Preço de ZARGUS em Ann Arbor/SP: R$ 9,32

ZARGUS

BIOSINTETICA

Atualizado em 09/12/2014

Composição de Zargus

cada comprimido revestido de 1 mg contém:risperidona 1,0 mg. Excipiente (dióxido de silício, lactose1 spray dried, celulose microcristalina, estearato de magnésio, polycoat incolor) q.s.p. 1 comprimido revestido. Cada comprimido revestido de 2 mg contém: risperidona 2,0 mg. Excipiente (dióxido de silício, lactose1 spray dried, celulose microcristalina, estearato de magnésio, polycoat incolor, dióxido de titânio, corante amarelo nº 6 laca de alumínio) q.s.p. 1 comprimido revestido. Cada comprimido revestido de 3 mg contém: risperidona 3,0 mg. Excipiente (dióxido de silício, lactose1 spray dried, celulose microcristalina, estearato de magnésio, polycoat incolor, dióxido de titânio, corante amarelo de quinoleína laca de alumínio) q.s.p. 1 comprimido revestido.

Posologia e Administração de Zargus

caso o paciente esteja recebendo outro antipsicótico, recomenda-se sua descontinuação gradual quando se inicia a terapia com risperidona. Se o médico considerar necessário administrar aos pacientes antipsicóticos depot, concomitantemente, iniciar a terapia com risperidona alguns poucos dias antes da próxima administração. A necessidade de continuar com medicações antiparkinsonianas deve ser avaliada periodicamente. Adultos: a dose deve ser aumentada gradualmente, durante 3 dias, até atingir a dose máxima de 6 mg; esta dose deve ser administrada em 2 tomadas diárias de 3 mg. Todos os pacientes, tanto agudos como crônicos, devem começar o tratamento com uma dose de 2 mg de Zargus repartida em 2 vezes ao dia (1 mg de 12/12 h). A dose deve ser aumentada para 4 mg (administrada em 2 vezes ao dia; 2 mg de 12/12 h) no segundo dia e 6 mg (administrada em 2 vezes ao dia; 3 mg de 12/12 h) no terceiro dia. A partir de então, se necessário, a dose deve permanecer inalterada ou posteriormente individualizada. A dose diária habitual ideal é de 4 mg a 8 mg repartida em duas vezes ao dia. Doses acima de 10 mg por dia (administrada em 2 vezes ao dia) não se mostraram superiores em eficácia, quando comparados com doses mais baixas, e podem provocar mais sintomas2 extrapiramidais. A segurança de doses superiores a 16 mg por dia não foi avaliada e, portanto, não devem ser utilizadas. Nos casos em que for necessária uma sedação3 adicional, pode-se associar um benzodiazepínico ao Zargus. Idosos e pacientes com doença renal4 ou hepática5: a dose inicial recomendada é de 0,5 mg, 2 vezes ao dia. Esta dose pode ser ajustada com aumentos de 0,5 mg, 2 vezes ao dia, até 1 a 2 mg, 2 vezes ao dia. O produto deve ser utilizado com precaução nestes pacientes até que sejam obtidos dados clínicos mais específicos para esse grupo. Crianças: ainda encontra-se em estudos o uso de Zargus em menores de 15 anos. - Superdosagem: os dados clínicos para superdose com Zargus ainda são limitados. Em geral, os sintomas2 e sinais6 informados têm sido aqueles resultantes de exacerbação dos efeitos farmacológicos conhecidos. Dentre eles pode-se citar sonolência e sedação3, taquicardia7, hipotensão8 e sintomas2 extrapiramidais. Em caso de superdose aguda, a possibilidade de envolvimento de várias drogas deve ser considerada. Tratamento: estabelecer e manter as vias aéreas livres e garantir uma boa ventilação9 com oxigenação adequada. Lavagem gástrica10 (após intubação, se o paciente estiver inconsciente) e deve-se considerar a administração de carvão ativado com laxantes11. O controle cardiovascular deve começar imediatamente e deve incluir monitoramento eletrocardiográfico contínuo para detectar possíveis arritmias12. Não há antídoto13 específico para o produto. Assim, medidas de suporte devem ser instituídas. A hipotensão8 e o colapso14 circulatório devem ser tratados com medidas apropriadas (infusão de fluidos intravenosos e/ou agentes simpatomiméticos). Em caso de sintomatologia extrapiramidal severa, deve-se administrar medicação anticolinérgica. A monitorização deve continuar até que o paciente se recupere.

Precauções de Zargus

hipotensão8 ortostática: devido à atividade bloqueadora alfa-adrenérgica da risperidona, podem ocorrer casos de hipotensão8 ortostática, especialmente durante o período de titulação inicial da dose. Zargus deve ser utilizado com precaução em pacientes portadores de enfermidade cardiovascular (por ex.: insuficiência cardíaca15, infarto do miocárdio16, distúrbios de condução, desidratação17, hipovolemia18 ou doença vascular19 cerebral) e a dose deve ser gradualmente titulada na forma recomendada (ver Posologia e administração). Em caso de hipotensão8, deve ser considerada a redução da dose. Discinesia tardia20: as drogas com propriedades antagonistas dos receptores da dopamina21 têm sido associadas à indução de discinesia tardia20, caracterizada por movimentos involuntários rítmicos, predominantemente da língua22 e/ou face23. Há um risco de que isto também ocorra com a risperidona. Tem sido descrito que o aparecimento dos sintomas2 extrapiramidais representa um fator de risco24 para o desenvolvimento de discinesia tardia20. Devido à risperidona ter um menor potencial para induzir sintomas2 extrapiramidais que os neurolépticos25 clássicos, deve-se esperar um menor risco de discinesia tardia20. Caso apareçam sinais6 e sintomas2 de discinesia tardia20, deve ser considerada a interrupção da administração de todas as drogas antipsicóticas. Síndrome26 neuroléptica maligna: com os neurolépticos25 clássicos, foram referidos casos de síndrome26 neuroléptica maligna, caracterizada por hipertermia, rigidez muscular, instabilidade autonômica, alteração da consciência e níveis elevados das concentrações de CPK no plasma27. Conseqüentemente, a possibilidade de ocorrência de síndrome26 neuroléptica maligna com risperidona não pode ser descartada. Neste caso, todas as drogas antipsicóticas, incluindo risperidona, devem ser descontinuadas. Pacientes idosos e com insuficiência renal28 ou hepática5: recomenda-se que as doses iniciais e subseqüentes aumentos sejam reduzidos pela metade nos pacientes idosos ou com insuficiência hepática29 ou renal4. Doença de Parkinson30: recomenda-se administrar com cautela em pacientes com doença de Parkinson30, já que, teoricamente, pode produzir deteriorização do estado destes pacientes. Epilepsia31: os neurolépticos25 clássicos podem baixar o limiar epileptogênico. Apesar dos estudos clínicos não indicarem tal risco com o uso de risperidona, recomenda-se administrar com precaução a pacientes com epilepsia31. Ganho de peso: deve-se recomendar aos pacientes que evitem comer em demasia devido à possibilidade de aumento de peso. - Efeitos sobre a capacidade de dirigir e operar máquina: Zargus pode interferir com atividades que necessitem de uma boa vigilância. Portanto, os pacientes devem ser advertidos para não operarem ou dirigirem máquinas até que sua susceptibilidade32 individual ao medicamento seja conhecida. Uso geriátrico: Zargus pode ser usado por pessoas acima de 65 anos de idade desde que observadas as precauções e a posologia para esta faixa etária. - Gravidez33 e lactação34: a segurança de risperidona durante a gravidez33 em seres humanos não foi estabelecida. Portanto, o produto deve ser utilizado durante a gravidez33 somente se os benefícios para a mãe ultrapassarem os riscos para o feto35. Não é conhecido se a risperidona é excretada no leite humano. Portanto, as mulheres que recebem risperidona não devem amamentar. - Interações medicamentosas: o risco de uso de Zargus com outras drogas não foi sistematicamente avaliado. Devido aos efeitos primários sobre o SNC36, Zargus deve ser utilizado com cautela quando em combinação com outras drogas de ação central. A risperidona pode antagonizar o efeito da levodopa e outros agonistas da dopamina21. As fenotiazidas, os antidepressivos tricíclicos e alguns betabloqueadores podem aumentar as concentrações da risperidona no plasma27, porém não afetam a fração antipsicótica. A carbamazepina pode diminuir os níveis no plasma27 da fração antipsicótica da risperidona. Podem ser observados efeitos semelhantes com outros indutores das enzimas hepáticas37. Ao interromper a terapia com carbamazepina e outros indutores das enzimas hepáticas37, as doses do produto devem ser reavaliadas, e se necessário, diminuídas. Quando se administra concomitantemente Zargus com outras drogas de alto índice de ligação protéica não há deslocamento clinicamente relevante das proteínas38 plasmáticas. A alimentação não afeta a absorção de risperidona.

Reações Adversas de Zargus

o produto é geralmente bem tolerado e, em muitos casos, tem sido difícil diferenciar as reações adversas dos sintomas2 da própria enfermidade. Reações adversas associadas com o uso da risperidona: mais comuns: insônia, agitação, ansiedade, cefaléia39. Menos comuns: sonolência, fadiga40, tonturas41, distúrbios de concentração, constipação42, náuseas43, vômitos44, dor abdominal, visão45 turva, distúrbios de ereção46, de ejaculação47 e orgasmo, rinite48 e exantema49. Efeitos extrapiramidais: Zargus tem menor propensão para induzir efeitos extrapiramidais do que os neurolépticos25 clássicos, porém, em alguns casos, podem ocorrer os seguintes efeitos extrapiramidais: tremor, rigidez, hipersalivação, bradicinesia50, acatisia51 e distonia52 aguda, geralmente leves e reversíveis com a redução da dose e/ou se necessário a administração de medicação antiparkinsoniana. Hipotensão8, tontura53 ortostática e taquicardia7 reflexa ocasionais: ocasionalmente, os sintomas2 citados foram observados após administração de altas doses iniciais de risperidona. (ver Advertências e Precauções). Hiperprolactinemia: a risperidona pode induzir um aumento dose-dependente na concentração de prolactina54 no plasma27. Galactorréia55, distúrbios do ciclo menstrual e amenorréia56 são algumas das possíveis reações adversas manifestadas. Ganho de peso: durante o tratamento com a risperidona foi observado aumento de peso. Intoxicação hídrica: semelhante aos neurolépticos25 clássicos, ocasionalmente foi relatada a seguinte reação adversa: intoxicação com água devido à polidpsia ou síndrome26 de secreção inadequada de hormônio57 antidiurético. Outros: edema58, aumento dos níveis das enzimas hepáticas37, discinesia tardia20, síndrome26 neuroléptica maligna e convulsões.

Contra-Indicações de Zargus

Zargus é contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade conhecida à risperidona ou a qualquer dos componentes da fórmula.

Indicações de Zargus

tratamento das psicoses esquizofrênicas agudas e crônicas e outros distúrbios psicóticos, nos quais os sintomas2 produtivos (como alucinações59, delírios, distúrbios do pensamento, hostilidade, desconfiança) e/ou não-produtivos (tais como, embotamento60 afetivo, isolamento emocional e social, pobreza de discurso) são proeminentes. Zargus também alivia os sintomas2 afetivos, tais como, depressão, sentimento de culpa, ansiedade, relacionados com esquizofrenia61.

Apresentação de Zargus

embalagem contendo 20 comprimidos revestidos de 1 mg, 2 mg e 3 mg.


ZARGUS - Laboratório

BIOSINTETICA
Rua Periquito, 236 - Vl. Uberabinha
São Paulo/SP - CEP: 04514-050
Tel: 55 (011) 5561-2614
Fax: 55 (011)5561-2072
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Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
3 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
4 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
5 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
6 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
7 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
8 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
9 Ventilação: 1. Ação ou efeito de ventilar, passagem contínua de ar fresco e renovado, num espaço ou recinto. 2. Agitação ou movimentação do ar, natural ou provocada para estabelecer sua circulação dentro de um ambiente. 3. Em fisiologia, é o movimento de ar nos pulmões. Perfusão Em medicina, é a introdução de substância líquida nos tecidos por meio de injeção em vasos sanguíneos.
10 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
11 Laxantes: Medicamentos que tratam da constipação intestinal; purgantes, purgativos, solutivos.
12 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
13 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
14 Colapso: 1. Em patologia, é um estado semelhante ao choque, caracterizado por prostração extrema, grande perda de líquido, acompanhado geralmente de insuficiência cardíaca. 2. Em medicina, é o achatamento conjunto das paredes de uma estrutura. 3. No sentido figurado, é uma diminuição súbita de eficiência, de poder. Derrocada, desmoronamento, ruína. 4. Em botânica, é a perda da turgescência de tecido vegetal.
15 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
16 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
17 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
18 Hipovolemia: Diminuição do volume de sangue secundário a hemorragias, desidratação ou seqüestro de sangue para um terceiro espaço (p. ex. peritônio).
19 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
20 Discinesia tardia: Síndrome potencialmente irreversível, caracterizada por movimentos repetitivos, involuntários e não intencionais dos músculos da língua, boca, face, pescoço e (mais raramente) das extremidades. Ela se caracteriza por movimentos discinéticos involuntários e irreversíveis e pode se desenvolver com o uso de medicamentos tais como antipsicóticos e neurolépticos.
21 Dopamina: É um mediador químico presente nas glândulas suprarrenais, indispensável para a atividade normal do cérebro.
22 Língua:
23 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
24 Fator de risco: Qualquer coisa que aumente a chance de uma pessoa desenvolver uma doença.
25 Neurolépticos: Medicamento que exerce ação calmante sobre o sistema nervoso, tranquilizante, psicoléptico.
26 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
27 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
28 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
29 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
30 Doença de Parkinson: Doença degenerativa que afeta uma região específica do cérebro (gânglios da base), e caracteriza-se por tremores em repouso, rigidez ao realizar movimentos, falta de expressão facial e, em casos avançados, demência. Os sintomas podem ser aliviados por medicamentos adequados, mas ainda não se conhece, até o momento, uma cura definitiva.
31 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
32 Susceptibilidade: 1. Ato, característica ou condição do que é suscetível. 2. Capacidade de receber as impressões que põem em exercício as ações orgânicas; sensibilidade. 3. Disposição ou tendência para se ofender e se ressentir com (algo, geralmente sem importância); delicadeza, melindre. 4. Em física, é o coeficiente de proporcionalidade entre o campo magnético aplicado a um material e a sua magnetização.
33 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
34 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
35 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
36 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
37 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
38 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
39 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
40 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
41 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
42 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
43 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
44 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
45 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
46 Ereção: 1. Ato ou efeito de erigir ou erguer. 2. Inauguração, criação. 3. Levantamento ou endurecimento do pênis.
47 Ejaculação: 1. Ato de ejacular. Expulsão vigorosa; forte derramamento (de líquido); jato. 2. Em fisiologia, emissão de esperma pela uretra no momento do orgasmo. 3. Por extensão de sentido, qualquer emissão. 4. No sentido figurado, fartura de palavras; arrazoado.
48 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
49 Exantema: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
50 Bradicinesia: Dificuldade de iniciar os movimentos, lentidão nos movimentos e dificuldade de realizar os movimentos com fluência. É o sintoma mais proeminente na doença de Parkinson e que leva à incapacidade de realização das atividades diárias.
51 Acatisia: Síndrome caracterizada por sentimentos de inquietação interna que se manifesta por incapacidade de se manter quieta. É frequentemente causada por medicamentos neurolépticos.
52 Distonia: Contração muscular involuntária causando distúrbios funcionais, dolorosos e estéticos.
53 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
54 Prolactina: Hormônio secretado pela adeno-hipófise. Estimula a produção de leite pelas glândulas mamárias. O aumento de produção da prolactina provoca a hiperprolactinemia, podendo causar alteração menstrual e infertilidade nas mulheres. No homem, gera impotência sexual (por prejudicar a produção de testosterona) e ginecomastia (aumento das mamas).
55 Galactorréia: Secreção mamária anormal de leite fora do período de amamentação. Pode ser produzida por distúrbios hormonais ou pela ação de medicamentos.
56 Amenorréia: É a ausência de menstruação pelo período equivalente a 3 ciclos menstruais ou 6 meses (o que ocorrer primeiro). Para períodos inferiores, utiliza-se o termo atraso menstrual.
57 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
58 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
59 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
60 Embotamento: Ato ou efeito de perder ou tirar o vigor ou a sensibilidade; enfraquecer-se.
61 Esquizofrenia: Doença mental do grupo das Psicoses, caracterizada por alterações emocionais, de conduta e intelectuais, caracterizadas por uma relação pobre com o meio social, desorganização do pensamento, alucinações auditivas, etc.

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