ALBUMINA HUMANA 20% BLAÜSIEGEL

BLAUSIEGEL

Atualizado em 03/06/2015

MODELO DE BULA


ALBUMINA1 HUMANA 20%
200 mg/ml
Solução Injetável


Somente para uso endovenoso.
Uso adulto e pediátrico
Apresentação: frasco-ampola com 50 ml.

Composição da Albumina1 Humana

Albumina1 Humana  20% - solução injetável - é obtida do sangue2 de doadores saudáveis. Cada 50 ml do produto contém 10 g de albumina1 sérica extraída de um "pool" de plasma3 humano normal. É estabilizada com caprilato de sódio e acetiltriptofanato de sódio, esterilizada por filtração e por exposição à temperatura de 60ºC durante 10 horas, no acondicionamento final, o que exclui a possibilidade de transmissão de doenças infecciosas, inclusive hepatite4 B, C e Aids. O produto é apirogênico e isento de preservativo.

Propriedades da Albumina1 Humana

A importância fisiológica5 da albumina1, baseia-se na manutenção do equilíbrio coloidosmótico ou oncótico do plasma3 sangüíneo, mantendo a fluidez nos vasos sangüíneos6 e estabilizando o volume circulante. Em condições normais, a albumina1 humana sangüínea é responsável por 80 a 85% da pressão oncótica7 e coloidal do plasma3.
Em condições de deficiência da albumina1 plasmática, a administração intravenosa restaura o volume sangüíneo e restitui as proteínas8 plasmáticas que permitem a normalização do transporte de substâncias (hormônios, nutrientes, medicamentos, toxinas9, etc).
A distribuição intravascular10 da albumina1 em relação à quantidade corpórea total é de 42%. Quando utilizada em infusão intravenosa gota11-a-gota11, mobiliza grande volume de líquido intersticial12 para o compartimento intravascular10.
A albumina1 distribui-se parcialmente no intestino e área intracelular, aumentando a concentração nos vasos linfáticos e, posteriormente, na circulação13 venosa.
A Albumina1 Humana  20%, com baixo teor de sal, apresenta poder coloidosmótico, aproximadamente 4 vezes superior ao do plasma3.

Indicações da Albumina1 Humana

A albumina1 humana é indicada nos casos em que se necessite corrigir a volemia14 e a pressão coloidosmótica. A Albumina1 Humana  20% é indicada em edemas15 (por exemplo, edema16 cerebral), processos tóxicos (por exemplo, toxemia17 gravídica e hiperbilirrubinemia), na terapia da substituição do volume sangüíneo e em casos de hipoalbuminemia18 devida à cirrose19 hepática20 e nefroses.

Contra-Indicações da Albumina1 Humana

De modo geral,  a albumina1 humana é contra-indicada em pacientes com insuficiência cardíaca21.
A utilização da Albumina1 Humana  20% sem prévia diluição é contra-indicada na desidratação22.

Precauções da Albumina1 Humana

A monitorização dos eletrólitos23 é sempre importante em todos os casos nos quais se administra albumina1; a freqüência dessa monitorização depende do procedimento e do quadro clínico do paciente.Em pacientes portadores de enfermidades nas quais uma sobrecarga por aumento de volume e/ou pressão pode ser perigoso, tais como insuficiência cardíaca21 descompensada, hipertensão24 grave, varizes25 do esôfago26, diásteses hemorrágicas27 e anúria28 de causa renal29 ou pós-renal29, a albumina1 deve ser utilizada sob rigorosa observação médica com infusão lenta e monitorização contínua dos parâmetros clínicos. Nestes casos, usar preferencialmente uma diluição na proporção de 1:4.
O produto contém de 100 a 160 mEq/l de sódio e isto deve ser considerado quando houver a necessidade de se controlar a ingestão do sal.
Aos primeiros sinais30 de sobrecarga circulatória (dor de cabeça31, dispnéia32, estase33 jugular) a infusão deve ser imediatamente interrompida.

Advertências da Albumina1 Humana

Podem ocorrer sinais30 ou sintomas34 de incompatibilidade, inclusive reações do tipo alérgico.
Na ocorrências destas reações recomendam-se as seguintes medidas imediatas:
·     Sintomas34 subjetivos (dor na nuca, náuseas35, rubor, etc.): interromper a infusão.
·    Dispnéia32, choque36 ou sinais30 isolados de choque36: administrar epinefrina por via intravenosa; administrar corticosteróides em altas doses por via intravenosa; restaurar o volume sangüíneo e aplicar oxigênio através de cateter intranasal.
·    Parada cardíaca ou respiratória: reanimar.

Interações Medicamentosas da Albumina1 Humana

A albumina1 administrada por via intravenosa não interage com medicamentos ou alimentos. Todavia, como tem função no transporte de fármacos, metabólitos37 e outras substâncias, sua administração modifica o estado fisiológico38 do paciente com tendência a trazê-lo de volta às condições normais.

Reações Adversas da Albumina1 Humana

A Albumina1 Humana  20%, é isotônica39 e pode causar hipervolemia. Embora com baixa incidência40 de acontecimento existe o risco de insuficiência41 circulatória por hipervolemia ou grave reação de incompatibilidade com choque36. Ambas as situações podem levar à parada cardíaca e morte. Durante ou pós infusão de soluções que afetam o volume sangüíneo, podem ocorrer reações urticariformes transitórias, hipotensão42 temporária, aumento da temperatura e/ou calafrios43. Tais reações são raras e a experiência mostrou que desaparecem rapidamente com a interrupção da infusão.

Cuidados de Administração, Posologia, Modo de Usar da Albumina1 Humana

Uso endovenosoO equipo deve ser descartável para prevenir contaminações.
O conteúdo do frasco de infusão, uma vez aberto, deve ser utilizado imediatamente.
Não é necessário a determinação prévia do tipo sanguíneo pois a albumina1 humana é isenta de isoaglutininas.
Somente devem ser utilizadas soluções claras, sem turvação.
A solução de albumina1 humana não deve ser utilizada em temperatura muito abaixo da temperatura corpórea.

Posologia da Albumina1 Humana

A quantidade do produto, a diluição adequada e a duração do tratamento dependem do quadro clínico. Quando utiliza-se Albumina1 Humana  20% sem diluição, deve-se promover a hidratação do paciente, se necessário.
Recomenda-se o seguinte esquema posológico:
·     Cirrose19 hepática20 ou nefrose44, doenças e cirurgias gastrointestinais. Pré e pós-operatório: Usar albumina1 não diluída (20%) na velocidade de 35 a 70 gotas/minuto, ou diluída 1:4 em soro45 fisiológico38 na velocidade de 125 gotas/minuto. A quantidade a ser utilizada e a duração do tratamento dependem do quadro clínico. É necessário controlar regularmente a albumina1 sérica.
·    Queimaduras: usar albumina1 não diluída (20%) na velocidade de 125 gotas/minuto, no volume total de 50 a 100ml, ou diluída à 1:4 em soro45 fisiológico38. Em casos graves, utilizar a infusão rápida: 500 ml em 15 a 30 minutos.
·    Edema16 cerebral: usar albumina1 não diluída na velocidade de 35 a 70 gotas/minuto, no volume de 50 a 100ml. Utilizar concomitantemente solução hipertônica46 e/ou diuréticos47 e reduzir a administração de líquidos.
·    Toxemia17 gravídica: usar albumina1 não diluída na velocidade de 125 gotas/minutos, no volume de 50 a 300ml.
·    Hemorragia48, perda de plasma3 e choque hipovolêmico49: no início do tratamento, usar albumina1 não diluída na velocidade de 125 gotas/minuto, no volume de 50 a 100ml. Em casos graves, pode ser utilizada a albumina1 diluída em infusão rápida: 500 ml em 15 a 30 minutos.
Na manutenção, utilizar albumina1 diluída 1:4 em soro45 fisiológico38, na velocidade de 125 gotas/minuto ou cerca de 500 ml/hora. Caso o valor do hematócrito50 fique menor que 25%, deve-se utilizar adicionalmente sangue2 total ou concentrado de hemácias51.
·     Desidratação22 com deficiência de albumina1 e estabilização do volume circulante pré, intra e pós operatória: Usar albumina1 diluída 1:4 em soro45 fisiológico38 ou glicosado a 5%, na velocidade de 125 gotas/minuto. A quantidade infundida e a duração do tratamento dependem do quadro clínico.
·    Perfusão extracorpórea (auxílio à circulação13): administrar em quantidade proporcional à solução de perfusão.
·    Hiperbilirrubinemia do recém-nascido: administrar albumina1 não diluída de 5 a 14 ml/kg de peso corporal, 30 minutos antes de iniciar a exsangüíneo transfusão52.

Superdosagem da Albumina1 Humana

Um aumento passageiro de albumina1 é auto-regulável através de extravasamento protéico vascular53, aumento da degradação e inibição da síntese, até que os valores retornem a níveis normais. A administração excessiva pode levar à sobrecarga circulatória e, em casos extremos, à insuficiência cardíaca21 e morte.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
USO RESTRITO A HOSPITAIS.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO LONGE DO ALCANCE DA CRIANÇAS.
Lote, fabricação e validade: vide cartucho. Mantenha em local fresco e ao abrigo da luz.

ALBUMINA HUMANA 20% BLAÜSIEGEL - Laboratório

BLAUSIEGEL
Rodovia Raposo Tavares km 30,5 No. 2833
Cotia/SP - CEP: 06705-030
Tel: (11) 4612-2922
Site: http://www.blausiegel.net

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
2 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
3 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
4 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
5 Fisiológica: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
6 Vasos sangüíneos: Órgãos em forma de tubos que se ramificam por todo o organismo. Existem três tipos principais de vasos sangüíneos que são as artérias, veias e capilares.
7 Pressão oncótica: É a pressão osmótica gerada pelas proteínas no plasma sanguíneo. No plasma sanguíneo, os componentes dissolvidos possuem uma pressão osmótica. A diferença entre a pressão osmótica exercida pelas proteínas plasmáticas (pressão osmótica coloidal) no plasma sanguíneo e a pressão exercida pelas proteínas fluidas no tecido é chamada de pressão oncótica.
8 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
9 Toxinas: Substâncias tóxicas, especialmente uma proteína, produzidas durante o metabolismo e o crescimento de certos microrganismos, animais e plantas, capazes de provocar a formação de anticorpos ou antitoxinas.
10 Intravascular: Relativo ao interior dos vasos sanguíneos e linfáticos, ou que ali se situa ou ocorre.
11 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
12 Intersticial: Relativo a ou situado em interstícios, que são pequenos espaços entre as partes de um todo ou entre duas coisas contíguas (por exemplo, entre moléculas, células, etc.). Na anatomia geral, diz-se de tecido de sustentação localizado nos interstícios de um órgão, especialmente de vasos sanguíneos e tecido conjuntivo.
13 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
14 Volemia: Volume sanguíneo
15 Edemas: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
16 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
17 Toxemia: Intoxicação resultante do acúmulo excessivo de toxinas endógenas ou exógenas no sangue, em virtude de insuficiência relativa ou absoluta dos órgãos excretores (rins, fígado, etc.).
18 Hipoalbuminemia: Queda da albumina no sangue.
19 Cirrose: Substituição do tecido normal de um órgão (freqüentemente do fígado) por um tecido cicatricial fibroso. Deve-se a uma agressão persistente, infecciosa, tóxica ou metabólica, que produz perda progressiva das células funcionalmente ativas. Leva progressivamente à perda funcional do órgão.
20 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
21 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
22 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
23 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
24 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
25 Varizes: Dilatação anormal de uma veia. Podem ser dolorosas ou causar problemas estéticos quando são superficiais como nas pernas. Podem também ser sede de trombose, devido à estase sangüínea.
26 Esôfago: Segmento muscular membranoso (entre a FARINGE e o ESTÔMAGO), no TRATO GASTRINTESTINAL SUPERIOR.
27 Hemorrágicas: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
28 Anúria: Clinicamente, a anúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas.
29 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
30 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
31 Cabeça:
32 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
33 Estase: 1. Estagnação do sangue ou da linfa. 2. Incapacidade de agir; estado de impotência.
34 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
35 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
36 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
37 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
38 Fisiológico: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
39 Isotônica: Relativo à ou pertencente à ação muscular que ocorre com uma contração normal. Em química, significa a igualdade de pressão entre duas soluções.
40 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
41 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
42 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
43 Calafrios: 1. Conjunto de pequenas contrações da pele e dos músculos cutâneos ao longo do corpo, muitas vezes com tremores fortes e palidez, que acompanham uma sensação de frio provocada por baixa temperatura, má condição orgânica ou ainda por medo, horror, nojo, etc. 2. Sensação de frio e tremores fortes, às vezes com bater de dentes, que precedem ou acompanham acessos de febre.
44 Nefrose: Degeneração do epitélio tubular renal.
45 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
46 Hipertônica: Relativo à hipertonia; em biologia caracteriza solução que apresenta maior concentração de solutos do que outra; em fisiologia, é o mesmo que espástico e em medicina diz-se de tecidos orgânicos que apresentam hipertonia ou tensão excessiva em músculos, artérias ou outros tecidos orgânicos.
47 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
48 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
49 Choque hipovolêmico: Choque é um distúrbio caracterizado pelo insuficiente suprimento de sangue para os tecidos e células do corpo. O choque hipovolêmico tem como causa principal a perda de sangue, plasma ou líquidos extracelulares. É o tipo mais comum de choque e deve-se a uma redução absoluta e geralmente súbita do volume sanguíneo circulante em relação à capacidade do sistema vascular.
50 Hematócrito: Exame de laboratório que expressa a concentração de glóbulos vermelhos no sangue.
51 Hemácias: Também chamadas de glóbulos vermelhos, eritrócitos ou células vermelhas. São produzidas no interior dos ossos a partir de células da medula óssea vermelha e estão presentes no sangue em número de cerca de 4,5 a 6,5 milhões por milímetro cúbico, em condições normais.
52 Transfusão: Introdução na corrente sangüínea de sangue ou algum de seus componentes. Podem ser transfundidos separadamente glóbulos vermelhos, plaquetas, plasma, fatores de coagulação, etc.
53 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.

Tem alguma dúvida sobre ALBUMINA HUMANA 20% BLAÜSIEGEL?

Pergunte diretamente a um especialista

Sua pergunta será enviada aos especialistas do CatalogoMed, veja as dúvidas já respondidas.