RENITEC/RENITEC RPD

Merck Sharp & Dohme

Atualizado em 09/12/2014

Composição de Renitec/Renitec Rpd

cada comprimido de 5, 10 e 20 mg contémrespectivamente: maleato de enalapril 5 mg, 10 mg e 20 mg; carbonato ácido de sódio 2,5 mg, 5 mg e 10 mg, lactose1 196 mg, 160 mg e 146,7 mg; amido de milho 25,3 mg, 22 mg e 22 mg; óxido amarelo de ferro 0,13 mg (somente a apresentação de 20 mg); estearato de magnésio 1,15 mg, 1 mg e 1,1 mg; óxido vermelho de ferro 0,5 mg (somente a apresentação de 10 mg). Renitec injetável: frasco-ampola com: 1 mg/ml. Enalaprilato 1,14; álcool benzílico 9, cloreto de sódio 6,2, hidróxido de sódio q.s.p., água para injeção2 q.s.p. Renitec RPD: concentração em 10 mg e 20 mg, respectivamente: ingrediente ativo: maleato de enalapril 10.0 e 20.0. Ingredientes inativos: Gelatina: 29.6 e 59.2. Manitol: 37.6 e 75.2. Aspartame3: 10.0 e 20.0. Aroma de hortelã: 1.50 e 3.00. Hidróxido de sódio: 2.32 e 4.64.

Posologia e Administração de Renitec/Renitec Rpd

oral: Renitec RPD (disco liofilizado4 de rápida dissolução) pode ser usado intercaladamente com Renitec comprimidos. Renitec RPD pode ser substituído por Renitec comprimidos na mesma posologia recomendada. Como a absorção dos comprimidos de Renitec não é afetada pela ingestão de alimentos, os comprimidos podem ser administrados antes, durante ou após as refeições. Renitec RPD: os pacientes devem ser instruídos a abrir o blister desprendendo a folha de alumínio com as mãos5 secas. Os pacientes devem colocar o disco sobre a língua6. O disco irá se dissolver rapidamente e deve ser engolido junto com a saliva. Não é necessário água para tomar o disco. Hipertensão7 essencial: a dose inicial é de 10 a 20 mg, dependendo do grau de hipertensão7, e é administrada 1 vez ao dia. Em hipertensão7 leve, a dose inicial recomendada é de 10 mg por dia. Para outros graus de hipertensão7, a dose inicial é de 20 mg por dia. A posologia usual de manutenção é de 1 comprimido ou disco de 20 mg tomados 1 vez ao dia. A posologia deve ser ajustada de acordo com as necessidades do paciente, até o máximo de 40 mg por dia. Hipertensão7 renovascular: como a pressão arterial8 e a função renal9 nestes pacientes podem ser particularmente sensíveis à inibição da ECA, o tratamento deve ser iniciado com uma dose inicial menor (por exemplo, 5 mg ou menos). A posologia, então, deve ser ajustada de acordo com as necessidades do paciente. É presumível que a maioria dos pacientes responda a 1 comprimido de 20 mg ao dia. Para os pacientes hipertensos, que foram tratados recentemente com diuréticos10, recomenda-se cautela. Terapia diurética concomitante em hipertensão7: pode ocorrer hipotensão11 sintomática12 em seguida à dose inicial de Renitec, principalmente em pacientes que vêm sendo tratados com diuréticos10. Recomenda-se cautela, portanto, com estes pacientes, pois eles podem estar depletados de sal ou volume. A terapia diurética deve ser descontinuada por 2 a 3 dias antes do início da terapia com Renitec. Se isto não for possível, a dose inicial de Renitec deve ser baixa (5 mg ou menos) para se determinar o efeito inicial sobre a pressão arterial8. A posologia então deve ser ajustada às necessidades do paciente. Posologia em insuficiência renal13: geralmente, o intervalo entre as doses de enalapril deve ser prolongado e/ou a posologia diminuída. Disfunção renal9 leve: depuração de creatinina14: P 30 ml/min: dose inicial de 5-10 mg/dia. Disfunção renal9 moderada: clearance de creatinina14 < 30 > 10 ml/min: dose inicial de 2,5-5 mg/dia. Disfunção renal9 grave (normalmente estes pacientes estão sob hemodiálise15): depuração de creatinina14 < 10 ml/min: dose inicial de 2,5 mg nos dias de diálise16 (o enalaprilato é dialisável. Nos dias em que o paciente não for submetido a diálise16, a posologia deve ser ajustada à resposta da pressão arterial8). Insuficiência cardíaca17/disfunção ventricular esquerda assintomática: a dose inicial de Renitec em pacientes com insuficiência cardíaca17 sintomática12 ou disfunção ventricular esquerda assintomática é de 2,5 mg e deve ser administrada sob rígida supervisão médica, para se determinar o efeito inicial sobre a pressão arterial8. Na ausência de, ou após tratamento efetivo da hipotensão11 sintomática12 conseqüente ao início da terapia da insuficiência cardíaca17 com Renitec, a dose deve ser aumentada gradualmente até a dose de manutenção habitual de 20 mg, dada em tomada única diária ou em 2 doses divididas, conforme a tolerância do paciente. Esta titulação da dose pode ser realizada em um período de 2 a 4 semanas, ou menos, se indicado pela presença de sinais18 ou sintomas19 residuais de insuficiência cardíaca17. Em pacientes com insuficiência cardíaca17 sintomática12 esta posologia foi eficaz para reduzir a mortalidade20. A pressão arterial8 e a função renal9 devem ser monitorizadas cuidadosamente tanto antes como depois de iniciar o tratamento com Renitec, pois foram relatadas hipotensão11 e, mais raramente, conseqüente insuficiência renal13. Em pacientes tratados com diuréticos10, a dose deveria ser reduzida se possível antes de iniciar o tratamento com Renitec. O aparecimento de hipotensão11 após a dose inicial de Renitec não implica que ela ocorrerá durante a terapia crônica e não contra-indica o uso continuado de Renitec. O potássio sérico também deve ser monitorizado. Intravenosa: o início da ação se dá alguns minutos após a administração. O efeito máximo sobre a pressão arterial8 e parâmetros hemodinâmicos é observado usualmente dentro de 4 horas. Não foram realizados estudos envolvendo o uso intravenoso por tempo superior a 7 dias. Hipertensão7: a dose inicial recomendada para Renitec injetável para hipertensão7 é de 1 mg, administrado intravenosamente em um período de tempo não inferior a 5 minutos. Se, após uma hora, a resposta clínica for inadequada, outra dose de 1 a 2 mg pode ser dada intravenosamente por 5 minutos. Outros ajustes posológicos e a dose de manutenção subseqüente devem ser determinados em intervalos de 6 horas. Quando o paciente for transferido de Renitec injetável para Renitec comprimidos ou Renitec RPD, a dose inicial de Renitec comprimidos ou Renitec RPD deverá ser de 5 a 10 mg, 1 ou 2 vezes ao dia. Insuficiência cardíaca17: a dose inicial recomendada para Renitec injetável em insuficiência cardíaca17 é de 0,5 mg, independente de uso oral anterior, administrada intravenosamente por um período de tempo não inferior a 5 minutos e preferencialmente em 1 hora, com monitorização freqüente da pressão arterial8. Se a resposta clínica for inadequada após 1 hora, outra dose de 0,5 a 1 mg pode ser dada intravenosamente da mesma maneira. Outros ajustes posológicos e a dose de manutenção subseqüente devem ser determinados em intervalos de 6 horas. Quando o paciente for transferido de Renitec injetável para Renitec comprimidos ou Renitec RPD, a dose inicial de Renitec comprimidos ou Renitec RPD deverá ser de 2,5 a 5 mg, 1 ou 2 vezes ao dia. Pacientes hipertensos com insuficiência renal13: a dose inicial recomendada para Renitec injetável em pacientes hipertensos com insuficiência renal13 é de 0,5 mg, administrados intravenosamente por um período de tempo não inferior a 5 minutos. Se, após 1 hora, a resposta clínica for inadequada, outra dose de 0,5 a 1 mg pode ser dada intravenosamente por 5 minutos. Outros ajustes posológicos e a dose de manutenção subseqüente devem ser determinados em intervalos de 6 horas. Quando o paciente for transferido de Renitec injetável para Renitec comprimidos ou Renitec RPD, a dose inicial de Renitec comprimidos ou Renitec RPD deverá ser de 2,5 a 5 mg, 1 ou 2 vezes ao dia. Pacientes hipertensos que requerem tratamento especial: estão incluídos aqueles pacientes sob terapia diurética e pacientes com hipertensão7 renovascular. A dose inicial recomendada para Renitec injetável nestes pacientes é de 0,5 mg, administrado intravenosamente por um período de tempo não inferior a 5 minutos. Se, após 1 hora, a resposta clínica for inadequada, outra dose de 0,5 a 1 mg pode ser dada intravenosamente por 5 minutos. Outros ajustes posológicos e a dose de manutenção subseqüente devem ser determinados em intervalos de 6 horas. Quando o paciente for transferido de Renitec injetável para Renitec comprimidos ou Renitec RPD, a posologia diária total inicial de Renitec comprimidos ou Renitec RPD deverá ser de 2,5 a 5 mg, 1 ou 2 vezes ao dia. Posologia e administração de Renitec Injetável: hipertensão7 essencial: dose inicial: 1 mg durante 5 minutos, em intervalos de 6 horas, posologia máxima de 5 mg em dose única (20 mg/d). Insuficiência renal13: dose inicial: 0,5 mg durante 5 minutos, em intervalos de 6 horas, posologia máxima de 2 mg em dose única (10 mg/d). Grupos especiais: 0,5 mg durante 5 minutos, em intervalos de 6 horas, posologia máxima de 5 mg em dose única (20 mg/d). Insuficiência cardíaca17: 0,5 mg durante 5 a 60 minutos, em intervalos de 6 horas, posologia máxima de 2 mg em dose única (10 mg/d). Se a resposta clínica for inadequada, a dose inicial pode ser repetida ou dobrada em 1 hora. Outros ajustes posológicos podem ser necessários em intervalos de 6 horas, até que o efeito anti-hipertensivo desejado seja obtido. Administração: é particularmente importante administrar cada dose em pelo menos 5 minutos, e preferencialmente em 1 hora, com freqüente monitorização da pressão arterial8, nos casos com insuficiência cardíaca17, de forma a que qualquer resposta indesejada (como hipotensão11) possa ser controlada o mais precocemente possível. Renitec injetável vem pronto para ser administrado, ou pode ser diluído com um diluente compatível (veja compatibilidade e estabilidade). Os produtos de uso parenteral devem ser inspecionados visualmente para verificar a presença de material particulado ou alterações de cor, antes do uso, sempre que a solução e o recipiente permitirem. Compatibilidade e estabilidade: foi demonstrado que Renitec injetável mantém total atividade por 24 horas em temperatura ambiente, quando misturado com os seguintes diluentes para uso intravenoso: dextrose21 a 5%, cloreto de sódio a 0,9%, cloreto de sódio a 0,9% em dextrose21 a 5%, dextrose21 a 5% em solução de ringer-lactato22. - Superdosagem: há poucos dados disponíveis sobre a superdosagem em seres humanos. As principais características de superdosagem relatadas até agora, consiste em hipotensão11 acentuada, começando após 6 h da ingestão dos comprimidos, concomitante com bloqueio do sistema renina-angiotensina e estupor. Níveis séricos de enalaprilato 100 e 200 vezes maiores que os usualmente observados após doses terapêuticas foram relatados após ingestas de 300 e 440 mg de enalapril, respectivamente. O tratamento recomendado para a superdosagem é a infusão intravenosa de solução salina normal. Se a ingestão for recente, deve-se induzir o vômito23. O enalaprilato pode ser removido da circulação24 geral através da hemodiálise15.

Precauções de Renitec/Renitec Rpd

hipotensão11 sintomática12: hipotensão11 sintomática12 foi observada raramente em hipertensos sem complicações. Em pacientes hipertensos recebendo Renitec, a hipotensão11 pode ocorrer mais freqüentemente quando houver depleção25 de volume, por exemplo, devido à terapia diurética, restrição dietética de sal, diálise16, diarréia26 ou vômitos27. Em pacientes com insuficiência cardíaca17, com ou sem insuficiência renal13 associada, foi observada hipotensão11 sintomática12, principalmente naqueles com graus mais avançados de insuficiência cardíaca17, relacionados com o uso de altas doses de diuréticos10 de alça, hiponatremia28 ou insuficiência renal13. Nestes casos, a terapia deve ser iniciada sob supervisão médica e os pacientes devem ser seguidos cuidadosamente, sempre que a dose de Renitec e/ou do diurético29 for ajustada. Considerações semelhantes podem se aplicar a pacientes com doença cardíaca isquêmica ou cerebrovascular, nos quais a excessiva queda de pressão arterial8 poderia resultar em infarto do miocárdio30 ou acidente vascular cerebral31. Se ocorrer hipotensão11, o paciente deve ser colocado em posição supina e, se necessário, deve receber infusão venosa de solução salina. Uma resposta hipotensora transitória não é contra-indicação para novas doses, que podem ser dadas geralmente sem dificuldade, uma vez que a pressão arterial8 tenha aumentado após a expansão de volume. Em alguns pacientes com insuficiência cardíaca17, que tenham pressão arterial8 normal ou baixa, decréscimos adicionais da pressão arterial8 sistêmica podem ocorrer com o uso de Renitec. Este efeito é esperado e geralmente não é razão para a interrupção do tratamento. Se a hipotensão11 se tornar sintomática12, a redução da dose e/ou a descontinuação do diurético29 e/ou de Renitec podem ser necessárias. Insuficiência renal13: em alguns pacientes, a hipotensão11 decorrente do início da terapia com inibidores da ECA pode levar à deterioração adicional da função renal9. Foi relatada, nesta situação, insuficiência renal13 aguda usualmente reversível. Pacientes com insuficiência renal13 podem requerer doses reduzidas e/ou menos freqüente de Renitec. Em alguns pacientes com estenose32 da artéria renal33 bilateral ou estenose32 da artéria renal33 de rim34 único, aumentos dos níveis séricos de uréia35 e creatinina14, reversíveis com a interrupção da terapia, têm sido observados. Isto é particularmente importante em pacientes com insuficiência renal13. Alguns pacientes sem lesão36 renal9 preexistente aparente, desenvolveram aumentos pequenos e geralmente transitórios da uréia35 e creatinina14 sangüíneas, quando receberam Renitec concomitantemente com um diurético29. Pode ser necessária a redução da dose e/ou a interrupção do diurético29 e/ou de Renitec. Hipersensibilidade/edema angioneurótico37: edema angioneurótico37 de face38, extremidades, lábios, língua6, glote39 e/ou laringe40 foi relatado raramente em pacientes tratados com inibidores da ECA, incluindo Renitec. Isto pode ocorrer em qualquer momento do tratamento. Nestes casos, Renitec deve ser descontinuado prontamente e o paciente observado cuidadosamente até a resolução completa dos sintomas19, antes de lhe dar alta. Nos casos de edema41 localizado da face38 e lábios, geralmente há regressão do quadro sem tratamento, embora os anti-histamínicos possam ser úteis para alívio dos sintomas19. O edema angioneurótico37 associado a edema41 de laringe40 pode ser fatal. Quando houver envolvimento da língua6, glote39 ou faringe42, com potencial para causar obstrução das vias aéreas, deve-se prontamente administrar o tratamento adequado, inclusive adrenalina43 1:1.000 subcutaneamente (0,3 ou 0,5 ml). Pacientes com história de edema angioneurótico37 não relacionado com os inibidores da ECA podem apresentar maior risco de angioedema44 enquanto estiverem recebendo estes agentes. Reações anafilactóides durante dessensibilização45 com himenóptera: raramente, pacientes que estão recebendo inibidores da ECA durante dessensibilização45 com veneno de himenóptera sofreram reações anafilactóides com risco de vida. Evitou-se estas reações com a suspensão temporária da terapia com o inibidor da ECA, antes de cada dessensibilização45. Pacientes submetidos à hemodiálise15: tem sido relatada a ocorrência de reações anafilactóides em pacientes submetidos à diálise16 com membranas de alto fluxo (exemplo: AN 69) e tratados concomitantemente com um inibidor da ECA. Nestes pacientes, deve-se considerar a utilização de um outro tipo de membrana de diálise16 ou uma classe diferente de agente anti-hipertensivo. Tosse: foi relatada tosse com o uso dos inibidores da ECA. Caracteristicamente, a tosse é não-produtiva, persistente e desaparece com a descontinuação da terapia. A tosse induzida por inibidores da ECA deve ser considerada como parte do diagnóstico46 diferencial de tosse. Cirurgia/anestesia47: em pacientes submetidos a cirurgias de grande porte ou sob anestesia47 com agentes que produzem hipotensão11, o enalapril bloqueia a formação de angiotensina II, secundária à liberação compensatória de renina. Se ocorrer hipotensão11 e for considerada devida a este mecanismo, esta poderá ser corrigida pela expansão de volume. Potássio sérico: veja Interações medicamentosas: uso na gravidez48: não é recomendado o uso de Renitec na gravidez48. O tratamento com Renitec deve ser suspenso logo que se confirme a gravidez48, a menos que seja considerado vital para a mãe. Os inibidores da ECA podem causar morbidade49 e mortalidade20 fetal e neonatal quando administrados a mulheres no segundo ou terceiro trimestre da gravidez48. A utilização de inibidores da ECA, durante este período foi associada a danos para o feto50 e para o recém-nascido, incluindo hipotensão11, insuficiência renal13, hipercalemia51 e/ou hipoplasia52 de crânio53 no recém-nascido. Houve ocorrência de oligodrâmnio materno, presumivelmente representando uma redução da função renal9 fetal, podendo resultar em contraturas de membros, deformidades craniofaciais e desenvolvimento de pulmão54 hipoplásico. Se for utilizado Renitec, a paciente deverá ser devidamente informada sobre os riscos para o feto50. Estes efeitos adversos para o embrião e para o feto50 não parecem ter resultado da exposição intra-uterina ao inibidor da ECA durante o primeiro trimestre. Em raros casos, onde a utilização de inibidores da ECA é considerada essencial, deve ser feita ultra-sonografia seriada para se acompanhar o meio intra-amniótico. Se for detectado oligodrâmnio, deve-se descontinuar o tratamento com Renitec, a menos que seja considerado vital para a mãe. Pacientes e médicos devem, contudo, estar cientes de que o oligodrâmnio pode não aparecer até que o feto50 tenha sofrido danos irreversíveis. Crianças cujas mães tenham tomado Renitec, devem ser acompanhadas de perto, para verificar ocorrência de hipotensão11, oligúria55 e hipercalemia51. Enalapril, que atravessa a placenta, foi removido da circulação24 do recém-nascido, através de diálise peritoneal56, com alguns benefícios clínicos e teoricamente, pode ser removido por exasanguinotransfusão. Nutrizes57: o enalapril e enalaprilato são secretados no leite humano, em quantidades virtuais. Deve-se ter cuidado se Renitec for prescrito a nutrizes57. Uso pediátrico: Renitec não foi estudado em crianças. - Interações medicamentosas: terapia anti-hipertensiva: efeito aditivo pode ocorrer quando Renitec for usado com outra terapia anti-hipertensiva. Potássio sérico: em estudos clínicos, o potássio sérico geralmente permaneceu dentro dos limites da normalidade. Em pacientes hipertensos tratados com Renitec por até 48 semanas, foram observados aumentos médios de 0,2 mEq/l no potássio sérico. Nos pacientes tratados com Renitec mais um diurético29 tiazídico, o efeito espoliador de potássio do diurético29 foi, em geral, atenuado pelo efeito do enalapril. Se Renitec for dado com um diurético29 espoliador de potássio, a hipocalcemia58 induzida por este pode ser atenuada. Os fatores de risco para o desenvolvimento de hipercalemia51 incluem insuficiência renal13, diabetes melito59, uso concomitante de diuréticos10 poupadores de potássio (por exemplo: espironolactona, triantereno ou amilorida), suplementos de potássio, ou substitutos do sal de cozinha contendo potássio. O uso destes agentes, particularmente em pacientes com função renal9 diminuída, pode levar a aumentos significativos no potássio sérico. Se o uso concomitante dos agentes mencionados acima for julgado apropriado, ele deve ser feito com cuidado e o potássio sérico monitorizado com freqüência. Lítio sérico: assim como ocorre com outras drogas que eliminam sódio, a depuração do lítio pode ser reduzida. Portanto, os níveis séricos de lítio devem ser monitorizados cuidadosamente, se forem administrados sais de lítio.

Reações Adversas de Renitec/Renitec Rpd

Renitec demonstrou ser geralmente bem tolerado. Em estudos clínicos, a incidência60 global de reações adversas não foi maior com Renitec do que com placebo61. Na maioria dos casos, as reações adversas foram leves e transitórias e não requereram a interrupção da terapia. Os seguintes efeitos colaterais62 foram associados com o uso de Renitec comprimidos e injetável: tonturas63 e cefaléia64 foram os efeitos mais comumente relatados. Fadiga65 e astenia66 foram reportadas em 2 a 3% dos pacientes. Outros efeitos colaterais62 ocorreram em menos de 2% dos casos e incluíram hipotensão11, hipotensão11 ortostática, síncope67, náuseas68, diarréia26, câimbras69 musculares, erupção70 cutânea71 e tosse. Menos freqüentemente, disfunção renal9, insuficiência renal13 e oligúria55 foram relatadas. A hipotensão11 sintomática12 foi mais freqüente com Renitec injetável do que com Renitec comprimidos. Hipersensibilidade/edema angioneurótico37: edema angioneurótico37 de face38, extremidades, lábios, língua6, glote39 e/ou laringe40 foi relatado raramente. Efeitos colaterais62 que ocorreram muito raramente em estudos controlados ou durante os estudos clínicos ou após a droga ser comercializada, incluem: cardiovasculares: infarto do miocárdio30 ou acidente vascular cerebral31, possivelmente secundários à hipotensão11 excessiva em pacientes de alto risco, dor torácica, distúrbios do ritmo cardíaco, palpitações72, angina73 pectoris. Gastrintestinais: íleo74; insuficiência hepática75; hepatite76 (hepatocelular ou colestática); icterícia77; vômitos27; constipação78; estomatite79; pancreatite80; dor abdominal; dispepsia81; anorexia82. Sistema nervoso83/psiquiátrico: depressão; confusão mental; sonolência; insônia; nervosismo; parestesia84; vertigem85. Respiratórios: infiltração pulmonar; broncospasmo/asma86; dispnéia87; rinorréia88; dor de garganta89 e rouquidão. Pele90: eritema multiforme91; dermatite92 esfoliativa; síndrome de Stevens-Johnson93; necrólise epidérmica tóxica94; diaforese95; prurido96; urticária97; alopecia98. Outros: impotência99; alteração do paladar100; visão101 embaçada; glossite102; rubor facial (flushing); zumbido. Foi relatado um complexo sintomático103, que pode incluir febre104, serosite105, vasculite106, mialgia107/miosite e artralgia108/artrite109; fator antinúcleo positivo, V.H.S. elevada, eosinofilia110 e leucocitose111. Erupção70 cutânea71, fotossensibilidade e outras manifestações dermatológicas podem ocorrer. Achados laboratoriais: alterações clinicamente importantes dos parâmetros laboratoriais de rotina raramente estiveram associadas com a administração de Renitec. Foram vistos aumentos na uréia35 e creatinina14 séricas, elevações das enzimas hepáticas112 e/ou bilirrubinas113. Geralmente, as alterações foram reversíveis com a descontinuação de Renitec. Hipercalemia51 e hiponatremia28 também ocorreram. Reduções na hemoglobina114 e hematócrito115 foram relatadas. Após a comercialização, foram relatados poucos casos de neutropenia116, trombocitopenia117, depressão medular e agranulocitose118, nos quais não pode ser excluída uma relação causal com o uso de Renitec.

Contra-Indicações de Renitec/Renitec Rpd

pacientes com hipersensibilidade a qualquer componente deste produto e nos pacientes com história de edema angioneurótico37 relacionado a tratamento prévio com inibidores da enzima119 de conversão da angiotensina.

Indicações de Renitec/Renitec Rpd

tratamento da hipertensão7 essencial, em todos os graus; hipertensão7 renovascular; todos os graus de insuficiência cardíaca17. Em pacientes com insuficiência cardíaca17 sintomática12, Renitec também é indicado para: aumentar a sobrevida120, retardar a progressão da insuficiência cardíaca17, reduzir a hospitalização por insuficiência cardíaca17. Prevenção de insuficiência cardíaca17 sintomática12: em pacientes assintomáticos com disfunção ventricular esquerda, Renitec também é indicado para: retardar o desenvolvimento de insuficiência cardíaca17 sintomática12, reduzir a hospitalização por insuficiência cardíaca17. Prevenção de eventos isquêmicos coronarianos em pacientes com disfunção ventricular esquerda: Renitec é indicado para: reduzir a incidência60 de infarto do miocárdio30, reduzir a hospitalização por angina73 pectoris instável.

Apresentação de Renitec/Renitec Rpd

caixas contendo 30 comprimidos, de 5 e 10 mg e caixas contendo 10 e 30 comprimidos de 20 mg. Caixa com 1 frasco-ampola c/5 ml contendo 1 mg/ml. Renitec RPD 10 e 20 mg é apresentado em caixas contendo 30 discos.


RENITEC/RENITEC RPD - Laboratório

Merck Sharp & Dohme
Rua 13 de Maio, 815
Sousas, Campinas/SP
Tel: 0800-122232
Site: http://www.msdonline.com.br

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Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
3 Aspartame: Adoçante com quase nenhuma caloria e sem valor nutricional.
4 Liofilizado: Submetido à liofilização, que é a desidratação de substâncias realizada em baixas temperaturas, usada especialmente na conservação de alimentos, em medicamentos, etc.
5 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
6 Língua:
7 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
8 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
9 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
10 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
11 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
12 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
13 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
14 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
15 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
16 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
17 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
18 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
19 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
20 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
21 Dextrose: Também chamada de glicose. Açúcar encontrado no sangue que serve como principal fonte de energia do organismo.
22 Lactato: Sal ou éster do ácido láctico ou ânion dele derivado.
23 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
24 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
25 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
26 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
27 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
28 Hiponatremia: Concentração de sódio sérico abaixo do limite inferior da normalidade; na maioria dos laboratórios, isto significa [Na+] < 135 meq/L, mas o ponto de corte [Na+] < 136 meq/L também é muito utilizado.
29 Diurético: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
30 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
31 Acidente vascular cerebral: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
32 Estenose: Estreitamento patológico de um conduto, canal ou orifício.
33 Artéria Renal: Ramo da aorta abdominal que irriga os rins, glândulas adrenais e ureteres.
34 Rim: Os rins são órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
35 Ureia: 1. Resíduo tóxico produzido pelo organismo, resulta da quebra de proteínas pelo fígado. É normalmente removida do organismo pelos rins e excretada na urina. 2. Substância azotada. Composto orgânico cristalino, incolor, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), com um ponto de fusão de 132,7 °C.
36 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
37 Edema angioneurótico: Ataques recidivantes de edema transitório que aparecem subitamente em áreas da pele, membranas mucosas e ocasionalmente nas vísceras, geralmente associadas com dermatografismo, urticária, eritema e púrpura.
38 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
39 Glote: Aparato vocal da laringe. Consiste das cordas vocais verdadeiras (pregas vocais) e da abertura entre elas (rima da glote).
40 Laringe: É um órgão fibromuscular, situado entre a traqueia e a base da língua que permite a passagem de ar para a traquéia. Consiste em uma série de cartilagens, como a tiroide, a cricóide e a epiglote e três pares de cartilagens: aritnoide, corniculada e cuneiforme, todas elas revestidas de membrana mucosa que são movidas pelos músculos da laringe. As dobras da membrana mucosa dão origem às pregas vocais.
41 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
42 Faringe: Canal músculo-membranoso comum aos sistemas digestivo e respiratório. Comunica-se com a boca e com as fossas nasais. É dividida em três partes: faringe superior (nasofaringe ou rinofaringe), faringe bucal (orofaringe) e faringe inferior (hipofaringe, laringofaringe ou faringe esofagiana), sendo um órgão indispensável para a circulação do ar e dos alimentos.
43 Adrenalina: 1. Hormônio secretado pela medula das glândulas suprarrenais. Atua no mecanismo da elevação da pressão sanguínea, é importante na produção de respostas fisiológicas rápidas do organismo aos estímulos externos. Usualmente utilizado como estimulante cardíaco, como vasoconstritor nas hemorragias da pele, para prolongar os efeitos de anestésicos locais e como relaxante muscular na asma brônquica. 2. No sentido informal significa disposição física, emocional e mental na realização de tarefas, projetos, etc. Energia, força, vigor.
44 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
45 Dessensibilização: É uma maneira de parar ou diminuir a resposta a reações alérgicas a algumas coisas. Por exemplo, se uma pessoa apresenta uma reação alérgica a alguma substância, o médico dá a esta pessoa uma pequena quantidade desta substância para aumentar a sua tolerância e vai aumentando esta quantidade progressivamente. Após um período de tempo, maiores doses são oferecidas antes que a dose total seja dada. É uma maneira de ajudar o organismo a prevenir as reações alérgicas.
46 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
47 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
48 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
49 Morbidade: Morbidade ou morbilidade é a taxa de portadores de determinada doença em relação à população total estudada, em determinado local e em determinado momento.
50 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
51 Hipercalemia: É a concentração de potássio sérico maior que 5.5 mmol/L (mEq/L). Uma concentração acima de 6.5 mmol/L (mEq/L) é considerada crítica.
52 Hipoplasia: Desenvolvimento defeituoso ou incompleto de tecido ou órgão, geralmente por diminuição do número de células, sendo menos grave que a aplasia.
53 Crânio: O ESQUELETO da CABEÇA; compreende também os OSSOS FACIAIS e os que recobrem o CÉREBRO. Sinônimos: Calvaria; Calota Craniana
54 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
55 Oligúria: Clinicamente, a oligúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas ou menor de 30 ml/hora.
56 Diálise peritoneal: Ao invés de utilizar um filtro artificial para “limpar“ o sangue, é utilizado o peritônio, que é uma membrana localizada dentro do abdômen e que reveste os órgãos internos. Através da colocação de um catéter flexível no abdômen, é feita a infusão de um líquido semelhante a um soro na cavidade abdominal. Este líquido, que chamamos de banho de diálise, vai entrar em contato com o peritônio, e por ele será feita a retirada das substâncias tóxicas do sangue. Após um período de permanência do banho de diálise na cavidade abdominal, este fica saturado de substâncias tóxicas e é então retirado, sendo feita em seguida a infusão de novo banho de diálise. Esse processo é realizado de uma forma contínua e é conhecido por CAPD, sigla em inglês que significa diálise peritoneal ambulatorial contínua. A diálise peritoneal é uma forma segura de tratamento realizada atualmente por mais de 100.000 pacientes no mundo todo.
57 Nutrizes: Mulheres que amamentam; amas de leite; que alimentam.
58 Hipocalcemia: É a existência de uma fraca concentração de cálcio no sangue. A manifestação clínica característica da hipocalcemia aguda é a crise de tetania.
59 Diabetes melito: Condição caracterizada por hiperglicemia resultante da inabilidade do organismo para usar a glicose sangüínea para produzir energia. No diabetes tipo 1, o pâncreas não mais produz insulina. Assim, a glicose não pode entrar nas células para ser usada como energia. No diabetes tipo 2, o pâncreas também não produz quantidade suficiente de insulina, ou então o organismo não é capaz de usar corretamente a insulina produzida.
60 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
61 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
62 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
63 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
64 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
65 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
66 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
67 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
68 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
69 Câimbras: Contrações involuntárias, espasmódicas e dolorosas de um ou mais músculos.
70 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
71 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
72 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
73 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
74 Íleo: A porção distal and mais estreita do INTESTINO DELGADO, entre o JEJUNO e a VALVA ILEOCECAL do INTESTINO GROSSO. Sinônimos: Ileum
75 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
76 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
77 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
78 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
79 Estomatite: Inflamação da mucosa oral produzida por infecção viral, bacteriana, micótica ou por doença auto-imune. É caracterizada por dor, ardor e vermelhidão da mucosa, podendo depositar-se sobre a mesma uma membrana brancacenta (leucoplasia), ou ser acompanhada de bolhas e vesículas.
80 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
81 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
82 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
83 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
84 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
85 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
86 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
87 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
88 Rinorreia: Escoamento abundante de fluido pelo nariz, com ausência de fenômeno inflamatório.
89 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
90 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
91 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
92 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
93 Síndrome de Stevens-Johnson: Forma grave, às vezes fatal, de eritema bolhoso, que acomete a pele e as mucosas oral, genital, anal e ocular. O início é geralmente abrupto, com febre, mal-estar, dores musculares e artralgia. Pode evoluir para um quadro toxêmico com alterações do sistema gastrointestinal, sistema nervoso central, rins e coração (arritmias e pericardite). O prognóstico torna-se grave principalmente em pessoas idosas e quando ocorre infecção secundária. Pode ser desencadeado por: sulfas, analgésicos, barbitúricos, hidantoínas, penicilinas, infecções virais e bacterianas.
94 Necrólise Epidérmica Tóxica: Sinônimo de Síndrome de Lyell. Caracterizada por necrólise da epiderme. Tem como características iniciais sintomas inespecíficos, influenza-símile, tais como febre, dor de garganta, tosse e queimação ocular, considerados manifestações prodrômicas que precedem o acometimento cutâneo-mucoso. Erupção eritematosa surge simetricamente na face e na parte superior do tronco, provocando sintomas de queimação ou dolorimento da pele. Progressivamente envolvem o tórax anterior e o dorso. O ápice do processo é constituído pela característica denudação da epiderme necrótica, a qual é destacada em verdadeiras lamelas ou retalhos, dentro das áreas acometidas pelo eritema de base. O paciente tem o aspecto de grande queimado, com a derme desnuda, sangrante, eritêmato-purpúrica e com contínua eliminação de serosidade, contribuindo para o desequilíbrio hidroeletrolítico e acentuada perda protéica. Graves seqüelas oculares e esofágicas têm sido relatadas.Constitui uma reação adversa a medicamentos rara. As drogas que mais comumente a causam são as sulfas, o fenobarbital, a carbamazepina, a dipirona, piroxicam, fenilbutazona, aminopenicilinas e o alopurinol.
95 Diaforese: Sudação, transpiração intensa.
96 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
97 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
98 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
99 Impotência: Incapacidade para ter ou manter a ereção para atividades sexuais. Também chamada de disfunção erétil.
100 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
101 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
102 Glossite: Inflamação da mucosa que reveste a língua, produzida por infecção viral, radiação, carências nutricionais, etc.
103 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
104 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
105 Serosite: Inflamação de uma membrana serosa.
106 Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
107 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
108 Artralgia: Dor em uma articulação.
109 Artrite: Inflamação de uma articulação, caracterizada por dor, aumento da temperatura, dificuldade de movimentação, inchaço e vermelhidão da área afetada.
110 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
111 Leucocitose: É o aumento no número de glóbulos brancos (leucócitos) no sangue, geralmente maior que 8.000 por mm³. Ocorre em diferentes patologias como em resposta a infecções ou processos inflamatórios. Entretanto, também pode ser o resultado de uma reação normal em certas condições como a gravidez, a menstruação e o exercício muscular.
112 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
113 Bilirrubinas: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
114 Hemoglobina: Proteína encarregada de transportar o oxigênio desde os pulmões até os tecidos do corpo. Encontra-se em altas concentrações nos glóbulos vermelhos.
115 Hematócrito: Exame de laboratório que expressa a concentração de glóbulos vermelhos no sangue.
116 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
117 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
118 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
119 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
120 Sobrevida: Prolongamento da vida além de certo limite; prolongamento da existência além da morte, vida futura.
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