SUCCINIL COLIN

UNIAO QUIMICA

Atualizado em 09/12/2014

SUCCINIL COLIN
Cloreto de Suxametônio
Pó Para Solução Injetável

- Forma Farmacêutica e Apresentações
Pó para solução injetável 500mg: caixa com 1 frasco-ampola.
Pó para solução injetável 100mg: caixa com 1 frasco-ampola.
USO PEDIÁTRICO E ADULTO
USO restrito À HOSPITAis

Composição de Succinil Colin

Pó Para Solução InjetávelCada frasco-ampola de 500mg contém:
Cloreto de Suxametônio    500 mg
Cada frasco-ampola de 100mg  contém:
Cloreto de Suxametônio    100 mg

Informações ao Paciente de Succinil Colin

AÇÃO ESPERADA DO MEDICAMENTO:

Bloqueador neuromuscular, usado como relaxante em anestesia1 de curta duração e na redução das convulsões induzidas farmacologicamente ou eletricamente.
Cuidados  de  CONSERVAÇÃO:
Antes da reconstituição:
 conserve o produto em embalagem original, em temperatura ambiente (15 a 30ºC).
Após  a reconstituição:  a solução permanece estável por 24 horas se conservada em refrigerador (entre 2 e 80C) e protegida da luz.
Prazo de validade:
24 meses a partir da data de fabricação (vide cartucho). Não use medicamentos com o prazo de validade vencido.
GRAVIDEZ2 E LACTAÇÃO3:
Não deve ser utilizado durante a gravidez2 e a lactação3. Informe seu médico a ocorrência de gravidez2 na vigência do tratamento ou após o seu uso.  Informe ao médico se está amamentando.
CUIDADOS DE ADMINISTRAÇÃO:
Este medicamento é de uso restrito a hospitais ou por profissionais habilitados. Compete ao profissional encarregado da administração informar previamente ao paciente, ou ao seu responsável, sobre os benefícios, efeitos colaterais4 e riscos da utilização desta medicação, ou sobre a ausência do uso do Suxametônio. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
REAÇÕES ADVERSAS:
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, como: parada cardíaca, hipertermia maligna, arritmia5, bradicardia6, taquicardia7, hipertensão8, hipotensão9, hipercalemia10, depressão respiratória prolongada ou apnéia11, aumento da pressão intraocular12, fasciculação13 muscular, rigidez maxilar, dor muscular pós-operatória, rabdomiólise14 com possível falência renal15 aguda, mioglobinúria, salivação excessiva e rash16.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

INGESTÃO CONCOMITANTE COM OUTRAS SUBSTÂNCIAS:
A ingestão concomitante com outras substâncias (álcool ou alimentos), não altera a segurança e a eficácia do medicamento.
CONTRA-INDICAÇÕES E PRECAUÇÕES:
O produto não deve ser usado por pacientes com hipersensibilidade aos componentes da fórmula.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
Não deve ser utilizado durante a gravidez2 e lactação3.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE17.

- INFORMAÇÕES TÉCNICAS

Características de Succinil Colin

Os agentes bloqueadores neuromusculares produzem paralisia18 do músculo esquelético19 pelo bloqueio de transmissão neural na junção neuronal. Inicialmente a paralisia18 é seletiva e normalmente aparece na seguinte seqüência: músculo das pálpebras20, músculos21 da mastigação, músculos21 dos membros, músculos21 abdominais, músculos21 da glote22 e, finalmente, os músculos intercostais23 e o diafragma24. Bloqueadores neuromusculares não possuem efeitos conhecidos sobre a consciência e sobre o limiar da dor.Bloqueadores neuromusculares despolarizantes competem com a acetilcolina25 pelos receptores colinérgicos da placa26 motora terminal, e se ligam a esses receptores para produzir a despolarização. Entretanto, devido a sua alta afinidade pelos receptores colinérgicos e sua resistência à acetilcolinesterase, eles produzem uma despolarização mais prolongada do que a acetilcolina25. Isto resulta inicialmente em contrações musculares transitórias, seguidas da inibição da transmissão neuromuscular. Este tipo de bloqueio não é antagonizado e pode ser acentuado por agentes anticolinesterase. Com o uso prolongado ou repetido dos bloqueadores neuromusculares despolarizantes, um bloqueio neuromuscular semelhante à não-despolarização pode ser produzido, resultando em depressão respiratória ou apnéia11 prolongadas. O Suxametônio é rapidamente hidrolizado à succinilmonocolina e, depois, a ácido succínico e colina. Cerca de 10% da droga é excretada na forma inalterada.
O Suxametônio não possui ação direta sobre o útero27 ou outras estruturas com musculatura lisa. Ocorre taquifilaxia com administrações repetidas.

Indicações de Succinil Colin

Agente bloqueador neuromuscular utilizado como relaxante muscular em anestesia1 de curta duração. Também é utilizado para intubação endotraqueal e para reduzir a intensidade das convulsões induzidas farmacologicamente ou eletricamente.

Contra-Indicações de Succinil Colin

O Suxametônio é contra-indicado para pacientes28 com história pessoal ou familiar de hipertermia maligna, miopatias da musculatura esquelética e conhecida hipersensibilidade aos componentes da fórmula. Também é contra-indicado em casos de queimaduras graves, toxicidade29 por digitalis ou pacientes recentemente digitalizados, doença neuromuscular degenerativa30 ou distrófica, paraplegia31, doença na medula espinhal32 ou trauma múltiplo, uma vez que o Suxametônio pode provocar uma hipercalemia10 severa que pode resultar em parada cardíaca. O risco da hipercalemia10 nesses pacientes aumenta com o tempo e depende da extensão e localização da patologia33 e atinge seu pico 7 a 10 dias após ocorrer a patologia33.  O tempo exato para início e a duração do período de risco não são conhecidos.

Precauções e Advertências de Succinil Colin

ATENÇÃO: O Suxametônio deve ser usado somente nos casos indicados no controle da respiração artificial34 e somente quando houver capacidade para instituir respiração por intubação traqueal e para garantir adequada ventilação35 no paciente, incluindo a administração de oxigênio sob pressão positiva e eliminação do dióxido de carbono. O médico deve estar preparado para auxiliar e controlar a respiração.
Para evitar o desconforto do paciente, o Suxametônio não deve ser administrado antes da inconsciência36 ter sido induzida. Entretanto, em casos de emergência37 a administração do Suxametônio antes da indução da inconsciência36 pode ser necessária. O Suxametônio é metabolizado pela colinesterase sangüínea e deve ser usado com cautela em pacientes que sabe-se serem ou suspeitos de serem homozigotos para o gene colinesterase plasmático atípico.
Hipercalemia10: o Suxametônio deve ser administrado com grande  atenção nos pacientes sofrendo de desequilíbrio eletrolítico e que podem estar com toxicidade29 digitálica maciça, porque nessas condições o Suxametônio pode induzir arritmia5 cardíaca grave ou parada cardíaca devido à hipocalemia38. Pacientes com infecção39 abdominal crônica, hemorragia40 subaracnóide ou condições que causam a degeneração41 do sistema nervoso central42 e periférico devem receber o Suxametônio com grande cautela devido à possibilidade de ocorrer hipercalemia10 severa.
Hipertermia maligna: a administração do Suxametônio tem sido associada com hipertemia maligna aguda, um estado hipermetabólico potencialmente fatal do músculo esquelético19. O risco de ocorrer hipertermia maligna após a administração do Suxametônio aumenta com a administração concomitante de anestésicos voláteis. O reconhecimento da síndrome43 é um sinal44 para descontinuar a anestesia1, atentar para o aumento do consumo de oxigênio, correção da acidose45, garantir a circulação46, garantir a produção adequada da urina47 e instituir medidas de controle do aumento da temperatura.
A monitoração contínua da temperatura e do volume de CO2 expirado é recomendada para auxiliar no reconhecimento precoce da hipertemia maligna.
Bradicardia6: em crianças e adultos, a incidência48 da bradicardia6, que pode progredir para assistolia, é maior após a segunda dose de Suxametônio. A incidência48 e a severidade da bradicardia6 são maiores nas crianças do que nos adultos. O tratamento prévio com anticolinérgicos (por exemplo, atropina) pode reduzir a ocorrência de bradiarritmias.
Pressão intraocular12: o Suxametônio provoca aumento da pressão intraocular12. Não deve ser usado em casos onde o aumento da pressão intraocular12 é indesejado (por exemplo, glaucoma49 de ângulo fechado, ferimentos penetrantes no olho50), a menos que os benefícios justifiquem os riscos potenciais.
Mistura com outras substâncias: o Suxametônio é ácido (pH=3,5) e não deve ser misturado com soluções alcalinas cujo pH seja maior que 8,5 (por exemplo, soluções com barbitúricos).
Gerais: Dependendo da dose e do tempo de administração do Suxametônio, o bloqueio neuromuscular despolarizante característico (bloqueio de fase I) pode mudar para um bloqueio com características superficialmente semelhantes a um bloqueio não-despolarizante (bloqueio de fase II). Isto pode estar associado com a paralisia18 prolongada do músculo respiratório ou fraqueza nos pacientes que manifestam transição para bloqueio de fase II. Quando este diagnóstico51 é confirmado pela estimulação do nervo periférico, às vezes ele pode ser revertido com drogas anticolinesterásicas como a neostigmina. Nem sempre essas drogas são efetivas. Se dadas antes do Suxametônio ser metabolizado pela colinesterase, as drogas anticolinesterase podem prolongar mais do que encurtar a paralisia18. O Suxametônio deve ser usado com cautela em pacientes com fraturas ou espasmos52 musculares devido à fasciculação13 muscular inicial que pode causar trauma adicional.
O Suxametônio pode causar um aumento transitório na pressão intracraniana; entretanto a indução anestésica adequada antes da administração do Suxametônio irá minimizar este efeito. O Suxametônio pode aumentar a pressão intragástrica que pode resultar em regurgitação53 e possível aspiração do conteúdo do estômago54. O bloqueio neuromuscular pode ser prolongado em pacientes com hipocalemia38 ou hipocalcemia55.
Atividade reduzida da colinesterase plasmática: o Suxametônio deve ser usado com cuidado em pacientes com atividade reduzida da colinesterase plasmática (pseudocolinesterase). A possibilidade do prolongamento do bloqueio neuromuscular após administração do Suxametônio deve ser considerada em cada paciente. A atividade da colinesterase plasmática pode estar diminuída na presença de anormalidades genéticas da colinesterase plasmática (por exemplo, pacientes heterozigotos ou homozigotos para o gene da colinesterase plasmática atípica), gravidez2, doenças hepática56 ou renal15 severas, tumores malignos, infecções57, queimaduras, anemia58, descompensação cardíaca, úlcera péptica59 ou mixedema60. A atividade da colinesterase plasmática também pode ser diminuída pela administração crônica dos contraceptivos orais, glicocorticóides ou certos inibidores da MAO61 e por inibidores irreversíveis da colinesterase plasmática (por exemplo, inseticidas organofosforados e certas drogas antineoplásicas).
Pacientes homozigotos para o gene da colinesterase plasmática atípica (1 em cada 2.500 pacientes) são extremamente sensíveis ao bloqueio neuromuscular do Suxametônio. Nesses pacientes, uma dose de 5 a 10mg de Suxametônio pode ser administrada para avaliar a sensibilidade à droga ou bloqueio neuromuscular pode ser produzido pela administração cautelosa de uma solução de Suxametônio (1mg/ml) por infusão endovenosa lenta. Apnéia11 ou paralisia18 muscular prolongada devem ser tratadas com respiração controlada.
Gravidez2: não se sabe se o Suxametônio pode causar danos fetais quando administrado à mulheres grávidas. O Suxametônio só pode ser dado a gestantes quando absolutamente necessário. Entretanto, o Suxametônio é normalmente usado para produzir relaxamento muscular durante o parto por cesariana. Sabe-se que pequenas quantidades do Suxametônio atravessam a barreira placentária; em condições normais, a quantidade da droga que entra na circulação46 fetal após uma única dose de 1mg/kg administrada à mãe não deve causar danos ao feto62. Uma vez que a quantidade da droga que atravessa a barreira placentária é dependente do gradiente de concentração entre a circulação46 maternal e fetal, pode ocorrer bloqueio neuromuscular residual (apnéia11 ou flacidez) no recém-nascido após altas doses repetidas ou na presença de colinesterase plasmática atípica na mãe.
Amamentação63: não se sabe se o Suxametônio é excretado no leite materno. A administração do Suxametônio em lactantes64 deve ser feita com cautela.
Pediatria: Existem raros relatos de disrritmia ventricular e parada cardíaca secundárias à rabdomiólise14 com hipercalemia10 em crianças aparentemente saudáveis que receberam Suxametônio. Muitas dessas crianças apresentaram posteriormente miopatia65 do músculo esquelético19. Existem relatos também em adolescentes.
Podem não haver sinais66 ou sintomas67 para indicar ao médico quais são os pacientes de risco. Uma criteriosa avaliação física e do histórico do paciente pode identificar retardo no desenvolvimento que sugere miopatia65. A avaliação pré-operatória da creatinina68-quinase pode identificar alguns, mas não todos, pacientes de risco.Devido ao início abrupto desta síndrome43, as medidas usuais de ressuscitação normalmente são inúteis. A monitoração cuidadosa do eletrocardiograma69 pode alertar ao médico para os picos das ondas T (um sinal44 precoce). A administração endovenosa de cálcio, bicarbonato e glicose70 com insulina71 e hiperventilação resultaram em bem sucedidas ressuscitações em alguns dos casos relatados. Esforços extras e prolongados para ressuscitação têm sido efetivos em alguns casos. Além disso, na presença de sinais66 de hipertermia maligna, tratamento adequado deve ser iniciado concomitantemente.
Uma vez que é difícil identificar quais são os pacientes de risco, é recomendado que o uso do Suxametônio em crianças seja reservado para intubação de emergência37 ou situações  onde a imediata garantia das vias respiratórias for necessária, por exemplo, laringoespasmo, dificuldades respiratórias, ou para uso intramuscular quando um vaso adequado for inacessível.

Interações Medicamentosas de Succinil Colin

As drogas que podem aumentar o bloqueio neuromuscular do Suxametônio incluem: promazina, oxitocina72, alguns antibióticos não-penicilínicos, quinidina, bloqueadores beta-adrenérgicos73, procainamida, lidocaína, trimetofano, carbonato de lítio, sais de magnésio, quinina, cloroquina, dietiléter, isoflurano, desflurano, metoclopramida e terbutalina. O efeito bloqueador neuromuscular do Suxametônio pode ser exacerbado por drogas que reduzem a atividade da colinesterase plasmática (por exemplo, a administração oral crônica de contraceptivos, glicorticóides e alguns inibidores da MAO61) ou por drogas que inibem a colinesterase plasmática irreversivelmente. Se outros agentes bloqueadores neuromusculares vão ser usados durante o mesmo procedimento, a possibilidade de um efeito sinérgico ou antagonista74 deve ser considerada.

Interferência em Exames Laboratoriais de Succinil Colin

O Suxametônio  pode aumentar a concentração sérica de potássio.

Reações Adversas/Colaterais de Succinil Colin

As reações adversas do Suxametônio consistem inicialmente no prolongamento de seus efeitos farmacológicos. O Suxametônio causa relaxamento muscular profundo, resultando em depressão respiratória profunda a ponto de apnéia11; este efeito pode ser prolongado. As reações de hipersensibilidade, incluindo anafilaxia75, podem ocorrer raramente. As seguintes reações adversas adicionais têm sido reportadas: parada cardíaca, hipertermia maligna, arritmia5, bradicardia6, taquicardia7, hipertensão8, hipotensão9, hipercalemia10, depressão respiratória prolongada ou apnéia11, aumento da pressão intraocular12, fasciculação13 muscular, rigidez maxilar, dor muscular pós-operatória, rabdomiólise14 com possível falência renal15 aguda, mioglobinúria, salivação excessiva e rash16.

Posologia de Succinil Colin

A posologia do Suxametônio deve ser individualizada e determinada pelo médico, após cuidadosa avaliação do paciente.
Adultos: Procedimentos cirúrgicos breves: A dose média necessária para produzir o bloqueio neuromuscular e para facilitar a intubação traqueal é de 0,6mg/kg de Suxametônio dado por via endovenosa. A dose ótima vai variar de indivíduo para indivíduo, e pode ser de 0,3 a 1,1mg/kg para adultos. Após administração de doses nesse intervalo, o bloqueio se desenvolve em cerca de 1 minuto; o bloqueio máximo persiste por 2 minutos e a recuperação ocorre dentro de 4 a 6 minutos. Doses muito maiores podem resultar em bloqueios mais prolongados. Uma dose-teste de 5 ou 10mg pode ser usada para determinar a sensibilidade do paciente e do tempo de recuperação individual.
Procedimentos cirúrgicos prolongados: A dose de Suxametônio administrado por infusão depende da duração do procedimento e do relaxamento muscular necessário. A dose média para um adulto varia entre 2,5 a 4,3mg por minuto.
As soluções contendo de 1 a 2mg/ml de Suxametônio têm sido usadas comumente para infusão contínua. A solução mais diluída (1mg/ml) é, provavelmente, a preferida pela facilidade do controle da velocidade da administração e, por isso, do relaxamento. Esta solução EV contendo 1mg/ml pode ser administrada a uma velocidade de 0,5mg (0,5ml) a 10mg (10ml) por minuto, para obter o grau de relaxamento necessário. A quantidade necessária por minuto irá depender da resposta individual e do grau de relaxamento necessário.
Deve-se evitar a sobrecarga da circulação46 com o uso de grande volume de fluidos. É recomendado que a função neuromuscular seja cuidadosamente monitorada com um estimulante do nervo periférico durante o uso do Suxametônio por infusão com o intuito de evitar a overdose, detectar o desenvolvimento de bloqueio de Fase II, acompanhar o grau de recuperação e avaliar os efeitos dos agentes de reversão. Injeções EV intermitentes76 do Suxametônio podem também ser usadas para produzir o relaxamento muscular em procedimentos prolongados. Uma injeção77 EV de 0,3 a 1,1mg/kg pode ser dada inicialmente, seguida, em intervalos apropriados, de outras injeções de 0,04 a 0,07mg/kg para manter o grau de relaxamento adequado.
Crianças: Para intubação traqueal de emergência37 ou, em caso onde a imediata garantia das vias respiratórias for necessária, a dose EV do Suxametônio é de 2mg/kg para crianças pequenas; para crianças mais velhas e adolescentes a dose é de 1mg/kg. Raramente a administração de bolus78 EV de Suxametônio em crianças pode resultar em arritmia5 ventricular maligna e parada cardíaca causadas por rabdomiólise14 com hipercalemia10. Nesses casos, deve-se suspeitar de uma miopatia65 subjacente. A administração de bolus78 EV em crianças pode resultar em bradicardia6 profunda ou, raramente, assistolia.
Uso Intramuscular: Se necessário, o Suxametônio pode ser administrado por via intramuscular quando um vaso adequado está inacessível. Uma dose de até 3 a 4mg/kg pode ser dada, mas não mais do que 150mg da dose total deve ser administrada por essa via. O início da ação do Suxametônio administrado por via intramuscular é normalmente observado em cerca de 2 a 3 minutos.
Compatibilidade e diluentes: O Suxametônio é ácido (pH3,5) e não deve ser misturado com soluções alcalinas tendo um pH maior que 8,5 (por exemplo, soluções barbitúricas). Soluções diluídas contendo 1 a 2mg/ml podem ser preparadas pela adição de 1g de Suxametônio em 1000 ou 500ml de solução estéril, por exemplo dextrose79 5% ou cloreto de sódio 0,9%. Soluções diluídas de Suxametônio devem ser usadas dentro de 24 horas, após sua preparação. Técnicas assépticas devem ser usadas na preparação da diluição. As soluções de Suxametônio devem ser preparadas para o uso de um único paciente. A porção não utilizada da solução diluída de Suxametônio deve ser descartada.

Superdosagem de Succinil Colin

A superdosagem de bloqueadores neuromusculares pode produzir depressão respiratória prolongada ou apnéia11 e colapso80 cardiovascular. Para apnéia11 ou paralisia18 prolongadas deve-se manter a via aérea adequada e administrar ventilação35 manual ou mecânica. Deve-se manter a respiração artificial34 até que se comprove a recuperação total da respiração normal. Pode-se determinar a natureza e o grau de bloqueio neuromuscular usando um estimulante do sistema nervoso periférico81. Recomenda-se  administrar atropina para reverter os efeitos secundários muscarínicos. Administrar líquidos e vasopressores, segundo as necessidades, para tratar a hipotensão9 grave e choque82.

Pacientes Idosos de Succinil Colin

São mais suscetíveis à insuficiência renal83, podendo assim, diminuir o clearance do Suxametônio e prolongar seus efeitos.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

SUCCINIL COLIN - Laboratório

UNIAO QUIMICA
Rua Cel. Luiz Tenório de Brito, 90
Embu-Guaçu/SP - CEP: 06900-000
Tel: SAC 0800 11 1559

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Complementos

1 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
2 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
3 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
4 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
5 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
6 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
7 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
8 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
9 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
10 Hipercalemia: É a concentração de potássio sérico maior que 5.5 mmol/L (mEq/L). Uma concentração acima de 6.5 mmol/L (mEq/L) é considerada crítica.
11 Apnéia: É uma parada respiratória provocada pelo colabamento total das paredes da faringe que ocorre principalmente enquanto a pessoa está dormindo e roncando. No adulto, considera-se apnéia após 10 segundos de parada respiratória. Como a criança tem uma reserva menor, às vezes, depois de dois ou três segundos, o sangue já se empobrece de oxigênio.
12 Pressão intraocular: É a medida da pressão dos olhos. É a pressão do líquido dentro do olho.
13 Fasciculação: 1. Implantação, formação de fascículos. 2. Leve contração localizada de fascículos musculares inervados por um único filamento nervoso motor, visível como breves tremores na superfície da pele.
14 Rabdomiólise: Síndrome caracterizada por destruição muscular, com liberação de conteúdo intracelular na circulação sanguínea. Atualmente, a rabdomiólise é considerada quando há dano secundário em algum órgão associado ao aumento das enzimas musculares. A gravidade da doença é variável, indo de casos de elevações assintomáticas de enzimas musculares até situações ameaçadoras à vida, com insuficiência renal aguda ou distúrbios hidroeletrolíticos. As causas da rabdomiólise podem ser classificadas em quatro grandes grupos: trauma ou lesão muscular direta, excesso de atividade muscular, defeitos enzimáticos hereditários ou outras condições clínicas.
15 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
16 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
17 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
18 Paralisia: Perda total da força muscular que produz incapacidade para realizar movimentos nos setores afetados. Pode ser produzida por doença neurológica, muscular, tóxica, metabólica ou ser uma combinação das mesmas.
19 Músculo Esquelético: Subtipo de músculo estriado fixado por TENDÕES ao ESQUELETO. Os músculos esqueléticos são inervados e seu movimento pode ser conscientemente controlado. Também são chamados de músculos voluntários.
20 Pálpebras:
21 Músculos: Tecidos contráteis que produzem movimentos nos animais.
22 Glote: Aparato vocal da laringe. Consiste das cordas vocais verdadeiras (pregas vocais) e da abertura entre elas (rima da glote).
23 Músculos Intercostais: Músculos respiratórios que se originam da borda inferior de uma costela e se insere na borda superior da costela abaixo; e se contrai durante a inspiração e a expiração. (Stedman, 25ª ed)
24 Diafragma: 1. Na anatomia geral, é um feixe muscular e tendinoso que separa a cavidade torácica da cavidade abdominal. 2. Qualquer membrana ou placa que divide duas cavidades ou duas partes da mesma cavidade. 3. Em engenharia mecânica, em um veículo automotor, é uma membrana da bomba injetora de combustível. 4. Na física, é qualquer anteparo com um orifício ou fenda, ajustável ou não, que regule o fluxo de uma substância ou de um feixe de radiação. 5. Em ginecologia, é um método contraceptivo formado por uma membrana de material elástico que envolve um anel flexível, usado no fundo da vagina de modo a obstruir o colo do útero. 6. Em um sistema óptico, é uma abertura que controla a seção reta de um feixe luminoso que passa através desta, com a finalidade de regular a intensidade luminosa, reduzir a aberração ou aumentar a profundidade focal.
25 Acetilcolina: A acetilcolina é um neurotransmissor do sistema colinérgico amplamente distribuído no sistema nervoso autônomo.
26 Placa: 1. Lesão achatada, semelhante à pápula, mas com diâmetro superior a um centímetro. 2. Folha de material resistente (metal, vidro, plástico etc.), mais ou menos espessa. 3. Objeto com formato de tabuleta, geralmente de bronze, mármore ou granito, com inscrição comemorativa ou indicativa. 4. Chapa que serve de suporte a um aparelho de iluminação que se fixa em uma superfície vertical ou sobre uma peça de mobiliário, etc. 5. Placa de metal que, colocada na dianteira e na traseira de um veículo automotor, registra o número de licenciamento do veículo. 6. Chapa que, emitida pela administração pública, representa sinal oficial de concessão de certas licenças e autorizações. 7. Lâmina metálica, polida, usualmente como forma em processos de gravura. 8. Área ou zona que difere do resto de uma superfície, ordinariamente pela cor. 9. Mancha mais ou menos espessa na pele, como resultado de doença, escoriação, etc. 10. Em anatomia geral, estrutura ou órgão chato e em forma de placa, como uma escama ou lamela. 11. Em informática, suporte plano, retangular, de fibra de vidro, em que se gravam chips e outros componentes eletrônicos do computador. 12. Em odontologia, camada aderente de bactérias que se forma nos dentes.
27 Útero: Orgão muscular oco (de paredes espessas), na pelve feminina. Constituído pelo fundo (corpo), local de IMPLANTAÇÃO DO EMBRIÃO e DESENVOLVIMENTO FETAL. Além do istmo (na extremidade perineal do fundo), encontra-se o COLO DO ÚTERO (pescoço), que se abre para a VAGINA. Além dos istmos (na extremidade abdominal superior do fundo), encontram-se as TUBAS UTERINAS.
28 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
29 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
30 Degenerativa: Relativa a ou que provoca degeneração.
31 Paraplegia: Perda transitória ou definitiva da capacidade de realizar movimentos devido à ausência de força muscular de ambos os membros inferiores. A causa mais freqüente é a lesão medular por traumatismos.
32 Medula Espinhal:
33 Patologia: 1. Especialidade médica que estuda as doenças e as alterações que estas provocam no organismo. 2. Qualquer desvio anatômico e/ou fisiológico, em relação à normalidade, que constitua uma doença ou caracterize determinada doença. 3. Por extensão de sentido, é o desvio em relação ao que é próprio ou adequado ou em relação ao que é considerado como o estado normal de uma coisa inanimada ou imaterial.
34 Respiração artificial: Tipo de apoio à função respiratória que utiliza um instrumento eletromecânico (respirador artificial), capaz de insuflar de forma cíclica volumes pré-determinados de ar com alta concentração de oxigênio através dos brônquios.
35 Ventilação: 1. Ação ou efeito de ventilar, passagem contínua de ar fresco e renovado, num espaço ou recinto. 2. Agitação ou movimentação do ar, natural ou provocada para estabelecer sua circulação dentro de um ambiente. 3. Em fisiologia, é o movimento de ar nos pulmões. Perfusão Em medicina, é a introdução de substância líquida nos tecidos por meio de injeção em vasos sanguíneos.
36 Inconsciência: Distúrbio no estado de alerta, no qual existe uma incapacidade de reconhecer e reagir perante estímulos externos. Pode apresentar-se em tumores, infecções e infartos do sistema nervoso central, assim como também em intoxicações por substâncias endógenas ou exógenas.
37 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
38 Hipocalemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
39 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
40 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
41 Degeneração: 1. Ato ou efeito de degenerar (-se). 2. Perda ou alteração (no ser vivo) das qualidades de sua espécie; abastardamento. 3. Mudança para um estado pior; decaimento, declínio. 4. No sentido figurado, é o estado de depravação. 5. Degenerescência.
42 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
43 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
44 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
45 Acidose: Desequilíbrio do meio interno caracterizado por uma maior concentração de íons hidrogênio no organismo. Pode ser produzida pelo ganho de substâncias ácidas ou perda de substâncias alcalinas (básicas).
46 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
47 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
48 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
49 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
50 Olho: s. m. (fr. oeil; ing. eye). Órgão da visão, constituído pelo globo ocular (V. este termo) e pelos diversos meios que este encerra. Está situado na órbita e ligado ao cérebro pelo nervo óptico. V. ocular, oftalm-. Sinônimos: Olhos
51 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
52 Espasmos: 1. Contrações involuntárias, não ritmadas, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosas ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
53 Regurgitação: Presença de conteúdo gástrico na cavidade oral, na ausência do reflexo de vômito. É muito freqüente em lactentes.
54 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
55 Hipocalcemia: É a existência de uma fraca concentração de cálcio no sangue. A manifestação clínica característica da hipocalcemia aguda é a crise de tetania.
56 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
57 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
58 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
59 Úlcera péptica: Lesão na mucosa do esôfago, estômago ou duodeno. Também chamada de úlcera gástrica ou duodenal. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100% dos casos. Os principais sintomas são: dor, má digestão, enjôo, queimação (azia), sensação de estômago vazio.
60 Mixedema: Infiltração cutânea causadora de edema firme e elástico nos tecidos, especialmente do rosto e dos membros, acarretada por diminuição da atividade da glândula tireoide (hipotireoidismo).
61 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
62 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
63 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
64 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
65 Miopatia: Qualquer afecção das fibras musculares, especialmente dos músculos esqueléticos.
66 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
67 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
68 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
69 Eletrocardiograma: Registro da atividade elétrica produzida pelo coração através da captação e amplificação dos pequenos potenciais gerados por este durante o ciclo cardíaco.
70 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
71 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
72 Oxitocina: Hormônio produzido pelo hipotálamo e armazenado na hipófise posterior (neuro-hipófise). Tem a função de promover as contrações uterinas durante o parto e a ejeção do leite durante a amamentação.
73 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
74 Antagonista: 1. Opositor. 2. Adversário. 3. Em anatomia geral, que ou o que, numa mesma região anatômica ou função fisiológica, trabalha em sentido contrário (diz-se de músculo). 4. Em medicina, que realiza movimento contrário ou oposto a outro (diz-se de músculo). 5. Em farmácia, que ou o que tende a anular a ação de outro agente (diz-se de agente, medicamento etc.). Agem como bloqueadores de receptores. 6. Em odontologia, que se articula em oposição (diz-se de ou qualquer dente em relação ao da maxila oposta).
75 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
76 Intermitentes: Nos quais ou em que ocorrem interrupções; que cessa e recomeça por intervalos; intervalado, descontínuo. Em medicina, diz-se de episódios de febre alta que se alternam com intervalos de temperatura normal ou cujas pulsações têm intervalos desiguais entre si.
77 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
78 Bolus: Uma quantidade extra de insulina usada para reduzir um aumento inesperado da glicemia, freqüentemente relacionada a uma refeição rápida.
79 Dextrose: Também chamada de glicose. Açúcar encontrado no sangue que serve como principal fonte de energia do organismo.
80 Colapso: 1. Em patologia, é um estado semelhante ao choque, caracterizado por prostração extrema, grande perda de líquido, acompanhado geralmente de insuficiência cardíaca. 2. Em medicina, é o achatamento conjunto das paredes de uma estrutura. 3. No sentido figurado, é uma diminuição súbita de eficiência, de poder. Derrocada, desmoronamento, ruína. 4. Em botânica, é a perda da turgescência de tecido vegetal.
81 Sistema Nervoso Periférico: Sistema nervoso localizado fora do cérebro e medula espinhal. O sistema nervoso periférico compreende as divisões somática e autônoma. O sistema nervoso autônomo inclui as subdivisões entérica, parassimpática e simpática. O sistema nervoso somático inclui os nervos cranianos e espinhais e seus gânglios e receptores sensitivos periféricos. Vias Neurais;
82 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
83 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.

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