução da ovulação4: como em todos os casos de infertilidade5 anovulatória de origem hipotalâmica, recomenda-se avaliação hipofisária e de outras funções endócrinas das pacientes. Durante o tratamento com Parlib a resposta da paciente deve ser monitorizada clinicamente quanto à temperatura corporal basal, níveis séricos de 17 beta-estradiol e progesterona e exploração ultra-sonográfica da atividade folicular ovariana. Se desejável, a gravidez6 deve ser confirmada por ultra-sonografia ou pela determinação dos níveis séricos de gonadotrofina crônica (HCG). O tratamento com Parlib deve ser pulsátil. Inicia-se com 0,015 mg/pulso a intervalos de 50 minutos durante o ciclo menstrual. A dose pode ser aumentada para 0,020 a 0,025 mg/pulso por dois ou mais ciclos. Recomenda-se que Parlib seja administrado por via subcutânea7 através de uma bomba de infusão automática portátil, programada para administrar a dose necessária a intervalos regulares. Se necessário, a agulha deve ser reaplicada em diferentes locais de injeção8. A indução da ovulação4 geralmente é obtida em 3 ciclos. Se não se confirmar gravidez6 em 6 ciclos a pacientes deve ser reavaliada. O tratamento com Parlib deve ser interrompido com a confirmação de gravidez6. Para manutenção do corpo lúteo, deve-se considerar injeção intramuscular9 de gonadotrofina coriônica humana10 (HCG). Uso diagnóstico11: o uso diagnóstico11 de Parlib pode ser como dose única (0,1 mg) para uma determinação simples e rápida da resposta hipofisária ou por doses múltiplas (0,025 a 0,5 mg) para se determinar o limiar no qual a hipófise12 é capaz de responder ao estímulo. Em ambos os casos, Parlib pode ser administrado por via intramuscular, subcutânea7, endovenosa ou por infusão venosa. O número ideal de amostras de sangue13 é de 5 a 6: basal, aos 30, 60, 90, 120 e 180 minutos após a administração e devem ser colhidas de acordo com as instruções do laboratório onde as dosagens serão realizadas. Superdosagem: Parlib tem sido administrado parenteralmente em doses de até 3 mg, 2 vezes ao dia por 28 dias sem sinais14 ou sintomas15 de superdosagem. Nos casos de superdosagem ou idiossincrasia deve-se empregar tratamento sintomático16, se necessário.

- Precauções
Parlib administrado por via intravenosa ou subcutânea7 na dose 0,015 a 0,020 mg pode promover crescimento folicular múltiplo havendo possibilidade de concepção17 múltipla. Foram relatados raros casos de reações de hipersensibilidade. Assim sendo, pacientes que receberam previamente tratamento intermitente18, nos quais está indicada a readministração, particularmente por via intravenosa, devem ser cuidadosamente observados. Até o momento estas reações não foram relatadas após administração única de 0,1 mg de Parlib. As funções adrenal e tireoidiana devem ser avaliadas antes do início do tratamento com Parlib, e o medicamento deve ser utilizado com cautela em pacientes com disfunção adrenal ou tireoidiana. Hiperprolactinemia idiopática19 ou prolactinomas devem ser excluídas antes do tratamento com Parlib. Dessensibilização20 da função hipofisária pode ocorrer após doses excessivas ou administração contínua de Parlib por longos períodos de tempo. Doses elevadas repetitivas de Parlib podem causar luteólise e inibição da espermatogênese. Uso pediátrico: o diluente de Parlib contém álcool benzílico em água destilada o qual foi associado com toxicidade21 em recém-nascidos. Portanto, Parlib não deve ser utilizado em crianças com menos de um ano de idade. Uso geriátrico: Parlib não encontra indicação nessa faixa etária. Interferência na interpretação de exames laboratoriais: nas mulheres, os níveis de estradiol, que podem se encontrar inicialmente baixos, podem sofrer aumento significativo posteriormente à administração do Parlib. Nos homens, os níveis de testosterona também podem sofrer aumento temporário. - Interações medicamentosas: medicamentos como hormônios adrenocorticóides, glicocorticóides, androgênios, estrogênios ou progestágenos podem alterar o resultado diagnóstico11 de Parlib; anticoncepcionais orais e digoxina podem suprimir a concentração da gonadorelina; levodopa e espironolactona elevam a concentração da gonadorelina; metoclopramida e fenotiazinas podem mascarar a resposta da gonadorelina devido ao aumento da concentração plasmática de prolactina22.

- Reações adversas
cefaléias23, náuseas24, tonturas25, desconforto abdominal e ondas de calor após administração de Parlib têm sido raramente relatadas. Se Parlib for administrado por via subcutânea7, pode ocorrer edema26 e induração, ocasionalmente com dor e prurido27, no local da injeção8. Erupção28 cutânea29 local ou generalizada foi observada após administração subcutânea7 crônica. Tromboflebite30 leve e severa com septicemia31 tem sido relatada, em casos isolados no local da injeção8 intravenosa. Casos raros de reações de hipersensibilidade (broncospasmo, taquicardia32, urticária33, edema26, prurido27 e eritema34 facial) têm sido relatados após administração de doses múltiplas. Raramente tem sido relatada formação de anticorpos35 após administração crônica.

- Contra-Indicações
hipersensibilidade ao cloridrato de gonadorelina, insuficiência36 ovariana primária, hemorragia37 genital anormal de causa indeterminada. Uso durante gestação/lactação38.

- Indicações
uso terapêutico: tratamento de criptorquidia2 não associada a obstruções anatômicas em crianças com mais de um ano de idade e em jovens. Tratamento da infertilidade5 anovulatória de origem hipotalâmica. Uso diagnóstico11: o uso em dose única diária não permite uma avaliação quanto à reserva gonadotrófica hipofisária. Para tanto é necessária administração por um período mais prolongado. O aumento na liberação do hormônio39 luteinizante (LH) é útil para o diagnóstico11 diferencial do nível em que se encontra a deficiência do LH (se hipotalâmico e/ou hipofisário). A resposta normal corresponde à presença de células40 normofuncionantes. O teste de estímulo com Parlib é complementar ao exame clínico e laboratorial, e pode ser associado a outras provas de estímulo em que se vise a caracterização do hipogonadismo hipogonadotrófico.

- Apresentação
pó liófilo injetável + solução diluente. Embalagens contendo frascos-ampola com 0,1 e 0,5 mg de gonadorelina, acompanhados por ampola de 2 ml de diluente estéril.
Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Criptorquidia: 1. Falha na descida de testículo para o escroto, também conhecida como criptorquia.
3 Testículos: Os testículos são as gônadas sexuais masculinas que produzem as células de fecundação ou espermatozóides. Nos mamíferos ocorrem aos pares e são protegidos fora do corpo por uma bolsa chamada escroto. Têm função de glândula produzindo hormônios masculinos.
4 Ovulação: Ovocitação, oocitação ou ovulação nos seres humanos, bem como na maioria dos mamíferos, é o processo que libera o ovócito II em metáfase II do ovário. (Em outras espécies em vez desta célula é liberado o óvulo.) Nos dias anteriores à ovocitação, o folículo secundário cresce rapidamente, sob a influência do FSH e do LH. Ao mesmo tempo que há o desenvolvimento final do folículo, há um aumento abrupto de LH, fazendo com que o ovócito I no seu interior complete a meiose I, e o folículo passe ao estágio de pré-ovocitação. A meiose II também é iniciada, mas é interrompida em metáfase II aproximadamente 3 horas antes da ovocitação, caracterizando a formação do ovócito II. A elevada concentração de LH provoca a digestão das fibras colágenas em torno do folículo, e os níveis mais altos de prostaglandinas causam contrações na parede ovariana, que provocam a extrusão do ovócito II.
5 Infertilidade: Capacidade diminuída ou ausente de gerar uma prole. O termo não implica a completa inabilidade para ter filhos e não deve ser confundido com esterilidade. Os clínicos introduziram elementos físicos e temporais na definição. Infertilidade é, portanto, freqüentemente diagnosticada quando, após um ano de relações sexuais não protegidas, não ocorre a concepção.
6 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
7 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
8 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
9 Injeção intramuscular: Injetar medicamento em forma líquida no músculo através do uso de uma agulha e seringa.
10 Gonadotrofina coriônica humana: Gonadotrofina coriônica humana ou HCG é uma glicoproteína hormonal produzida pelas células trofoblásticas sinciciais nos líquidos maternos. No início da gravidez as concentrações de HCG no soro e na urina da mulher aumentam rapidamente, sendo um bom marcador para testes de gravidez. Sete a dez dias após a concepção, a concentração de HCG alcança 25 mUI/mL e aumenta ao pico de 37.000-50.000 mUI/mL entre oito e onze semanas. É o único hormônio exclusivo da gravidez, fazendo com que o teste de gravidez pela análise de HCG tenha acerto de quase 100%. É o único exame que comprova exatamente a gravidez.
11 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
12 Hipófise: Glândula pequena, ímpar, situada na SELA TÚRCICA, que se conecta com o HIPOTÁLAMO por um pedúnculo curto.
13 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
14 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
15 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
16 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
17 Concepção: O início da gravidez.
18 Intermitente: Nos quais ou em que ocorrem interrupções; que cessa e recomeça por intervalos; intervalado, descontínuo. Em medicina, diz-se de episódios de febre alta que se alternam com intervalos de temperatura normal ou cujas pulsações têm intervalos desiguais entre si.
19 Idiopática: 1. Relativo a idiopatia; que se forma ou se manifesta espontaneamente ou a partir de causas obscuras ou desconhecidas; não associado a outra doença. 2. Peculiar a um indivíduo.
20 Dessensibilização: É uma maneira de parar ou diminuir a resposta a reações alérgicas a algumas coisas. Por exemplo, se uma pessoa apresenta uma reação alérgica a alguma substância, o médico dá a esta pessoa uma pequena quantidade desta substância para aumentar a sua tolerância e vai aumentando esta quantidade progressivamente. Após um período de tempo, maiores doses são oferecidas antes que a dose total seja dada. É uma maneira de ajudar o organismo a prevenir as reações alérgicas.
21 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
22 Prolactina: Hormônio secretado pela adeno-hipófise. Estimula a produção de leite pelas glândulas mamárias. O aumento de produção da prolactina provoca a hiperprolactinemia, podendo causar alteração menstrual e infertilidade nas mulheres. No homem, gera impotência sexual (por prejudicar a produção de testosterona) e ginecomastia (aumento das mamas).
23 Cefaléias: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaléia ou dor de cabeça tensional, cefaléia cervicogênica, cefaléia em pontada, cefaléia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaléias ou dores de cabeça. A cefaléia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
24 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
25 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
26 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
27 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
28 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
29 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
30 Tromboflebite: Processo inflamatório de um segmento de uma veia, geralmente de localização superficial (veia superficial), juntamente com formação de coágulos na zona afetada. Pode surgir posteriormente a uma lesão pequena numa veia (como após uma injeção ou um soro intravenoso) e é particularmente frequente nos toxico-dependentes que se injetam. A tromboflebite pode desenvolver-se como complicação de varizes. Existe uma tumefação e vermelhidão (sinais do processo inflamatório) ao longo do segmento de veia atingido, que é extremamante doloroso à palpação. Ocorrem muitas vezes febre e mal-estar.
31 Septicemia: Septicemia ou sepse é uma infecção generalizada grave que ocorre devido à presença de micro-organismos patogênicos e suas toxinas na corrente sanguínea. Geralmente ela ocorre a partir de outra infecção já existente.
32 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
33 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
34 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
35 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
36 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
37 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
38 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
39 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
40 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.

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