Preço de ANGIOPRIL em Houston/SP: R$ 15,64

ANGIOPRIL

DIFFUCAP CHEMOBRAS

Atualizado em 03/06/2015

ANGIOPRIL
Maleato de enalapril

Apresentação de Angiopril

Comprimido. Cartuchos contendo 30 comprimidos de 5 mg, 10 mg ou 20 mg; ou 10 comprimidos de 20 mg.

USO ADULTOCada comprimido de ANGIOPRIL 5 mg contém:
Maleato de enalapril - 5 mg
Componentes não ativos: Bicarbonato de sódio, lactose1, amido, óxido vermelho de ferro e estearato de magnésio.

Cada comprimido de ANGIOPRIL 10 mg contém:
Maleato de enalapril - 10 mg
Componentes não ativos: Bicarbonato de sódio, lactose1, amido, óxido amarelo de ferro e estearato de magnésio.

Cada comprimido de ANGIOPRIL 20 mg contém:
Maleato de enalapril - 20 mg
Componentes não ativos: Bicarbonato de sódio, lactose1, amido, óxido vermelho de ferro, óxido amarelo de ferro e estearato de magnésio.


- INFORMAÇÕES AO PACIENTE

ANGIOPRIL é um medicamento com ação suave e gradativa no tratamento da pressão arterial2; inicia-se dentro de uma hora e seus efeitos geralmente continuam por 24 horas. O controle da pressão arterial2 é, em geral, obtido após alguns dias de tratamento.

ANGIOPRIL deve ser armazenado em local fresco, protegido da luz e umidade.

Prazo de validade: 24 meses. Atenção: Não utilize o produto após vencido o prazo de validade, sob o risco de não produzir os efeitos desejados.

Informe seu médico a ocorrência de gravidez3 na vigência do tratamento ou após o seu término.

Informar ao médico se está amamentando.

ANGIOPRIL pode ser administrado antes, durante ou após as refeições.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interromper o tratamento com ANGIOPRIL sem o conhecimento do seu médico.
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis tais como, dor de cabeça4 e tontura5.

"TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS".

ANGIOPRIL é contra-indicado a pessoas alérgicas a qualquer componente da fórmula.

Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.

"NÃO TOME REMÉDIO SEM CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE6".


Informação Técnica de Angiopril

Enalapril, após hidrólise a enalaprilato, inibe a enzima7 conversora de angiotensina (ECA) em humanos e animais. A ECA é uma peptidil dipeptidase que catalisa a conversão de angiotensina I à substância vasoconstritora angiotensina II. A angiotensina II também estimula a secreção de aldosterona pela córtex renal8. O efeito benéfico do enalapril na hipertensão9 e insuficiência cardíaca10 parece ser resultante da supressão do sistema renina-angiotensina-aldosterona. A inibição da ECA resulta na diminuição da angiotensina II plasmática, que leva a uma diminuição da atividade vasopressora e da secreção de aldosterona. Entretanto esta diminuição é pequena e resulta num pequeno aumento do potássio sérico. Em pacientes hipertensos tratados com enalapril por mais de 48 semanas, foram observados aumentos médios de potássio sérico de aproximadamente 0,2 mEq/L. Em pacientes tratados com enalapril associado a diurético11 tiazídico, não houve alteração no potássio sérico.

Indicações de Angiopril

ANGIOPRIL é indicado no tratamento de: hipertensão9 essencial em todos os graus; hipertensão9 renovascular; todos os graus de insuficiência cardíaca10; e para prevenção do: agravamento da insuficiência cardíaca10 em pacientes sintomáticos e assintomáticos; e da ocorrência de eventos isquêmicos (infarto do miocárdio12 e angina13 pectoris) em pacientes com disfunção ventricular esquerda.

Contra-Indicações de Angiopril

ANGIOPRIL é contra-indicado para pacientes14 com hipersensibilidade a qualquer componente do produto e para pacientes14 com história de edema angioneurótico15 relacionado a tratamento prévio com inibidores da enzima7 conversora da angiotensina.

Precauções de Angiopril

Hipotensão16 sintomática17: Hipotensão16 sintomática17 foi observada raramente em hipertensos sem complicações. Em pacientes hipertensos recebendo enalapril, a hipotensão16 pode ocorrer mais freqüentemente quando houver depleção18 de volume, p.ex., devido à terapia diurética, restrição dietética de sal, diálise19, diarréia20 ou vômitos21 (veja Interações medicamentosas e Reações adversas). Em pacientes com insuficiência cardíaca10, com ou sem insuficiência renal22 associada, foi observada hipotensão16 sintomática17, principalmente naqueles com graus mais avançados de insuficiência cardíaca10, relacionados com o uso de altas doses de diuréticos23 de alça, hiponatremia24 ou insuficiência renal22. Nestes casos, a terapia deve ser iniciada sob supervisão médica e os pacientes devem ser seguidos cuidadosamente sempre que a dose de enalapril e (ou) do diurético11 for ajustada. Considerações semelhantes podem se aplicar a pacientes com doença cardíaca isquêmica ou cerebrovascular, nos quais a excessiva queda de pressão arterial2 poderia resultar em infarto do miocárdio12 ou acidente vascular cerebral25. Se ocorrer hipotensão16, o paciente deve ser colocado em posição supina e, se necessário, deve receber infusão venosa de solução salina. Uma resposta hipotensora transitória não é contra-indicação para novas doses, que podem ser dadas geralmente sem dificuldade, uma vez que a pressão arterial2 tenha aumentado após a expansão do volume. Em alguns pacientes com insuficiência cardíaca10, que tenham pressão arterial2 normal ou baixa, decréscimos adicionais da pressão arterial2 sistêmica podem ocorrer com o uso de enalapril. Este efeito é esperado, e geralmente não é razão para a interrupção do tratamento. Se a hipotensão16 se tornar sintomática17, a redução da dose e(ou) a descontinuação do diurético11 e (ou) de enalapril podem ser necessárias.

Insuficiência renal22: Em alguns pacientes, a hipotensão16 decorrente do início da terapia com inibidores da ECA pode levar à deterioração adicional da função renal26. Foi relatada, nesta situação, insuficiência renal22 aguda usualmente reversível. Pacientes com insuficiência renal22 podem requerer doses reduzidas e (ou) menos freqüentes de enalapril (ver Posologia). Em alguns pacientes com estenose27 da artéria renal28 bilateral ou estenose27 da artéria renal28 de rim29 único, têm sido observados aumentos dos níveis séricos de uréia30 e creatinina31, reversíveis com a interrupção da terapia. Isto é particularmente importante em pacientes com insuficiência renal22. Alguns pacientes sem lesão32 renal26 preexistente aparente desenvolveram aumentos pequenos e geralmente transitórios da uréia30 e creatinina31 sanguíneas quando receberam enalapril concomitantemente com o diurético11. Pode ser necessária a redução da dose e (ou) a interrupção do diurético11 e (ou) de ANGIOPRIL.

Hipersensibilidade/edema angioneurótico15: Edema angioneurótico15 de face33, extremidades, lábios, língua34, glote35 e (ou) laringe36 foi relatado raramente em pacientes tratados com inibidores da ECA, incluindo enalapril. Isto pode ocorrer em qualquer momento do tratamento. Nestes casos, enalapril deve ser descontinuado prontamente e o paciente observado cuidadosamente até a resolução completa dos sintomas37, antes de lhe dar alta. Nos casos de edema38 localizado da face33 e dos lábios, geralmente o quadro regride sem tratamento, embora os anti-histamínicos possam ser úteis para alívio dos sintomas37. O edema angioneurótico15 associado a edema38 da laringe36 pode ser fatal. Quando houver envolvimento da língua34, glote35 ou faringe39, com potencial para causar obstrução das vias aéreas, deve-se prontamente administrar o tratamento adequado, inclusive adrenalina40 1:1000 subcutaneamente (0,3 ou 0,5 mL). Pacientes com história de edema angioneurótico15 não-relacionado com os inibidores da ECA podem apresentar maior risco de angioedema41 enquanto estiverem recebendo estes agentes (ver Contra-indicações).

Reações anafilactóides durante dessensibilização42 com himenóptera: Raramente, pacientes que estão recebendo inibidores da ECA durante dessensibilização42 com veneno de himenóptera sofreram reações anafilactóides com risco de vida.Evitaram-se estas reações com a suspensão temporária da terapia com o inibidor da ECA antes de cada dessensibilização42.


Pacientes submetidos à hemodiálise43: Tem sido relatada a ocorrência de reações anafilactóides em pacientes submetidos à diálise19 com membranas de alto fluxo e tratados concomitantemente com um inibidor da ECA. Nestes pacientes, deve-se considerar a utilização de um outro tipo de membrana de diálise19 ou uma classe diferente de agente anti-hipertensivo.

Tosse: Foi relatada tosse com o uso dos inibidores da ECA. Caracteristicamente, a tosse é não produtiva, persistente e desaparece com a descontinuação da terapia. A tosse induzida por inibidores da ECA deve ser considerada como parte do diagnóstico44 diferencial de tosse.

Cirurgia/anestesia45: Em pacientes submetidos a cirurgias de grande porte ou sob anestesia45 com agentes que produzem hipotensão16, o enalapril bloqueia a formação de angiotensina II, secundária à liberação compensatória de renina. Se ocorrer hipotensão16 e for considerada devida a este mecanismo, ela poderá ser corrigida pela expansão de volume.

Potássio sérico: (ver Interações medicamentosas).

Uso na gravidez3: Não é recomendado o uso de ANGIOPRIL na gravidez3. O tratamento com enalapril deve ser suspenso logo que se confirme a gravidez3 a menos que seja considerado vital para a mãe. Os inibidores da ECA podem causar morbidade46 e mortalidade47 fetal e neonatal quando administrados a mulheres no segundo ou terceiro trimestres da gravidez3. A utilização de inibidores da ECA durante este período foi associada a danos para o feto48 e para o recém-nascido, incluindo hipotensão16, insuficiência renal22, hipercalemia49 e (ou) hipoplasia50 de crânio51 no recém nascido. Houve ocorrência de oligodrâmnio materno, presumivelmente representando uma redução da função renal26 (fetal, podendo resultar em contraturas de membros, deformidades craniofaciais e desenvolvimento de pulmão52 hopoplástico. Se for utilizado enalapril, a paciente deverá ser devidamente informada sobre os riscos para o feto48. Estes efeitos adversos para o embrião e para o feto48 não parecem ter resultado da exposição intra-uterina ao inibidor da ECA, durante o primeiro trimestre. Em raros casos, onde a utilização de inibidores da ECA é considerada essencial, deve ser feita ultra-sonografia seriada para se acompanhar o meio intra-amniótico. Se for detectado oligodrâmnio, deve-se descontinuar o tratamento com enalapril, a menos que seja considerado vital para a mãe. Pacientes e médicos devem, contudo, estar cientes de que o oligodrâmnio pode não aparecer até que o feto48 tenha sofrido danos irreversíveis. Crianças cujas mães tenham tomado enalapril devem ser acompanhadas de perto para verificar a ocorrência de hipotensão16, oligúria53 e hipercalemia49. O enalapril, que atravessa a placenta, foi removido da circulação54 de recém-nascidos por meio de diálise peritoneal55, com alguns benefícios clínicos e teoricamente, pode ser removido por exsanguinotransfusão.

Lactação56: O enalapril e o enalaprilato são excretados no leite humano, em quantidades virtuais. Deve-se ter cuidado se for prescrito a mães que estejam amamentando.

Uso pediátrico: Enalapril não foi estudado em crianças.

- INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS:

Terapia anti-hipertensiva: Efeito aditivo pode ocorrer quando enalapril for usado com outra terapia anti-hipertensiva.

Potássio sérico: Em estudos clínicos, o potássio sérico permaneceu dentro dos limites da normalidade. Em pacientes hipertensos tratados com enalapril por até 48 semanas foram observados aumentos médios de 0,2 mEq/L no potássio sérico. Nos pacientes tratados com enalapril mais um diurético11 tiazídico, o efeito espoliador de potássio do diurético11 foi, em geral, atenuado pelo efeito do enalapril. Se enalapril for dado com um diurético11 espoliador de potássio, a hipocalemia57 induzida por este pode ser atenuada. Os fatores de risco para o desenvolvimento de hipercalemia49 incluem insuficiência renal22, diabetes58 melitus, uso concomitante de diuréticos23 poupadores de potássio (p. ex.: espironolactona, triantereno ou armilorida), suplementos de potássio ou substitutos do sal de cozinha contendo potássio. O uso destes agentes, particularmente em pacientes com função renal26 diminuída, pode levar a aumentos significativos do potássio sérico.
Se o uso concomitante dos agentes mencionados acima for julgado apropriado, ele deve ser feito com cuidado e o potássio sérico monitorizado com frequência.

Lítio sérico: Assim como ocorre com outras drogas que eliminam sódio, a depuração do lítio pode ser reduzida. Portanto, os níveis séricos de lítio devem ser monitorizados cuidadosamente, se forem administrados sais de lítio.

Reações Adversas de Angiopril


ANGIOPRIL demonstrou ser geralmente bem tolerado. Em estudos clínicos, a incidência59 global de reações adversas não foi maior com ANGIOPRIL do que com placebo60. Na maioria dos casos, as reações adversas foram leves e transitórias e não requereram a interrupção da terapia. Os seguintes efeitos colaterais61 foram associados com o uso de ANGIOPRIL: tonturas62 e cefaléia63 foram os efeitos mais comumente relatados. Fadiga64 e astenia65 foram relatadas em 2 a 3% dos pacientes.
Outros efeitos colaterais61 ocorreram em menos de 2% dos casos e incluíram hipotensão16, hipotensão16 ortostática, síncope66, náuseas67, diarréia20, cãibras musculares, erupção68 cutânea69 e tosse. Menos frequentemente, disfunção renal26, insuficiência renal22 e oligúria53 foram relatadas.

Hipersensibilidade/edema angioneurótico15: Edema angioneurótico15 de face33, extremidades, lábios, língua34, glote35 e(ou) faringe39 foi relatado raramente (veja Precauções).

Efeitos colaterais61 que ocorreram muito raramente em estudos controlados ou durante uso clínico.

Cardiovasculares: Infarto do miocárdio12 ou acidente vascular cerebral25, possivelmente secundários a hipotensão16 excessiva em pacientes de alto risco; dor torácica, distúrbios do ritmo cardíaco, palpitações70, angina13 pectoris.

Gastrintestinais: Íleo paralítico71, insuficiência hepática72, hepatite73 (hepatocelular ou colestática), icterícia74, vômitos21, obstipação75, estomatite76, pancreatite77, dor abdominal, dispepsia78 e anorexia79.

Sistema nervoso80/psiquiátrico: Depressão, confusão mental, sonolência, insônia, nervosismo, parestesia81 e vertigem82.

Respiratórios: Infiltrados pulmonares, broncoespasmo83/asma84, dispnéia85, rinorréia86, dor de garganta87 e rouquidão.

Pele88: Eritema multiforme89, dermatite90 esfoliativa, prurido91, síndrome92 de Stevens Johnson, necrólise epidérmica tóxica93, diaforese94, pênfigo, urticária95 e alopecia96.

Outros: Impotência97, alteração do paladar98, visão99 embaçada, zumbido, glossite100, rubor facial. Foi relatado um complexo sintomático101 que pode incluir febre102, serosite103, vasculite104, mialgia105/miosite e artralgia106/artrite107, fator antinúcleo positivo, VHS108 elevada, eosinofilia109 e leucocitose110. Erupção68 cutânea69, fotossensibilidade e outras manifestações dermatológicas podem ocorrer.

Exames laboratoriais: Alterações clinicamente importantes dos parâmetros laboratoriais de rotina raramente estiveram associados com a administração de ANGIOPRIL. Foram observados aumentos na uréia30 e creatinina31 séricas, elevações das enzimas hepáticas111 e (ou) bilirrubinas112. Geralmente, as alterações foram reversíveis com a descontinuação de ANGIOPRIL. Hipercalemia49 e hiponatremia24 também ocorreram. Reduções na hemoglobina113 e hematócrito114 foram relatadas.
Poucos casos de neutropenia115, trombocitopenia116, depressão medular e agranulocitose117 foram relatados, nos quais não pode ser excluída uma relação causal com o uso de ANGIOPRIL.

Posologia de Angiopril

Como a absorção dos comprimidos de ANGIOPRIL não é afetada pela ingestão de alimentos, os comprimidos podem ser administrados antes, durante ou após as refeições.

Hipertensão9 essencial: A dose inicial é de 10 a 20 mg, dependendo do grau de hipertensão9, e é administrada uma vez por dia. Em hipertensão9 leve, a dose inicial recomendada é de l0 mg por dia. Para outros graus de hipertensão9, a dose inicial é de 20 mg por dia. A posologia usual de manutenção é de 20 mg tomados uma vez ao dia. A posologia deve ser ajustada de acordo com as necessidades do paciente, até o máximo de 40 mg por dia.

Hipertensão9 renovascular: Como a pressão arterial2 e a função renal26 nestes pacientes podem ser particularmente sensíveis à inibição da ECA, o tratamento deve ser iniciado com uma dose inicial menor (p. ex.: 5 mg ou menos). A posologia, então, deve ser ajustada de acordo com as necessidades do paciente. É presumível que a maioria dos pacientes responda a um comprimido de 20 mg ao dia. Para os hipertensos que foram tratados recentemente com diuréticos23 recomenda-se cautela.

Terapia diurética concomitante em hipertensão9: Pode ocorrer hipotensão16 sintomática17 após a dose inicial de ANGIOPRIL, principalmente em pacientes que vêm sendo tratados com diuréticos23. Recomenda-se cautela com estes pacientes, pois eles podem estar depletados de sal ou volume. A terapia diurética deve ser descontinuada por 2 a 3 dias antes do início da terapia com enalapril. Se isto não for possível, a dose inicial de enalapril deve ser baixa (5 mg ou menos) para se determinar o efeito inicial sobre a pressão arterial2. A posologia deve, então, ser ajustada às necessidades do paciente.

Posologia em insuficiência renal22: Geralmente o intervalo entre as doses de enalapril deve ser prolongado e (ou) a posologia diminuída.

Disfunção renal26                     Depuração de creatinina31 (mL/min)                          Dose inicialLeve                                                < 80 > 30 mL/min                                             5-10mg
Moderada                                       £ 30 > 10 mL/min                                             2,5-5mg
Grave                                              £10 mL/min                               2,5mg nos dias de diálise19

Insuficiência cardíaca10/disfunção ventricular esquerda assintomática: A dose inicial de enalapril em pacientes com insuficiência cardíaca10 sintomática17 ou disfunção ventricular esquerda assintomática é de 2,5mg e deve ser administrada sob rígida supervisão médica, para se determinar o efeito inicial sobre a pressão arterial2. Na ausência de ou após o tratamento efetivo da hipotensão16 sintomática17 conseqüente ao início da terapia de insuficiência cardíaca10 com enalapril, a dose deve ser aumentada gradualmente até a dose de manutenção habitual de 20 mg, dada em dose única diária ou em duas doses divididas, conforme a tolerabilidade do paciente. Esta adequação da dose pode ser realizada em um período de 2 a 4 semanas, ou menos, se indicado pela presença de sinais118 ou sintomas37 residuais de insuficiência cardíaca10. Em pacientes com insuficiência cardíaca10 sintomática17, essa posologia foi eficaz para reduzir a mortalidade47. A pressão arterial2 .e a função renal26 devem ser monitorizadas cuidadosamente, tanto antes como depois de iniciar o tratamento com ANGIOPRIL, pois foram relatadas hipotensão16 e, mais raramente, conseqüente insuficiência renal22. Em pacientes tratados com diuréticos23, a dose deveria ser reduzida, se possível, antes de iniciar o tratamento com enalapril. O aparecimento de hipotensão16 após a dose inicial de ANGIOPRIL não implica que ela ocorrerá durante a terapia crônica e não contra-indica o uso continuado de ANGIOPRIL. O potássio sérico também deve ser monitorizado.

Superdosagem de Angiopril

Há poucos dados disponíveis sobre a superdosagem em seres humanos. As principais características de superdosagem relatadas até agora consistem em hipotensão16 acentuada, começando após 6 horas da ingestão dos comprimidos, concomitantemente com o bloqueio do sistema renina-angiotensina e estupor.
Níveis séricos de enalaprilato 100 e 200 vezes maiores do que os usualmente observados após doses terapêuticas, foram relatados após ingestão de 300 e 440mg de enalapril, respectivamente. O tratamento recomendado para a superdosagem é a infusão intravenosa de solução salina normal. Se a ingestão for recente, deve-se induzir o vômito119. O enalaprilato pode ser removido da circulação54 geral por meio de hemodiálise43.

Pacientes Idosos de Angiopril

:
ANGIOPRIL poderá ser utilizado por pacientes com idade acima de 65 anos, desde que observada as precauções comuns ao produto.

ANGIOPRIL - Laboratório

DIFFUCAP CHEMOBRAS
Rua Goiás, nºs 1232 e 1236. Quintino Bocaiúva
Rio de Janeiro/RJ
Tel: +55 (21) 2593-4223

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Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
3 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
4 Cabeça:
5 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
6 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
7 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
8 Córtex Renal: Zona mais externa do RIM (abaixo da cápsula), constituída pelos GLOMÉRULOS RENAIS, TÚBULOS RENAIS DISTAIS e TÚBULOS RENAIS PROXIMAIS.
9 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
10 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
11 Diurético: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
12 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
13 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
14 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
15 Edema angioneurótico: Ataques recidivantes de edema transitório que aparecem subitamente em áreas da pele, membranas mucosas e ocasionalmente nas vísceras, geralmente associadas com dermatografismo, urticária, eritema e púrpura.
16 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
17 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
18 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
19 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
20 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
21 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
22 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
23 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
24 Hiponatremia: Concentração de sódio sérico abaixo do limite inferior da normalidade; na maioria dos laboratórios, isto significa [Na+] < 135 meq/L, mas o ponto de corte [Na+] < 136 meq/L também é muito utilizado.
25 Acidente vascular cerebral: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
26 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
27 Estenose: Estreitamento patológico de um conduto, canal ou orifício.
28 Artéria Renal: Ramo da aorta abdominal que irriga os rins, glândulas adrenais e ureteres.
29 Rim: Os rins são órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
30 Ureia: 1. Resíduo tóxico produzido pelo organismo, resulta da quebra de proteínas pelo fígado. É normalmente removida do organismo pelos rins e excretada na urina. 2. Substância azotada. Composto orgânico cristalino, incolor, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), com um ponto de fusão de 132,7 °C.
31 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
32 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
33 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
34 Língua:
35 Glote: Aparato vocal da laringe. Consiste das cordas vocais verdadeiras (pregas vocais) e da abertura entre elas (rima da glote).
36 Laringe: É um órgão fibromuscular, situado entre a traqueia e a base da língua que permite a passagem de ar para a traquéia. Consiste em uma série de cartilagens, como a tiroide, a cricóide e a epiglote e três pares de cartilagens: aritnoide, corniculada e cuneiforme, todas elas revestidas de membrana mucosa que são movidas pelos músculos da laringe. As dobras da membrana mucosa dão origem às pregas vocais.
37 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
38 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
39 Faringe: Canal músculo-membranoso comum aos sistemas digestivo e respiratório. Comunica-se com a boca e com as fossas nasais. É dividida em três partes: faringe superior (nasofaringe ou rinofaringe), faringe bucal (orofaringe) e faringe inferior (hipofaringe, laringofaringe ou faringe esofagiana), sendo um órgão indispensável para a circulação do ar e dos alimentos.
40 Adrenalina: 1. Hormônio secretado pela medula das glândulas suprarrenais. Atua no mecanismo da elevação da pressão sanguínea, é importante na produção de respostas fisiológicas rápidas do organismo aos estímulos externos. Usualmente utilizado como estimulante cardíaco, como vasoconstritor nas hemorragias da pele, para prolongar os efeitos de anestésicos locais e como relaxante muscular na asma brônquica. 2. No sentido informal significa disposição física, emocional e mental na realização de tarefas, projetos, etc. Energia, força, vigor.
41 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
42 Dessensibilização: É uma maneira de parar ou diminuir a resposta a reações alérgicas a algumas coisas. Por exemplo, se uma pessoa apresenta uma reação alérgica a alguma substância, o médico dá a esta pessoa uma pequena quantidade desta substância para aumentar a sua tolerância e vai aumentando esta quantidade progressivamente. Após um período de tempo, maiores doses são oferecidas antes que a dose total seja dada. É uma maneira de ajudar o organismo a prevenir as reações alérgicas.
43 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
44 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
45 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
46 Morbidade: Morbidade ou morbilidade é a taxa de portadores de determinada doença em relação à população total estudada, em determinado local e em determinado momento.
47 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
48 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
49 Hipercalemia: É a concentração de potássio sérico maior que 5.5 mmol/L (mEq/L). Uma concentração acima de 6.5 mmol/L (mEq/L) é considerada crítica.
50 Hipoplasia: Desenvolvimento defeituoso ou incompleto de tecido ou órgão, geralmente por diminuição do número de células, sendo menos grave que a aplasia.
51 Crânio: O ESQUELETO da CABEÇA; compreende também os OSSOS FACIAIS e os que recobrem o CÉREBRO. Sinônimos: Calvaria; Calota Craniana
52 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
53 Oligúria: Clinicamente, a oligúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas ou menor de 30 ml/hora.
54 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
55 Diálise peritoneal: Ao invés de utilizar um filtro artificial para “limpar“ o sangue, é utilizado o peritônio, que é uma membrana localizada dentro do abdômen e que reveste os órgãos internos. Através da colocação de um catéter flexível no abdômen, é feita a infusão de um líquido semelhante a um soro na cavidade abdominal. Este líquido, que chamamos de banho de diálise, vai entrar em contato com o peritônio, e por ele será feita a retirada das substâncias tóxicas do sangue. Após um período de permanência do banho de diálise na cavidade abdominal, este fica saturado de substâncias tóxicas e é então retirado, sendo feita em seguida a infusão de novo banho de diálise. Esse processo é realizado de uma forma contínua e é conhecido por CAPD, sigla em inglês que significa diálise peritoneal ambulatorial contínua. A diálise peritoneal é uma forma segura de tratamento realizada atualmente por mais de 100.000 pacientes no mundo todo.
56 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
57 Hipocalemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
58 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
59 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
60 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
61 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
62 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
63 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
64 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
65 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
66 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
67 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
68 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
69 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
70 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
71 Íleo paralítico: O íleo adinâmico, também denominado íleo paralítico, reflexo, por inibição ou pós-operatório, é definido como uma atonia reflexa gastrintestinal, onde o conteúdo não é propelido através do lúmen, devido à parada da atividade peristáltica, sem uma causa mecânica. É distúrbio comum do pós-operatório podendo-se afirmar que ocorre após toda cirurgia abdominal, como resposta “fisiológica“ à intervenção, variando somente sua intensidade, afetando todo o aparelho digestivo ou parte dele.
72 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
73 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
74 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
75 Obstipação: Prisão de ventre ou constipação rebelde.
76 Estomatite: Inflamação da mucosa oral produzida por infecção viral, bacteriana, micótica ou por doença auto-imune. É caracterizada por dor, ardor e vermelhidão da mucosa, podendo depositar-se sobre a mesma uma membrana brancacenta (leucoplasia), ou ser acompanhada de bolhas e vesículas.
77 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
78 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
79 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
80 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
81 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
82 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
83 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
84 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
85 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
86 Rinorreia: Escoamento abundante de fluido pelo nariz, com ausência de fenômeno inflamatório.
87 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
88 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
89 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
90 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
91 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
92 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
93 Necrólise Epidérmica Tóxica: Sinônimo de Síndrome de Lyell. Caracterizada por necrólise da epiderme. Tem como características iniciais sintomas inespecíficos, influenza-símile, tais como febre, dor de garganta, tosse e queimação ocular, considerados manifestações prodrômicas que precedem o acometimento cutâneo-mucoso. Erupção eritematosa surge simetricamente na face e na parte superior do tronco, provocando sintomas de queimação ou dolorimento da pele. Progressivamente envolvem o tórax anterior e o dorso. O ápice do processo é constituído pela característica denudação da epiderme necrótica, a qual é destacada em verdadeiras lamelas ou retalhos, dentro das áreas acometidas pelo eritema de base. O paciente tem o aspecto de grande queimado, com a derme desnuda, sangrante, eritêmato-purpúrica e com contínua eliminação de serosidade, contribuindo para o desequilíbrio hidroeletrolítico e acentuada perda protéica. Graves seqüelas oculares e esofágicas têm sido relatadas.Constitui uma reação adversa a medicamentos rara. As drogas que mais comumente a causam são as sulfas, o fenobarbital, a carbamazepina, a dipirona, piroxicam, fenilbutazona, aminopenicilinas e o alopurinol.
94 Diaforese: Sudação, transpiração intensa.
95 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
96 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
97 Impotência: Incapacidade para ter ou manter a ereção para atividades sexuais. Também chamada de disfunção erétil.
98 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
99 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
100 Glossite: Inflamação da mucosa que reveste a língua, produzida por infecção viral, radiação, carências nutricionais, etc.
101 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
102 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
103 Serosite: Inflamação de uma membrana serosa.
104 Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
105 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
106 Artralgia: Dor em uma articulação.
107 Artrite: Inflamação de uma articulação, caracterizada por dor, aumento da temperatura, dificuldade de movimentação, inchaço e vermelhidão da área afetada.
108 VHS: É a velocidade com que os glóbulos vermelhos se separam do “soro” e se depositam no fundo de um tubo de ensaio, se este tubo com sangue é deixado parado (com anticoagulante). Os glóbulos vermelhos (hemácias) são puxados para baixo pela gravidade e tendem a se aglomerar no fundo do tubo. No entanto, eles são cobertos por cargas elétricas negativas e, quando vão se aproximando do fundo, repelem-se umas às outras, como cargas iguais de ímãs. Essa força magnética de repulsão se contrapõe à gravidade e naturalmente diminui a velocidade com que as hemácias caem. Se junto com as hemácias, nadando no plasma, haja outras estruturas de cargas positivas, estas vão anular as cargas negativas das hemácias e também a repulsão magnética entre elas, permitindo sua aglutinação. Neste caso a gravidade age sozinha e a velocidade com que elas caem (velocidade de hemossedimentação) é acelerada. O VHS é expresso como o número de milímetros que o sangue sedimentou (no tubo) no espaço de uma hora (mm/h).
109 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
110 Leucocitose: É o aumento no número de glóbulos brancos (leucócitos) no sangue, geralmente maior que 8.000 por mm³. Ocorre em diferentes patologias como em resposta a infecções ou processos inflamatórios. Entretanto, também pode ser o resultado de uma reação normal em certas condições como a gravidez, a menstruação e o exercício muscular.
111 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
112 Bilirrubinas: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
113 Hemoglobina: Proteína encarregada de transportar o oxigênio desde os pulmões até os tecidos do corpo. Encontra-se em altas concentrações nos glóbulos vermelhos.
114 Hematócrito: Exame de laboratório que expressa a concentração de glóbulos vermelhos no sangue.
115 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
116 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
117 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
118 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
119 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.

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