IMUNOGLOBULINA HUMANA NORMAL

BLAUSIEGEL

Atualizado em 08/12/2014

IMUNOGLOBULINA1 HUMANA NORMAL

Forma Farmacêutica e Apresentações da Imunoglobulina1 Humana Normal

Liofilizado2 e Diluente: 0,6g / 10ml, 3,0g / 50ml, 9,0g / 150ml.

USO ADULTO E PEDIÁTRICO.

Composição da Imunoglobulina1 Humana Normal

 princípio Ativo da Imunoglobulina1 Humana Normal

Imunoglobulina1 Humana Normal Excipientes Glicina,Cloreto de Sódio e Sacarose    Por frasco-ampola de liofilizado2         600 mg     3,00 g     9,00 g    
    q.s.p    
Diluente Água para Injetáveis     10 ml      50 ml       50 + 100 ml = 150 ml    
    Por frasco-ampola    

A solução reconstituída contém aproximadamente 6% (ou 12% se apenas metade do diluente é utilizado) de imunoglobulina1.

- INFORMAÇÃO TÉCNICA

Características da Imunoglobulina1 Humana Normal

A preparação contém principalmente imunoglobulina1 G (IgG) que possui um amplo espectro de anticorpos3 contra muitos patógenos. No seu processo de fabricação, o plasma4, de no mínimo 3000 doadores finlandeses, é utilizado para cada lote produzido, para garantir um espectro de anticorpos3 representativo e constante. Ao menos 95% da proteína total de Imunoglobulina1 Humana Blausiegel é a IgG. As moléculas monoméricas e diméricas de IgG contribuem com, no mínimo, 90%. A IgG polimérica representa menos de 1%. A quantidade de IgA não é superior a 6 mg/l. Os fragmentos5 de IgG contribuem com menos de 5% da IgG total. A distribuição das subclasses de IgG corresponde àquela encontrada no plasma4 normal, mas a quantidade relativa de IgG4 é menor. A função do fragmento6 Fc é preservada. A preparação apresenta um nível muito reduzido de efeito espontâneo de ativação de complemento. Em hipo e agamaglobulinemias, o tratamento  endovenoso com doses adequadas restaura os níveis patologicamente baixos de IgG ao normal.
Tem-se sugerido que alguns mecanismos contribuem para a eficácia observada do tratamento endovenoso na Púrpura7 Trombocitopênica Idiopática8, mas os efeitos imunomodulatórios são centrais. Tem-se relatado que a resposta ótima ao tratamento é alcançada com preparações nas quais o fragmento6 Fc das moléculas de IgG foi preservado intacto.
Atenção especial tem sido voltada à segurança viral de Imunoglobulina1 Humana Blausiegel. A segurança é baseada na doação não-remunerada de sangue9 na Finlândia e consistente acompanhamento laboratorial, o que exclui a possibilidade de transmissão de doenças infecciosas, inclusive hepatite10 B, C, e AIDS. O método fundamental de fabricação, o fracionamento Cohn + tratamento com pepsina/pH 4, tem se mostrado seguro. Para garantir a maior segurança viral possível, um método efetivo de inativação viral  solvente/detergente (S/D) é utilizado para dupla segurança. O TNBP (tri- (n-butil) fosfato) e Tween 80, utilizados na inativação viral de Imunoglobulina1 Humana Blausiegel, são removidos da preparação por cromatografia de troca iônica, durante a qual as concentrações dessas substâncias são reduzidas abaixo do limite de quantificação (TNBP <1mg/ml e Tween 80 <20 mg/ml ). As preparações de fator de coagulação11 tratadas com o método S/D têm sido utilizadas desde 1985 e não foram relatados eventos adversos toxicológicos associados com tais agentes de inativação viral.

Indicações da Imunoglobulina1 Humana Normal

 1.    Deficiências imunológicas primárias e/ou distúrbio na formação de anticorpo12 específico:  a.    Agamaglobulinemia e Hipoglobulinemia, incluindo:
·      Agamaglobulinemia ligada ao sexo.
·    Hipoglobulinemia tardia.
·    Síndrome13 de hiper-IgM.
·    Imunodeficiência14 associada grave (SCID).
 b.    Deficiência imune comum variável.
c. Síndrome13 de Aldrich Wiskott (distúrbio de imunodeficiência14 ligado ao X que ocorre em crianças do sexo masculino e se caracteriza por trombocitopenia15, eczema16, melena17 e susceptibilidade18 a infecções19 bacterianas recorrentes).
d. Síndrome13 de DiGeorge (síndrome13 da terceira e da quarta bolsa faríngea; ausência congênita20 do timo21 e das glândulas22 paratireóides, sem agamaglobulinemia, mas com freqüentes infecções19 e desenvolvimento tardio).
e. Ataxia23-telangiectasia24 (síndrome13 de Louis-Bar; doença autossômica25 recessiva de um gene familiar, caracterizada por ataxia23 cerebelar progressiva com telangiectasia24 oculocutânea e predisposição a infecções19 pulmonares; aparecem oscilações nistagmóides e existe uma imunodeficiência14 associada aos linfócitos dos tipos B e T).
f.    Deficiências de sub-classes de IgG com manifestação de distúrbio que afeta a formação de anticorpos3 específicos.

 2. Púrpura7 Trombocitopênica Idiopática8 (PTI):
·      Aguda (em crianças).
·    Crônica, a imunoglobulina1 é requerida no caso de aumento no número de trombócitos26 para cobrir um período crítico (por exemplo intervenções cirúrgicas, recém-nascidos e perda de sangue9).

 3.    A Imunoglobulina1 Humana Blausiegel® pode, no caso de síndromes de imunodeficiência14 secundária, ser utilizada nas seguintes situações:
·      Imunodeficiência14 humoral27 causada por drogas ou radiação.
·    Leucemia28 linfática crônica (associada com hipogamaglobulinemia e/ou deficiência de anticorpos3).
·    AIDS pediátrica.
·    Medula óssea29 alogênica e outros transplantes.
·    Bebês30 prematuros com um peso de nascimento < 1500 kg.

 4. Síndrome13 de Kawasaki - doença febril eritematosa31 polimórfica de etiologia32 desconhecida que ocorre em crianças, principalmente antes dos dois anos de idade; acompanhada por conjutivite, faringite33, língua34 em framboesa, linfodenopatia cervical, perivasculite e vasculite35, e outro envolvimento tóxico sistêmico36, com característica descamação37 dos dedos das mãos38 e dos pés, e uma depressão sulcada das unhas39.

 5. Síndrome13 de Guillain-Barré - Polineurite idiopática8 aguda, síndrome13 neurológica, provavelmente um distúrbio imunológico, freqüentemente, com seqüelas de certas infecções19 por vírus40, que se caracteriza por parestesia41 dos membros e fraqueza muscular ou paralisia42 flácida; o achado laboratorial característico é o de proteínas43 aumentadas no liquor44, sem aumento na contagem celular.

 6.    Polineuropatia desmielinizante45 crônica.

Contra-Indicações da Imunoglobulina1 Humana Normal

Hipersensibilidade conhecida a qualquer componente de preparação, tais como proteínas43 plasmáticas humanas.

Advertências e Precauções Especiais de Uso da Imunoglobulina1 Humana Normal

Os efeitos adversos têm freqüentemente sido encontrados associados à proporção de infusão. As proporções de infusão mencionadas na Posologia devem ser seguidas e os pacientes devem ser monitorados durante a infusão e nos 20 minutos seguintes à infusão. Se ocorrerem efeitos adversos, a proporção de infusão deve ser reduzida ou a infusão interrompida até que os sintomas46 cessem. Caso os sintomas46 não regridam após a interrupção da infusão, tratamento apropriado como, por exemplo, com anti-histamínicos e/ou corticosteróides deve ser iniciado. Nos casos de reações anafiláticas47, procedimentos estabelecidos para terapia de choque48 devem ser adotados.A Imunoglobulina1 Humana Blausiegel deve ser administrada com precaução em pacientes que tenham experimentado reações severas após a administração de outras preparações de imunoglobulina1 humana. Embora a concentração de IgA na Imunoglobulina1 Humana Blausiegel seja muito baixa (£ 6 mg/l), deve-se ter atenção especial nas infusões em pacientes com deficiência de IgA que apresentem anticorpos3 anti-IgA.
As doses baseadas no peso corpóreo calculadas de acordo com as recomendações gerais aqui descritas podem ser altas demais em indivíduos com sobrepeso49, pacientes idosos e pacientes com distúrbios da função renal50 (incluindo pacientes diabéticos nos quais desordens da função renal50 são possíveis). As preparações imunoglobulina1 humana endovenosa podem aumentar a viscosidade51 plasmática, o que pode ser importante em pacientes com desordens  na circulação52 cerebral ou cardíaca. Em tais grupos de pacientes, uma solução a 5 ou 6% (dissolução em quantidade normal de diluente) deve ser utilizada, e a dose infundida diariamente não deve exceder 0,4 g/kg. Os níveis séricos de creatinina53 devem ser monitorados por três dias após a infusão ter sido completada.

Interações Medicamentosas e Outras Formas de Interações da Imunoglobulina1 Humana Normal

Vacinas constituídas por vírus40 vivos atenuados:
A administração de Imunoglobulina1 Humana Blausiegel pode dificultar a eficácia das vacinas constituídas por vírus40 vivos atenuados, tais como as vacinas contra sarampo54, a rubéola55, a caxumba56 e a varicela57. Após a administração de Imunoglobulina1 Humana Blausiegel, esperar no mínimo 6 semanas (preferencialmente 3 meses) antes de administrar este tipo de vacinas.
Se o paciente recebeu vacinas constituídas por vírus40 vivos atenuados (sarampo54, rubéola55, caxumba56, varicela57) nas duas semanas que antecederam a administração, pode ser necessário um controle dos anticorpos3 de proteção pós-vacina58 no caso de se decidir se os pacientes serão revacinados ou não.

Interferência com Os Testes Sorológicos da Imunoglobulina1 Humana Normal

:Após a administração de Imunoglobulina1 Humana Blausiegel, o aumento transitório da concentração de diversos anticorpos3 transferidos pode ser responsável por sorologia positiva temporária.
Uma vez que este medicamento contém anticorpos3 anti-eritrocitários59, a sua administração pode ser seguida de forma transitória pela positivação do teste de Coombs (teste efetuado para detectar a presença destes anticorpos3).

Segurança em Relação a Infecção60 da Imunoglobulina1 Humana Normal

Quando produtos preparados a partir de sangue9 ou plasma4 humano são administrados, a transmissão de agentes infecciosos conhecidos ou desconhecidos não pode ser totalmente excluída. Para reduzir o risco de transmissão de infecção60, a seleção dos doadores e os testes de unidades de sangue9 e "pools" plasmáticos, utilizando geralmente métodos aprovados são garantidos na formulação.
Cada  unidade plasmática e o "pool" plasmático utilizados para o produto têm sido testados e são negativos para HbsAg, anti-HIV61-1 e anti-HIV61-2 e anti-HCV. O processo de fabricação inclui métodos para a eliminação e inativação de vírus40, tais como precipitação com etanol, tratamento com pepsina/pH 4 e inativação viral química com reagente S/D (TNBP/Tween 80). O tratamento S/D é normalmente utilizado para eliminar o risco de transmissão com vírus40 que possuem invólucros, como o HIV61 e os vírus40 da hepatite10 B e C.
O risco de transmissão por vírus40 não envolvidos não pode ser totalmente excluído através de tratamentos que são realizados no processo de fabricação. Contudo, tais vírus40 (por exemplo, hepatite10 A) não parecem ter causado infecções19 através da administração de preparações de gamaglobulina62 endovenosa.

- Reações adversas:
Certos efeitos indesejáveis podem estar associados à taxa de administração. A taxa  recomendada deve ser rigorosamente aplicada e os pacientes devem ser observados ao longo de toda a perfusão, a fim de detectar sinais63 de intolerância.
O risco de alergia64 generalizada, ou seja, o estado de choque48, é mais freqüênte:
•    Em caso de perfusão endovenosa rápida (ver ítem Posologia),
•    Nos pacientes hipo ou agamaglobulinêmicos (com deficiência em anticorpos3 ou cuja quantidade de anticorpos3 não é suficiente) com ou sem deficiência de IgA, e , em particular, quando da primeira perfusão com Imunoglobulina1 Humana Blausiegel ou quando o último tratamento com Imunoglobulina1 Humana Blausiegel foi há mais de 8 semanas.
As verdadeiras reações alérgicas a este medicamento são raras. Uma intolerância a imunoglobulina1 pode desenvolver-se em casos muito raros de deficiência de IgA em que o paciente possui anticorpos3 anti-IgA.

Efeitos Colaterais65 da Imunoglobulina1 Humana Normal

·     Os efeitos secundários ligados à administração de Imunoglobulina1 Humana Blausiegel são mais freqüentes nos  pacientes que sofrem de deficiências imunológicas primárias.·    Podem ocorrer ocasionalmente calafrios66-hipertermia às vezes acompanhadas por cefaléias67, náuseas68, vômitos69, manifestações alérgicas, queda da pressão arterial70, artralgias71 e lombalgias moderadas.
·    O risco de reação alérgica72 generalizada é mais elevado no caso da primeira administração ou tratamento imunomodulador e pode ocorrer imediatamente ou entre 30 e 60 minutos após o término da administração. Em caso de choque48, deve ser aplicado o tratamento sintomático73 do estado de choque48.
·    Foram relatados casos raros de hipotensão74 (pressão sanguínea anormalmente baixa) e de reação alérgica72 generalizada mesmo em pacientes que não tenham apresentado reações alérgicas em administrações anteriores.
·    Tal como acontece com as outras preparações de imunoglobulina1 humana normal, pode ocorrer casos de aumento de creatinina53 e/ou de insuficiência renal75 aguda, em particular em pacientes obesos e/ou idosos hipertensos ou que apresentam doenças auto-imune ou diabetes76 com insuficiência renal75.
·    Foram relatados casos de meningite77 com as preparações de imunoglobulina1 humana, em especial nos pacientes que apresentavam púrpura7 trombocitopênica idiopática8. Esta meningite77 é reversível em poucos dias após o término do tratamento.
·    O risco de transmissão de agentes infecciosos não pode ser excluído em definitivo quando são administrados medicamentos preparados a partir de sangue9 ou de plasma4 humano. O mesmo se aplica aos agentes que possam dar origem a uma doença e cuja natureza se  desconhece até o momento.
Este risco é contudo limitado:
·     por controles rígidos efetuados quando da seleção dos doadores, através de uma entrevista médica com os doadores e da realização de testes dos principais marcadores virais pelo processo de preparação deste produto, que inclui etapas de eliminação e/ou de desativação dos vírus40, cuja eficácia foi estabelecida através de estudos de validação viral.
A eficácia da eliminação e/ou da desativação viral permanece, contudo, limitada no que se refere a alguns vírus40 (vírus40 não-possui envoltório),  particularmente resistentes.

Posologia da Imunoglobulina1 Humana Normal

Dose:
Hipo e agamaglobulinemias
Na terapia de substituição, a dose e a freqüência de administração devem ser determinadas individualmente para cada paciente devido às grandes variações na meia-vida. O objetivo é  manter o paciente livre de infecções19 e em boa condição. De acordo com a recomendação do "NIH 1990 Consensus Development Conference", a meta para a concentração sérica mínima de IgG é de 5 g/L. Se necessário, a dose ou a freqüência das doses podem ser aumentadas caso um nível sérico adequado de IgG não possa ser alcançado,  ou se o nível decrescer muito rapidamente. A dose média de manutenção é cerca de 400 mg/kg/mês. Doses na faixa de 200 a 800 mg/kg/mês têm sido utilizadas.

Trombocitopenia15 púrpura7 idiopática8:
Crianças e adultos podem receber 400 mg/kg/dia por 2 a 5 dias ou 1 g/kg/dia por 1 ou 2 dias para prevenir sangramento com risco de vida. As doses de manutenção podem ser administradas, se necessário, em intervalos de 2 a 8 semanas para manter níveis de trombócitos26 adequados ou intermitantemente, para elevar a contagem de trombócitos26 transitoriamente, como por exemplo antes de uma intervenção cirúrgica.

Modo de Administração da Imunoglobulina1 Humana Normal

A Imunoglobulina1 Humana Blausiegel é administrada por infusão endovenosa em uma proporção inicial entre 0,2 e 0,4 mg/kg/min por 15 minutos. Caso não ocorram efeitos adversos, a proporção de infusão pode ser aumentada gradualmente, em intervalos de 15 minutos, a 1,0 mg/kg/min. Em pacientes que estejam recebendo terapia de reposição regular, que não tenham apresentado efeitos adversos significativos na terapia endovenosa e que não estejam sofrendo infecções19 agudas, a taxa de infusão pode ser gradualmente aumentada até 5,0 mg/kg/min, em intervalos de 15 minutos. A tabela abaixo ilustra como a taxa de infusão pode ser gradualmente aumentada.Caso o volume de fluido administrado ao paciente precise ser reduzido, uma solução a 12% pode ser utilizada. Esta é preparada utilizando-se somente metade da quantidade usual de diluente necessária para uma solução a 6%.

Taxa de infusão (mg/kg/min)    Taxa de infusão em um adulto de 75 kg    
    solução a 6% (gotas/minuto)    solução a 12% (gotas/minuto)    
Inicialmente: 0,2 - 0,4     5 - 10     2 - 5    
0,4 - 0,6    10 - 15    5 - 7    
0,8 -1,0    20 -25    10 -12    
2,0    50    25    
4,0    100    50    
5,0    125    62    

A infusão pode ser continuada conforme as taxas mostradas na área sombreada em pacientes que recebem a terapia de reposição regular, desde que não tenham exibido efeitos adversos significativos na terapia endovenosa e nem estejam sofrendo infecções19 agudas.

Superdosagem da Imunoglobulina1 Humana Normal

A superdosagem pode levar a uma sobrecarga circulatória e hiperviscosidade, especialmente em idosos e pacientes com distúrbios da função renal50.

Pacientes Idosos da Imunoglobulina1 Humana Normal

Recomenda-se precaução especial no tratamento de pacientes idosos, dada a sua sensibilidade e maior suscetibilidade a reações indesejáveis.

Cuidados de conservação
Conservar o produto entre 2ºC e 8ºC, protegido da luz. Não congelar.

Instruções para reconstituição
Imunoglobulina1 Humana Blausiegel pó para infusão é dissolvido em água estéril de forma a produzir uma solução a 6% ou 12%. Os frascos-ampola de pó para infusão e do diluente devem ser trazidos à temperatura ambiente antes da reconstituição. A dissolução deve acontecer em 30 minutos. Soluções turvas ou descoloridas não devem ser utilizadas. A solução reconstituída dever ser utilizada imediatamente após a dissolução do pó. Qualquer  porção de solução que não for utilizada deve ser descartada.

Reconstituição

Preparação da solução de imunoglobulina1 a 6% para administração endovenosa:

 1.    Se necessário, deixar os dois frascos (pó e diluente), na temperatura ambiente.

 2.    Retirar a cápsula protetora do frasco de diluente (água para injetáveis) e do frasco do pó liofilizado2. Desinfetar a superfície de cada tampa com a ajuda de um chumaço de algodão ligeiramente embebido de álcool.

 3.    Remover a cápsula de uma das extremidades de uma agulha de dupla extremidade e inserir a agulha através da tampa no frasco de diluente.

 4.    Virar o frasco de diluente para baixo, remover a cápsula da outra extremidade da agulha e inserir a agulha através da tampa do frasco de pó para injetáveis. O vácuo levará o diluente para dentro do frasco de pó para injetáveis. (Fig. 1)

Caso o fluxo de diluente não seja forte o suficiente, ventilar o frasco de diluente utilizando a agulha para ventilação78 fornecida, inserindo-a através da tampa do frasco de diluente.

 5.    Quando todo o diluente estiver no frasco do produto liofilizado2, desconectar o frasco de diluente e a agulha do frasco de pó para injetáveis (Fig. 2). Girar suavemente o frasco de pó para injetáveis em movimentos circulares para misturar os conteúdos. (Fig. 3)

A embalagem de 9,0 g de Imunoglobulina1 Humana Blausiegel contém dois frascos de diluente (100 ml e 50 ml) e duas agulhas de dupla extremidade. Adicione primeiramente 100 ml de diluente ao frasco de pó liofilizado2. Desconecte o frasco vazio de diluente e a agulha de dupla extremidade para manter vácuo no frasco de produto liofilizado2. Adicione então 50 ml de diluente utilizando a outra agulha, conforme acima descrito.

 6.    Ventilar o frasco de produto liofilizado2 com a agulha de ventilação78 fornecida na embalagem de forma que a espuma se desfaça e a dissolução ocorra mais rapidamente, caso o frasco não tenha sido ventilado no ponto 4 (Fig.4). Esperar até que o produto tenha dissolvido por completo, isto pode levar  5 a 15 minutos. Girar o frasco para acelerar a dissolução. Não inverter o frasco, para evitar que o produto fique aderido na tampa. Manusear o frasco cuidadosamente, caso contrário, pode ocorrer formação de espuma.
Caso o volume de fluido administrado ao paciente necessite ser reduzido, uma solução a 12% deve ser utilizada. Esta é preparada através da dissolução do pó para infusão em metade da quantidade da água estéril fornecida. Neste caso, o tempo de dissolução pode ser maior.

A solução reconstituída é incolor ou ligeiramente amarelada e ligeiramente opalescente. Não utilize soluções túrbidas. A infusão deve ser iniciada imediatamente após a dissolução do produto liofilizado2 e qualquer porção não utilizada deve ser descartada. A infusão de Imunoglobulina1 Humana Blausiegel é feita utilizando um equipo convencional fornecido com um filtro de 15 a 200 mm.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. USO RESTRITO A HOSPITAIS.
Lote, Data de Fabricação e de Validade: Vide Cartucho.


IMUNOGLOBULINA HUMANA NORMAL - Laboratório

BLAUSIEGEL
Rodovia Raposo Tavares km 30,5 No. 2833
Cotia/SP - CEP: 06705-030
Tel: (11) 4612-2922
Site: http://www.blausiegel.net

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Imunoglobulina: Proteína do soro sanguíneo, sintetizada pelos plasmócitos provenientes dos linfócitos B como reação à entrada de uma substância estranha (antígeno) no organismo; anticorpo.
2 Liofilizado: Submetido à liofilização, que é a desidratação de substâncias realizada em baixas temperaturas, usada especialmente na conservação de alimentos, em medicamentos, etc.
3 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
4 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
5 Fragmentos: 1. Pedaço de coisa que se quebrou, cortou, rasgou etc. É parte de um todo; fração. 2. No sentido figurado, é o resto de uma obra literária ou artística cuja maior parte se perdeu ou foi destruída. Ou um trecho extraído de uma obra.
6 Fragmento: 1. Pedaço de coisa que se quebrou, cortou, rasgou etc. É parte de um todo; fração. 2. No sentido figurado, é o resto de uma obra literária ou artística cuja maior parte se perdeu ou foi destruída. Ou um trecho extraído de uma obra.
7 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
8 Idiopática: 1. Relativo a idiopatia; que se forma ou se manifesta espontaneamente ou a partir de causas obscuras ou desconhecidas; não associado a outra doença. 2. Peculiar a um indivíduo.
9 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
10 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
11 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
12 Anticorpo: Proteína circulante liberada pelos linfócitos em reação à presença no organismo de uma substância estranha (antígeno).
13 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
14 Imunodeficiência: Distúrbio do sistema imunológico que se caracteriza por um defeito congênito ou adquirido em um ou vários mecanismos que interferem na defesa normal de um indivíduo perante infecções ou doenças tumorais.
15 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
16 Eczema: Afecção alérgica da pele, ela pode ser aguda ou crônica, caracterizada por uma reação inflamatória com formação de vesículas, desenvolvimento de escamas e prurido.
17 Melena: Eliminação de fezes de coloração negra, alcatroada. Relaciona-se com a presença de sangue proveniente da porção superior do tubo digestivo (esôfago, estômago e duodeno). Necessita de uma avaliação urgente, pois representa um quadro grave.
18 Susceptibilidade: 1. Ato, característica ou condição do que é suscetível. 2. Capacidade de receber as impressões que põem em exercício as ações orgânicas; sensibilidade. 3. Disposição ou tendência para se ofender e se ressentir com (algo, geralmente sem importância); delicadeza, melindre. 4. Em física, é o coeficiente de proporcionalidade entre o campo magnético aplicado a um material e a sua magnetização.
19 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
20 Congênita: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
21 Timo:
22 Glândulas: Grupo de células que secreta substâncias. As glândulas endócrinas secretam hormônios e as glândulas exócrinas secretam saliva, enzimas e água.
23 Ataxia: Reflete uma condição de falta de coordenação dos movimentos musculares voluntários podendo afetar a força muscular e o equilíbrio de uma pessoa. É normalmente associada a uma degeneração ou bloqueio de áreas específicas do cérebro e cerebelo. É um sintoma, não uma doença específica ou um diagnóstico.
24 Telangiectasia: Dilatação permanente da parede de um pequeno vaso sanguíneo localizado na derme.
25 Autossômica: 1. Referente a autossomo, ou seja, ao cromossomo que não participa da determinação do sexo; eucromossomo. 2. Cujo gene está localizado em um dos autossomos (diz-se da herança de características). As doenças gênicas podem ser classificadas segundo o seu padrão de herança genética em: autossômica dominante (só basta um alelo afetado para que se manifeste a afecção), autossômica recessiva (são necessários dois alelos com mutação para que se manifeste a afecção), ligada ao cromossomo sexual X e as de herança mitocondrial (necessariamente herdadas da mãe).
26 Trombócitos: Células em formato de discos e que não apresentam núcleo. São formadas no megacariócito e são encontradas no sangue de todos os mamíferos. Encontram-se envolvidas principalmente na coagulação sangüínea. Sinônimos: Trombócitos
27 Humoral: 1. Relativo a humor. 2. Em fisiologia, relativo a ou próprio do conjunto de líquidos do organismo (sangue, linfa, líquido cefalorraquidiano).
28 Leucemia: Doença maligna caracterizada pela proliferação anormal de elementos celulares que originam os glóbulos brancos (leucócitos). Como resultado, produz-se a substituição do tecido normal por células cancerosas, com conseqüente diminuição da capacidade imunológica, anemia, distúrbios da função plaquetária, etc.
29 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
30 Bebês: Lactentes. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
31 Eritematosa: Relativo a ou próprio de eritema. Que apresenta eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
32 Etiologia: 1. Ramo do conhecimento cujo objeto é a pesquisa e a determinação das causas e origens de um determinado fenômeno. 2. Estudo das causas das doenças.
33 Faringite: Inflamação da mucosa faríngea em geral de causa bacteriana ou viral. Caracteriza-se por dor, dificuldade para engolir e vermelhidão da mucosa, acompanhada de exsudatos ou não.
34 Língua:
35 Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
36 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
37 Descamação: 1. Ato ou efeito de descamar(-se); escamação. 2. Na dermatologia, fala-se da eliminação normal ou patológica da camada córnea da pele ou das mucosas. 3. Formação de cascas ou escamas, devido ao intemperismo, sobre uma rocha; esfoliação térmica.
38 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
39 Unhas: São anexos cutâneos formados por células corneificadas (queratina) que formam lâminas de consistência endurecida. Esta consistência dura, confere proteção à extremidade dos dedos das mãos e dos pés. As unhas têm também função estética. Apresentam crescimento contínuo e recebem estímulos hormonais e nutricionais diversos.
40 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
41 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
42 Paralisia: Perda total da força muscular que produz incapacidade para realizar movimentos nos setores afetados. Pode ser produzida por doença neurológica, muscular, tóxica, metabólica ou ser uma combinação das mesmas.
43 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
44 Líquor: Líquido cefalorraquidiano (LCR), também conhecido como líquor ou fluido cérebro espinhal, é definido como um fluido corporal estéril, incolor, encontrado no espaço subaracnoideo no cérebro e na medula espinhal (entre as meninges aracnoide e pia-máter). Caracteriza-se por ser uma solução salina pura, com baixo teor de proteínas e células, atuando como um amortecedor para o córtex cerebral e a medula espinhal. Possui também a função de fornecer nutrientes para o tecido nervoso e remover resíduos metabólicos do mesmo. É sintetizado pelos plexos coroidais, epitélio ventricular e espaço subaracnoideo em uma taxa de aproximadamente 20 mL/hora. Em recém-nascidos, este líquido é encontrado em um volume que varia entre 10 a 60 mL, enquanto que no adulto fica entre 100 a 150 mL.
45 Desmielinizante: Que remove ou destrói a bainha de mielina de nervo ou trato nervoso.
46 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
47 Reações anafiláticas: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
48 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
49 Sobrepeso: Peso acima do normal, índice de massa corporal entre 25 e 29,9.
50 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
51 Viscosidade: 1. Atributo ou condição do que é viscoso; viscidez. 2. Resistência que um fluido oferece ao escoamento e que se deve ao movimento relativo entre suas partes; atrito interno de um fluido.
52 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
53 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
54 Sarampo: Doença infecciosa imunoprevenível, altamente transmissível por via respiratória, causada pelo vírus do sarampo e de imunidade permanente. Geralmente ocorre na infância, mas pode afetar adultos susceptíveis (não imunes). As manifestações clínicas são febre alta, tosse seca persistente, coriza, conjuntivite, aumento dos linfonodos do pescoço e manchas avermelhadas na pele. Em cerca de 30% das pessoas com sarampo podem ocorrer complicações como diarréia, otite, pneumonia e encefalite.
55 Rubéola: Doença infecciosa imunoprevenível de transmissão respiratória. Causada pelo vírus da rubéola. Resulta em manifestações discretas ou é assintomática. Quando ocorrem, as manifestações clínicas mais comuns são febre baixa, aumento dos gânglios do pescoço, manchas avermelhadas na pele, 70% das mulheres apresentam artralgia e artrite. Geralmente tem evolução benigna, é mais comum em crianças e resulta em imunidade permanente. Durante a gravidez, a infecção pelo vírus da rubéola pode resultar em aborto, parto prematuro e mal-formações congênitas.
56 Caxumba: Também conhecida como parotidite. É uma doença infecciosa imunoprevenível de transmissão respiratória. Causada pelo vírus da caxumba, resulta em manifestações discretas ou é assintomática. Quando ocorrem, as manifestações clínicas mais comuns são febre baixa, dor no corpo, perda de apetite, fadiga e dor de cabeça. Cerca de 30 a 40% dos indivíduos infectados apresentam dor e aumento uni ou bilateral das glândulas salivares (mais comumente, das parótidas). Geralmente tem evolução benigna, é mais comum em crianças e resulta em imunidade permanente. Em alguns casos pode complicar causando meningite, encefalite, surdez, orquite, ooferite, miocardite ou pancreatite.
57 Varicela: Doença viral freqüente na infância e caracterizada pela presença de febre e comprometimento do estado geral juntamente com a aparição característica de lesões que têm vários estágios. Primeiro são pequenas manchas avermelhadas, a seguir formam-se pequenas bolhas que finalmente rompem-se deixando uma crosta. É contagiosa, mas normalmente não traz maiores conseqüências à criança. As bolhas e suas crostas, se não sofrerem infecção secundária, não deixam cicatriz.
58 Vacina: Tratamento à base de bactérias, vírus vivos atenuados ou seus produtos celulares, que têm o objetivo de produzir uma imunização ativa no organismo para uma determinada infecção.
59 Eritrocitários: Relativo a eritrócito, ou seja, relativo à célula vermelha do sangue, cuja principal função é o transporte de oxigênio.
60 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
61 HIV: Abreviatura em inglês do vírus da imunodeficiência humana. É o agente causador da AIDS.
62 Gamaglobulina: Proteína do plasma sanguíneo que pertence à família das imunoglobulinas.
63 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
64 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
65 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
66 Calafrios: 1. Conjunto de pequenas contrações da pele e dos músculos cutâneos ao longo do corpo, muitas vezes com tremores fortes e palidez, que acompanham uma sensação de frio provocada por baixa temperatura, má condição orgânica ou ainda por medo, horror, nojo, etc. 2. Sensação de frio e tremores fortes, às vezes com bater de dentes, que precedem ou acompanham acessos de febre.
67 Cefaléias: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaléia ou dor de cabeça tensional, cefaléia cervicogênica, cefaléia em pontada, cefaléia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaléias ou dores de cabeça. A cefaléia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
68 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
69 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
70 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
71 Artralgias: Dor em articulações.
72 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
73 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
74 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
75 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
76 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
77 Meningite: Inflamação das meninges, aguda ou crônica, quase sempre de origem infecciosa, com ou sem reação purulenta do líquido cefalorraquidiano. As meninges são três membranas superpostas (dura-máter, aracnoide e pia-máter) que envolvem o encéfalo e a medula espinhal.
78 Ventilação: 1. Ação ou efeito de ventilar, passagem contínua de ar fresco e renovado, num espaço ou recinto. 2. Agitação ou movimentação do ar, natural ou provocada para estabelecer sua circulação dentro de um ambiente. 3. Em fisiologia, é o movimento de ar nos pulmões. Perfusão Em medicina, é a introdução de substância líquida nos tecidos por meio de injeção em vasos sanguíneos.

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