DORNOT

UNIAO QUIMICA

Atualizado em 08/12/2014

DORNOT
Cloridrato de Petidina
Solução Injetável

- FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO
Solução Injetável: embalagem com 25 ampolas de 2 ml.

USO ADULTO E PEDIÁTRICO (acima de 1 ano de idade).

- COMPOSIÇÃO:
Cada ampola contém:
Cloridrato de Petidina    100 mg
Veículo: Água para Injeção1

Informações ao Paciente de Dornot

AÇÃO ESPERADA DO MEDICAMENTO:DORNOT tem efeito analgésico2 nos estados de dor pós-operatório, pós-traumática, neoplásica3 e em espasmos4 de várias etiologias. Também pode atuar como pré-anestésico ou como terapia de apoio ao procedimento anestésico.  

CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO:
Conserve o produto na embalagem original, em temperatura ambiente (15 a 30ºC), protegido da luz.

PRAZO DE VALIDADE:
24 meses a partir da data de fabricação (vide cartucho). Não use medicamentos com o prazo de validade vencido.

GRAVIDEZ5 E LACTAÇÃO6:
A petidina atravessa a barreira placentária, portanto, deve ser usado durante a gravidez5 somente se no julgamento do médico, os benefícios esperados superarem os possíveis riscos para o feto7. A petidina é excretada no leite materno, por isso não deve ser usada por mulheres que estejam amamentando. Informe seu médico a ocorrência de gravidez5 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está  amamentando.

CUIDADOS DE ADMINISTRAÇÃO:
A administração de petidina só deve ser feita sob estrito acompanhamento médico. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Após uso prolongado, a interrupção brusca do uso de petidina pode desencadear síndrome8 de abstinência.

REAÇÕES ADVERSAS:
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, como: vertigem9, náusea10, constipação11, confusão, vômitos12, cansaço incomum e fraqueza.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

INGESTÃO CONCOMITANTE COM OUTRAS SUBSTÂNCIAS:
Durante o tratamento com a petidina o paciente não pode ingerir bebidas alcoólicas. A ingestão de alimentos não altera a segurança e eficácia de DORNOT.

CONTRA-INDICAÇÕES E PRECAUÇÕES:
O produto não deve ser usado por pacientes com hipersensibilidade à petidina, com depressão respiratória aguda, em crianças, pacientes com dependência de opióides, durante a lactação6. Deve ser usado com cautela em casos de insuficiência hepática13 e/ou renal14, hipotireoidismo15, risco de retenção urinária16, casos de patologias uretro-prostática e em pacientes idosos.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
Não deve ser utilizado durante a lactação6.
Durante o tratamento o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE17.

- INFORMAÇÕES TÉCNICAS

Características de Dornot

Os analgésicos18 opióides se ligam aos receptores esteroespecíficos do sistema nervoso central19 (SNC20) para alterar os processos de percepção da dor e da resposta emocional à dor. Apesar de ainda não serem conhecidos o local e o mecanismo de ação precisos, alterações na liberação de vários neurotransmissores dos nervos sensitivos ao estímulo doloroso podem ser parcialmente responsáveis pelos efeitos analgésicos18. Quando este medicamento é usado como adjunto de anestésicos, a ação analgésica pode produzir uma proteção dose-relacionada contra as respostas hemodinâmicas ao stress cirúrgico.
Tem sido proposto que existem múltiplos subtipos de receptores opióides, cada um mediando vários efeitos terapêuticos e adversos das drogas opióides. As ações de um analgésico2 opióide pode, então, depender de sua afinidade de ligação por cada tipo de receptor e se ele age como um agonista21 total ou parcial ou se é inativo para cada tipo de receptor.
A petidina inicia sua ação 10 - 15 minutos após injeção intramuscular22 ou subcutânea23 e 1 minuto após injeção1 endovenosa. Sofre metabolização no fígado24 e, também, na mucosa intestinal25 para normeperidina, que é ativa e tóxica. É excretada pelos rins26, sendo que somente 5% é eliminada na forma inalterada.

- INDICAÇÕES:
DORNOT está indicado nos estados de dor e espasmos4 de várias etiologias, tais como: infarto27 agudo28 do miocárdio29, glaucoma30 agudo28, pós-operatórios, pós-traumáticos, dor conseqüente a neoplasia31 maligna, espasmos4 da musculatura lisa dos tratos gastrointestinal, biliar, urogenital32 e vascular33, rigidez e espasmos4 do orifício interno do colo uterino34 durante o trabalho de parto e tetania35 uterina.
DORNOT pode ser empregado, ainda, como pré-anestésico ou como terapia de apoio ao procedimento anestésico.

Contra-Indicações de Dornot

DORNOT  é contra-indicado à pacientes hipersensíveis à petidina, doenças nas quais deve-se evitar a depressão do centro respiratório36 (tais como hipertensão37 intracraniana e/ou cérebro38-espinhal, dependência de opióides, exceto nos casos de câncer39, alteração da consciência, hipotensão40 devido a hipovolemia41 e alcoolismo agudo28), na terapia de reposição nos casos onde há uma tolerância à opióides, durante a lactação6, em casos de síndrome8 abdominal aguda de etiologia42 desconhecida, asma43 brônquica aguda, arritmia44 cardíaca, danos cerebrais, tumor45 cerebral, delirium tremens46, estados convulsivos e em pacientes em uso de IMAO47. DORNOT injetável não deve ser utilizado em crianças com menos de 1 ano de idade.

- PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS: Gerais: A petidina deve ser usada com cautela em pacientes portadores  de insuficiência hepática13 e/ou renal14, hipotiroidismo, risco de retenção urinária16 e caso de patologias uretro-prostáticas.
Em pacientes com hepatopatias são aconselháveis doses iniciais menores e ajuste posológico cuidadoso.
Como a petidina aumenta a pressão de liquor48, os pacientes com suspeita de doença do SNC20, provavelmente não devem receber a droga.
Como os demais narcóticos, a petidina pode causar hipotensão40 ortostática.
A petidina pode causar dependência física ou psíquica.
Os analgésicos18 opióides podem diminuir ou inibir o fluxo salivar, contribuindo para o desenvolvimento de cáries49, doenças periodontais50, candidíase51 oral e desconforto. O paciente deve ser orientado para utilizar balas e chicletes sem açúcar52 ou substitutos da saliva para aliviar o problema.
Após o uso prolongado, a retirada do medicamento deve ser gradual para evitar sintomas53 de abstinência.  
Gravidez5: a petidina atravessa a placenta, podendo causar depressão respiratória no feto7. Portanto, seu uso durante a gravidez5 somente deve ser procedido, se no julgamento do médico os benefícios esperados superarem os possíveis riscos para o feto7.
Amamentação54: A petidina é detectada no leite materno, portanto, não é recomendado o uso da droga em lactantes55.
Pediatria: DORNOT injetável não deve ser utilizado em crianças com menos de 1 ano de idade.

- INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS:
Os efeitos depressores da petidina são potencializados pela administração concomitante de outros depressores do SNC20, como o álcool, tranqüilizantes, anti-histamínicos, hipnóticos e anestésicos, ou por drogas psicotrópicas, tais como a fenotiazina, IMAO47, butirofenonas e antidepressivos tricíclicos.
O uso concomitante com inibidores de MAO56 pode causar sintomas53 de choque57, depressão respiratória e coma58.
Existem relatos de acidentes graves e até fatais devido ao uso concomitante do sulfato de morfina com a petidina.
Soluções de petidina são quimicamente incompatíveis com aminofilina, barbitúricos, heparina, iodetos, meticilina, fenitoína, bicarbonato de sódio, sulfadiazina e sulfafurazol.

Reações Adversas de Dornot

As reações adversas mais graves associadas ao uso da petidina são a depressão respiratória e, em menor grau, a depressão circulatória. As reações adversas mais comuns são náusea10, constipação11, confusão mental e eventualmente vômitos12.
Também são relatados: fraqueza, cefaléia59, insônia, anorexia60, boca61 seca, salivação excessiva, prurido62, retenção urinária16, excitação, edema63 e urticária64.
Especialmente após a administração endovenosa, podem ocorrer efeitos vagotrópicos, tais como bradicardia65, hipotensão40, broncospasmo, miose66 e soluço. Estes normalmente regridem com a administração de pequenas doses de atropina. Pode ocorrer, também, taquicardia67 e dor e eritema68 no local da aplicação.
A nível central podem ocorrer sedação69, euforia, depressão respiratória e tonturas70.
Podem ocorrer convulsões, especialmente em pacientes recebendo altas doses de DORNOT e em casos de alterações pré-existentes da função renal14 e de aumento da suscetibilidade à convulsões.
A utilização de DORNOT durante a gestação pode causar depressão respiratória no recém-nascido. Por esta razão, a criança deve ficar em observação por, no mínimo, 6 horas após o nascimento. Se houver depressão respiratória poderão ser administrados antagonistas opiácios (ex.: naloxone).
Em casos raros podem ocorrer reações de hipersensibilidade e até choque anafilático71 após a administração de DORNOT. Caso isto ocorra, deve-se tomar as medidas terapêuticas usuais: decúbito lateral72, desobstrução de vias aéreas, assistência respiratória, administração de simpatomiméticos e corticóides em altas doses. Posteriormente recomenda-se a utilização de expansores de volume tais como: albumina73 humana, substitutos do plasma74 ou soluções hidroeletrolíticas balanceadas. Outras medidas como inalação de oxigênio, respiração artificial75, uso de anti-histamínicos e/ou cálcio podem ser empregadas a critério médico.

Posologia de Dornot

Analgesia:Adultos:
. Intramuscular (preferencialmente) ou subcutânea23: 50 a 150 mg, a cada 3 - 4 horas.
. Endovenosa: 25 a 100 mg, a cada 3 - 4 horas, diluída em 10 ml de solução fisiológica76 ou glicosada 10%. Quando a petidina for administrado por via intravenosa, a droga deve ser administrada lentamente (durante 4 - 5 minutos) para se impedir a ocorrência de hipotensão40 grave.
. Infusão Endovenosa: 15 a 35 mg por hora.
A dosagem deve ser ajustada de acordo com a severidade da dor e resposta do paciente. Não deve ser ultrapassada a dose diária de 500 mg.
Analgesia Obstétrica: intramuscular (preferencialmente) ou subcutânea23, 50 a 100 mg administrados quando a dose se tornar regular, em intervalos de 1 a 3 horas, se necessário.
Crianças:
. Intramuscular (preferencialmente) ou subcutânea23: 1,1 a 1,76 mg por kg de peso corporal, não excedendo 100 mg, a cada 3 - 4 horas, se necessário.
Terapia de apoio à Anestesia77
Pré-operatório:
Adultos:
. Intramuscular (preferencialmente) ou subcutânea23, 50 a 100 mg, 30 a 90 minutos antes da anestesia77.  
. Endovenosa: através de injeções lentas repetidas de doses fracionadas da solução diluída para 10 mg/ml.
. Infusão endovenosa: como solução diluída para 1 mg/ml.
Crianças:
. Intramuscular (preferencialmente) ou subcutânea23, 1 a 2,2 mg por kg de peso corporal, não excedendo 100 mg, 30 a 90 minutos antes da anestesia77.
A dosagem deve ser dividida de acordo com as necessidades do paciente, dependendo da medicação previamente prescrita, tipo de anestesia77 e natureza e duração do procedimento cirúrgico.

- SUPERDOSAGEM:
A superdosagem dos opiácios é caracterizada pela depressão respiratória com ou sem depressão concomitante do SNC20. Nos casos de superdosagem, os sintomas53 mais freqüentes são distúrbios visuais, boca61 seca, taquicardia67, vertigem9, midríase78, hipertermia, tremor muscular, depressão respiratória, anestesia77 e perda repentina da consciência. O tratamento consiste em assegurar e manter as vias aéreas livres, auxiliar a ventilação79 com oxigênio e/ou ventilação79 assistida e controlada. O antídoto80 específico é a naloxona, que deve ser administrada intravenosamente na dose de 0,4mg, simultaneamente com a respiração assistida.
Como a duração do efeito da naloxona é consideravelmente menor que a da petidina, a administração repetida pode ser necessária.

Pacientes Idosos de Dornot

Pessoas idosas são especialmente sensíveis aos efeitos dos analgésicos18 narcóticos, aumentando os riscos de ocorrerem reações adversas. Doses menores ou aumento do intervalo entre as doses podem ser suficientes para garantir analgesia efetiva.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
ATENÇÃO: PODE CAUSAR DEPENDÊNCIA FÍSICA
OU PSÍQUICA.

DORNOT - Laboratório

UNIAO QUIMICA
Rua Cel. Luiz Tenório de Brito, 90
Embu-Guaçu/SP - CEP: 06900-000
Tel: SAC 0800 11 1559

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Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
2 Analgésico: Medicamento usado para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
3 Neoplásica: Que apresenta neoplasia, ou seja, que apresenta processo patológico que resulta no desenvolvimento de neoplasma ou tumor. Um neoplasma é uma neoformação de crescimento anormal, incontrolado e progressivo de tecido, mediante proliferação celular.
4 Espasmos: 1. Contrações involuntárias, não ritmadas, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosas ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
5 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
6 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
7 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
8 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
9 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
10 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
11 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
12 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
13 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
14 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
15 Hipotireoidismo: Distúrbio caracterizado por uma diminuição da atividade ou concentração dos hormônios tireoidianos. Manifesta-se por engrossamento da voz, aumento de peso, diminuição da atividade, depressão.
16 Retenção urinária: É um problema de esvaziamento da bexiga causado por diferentes condições. Normalmente, o ato miccional pode ser iniciado voluntariamente e a bexiga se esvazia por completo. Retenção urinária é a retenção anormal de urina na bexiga.
17 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
18 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
19 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
20 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
21 Agonista: 1. Em farmacologia, agonista refere-se às ações ou aos estímulos provocados por uma resposta, referente ao aumento (ativação) ou diminuição (inibição) da atividade celular. Sendo uma droga receptiva. 2. Lutador. Na Grécia antiga, pessoa que se dedicava à ginástica para fortalecer o físico ou como preparação para o serviço militar.
22 Injeção intramuscular: Injetar medicamento em forma líquida no músculo através do uso de uma agulha e seringa.
23 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
24 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
25 Mucosa Intestinal: Revestimento dos INTESTINOS, consistindo em um EPITÉLIO interior, uma LÂMINA PRÓPRIA média, e uma MUSCULARIS MUCOSAE exterior. No INTESTINO DELGADO, a mucosa é caracterizada por várias dobras e muitas células absortivas (ENTERÓCITOS) com MICROVILOSIDADES.
26 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
27 Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
28 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
29 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
30 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
31 Neoplasia: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
32 Urogenital: Na anatomia geral, é a região relativa aos órgãos genitais e urinários; geniturinário.
33 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
34 Colo Uterino: Porção compreendendo o pescoço do ÚTERO (entre o ístmo inferior e a VAGINA), que forma o canal cervical.
35 Tetania: Espasmos e contraturas dos músculos das mãos e pés, e menos freqüentemente dos músculos da face, da laringe (cordas vocais) e da coluna vertebral. Inicialmente, são indolores; mas tendem a tornar-se cada vez mais dolorosos. É um sintoma de alterações bioquímicas do corpo humano e não deve ser confundida com o tétano, que é uma infecção. A causa mais comum é a hipocalcemia (nível baixo de cálcio no sangue). Outras causas incluem hipocalemia (nível baixo de potássio no sangue), hiperpnéia (frequência respiratória anormalmente profunda e rápida, levando a baixos níveis de dióxido de carbono), ou mais raramente de hipoparatiroidismo (atividade diminuída das glândulas paratiróides). Recentemente, considera-se que a hipomagnesemia (nível baixo de magnésio no sangue) é também um dos fatores causais desta situação clínica.
36 Centro Respiratório:
37 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
38 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
39 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
40 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
41 Hipovolemia: Diminuição do volume de sangue secundário a hemorragias, desidratação ou seqüestro de sangue para um terceiro espaço (p. ex. peritônio).
42 Etiologia: 1. Ramo do conhecimento cujo objeto é a pesquisa e a determinação das causas e origens de um determinado fenômeno. 2. Estudo das causas das doenças.
43 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
44 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
45 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
46 Delirium tremens: Variedade de delírio associado ao consumo ou abstinência de álcool.
47 IMAO: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
48 Líquor: Líquido cefalorraquidiano (LCR), também conhecido como líquor ou fluido cérebro espinhal, é definido como um fluido corporal estéril, incolor, encontrado no espaço subaracnoideo no cérebro e na medula espinhal (entre as meninges aracnoide e pia-máter). Caracteriza-se por ser uma solução salina pura, com baixo teor de proteínas e células, atuando como um amortecedor para o córtex cerebral e a medula espinhal. Possui também a função de fornecer nutrientes para o tecido nervoso e remover resíduos metabólicos do mesmo. É sintetizado pelos plexos coroidais, epitélio ventricular e espaço subaracnoideo em uma taxa de aproximadamente 20 mL/hora. Em recém-nascidos, este líquido é encontrado em um volume que varia entre 10 a 60 mL, enquanto que no adulto fica entre 100 a 150 mL.
49 Cáries: Destruição do esmalte dental produzida pela proliferação de bactérias na cavidade oral.
50 Periodontais: Relativo ao ou próprio do tecido em torno dos dentes, o periodonto. O periodonto é o tecido conjuntivo que fixa o dente no alvéolo.
51 Candidíase: É o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
52 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
53 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
54 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
55 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
56 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
57 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
58 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
59 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
60 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
61 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
62 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
63 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
64 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
65 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
66 Miose: Contração da pupila, que pode ser fisiológica, patológica ou terapêutica.
67 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
68 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
69 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
70 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
71 Choque anafilático: Reação alérgica grave, caracterizada pela diminuição da pressão arterial, taquicardia e distúrbios gerais da circulação, acompanhado ou não de edema de glote. Necessita de tratamento urgente. Pode surgir por exposição aos mais diversos alérgenos.
72 Decúbito lateral: O corpo está deitado de lado. Direito ou esquerdo.
73 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
74 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
75 Respiração artificial: Tipo de apoio à função respiratória que utiliza um instrumento eletromecânico (respirador artificial), capaz de insuflar de forma cíclica volumes pré-determinados de ar com alta concentração de oxigênio através dos brônquios.
76 Fisiológica: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
77 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
78 Midríase: Dilatação da pupila. Ela pode ser fisiológica, patológica ou terapêutica.
79 Ventilação: 1. Ação ou efeito de ventilar, passagem contínua de ar fresco e renovado, num espaço ou recinto. 2. Agitação ou movimentação do ar, natural ou provocada para estabelecer sua circulação dentro de um ambiente. 3. Em fisiologia, é o movimento de ar nos pulmões. Perfusão Em medicina, é a introdução de substância líquida nos tecidos por meio de injeção em vasos sanguíneos.
80 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.

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