HALO 2MG/ML-10fr.20ml

CRISTALIA

Atualizado em 08/12/2014

HALO 2MG/ML-10fr.20ml:

HALO
Haloperidol

Forma Farmacêutica do Halo

ComprimidosSolução Oral
Solução Injetável

Apresentações do Halo

Solução Injetável: 5 mg/ml
•  Caixa contendo 50 ampolas de 1 ml.
Comprimidos: 1 mg e 10 mg
•  Embalagem com 20 blísteres com 10 comprimidos.
Comprimidos: 5 mg
•  Embalagem com 20 blísteres com 10 comprimidos.
•  Embalagem com 20 envelopes com 10 comprimidos.
Solução Oral: 2 mg/ml
•  Caixa contendo 1 e 10 frascos com 20 ml.

Composição do Halo

Comprimidos 1 mg:Haloperidol (DCB 0652.01-6) .................... 1 mg
Excipiente q.s.p. .................... 1 comp.
(Excipiente: amido de milho, sacarose, estearato de magnésio, fosfato de cálcio tribásico, lactose1, talco, polisorbato 80, dióxido de silício coloidal, glicolato sódico de amido).
Comprimidos 5 mg:
Haloperidol (DCB 0652.01-6) .................... 5 mg
Excipiente q.s.p. .................... 1 comp.
(Excipiente: amido de milho, sacarose, corante azul FD&C n.2, estearato de magnésio, fosfato de cálcio tribásico, lactose1, talco, polisorbato 80, dióxido de silício coloidal, glicolato sódico de amido).
Comprimidos 10 mg:
Haloperidol (DCB 0652.01-6) .................... 10 mg
Excipiente q.s.p. .................... 1 comp.
(Excipiente: amido de milho, sacarose, corante amarelo FD&C n.5, corante azul FD&C n.2, estearato de magnésio, fosfato de cálcio tribásico, lactose1, talco, polisorbato 80, dióxido de silício coloidal, glicolato sódico de amido).
Solução Oral 2 mg/ml:
Haloperidol (DCB 0652.01-6) .................... 2 mg
Veículo q.s.p. .................... 1 ml
(Veículo: ácido lático, metilparabeno, propilparabeno, propilenoglicol, água purificada).
Solução Injetável 5 mg/ml:
Haloperidol (DCB 0652.01-6) .................... 5 mg
Veículo q.s.p. .................... 1 ml
(Veículo: ácido lático, metilparabeno, propilparabeno, água para injetáveis).
USO PEDIÁTRICO OU ADULTO

Informações ao Paciente do Halo

Conserve a embalagem fechada, em temperatura ambiente, entre 15 e 30ºC, protegida da luz e umidade.
O prazo de validade é de 36 meses a partir da data de fabricação, impressa na embalagem. Não utilize medicamento vencido.
Informe seu médico se houver suspeita de gravidez2 ou se estiver grávida, durante tratamento com este medicamento. Não deve ser usado se a paciente estiver amamentando.
Tanto a administração como a suspensão do tratamento, somente deverão ser feitas sob orientação médica.
Pacientes que tomam Haloperidol podem apresentar movimentos dos músculos3 da face4, língua5 e queixo, tremores de dedos e mãos6, sonolência, náuseas7, prisão de ventre, sensação de boca8 seca a alergia9 ao medicamento. Caso ocorra algum desses efeitos, avise o seu médico.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Pacientes em tratamento com o medicamento não devem dirigir veículos, operar máquinas e nem ingerir bebidas alcoólicas, pois o produto pode provocar sonolência e sedação10.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE11.

Informações Técnicas do Halo

O Haloperidol é um neuroléptico12 potente e específico cuja síntese e produção é realizada no setor de Química Fina do Cristália. Destina-se basicamente ao tratamento clínico de pacientes sujeitos às crises de agitação psicomotoras, com excelentes resultados nos estados impulsivos, agudos ou crônicos, de etiologia13 variada, em que predominam situações de agitação. O pico plasmático de Haloperidol ocorre 4 a 6 horas após uma dose oral e 30 minutos após administração intramuscular. Após administração oral, a biodisponibilidade é de 60-70%.A meia-vida média é de 24 horas (de 12 a 38 horas) após administração oral e de 21 horas (de 13 a 36 horas) após administração intramuscular.

Indicações do Halo

Agitação psicomotora14 em casos de psicopatias15 agudas e crônicas, tipo mania, demência16, oligofrenia e esquizofrenia17; alcoolismo; delírios e alucinações18 em casos de esquizofrenia17 aguda e crônica, paranóia, confusão mental aguda; movimentos coreiformes19; agitação e agressividade de pacientes senis; distúrbios graves de comportamento e psicoses infantis acompanhadas de excitação psicomotora14; estados impulsivos e agressivos; síndromes de Gilles de La Tourette; tiques nervosos, disartria20 e soluços; vômitos21 incoercíveis.

Contra-Indicações do Halo

Afecções22 neurológicas acompanhadas de sintomas23 piramidais ou extrapiramidais; estados comatosos e depressivos tóxicos graves do sistema nervoso central24; mal de Parkinson; encefalopatia25 orgânica grave; formas graves de nefro26 e cardiopatia; depressão endógena; primeiro trimestre da gestação; hipersensibilidade à droga.

Precauções do Halo

Deve-se utilizar o Haloperidol com prudência em pacientes que fazem uso regular de analgésicos27 potentes (ópio e derivados) ou hipnóticos (barbitúricos) devido ao risco de eventual potencialização. Recomenda-se prudência na administração a pacientes idosos com a finalidade de evitar efeitos secundários extrapiramidais, possíveis alterações do sono e apetite. Pode ocorrer aumento da pressão intra-ocular quando Haloperidol é prescrito juntamente com drogas anticolinérgicas, incluindo agentes antiparkinsonianos, bem como o aparecimento de manifestações neurotóxicas em pacientes com tireotoxicose. Também em pacientes com distúrbios cardiovasculares graves, com história de reação alérgica28 a drogas, uso de anticoagulantes29 ou anticonvulsivantes, deve ser feita administração cuidadosa de Haloperidol.
Recomenda-se cuidado aos pacientes que precisam dirigir veículos ou operar máquinas devido diminuição de reflexos, bem como, evitar ingestão de bebidas alcoólicas, pela possibilidade de efeitos aditivos.
USO NA GRAVIDEZ2:
O Haloperidol poderá ser usado durante a gravidez2, quando os benefícios forem claramente superiores aos potenciais riscos fetais.
USO NA AMAMENTAÇÃO30:
O Haloperidol é excretado no leite materno. Não se recomenda o uso do produto durante a amamentação30.

Interações Medicamentosas do Halo

Os neurolépticos31 podem aumentar a depressão do SNC32 causada por outros depressores centrais, como álcool, hipnóticos, sedativos e analgésicos27 potentes. Quando associado à metildopa foi relatado um aumento dos efeitos centrais. Haloperidol pode prejudicar o efeito antiparkinsoniano da levodopa e inibe o metabolismo33 de antidepressivos tricíclicos, aumentando os níveis plasmáticos destes medicamentos. Isto pode resultar em um aumento da toxicidade34 dos antidepressivos tricíclicos (efeitos anticolinérgicos, toxicidade34 cardiovascular, baixa do limiar convulsivo). O uso prolongado de carbamazepina em associação ao Haloperidol pode reduzir os níveis plasmáticos do Haloperidol. Neste caso, a dose de Haloperidol deverá ser reajustada. Após interrupção do tratamento com a carbamazepina, pode ser necessária a redução das doses de Haloperidol. Embora não tenha sido estabelecida uma relação causal de para-efeitos, quando se usa concomitantemente Haloperidol e lítio, recomenda-se nestes pacientes uma cuidadosa monitorização para prevenir qualquer manifestação neurológica. Se aparecerem sinais35 de neurotoxicidade nestes pacientes o tratamento deve ser suspenso imediatamente. O uso de tranquilizantes maiores, inclusive Haloperidol pode também estar associado a casos de broncopneumonia36, razão porque atenção deve ser dada ao exame físico dos pulmões37, principalmente em idosos.

Reações Adversas / Colaterais do Halo

Haloperidol pode provocar em casos de pacientes hipersensíveis à droga ou ainda em casos de superdosagem acidental, sintomas23 neurológicos, tipo extra piramidal38 sob a forma de hipertonia39 muscular ou de tremores (parkinsonismo) caracterizada por uma desorganização de movimentos dos membros inferiores e mesmo cãibras musculares. Esses efeitos secundários podem ser evitados, se o Haloperidol for administrado com prudência ou mesmo com doses individualmente adequadas. Esses efeitos são totalmente reversíveis desde que se utilize drogas do tipo antiparkinsoniano e nos casos de cãibras musculares pela administração de um neuroléptico12 hipnosedativo. Nos casos graves, pode ser necessária a interrupção do tratamento de forma temporária ou definitiva. O Haloperidol pode induzir uma sedação10 e uma tendência ao sono principalmente no início do tratamento. Embora raramente reportados com Haloperidol, certos agentes antipsicóticos estão associados com o aparecimento de discinesia tardia40 persistente, às vezes irreversível, principalmente em mulheres idosas e após tratamento prolongado com altas doses. Outros efeitos secundários de mínima incidência41, podem estar associados ao uso de Haloperidol com manifestações assim discriminadas: insônia, inquietação, ansiedade, euforia, agitação, sonolência, depressão, cefaléia42, confusão, vertigem43, crises tipo grande mal e exacerbação de sintomas23 psicóticos incluindo alucinações18; taquicardia44 e hipotensão45; leve e transitória leucopenia46 ou leucocitose47, diminuição mínima dos eritrócitos48 ou tendência para linfomonocitose; a agranulocitose49 é rara; anorexia50, constipação51, diarréia52, hipersalivação, dispepsia53, náusea54 e vômito55; laringoespasmo; broncoespasmo56 e respiração mais profunda; boca8 seca; visão57 indistinta; retenção urinária58 e diaforese59; lactação60; ingurgitamento mamário; mastalgia61; irregularidades menstruais; ginecomastia62; impotência63; aumento da libido64; hiperglicemia65 e hipoglicemia66; reações acneiformes e maculopapulares; casos isolados de fotossensibilidade e perda de cabelo67.

Posologia do Halo

Como com todas as drogas antipsicóticas, a dosagem deve ser individualizada levando em consideração as necessidades e respostas de cada paciente. A posologia e seus ajustes, para mais ou para menos, devem ser o mais rapidamente possível realizados, para poder-se atingir o controle terapêutico ótimo.Para a determinação da posologia inicial, devem ser levadas em consideração: a idade do paciente, a gravidade da doença, resposta prévia a outras drogas antipsicóticas e qualquer outra medicação concomitante, ou o estado da doença. Crianças debilitadas ou pacientes geriátricos, assim como os com história de reações adversas a drogas antipsicóticas, podem necessitar dosagens menores de Haloperidol. A resposta ótima em tais pacientes é obtida usualmente com ajustes mais graduais da posologia e também em dosagens menores, conforme recomendado abaixo.
A experiência clínica sugere as seguintes dosagens:
VIA ORAL:
Adultos:
Sintomatologia Moderada: .................... 0,5 mg a 2,0 mg - duas ou três vezes ao dia
Sintomatologia Grave: .................... 3,0 mg a 5,0 mg - duas ou três vezes ao dia
Para se atingir um rápido controle, podem ser necessárias doses maiores em alguns casos:
Pacientes Geriátricos ou Debilitados: ............ 0,5 mg a 2,0 mg - duas ou três vezes ao dia
Pacientes Crônicos ou Resistentes: ............... 3,0 mg a 5,0 mg - duas ou três vezes ao dia
Pacientes que permanecem gravemente perturbados ou inadequadamente controlados podem precisar ajuste na dose. Dosagens de até 100 mg podem ser necessárias em alguns casos para se atingir a resposta ótima. O Haloperidol tem sido usado, não com freqüência, em doses acima de 100 mg para pacientes68 de alta resistência; contudo, o uso clínico limitado não demonstrou a segurança na administração prolongada de tais doses.
Crianças:
Haloperidol não deve ser usado em crianças menores de 3 anos.
As recomendações abaixo aplicam-se a crianças entre 3 e 12 anos de idade (com peso entre 15 e 40 kg).
A dosagem pode ser iniciada com a menor dose possível (0,5 mg/dia). Se necessário a dose pode ser aumentada com acréscimos de 0,5 mg, a intervalos de 5 a 7 dias, até que o efeito terapêutico desejado seja atingido.
A dose total pode ser dividida, para ser administrada duas ou três vezes ao dia.
Desordens Psicóticas: .................... de 0,05 mg/kg/dia a 0,15 mg/kg/dia
Desordens de Comportamento Não-Psicótico e
Desordens de Tourette: .................... de 0,05 mg/kg/dia a 0,075 mg/kg/dia
Crianças psicóticas, gravemente perturbadas, podem necessitar de doses maiores.
Nos casos de crianças psicóticas gravemente perturbadas ou em crianças hiperativas acompanhadas de desordens de conduta, que não responderam à psicoterapia ou outra medicação que não os antipsicóticos, pode ser suficiente um tratamento por pouco tempo com Haloperidol, uma vez que estas são manifestações de curta duração. Não existe evidência estabelecendo uma dosagem máxima efetiva.
Há pouca evidência de que uma dose ao redor de 6 mg/dia, possa melhorar o comportamento.
Nota:- Cada gota69 da solução equivale a 0,1 mg de Haloperidol.
Dosagem de Manutenção:
Após a obtenção de resposta terapêutica70 satisfatória, a dosagem deve ser reduzida para a menor dose de manutenção efetiva.
VIA PARENTERAL:
Adultos:
Por Via Intramuscular, em doses de 2 a 5 mg, quando necessário o controle rápido de pacientes agitados de forma aguda, com sintomas23 moderadamente graves ou muito graves.
Dependendo da resposta do paciente, podem ser administradas doses subseqüentes, com freqüência de hora em hora, embora intervalos de 4 a 8 horas possam ser satisfatórios.
Para o controle rápido de psicose71 aguda ou delírio72, o Haloperidol tem sido administrado por via intravenosa lenta, em doses de 0,5 a 50 mg a uma velocidade de 5 mg/minuto. Esta dose pode ser repetida, se necessário, em intervalos de 30 minutos.
Alternativamente, a dose de Haloperidol pode ser diluída em 30 a 50 ml de solução de cloreto de sódio 0,9% ou glicose73 a 5% em água e administrada por um período de 30 minutos.
Assim que possível, a administração parenteral deve ser substituída pela oral.
Crianças:
Não foram feitos ensaios clínicos74 para estabelecer a segurança e a eficácia da administração intramuscular em crianças.

Superdosagem do Halo

Geralmente os sintomas23 constituem uma exacerbação dos efeitos farmacológicos e reações adversas já referidas, predominando as do tipo extrapiramidal, hipotensão45 e sedação10. Pode ocorrer igualmente hipertensão75 e não hipotensão45. Em casos extremos, o paciente pode apresentar-se comatoso, com depressão respiratória e em choque76. Existe também um risco de arritmias77 ventriculares associadas a um prolongamento do intervalo QT. As medidas preconizadas são a lavagem gástrica78, indução emética e administração de carvão ativado, além dos cuidados necessários para se garantir uma boa ventilação79 pulmonar. Em caso de depressão respiratória pode ser necessária ventilação79 artificial, ECG e sinais vitais80 devem ser monitorizados até que estejam normais. Arritmias77 cardíacas deverão ser tratadas com medidas adequadas. Hipotensão45 e colapso81 circulatório devem ser controlados com infusão de soro82, plasma83 ou albumina84 concentrada e agentes depressores (dopamina85, norepinefrina). Não utilizar epinefrina, que pode causar hipotensão45 grave quando usada com Haloperidol. Em casos de reações extrapiramidais importantes, administrar medicação antiparkinsoniana por via parenteral.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.

N.º do lote, data de fabricação e prazo de validade: vide rótulo/cartucho
Reg. MS N.º 1.0298.0020 - comprimidos de 1 mg, 5 mg e 10 mg e solução oral
Reg. MS N.º 434/75 - solução injetável
Farm. Resp.: Dr. Joaquim A. dos Reis - CRF-SP N.º 5061

SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente): 0800-7011918

CRISTÁLIA - Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
Rod. Itapira-Lindóia, km 14 - Itapira - SP
CNPJ N.º 44.734.671/0001-51
Indústria Brasileira

REVISADO EM 21/09/01



HALO 2MG/ML-10fr.20ml - Laboratório

CRISTALIA
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Tel./Fax: (11) 3723-6400

Unidade I
Rod. Itapira-Lindóia, Km 14 - Ponte Preta
Itapira /SP
CEP: 13970-000
Tel./Fax: (19) 3843-9500

Unidade III
Av. Nossa Senhora Assunção, 574 - Butantã
São Paulo /SP
CEP: 05359-001
Tel./Fax: (11) 3732-2250

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Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
3 Músculos: Tecidos contráteis que produzem movimentos nos animais.
4 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
5 Língua:
6 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
7 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
8 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
9 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
10 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
11 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
12 Neuroléptico: Medicamento que exerce ação calmante sobre o sistema nervoso, tranquilizante, psicoléptico.
13 Etiologia: 1. Ramo do conhecimento cujo objeto é a pesquisa e a determinação das causas e origens de um determinado fenômeno. 2. Estudo das causas das doenças.
14 Psicomotora: Própria ou referente a qualquer resposta que envolva aspectos motores e psíquicos, tais como os movimentos corporais governados pela mente.
15 Psicopatias: 1. Distúrbio mental grave em que o paciente apresenta comportamentos antissociais e amorais sem demonstração de arrependimento ou remorso, incapacidade para amar e se relacionar com outras pessoas com laços afetivos profundos, egocentrismo extremo e incapacidade de aprender com a experiência. 2. Qualquer doença mental.
16 Demência: Deterioração irreversível e crônica das funções intelectuais de uma pessoa.
17 Esquizofrenia: Doença mental do grupo das Psicoses, caracterizada por alterações emocionais, de conduta e intelectuais, caracterizadas por uma relação pobre com o meio social, desorganização do pensamento, alucinações auditivas, etc.
18 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
19 Movimentos coreiformes: Movimentos convulsivos, rápidos, forçosos e involuntários que podem ser sutis ou se tornar confluentes, alterando marcadamente os padrões normais de movimento. Geralmente a hipotonia e reflexos pendulares estão associados. As afecções caracterizadas por episódios persistentes ou recidivantes de coreia como manifestação primária da doença são chamadas transtornos coreicos. A coreia também é uma manifestação frequente das doenças dos gânglios da base.
20 Disartria: Distúrbio neurológico caracterizado pela incapacidade de articular as palavras de maneira correta (dificuldade na produção de fonemas). Entre as suas principais causas estão as lesões nos nervos centrais e as doenças neuromusculares.
21 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
22 Afecções: Quaisquer alterações patológicas do corpo. Em psicologia, estado de morbidez, de anormalidade psíquica.
23 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
24 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
25 Encefalopatia: Qualquer patologia do encéfalo. O encéfalo é um conjunto que engloba o tronco cerebral, o cerebelo e o cérebro.
26 Nefro: Unidades funcionais do rim formadas pelos glomérulos renais e seus respectivos túbulos.
27 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
28 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
29 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
30 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
31 Neurolépticos: Medicamento que exerce ação calmante sobre o sistema nervoso, tranquilizante, psicoléptico.
32 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
33 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
34 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
35 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
36 Broncopneumonia: Infecção do tecido pulmonar produzida em geral por microorganismos que alcançam os alvéolos através dos brônquios. Pode ser uma doença grave, principalmente em pacientes idosos. Manifesta-se por tosse, febre e opacificação na radiografia de tórax.
37 Pulmões: Órgãos do sistema respiratório situados na cavidade torácica e responsáveis pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
38 Piramidal: Osso do carpo, localizado entre o OSSO SEMILUNAR e o HAMATO.
39 Hipertonia: 1. Em biologia, é a característica de uma solução que apresenta maior concentração de solutos do que outra. 2. Em medicina, é a tensão excessiva em músculos, artérias ou outros tecidos orgânicos.
40 Discinesia tardia: Síndrome potencialmente irreversível, caracterizada por movimentos repetitivos, involuntários e não intencionais dos músculos da língua, boca, face, pescoço e (mais raramente) das extremidades. Ela se caracteriza por movimentos discinéticos involuntários e irreversíveis e pode se desenvolver com o uso de medicamentos tais como antipsicóticos e neurolépticos.
41 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
42 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
43 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
44 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
45 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
46 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
47 Leucocitose: É o aumento no número de glóbulos brancos (leucócitos) no sangue, geralmente maior que 8.000 por mm³. Ocorre em diferentes patologias como em resposta a infecções ou processos inflamatórios. Entretanto, também pode ser o resultado de uma reação normal em certas condições como a gravidez, a menstruação e o exercício muscular.
48 Eritrócitos: Células vermelhas do sangue. Os eritrócitos maduros são anucleados, têm forma de disco bicôncavo e contêm HEMOGLOBINA, cuja função é transportar OXIGÊNIO. Sinônimos: Corpúsculos Sanguíneos Vermelhos; Corpúsculos Vermelhos Sanguíneos; Corpúsculos Vermelhos do Sangue; Glóbulos Vermelhos; Hemácias
49 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
50 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
51 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
52 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
53 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
54 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
55 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
56 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
57 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
58 Retenção urinária: É um problema de esvaziamento da bexiga causado por diferentes condições. Normalmente, o ato miccional pode ser iniciado voluntariamente e a bexiga se esvazia por completo. Retenção urinária é a retenção anormal de urina na bexiga.
59 Diaforese: Sudação, transpiração intensa.
60 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
61 Mastalgia: Dor nas mamas. Costuma ser um distúrbio benigno em mulheres jovens devido a um desequilíbrio hormonal durante o ciclo menstrual. Mas, pode ter outras causas.
62 Ginecomastia: Aumento anormal de uma ou ambas as glândulas mamárias no homem. Associa-se a diferentes enfermidades como cirrose, tumores testiculares, etc. Em certas ocasiões ocorrem de forma idiopática.
63 Impotência: Incapacidade para ter ou manter a ereção para atividades sexuais. Também chamada de disfunção erétil.
64 Libido: Desejo. Procura instintiva do prazer sexual.
65 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
66 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
67 Cabelo: Estrutura filamentosa formada por uma haste que se projeta para a superfície da PELE a partir de uma raiz (mais macia que a haste) e se aloja na cavidade de um FOLÍCULO PILOSO. É encontrado em muitas áreas do corpo.
68 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
69 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
70 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
71 Psicose: Grupo de doenças psiquiátricas caracterizadas pela incapacidade de avaliar corretamente a realidade. A pessoa psicótica reestrutura sua concepção de realidade em torno de uma idéia delirante, sem ter consciência de sua doença.
72 Delírio: Delirio é uma crença sem evidência, acompanhada de uma excepcional convicção irrefutável pelo argumento lógico. Ele se dá com plena lucidez de consciência e não há fatores orgânicos.
73 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
74 Ensaios clínicos: Há três fases diferentes em um ensaio clínico. A Fase 1 é o primeiro teste de um tratamento em seres humanos para determinar se ele é seguro. A Fase 2 concentra-se em saber se um tratamento é eficaz. E a Fase 3 é o teste final antes da aprovação para determinar se o tratamento tem vantagens sobre os tratamentos padrões disponíveis.
75 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
76 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
77 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
78 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
79 Ventilação: 1. Ação ou efeito de ventilar, passagem contínua de ar fresco e renovado, num espaço ou recinto. 2. Agitação ou movimentação do ar, natural ou provocada para estabelecer sua circulação dentro de um ambiente. 3. Em fisiologia, é o movimento de ar nos pulmões. Perfusão Em medicina, é a introdução de substância líquida nos tecidos por meio de injeção em vasos sanguíneos.
80 Sinais vitais: Conjunto de variáveis fisiológicas que são pressão arterial, freqüência cardíaca, freqüência respiratória e temperatura corporal.
81 Colapso: 1. Em patologia, é um estado semelhante ao choque, caracterizado por prostração extrema, grande perda de líquido, acompanhado geralmente de insuficiência cardíaca. 2. Em medicina, é o achatamento conjunto das paredes de uma estrutura. 3. No sentido figurado, é uma diminuição súbita de eficiência, de poder. Derrocada, desmoronamento, ruína. 4. Em botânica, é a perda da turgescência de tecido vegetal.
82 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
83 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
84 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
85 Dopamina: É um mediador químico presente nas glândulas suprarrenais, indispensável para a atividade normal do cérebro.

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