PEDIALYTE 90 PÓ

ABBOTT

Atualizado em 09/12/2014

Composição de Pedialyte

cada envelope para preparar 500 ml de soluçãocontém: cloreto de sódio 2,34 g; citrato de potássio monoidratado 1,35 g; citrato de sódio diidratado 0,49 g; glicose1 anidra 10,00 g. Após preparada, a solução terá a seguinte composição hidroeletrolítica: sódio 90 mEq/l; potássio 25 mEq/l; cloreto 80 mEq/l; citrato 35 mEq/l; glicose1 111 mMol/l2.

Posologia e Administração de Pedialyte

na fase de reidratação: a solução preparada com Pedialyte 90 Pó, de acordo com as instruções, deve ser oferecida com grande freqüência ao paciente, permitindo que o volume e a velocidade de ingestão sejam determinados por sua aceitação. Como regra geral, recomenda-se de 100 a 150 ml/kg de peso corporal, a serem administrados em período de 4 a 6 horas, é possível, entretanto, grande variação entre pacientes. Na fase de manutenção. A solução preparada com Pedialyte 90 Pó, de acordo com as instruções, deve ser oferecida com freqüência ao paciente, alternada com outros líquidos (leite, sucos, chás, água, sopas). Administrações de solução podem ser feitas adicionalmente a cada evacuação líquida. As soluções para TRO devem ser administradas exclusivamente por via oral, de preferência por colher ou copo, dependendo da idade do paciente. Em caso de vômitos3 ou falta de deglutição4 voluntária, as soluções podem ser administradas por sonda nasogástrica5, pelo período necessário até que seja possível passar-se à administração por colher, copo ou mamadeira. Instruções para preparo da solução e conservação: diluir completamente o conteúdo do envelope em meio litro (500 ml) de água limpa, se possível previamente filtrada e/ou fervida. Depois de preparada, a solução deve ser mantida em vasilhame tampado e em lugar fresco, opcionalmente em refrigerador, podendo ser usada durante 24 horas. Passado esse prazo, o que restar de solução deve ser eliminada e, se necessário, deve-se preparar nova solução. Antes do preparo, armazenar os envelopes em local fresco e seco. - Superdosagem: havendo diurese6 adequada nas primeiras horas de reidratação, dificilmente ocorrerá superdosagem, pois os rins7 excretam excessos de eletrólitos8. A situação em que existe maior risco de superdosagem é o preparo incorreto, com menos água do que o recomendado, de produtos concentrados ou em pó/grânulos para diluição. Nesse caso, podem ocorrer, como conseqüências mais graves de superdosagem, hipernatremia9 e/ou hiperpotassemia. Hipernatremia9 e hiperpotassemia leves são geralmente assintomáticas. Hipernatremia9 severa pode manifestar-se por febre10 elevada, sede, oligúria11 acentuada, quadro neurológico com alteração da consciência, de letargia12 ao coma13, irritabilidade, hiper-reflexia, rigidez de nuca e convulsões; não corrigida pode levar à lesão14 cerebral. Hiperpotassemia severa pode causar fraqueza e paralisia15 musculares, arritmias16 cardíacas, falência circulatória e parada cardíaca. Para tratamento de superdosagem recomenda-se acompanhamento com dosagens freqüentes de eletrólitos8 sangüíneos. Administração de água, alternadamente com solução para TRO, ou substituição por hidratação I.V., orientada por dosagens de eletrólitos8 sangüíneos. Em hiperpotassemia, acompanhamento por ECG; medidas paliativas de curta duração, visando impedir ação tóxica sobre o miocárdio17, como injeção18 I.V. de gluconato de cálcio, infusão de soluções alcalinizantes, infusão e glicose1 (1U/4g) para favorecer a entrada de potássio nas células19. Nos casos mais graves, de hipernatremia9 e/ou hiperpotassemia, diálise peritoneal20.

Precauções de Pedialyte

soluções orais contendo potássio devem ser usadas com cautela se a função renal21 estiver diminuída. Soluções para TRO podem ser usadas na gestação. - Advertências: deve-se seguir com atenção as instruções de preparo de produtos para TRO apresentados como soluções concentradas para diluição em água, ou como pó ou grânulos para diluição, usando as quantidades recomendadas de água. Após preparo da solução, o que não for consumido em 24 horas deve ser desprezado.

Reações Adversas de Pedialyte

até o momento não se observaram reações adversas com a posologia recomendada. Administração aguda de sais de sódio, em quantidades acima da capacidade renal21 de excreção, produz aumento da osmolaridade22, principalmente extracelular. Não há toxicidade23 crônica com o uso de soluções para TRO. Superdosagem: havendo diurese6 adequada nas primeiras horas de reidratação, dificilmente ocorrerá superdosagem, pois os rins7 excretam excessos de eletrólitos8. A situação em que existe maior risco de superdosagem é o preparo incorreto, com menos água do que o recomendado, de produtos concentrados ou em pó/grânulos para diluição. Nesse caso, podem ocorrer, como conseqüências mais graves de superdosagem, hipernatremia9 e/ou hiperpotassemia. Hipernatremia9 e hiperpotassemia leves são geralmente assintomáticas. Hipernatremia9 severa pode manifestar-se por febre10 elevada, sede, oligúria11 acentuada, quadro neurológico com alteração da consciência, de letargia12 ao coma13, irritabilidade, hiper-reflexia, rigidez de nuca e convulsões: não corrigida pode levar à lesão14 cerebral. Hiperpotassemia severa pode causar fraqueza e paralisia15 musculares, arritmias16 cardíacas, falência circulatória e parada cardíaca. Para tratamento de superdosagem recomenda-se acompanhamento com dosagens freqüentes de eletrólitos8 sangüíneos. Administração de água, alternadamente com solução para TRO, ou substituição por hidratação I.V., orientada por dosagens de eletrólitos8 sangüíneos. Em hiperpotassemia, acompanhamento por ECG; medidas paliativas de curta duração, visando impedir ação tóxica sobre o miocárdio17, como injeção18 I.V. de gluconato de cálcio, infusão de soluções alcalinizantes, infusão de insulina24 e glicose1 (1U/4g) para favorecer a entrada de potássio nas células19. Nos casos mais graves, de hipernatremia9 e/ou hiperpotassemia, diálise peritoneal20.

Contra-Indicações de Pedialyte

as soluções para TRO estão contra-indicadas em íleo paralítico25, em obstrução ou perfuração intestinal e nos vômitos3 incoercíveis.

Indicações de Pedialyte

reposição das perdas acumuladas de água e eletrólitos8 (reidratação) ou para manutenção da hidratação (após a fase de reidratação), em quadros de doença diarréica aguda, de qualquer etiologia26, tanto em crianças quanto em adultos.

Apresentação de Pedialyte

cartucho com 1 envelope de 14,18 g (p/500 ml).


PEDIALYTE 90 PÓ - Laboratório

ABBOTT
Rua Nova York, 245 - Brooklin
São Paulo/SP - CEP: 04560-108
Tel: 11-5536-7000
Fax: 011-5531-7205
Site: http://www.abbottbrasil.com.br/

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Complementos

1 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
2 Mmol/L: Milimols por litro, unidade de medida que mostra a concentração de uma substância em uma quantidade específica de fluido.
3 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
4 Deglutição: Passagem dos alimentos desde a boca até o esôfago; ação ou efeito de deglutir; engolir. É um mecanismo em parte voluntário e em parte automático (reflexo) que envolve a musculatura faríngea e o esfíncter esofágico superior.
5 Sonda nasogástrica: Equipamento de uso médico que pode servir tanto para alimentar pacientes que não conseguem realizar a deglutição, como para drenar líquidos do estômago (em casos de intoxicação ou cirurgias, por exemplo). A sonda é um equipamento que consiste basicamente em um tubo com duas aberturas para comunicação entre o interior e o exterior do corpo do paciente.
6 Diurese: Diurese é excreção de urina, fenômeno que se dá nos rins. É impróprio usar esse termo na acepção de urina, micção, freqüência miccional ou volume urinário. Um paciente com retenção urinária aguda pode, inicialmente, ter diurese normal.
7 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
8 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
9 Hipernatremia: Excesso de sódio no sangue, indicativo de desidratação.
10 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
11 Oligúria: Clinicamente, a oligúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas ou menor de 30 ml/hora.
12 Letargia: Em psicopatologia, é o estado de profunda e prolongada inconsciência, semelhante ao sono profundo, do qual a pessoa pode ser despertada, mas ao qual retorna logo a seguir. Por extensão de sentido, é a incapacidade de reagir e de expressar emoções; apatia, inércia e/ou desinteresse.
13 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
14 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
15 Paralisia: Perda total da força muscular que produz incapacidade para realizar movimentos nos setores afetados. Pode ser produzida por doença neurológica, muscular, tóxica, metabólica ou ser uma combinação das mesmas.
16 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
17 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
18 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
19 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
20 Diálise peritoneal: Ao invés de utilizar um filtro artificial para “limpar“ o sangue, é utilizado o peritônio, que é uma membrana localizada dentro do abdômen e que reveste os órgãos internos. Através da colocação de um catéter flexível no abdômen, é feita a infusão de um líquido semelhante a um soro na cavidade abdominal. Este líquido, que chamamos de banho de diálise, vai entrar em contato com o peritônio, e por ele será feita a retirada das substâncias tóxicas do sangue. Após um período de permanência do banho de diálise na cavidade abdominal, este fica saturado de substâncias tóxicas e é então retirado, sendo feita em seguida a infusão de novo banho de diálise. Esse processo é realizado de uma forma contínua e é conhecido por CAPD, sigla em inglês que significa diálise peritoneal ambulatorial contínua. A diálise peritoneal é uma forma segura de tratamento realizada atualmente por mais de 100.000 pacientes no mundo todo.
21 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
22 Osmolaridade: Molaridade de uma solução que exerce a mesma pressão osmótica que uma solução ideal de uma substância não dissociada. É uma medida indireta da concentração somada de todos os solutos de uma determinada solução.
23 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
24 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
25 Íleo paralítico: O íleo adinâmico, também denominado íleo paralítico, reflexo, por inibição ou pós-operatório, é definido como uma atonia reflexa gastrintestinal, onde o conteúdo não é propelido através do lúmen, devido à parada da atividade peristáltica, sem uma causa mecânica. É distúrbio comum do pós-operatório podendo-se afirmar que ocorre após toda cirurgia abdominal, como resposta “fisiológica“ à intervenção, variando somente sua intensidade, afetando todo o aparelho digestivo ou parte dele.
26 Etiologia: 1. Ramo do conhecimento cujo objeto é a pesquisa e a determinação das causas e origens de um determinado fenômeno. 2. Estudo das causas das doenças.
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