Preço de CEFALOTIL em Houston/SP: R$ 530,55

CEFALOTIL

UNIAO QUIMICA

Atualizado em 03/06/2015

CEFALOTIL
Cefalotina
Sódica
Pó Para Solução Injetável


                               - FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO

Pó para solução injetável: caixa com 50 frascos-ampola de 1g + 50 ampolas de diluente.

USO PEDIÁTRICO E ADULTO

Composição de Cefalotil

Pó Para Solução Injetável
Cada frasco-ampola contém:
Cefalotina     1g
(na forma sódica)
Excipiente: bicarbonato de sódio
Cada ampola de diluente contém:
Água para injeção1    4 ml
                               
- INFORMAÇÕES AO PACIENTE

AÇÃO ESPERADA DO MEDICAMENTO:
CEFALOTIL é indicado no tratamento de infecções2 graves causadas por microrganismos sensíveis a este antibiótico.

CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO:  
Conservar o produto na embalagem original, protegido do calor excessivo (temperatura superior a 40ºC) da luz e da umidade.

PRAZO DE VALIDADE:
24 meses a partir da data de fabricação (vide cartucho). Não use medicamentos com o prazo de validade vencido.
A solução mantém potência satisfatória por até 96 horas após a diluição se mantida sob refrigeração. As soluções poderão precipitar-se, mas podem ser redissolvidas se aquecidas à temperatura ambiente com agitação constante.
Se for mantida em temperatura ambiente, as soluções para injeção intramuscular3 devem ser administradas dentro de 12 horas após a diluição. As infusões intravenosas devem ser iniciadas dentro de 12 horas e terminadas em até 24 horas. Para infusões prolongadas, deve-se acrescentar o produto recém-preparado, no mínimo, a cada 24 horas. A solução concentrada tornar-se-á escura, especialmente quando conservada em temperatura ambiente. É permissível uma ligeira descoloração da solução. As soluções de Cefalotina Sódica em água para injeção1, glicose4 a 5% ou soro5 fisiológico6, que são imediatamente congeladas após a diluição no frasco original, são estáveis durante 12 semanas quando guardadas a -20ºC. Uma vez descongeladas, as soluções não deverão ser novamente congeladas.

GRAVIDEZ7 E LACTAÇÃO8:
Informe seu médico a  ocorrência de gravidez7 na vigência do tratamento ou após o seu  término. Informe ao médico se está  amamentando.

CUIDADOS DE ADMINISTRAÇÃO:
Este medicamento só deverá ser administrado sob orientação médica.
O produto deve ser administrado por via intravenosa ou injeção intramuscular3 profunda numa grande massa muscular, tal como o  glúteo ou a face9 lateral da coxa10, a fim  de diminuir a dor e a enduração. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

REAÇÕES ADVERSAS:
Informe seu médico o aparecimento de qualquer reação desagradável.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE  DAS CRIANÇAS.

INGESTÃO CONCOMITANTE COM OUTRAS SUBSTÂNCIAS:
Durante o tratamento, o paciente deverá evitar o uso de bebidas alcoólicas ou de qualquer medicamento que contenha álcool.

CONTRA-INDICAÇÕES E PRECAUÇÕES:
O produto não deve ser usado por pacientes com hipersensibilidade aos componentes da fórmula.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
Não deve ser utilizado durante a gravidez7 e a lactação8.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE11.

- INFORMAÇÕES TÉCNICAS

Características de Cefalotil

A Cefalotina é um antibiótico de amplo espectro para administração parenteral. Após a administração de uma dose intramuscular de 500 mg a voluntários normais, a média dos níveis máximos do antibiótico no soro5 foi de 10 mcg/ml após 30 minutos, com uma dose de 1g, a média foi de 20 mcg/ml. Após uma dose única intravenosa de 1g de Cefalotina, os níveis sangüíneos atingiram aproximadamente 30 ml após 15 minutos, tendo variado de 3-12 mcg em 1 hora, declinando para cerca de 1 mcg após 4 horas. Com infusão contínua, na proporção de 500 mg por hora, os níveis foram de 14-20 mcg/ml de soro5. Doses de 2 g administradas por via intravenosa, durante um período de 30 minutos, produziram concentrações no soro5 de 80-100 mcg/ml após 30 minutos da infusão; os níveis variaram de 10-40 mcg/ml após uma hora e de 3-6mcg/ml após duas horas, não sendo mensuráveis após 5 horas. 60 a 70% de uma dose intramuscular é excretada pelos rins12 nas primeiras 6 horas. Isto resulta em altos níveis urinários, por exemplo 800 mcg/ml de urina13 após uma dose de 500 mg e 2 500 mcg/ml após 1 g. A probenecida retarda a excreção tubular e quase dobra os níveis sangüíneos máximos.
Os níveis no líquido cefalorraquiano14 variaram de 0,4 a 1,4 mcg/ml em crianças e de 0,15 a 5 mcg/ml em adultos com processos inflamatórios das meninges15 .  O antibiótico passa rapidamente para outros líquidos orgânicos, como pleural, sinovial e ascítico. Estudos do líquido aminiótico  do sangue do cordão umbilical16  demonstraram a rápida passagem da Cefalotina através da placenta. Entre 31 e 45 minutos após doses únicas intramusculares de 1 g de Cefalotina, foram encontrados níveis máximos nas mães. Após a injeção1, os níveis máximos nas crianças ocorreram em cerca de 15 minutos. Todos os níveis plasmáticos nas crianças foram bem menores que os encontrados nas mães. Níveis no humor aquoso17 secundário têm alcançado a média de 0,5 mcg/ml, 30 minutos após uma dose única intravenosa de 1g. O antibiótico foi encontrado na  bile18.
Os testes in vitro demonstram que a ação bactericida das cefalosporinas resulta da inibição da síntese da parede celular. Enquanto os estudos in vitro têm demonstrado a sensibilidade da maioria das seguintes cepas19 à Cefalotina, a eficácia clínica para outras infecções2 não descritas no item Indicações é desconhecida.
Aeróbios gram-positivos: Staphylococcus aureus, incluindo cepas19 produtoras de beta-lactamase, Staphylococcus epidermidis, incluindo cepas19 produtoras de beta-lactamase, Streptococcus pneumoniae, Streptococcus pyogenes.
Aeróbios gram-negativos: Escherichia coli, Haemophilus influenzae, Kleibsiela sp, Proteus mirabilis, SaImonella sp, Shigella sp. Os estafilococos penicilino-resistentes e a maioria das cepas19 de enterococos (Enterococcus faecalis), são resistentes à Cefalotina e outras  cefalosporinas.
A Cefalotina não é ativa contra a maioria das cepas19 de Enterobacter sp,  Morganella norganii,  Proteus vulgaris e Providencia rettigeri. Também não é ativa contra Serratia sp, Pseudomonas sp e Acinetobacter sp.

- INDICAÇÕES:

O produto é indicado no tratamento de infecções2 graves causadas por microrganismos sensíveis a este antibiótico, nas doenças acima mencionadas. Devem ser realizados cultura e testes de sensibilidade. O tratamento pode ser iniciado antes que sejam obtidos os resultados desses testes. A administração do produto como medida preventiva nos períodos pré-operatórios, intra-operatórios e pós-operatórios pode reduzir significativamente a incidência20 de infecções2 pós-operatórias  em pacientes submetidos a processos cirúrgicos em áreas do corpo contaminadas ou potencialmente contaminadas. Este uso preventivo21 pode ser também eficaz em pacientes cirúrgicos, nos quais a infecção22 no local da operação apresenta um grave risco. A administração pós-operatória deve ser suspensa após 24 horas, a menos que sinais23 de infecção22 estejam presentes. Neste caso, devem ser realizadas culturas e instituição de terapêutica24 adequada. Séries mais prolongadas de terapêutica24 com antibiótico preventivo21 podem ser consideradas necessárias quando os processos cirúrgicos envolvem o implante25 de prótese26.

Contra-Indicações de Cefalotil

O produto é contra-indicado a pacientes com alergia27 conhecida aos antibióticos do grupo das Cefalosporinas.

Precauções e Advertências de Cefalotil

Gerais: Antes que seja instituída a terapêutica24 com Cefalotina Sódica, deverá ser feita uma pesquisa cuidadosa quanto à reações anteriores de hipersensibilidade às cefalosporinas e à penicilina. Em pacientes penicilino-alérgicos, os antibióticos  derivados da Cefalosporina-C devem ser usados com muita cautela. Reações de hipersensibilidade agudas e graves podem  requerer adrenalina28 e outras medidas de emergência29. Há alguma evidência clínica e laboratorial de alergenicidade cruzada parcial entre as penicilinas e  as cefalosporinas. Pacientes têm relatado reações graves (incluindo anafilaxia30) a ambas as drogas. Qualquer paciente que tenha demonstrado alguma forma de alergia27, particularmente à drogas, deve receber antibiótico cautelosamente e quando absolutamente necessário. Não se deve fazer exceção em relação à Cefalotina Sódica. Foi relatada colite31 pseudomembranosa com todos os antibióticos de amplo espectro (incluindo os macrolídeos, penicilinas semi-sintéticas e cefalosporinas). Portanto, é importante considerar este diagnóstico32 em pacientes que apresentarem diarréia33 associada ao uso de antibiótico. Essas colites podem variar em gravidade (de leves a gravíssimas). O tratamento com antibiótico de amplo espectro altera a flora normal do cólon34 e pode permitir o crescimento de Clostridium. Os estudos indicam que a toxina35 produzida pelo Clostridium difficile  é a causa principal de colite31 associada ao uso de antibiótico. Casos leves de colite31 pseudomembranosa usualmente respondem só com a interrupção do tratamento.
Nos casos moderados a graves, o tratamento deve incluir sigmoidoscopia, estudos bacteriológicos apropriados e suplementação36 de líquidos, eletrólitos37 e proteínas38. Quando não há melhora após a interrupção da droga ou quando a colite31 é grave, a vancomicina oral é a droga de escolha para o tratamento de colite31 pseudomembranosa causada por Clostridium difficile associada ao uso de antibiótico. Outras causas de colites devem ser excluídas.
Os pacientes devem ser acompanhados cuidadosamente de maneira que qualquer reação adversa ou manifestação não usual de idiossincrasia à droga possa ser detectada. Se ocorrer uma  reação alérgica39 ao produto, este deverá ser suspenso e o paciente tratado com as drogas usuais. Embora a Cefalotina Sódica raramente produza alterações na função renal40 recomenda-se avaliação do estado renal40, especialmente em pacientes gravemente doentes  que estejam recebendo doses máximas. Quando doses  intravenosas de Cefalotina Sódica maiores que 6 gramas diárias são administradas por infusão contínua, por períodos maiores que 3 dias, poderá haver o aparecimento de tromboflebite41, devendo-se por este motivo, usar as veias42 alternadamente. A incidência20 de tromboflebite41 poderá ser reduzida pela adição de 10 a 25 mg de hidrocortisona a soluções intravenosas contendo 4 a 6 gramas de Cefalotina; é indicado o uso de agulhas de pequeno tamanho para infusões intravenosas em veias42 calibrosas disponíveis. O uso prolongado de Cefalotina Sódica poderá resultar em crescimento excessivo de microrganismos resistentes, sendo essencial a constante observação do paciente. Se durante a terapêutica24 ocorrer uma superinfecção43, deve-se tomar as medidas apropriadas. Poderá ocorrer uma reação falso-positiva para glicose4 na urina13 com as soluções de Benedict ou Fehling.
Um aumento na incidência20 de nefrotoxicidade44 foi relatado após administração concomitante de antibióticos cefalosporínicos e aminoglicosídeos. Antibióticos de amplo espectro devem ser prescritos com cautela a pacientes com história de doença gastrointestinal, particularmente colite31.
Gravidez7: Esta droga deve ser usada durante a gravidez7 somente se muito necessária.
Amamentação45: Deve-se tomar cuidado quando o produto for administrado a mulheres que estão amamentando, pois a Cefalotina é excretada no leite materno.
Pediatria: A avaliação dos efeitos da Cefalotina em crianças, relacionados à eficácia e segurança da droga, não tem sido tão sistematicamente realizada como para adultos. Entretanto não há relatos de problemas específicos causados pelo uso de Cefalotina.

Interações Medicamentosas de Cefalotil

Um aumento na incidência20 de nefrotoxidade foi relatado após administração concomitante de antibióticos cefalosporínicos e aminoglicosídeos.  

Interferência em Exames Laboratoriais de Cefalotil

Podem ocorrer alterações nas concentrações séricas de alanina aminotranferase, fosfatase alcalina46, aspartato aminotransferase, lactato47 desidrogenase, nitrogênio uréico no sangue48, creatinina49 e plaquetas50. Pode causar também resultados falso-positivos nas reações de sulfato de cobre nos testes de glicose4 na urina13.

Reações Adversas/Colaterais de Cefalotil


Foi relatado o aparecimento de erupções cutâneas51 maculopapulosas, urticária52, reações semelhantes às da doença do soro5 e anafilaxia30. Eosinofilia53 e febre54 medicamentosa foram observadas associadas à outras reações alérgicas. Há maior probabilidade dessas reações ocorrerem em pacientes com história de alergia27, particularmente à penicilina.
Têm sido observadas neutropenia55, trombocitopenia56 e anemia hemolítica57. Foram relatados resultados positivos nos testes de Coombs diretos, realizados durante a terapêutica24 com antibióticos cefalosporínicos. Foi notada uma elevação transitória da transaminase glutâmico-oxalacética no soro5 e na fosfatase alcalina46. Foram observadas elevação de nitrogênio uréico no sangue48 (BUN) e  diminuição do clearance de creatinina49, particularmente em pacientes que apresentaram insuficiência renal58 anterior. O papel da Cefalotina Sódica nas alterações renais é difícil de ser estabelecido, em vista de ter sido geralmente notada a presença de outros fatores que predispõem à uremia59 pré-renal40 ou à insuficiência renal58 aguda. Dor, enduração, sensibilidade e elevação da temperatura têm sido relatadas após injeções intramusculares repetidas. Houve casos de tromboflebite41, geralmente associados à doses diárias acima de 6 gramas, administradas por infusão contínua por mais de 3 dias.
Podem aparecer sintomas60 de colites pseudomembranosas durante ou após tratamento. Náuseas61 e vômitos62 têm sido relatados raramente.

Posologia de Cefalotil

Para adultos, a variação da dose é de 500 mg a 1 g de Cefalotina, a cada 4 ou 6 horas.
A dose de 500 mg a cada 6 horas é adequada na pneumonia63 não-complicada, furunculose com celulite64 e na maioria das infecções2 das vias urinárias. Nas infecções2 graves, esta dose poderá ser aumentada, administrando-se injeções a cada 4 horas ou quando a resposta desejada  não for obtida, elevando-se a dose para 1g.
Nas infecções2 com mau prognóstico65, doses de até 2g a cada 4 horas poderão ser necessárias. Na profilaxia pré-operatória para prevenir infecção22 pós-operatória em cirurgias contaminadas ou potencialmente contaminadas, em adultos, é recomendado 1 a 2 gramas durante a cirurgia e 1 a 2 gramas a cada 6 horas nas 24 horas após a cirurgia. Em crianças devem ser administrados 20-30 mg/kg no mesmo esquema utilizado em adultos.
Quando a função renal40 estiver reduzida poderá ser dada uma dose inicial de 1 a 2 gramas por via intravenosa. O esquema de dose a ser continuado será determinado de acordo com o grau de insuficiência renal58, gravidade da infecção22 e sensibilidade do microrganismo causador.
As doses máximas administradas deverão baseadas nas seguintes recomendações:

     DOSES DE CEFALOTINA NA INSUFICIÊNCIA RENAL58
    Estado da função renal40    Dose máxima para
        adultos (manutenção)

 Insuficiência66 leve    
    (Ccr=80-50 ml/min)    2 g cada 6 horas
 Insuficiência66 moderada     
    (Ccr=50-25 ml/min)    1,5 cada 6 horas
 Insuficiência66 grave    
    (Ccr=25-10 ml/min)    1 g cada 6 horas
 Insuficiência66 acentuada    
    (Ccr=10-2 ml/min)    0,5 g cada 6 horas
    Essencialmente     
    nenhuma função    0,5 g cada 8 horas
    (Ccr=<2 ml/min)
                                   Ccr = clearance de creatinina49

Para lactentes67 e crianças, a dose deverá ser proporcionalmente menor, de acordo com a idade, peso e gravidade da infecção22. A administração diária de 100 mg/kg (80-160 mg/kg), em doses divididas, tem sido considerada eficaz para a maioria das infecções2 sensíveis à Cefalotina Sódica.
Em infecções2 causadas por estreptococos beta-hemolíticos, o tratamento deve continuar pelo menos por 10 dias. Em infecções2 estafilocócicas, deve ser efetuada cirurgia ( incisão68 e  drenagem69) em todos os casos quando indicado.
Injeção intramuscular3
Cada grama70 de Cefalotina Sódica deve ser diluída com 4 ml de água para injeção1. Se o  conteúdo  da ampola não dissolver-se completamente, uma quantidade adicional do diluente deverá ser acrescentada e o conteúdo aquecido entre as mãos71.
Injeção1 intravenosa
A via intravenosa poderá ser preferida para pacientes72 com bacteremia73, septicemia74 ou outras infecções2 graves que ponham em risco a vida do paciente e onde o prognóstico65 seja desfavorável em vista da diminuição da resistência, conseqüente a estados debilitantes, tais como desnutrição75, traumatismo76, cirurgia, diabetes77, insuficiência cardíaca78 ou neoplasias79, especialmente na presença ou iminência de choque80. Para essas infecções2 em pacientes com função renal40 normal, a dose intravenosa é de 4 a 12g de Cefalotina Sódica ao dia.
Em casos de septicemia74, 6 a 8 g ao dia poderão ser administrados por via intravenosa, durante vários dias no início do tratamento, em seguida, dependendo da resposta clínica e  dos resultados dos exames de laboratório, a dose poderá ser reduzida gradativamente.

Superdosagem de Cefalotil

A administração inadequada de altas doses de Cefalosporinas de uso parenteral pode causar convulsão81, particularmente em pacientes com  insuficiência renal58. Redução da dose é necessária quando a função renal40 estiver reduzida. Se ocorrer convulsão81, a droga deverá ser imediatamente descontinuada; uma terapia anticonvulsivante deverá ser administrada se clinicamente indicada. Hemodiálise82 pode ser considerada em casos de superdosagem exagerada.

Pacientes Idosos de Cefalotil

Pacientes idosos possuem sensibilidade maior ao produto do que pessoas mais jovens. É aconselhável que o médico observe o paciente e ajuste a dosagem conforme a reação  obtida.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

CEFALOTIL - Laboratório

UNIAO QUIMICA
Rua Cel. Luiz Tenório de Brito, 90
Embu-Guaçu/SP - CEP: 06900-000
Tel: SAC 0800 11 1559

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Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
2 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
3 Injeção intramuscular: Injetar medicamento em forma líquida no músculo através do uso de uma agulha e seringa.
4 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
5 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
6 Fisiológico: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
7 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
8 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
9 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
10 Coxa: É a região situada abaixo da virilha e acima do joelho, onde está localizado o maior osso do corpo humano, o fêmur.
11 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
12 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
13 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
14 Líquido cefalorraquiano: Líquido cefalorraquiano (LCR), também conhecido como líquor ou fluido cérebro espinhal, é definido como um fluido corporal estéril, incolor, encontrado no espaço subaracnoideo no cérebro e na medula espinhal (entre as meninges aracnoide e pia-máter). Caracteriza-se por ser uma solução salina pura, com baixo teor de proteínas e células, atuando como um amortecedor para o córtex cerebral e a medula espinhal. Possui também a função de fornecer nutrientes para o tecido nervoso e remover resíduos metabólicos do mesmo. É sintetizado pelos plexos coroidais, epitélio ventricular e espaço subaracnoideo em uma taxa de aproximadamente 20 mL/hora. Em recém-nascidos, este líquido é encontrado em um volume que varia entre 10 a 60 mL, enquanto que no adulto fica entre 100 a 150 mL.
15 Meninges: Conjunto de membranas que envolvem o sistema nervoso central. Cumprem funções de proteção, isolamento e nutrição. São três e denominam-se dura-máter, pia-máter e aracnóide.
16 Sangue do Cordão Umbilical: Sangue do feto. A troca de nutrientes e de resíduos entre o sangue fetal e o materno ocorre através da PLACENTA. O sangue do cordão é o sangue contido nos vasos umbilicais (CORDÃO UMBILICAL) no momento do parto.
17 Humor aquoso: Fluido aquosa e claro que preenche as câmaras anterior e posterior do olho. Apresenta um índice de refração menor que o cristalino, o qual está envolvido pelo humor aquoso, e está relacionado com o metabolismo da córnea e do cristalino.
18 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
19 Cepas: Cepa ou estirpe é um termo da biologia e da genética que se refere a um grupo de descendentes com um ancestral comum que compartilham semelhanças morfológicas e/ou fisiológicas.
20 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
21 Preventivo: 1. Aquilo que previne ou que é executado por medida de segurança; profilático. 2. Na medicina, é qualquer exame ou grupo de exames que têm por objetivo descobrir precocemente lesão suscetível de evolução ameaçadora da vida, como as lesões malignas. 3. Em ginecologia, é o exame ou conjunto de exames que visa surpreender a presença de lesão potencialmente maligna, ou maligna em estágio inicial, especialmente do colo do útero.
22 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
23 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
24 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
25 Implante: 1. Em cirurgia e odontologia é o material retirado do próprio indivíduo, de outrem ou artificialmente elaborado que é inserido ou enxertado em uma estrutura orgânica, de modo a fazer parte integrante dela. 2. Na medicina, é qualquer material natural ou artificial inserido ou enxertado no organismo. 3. Em patologia, é uma célula ou fragmento de tecido, especialmente de tumores, que migra para outro local do organismo, com subsequente crescimento.
26 Prótese: Elemento artificial implantado para substituir a função de um órgão alterado. Existem próteses de quadril, de rótula, próteses dentárias, etc.
27 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
28 Adrenalina: 1. Hormônio secretado pela medula das glândulas suprarrenais. Atua no mecanismo da elevação da pressão sanguínea, é importante na produção de respostas fisiológicas rápidas do organismo aos estímulos externos. Usualmente utilizado como estimulante cardíaco, como vasoconstritor nas hemorragias da pele, para prolongar os efeitos de anestésicos locais e como relaxante muscular na asma brônquica. 2. No sentido informal significa disposição física, emocional e mental na realização de tarefas, projetos, etc. Energia, força, vigor.
29 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
30 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
31 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
32 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
33 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
34 Cólon:
35 Toxina: Substância tóxica, especialmente uma proteína, produzida durante o metabolismo e o crescimento de certos microrganismos, animais e plantas, capaz de provocar a formação de anticorpos ou antitoxinas.
36 Suplementação: Que serve de suplemento para suprir o que falta, que completa ou amplia.
37 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
38 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
39 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
40 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
41 Tromboflebite: Processo inflamatório de um segmento de uma veia, geralmente de localização superficial (veia superficial), juntamente com formação de coágulos na zona afetada. Pode surgir posteriormente a uma lesão pequena numa veia (como após uma injeção ou um soro intravenoso) e é particularmente frequente nos toxico-dependentes que se injetam. A tromboflebite pode desenvolver-se como complicação de varizes. Existe uma tumefação e vermelhidão (sinais do processo inflamatório) ao longo do segmento de veia atingido, que é extremamante doloroso à palpação. Ocorrem muitas vezes febre e mal-estar.
42 Veias: Vasos sangüíneos que levam o sangue ao coração.
43 Superinfecção: Geralmente ocorre quando os antibióticos alteram o equilíbrio do organismo, permitindo o crescimento de agentes oportunistas, como os enterococos. A superinfecção pode ser muito difícil de tratar, porque é necessário optar por antibióticos eficazes contra todos os agentes que podem causá-la.
44 Nefrotoxicidade: É um dano nos rins causado por substâncias químicas chamadas nefrotoxinas.
45 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
46 Fosfatase alcalina: É uma hidrolase, ou seja, uma enzima que possui capacidade de retirar grupos de fosfato de uma distinta gama de moléculas, tais como nucleotídeos, proteínas e alcaloides. Ela é sintetizada por diferentes órgãos e tecidos, como, por exemplo, os ossos, fígado e placenta.
47 Lactato: Sal ou éster do ácido láctico ou ânion dele derivado.
48 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
49 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
50 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
51 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
52 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
53 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
54 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
55 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
56 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
57 Anemia hemolítica: Doença hereditária que faz com que os glóbulos vermelhos do sangue se desintegrem no interior dos veios sangüíneos (hemólise intravascular) ou em outro lugar do organismo (hemólise extravascular). Pode ter várias causas e ser congênita ou adquirida. O tratamento depende da causa.
58 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
59 Uremia: Doença causada pelo armazenamento de uréia no organismo devido ao mal funcionamento renal. Os sintomas incluem náuseas, vômitos, perda de apetite, fraqueza e confusão mental.
60 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
61 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
62 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
63 Pneumonia: Inflamação do parênquima pulmonar. Sua causa mais freqüente é a infecção bacteriana, apesar de que pode ser produzida por outros microorganismos. Manifesta-se por febre, tosse, expectoração e dor torácica. Em pacientes idosos ou imunodeprimidos pode ser uma doença fatal.
64 Celulite: Inflamação aguda das estruturas cutâneas, incluindo o tecido adiposo subjacente, geralmente produzida por um agente infeccioso e manifestada por dor, rubor, aumento da temperatura local, febre e mal estar geral.
65 Prognóstico: 1. Juízo médico, baseado no diagnóstico e nas possibilidades terapêuticas, em relação à duração, à evolução e ao termo de uma doença. Em medicina, predição do curso ou do resultado provável de uma doença; prognose. 2. Predição, presságio, profecia relativos a qualquer assunto. 3. Relativo a prognose. 4. Que traça o provável desenvolvimento futuro ou o resultado de um processo. 5. Que pode indicar acontecimentos futuros (diz-se de sinal, sintoma, indício, etc.). 6. No uso pejorativo, pernóstico, doutoral, professoral; prognóstico.
66 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
67 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
68 Incisão: 1. Corte ou golpe com instrumento cortante; talho. 2. Em cirurgia, intervenção cirúrgica em um tecido efetuada com instrumento cortante (bisturi ou bisturi elétrico); incisura.
69 Drenagem: Saída ou retirada de material líquido (sangue, pus, soro), de forma espontânea ou através de um tubo colocado no interior da cavidade afetada (dreno).
70 Grama: 1. Designação comum a diversas ervas da família das gramíneas que formam forrações espontâneas ou que são cultivadas para criar gramados em jardins e parques ou como forrageiras, em pastagens; relva. 2. Unidade de medida de massa no sistema c.g.s., equivalente a 0,001 kg . Símbolo: g.
71 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
72 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
73 Bacteremia: Presença de bactérias no sangue, porém sem que as mesmas se multipliquem neste. Quando elas se multiplicam no sangue chamamos “septicemia”.
74 Septicemia: Septicemia ou sepse é uma infecção generalizada grave que ocorre devido à presença de micro-organismos patogênicos e suas toxinas na corrente sanguínea. Geralmente ela ocorre a partir de outra infecção já existente.
75 Desnutrição: Estado carencial produzido por ingestão insuficiente de calorias, proteínas ou ambos. Manifesta-se por distúrbios do desenvolvimento (na infância), atrofia de tecidos músculo-esqueléticos e caquexia.
76 Traumatismo: Lesão produzida pela ação de um agente vulnerante físico, químico ou biológico e etc. sobre uma ou várias partes do organismo.
77 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
78 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
79 Neoplasias: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
80 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
81 Convulsão: Episódio agudo caracterizado pela presença de contrações musculares espasmódicas permanentes e/ou repetitivas (tônicas, clônicas ou tônico-clônicas). Em geral está associada à perda de consciência e relaxamento dos esfíncteres. Pode ser devida a medicamentos ou doenças.
82 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
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