UNITREXATE

MEIZLER

Atualizado em 09/12/2014

UNITREXATE
Metotrexato
Comprimidos e Solução Injetável

- FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES:
Unitrexate apresenta-se sob as formas de comprimidos simples e solução injetável.
Os comprimidos de Unitrexate são redondos, de coloração amarela, para administração oral, contendo 2,5mg de Metotrexato cada, acondicionados em frascos de plástico opaco com 100 comprimidos.
A solução injetável de Unitrexate é aquosa, para administração intravenosa, intra-arterial, intramuscular ou intratecal, acondicionada em frascos-ampolas de 2mL, contendo 50mg de Metotrexato (25mg/mL). Caixas contendo 50 frascos-ampolas.

USO ADULTO

- COMPOSIÇÃO:

Comprimidos de 2,5mg:
Cada comprimido contém:
Metotrexato ....................2,5mg    
Lactose1 ....................120,0mg    
Amido de Milho ....................52,0mg    
Estearato de Magnésio ....................2,5mg    
Povidona  ....................3,0mg    
Tartrazina ....................q.s.

Solução injetável de 50mg:
Cada mL de solução injetável contém:
Metotrexato ....................25mg    
Cloreto de Sódio ....................4,9mg    
Hidróxido de Sódio ....................q.s.    
Ácido Clorídrico2 ....................q.s.    
Água para Injeções ....................q.s.    

- INFORMAÇÕES AO PACIENTE:
O medicamento (comprimidos e solução injetável) deve ser conservado em sua embalagem original, sob temperatura entre 15 ºC e 30 ºC, ao abrigo da luz, calor e umidade excessiva.
O prazo de validade de Unitrexate Comprimidos é de 36 meses e o prazo de validade de Unitrexate Solução Injetável é de 24 meses, a contar da sua data de fabricação, nas condições acima citadas, estando esses dados impressos em suas embalagens externas.
Qualquer conteúdo remanescente no frasco-ampola de Unitrexate deve ser descartado.

" NÃO USE O MEDICAMENTO SE O PRAZO DE VALIDADE ESTIVER VENCIDO"

Informe seu médico a ocorrência de gravidez3 na vigência do tratamento ou após seu término. Informe seu médico se está amamentando.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.

" TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS"

Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.

" NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE4"

Unitrexate Comprimidos é para uso exclusivamente oral.
Unitrexate Solução Injetável é para uso exclusivamente injetável, por via intravenosa, intra-arterial, intramuscular ou intratecal.

- INFORMAÇÕES TÉCNICAS:
Modo de Ação:
Metotrexato inibe, reversivelmente, a diidrofolato redutase, enzima5 que reduz o ácido fólico ao ácido tetraidrofólico. A inibição da formação de tetraidrofolato limita a disponibilidade de fragmentos6 de carbono necessários para a síntese de purinas e para a conversão do deoxiuridilato a timidilato, na síntese de DNA e reprodução7 celular. A afinidade da diidrofolato redutase para Metotrexato é bem maior que sua afinidade para ácido fólico ou ácido diidrofólico e assim, mesmo que doses muito altas de ácido fólico sejam administradas simultaneamente, não se consegue reverter os efeitos de Metotrexato.
Leucovorina cálcica, um derivado do ácido tetraidrofólico, pode bloquear os efeitos de Metotrexato, quando administrada rapidamente após o agente antineoplásico. Resultados de um estudo indicam que Metotrexato também pode causar um aumento na deoxiadenosina trifosfato intracelular, a qual se pensa inibir a redução do ribonucleotídeo e da polinucleotídeo ligase, uma enzima5 ligada à síntese e reparação do DNA. Tecidos com altas proporções de proliferação celular, tais como neoplasias8, epidermias psoríticas, medula óssea9, revestimento do trato gastrintestinal, matriz capilar10 e células11 fetais, são as mais sensíveis para os efeitos de Metotrexato.
Metotrexato também tem atividade imunossupressora, em parte, possivelmente como resultado da inibição da multiplicação dos linfócitos. Os mecanismos de ação de Metotrexato para artrite reumatóide12 ainda não são conhecidos, embora os mecanismos sugeridos tenham incluído efeitos imunossupressores e/ou antiinflamatórios.

- Farmacocinética:
Em doses de 0,1mg/Kg, Metotrexato é completamente absorvido pelo trato gastrintestinal; porém, doses orais elevadas podem ser absorvidas de forma incompleta.
Picos de concentrações séricas são atingidos dentro de 0,5 a 2,0 horas, após a administração intravenosa ou intramuscular e, dentro de 1 a 4 horas, após a administração oral. Concentrações séricas atingidas após a administração intra-arterial são similares àquelas atingidas após a administração intravenosa. Concentrações séricas após a administração oral de Metotrexato podem ser ligeiramente mais baixas que as atingidas após a administração intravenosa.
Metotrexato é ativamente transportado através das membranas celulares. A droga é largamente distribuída nos tecidos do corpo, com concentrações mais altas nos rins13, vesícula biliar14, baço15, fígado16 e pele17.
Seguindo a administração sistêmica de uma única dose de Metotrexato, a droga inibe a síntese de DNA na psoríase18, por 12 a 16 horas.
Após a administração oral ou intravenosa da droga, em animais, as concentrações de Metotrexato no líquido sinovial19 são mais altas nas articulações20 inflamadas do que naquelas não inflamadas. A administração conjunta de salicilatos não afetou a distribuição de Metotrexato nas articulações20, mas o pré-tratamento com prednisona reduziu a quantidade da droga distribuída nas articulações20 inflamadas em relação às articulações20 normais. Em pacientes recebendo, a longo prazo, terapia oral de Metotrexato para artrite reumatóide12, a proporção no líquido sinovial19 para as concentrações séricas de Metotrexato variou de 0,9 a 1,2.
Metotrexato é retido, por muitas semanas, nos rins13 e, por muitos meses, no fígado16. Doses diárias repetidas da droga podem resultar em concentrações séricas estáveis e acúmulo de Metotrexato no tecido21.
A droga não atinge concentrações terapêuticas no líquido cerebrospinal quando administrada por via oral ou parenteral. Após a administração intratecal, entretanto, Metotrexato passa para a circulação22 sistêmica. Na administração de Metotrexato por via intratecal, os picos de concentrações séricas atingidos são similares aos atingidos quando a administração é por via oral.
Metotrexato atravessa a barreira placentária e é distribuído no leite materno.
Aproximadamente 50‰ da droga no sangue23 está ligada às proteínas24 plasmáticas.
Em um estudo, Metotrexato apresentou meia-vida sérica de 2 a 4 horas, após administração intramuscular. Por administração oral, em doses de 0,6mg/Kg ou mais, a droga apresentou meia-vida sérica de 2 a 4 horas, porém relatou-se um aumento para 8 a 10 horas, quando doses orais de 0,037mg/Kg foram administradas.
Metotrexato não parece ser notavelmente metabolizado. A droga é excretada, primariamente, pelos rins13, via filtração glomerular, e por transporte ativo. Pequenas quantidades são excretadas nas fezes, provavelmente, via bile25.
Metotrexato tem modelo bifásico de excreção. Mais de 92‰ de uma dose única administrada por via intravenosa é excretada dentro de 24 horas, seguida pela excreção de 1‰ a 2‰ da dose retida diariamente.
Em um estudo, de 58‰ a 92‰ da dose de Metotrexato (0,1 a 10mg/Kg, administrados por via intravenosa) foi excretada na urina26 em 24 horas. Somente ocorreu ligeira excreção urinária após administração oral de 0,1mg/Kg. Após a administração oral de 10mg/Kg, entretanto, somente 15‰ da dose foi excretada na urina26 em 24 horas, e 48‰ em 5 dias. Cerca de 39‰ de uma dose oral elevada foi recuperada nas fezes quando comparada com 7‰ a 9‰ da dose de 0,1mg/Kg administrada por via oral, e 2‰ a 5‰ de doses de 0,1 a 10mg/Kg administradas por via intravenosa. A excreção de Metotrexato é insuficiente e o acúmulo ocorre mais rapidamente em pacientes com insuficiência renal27. Além disso, a administração simultânea de outros ácidos orgânicos fracos, tais como salicilatos, podem suprimir o clearance de Metotrexato.

- INDICAÇÕES:
Unitrexate é indicado no tratamento do coriocarcinoma, corioadenoma destruens e mola hidatiforme28.
Unitrexate é indicado em leucemia29 linfocítica aguda, na profilaxia e no tratamento da leucemia29 meníngea30 e em terapias de manutenção, em combinação com outros agentes quimioterápicos.
Unitrexate é usado também, isolado ou em combinação com outros agentes antineoplásicos, no tratamento do câncer31 de mama32, câncer31 epidérmico de cabeça33 e pescoço34, micoses avançadas causadas por fungos, e câncer31 de pulmão35, particularmente de células11 escamosas e tipos celulares pequenos.
Unitrexate é também indicado, em combinação com outros quimioterápicos, no tratamento de linfomas não Hodgkin em estágio avançado.
Unitrexate em altas doses, seguido da administração de leucovorina (antídoto36) em combinação com outros agentes quimioterápicos, é efetivo no prolongamento da sobrevivência37, livre de recaída, em pacientes com osteossarcoma não metastático que tenham sofrido remoção cirúrgica ou amputação38 do tumor39 primário.
Unitrexate é indicado também no controle sintomático40 da psoríase18 severa e não controlada, a qual não é responsiva a outras formas de terapia. Porém, a droga só deve ser utilizada quando o diagnóstico41 for estabelecido por biópsia42 e/ou após consulta dermatológica. Isto é importante para assegurar que o fogacho proveniente da psoríase18 não ocorre devido a outra doença concomitante não diagnosticada, a qual poderia afetar reações imunológicas.
Unitrexate é indicado também no controle da artrite reumatóide12 severa, ativa, clássica ou definida (critério ARA) diagnosticada em adultos que tenham tido uma reação terapêutica43 insuficiente, ou são intolerantes a um teste adequado de terapia de primeira linha, incluindo dose completa com AINEs (antiinflamatórios não esteroidais) e geralmente, um teste de, pelo menos, uma ou mais drogas anti-reumáticas modificadoras da doença.

- CONTRA-INDICAÇÕES:
Unitrexate é contra-indicado nas seguintes situações:
*Pacientes com hipersensibilidade conhecida ao Metotrexato, ou a qualquer outro componente da formulação;
*Tratamento de psoríase18 ou artrite reumatóide12 em pacientes alcoólatras, com cirrose44 ou outras doenças crônicas;
*Tratamento de psoríase18 ou artrite reumatóide12 em pacientes não alcoólatras, com evidência declarada ou laboratorial de síndromes de imunodeficiência45;
*Tratamento de psoríase18 ou artrite reumatóide12 em pacientes com discrasias sangüíneas46 preexistentes, tais como hipoplasia47 de medula óssea9, leucopenia48, trombocitopenia49 ou anemia50 significativa;
*Gravidez3 e lactação51.

- PRECAUÇÕES GERAIS:
Unitrexate tem um potencial de toxicidade52 grave. A freqüência e severidade dos efeitos tóxicos podem ser relacionados como dependentes da dose ou da freqüência da administração. Estes efeitos foram observados em todas as doses e em qualquer momento durante a terapia, portanto se faz necessária uma rigorosa monitoração dos pacientes.
A maioria das reações adversas são reversíveis quando detectadas no início da terapia. Quando tais reações ocorrerem, a dose da droga deve ser reduzida ou a terapia descontinuada, tomando-se as medidas corretivas apropriadas. Caso necessário, incluir o uso de leucovorina cálcica e se a terapia com Unitrexate for reiniciada, rigorosa monitoração deve ser adotada.
Testes laboratoriais devem ser realizados periodicamente, com contagem sangüínea completa, incluindo contagens total e diferencial de leucócitos53 e de plaquetas54, enzimas hepáticas55, testes de função renal56 e raio X do tórax57.
A relação entre testes de função hepática58 anormal e fibrose59 ou cirrose44 do fígado16 não foi ainda estabelecida. Anormalidades transitórias nos testes de função hepática58 são, freqüentemente, observadas após administração de Unitrexate e são, normalmente, causadas por modificação da terapia com a droga. Anormalidades persistentes na função hepática58 anteriores a dosagem e/ou depressão de albumina60 sérica podem ser indicadores de toxicidade52 hepática58 grave e requerem avaliação.
Testes da função pulmonar podem ser úteis se houver suspeita de que Unitrexate induziu doença pulmonar, especialmente se os valores de função normal estão disponíveis.
Durante as doses iniciais ou mudança das doses, ou ainda, durante períodos de risco aumentado de níveis elevados de Unitrexate no sangue23 (por exemplo, na desidratação61), monitoração mais freqüente pode ser indicada.
Ambos, médico e farmacêutico, devem enfatizar para o paciente que a dose recomendada deve ser administrada semanalmente, na artrite reumatóide12 e psoríase18, e que o uso diário errado da dose recomendada tem levado à toxicidade52 fatal. Para estas patologias, a monitoração dos seguintes parâmetros é recomendada: hematologia, pelo menos, mensal e função hepática58 e renal56, pelo menos, de 1 a 3 meses.
O risco dos efeitos na reprodução7 devem ser discutidos com os pacientes, tanto homens quanto mulheres, nos quais esta droga está sendo administrada.
Unitrexate deve ser usado somente por médicos que tenham conhecimento e experiência no uso da terapia com antineoplásicos.
Pelas possibilidades de reações adversas graves, o paciente deve ser informado pelo médico dos riscos envolvidos e da necessidade de supervisão médica.
O uso de Unitrexate em regimes de altas doses recomendado para osteossarcoma requer cuidados meticulosos.
Regimes de altas doses para outras doenças neoplásicas62 estão em investigação e suas vantagens terapêuticas não foram totalmente estabelecidas.
Óbitos foram relatados com uso de Unitrexate no tratamento de neoplasias8 malignas, psoríase18 e artrite reumatóide12, portanto, o uso desta droga deve ser restringido aos pacientes com doença severa, a qual não é adequadamente responsiva a outras formas de terapia, e somente quando o diagnóstico41 for claramente estabelecido por consulta médica apropriada.
Com o uso de Unitrexate foram relatados casos de morte fetal e/ou anormalidades congênitas63. Portanto, não é recomendado para mulheres em idade fértil, a não ser que haja uma prova médica adequada de que possam ser aferidos benefícios, os quais sobrepujem os riscos considerados. Pacientes grávidas com psoríase18 ou artrite reumatóide12 não devem receber Unitrexate.
Monitoração periódica para toxicidade52, incluindo contagens de glóbulos brancos e de plaquetas54 e testes da função renal56 e hepática58, é obrigatória durante a terapia com Unitrexate. Biópsias64 periódicas do fígado16 podem ser indicadas em algumas situações.
Pacientes com propensão à eliminação prejudicada de Unitrexate (por exemplo, disfunção renal56, efusões65 pleurais ou ascites) devem ser monitorados com maior freqüência.
Terapia com Unitrexate em pacientes com função renal56 prejudicada deve ser feita com extremo cuidado e em doses reduzidas, porque a disfunção renal56 pode provocar eliminação prolongada da droga.
Unitrexate causa hepatotoxicidade66, fibrose59 e cirrose44, mas, geralmente, somente após uso prolongado. Freqüentemente, ocorrem elevações das enzimas hepáticas55, que são transitórias e assintomáticas, não se apresentando prognosticadas de doença hepática58 subseqüente. Biópsia42 do fígado16, após uso freqüente sustentado, apresentou outras mudanças histológicas67, além de fibrose59 e cirrose44. Estas lesões68, muitas vezes, não são precedidas por sintomas69 ou testes de função hepática58 anormal.
Doença de pulmão35 induzida por Unitrexate é uma lesão70 potencialmente perigosa, a qual pode ocorrer de forma aguda a qualquer momento durante a terapia e que não foi relatada em doses mais baixas que 7,5mg/semana. Isso nem é sempre totalmente reversível. Sintomas69 pulmonares (especialmente tosse seca) podem requerer interrupção do tratamento e investigação cuidadosa.
Unitrexate pode produzir depressão acentuada de medula óssea9, podendo resultar em anemia50, leucopenia48, trombocitopenia49 e hemorragia71.
Diarréia72 e estomatite73 ulcerativa requerem interrupção da terapia, caso contrário, podem ocorrer enterites hemorrágicas74 e morte por perfuração intestinal.
Inesperadamente, supressão severa da medula75 (algumas vezes fatal) e toxicidade52 gastrintestinal podem ocorrer com administração concomitante de Unitrexate (normalmente, em altas doses) com alguns antiinflamatórios não esteroidais (AINEs).
Formulações de Unitrexate com diluentes contendo preservativos não devem ser administradas por via intratecal ou em terapia com altas doses de Unitrexate.

Uso na gravidez3 e lactação51:
Unitrexate pode causar morte fetal ou efeitos teratogênicos76 quando administrado à gestantes.
Unitrexate é contra-indicado a gestantes com psoríase18 ou artrite reumatóide12 e deve ser usado no tratamento de doenças neoplásicas62 somente quando o benefício para a gestante for claramente superior ao risco para o feto77.
Mulheres em idade fértil devem ser advertidas sobre o risco para o feto77 antes do inicío ou durante o tratamento com Unitrexate.
A gravidez3 também deve ser evitada se qualquer um dos parceiros estiver recebendo Unitrexate, durante, no mínimo, por 3 meses após a terapia em pacientes homens, e durante por, pelo menos, um ciclo ovulatório após a terapia em pacientes mulheres.
Pelo potencial das reações adversas graves de Unitrexate em bebês78 que estão sendo amamentados, a droga é contra-indicada em lactantes79.

Carcinogênese, mutagênese, diminuição da fertilidade:
Unitrexate foi avaliado em estudos com animais para avaliar o potencial carcinogênico com resultados não conclusivos.
Embora haja evidência que Unitrexate causa dano nos cromossomos80 em células somáticas81 de animais, e em células da medula óssea82, o significado continua incerto. A comprovação do potencial carcinogênico de Unitrexate é complicada pela evidência conflitante do risco aumentado de certos tumores em artrite reumatóide12. Os benefícios devem ser considerados contra este risco potencial antes do uso do Unitrexate isolado ou em combinação com outras drogas, especialmente em crianças ou adultos jovens.
Unitrexate causa embriotoxicidade, aborto e defeitos fetais em seres humanos. Foi também relatado que Unitrexate pode causar diminuição da fertilidade, oligospermia e disfunção menstrual em seres humanos, durante a terapia ou mesmo após seu término.

Uso em crianças:
A segurança e eficácia do uso de Unitrexate em prematuros, recém-nascidos e bebês78 (com menos de um ano de idade) ainda não foram estabelecidas e portanto, a administração baseada na experiência de trabalho com a droga, nestes pacientes, não é suficiente para garantir que resultados ideais serão obtidos.

Uso em idosos:
A farmacologia83 clínica de Unitrexate não foi bem estudada em idosos. Devido à diminuição da função hepática58 e renal56, bem como o acúmulo de folatos nestes pacientes, doses relativamente baixas devem ser consideradas, e tais pacientes devem ser rigorosamente monitorados para os principais sinais84 de toxicidade52.

- INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS:

*Drogas ligadas à proteínas24 e ácidos orgânicos fracos:
Unitrexate é, em parte, ligado às proteínas24 séricas. Com o uso concomitante de drogas ligadas à proteínas24 e ácidos orgânicos fracos, sua toxicidade52 pode ser aumentada como resultado do deslocamento induzido por certas drogas tais como salicilatos, sulfonamidas, sulfoniluréias85, fenitoína, fenilbutazona, tetraciclinas, cloranfenicol e ácido aminobenzóico. Até a importância clínica destas observações serem estabelecidas, estas drogas devem ser cuidadosamente administradas em pacientes recebendo Unitrexate. Além disso, deve ser considerada a possibilidade de ácidos orgânicos fracos, incluindo salicilatos, tornarem a excreção renal56 de Unitrexate mais lenta, favorecendo o acúmulo da droga.

*Antiinflamatórios não esteroidais (AINEs):
Toxicidade52 severa, muitas vezes fatal (incluindo toxicidade52 sangüínea e gastrintestinal) tem ocorrido após administração de AINEs (por exemplo, indometacina, cetoprofeno) concomitantemente com Unitrexate (particularmente em terapias com altas doses), em pacientes com diversas neoplasias8 malignas, psoríase18 ou artrite reumatóide12. A toxicidade52 foi associada às concentrações séricas elevadas e prolongadas de Unitrexate. O mecanismo exato da interação ainda não foi estabelecido, mas sugere-se que AINEs podem inibir a eliminação renal56 de Unitrexate, possivelmente pela diminuição da perfusão renal56, via inibição da síntese renal56 de prostaglandina86 ou pela competição por eliminação renal56.
AINEs devem ser evitados em pacientes recebendo doses relativamente altas de Unitrexate (por exemplo, doses usadas no tratamento de neoplasias8).
O risco do uso concomitante de doses baixas e intermitentes87, tais como de 5 a 15mg semanalmente, de terapia de Unitrexate e AINEs não foi completamente elucidado.
Foram excluídos dos estudos com AINEs pacientes com predisposição à toxicidade52 de Metotrexato. Estas drogas devem ser usadas com cautela em pacientes recebendo regimes de doses baixas de Unitrexate, tais como aqueles empregados no tratamento da artrite reumatóide12. A possibilidade de as concentrações séricas da droga tornarem-se aumentadas e prolongadas e a toxicidade52 resultante disso deve ser considerada.
Embora regimes intermitentes87 também sejam usados no tratamento da psoríase18, as doses de Unitrexate em tais regimes, normalmente, são mais altas do que aquelas usadas no tratamento da artrite reumatóide12 e, portanto, são mais comuns resultarem em toxicidade52 grave, podendo incluir morte, durante terapia concomitante com AINEs.

*Outras drogas:
Drogas com atividade farmacológica similar, tais como pirimetamina, não devem ser administradas em pacientes recebendo Unitrexate.
A terapia com ácido acetil salicílico, antiinflamatórios não esteroidais e/ou esteróides, em baixas doses, pode ser continuada, embora a possibilidade de aumento da toxicidade52 com uso concomitante de AINEs, incluindo salicilatos, não tenha sido totalmente pesquisada. Esteróides podem ser reduzidos, gradualmente, em pacientes que respondam ao Unitrexate.
O uso combinado de Unitrexate com compostos de ouro, penicilamina, hidroxicloroquina, sulfasalazina ou agentes citotóxicos88, não foi estudado, porém suspeita-se que pode aumentar a incidência89 das reações adversas.
Descanso e fisioterapia90 como indicados devem ser mantidos.
" Co-trimoxazole"  deve ser usado com cuidado em pacientes recebendo Unitrexate, visto que sulfonamidas podem deslocar Unitrexate dos sítios de ligação de proteína plasmática, resultando em um aumento das concentrações de Unitrexate livre.
Vacina91 de vírus92 vivos, geralmente, não devem ser administradas em pacientes recebendo Unitrexate, pois, estando suprimidos os mecanismos de defesa normal, pode haver potencialização da replicação do vírus92 da vacina91 e diminuição na formação de anticorpos93.
Infecção94 disseminada por vacina91 pode ocorrer após vacinação contra varíola, em alguns pacientes recebendo Unitrexate. Embora a resposta de anticorpos93 para as vacinas de vírus92 mortos não seja normal, proteção parcial ou completa pode ser atingida e estas vacinas podem ser usadas, se necessário, em pacientes recebendo Unitrexate.
Acredita-se que preparações contendo ácido fólico, incluindo produtos vitaminícos, podem diminuir a eficácia da terapia com Unitrexate e não devem ser administradas em pacientes recebendo Unitrexate. Entretanto, não há até o momento, estudos para sustentar ou rejeitar esta hipótese.

- REAÇÕES ADVERSAS:
Em geral, a incidência89 e severidade das reações adversas agudas são dependentes da dose e da freqüência de administração.
As reações adversas mais freqüentes incluem estomatites ulcerativas, leucopenia48, náuseas95, dor abdominal, indisposição, fadiga96 excessiva, resfriados e febre97, tontura98 e diminuição da resistência à infecções99.
*Sistema Digestivo100: gengivites, faringites, estomatites, anorexia101, náuseas95, vômitos102, diarréia72, hematêmese103, melena104, ulceração105 gastrintestinal e hemorragia71, enterites, toxicidade52 hepática58 resultando em atrofia106 aguda do fígado16, necrose107, fibrose59 periportal ou cirrose44 hepática58.
*Sistema Nervoso Central108: dores de cabeça33, tonturas109, visão110 turva, afasia111, hemiparesia112, paresia113 e convulsões têm ocorrido após a administração de Unitrexate.
Após a administração de baixas doses da droga, alguns pacientes relataram uma sutil disfunção cognitiva114 transitória, alteração do humor ou sensações cranianas incomuns.
*Sistema Respiratório115: mortes causadas por pneumonites intersticiais foram relatadas e doença pulmonar intersticial116 obstrutiva pode ocorrer ocasionalmente.
*Pele17: erupções eritematosas117, pruridos, urticária118, falta de pigmentação, fotossensibilidade, mudanças de pigmentações, alopecia119, equimoses120, telangietasia, acne121 e furunculose.
*Sistema Urogenital122: nefropatia123 severa ou falha renal56, azotemia, cistites, hematúria124; espermatogênese ou ovogênese defeituosa, oligospermia transitória, disfunção menstrual e, infertilidade125, aborto e defeitos fetais.
*Outras: infecção94 oportunista, artralgia126, mialgia127, perda de libido128, impotência129, diabetes130, osteoporose131, reações anafiláticas132 e morte repentina podem ocorrer raramente.

- POSOLOGIA:
Vários programas de dose, para terapia com Unitrexate e em combinação com outros agentes antineoplásicos e/ou radioterapia133, têm sido sugeridos na literatura. A dose, via de administração e duração de terapia deve ser individualizada, de acordo com a doença tratada, outra terapia que esteja sendo empregada, e a condição, resposta e tolerância do paciente.
Em pacientes cuja descontinuidade de Unitrexate tem sido requerida, a terapia pode ser reiniciada cuidadosamente, considerando-se a necessidade da droga e a possibilidade de recorrência134 de toxicidade52.

Neoplasias8 trofoblásticas:
Para o tratamento de neoplasias8 trofoblásticas, a dose usual de Unitrexate é de 15 a 30mg diariamente, administrada por via oral, durante 5 dias. Um curso repetido pode ser administrado após um período de uma ou mais semanas, somente se todos os sinais84 de toxicidade52 tiverem desaparecido.
Três a cinco cursos de terapia são usualmente empregados. A terapia é normalmente avaliada por 24 horas, em análises quantitativas de gonadotrofina coriônica urinária, a qual pode retornar ao normal ou menor que 50UI/24 horas, normalmente após o terceiro ou quarto curso. A remissão completa de lesões68 mensuráveis normalmente ocorre em 4 a 6 semanas. Um a dois cursos de terapia com Unitrexate são normalmente administrados após ocorrer a normalização das concentrações de gonadotrofina coriônica.
No tratamento da doença trofoblástica em mulheres, regimes de cursos alternados da terapia com Unitrexate e terapia com dactinomicina ou a administração combinada de Unitrexate e mercaptopurina, ou Unitrexate, dactinomicina e clorambucila têm também sido usadas.
No tratamento da doença trofoblástica em mulheres, doses de 10 a 15mg de Unitrexate, diariamente, têm também sido administradas via artéria135 hipogástrica, até a toxicidade52 ou resposta terapêutica43 ocorrerem.
A combinação quimioterápica com Unitrexate, clorambucila e dactinomicina tem sido utilizada no tratamento de tumores testiculares metastáticos em homens.

Leucemias:
Embora Unitrexate não seja, geralmente, a droga de escolha para a indução da remissão da leucemia29 linfoblástica, têm sido usadas doses de Unitrexate de 3,3mg/m2, via oral, e prednisona 40 a 60mg/m2, diariamente, por 4 a 6 semanas. Após a remissão ser atingida, Unitrexate é administrado numa dose de manutenção de 20 a 30mg/m2, por via oral ou por injeção intramuscular136, duas vezes por semana. A administração da droga duas vezes por semana parece ser mais efetiva que a administração da droga diariamente. Alternativamente, doses de 2,5mg/Kg têm sido administradas por via intravenosa, durante 14 dias.
Para o tratamento da leucemia29 meníngea30, uma dose de Unitrexate por via intratecal de 12mg/m2 ou uma dose empírica de 15mg, administrada em intervalos de 2 a 5 dias, até a contagem das células11 do líquido cerebrospinal retornar ao normal, tem também sido sugerida; isto, então, é seguido por uma dose adicional da droga. Alternativamente, doses de 12mg/m2 têm sido administradas uma vez por semana, durante duas semanas e, depois disso, uma vez por mês.
Para profilaxia contra leucemia29 meníngea30, uma dose de Unitrexate de 12mg/m2 ou 15mg tem sido utilizada; os intervalos da administração diferem do regime usado no tratamento da leucemia29 meníngea30, e referências especializadas e a literatura médica podem ser consultadas para recomendações específicas. Entretanto, devido ao fato de o volume do líquido cerebrospinal estar relacionado à idade e não à área de superfície corpórea, regimes de dose baseados neste último podem resultar em concentrações inadequadas e potencialmente altas da droga no líquido cerebrospinal em crianças, e em concentrações neurotóxicas da droga no líquido cerebrospinal em adultos. Portanto, alguns clínicos recomendam que a dose intratecal seja baseada na idade do paciente.
Estudos clínicos indicam que regimes de dose de Unitrexate baseados na idade podem ser mais efetivos e menos tóxicos que regimes baseados na área da superfície corpórea. As doses intratecais sugeridas baseadas na idade são de 6mg, para crianças até 1 ano de idade, 8mg, para crianças com 1 ano de idade, 10mg, para crianças de 2 anos de idade, e 12mg, para crianças de 3 anos de idade ou mais e para adultos. Pacientes idosos podem necessitar de doses reduzidas por causa da circulação22 reduzida do líquido cerebrospinal e a diminuição do volume cerebral.
Independentemente do método utilizado para determinar a dose de Unitrexate intratecal, a dose deve ser cuidadosamente conferida antes da administração, para minimizar o risco de superdosagem intratecal inadvertida. Como Unitrexate aparece na circulação22 sistêmica após a administração intratecal, a administração sistêmica da droga pode ser apropriadamente ajustada, reduzida ou descontinuada.
Administração sistêmica de leucovorina cálcica simultaneamente com Unitrexate pode prevenir toxicidade52 sistêmica sem abolir a atividade do antimetabólito no Sistema Nervoso Central108.
O envolvimento da leucemia29 focal do Sistema Nervoso Central108 pode não responder a terapia com Unitrexate intratecal e pode ser melhor tratado com radioterapia133.

Linfomas:
A dose usual de Unitrexate para o tratamento dos estágios I ou II do linfoma137 de Burkitt é de 10 a 25mg/dia, por via oral, durante 4 a 8 dias. Unitrexate é comumente administrado junto com outros agentes antineoplásicos no tratamento do estágio III do linfoma137 de Burkitt e linfossarcomas. Em todos os estágios, muitos cursos de terapia com a droga são geralmente administrados com intercalação de períodos de descanso de 7 a 10 dias.
Linfossarcomas, no estágio III, podem responder à terapia de combinação de drogas com Unitrexate administrado em doses de 0,625 a 2,5mg/Kg, diariamente.

Micoses fungóides:
A dose usual oral de Unitrexate para o tratamento de micoses fungóides é de 2,5 a 10mg, diariamente, por várias semanas ou meses. A dose inicial ou ajustes de dosagem são determinados por monitoração sangüínea e pela resposta do paciente. A dose intramuscular de 50mg, uma vez por semana, ou 25mg, duas vezes por semana, tem também sido empregada no tratamento das micoses fungóides.

Psoríase18:
Para o tratamento da psoríase18, uma dose única de 5,0 a 10,0mg de Unitrexate deve ser administrada uma semana antes do início da terapia com Unitrexate, para detectar reações idiossincráticas. Doses ideais não foram estabelecidas, porém as doses devem ser baseadas nas características e reações individuais do paciente. A dose administrada deve ser constantemente supervisionada por um médico experiente no uso de agentes antineoplásicos.
Há três programas de doses sugeridos. Para se evitar a superdosagem, que é potencialmente letal, os pacientes devem ser instruídos minuciosamente sobre seus regimes específicos de dose, observando, particularmente, a freqüência de administração.
O programa de dose oral dividida, baseado em estudos de cinética138 celular, consiste de 2,5 a 5,0mg de Unitrexate, administrado por via oral, em intervalos de 12 horas, com 3 doses a cada semana ou em intervalos de 8 horas com 4 doses a cada semana. Neste mesmo regime, a dose pode ser aumentada gradualmente em 2,5mg/semana, mas a dose semanal usual não deve exceder 30mg.
No programa de dose única semanal, doses de 10 a 25mg podem ser administradas por via oral, intramuscular ou intravenosa, como uma dose única semanalmente. A dose usual oral no programa de dose semanal é de 7,5 a 25mg, tendo ocorrido um caso de um paciente necessitando de um aumento para 37,5mg; a dose pode ser aumentada gradualmente em 2,5 a 5,0mg/semana. A dose usual intramuscular ou intravenosa rápida, num programa de dose semanal, é de 7,5 a 50,0mg, podendo ocasionalmente algum paciente necessitar de um aumento para 100mg; a dose pode ser aumentada gradualmente.
A dose oral, intramuscular ou intravenosa num programa de dose única semanal, não pode exceder normalmente 50mg.
Num programa de dose oral diária, doses de 2,5mg são administradas diariamente, por 5 dias consecutivos, com um período de descanso de, pelo menos, dois dias; a dose diária não deve exceder 6,25mg. Aparentemente, o programa de dose diária oral produz um aumento na incidência89 de hepatotoxicidade66 e sugere-se que este programa não seja usado, a menos que seja o único ao qual o paciente responda. Na maioria dos pacientes, melhora substancial ocorre dentro de 4 semanas e resultados ideais ocorrem dentro de 2 a 3 meses. A suspensão da terapia com Unitrexate normalmente resulta na volta dos sintomas69, em 2 semanas a 6 meses. Após a resposta ideal ser atingida, cada programa deve ser reduzido para a dose mais baixa e com um período de descanso o mais longo possível.
A terapia tópica convencional deve ser reiniciada o mais cedo possível.

Artrite139 psoríaca:
A dose ideal de Unitrexate no tratamento da artrite139 psoríaca não foi claramente estabelecida, embora regimes de doses orais e parenterais similares àqueles utilizados no tratamento da psoríase18 tenham sido empregados. Os médicos devem consultar referências especializadas para informações detalhadas de programas de dose específicos.

Artrite reumatóide12:
Para o tratamento da artrite reumatóide12, um teste de dose única de Unitrexate pode ser administrado antes do início da terapia, para detectar a possível sensibilidade para os efeitos adversos, relacionados à droga. Doses ideais não foram completamente estabelecidas e devem ser baseadas nas características e respostas individuais do paciente.
Pacientes recebendo terapia com Unitrexate para artrite reumatóide12 devem ser constantemente supervisionados por um médico experiente no uso de agentes antineoplásicos.
Para evitar a superdosagem, que é potencialmente letal, os pacientes devem ser cuidadosamente instruídos sobre seus programas de dose, atentando particularmente para a freqüência de administração.
Para o tratamento da artrite reumatóide12, Unitrexate é administrado em doses baixas, e de forma intermitente140 (ou seja, regimes semanais são melhores que os diários). A dose inicial usual, em adultos, é de 7,5mg, via oral, uma vez por semana. Esta dose pode ser administrada em um outro regime de dose única, consistindo de uma única dose oral, uma vez por semana ou regime de dose dividida, consistindo de 2,5mg de Unitrexate administrados via oral, em intervalos de 12 horas com três doses, a cada semana. Cada dose, em um ou em outro regime (dose única ou dose dividida) pode ser gradualmente aumentada até que uma resposta terapêutica43 ideal seja atingida. Entretanto, a dose normalmente não deve exceder 20mg por semana, já que doses altas foram associadas com um aumento substancial na incidência89 e na severidade de reações adversas (por exemplo, supressão da medula óssea9). Após uma resposta ótima da droga ser atingida, a dose semanal deve ser reduzida para um nível eficaz e mais baixo possível.
A resposta terapêutica43, em pacientes com artrite reumatóide12, normalmente é aparente dentro de 3 a 6 semanas, mas a resposta ideal pode não ser alcançada em três ou mais meses de terapia. A duração ideal da terapia ainda não é conhecida; entretanto, dados de estudos clínicos, a longo prazo, indicam que a melhora clínica inicial pode ser mantida por períodos prolongados (por exemplo, 2 anos ou mais) com a terapia contínua de Unitrexate. Após a descontinuidade da droga, a artrite reumatóide12 normalmente piora dentro de 3 a 6 semanas.
Regimes parenterais de Unitrexate para o tratamento da artrite reumatóide12 são variáveis, consistindo, muitas vezes, de 7,5 a 15,0mg administrados por via intramuscular, semanalmente, em adultos.

Administração de Unitrexate

Os frascos-ampolas de Unitrexate devem ser manuseados apenas por pessoas treinadas. Este manuseio deve ser feito em área propriamente designada (sobre bandeja lavável ou sobre papel plástico descartável) e por funcionárias não grávidas, já que se trata de um agente citotóxico141.Deve-se também utilizar proteção para os olhos142, luvas descartáveis, máscara e aventais descartáveis.
Seringas e material para infusão devem ser cuidadosamente manuseados e montados para evitar vazamentos.
Todas as superfícies expostas devem ser limpas, lavando-se em seguida as mãos143 e o rosto.
Todas as agulhas usadas devem ser colocadas num coletor apropriado para materiais perfurocortantes, e todos os outros itens descartáveis devem ser colocados num saco plástico, o qual deve ser encaminhado para o devido descarte, seguindo o procedimento da instituição onde foi utilizado.
Qualquer porção não utilizada da solução deve ser descartada.
Se houver contato acidental com os olhos142, deve-se lavar imediatamente com água e sabão e remover toda a roupa contaminada. Se o produto for acidentalmente inalado ou ingerido, recomenda-se procurar um médico imediatamente.
Não utilizar o medicamento se o prazo de validade estiver vencido.
Soluções de Unitrexate devem ser inspecionadas visualmente quanto à partículas em suspensão e descoloração, quando a solução e o frasco-ampola permitirem.
Unitrexate é administrado por injeção intramuscular136, intravenosa ou intratecal; podendo a droga também ser administrada por via intra-arterial.
Para o tratamento de leucemia29 meníngea30, Unitrexate deve ser administrado por via intratecal, já que a passagem da droga do sangue23 para o líquido cerebrospinal é mínima. Previamente à administração intratecal de Unitrexate, um volume de líquido cerebrospinal aproximadamente equivalente ao volume de solução de Unitrexate a ser injetada (5 a 15mL) é, normalmente, retirado. Se uma punção na região lombar144 for traumática, Unitrexate não deverá ser administrado por via intratecal. Dois dias devem decorrer antes de se tentar novamente a injeção145 por essa via.
Unitrexate deve ser administrado por via intratecal somente se houver circulação22 do fluido espinal livre de sangue23.
Alguns médicos recomendaram que o volume total de Unitrexate seja administrado por via intratecal, dentro de 15 a 30 segundos. Aspiração não deve ser realizada.
Para injeção145 intratecal, soluções de Unitrexate livres de conservantes contendo 1mg/mL podem ser usadas. Soluções de Unitrexate contendo conservantes não devem ser administradas por via intratecal.
As soluções podem ser preparadas usando Solução de Cloreto de Sódio 0,9‰ livre de conservantes como diluente.
Quanto ao Unitrexate Comprimidos, deve-se lembrar que sua administração é por via oral e de preferência com água, sempre seguindo a orientação médica quanto ao intervalo e posologia.

Superdosagem de Unitrexate

Leucovorina é indicada para diminuir a toxicidade52 e neutralizar o efeito da administração inadvertida de superdoses de Unitrexate. A administração de leucovorina deve começar o mais cedo possível. Quando o intervalo de tempo entre a administração de Unitrexate e o início da administração de leucovorina aumenta, a eficácia desta última, em oposição à toxicidade52, diminui. Monitoração da concentração sérica de Unitrexate é essencial na determinação da dosagem ótima e na duração do tratamento com leucovorina.
Nos casos de superdosagem passiva, hidratação e alcalinização da urina26 podem ser necessárias, para prevenir a precipitação de Unitrexate e/ou de seus metabólitos146 nos túbulos renais.
Hemodiálise147 e diálise peritoneal148 não se mostraram eficazes na melhora da eliminação do Unitrexate.


USO RESTRITO A HOSPITAIS

UNITREXATE - Laboratório

MEIZLER
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Tel: 11-4195-6613
Fax: 11-4195-6621
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Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Ácido clorídrico: Ácido clorídrico ou ácido muriático é uma solução aquosa, ácida e queimativa, normalmente utilizado como reagente químico. É um dos ácidos que se ioniza completamente em solução aquosa.
3 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
4 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
5 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
6 Fragmentos: 1. Pedaço de coisa que se quebrou, cortou, rasgou etc. É parte de um todo; fração. 2. No sentido figurado, é o resto de uma obra literária ou artística cuja maior parte se perdeu ou foi destruída. Ou um trecho extraído de uma obra.
7 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
8 Neoplasias: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
9 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
10 Capilar: 1. Na medicina, diz-se de ou tubo endotelial muito fino que liga a circulação arterial à venosa. Qualquer vaso. 2. Na física, diz-se de ou tubo, em geral de vidro, cujo diâmetro interno é diminuto. 3. Relativo a cabelo, fino como fio de cabelo.
11 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
12 Artrite reumatóide: Doença auto-imune de etiologia desconhecida, caracterizada por poliartrite periférica, simétrica, que leva à deformidade e à destruição das articulações por erosão do osso e cartilagem. Afeta mulheres duas vezes mais do que os homens e sua incidência aumenta com a idade. Em geral, acomete grandes e pequenas articulações em associação com manifestações sistêmicas como rigidez matinal, fadiga e perda de peso. Quando envolve outros órgãos, a morbidade e a gravidade da doença são maiores, podendo diminuir a expectativa de vida em cinco a dez anos.
13 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
14 Vesícula Biliar: Reservatório para armazenar secreção da BILE. Através do DUCTO CÍSTICO, a vesícula libera para o DUODENO ácidos biliares em alta concentração (e de maneira controlada), que degradam os lipídeos da dieta.
15 Baço:
16 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
17 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
18 Psoríase: Doença imunológica caracterizada por lesões avermelhadas com descamação aumentada da pele dos cotovelos, joelhos, couro cabeludo e costas juntamente com alterações das unhas (unhas em dedal). Evolui através do tempo com melhoras e pioras, podendo afetar também diferentes articulações.
19 Líquido sinovial: Gel viscoso e transparente que lubrifica as estruturas que banha, minorando o atrito entre elas. Ele é encontrado na cavidade da cápsula articular.
20 Articulações:
21 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
22 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
23 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
24 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
25 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
26 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
27 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
28 Mola hidatiforme: Tumor benigno que se desenvolve a partir de tecido placentário em fases precoces de uma gravidez em que o embrião não se desenvolve normalmente. Causada por uma degenerescência das vilosidades coriônicas (projeções minúsculas, semelhantes a dedos, existentes na placenta). A causa é desconhecida.
29 Leucemia: Doença maligna caracterizada pela proliferação anormal de elementos celulares que originam os glóbulos brancos (leucócitos). Como resultado, produz-se a substituição do tecido normal por células cancerosas, com conseqüente diminuição da capacidade imunológica, anemia, distúrbios da função plaquetária, etc.
30 Meníngea: Relativa ou própria da meninge.
31 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
32 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
33 Cabeça:
34 Pescoço:
35 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
36 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
37 Sobrevivência: 1. Ato ou efeito de sobreviver, de continuar a viver ou a existir. 2. Característica, condição ou virtude daquele ou daquilo que subsiste a um outro. Condição ou qualidade de quem ainda vive após a morte de outra pessoa. 3. Sequência ininterrupta de algo; o que subsiste de (alguma coisa remota no tempo); continuidade, persistência, duração.
38 Amputação: 1. Em cirurgia, é a remoção cirúrgica de um membro ou segmento de membro, de parte saliente (por exemplo, da mama) ou do reto e/ou ânus. 2. Em odontologia, é a remoção cirúrgica da raiz de um dente ou da polpa. 3. No sentido figurado, significa diminuição, restrição, corte.
39 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
40 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
41 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
42 Biópsia: 1. Retirada de material celular ou de um fragmento de tecido de um ser vivo para determinação de um diagnóstico. 2. Exame histológico e histoquímico. 3. Por metonímia, é o próprio material retirado para exame.
43 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
44 Cirrose: Substituição do tecido normal de um órgão (freqüentemente do fígado) por um tecido cicatricial fibroso. Deve-se a uma agressão persistente, infecciosa, tóxica ou metabólica, que produz perda progressiva das células funcionalmente ativas. Leva progressivamente à perda funcional do órgão.
45 Imunodeficiência: Distúrbio do sistema imunológico que se caracteriza por um defeito congênito ou adquirido em um ou vários mecanismos que interferem na defesa normal de um indivíduo perante infecções ou doenças tumorais.
46 Discrasias sangüíneas: Qualquer alteração envolvendo os elementos celulares do sangue, glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas.
47 Hipoplasia: Desenvolvimento defeituoso ou incompleto de tecido ou órgão, geralmente por diminuição do número de células, sendo menos grave que a aplasia.
48 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
49 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
50 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
51 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
52 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
53 Leucócitos: Células sangüíneas brancas. Compreendem tanto os leucócitos granulócitos (BASÓFILOS, EOSINÓFILOS e NEUTRÓFILOS) como os não granulócitos (LINFÓCITOS e MONÓCITOS). Sinônimos: Células Brancas do Sangue; Corpúsculos Sanguíneos Brancos; Corpúsculos Brancos Sanguíneos; Corpúsculos Brancos do Sangue; Células Sanguíneas Brancas
54 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
55 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
56 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
57 Tórax: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original Sinônimos: Peito; Caixa Torácica
58 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
59 Fibrose: 1. Aumento das fibras de um tecido. 2. Formação ou desenvolvimento de tecido conjuntivo em determinado órgão ou tecido como parte de um processo de cicatrização ou de degenerescência fibroide.
60 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
61 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
62 Neoplásicas: Que apresentam neoplasias, ou seja, que apresentam processo patológico que resulta no desenvolvimento de neoplasma ou tumor. Um neoplasma é uma neoformação de crescimento anormal, incontrolado e progressivo de tecido, mediante proliferação celular.
63 Congênitas: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
64 Biópsias: 1. Retirada de material celular ou de um fragmento de tecido de um ser vivo para determinação de um diagnóstico. 2. Exame histológico e histoquímico. 3. Por metonímia, é o próprio material retirado para exame.
65 Efusões: 1. Saída de algum líquido ou gás; derramamento, espalhamento. 2. No sentido figurado, manifestação expansiva de sentimentos amistosos, de afeto, de alegria. 3. Escoamento de um gás através de uma pequena abertura, causado pela agitação térmica das moléculas do gás. 4. Derramamento de lava relativamente fluida sobre a superfície terrestre.
66 Hepatotoxicidade: É um dano no fígado causado por substâncias químicas chamadas hepatotoxinas.
67 Histológicas: Relativo à histologia, ou seja, relativo à disciplina biomédica que estuda a estrutura microscópica, composição e função dos tecidos vivos.
68 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
69 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
70 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
71 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
72 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
73 Estomatite: Inflamação da mucosa oral produzida por infecção viral, bacteriana, micótica ou por doença auto-imune. É caracterizada por dor, ardor e vermelhidão da mucosa, podendo depositar-se sobre a mesma uma membrana brancacenta (leucoplasia), ou ser acompanhada de bolhas e vesículas.
74 Hemorrágicas: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
75 Medula: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
76 Teratogênicos: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
77 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
78 Bebês: Lactentes. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
79 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
80 Cromossomos: Cromossomos (Kroma=cor, soma=corpo) são filamentos espiralados de cromatina, existente no suco nuclear de todas as células, composto por DNA e proteínas, sendo observável à microscopia de luz durante a divisão celular.
81 Células somáticas: As células somáticas são quaisquer células dos organismos multicelulares que não estejam diretamente envolvidas na reprodução, tais como as células epiteliais. São células cujo núcleo se divide apenas por mitose, ao contrário das células germinativas, que podem sofrer meiose, para formar os gametas.
82 Células da Medula Óssea: Células contidas na medula óssea, incluindo células adiposas (ver ADIPÓCITOS), CÉLULAS ESTROMAIS, MEGACARIÓCITOS e os precurssores imediatos da maioria das células sangüíneas.
83 Farmacologia: Ramo da medicina que estuda as propriedades químicas dos medicamentos e suas respectivas classificações.
84 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
85 Sulfoniluréias: Classe de medicamentos orais para tratar o diabetes tipo 2 que reduz a glicemia por ajudar o pâncreas a fabricar mais insulina e o organismo a usar melhor a insulina produzida.
86 Prostaglandina: É qualquer uma das várias moléculas estruturalmente relacionadas, lipossolúveis, derivadas do ácido araquidônico. Ela tem função reguladora de diversas vias metabólicas.
87 Intermitentes: Nos quais ou em que ocorrem interrupções; que cessa e recomeça por intervalos; intervalado, descontínuo. Em medicina, diz-se de episódios de febre alta que se alternam com intervalos de temperatura normal ou cujas pulsações têm intervalos desiguais entre si.
88 Citotóxicos: Diz-se das substâncias que são tóxicas às células ou que impedem o crescimento de um tecido celular.
89 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
90 Fisioterapia: Especialidade paramédica que emprega agentes físicos (água doce ou salgada, sol, calor, eletricidade, etc.), massagens e exercícios no tratamento de doenças.
91 Vacina: Tratamento à base de bactérias, vírus vivos atenuados ou seus produtos celulares, que têm o objetivo de produzir uma imunização ativa no organismo para uma determinada infecção.
92 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
93 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
94 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
95 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
96 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
97 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
98 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
99 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
100 Sistema digestivo: O sistema digestivo ou digestório realiza a digestão, processo que transforma os alimentos em substâncias passíveis de serem absorvidas pelo organismo. Os materiais não absorvidos são eliminados por este sistema. Ele é composto pelo tubo digestivo e por glândulas anexas.
101 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
102 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
103 Hematêmese: Eliminação de sangue proveniente do tubo digestivo, através de vômito.
104 Melena: Eliminação de fezes de coloração negra, alcatroada. Relaciona-se com a presença de sangue proveniente da porção superior do tubo digestivo (esôfago, estômago e duodeno). Necessita de uma avaliação urgente, pois representa um quadro grave.
105 Ulceração: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
106 Atrofia: 1. Em biologia, é a falta de desenvolvimento de corpo, órgão, tecido ou membro. 2. Em patologia, é a diminuição de peso e volume de órgão, tecido ou membro por nutrição insuficiente das células ou imobilização. 3. No sentido figurado, é uma debilitação ou perda de alguma faculdade mental ou de um dos sentidos, por exemplo, da memória em idosos.
107 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
108 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
109 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
110 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
111 Afasia: Sintoma neurológico caracterizado pela incapacidade de expressar-se ou interpretar a linguagem falada ou escrita. Pode ser produzida quando certas áreas do córtex cerebral sofrem uma lesão (tumores, hemorragias, infecções, etc.). Pode ser classificada em afasia de expressão ou afasia de compreensão.
112 Hemiparesia: Paralisia branda de uma das metades do corpo.
113 Paresia: Diminuição da força em um ou mais grupos musculares. É um grau menor de paralisia.
114 Cognitiva: 1. Relativa ao conhecimento, à cognição. 2. Relativa ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
115 Sistema Respiratório: Órgãos e estruturas tubulares e cavernosas, por meio das quais a ventilação pulmonar e as trocas gasosas entre o ar externo e o sangue são realizadas.
116 Intersticial: Relativo a ou situado em interstícios, que são pequenos espaços entre as partes de um todo ou entre duas coisas contíguas (por exemplo, entre moléculas, células, etc.). Na anatomia geral, diz-se de tecido de sustentação localizado nos interstícios de um órgão, especialmente de vasos sanguíneos e tecido conjuntivo.
117 Eritematosas: Relativas a ou próprias de eritema. Que apresentam eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
118 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
119 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
120 Equimoses: Manchas escuras ou azuladas devido à infiltração difusa de sangue no tecido subcutâneo. A maioria aparece após um traumatismo, mas pode surgir espontaneamente em pessoas que apresentam fragilidade capilar ou alguma coagulopatia. Após um período de tempo variável, as equimoses desaparecem passando por diferentes gradações: violácea, acastanhada, esverdeada e amarelada.
121 Acne: Doença de predisposição genética cujas manifestações dependem da presença dos hormônios sexuais. As lesões começam a surgir na puberdade, atingindo a maioria dos jovens de ambos os sexos. Os cravos e espinhas ocorrem devido ao aumento da secreção sebácea associada ao estreitamento e obstrução da abertura do folículo pilosebáceo, dando origem aos comedões abertos (cravos pretos) e fechados (cravos brancos). Estas condições favorecem a proliferação de microorganismos que provocam a inflamação característica das espinhas, sendo o Propionibacterium acnes o agente infeccioso mais comumente envolvido.
122 Urogenital: Na anatomia geral, é a região relativa aos órgãos genitais e urinários; geniturinário.
123 Nefropatia: Lesão ou doença do rim.
124 Hematúria: Eliminação de sangue juntamente com a urina. Sempre é anormal e relaciona-se com infecção do trato urinário, litíase renal, tumores ou doença inflamatória dos rins.
125 Infertilidade: Capacidade diminuída ou ausente de gerar uma prole. O termo não implica a completa inabilidade para ter filhos e não deve ser confundido com esterilidade. Os clínicos introduziram elementos físicos e temporais na definição. Infertilidade é, portanto, freqüentemente diagnosticada quando, após um ano de relações sexuais não protegidas, não ocorre a concepção.
126 Artralgia: Dor em uma articulação.
127 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
128 Libido: Desejo. Procura instintiva do prazer sexual.
129 Impotência: Incapacidade para ter ou manter a ereção para atividades sexuais. Também chamada de disfunção erétil.
130 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
131 Osteoporose: Doença óssea caracterizada pela diminuição da formação de matriz óssea que predispõe a pessoa a sofrer fraturas com traumatismos mínimos ou mesmo na ausência deles. É influenciada por hormônios, sendo comum nas mulheres pós-menopausa. A terapia de reposição hormonal, que administra estrógenos a mulheres que não mais o produzem, tem como um dos seus objetivos minimizar esta doença.
132 Reações anafiláticas: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
133 Radioterapia: Método que utiliza diversos tipos de radiação ionizante para tratamento de doenças oncológicas.
134 Recorrência: 1. Retorno, repetição. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
135 Artéria: Vaso sangüíneo de grande calibre que leva sangue oxigenado do coração a todas as partes do corpo.
136 Injeção intramuscular: Injetar medicamento em forma líquida no músculo através do uso de uma agulha e seringa.
137 Linfoma: Doença maligna que se caracteriza pela proliferação descontrolada de linfócitos ou seus precursores. A pessoa com linfoma pode apresentar um aumento de tamanho dos gânglios linfáticos, do baço, do fígado e desenvolver febre, perda de peso e debilidade geral.
138 Cinética: Ramo da física que trata da ação das forças nas mudanças de movimento dos corpos.
139 Artrite: Inflamação de uma articulação, caracterizada por dor, aumento da temperatura, dificuldade de movimentação, inchaço e vermelhidão da área afetada.
140 Intermitente: Nos quais ou em que ocorrem interrupções; que cessa e recomeça por intervalos; intervalado, descontínuo. Em medicina, diz-se de episódios de febre alta que se alternam com intervalos de temperatura normal ou cujas pulsações têm intervalos desiguais entre si.
141 Citotóxico: Diz-se das substâncias que são tóxicas às células ou que impedem o crescimento de um tecido celular.
142 Olhos:
143 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
144 Região Lombar:
145 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
146 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
147 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
148 Diálise peritoneal: Ao invés de utilizar um filtro artificial para “limpar“ o sangue, é utilizado o peritônio, que é uma membrana localizada dentro do abdômen e que reveste os órgãos internos. Através da colocação de um catéter flexível no abdômen, é feita a infusão de um líquido semelhante a um soro na cavidade abdominal. Este líquido, que chamamos de banho de diálise, vai entrar em contato com o peritônio, e por ele será feita a retirada das substâncias tóxicas do sangue. Após um período de permanência do banho de diálise na cavidade abdominal, este fica saturado de substâncias tóxicas e é então retirado, sendo feita em seguida a infusão de novo banho de diálise. Esse processo é realizado de uma forma contínua e é conhecido por CAPD, sigla em inglês que significa diálise peritoneal ambulatorial contínua. A diálise peritoneal é uma forma segura de tratamento realizada atualmente por mais de 100.000 pacientes no mundo todo.

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