VANCOMICINA BIOSINTÉTICA 0,5 g

BIOSINTETICA

Atualizado em 09/12/2014

Composição da Vancomicina Biosintética

cada frasco-ampola contém: cloridrato devancomicina, equivalente à Vancomicina base 500 mg.

Posologia e Administração da Vancomicina Biosintética

as reações relacionadas com a infusão estão associadas à concentração e velocidade de administração do cloridrato de vancomicina. As concentrações de até 5 mg/ml e velocidade de até 10 mg/ml são recomendadas em adultos. Em pacientes selecionados com restrição de líquidos, a concentração de até 10 mg/ml pode ser usada. O uso de concentrações mais altas pode aumentar o risco de reações relacionadas com a infusão. Contudo, essas reações podem ocorrer em qualquer velocidade ou concentração. Pacientes com função renal1 normal adultos: a dose intravenosa usual diária é de 2 gramas, dividida em 500 mg a cada 6 horas ou um grama2 a cada 12 horas. Cada dose deve ser administrada numa velocidade de até 10 mg/min ou num período de pelo menos 60 minutos, o que for maior. Outros fatores, tais como, idade ou obesidade3, podem requerer modificação na dose usual diária. Crianças: a dose intravenosa usual de cloridrato de vancomicina é de 10 mg/kg a cada 6 horas. Cada dose deve ser administrada por um período de pelo menos 60 minutos. Recém-nascidos e lactentes4: a dose intravenosa total diária pode ser mais baixa. Sugere-se uma dose inicial de 15 mg/kg, seguida de 10 mg/kg a cada 12 horas na primeira semana de vida e daí em diante a cada 8 horas até um mês de idade; após este período (1 mês de idade) recomenda-se a dosagem utilizada em crianças. Cada dose deve ser administrada em pelo menos 60 minutos. Manter uma monitorização cuidadosa das concentrações séricas de vancomicina. Pacientes com insuficiência renal5 e idosos: ajustes de doses devem ser feitos em pacientes com insuficiência renal5. Nos prematuros e idosos, uma redução na dose acima do esperado pode ser necessária, devido à diminuição da função renal1. Medidas das concentrações séricas de vancomicina podem ser úteis, especialmente em pacientes graves com alterações na função renal1. As concentrações séricas de vancomicina podem ser determinadas por ensaio microbiológico6, radioimunoensaio, imunoensaio por polarização e fluorescência, imunoensaio por fluorescência e por cromatografia líquida de alta pressão. Para a maioria dos pacientes com insuficiência renal5, o cálculo7 da dose pode ser feito usando-se a seguinte tabela (adaptado de Moellering e colaboradores), se o clearance de creatinina8 puder ser medido ou estimado com precisão: Clearance de creatinina8 (ml/minuto)/Dose de vancomicina (mg/24 horas): 100 ml/min. 1.545 mg/24 horas; 90 ml/min. 1.390 mg/24 horas; 80 ml/min. 1.235 mg/24 horas; 70 ml/min. 1.080 mg/24 horas; 60 ml/min. 925 mg/24 horas; 50 ml/min. 770 mg/24 horas; 40 ml/min. 620 mg/24 horas; 30 ml/min. 465 mg/24 horas; 20 ml/min. 310 mg/24 horas; 10 ml/min. 155 mg/24 horas. A dose de vancomicina diária em mg é cerca de 15 vezes o índice de filtração glomerular9 em ml/minuto. A dose inicial não deve ser menor que 15 mg/kg, mesmo que o paciente tenha uma insuficiência renal5 leve a moderada. A tabela não é válida para pacientes10 funcionalmente anéfricos. Para tais pacientes, uma dose de 15 mg/kg deve ser administrada para alcançar as concentrações séricas terapêuticas prontamente. A dose necessária para manter concentrações estáveis é de 1,9 mg/kg/24 horas. Desde que doses individuais de manutenção de 250 a 1.000 mg são convenientes em pacientes com insuficiência renal5 grave, a dose pode ser administrada a intervalos de dias ao invés de doses diárias. Tem sido recomendado, em caso de anúria11, a dose de 1.000 mg a cada 7 ou 10 dias. A segurança e a eficácia de administração de cloridrato de vancomicina por via intratecal (intralombar ou intraventricular) não foram avaliadas. O método de administração recomendado é o de infusão intermitente12. - Compatibilidade com soluções intravenosas: as soluções que são diluídas com soro13 glicosado a 5% ou soro13 fisiológico14 (cloreto de sódio a 0,9%) podem ser armazenadas em refrigerador por 14 dias sem perda significante de potência. Soluções que são diluídas com os seguintes diluentes podem ser armazenadas em refrigerador por 96 horas: glicose15 a 5% e cloreto de sódio a 0,9%, USP; lactato16 de Ringer, USP; lactato16 de Ringer e glicose15 a 5%; acetato de Ringer. A solução de vancomicina tem um pH baixo e pode provocar instabilidade química ou física quando misturada com outros compostos. As soluções parenterais devem ser inspecionadas visualmente para a existência de partículas e descoloração da solução antes da administração, quando o recipiente permitir. Administração oral: o cloridrato de vancomicina administrado por via oral é usado no tratamento de colite17 pseudomembranosa causada por C. difficile e enterocolite estafilocócica, relacionadas com o uso de antibióticos. O cloridrato de vancomicina, por via oral, não é eficaz para outros tipos de infecções18. A dose usual total diária para adulto é de 500 mg a 2 g, administrada em 3 ou 4 vezes por 7 a 10 dias. A dose total diária para crianças é de 40 mg/kg, dividida em 3 ou 4 vezes por 7 a 10 dias. A dose total diária não deve exceder a 2 gramas. A dose apropriada pode ser diluída em 30 ml de água e dada ao paciente para beber. Pode ser adicionado xarope comum aromatizado para melhorar o gosto. A solução pode ser administrada por tubo nasogástrico. - Superdosagem: são necessários cuidados gerais de suporte com manutenção da filtração glomerular. A vancomicina é muito pouco removida por diálise19. A hemofiltração e hemoperfusão com a resina polissulfônica tem resultado no aumento do clearance de vancomicina. No tratamento de superdosagem, considerar a possibilidade de múltiplas drogas, interação entre drogas e cinéticas20 diferentes no paciente.

Precauções da Vancomicina Biosintética

foram relatada concentrações séricas, clinicamente significantes, em alguns pacientes com colite17 pseudomembranosa causada por C. difficile, que estavam recebendo doses múltiplas orais de vancomicina. O uso prolongado do cloridrato de vancomicina pode resultar no crescimento de microorganismos resistentes. É essencial cuidadosa observação do paciente. Se ocorrer uma superinfecção21 durante o tratamento devem ser tomadas medidas apropriadas. Em raras ocasiões, tem sido relatada colite17 pseudomembranosa devida ao C. difficile em pacientes que receberam vancomicina intravenosa. Para minimizar o risco de nefrotoxicidade22 em pacientes com insuficiência renal5 ou que estejam recebendo terapia concomitante com aminoglicosídeo, deve ser feita uma monitorização contínua da função renal1 e cuidados especiais devem ser tomados seguindo esquemas de doses apropriadas. Testes seriados da função auditiva podem ser úteis para minimizar o risco de ototoxicidade23. Foi relatada neutropenia24 reversível em pacientes que estavam recebendo cloridrato de vancomicina. Pacientes que vão receber tratamento prolongado com cloridrato de vancomicina ou que estejam recebendo concomitantemente drogas neutropênicas devem ter uma monitoração periódica na contagem de leucócitos25. O cloridrato de vancomicina é irritante ao tecido26 e deve ser administrado por via intravenosa com muito cuidado. Poderá ocorrer dor e até necrose27 quando o cloridato de vancomicina for administrado por via intramuscular ou quando houver extravasamento acidental. Pode ocorrer tromboflebite28, cuja freqüência e gravidade podem ser minimizadas administrando a droga lentamente e em solução diluída (2,5 a 5,0 g/l) e por rodízio dos locais de infusão. Tem sido relatado que a freqüência de reações relacionadas com a infusão (incluindo hipotensão29, rubor, eritema30, urticária31 e prurido32) aumenta com a administração concomitante de substâncias anestésicas. As reações relacionadas com infusão podem ser minimizadas administrando-se o cloridrato de vancomicina durante 60 minutos antes da indução da anestesia33. A segurança e a eficácia da administração da vancomicina por via intratecal (intralombar ou intraventricular) não foram avaliadas. Gravidez34 e lactação35: devido ao fato dos estudos em animais nem sempre predizerem a resposta em humanos, o cloridrato de vancomicina só deve ser administrado em mulheres grávidas quando absolutamente necessário. O cloridrato de vancomicina é excretado no leite humano. Deve-se ter cuidado quando o cloridrato de vancomicina for administrado a mulheres que estejam amamentando. Devido ao potencial de reações adversas, deve-se tomar uma decisão quanto à interrupção de amamentação36 ou da droga, levando-se em consideração a importância do tratamento para a mãe. Uso em pediatria: em recém-nascidos prematuros e lactentes4 pode ser necessário confirmar a concentração sérica desejada de vancomicina. A administração concomitante de vancomicina com anestésicos tem sido relacionada com eritema30 e rubor tipo histamina37. Uso geriátrico: a diminuição natural na filtração glomerular com o aumento da idade pode levar a uma elevação da concentração sérica da vancomicina se a dose não for ajustada. Os esquemas de doses de vancomicina devem ser ajustados nos pacientes idosos. - Interações medicamentosas: a administração concomitante de vancomicina e anestésicos tem sido associada com eritema30 e rubor tipo histamina37 e reações anafilactóides. O uso concorrente e/ou seqüencial, sistêmico38 ou tópico39 de outras drogas potencialmente neurotóxicas e/ou nefrotóxicas, tais como, anfotericina B, aminoglicosídeos, bacitracina, polimixina B, colistina, viomicina ou cisplatina, quando indicado, requer cuidadosa monitorização.

Reações Adversas da Vancomicina Biosintética

reações relacionadas com a infusão: durante ou logo após uma infusão rápida de cloridrato de vancomicina, os pacientes podem desenvolver reações anafilactóides, incluindo hipotensão29, chiado, dispnéia40, urticária31 ou prurido32. Uma infusão rápida pode causar também rubor na parte superior do corpo (pescoço41 vermelho) ou dor e espasmo42 muscular no peito43 e nas costas44. Essas reações geralmente desaparecem dentro de 20 minutos, mas podem persistir por várias horas. Em animais de laboratório, hipotensão29 e bradicardia45 ocorreram naqueles que receberam grandes doses de cloridrato de vancomicina em altas concentrações e velocidade. Tais reações são infreqüentes se o cloridrato de vancomicina for administrado por infusão lenta por mais de 60 minutos. Em um estudo em voluntários normais, as reações relacionadas com a infusão não ocorreram quando o cloridrato de vancomicina foi administrado numa velocidade de 10 mg/minuto ou menos. Nefrotoxicidade22: raramente foram relatados danos renais manifestados principalmente por aumento nas concentrações de creatinina8 sérica ou do nitrogênio uréico (BUN), especialmente em pacientes que receberam grandes doses de cloridrato de vancomicina. Foram relatados raros casos de nefrite46 intersticial47. A maioria desses relatos ocorreu em pacientes que receberam aminoglicosídeos concomitantemente ou que tinham insuficiência renal5 preexistente. Quando o cloridrato de vancomicina foi interrompido, a uremia48 desapareceu na maioria dos pacientes. Ototoxicidade23: algumas dezenas de pacientes relatam perda de audição relacionada com o uso de cloridrato de vancomicina. A maioria desses pacientes tinha insuficiência renal5 ou perda de audição preexistente ou estava em tratamento concomitante com drogas ototóxicas. Vertigem49, tontura50 e zumbido foram relatados raramente. Hematopoiese: foi relatado o desenvolvimento de neutropenia24 reversível em várias dezenas de pacientes, geralmente começando uma ou mais semanas após o início da terapia com cloridrato de vancomicina ou após uma dose total maior que 25 gramas. A neutropenia24 parece ser prontamente reversível quando o cloridrato de vancomicina é interrompido. A trombocitopenia51 foi raramente relatada. Apesar de não ter sido estabelecida uma relação causal, agranulocitose52 reversível (contagem de granulócitos53 menor que 500/mm3) tem sido relatada raramente. Flebite54: inflamação55 no local da injeção56 foi relatada. Miscelâneas: infreqüentemente, os pacientes relataram anafilaxia57, febre58, náusea59, calafrios60, eosinofilia61, erupções cutâneas62, incluindo dermatite63 esfoliativa, síndrome de Stevens-Johnson64 e raros casos de vasculite65.

Contra-Indicações da Vancomicina Biosintética

pacientes com conhecida hipersensibilidade a esse antibiótico. - Advertências: a infusão rápida de dose única (por exemplo, em alguns minutos) pode provocar uma hipotensão29 exagerada, incluindo choque66 e, raramente, parada cardíaca. O cloridrato de vancomicina deve ser administrado em uma solução diluída, por um período de não menos que 60 minutos, para evitar reações relacionadas com infusão rápida. Interrompendo-se a infusão, essas reações geralmente cessam prontamente. Tem ocorrido ototoxicidade23 transitória ou permanente em pacientes recebendo cloridrato de vancomicina, sendo relatada na maioria das vezes em pacientes que receberam doses excessivas, que tinham algum problema de perda de audição ou que estejam recebendo terapia concomitante com uma droga ototóxica, tal como, um aminoglicosídeo. A vancomicina deve ser usada com cuidado em pacientes com insuficiência renal5, pois o risco de toxicidade67 é aumentado apreciavelmente por concentrações sangüíneas altas e prolongadas. A dose de cloridrato de vancomicina deve ser ajustada para pacientes10 com insuficiência renal5.

Indicações da Vancomicina Biosintética

tratamento de infecções18 graves causadas por estafilococos resistentes à meticilina (betalactamase resistente); pacientes alérgicos à penicilina; pacientes que não podem receber ou que não responderam ao tratamento com penicilinas ou cefalosporinas, infecções18 graves causadas por outros microorganismos sensíveis à vancomicina, mas resistentes a outras drogas antimicrobianas; tratamento inicial quando se suspeita de estafilococo resistente à meticilina, porém, tão logo os dados de sensibilidade estejam disponíveis, o tratamento deve ser ajustado de acordo; tratamento de enterocolite estafilocócica; outras infecções18 devidas a estafilococos, inclusive septicemia68, infecções18 ósseas, infecções18 do trato respiratório inferior e infecções18 da pele69 e tecidos moles. Quando as infecções18 estafilocócicas são localizadas e purulentas70, os antibióticos são usados como auxiliares às medidas cirúrgicas apropriadas. O cloridrato de vancomicina é eficaz isolado ou combinado com um aminoglicosídeo na endocardite71 causada por S. viridans ou S. bovis. Para endocardite71 causada por enterococos (E. faecalis), o cloridrato de vancomicina é eficaz somente em combinação com um aminoglicosídeo. O cloridrato de vancomicina é eficaz para o tratamento da endocardite71 por difteróide. O cloridrato de vancomicina tem sido utilizado com sucesso em combinação com rifampicina, aminoglicosídeo ou ambos, na endocardite71 precoce em prótese72 de válvula, causada por S. epidermidis ou por difteróides. Para o tratamento de colite17 pseudomembranosa causada por C. difficile secundária ao uso de antibióticos, pode-se administrar por via oral a forma parenteral de cloridrato de vancomicina. Não foi comprovado o benefício da administração do antibiótico por via parenteral nesta infecção73. O cloridrato de vancomicina não é eficaz por via oral para outros tipos de infecção73. Apesar de não terem sido feitos estudos controlados de eficácia clínica, o uso do cloridrato de vancomicina intravenoso foi sugerido pela American Heart Association e American Dental Association na profilaxia da endocardite71 bacteriana em pacientes alérgicos à penicilina, portadores de doença cardíaca congênita74 ou reumática ou outra doença cardíaca valvular adquirida, quando estes pacientes se submetem a tratamento dentário ou cirurgias do trato respiratório superior.

Apresentação da Vancomicina Biosintética

embalagem com 1 frasco-ampola contendo o pó liófilo injetável.


VANCOMICINA BIOSINTÉTICA 0,5 g - Laboratório

BIOSINTETICA
Rua Periquito, 236 - Vl. Uberabinha
São Paulo/SP - CEP: 04514-050
Tel: 55 (011) 5561-2614
Fax: 55 (011)5561-2072
Site: http://www.biosintetica.com.br/

Ver outros medicamentos do laboratório "BIOSINTETICA"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
2 Grama: 1. Designação comum a diversas ervas da família das gramíneas que formam forrações espontâneas ou que são cultivadas para criar gramados em jardins e parques ou como forrageiras, em pastagens; relva. 2. Unidade de medida de massa no sistema c.g.s., equivalente a 0,001 kg . Símbolo: g.
3 Obesidade: Condição em que há acúmulo de gorduras no organismo além do normal, mais severo que o sobrepeso. O índice de massa corporal é igual ou maior que 30.
4 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
5 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
6 Microbiológico: Referente à microbiologia, ou seja, à especialidade biomédica que estuda os microrganismos patogênicos, responsáveis pelas doenças infecciosas, englobando a bacteriologia (bactérias), virologia (vírus) e micologia (fungos).
7 Cálculo: Formação sólida, produto da precipitação de diferentes substâncias dissolvidas nos líquidos corporais, podendo variar em sua composição segundo diferentes condições biológicas. Podem ser produzidos no sistema biliar (cálculos biliares) e nos rins (cálculos renais) e serem formados de colesterol, ácido úrico, oxalato de cálcio, pigmentos biliares, etc.
8 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
9 Índice de filtração glomerular: Medida da habilidade dos rins de filtrar e remover excretas do organismo.
10 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
11 Anúria: Clinicamente, a anúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas.
12 Intermitente: Nos quais ou em que ocorrem interrupções; que cessa e recomeça por intervalos; intervalado, descontínuo. Em medicina, diz-se de episódios de febre alta que se alternam com intervalos de temperatura normal ou cujas pulsações têm intervalos desiguais entre si.
13 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
14 Fisiológico: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
15 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
16 Lactato: Sal ou éster do ácido láctico ou ânion dele derivado.
17 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
18 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
19 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
20 Cinéticas: Ramo da física que trata da ação das forças nas mudanças de movimento dos corpos.
21 Superinfecção: Geralmente ocorre quando os antibióticos alteram o equilíbrio do organismo, permitindo o crescimento de agentes oportunistas, como os enterococos. A superinfecção pode ser muito difícil de tratar, porque é necessário optar por antibióticos eficazes contra todos os agentes que podem causá-la.
22 Nefrotoxicidade: É um dano nos rins causado por substâncias químicas chamadas nefrotoxinas.
23 Ototoxicidade: Dano causado aos sistemas coclear e/ou vestibular resultante de exposição a substâncias químicas.
24 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
25 Leucócitos: Células sangüíneas brancas. Compreendem tanto os leucócitos granulócitos (BASÓFILOS, EOSINÓFILOS e NEUTRÓFILOS) como os não granulócitos (LINFÓCITOS e MONÓCITOS). Sinônimos: Células Brancas do Sangue; Corpúsculos Sanguíneos Brancos; Corpúsculos Brancos Sanguíneos; Corpúsculos Brancos do Sangue; Células Sanguíneas Brancas
26 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
27 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
28 Tromboflebite: Processo inflamatório de um segmento de uma veia, geralmente de localização superficial (veia superficial), juntamente com formação de coágulos na zona afetada. Pode surgir posteriormente a uma lesão pequena numa veia (como após uma injeção ou um soro intravenoso) e é particularmente frequente nos toxico-dependentes que se injetam. A tromboflebite pode desenvolver-se como complicação de varizes. Existe uma tumefação e vermelhidão (sinais do processo inflamatório) ao longo do segmento de veia atingido, que é extremamante doloroso à palpação. Ocorrem muitas vezes febre e mal-estar.
29 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
30 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
31 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
32 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
33 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
34 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
35 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
36 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
37 Histamina: Em fisiologia, é uma amina formada a partir do aminoácido histidina e liberada pelas células do sistema imunológico durante reações alérgicas, causando dilatação e maior permeabilidade de pequenos vasos sanguíneos. Ela é a substância responsável pelos sintomas de edema e irritação presentes em alergias.
38 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
39 Tópico: Referente a uma área delimitada. De ação limitada à mesma. Diz-se dos medicamentos de uso local, como pomadas, loções, pós, soluções, etc.
40 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
41 Pescoço:
42 Espasmo: 1. Contração involuntária, não ritmada, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosa ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
43 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
44 Costas:
45 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
46 Nefrite: Termo que significa “inflamação do rim” e que agrupa doenças caracterizadas por lesões imunológicas ou infecciosas do tecido renal. Alguns exemplos são a nefrite intersticial por drogas, a glomerulonefrite pós-estreptocócica, etc. Podem manifestar-se por hipertensão arterial, hematúria e dor lombar.
47 Intersticial: Relativo a ou situado em interstícios, que são pequenos espaços entre as partes de um todo ou entre duas coisas contíguas (por exemplo, entre moléculas, células, etc.). Na anatomia geral, diz-se de tecido de sustentação localizado nos interstícios de um órgão, especialmente de vasos sanguíneos e tecido conjuntivo.
48 Uremia: Doença causada pelo armazenamento de uréia no organismo devido ao mal funcionamento renal. Os sintomas incluem náuseas, vômitos, perda de apetite, fraqueza e confusão mental.
49 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
50 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
51 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
52 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
53 Granulócitos: Leucócitos que apresentam muitos grânulos no citoplasma. São divididos em três grupos, conforme as características (neutrofílicas, eosinofílicas e basofílicas) de coloração destes grânulos. São granulócitos maduros os NEUTRÓFILOS, EOSINÓFILOS e BASÓFILOS.
54 Flebite: Inflamação da parede interna de uma veia. Pode ser acompanhada ou não de trombose da mesma.
55 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
56 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
57 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
58 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
59 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
60 Calafrios: 1. Conjunto de pequenas contrações da pele e dos músculos cutâneos ao longo do corpo, muitas vezes com tremores fortes e palidez, que acompanham uma sensação de frio provocada por baixa temperatura, má condição orgânica ou ainda por medo, horror, nojo, etc. 2. Sensação de frio e tremores fortes, às vezes com bater de dentes, que precedem ou acompanham acessos de febre.
61 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
62 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
63 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
64 Síndrome de Stevens-Johnson: Forma grave, às vezes fatal, de eritema bolhoso, que acomete a pele e as mucosas oral, genital, anal e ocular. O início é geralmente abrupto, com febre, mal-estar, dores musculares e artralgia. Pode evoluir para um quadro toxêmico com alterações do sistema gastrointestinal, sistema nervoso central, rins e coração (arritmias e pericardite). O prognóstico torna-se grave principalmente em pessoas idosas e quando ocorre infecção secundária. Pode ser desencadeado por: sulfas, analgésicos, barbitúricos, hidantoínas, penicilinas, infecções virais e bacterianas.
65 Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
66 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
67 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
68 Septicemia: Septicemia ou sepse é uma infecção generalizada grave que ocorre devido à presença de micro-organismos patogênicos e suas toxinas na corrente sanguínea. Geralmente ela ocorre a partir de outra infecção já existente.
69 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
70 Purulentas: Em que há pus ou cheio de pus; infeccionadas. Que segrega pus. No sentido figurado, cuja conduta inspira nojo; repugnante, asqueroso, sórdido.
71 Endocardite: Inflamação aguda ou crônica do endocárdio. Ela pode estar preferencialmente localizada nas válvulas cardíacas (endocardite valvular) ou nas paredes cardíacas (endocardite parietal). Pode ter causa infecciosa ou não infecciosa.
72 Prótese: Elemento artificial implantado para substituir a função de um órgão alterado. Existem próteses de quadril, de rótula, próteses dentárias, etc.
73 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
74 Congênita: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.

Tem alguma dúvida sobre VANCOMICINA BIOSINTÉTICA 0,5 g?

Pergunte diretamente a um especialista

Sua pergunta será enviada aos especialistas do CatalogoMed, veja as dúvidas já respondidas.