Preço de CLOPIXOL em Fairfield/SP: R$ 43,96

CLOPIXOL

LUNDBECK

Atualizado em 08/12/2014

CLOPIXOL*
(dicloridrato de zuclopentixol)

- FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO

USO ADULTO

CLOPIXOL 10 mg Comprimidos - Cada comprimido contém 10 mg de dicloridrato de zuclopentixol.
Embalagem contendo 20 comprimidos.
Excipientes: amido, lactose1, celulose microcristalina, copolividona, glicerina, talco, castor oil hidrogenado, estearato de magnésio, metilhidroxipropilcelulose, polietilenoglicol 6000 NF, dióxido de titânio, óxido vermelho de ferro.

CLOPIXOL 25 mg Comprimidos - Cada comprimido contém 25 mg de dicloridrato de zuclopentixol. Embalagem contendo 20 comprimidos.
Excipientes: amido, lactose1, celulose microcristalina, copolividona, glicerina, talco, castor oil hidrogenado, estearato de magnésio, metilhidroxipropilcelulose, polietilenoglicol 6000 NF, dióxido de titânio, óxido vermelho de ferro.

Informação ao Paciente de Clopixol

CLOPIXOL faz parte de um grupo farmacológico , os tioxantenos, que agem sobre sintomas2 psicóticos como as alucinações3 e delírios, a agitação, agressividade e hostilidade presentes na esquizofrenia4 e outros distúrbios psicóticos. Na maioria dos casos, os efeitos são notados nos primeiros dias de uso. No início do tratamento, CLOPIXOL  tem efeito sedativo que melhora muito a qualidade do sono do paciente psicótico.

O produto deve ser conservado em temperatura máxima de 30º C.

O prazo de validade desse produto é de 36 meses e encontra-se gravado na embalagem externa.

Em caso de vencimento, inutilize o produto.

Informe seu médico a ocorrência de gravidez5 na vigência do tratamento ou após o seu término.

Informar ao médico se está amamentando.

Como usar o CLOPIXOL - CLOPIXOL só deve ser usado quando receitado pelo médico.

A dose - Somente seu médico sabe a dose ideal de CLOPIXOL para o seu caso. Siga suas recomendações. Não mude a dose por conta própria. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Quando suspender o tratamento - Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico; somente ele saberá o momento de suspender o tratamento. Quando isso acontece deverá ser feito de forma gradual.

Este medicamento é bem tolerado pela maioria dos pacientes, porém informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis tais como, tremores, palpitações6, tonteiras ou dificuldades de urinar.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

CLOPIXOL não deve ser ingerido junto com bebidas alcoólicas ou barbitúricos.

Em caso de gravidez5 ou amamentação7, consulte seu médico.

Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.

A capacidade de dirigir automóveis ou de operar máquinas pode ser afetada. Portanto, deve-se tomar cuidado sobretudo no início do tratamento.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE8.

Informação Técnica de Clopixol

Efeitos farmacológicos e modo de ação: O CLOPIXOL  é um derivado tioxanteno com pronunciado efeito antipsicótico e específico efeito depressor. O CLOPIXOL pode induzir uma sedação9 transitória dose dependente. No entanto, tal sedação9 inicial é vantajosa nas fases aguda a subaguda10 das psicoses. A tolerância ao efeito sedativo inespecífico se desenvolve rapidamente. O efeito antipsicótico dos neurolépticos11 é normalmente relacionado à capacidade deles bloquearem os receptores de dopamina12, o que parece desencadear uma cadeia de reações já que outros sistemas neurotransmissores também são influenciados. O efeito depressor específico do CLOPIXOL o torna particularmente útil no tratamento de pacientes psicóticos que estejam agitados, inquietos, agressivos ou hostis.

Farmacocinética

A biodisponibilidade do zuclopentixol após administração oral é de aproximadamente 44%. A concentração sérica máxima é alcançada em aproximadamente 4 horas após a administração oral. A meia vida biológica é de aproximadamente 20 horas após administração oral. Seus metabólicos são desprovidos de atividade psicofarmacológica. A excreção se dá principalmente  através das fezes, mas também, em algum grau através da urina13. O zuclopentixol atravessa a barreira placentária e passa para o leite materno em quantidades pequenas.

Indicações de Clopixol


Esquizofrenia4 aguda e crônica e outras psicoses, especialmente com sintomas2 como alucinações3, delírios, distúrbios do pensamento, assim como agitação, inquietação, hostilidade e agressividade. Fase maníaca da psicose14 maníaco depressiva. Retardo mental associado com hiperatividade motora, agitação, violência, e outros distúrbios do comportamento.
Demência15 senil com idéias paranóides, confusão e/ou desorientação ou distúrbios do comportamento.

Contra-Indicações de Clopixol

Intoxicações agudas por álcool, barbitúricos, ou opiáceos; estados comatosos.

Precauções de Clopixol

CLOPIXOL não deve ser ingerido com bebida alcoólica ou barbitúricos.
Pacientes em terapia por longo prazo devem ser acompanhados cuidadosamente. O tratamento não deve ser interrompido abruptamente.
CLOPIXOL  deve ser usado com precaução em pacientes com desordens convulsivas, doença hepática16 ou cardiovascular avançada.
Preferivelmente, o CLOPIXOL não deve ser usado durante a gravidez5 e lactação17.
Efeitos sobre atividades que requeiram atenção: A capacidade de dirigir automóveis ou de operar máquinas pode ser afetada. Portanto, deve-se tomar cuidado, sobretudo no início do tratamento até que todas as reações individuais do paciente sejam conhecidas.

Interações Medicamentosas de Clopixol

O CLOPIXOL pode aumenta a resposta ao álcool e aos efeitos  dos barbituratos e outros depressores do SNC18. O CLOPIXOL  não deve ser usado concomitantemente com a guanetidina ou compostos de ação similar, já que os neurolépticos11 podem bloquear o efeito anti-hipertensivo destes compostos. O CLOPIXOL reduz o efeito  da levodopa e das drogas adrenérgicas. O uso concomitante da metoclopramida e piperazina aumenta o risco de sintomas2 extrapiramidais.

Reações Adversas de Clopixol


Neurológicas: Podem ocorrer sintomas2 extrapiramidais, especialmente durante as fases iniciais do tratamento. Na maioria dos casos, estes efeitos colaterais19 podem ser controlados satisfatoriamente através da redução da dose e/ou uso de substâncias antiparkinsonianas. O uso profilático de rotina de medicação antiparkinsoniana não é recomendado. A discinesia tardia20 pode ocorrer muito ocasionalmente em pacientes submetidos a tramento de longo prazo. As drogas antiparkinsonianas não aliviam estes sisntomas. Recomenda-se redução da dose ou, se possível a interrupção da terapia.

Psíquicos: Sonolência inicialmente.

Autonômicos e cardiovasculares: Boca21 seca, distúrbio de acomodação, distúrbio da micção22, constipação23, taquicardia24, hipotensão25 ortostática e vertingens.

Hepático: Podem ocorrer alterações leves e transitórias dos testes de função hepática16.

Posologia de Clopixol

Adultos: A dose deve ser ajustada individualmente de acordo com a condição. De modo geral, deve-se iniciar com uma dose pequena e aumentá-la até alcançar um efeito ótimo tão rápido quanto possível com base na resposta terapêutica26.

Esquizofrenia4 aguda e outras psicoses agudas; estados de agitação aguda graves, Mania: Tratamento via oral: Usualmente 10-50 mg/dia. Em casos moderados a graves, iniciar com 20 mg/dia e aumentar, caso necessário , 10 a 20 mg a cada 2-3 dias até 75 mg ou mais por dia.

Esquizofrenia4 crônica e outras psicoses crônicas:
Tratamento via oral: Dose de manutenção de 20 - 40 mg/dia.

Agitação em pacientes oligofrênicos:
Tratamento via oral: 6-20 mg/dia, se necessário, aumentar para 20-40 mg/dia.

Agitação e confusão em pacientes senis:
Tratamento via oral: 2-6 mg/dia ( de preferência administrar no final do dia). Se necessário aumentar para 10-20 mg/dia.
OBS: A administração pode ser feita em dose única ou dividida a critério médico.

Superdosagem de Clopixol

O conjunto dos seguintes sintomas2 pode indicar superdosagem: sonolência, coma27, sintomas2 extrapiramidais, convulsões, hipotensão25, choque28 , hipo ou hipertermia.

Conduta na superdosagem
Tratamento sintomático29 e de suporte. Deve-se fazer lavagem gástrica30, tão rápido quanto possível, após a ingestão oral. Administrar carvão ativado. Instituir medidas de suporte dos sistemas respiratório e cardiovascular. Não se deve utilizar epinefrina (adrenalina31), pois pode resultar em redução ainda maior dos níveis tensionais.
Convulsões podem ser tratadas com diazepam e os sintomas2 extrapiramidais com biperideno.

Recomendações especiais
A síndrome32 neuroléptica maligna (SNM) é uma complicação rara, porém potencialmente fatal, ao uso de substâncias neurolépticas. Os sinais33 cardinais da SNM são hipertermia, rigidez muscular e flutuação do nível de consciência associados a disfunção autonômica (pressão sangüínea34 lábil, taquicardia24, sudorese35). Além da imediata interrupção da medicação neuroléptica são vitais a instituição de medidas de suporte geral e tratamento sintomático29.


ATENÇÃO: ESTE PRODUTO É UM NOVO MEDICAMENTO, E EMBORA AS PESQUISAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA QUANDO CORRETAMENTE INDICADO,PODEM OCORRER REAÇÕES ADVERSAS IMPREVISÍVEIS AINDA NÃO DESCRITAS  OU CONHECIDAS. EM CASO DE SUPEITA DE REAÇÃO ADVERSA, O MÉDICO RESPONSÁVEL DEVE SER NOTIFICADO.


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DE RECEITA.

CLOPIXOL - Laboratório

LUNDBECK
RUA LAURO MULLER, 116, 22º ANDAR, SALA 2202 - BOTAFOGO
RIO DE JANEIRO/RJ - CEP: 22290-160
Tel: 0800 282 44 45
Fax: 21 2543-0397
Email: smp@lundbeck.com
Site: http://www.lundbeck.com

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Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
3 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
4 Esquizofrenia: Doença mental do grupo das Psicoses, caracterizada por alterações emocionais, de conduta e intelectuais, caracterizadas por uma relação pobre com o meio social, desorganização do pensamento, alucinações auditivas, etc.
5 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
6 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
7 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
8 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
9 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
10 Subaguda: Levemente aguda ou que apresenta sintomas pouco intensos, mas que só se atenuam muito lentamente (diz-se de afecção ou doença).
11 Neurolépticos: Medicamento que exerce ação calmante sobre o sistema nervoso, tranquilizante, psicoléptico.
12 Dopamina: É um mediador químico presente nas glândulas suprarrenais, indispensável para a atividade normal do cérebro.
13 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
14 Psicose: Grupo de doenças psiquiátricas caracterizadas pela incapacidade de avaliar corretamente a realidade. A pessoa psicótica reestrutura sua concepção de realidade em torno de uma idéia delirante, sem ter consciência de sua doença.
15 Demência: Deterioração irreversível e crônica das funções intelectuais de uma pessoa.
16 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
17 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
18 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
19 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
20 Discinesia tardia: Síndrome potencialmente irreversível, caracterizada por movimentos repetitivos, involuntários e não intencionais dos músculos da língua, boca, face, pescoço e (mais raramente) das extremidades. Ela se caracteriza por movimentos discinéticos involuntários e irreversíveis e pode se desenvolver com o uso de medicamentos tais como antipsicóticos e neurolépticos.
21 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
22 Micção: Emissão natural de urina por esvaziamento da bexiga.
23 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
24 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
25 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
26 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
27 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
28 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
29 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
30 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
31 Adrenalina: 1. Hormônio secretado pela medula das glândulas suprarrenais. Atua no mecanismo da elevação da pressão sanguínea, é importante na produção de respostas fisiológicas rápidas do organismo aos estímulos externos. Usualmente utilizado como estimulante cardíaco, como vasoconstritor nas hemorragias da pele, para prolongar os efeitos de anestésicos locais e como relaxante muscular na asma brônquica. 2. No sentido informal significa disposição física, emocional e mental na realização de tarefas, projetos, etc. Energia, força, vigor.
32 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
33 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
34 Pressão sangüínea: Força exercida pelo sangue arterial por unidade de área da parede arterial. É expressa como uma razão (Exemplo: 120/80, lê-se 120 por 80). O primeiro número é a pressão sistólica ou pressão máxima. E o segundo número é a presão diastólica ou mínima.
35 Sudorese: Suor excessivo
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