Preço de ZANIDIP em Fairfield/SP: R$ 88,49

ZANIDIP

MEDLEY

Atualizado em 09/12/2014

Composição de Zanidip

cada comprimido contém 10 mg de cloridrato delercanidipina e excipientes q.s.p. para 1 comprimido. Excipientes: lactose1 mono-hidratada, celulose microcristalina, amido sódico glicolado, polivinilpirrolidona, estearato de magnésio, metilhidroxipropilcelulose, talco, dióxido de titânio, macrogol 6000 e óxido férrico.

Posologia e Administração de Zanidip

a dosagem recomendada é de 10 mg uma vez ao dia pela via oral pelo menos 15 minutos antes das refeições, podendo ser aumentada para 20 mg, dependendo da resposta individual do paciente. O ajuste da dose deve ser gradual, pois pode se passar 2 semanas antes que o efeito anti-hipertensivo máximo da lercanidipina seja aparente. Alguns indivíduos, que não foram adequadamente controlados com um agente anti-hipertensivo único, podem ser beneficiados com a adição de Zanidip ao tratamento com uma droga betabloqueadora (atenolol), um diurético2 (hidroclorotiazida) ou inibidores da enzima3 conversora de angiotensina. Uma vez que a curva dose-resposta do medicamento tem uma inclinação acentuada com um platô entre as doses 20 e 30 mg, é improvável que a eficácia do medicamento seja melhorada com a utilização de doses maiores; ao passo que a probabilidade do aparecimento de efeitos colaterais4 pode aumentar. Uso em idosos: embora as informações sobre a farmacocinética e a experiência clínica sugiram que não é necessário um ajuste da dose diária, deve-se tomar um cuidado especial ao iniciar o tratamento em idosos. Uso em crianças: não existe experimentação clínica em pacientes com idade inferior a 18 anos. A utilização em crianças não é recomendada atualmente. Uso na disfunção renal5 e hepática6: a droga deve ser administrada com um cuidado especial a pacientes com leve ou moderada disfunção renal5 e hepática6. Embora a dose usualmente recomendada seja tolerada por este grupo de pacientes, um aumento na dosagem para 20 mg diários deve ser feita com cautela. Zanidip não é recomendado a pacientes com grave disfunção hepática6 ou pacientes com grave disfunção renal5 (clearance da creatinina7 < 10 ml/ min.). - Superdosagem: embora não exista experiência de superdosagem com o Zanidip, como para os outros compostos diidropiridínicos, pode-se esperar que a superdosagem resulte em excessiva vasodilatação periférica, levando então a uma acentuada hipotensão8 sistêmica e taquicardia9 reflexa. Os casos de hipotensão8 grave, bradicardia10 e inconsciência11, requerem medidas de suporte cardiovascular, com administração intravenosa de atropina para reverter a bradicardia10. Em vista do prolongado efeito farmacológico da lercanidipina, é essencial o controle cardiovascular do paciente que recebeu a superdosagem por pelo menos 24 horas. Uma vez que a lercanidipina é altamente lipofílica, é provável que seus níveis plasmáticos não indiquem adequadamente o período de risco e que a diálise12 não seja efetiva para a melhora do quadro do paciente em superdosagem.

Precauções de Zanidip

deve-se ter um cuidado especial, quando Zanidip é utilizado em pacientes com síndrome13 do seio14 enfermo (se não houver um marca-passo15 in situ16). Embora estudos de controle hemodinâmico tenham revelado que a lercanidipina não é prejudicial às funções ventriculares, pacientes com disfunção do ventrículo esquerdo requerem especial atenção. Tem sido sugerido que a utilização das diidropiridinas de curta ação pode estar associada ao aumento do risco cardiovascular em pacientes com doenças cardíacas isquêmicas. Embora Zanidip seja uma diidropiridina de longa ação deve-se tomar cuidado com este tipo de paciente. A quantidade de lactose1 por comprimido (30 mg) é provavelmente muito pequena para causar algum sintoma17 significante em pacientes que apresentam intolerância à lactose1. - Gravidez18 e lactação19: sua segurança clínica durante a gravidez18 e lactação19 ainda não foi totalmente caracterizada. Zanidip não deve ser administrado a mulheres em fase de gestação e amamentação20 ou sexualmente maduras, a não ser que medidas contraceptivas efetivas sejam implementadas. Devido à alta lipofilicidade da lercanidipina, sua excreção junto com o leite materno é esperada. Efeitos sobre a habilidade para dirigir e utilizar máquinas: estudos clínicos indicaram ser improvável que a lercanidipina prejudique às habilidades do paciente em dirigir e utilizar máquinas. Porém, deve-se ter cuidado, pois a utilização de Zanidip pode causar tontura21, fadiga22 e, em casos raros, sonolência. Interações medicamentosas: Zanidip tem sido administrado com segurança com diuréticos23, inibidores da acetilcolinesterase e betabloqueadores que são eliminados inalterados, como o atenolol. Porém, deve-se tomar cuidado com a administração concomitante de Zanidip com bloqueadores beta-adrenérgicos24 que sofrem metabolização hepática6 (como o propranolol e o metoprolol), pois existe risco do aumento do efeito hipotensivo. A co-administração da lercanidipina em pacientes tratados cronicamente com glicosídeos cardíacos não mostrou evidência de interação farmacocinética; contudo, pacientes que estejam sendo tratados concomitantemente com digoxina devem ser clinicamente controlados quanto aos sinais25 de toxicidade26 à digoxina. A administração concomitante de Zanidip e doses diárias de cimetidina 800 mg não causa modificações significantes nos níveis plasmáticos de lercanidipina, porém deve-se ter cuidado ao utilizar-se doses maiores de cimetidina, pois a biodisponibilidade e o efeito hipotensor da lercanidipina podem se elevar. O potencial de interação da lercanidipina com outras drogas ainda não foi completamente caracterizado. Como para outras diidropiridinas, a principal rota metabólica da lercanidipina envolve muito provavelmente a enzima3 citocromo P450 3A4. Até que mais evidências estejam disponíveis, deve-se ter muita cautela quando Zanidip for co-prescrito com: inibidores do citocromo P450 3A4, como: cetoconazole, itraconazol, eritromicina e fluoxetina; indutores do citocromo P450 3A4, como: fenitoína, carbamazepina e rifampicina; outros substratos da enzima3, como: terfenadina, astemizol, ciclosporina, drogas antiarrítimicas classe II (amiodaronas, quinidina) e alguns benzodiazepínicos (diazepam e midazolam), propranolol e metoprolol. A co-administração de Zanidip com anticonvulsivantes deve ser feita com cautela. O efeito anti-hipertensivo do Zanidip pode ser reduzido, por isso a pressão sangüínea27 deve ser controlada com mais freqüência. A ingestão de álcool deve ser evitada, pois este pode potencializar o efeito vasodilatador das drogas anti-hipertensivas.

Reações Adversas de Zanidip

o tratamento com Zanidip é geralmente bem tolerado. Em estudos clínicos controlados, os efeitos colaterais4 mais comumente observados se devem às propriedades vasodilatadoras do Zanidip: rubor, edema28 periférico, palpitação29, taquicardia9, cefaléia30, tontura21, astenia31. Outros efeitos colaterais4 que não foram claramente associados a lercanidipina são: fadiga22, distúrbios gastrintestinais (dispepsia32, náusea33, vômito34, dor epigástrica e diarréia35), poliuria36, erupções cutâneas37, sonolência e mialgia38. Hipotensão8 pode ocorrer em casos raros. Embora não tenha sido observado nos estudos clínicos, a hiperplasia39 da gengiva pode ocorrer em casos extremamente raros como já relatado após a utilização de diidropiridinas. Há relatos isolados do aumento reversível dos níveis das transaminases hepáticas40. Não foram observadas quaisquer outras anormalidades clinicamente significantes nos exames laboratoriais relacionadas à lercanidipina. A lercanidipina parece não influenciar adversamente os níveis plasmáticos de açúcares e lipídios. Algumas diidropiridinas podem raramente causar dor precordial41 e angina42. Em casos raros, os pacientes com angina42 preexistente podem sofrer o aumento da freqüência, duração e severidade destes ataques. Casos isolados de infarto do miocárdio43 foram observados.

Contra-Indicações de Zanidip

hipersensibilidade às diidropiridinas ou aos ingredientes da preparação. Durante a gravidez18 e lactação19, e em mulheres com potencial para engravidar, a não ser que estas utilizem algum método contraceptivo efetivo. Zanidip também é contra-indicado em pacientes com obstrução das vias de saída do ventrículo esquerdo, angina42 instável, grave disfunção renal5 ou hepática6, insuficiência cardíaca congestiva44 não tratada ou até um mês após a ocorrência de um infarto do miocárdio43.

Indicações de Zanidip

tratamento de hipertensão45 essencial leve a moderada como monoterapia ou associado a betabloqueadores, diuréticos23 ou inibidores da ECA.

Apresentação de Zanidip

caixa com 20 comprimidos revestidos de 10 mg.


ZANIDIP - Laboratório

MEDLEY
Rua Macedo Costa, 55
Campinas/SP - CEP: 13080-180
Tel: (19 )744-8324
Fax: (019) 744-8227
Site: http://www.medley.com.br/

Ver outros medicamentos do laboratório "MEDLEY"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Diurético: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
3 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
4 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
5 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
6 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
7 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
8 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
9 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
10 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
11 Inconsciência: Distúrbio no estado de alerta, no qual existe uma incapacidade de reconhecer e reagir perante estímulos externos. Pode apresentar-se em tumores, infecções e infartos do sistema nervoso central, assim como também em intoxicações por substâncias endógenas ou exógenas.
12 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
13 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
14 Seio: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
15 Marca-passo: Dispositivo implantado no peito ou no abdômen com o por objetivo de regular os batimentos cardíacos.
16 In situ: Mesmo que in loco , ou seja, que está em seu lugar natural ou normal (diz-se de estrutura ou órgão). Em oncologia, é o que permanece confinado ao local de origem, sem invadir os tecidos vizinhos (diz-se de tumor).
17 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
18 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
19 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
20 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
21 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
22 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
23 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
24 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
25 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
26 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
27 Pressão sangüínea: Força exercida pelo sangue arterial por unidade de área da parede arterial. É expressa como uma razão (Exemplo: 120/80, lê-se 120 por 80). O primeiro número é a pressão sistólica ou pressão máxima. E o segundo número é a presão diastólica ou mínima.
28 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
29 Palpitação: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
30 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
31 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
32 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
33 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
34 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
35 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
36 Poliúria: Diurese excessiva, pode ser um sinal de diabetes.
37 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
38 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
39 Hiperplasia: Aumento do número de células de um tecido. Pode ser conseqüência de um estímulo hormonal fisiológico ou não, anomalias genéticas no tecido de origem, etc.
40 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
41 Precordial: Relativo ao ou próprio do precórdio, que é a região acima do estômago ou do coração, especialmente a região torácica anterior esquerda; anticárdio, fossa epigástrica.
42 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
43 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
44 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
45 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
Artigos relacionados

Tem alguma dúvida sobre ZANIDIP?

Pergunte diretamente a um especialista

Sua pergunta será enviada aos especialistas do CatalogoMed, veja as dúvidas já respondidas.