Preço de FLUIR em Fairfield/SP: R$ 36,80

FLUIR

Mantecorp

Atualizado em 08/12/2014

FLUIR*
Fumarato de formoterol

Forma Farmacêutica e Apresentações de Fluir

Cápsulas contendo fumarato de formoterol em pó micronizado para inalação. FLUIR é apresentado em embalagens com 30, ou 60 cápsulas com ou sem inalador.
USO ADULTO E PEDIÁTRICO (CRIANÇAS ACIMA DE 5 ANOS DE IDADE OU MAIS).
Cada cápsula com pó para inalação contém fumarato de formoterol 12 mg, e lactose1 como excipiente.

Informação ao Paciente de Fluir

FLUIR* está indicado na profilaxia e no tratamento das broncoconstrições em pacientes com doença obstrutiva reversível das vias aéreas.

FLUIR* deve ser mantido à temperatura ambiente (máximo de 25°C), ao abrigo do calor e da umidade.
         
O prazo de validade de FLUIR* é de 24 meses e encontra-se gravado na embalagem externa do produto; em caso de vencimento, inutilize o produto.

Informe seu médico sobre a ocorrência de gravidez2 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está amamentando.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

ATENÇÃO: NÃO ENGULA AS CÁPSULAS. USE EXCLUSIVAMENTE PARA INALAÇÃO.

Para se assegurar uma administração adequada, o paciente deve ser informado sobre as instruções de uso do inalador pelo médico ou por outro profissional de saúde3.

É importante para o paciente entender que a cápsula de gelatina pode fragmentar-se e que pequenos pedaços de gelatina podem atingir a boca4 ou a garganta5 após a inalação. As cápsulas só devem ser retiradas do blíster imediatamente antes do uso. Para usar o inalador, proceda do seguinte modo:
 1.    Retire a tampa.

 2.    Segure firmemente a base do inalador e, para abrir, gire o bocal na direção indicada pela seta.

 3.    Remova a cápsula do blíster, levantando e puxando a aba de alumínio, e coloque-a no compartimento adequado, na base do inalador. É importante que a cápsula somente seja retirada do blíster imediatamente antes do uso.

 4.    Mantenha o inalador em posição vertical, pressione os botões laterais completamente, uma só vez, acompanhando visualmente a perfuração das duas extremidades da cápsula. Os botões são relativamente duros para garantir a eficácia da perfuração.

 5.    Pressione levemente um dos botões, empurrando um dos lados da cápsula para certificar-se de que ela se encontra solta no fundo do compartimento. Soltar a cápsula é uma operação que garante a eficácia da aspiração, pois durante a perfuração a cápsula pode ficar presa no fundo do compartimento

 6.    Gire o bocal de volta para a posição fechada.

 7.    Expire o máximo possível.

 8.    Coloque aproximadamente 2/3 do bocal do inalador na boca4 e feche os lábios ao redor dele. Inspire de maneira rápida e o mais profundamente possível. Você deverá ouvir um som de vibração, como se a cápsula girasse na câmara do inalador com a dispersão do produto.

 9.    Quando ouvir o som de vibração, segure a respiração pelo maior tempo que você confortavelmente conseguir (aproximadamente 10 segundos); enquanto isso, retire o inalador da boca4. Em seguida respire normalmente. Abra o inalador e verifique se ainda há resíduo de pó na cápsula. Se ainda restar pó na cápsula, repita os passos de 5 a 9.

 10.    Após o uso, abra o inalador e remova a cápsula vazia, a cápsula poderá ter se partido em pequenos fragmentos6 e estes fragmentos6 de gelatina poderão ter atingido sua boca4 ou garganta5. A gelatina é comestível e, portanto, não é prejudicial. Da mesma forma, fragmentos6 de gelatina podem permanecer no fundo do compartimento e estes resíduos deverão ser removidos com auxílio de uma escovinha ou pincel macio. Feche o bocal e recoloque a tampa.

Limpeza do inalador. Para melhor conservação de seu inalador, faça uso de escova ou pincel macio, removendo resíduos após cada uso. Após o último uso do dia, limpe o bocal e o compartimento da cápsula com uma haste flexível de algodão, podendo ocasionalmente umedecê-la em solução antisséptica (como, por exemplo, água oxigenada 10 volumes). Não utilize álcool, pois poderá danificar a superfície plástica. Seguindo estes cuidados de conservação, a vida útil estimada de seu inalador é de 3 meses.

Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. É importante que você mantenha as medicações prescritas, não interrompendo ou reduzindo as doses, mesmo que você esteja se sentindo bem. Se o alívio na dificuldade de respiração não for adequado ou se perdurar por períodos menores do que o habitual, comunique o fato a seu médico o mais brevemente possível.

Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. Com FLUIR* podem ocorrer as seguintes reações: ocasionalmente, tremor, aceleração e irregularidade dos batimentos cardíacos ou dores de cabeça7; raramente, cãibras e dores musculares, agitação, tontura8, nervosismo ou cansaço, dificuldade para dormir, irritação na boca4 ou na garganta5 e broncospasmo. Alguns desses efeitos desaparecem no decorrer do tratamento. Comunique ao seu médico se alguma dessas reações não desejadas persistir ou se causar muito desconforto. Procure também o seu médico se observar qualquer outra reação além das indicadas.

Comunique ao seu médico se ocorrer reação alérgica9 ou outro tipo de reação com o fumarato de formoterol e/ou se for alérgico a qualquer outra substância. Antes de usar o produto, comunique também ao seu médico se você sofre de alguma doença do coração10, de diabetes11 ou problemas de tireóide.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS .


Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento. Comunique ao seu médico caso esteja utilizando ,ou necessite utilizar, qualquer outro tipo de medicamento.

FLUIR* cápsulas de pó para inalação de fumarato de formoterol é adequado para crianças acima de 5 anos de idade, desde que estas possam usar o inalador corretamente, contando com a ajuda de um adulto. FLUIR* é também adequado para pacientes12 idosos.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE3

Informação Técnica de Fluir

Farmacodinâmica

O formoterol é um potente estimulante seletivo beta-2-adrenérgico13. Exerce efeito broncodilatador14 em pacientes com obstrução reversível das vias aéreas. O efeito inicia-se rapidamente (em 1 a 3 minutos), permanecendo ainda significativo 12 horas após a inalação. Com as doses terapêuticas, os efeitos cardiovasculares são pequenos e ocorrem apenas ocasionalmente.
O formoterol inibe a liberação de histamina15 e dos leucotrienos16 do pulmão17 humano sensibilizado passivamente. Algumas propriedades antiinflamatórias, como inibição de edema18 e do acúmulo de células19 inflamatórias, têm sido observadas em experimentos com animais. No homem, tem-se demonstrado que o formoterol é eficaz na prevenção do broncospasmo induzido por alérgenos20 inalados, exercícios, ar frio, histamina15 ou metilcolina.

Farmacocinética

Absorção. Assim como relatado para outros fármacos inalados, é provável que o formoterol seja bem absorvido a partir do trato gastrintestinal. Isto significa que as características farmacocinéticas da formulação oral aplicam-se em grande parte ao pó para inalação, quando em nível pulmonar.

As doses orais de até 300 mg de fumarato de formoterol são rapidamente absorvidas no trato gastrintestinal. Os picos de concentração plasmática da substância inalterada são atingidos de ½ hora a 1 hora após a administração. A absorção da dose oral de 80 mg é de 65% ou mais.

A farmacocinética do formoterol demonstra-se linear na faixa da dose investigada, isto é, 20 a 300 mg. A administração oral repetida de doses diárias de 40 a 160 mg não leva ao acúmulo significativo do fármaco21.

Após a inalação de doses terapêuticas, não é possível detectar o formoterol no plasma22, pelos métodos analíticos correntes; entretanto, a análise das taxas de excreção urinária sugerem que o formoterol seja rapidamente absorvido. A taxa de excreção máxima, após administração de 12 a 96 mg é atingida em 1 a 2 horas após a inalação.

A excreção urinária cumulativa do formoterol, após administração do pó inalado (12 a 24 mg) em duas formulações diferentes de aerosol (12 a 96 mg), demonstrou que a proporção de formoterol disponível na circulação23 aumenta proporcionalmente à dose.

Distribuição. A ligação do formoterol às proteínas24 plasmáticas é de 61% a 64% (34%, principalmente à albumina25). Não há saturação dos sítios de ligação na faixa de concentração atingida com doses terapêuticas.

Biotransformação. O formoterol é eliminado principalmente pelo metabolismo26, sendo a glicuronização direta a principal via de biotransformação. A o-demetilação seguida de glicuronização é outra via.

Eliminação. A eliminação do formoterol da circulação23 parece ser polifásica; a meia-vida aparente depende do intervalo de tempo considerado. Baseando-se nas concentrações no plasma22 ou no sangue27 até 6, 8 ou 12 horas após a administração oral, foi determinada uma meia-vida de eliminação de aproximadamente 2 a 3 horas. A partir das taxas de excreção urinária, entre 3 e 16 horas após a administração, foi calculada uma meia-vida de cerca de 5 horas.

O fármaco21 e seus metabólitos28 são completamente eliminados do organismo; aproximadamente dois terços de uma dose oral aparecem na urina29 e um terço aparece nas fezes. Após a inalação, cerca de 6% a 9% da dose, em média, é excretada inalterada na urina29. A depuração renal30 do formoterol é de 150 ml/min.

Indicações de Fluir

FLUIR* está indicado na profilaxia e no tratamento da broncoconstrição em pacientes com doença obstrutiva reversível das vias aéreas, como asma31 brônquica e bronquite crônica32, com ou sem enfisema33. Profilaxia de broncospasmo induzido por alérgenos20 inalados, ar frio ou exercício.

Como o efeito broncodilatador14 de FLUIR* é ainda significativo 12 horas após a inalação, a terapia de manutenção de duas vezes por dia pode controlar, na maioria dos casos, a broncoconstrição associada a condições crônicas, tanto durante o dia como à noite.

Contra-Indicações de Fluir

Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.

Precauções e Advertências de Fluir

Terapia antiinflamatória

Em geral, os pacientes asmáticos que requeiram tratamento regular com beta-2-agonista34 devem receber doses adequadas e regulares de um agente antiinflamatório inalado (p. ex., corticosteróides e/ou, em crianças, cromoglicato sódico) ou corticosteróides orais. Quando FLUIR* for prescrito, o paciente deverá ser avaliado para adequação da terapêutica35 antiinflamatória a receber. Os pacientes deverão ser alertados a manter inalterada a terapêutica35 antiinflamatória após a introdução de FLUIR*, mesmo quando os sintomas36 melhorarem. A persistência dos sintomas36 ou o aumento do número de doses de FLUIR* necessárias para o controle dos sintomas36 indica normalmente a piora da condição subjacente e justifica a reavaliação médica do tratamento.

Condições concomitantes

Cuidado especial e supervisão, com ênfase particular nos limites da dose, serão necessários em pacientes tratados com este fármaco21, quando coexistirem as seguintes condições: doença cardíaca isquêmica, arritmias37 cardíacas, especialmente bloqueio atrioventricular de terceiro grau, descompensação cardíaca grave, estenose38 subvalvular aórtica idiopática39, cardiomiopatia obstrutiva hipertrófica, tireotoxicose, prolongamento suspeito ou conhecido do intervalo QT (QTc > 0,44 seg ; veja "Interações Medicamentosas").

Pelo efeito hiperglicêmico dos beta-2-estimulantes, recomenda-se controle adicional de glicose40 sangüínea em pacientes diabéticos.
Hipopotassemia41

Hipopotassemia41 potencialmente grave pode resultar da terapêutica35 com beta-2-agonistas. Recomenda-se cuidado especial em asma31 grave, já que esse efeito pode ser potencializado por hipóxia42 e tratamento concomitante (veja "Interações Medicamentosas"). Recomenda-se que os níveis de potássio sérico sejam monitorados em tais situações.

Broncospasmo paradoxal43

Assim como em outras terapias por inalação, o potencial para broncospasmo paradoxal43 deve ser considerado. Se isso ocorrer, o medicamento deverá ser imediatamente descontinuado e substituído por terapêutica35 alternativa.

Gravidez2 e Lactação44

A segurança de FLUIR* durante a gravidez2 e a lactação44 ainda não foi estabelecida. Seu uso durante a gravidez2 deve ser evitado, salvo se não existir alternativa mais segura. Como outros estimulantes beta-2-adrenérgicos45, o formoterol pode inibir o trabalho de parto por seu efeito relaxante sobre a musculatura lisa uterina.

Não se sabe se o formoterol passa para o leite materno. O fármaco21 foi detectado no leite de ratas lactantes46. As mães em tratamento com FLUIR* não devem amamentar.

Experiência Pré-clínica

Mutagenicidade. Foram conduzidos testes de mutagenicidade cobrindo uma ampla faixa de parâmetros. Não se encontrou efeito genotóxico em nenhum dos testes efetuados in vitro ou in vivo.

Carcinogenicidade. Estudos de dois anos em ratos e camundongos não indicaram nenhum potencial carcinogênico.

Camundongos machos tratados com níveis de dose bastante altos demonstraram incidência47 ligeiramente maior de tumor48 benigno de célula49 subcapsular adrenal, o que se considera reflexo de alteração no processo fisiológico50 de envelhecimento.

Dois estudos em ratos, com diferentes faixas de dose, demonstraram aumento de leiomioma51 mesovariano. Essa neoplasia52 benigna está tipicamente associada aos tratamentos prolongados de ratos, com altas doses de fármacos beta-2-adrenérgicos45. Um aumento da incidência47 de cistos ovarianos e células19 tumorais benignas da teca e da granulosa foi também observado; são conhecidos os efeitos dos betaagonistas em ovário53 de ratas, sendo os mesmos específicos de roedores. Alguns outros tipos de tumores observados no primeiro estudo com altas doses estavam de acordo com a incidência47 do controle histológico54 da população e não foram observados no estudo de doses menores.

Nenhuma das incidências de tumores aumentou a uma extensão estatisticamente significativa nas doses mais baixas do segundo estudo, doses estas que levaram a uma exposição sistêmica 10 vezes maior do que a esperada com a dose máxima recomendada de FLUIR*.

Baseando-se nas conclusões dos estudos e na ausência de potencial mutagênico, conclui-se que o uso de FLUIR* em doses terapêuticas não apresenta risco carcinogênico.

Toxicidade55 sobre a reprodução56. Testes em animais não demonstraram potencial teratogênico57; após administração oral, o formoterol foi excretado no leite de ratas lactantes46.

Interações Medicamentosas de Fluir

Fármacos como quinidina, disopiramida, procainamida, fenotiazínicos, anti-histamínicos e antidepressivos tricíclicos podem ser associados com prolongamento do intervalo QT e com aumento do risco de arritmia58 ventricular.

A administração concomitante de outros agentes simpatomiméticos pode potencializar os efeitos indesejáveis de FLUIR*.

A administração de FLUIR* a pacientes em tratamento com inibidores da monoaminooxidase (IMAOs) ou antidepressivos tricíclicos deve ser conduzida com cautela, já que a ação de estimulantes beta-2-adrenérgicos45 no sistema cardiovascular59 pode ser potencializada.

O tratamento concomitante com derivados xantínicos, esteróides ou diuréticos60 pode potencializar um possível efeito hipocalêmico dos beta-2-agonistas. A hipocalemia61 pode aumentar a suscetibilidade a arritmias37 cardíacas em pacientes tratados com digitálicos (veja "Precauções e Advertências").

Os bloqueadores beta-adrenérgicos45 podem diminuir ou antagonizar o efeito do formoterol. Portanto, FLUIR* não deve ser administrado juntamente com bloqueadores beta-adrenérgicos45 (incluindo-se colírios), a não ser que existam razões que obriguem ao seu uso.

Reações Adversas de Fluir

Sistema musculoesquelético: ocorrência ocasional de tremores e rara de mialgias62 ou cãibras musculares.

Sistema cardiovascular59: ocorrência ocasional de palpitações63 e rara taquicardia64

Sistema nervoso central65: ocorrência ocasional de cefaléia66 e rara de agitação, vertigem67, ansiedade, nervosismo e insônia.

Trato respiratório: ocorrência rara de agravamento do broncospasmo.

Irritação local: ocorrência rara de irritação da orofaringe68.

Outros: casos isolados de pruridos, irritação conjuntival e edema18 de pálpebra, náuseas69, exantema70 e alteração do paladar71.


POSOLOGIA

Para uso em adultos e em crianças acima de 5 anos de idade.

Terapia de manutenção regular:

Adultos   inalação de 1 a 2 cápsulas (12 a 24 mg), duas vezes por dia.

Crianças acima de 5 anos   inalação de uma cápsula (12 mg), duas vezes por dia.

Se necessário, 1 a 2 cápsulas, adicionalmente às requeridas para tratamento de manutenção, podem ser usadas a cada dia para o alívio de sintomas36. Se a necessidade de dose adicional para o alívio for mais que ocasional (p. ex., em mais de 2 dias por semana), nova consulta médica deverá ser feita e a terapêutica35 reavaliada, já que isso poderá indicar deterioração da condição subjacente.

Profilaxia contra o broncospasmo induzido por exercício ou antes de exposição inevitável a um alérgeno72 conhecido:

Adultos   1 cápsula (12 mg) deve ser inalada, com aproximadamente 15 minutos de antecedência. Em pacientes com asma31 grave, a inalação de 2 cápsulas (24 mg) pode ser necessária.

Crianças acima de 5 anos   1 cápsula (12 mg) deve ser inalada, com aproximadamente 15 minutos de antecedência. O medicamento não é recomendado a crianças com menos de 5 anos de idade.


SUPERDOSAGEM

Sintomas36: a superdose com FLUIR* provavelmente conduzirá aos efeitos típicos de estimulantes beta-2-adrenérgicos45, a saber: náuseas69, vômitos73, cefaléia66, tremores, sonolência, palpitação74, taquicardia64, arritmia58 ventricular, acidose metabólica75, hipocalemia61 e hiperglicemia76.

Tratamento: são indicados tratamentos sintomático77 e de suporte. Os casos graves devem ser hospitalizados.

Deve ser avaliado o uso de betabloqueador cardiosseletivo, mas apenas sujeito a extremo cuidado, já que o uso de medicação bloqueadora betaadrenérgica pode provocar broncospasmo.


PACIENTES IDOSOS

Deve-se seguir as mesmas orientações dadas aos adultos.


ATENÇÃO: ESTE PRODUTO É UM NOVO MEDICAMENTO E, EMBORA AS PESQUISAS REALIZADAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA QUANDO CORRETAMENTE INDICADO, PODEM OCORRER REAÇÕES ADVERSAS IMPREVISÍVEIS AINDA NÃO DESCRITAS OU CONHECIDAS. EM CASO DE SUSPEITA DE REAÇÃO ADVERSA, O MÉDICO RESPONSÁVEL DEVE SER NOTIFICADO.

FLUIR - Laboratório

Mantecorp
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Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
3 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
4 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
5 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
6 Fragmentos: 1. Pedaço de coisa que se quebrou, cortou, rasgou etc. É parte de um todo; fração. 2. No sentido figurado, é o resto de uma obra literária ou artística cuja maior parte se perdeu ou foi destruída. Ou um trecho extraído de uma obra.
7 Cabeça:
8 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
9 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
10 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
11 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
12 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
13 Adrenérgico: Que age sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
14 Broncodilatador: Substância farmacologicamente ativa que promove a dilatação dos brônquios.
15 Histamina: Em fisiologia, é uma amina formada a partir do aminoácido histidina e liberada pelas células do sistema imunológico durante reações alérgicas, causando dilatação e maior permeabilidade de pequenos vasos sanguíneos. Ela é a substância responsável pelos sintomas de edema e irritação presentes em alergias.
16 Leucotrienos: É qualquer um dos metabólitos dos ácidos graxos poli-insaturados, especialmente o ácido araquidônico, que atua como mediador em processos alérgicos e inflamatórios.
17 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
18 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
19 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
20 Alérgenos: Substância capaz de provocar reação alérgica em certos indivíduos.
21 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
22 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
23 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
24 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
25 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
26 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
27 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
28 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
29 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
30 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
31 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
32 Bronquite crônica: Inflamação persistente da mucosa dos brônquios, em geral produzida por tabagismo, e caracterizada por um grande aumento na produção de muco bronquial que produz tosse e expectoração durante pelo menos três meses consecutivos durante dois anos.
33 Enfisema: Doença respiratória caracterizada por destruição das paredes que separam um alvéolo de outro, com conseqüente perda da retração pulmonar normal. É produzida pelo hábito de fumar e, em algumas pessoas, pela deficiência de uma proteína chamada Antitripsina.
34 Agonista: 1. Em farmacologia, agonista refere-se às ações ou aos estímulos provocados por uma resposta, referente ao aumento (ativação) ou diminuição (inibição) da atividade celular. Sendo uma droga receptiva. 2. Lutador. Na Grécia antiga, pessoa que se dedicava à ginástica para fortalecer o físico ou como preparação para o serviço militar.
35 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
36 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
37 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
38 Estenose: Estreitamento patológico de um conduto, canal ou orifício.
39 Idiopática: 1. Relativo a idiopatia; que se forma ou se manifesta espontaneamente ou a partir de causas obscuras ou desconhecidas; não associado a outra doença. 2. Peculiar a um indivíduo.
40 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
41 Hipopotassemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
42 Hipóxia: Estado de baixo teor de oxigênio nos tecidos orgânicos que pode ocorrer por diversos fatores, tais como mudança repentina para um ambiente com ar rarefeito (locais de grande altitude) ou por uma alteração em qualquer mecanismo de transporte de oxigênio, desde as vias respiratórias superiores até os tecidos orgânicos.
43 Paradoxal: Que contém ou se baseia em paradoxo(s), que aprecia paradoxo(s). Paradoxo é o pensamento, proposição ou argumento que contraria os princípios básicos e gerais que costumam orientar o pensamento humano, ou desafia a opinião consabida, a crença ordinária e compartilhada pela maioria. É a aparente falta de nexo ou de lógica; contradição.
44 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
45 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
46 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
47 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
48 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
49 Célula: Unidade funcional básica de todo tecido, capaz de se duplicar (porém algumas células muito especializadas, como os neurônios, não conseguem se duplicar), trocar substâncias com o meio externo à célula, etc. Possui subestruturas (organelas) distintas como núcleo, parede celular, membrana celular, mitocôndrias, etc. que são as responsáveis pela sobrevivência da mesma.
50 Fisiológico: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
51 Leiomioma: Tumor benigno do músculo liso que pode localizar-se em qualquer órgão que seja formado pelo dito tecido.
52 Neoplasia: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
53 Ovário: Órgão reprodutor (GÔNADAS) feminino. Nos vertebrados, o ovário contém duas partes funcionais Sinônimos: Ovários
54 Histológico: Relativo à histologia, ou seja, relativo à disciplina biomédica que estuda a estrutura microscópica, composição e função dos tecidos vivos.
55 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
56 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
57 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
58 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
59 Sistema cardiovascular: O sistema cardiovascular ou sistema circulatório sanguíneo é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
60 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
61 Hipocalemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
62 Mialgias: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
63 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
64 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
65 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
66 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
67 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
68 Orofaringe: Parte mediana da faringe, entre a boca e a rinofaringe.
69 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
70 Exantema: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
71 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
72 Alérgeno: Substância capaz de provocar reação alérgica em certos indivíduos.
73 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
74 Palpitação: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
75 Acidose metabólica: A acidose metabólica é uma acidez excessiva do sangue caracterizada por uma concentração anormalmente baixa de bicarbonato no sangue. Quando um aumento do ácido ultrapassa o sistema tampão de amortecimento do pH do organismo, o sangue pode acidificar-se. Quando o pH do sangue diminui, a respiração torna-se mais profunda e mais rápida, porque o corpo tenta liberar o excesso de ácido diminuindo o volume do anidrido carbônico. Os rins também tentam compensá-lo por meio da excreção de uma maior quantidade de ácido na urina. Contudo, ambos os mecanismos podem ser ultrapassados se o corpo continuar a produzir excesso de ácido, o que conduz a uma acidose grave e ao coma. A gasometria arterial é essencial para o seu diagnóstico. O pH está baixo (menor que 7,35) e os níveis de bicarbonato estão diminuídos (<24 mmol/l). Devido à compensação respiratória (hiperventilação), o dióxido de carbono está diminuído e o oxigênio está aumentado.
76 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
77 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
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