SLOW-K

NOVARTIS

Atualizado em 09/12/2014

Composição de Slow-K

cloreto de potássio (correspondente a 8 mEq deK+) 600 mg; excipiente q.s.p. 1 drágea1. Excipiente basicamente constituído de estearato de magnésio, gelatina, hipromelose, dióxido de titânio, talco, açúcar2, polivinilpirrolidona, carbonato de cálcio e metilparabeno.

Posologia e Administração de Slow-K

para prevenção de hipocalemia3: 2 a 3 drágeas4 por dia (16-24 mEq de K+). Para correção de hipocalemia3: 5 a 12 drágeas4 por dia (40-100 mEq de K+), conforme a concentração plasmática inicial de potássio. Verificar a resposta ao tratamento através da avaliação periódica da concentração potássica. As drágeas4 deverão ser tomadas após as refeições, com a ajuda de bastante líquido. Não quebrar, mastigar ou chupar as drágeas4. Após a liberação do cloreto de potássio, o excipiente insolúvel será eliminado através das fezes. - Superdosagem: a hipercalemia5 se caracteriza por problemas cardiovasculares (alterações no ECG, arritmia6, bloqueio de ramo, fibrilação ventricular) e neuromusculares (parestesias7, convulsões, paralisia8 respiratória). Inativar o potássio em excesso por indução de vômito9, lavagem gástrica10 e clister de sulfonato de poliestireno sódico ou outra resina trocadora de cátions.

Precauções de Slow-K

em tratamentos prolongados, recomenda-se o controle periódico da concentração plasmática de potássio, principalmente na presença de afecções11 com risco de hipercalemia5 (doença renal12, cardiopatia). Igualmente, devem ser avaliados o equilíbrio ácido-base, os outros eletrólitos13 séricos, o ECG e o estado clínico do paciente. A carência de magnésio induzida por diuréticos14 impede a correção do déficit de potássio. A hipomagnesemia e a hipocalemia3 devem ser corrigidas simultaneamente. - Interações medicamentosas: administrar o produto com cautela nos pacientes sob tratamento com inibidores de enzima15 de conversão, anticolinérgicos e medicamentos que possam conduzir a uma hipercalemia5 (antiinflamatórios não hormonais, betabloqueadores, heparina e digoxina). - Advertências: se ocorrerem distúrbios gastrintestinais graves (náuseas16, vômitos17, dores intensas, hemorragias18 gastrintestinais) suspender imediatamente a medicação, pois esses sintomas19 podem ser indicativos de ulcerações20 do aparelho digestivo21. Devido ao risco de hipercalcemia, a utilização de sais de potássio em pacientes portadores de nefropatia22 crônica, ou qualquer outra situação onde a excreção potássica esteja alterada, impõe uma vigilância estrita à concentração plasmática de potássio, com ajustamento posológico adequado.

Reações Adversas de Slow-K

embora raramente, podem ocorrer distúrbios gastrintestinais ou erupções cutâneas23.

Contra-Indicações de Slow-K

hipersensibilidade aos componentes da fórmula. Na insuficiência renal24 grave, mesmo quando ainda não associada a uma hipercalemia5 manifesta. No tratamento concomitante com diuréticos14 poupadores de potássio. Nas situações onde o trânsito gastrintestinal esteja diminuído ou inibido (obstrução esofágica, estenose25 ou atonia de um segmento do trato gastrintestinal). Durante a gravidez26. A hipocalemia3 associada à acidose metabólica27 não deverá ser tratada com cloreto de potássio, mas sim através de um sal alcalino, tal como, bicarbonato, citrato ou acetato de potássio.

Indicações de Slow-K

correção e/ou prevenção da hipocalemia3, nos casos de: ingestão insuficiente através da alimentação (anorexia nervosa28, alcoolismo crônico29, etc.). Perdas potássicas renais ou gastrintestinais aumentadas, em razão de alguma doença, ou pelo uso intensivo de certos medicamentos. Alterações no transporte transcelular de potássio (paralisia8 familiar periódica hipocalêmica, anemia megaloblástica30 aguda), a título de complemento ao tratamento específico.

Apresentação de Slow-K

embalagens com 20 drágeas4.


SLOW-K - Laboratório

NOVARTIS
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Tel: 55 (011) 532-7122
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Complementos

1 Drágea: Comprimido ou pílula contendo preparado farmacêutico.
2 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
3 Hipocalemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
4 Drágeas: Comprimidos ou pílulas contendo preparado farmacêutico.
5 Hipercalemia: É a concentração de potássio sérico maior que 5.5 mmol/L (mEq/L). Uma concentração acima de 6.5 mmol/L (mEq/L) é considerada crítica.
6 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
7 Parestesias: São sensações cutâneas subjetivas (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) que são vivenciadas espontaneamente na ausência de estimulação.
8 Paralisia: Perda total da força muscular que produz incapacidade para realizar movimentos nos setores afetados. Pode ser produzida por doença neurológica, muscular, tóxica, metabólica ou ser uma combinação das mesmas.
9 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
10 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
11 Afecções: Quaisquer alterações patológicas do corpo. Em psicologia, estado de morbidez, de anormalidade psíquica.
12 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
13 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
14 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
15 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
16 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
17 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
18 Hemorragias: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
19 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
20 Ulcerações: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
21 Aparelho digestivo: O aparelho digestivo ou digestório realiza a digestão, processo que transforma os alimentos em substâncias passíveis de serem absorvidas pelo organismo. Os materiais não absorvidos são eliminados por este sistema. Ele é composto pelo tubo digestivo e por glândulas anexas.
22 Nefropatia: Lesão ou doença do rim.
23 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
24 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
25 Estenose: Estreitamento patológico de um conduto, canal ou orifício.
26 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
27 Acidose metabólica: A acidose metabólica é uma acidez excessiva do sangue caracterizada por uma concentração anormalmente baixa de bicarbonato no sangue. Quando um aumento do ácido ultrapassa o sistema tampão de amortecimento do pH do organismo, o sangue pode acidificar-se. Quando o pH do sangue diminui, a respiração torna-se mais profunda e mais rápida, porque o corpo tenta liberar o excesso de ácido diminuindo o volume do anidrido carbônico. Os rins também tentam compensá-lo por meio da excreção de uma maior quantidade de ácido na urina. Contudo, ambos os mecanismos podem ser ultrapassados se o corpo continuar a produzir excesso de ácido, o que conduz a uma acidose grave e ao coma. A gasometria arterial é essencial para o seu diagnóstico. O pH está baixo (menor que 7,35) e os níveis de bicarbonato estão diminuídos (<24 mmol/l). Devido à compensação respiratória (hiperventilação), o dióxido de carbono está diminuído e o oxigênio está aumentado.
28 Anorexia nervosa: Distúrbio alimentar caracterizado por uma alteração da imagem corporal associado à anorexia.
29 Crônico: Descreve algo que existe por longo período de tempo. O oposto de agudo.
30 Anemia megaloblástica: É uma doença na qual a medula óssea produz hemácias gigantes e imaturas. Esse distúrbio é provocado pela carência de vitamina B12 ou de ácido fólico no organismo. Uma vez que esses fatores são importantes para a síntese de DNA e responsáveis pela eritropoiese, a sua falta causa um defeito na síntese de DNA, levando ao desequilíbrio no crescimento e divisão celular.

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