LANTUS u 100 UI/mL

Sanofi Aventis Farmacêutica Ltda

Atualizado em 09/12/2014

LANTUSÒ 100 UI/mL
Insulina glargina1


FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES

Solução Injetável - embalagem com 1 frasco-ampola com 10 mL e embalagem com 1 e 5 refis com 3 mL para utilização com a caneta OptipenÒ.

USO ADULTO

Composição de Lantus U

Cada mL de LANTUS® (insulina glargina1) contém:Insulina glargina1 (correspondente a 100 UI de insulina2 humana)    3,6378 mg
Excipientes q.s.p.                                1 mL
(cloreto de zinco, m-cresol, glicerol, hidróxido de sódio, ácido clorídrico3 para acerto do pH = 4 e água para injetáveis)

Informações ao Paciente de Lantus U

Ação esperada do medicamento: LANTUS® (insulina glargina1) é um antidiabético que contém insulina glargina1, que é insulina2 humana análoga de longa duração, produzida a partir da tecnologia de DNA-recombinante.

Cuidados de armazenamento: Conservar o produto em sua embalagem original, protegido da luz, armazenado em temperatura entre 2 e 8°C. Não congelar. Evitar o contato direto do produto com o compartimento do congelador ou pacotes congelados. Caso a refrigeração seja impossível, o produto pode ser mantido sem refrigeração durante 28 dias, protegido do calor e luz diretos, com temperatura abaixo de 30°C. O produto não refrigerado deve ser usado dentro do período de 28 dias ou deve ser descartado. Quando o refil estiver em uso (na caneta), não armazenar na geladeira. Antes de inserir na caneta, manter o refil à temperatura ambiente por 1 a 2 horas.

Prazo de validade: vide cartucho. Ao adquirir o medicamento confira sempre o prazo de validade impresso na embalagem externa do produto. Nunca use medicamento com o prazo de validade vencido, pois pode ser prejudicial à saúde4. O prazo de validade da solução injetável após a abertura do frasco-ampola ou do refil é de 4 semanas.

Gravidez5 e lactação6: Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez5 na vigência do tratamento ou após o seu término ou se estiver amamentando.
Pode haver necessidade de alteração da dosagem da insulina2 durante a gravidez5 ou após o nascimento ou durante a lactação6. Cuidados especiais no controle da diabete e prevenção da hipoglicemia7 são importantes para a saúde4 do bebê.

Cuidados de administração: siga corretamente as instruções do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Deve-se escolher um local diferente para aplicar cada injeção subcutânea8 dentro da área escolhida. Não misture LANTUS® (insulina glargina1) com outras insulinas ou com qualquer outro medicamento. Tendo em vista que a duração prolongada da ação é dependente da administração subcutânea9, LANTUS® (insulina glargina1) não deve ser usada por via intravenosa, pois pode resultar em hipoglicemia7 grave.

NÃO USE QUALQUER OUTRO TIPO DE INSULINA2 SEM A ORIENTAÇÃO MÉDICA.

Interrupção do tratamento: não interromper ou modificar o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Reações adversas: informe ao seu médico o aparecimento de reações desagradáveis e quaisquer sinais10 ou sintomas11 descritos no item "Reações Adversas" da INFORMAÇÃO TÉCNICA.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Ingestão concomitante com outras substâncias: informe ao seu médico sobre outros medicamentos que você esteja utilizando. A ingestão de beta-bloqueadores, clonidina, sais de lítio ou álcool pode tanto aumentar quanto diminuir o nível de açúcar12 no sangue13. Verificar outras substâncias que interagem com LANTUS® (insulina glargina1) no item "Interações Medicamentosas" da "Informação Técnica".

Contra-Indicações e Precauções: LANTUS® (insulina glargina1) não deve ser utilizada em pacientes com hipersensibilidade aos componentes da fórmula. Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.

A habilidade de concentração e reação do paciente pode estar prejudicada como resultado da hipoglicemia7, hiperglicemia14 ou distúrbios visuais. Isto possivelmente constitui risco em situações onde estas habilidades são de grande importância (dirigir veículos e operar máquinas). Contatar o médico sobre a prudência de dirigir se apresentar:
·      episódios hipoglicêmicos freqüentes;
·       redução ou ausência de sinais10 de advertência de hipoglicemia7.
·    ·    ·    
Antes de viajar, consultar o médico para se informar sobre:
·      a disponibilidade da insulina2 no local de destino;
·    o suprimento de insulina2, seringas, etc;
·    a correta armazenagem da insulina2 durante a viagem;
·    o ajuste das refeições e a administração de insulina2 durante a viagem;
·    a possibilidade da alteração dos efeitos em diferentes tipos de zonas climáticas;
·    a possibilidade de novos riscos à saúde4 nas cidades que serão visitadas.
·    ·    ·    Carregar sempre um pouco de açúcar12 (no mínimo 20 gramas), bem como levar também alguma informação, que identifique o estado diabético.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE4.

Informação Técnica de Lantus U

LANTUS® (insulina glargina1) é um antidiabético que contém insulina glargina1. A insulina glargina1 é uma insulina2 humana análoga produzida por tecnologia de DNA-recombinante, utilizando Escherichia coli (cepa15 K12) como organismo produtor. É desenhada para ter baixa solubilidade em pH neutro. Em pH 4 (como na solução injetável de LANTUS® (insulina glargina1)), é completamente solúvel. Após ser injetada no tecido subcutâneo16, a solução ácida é neutralizada, levando a formação de micro-precipitados do qual pequenas quantidades de insulina glargina1 são liberadas continuamente, levando a um perfil de concentração / tempo previsível, sem pico e suave, com duração de ação prolongada, que suporta a administração uma vez ao dia. O tempo de ação da insulina2 e seus análogos tais como insulina glargina1 pode variar consideravelmente em indivíduos diferentes ou no mesmo indivíduo, mas devido a falta de um pico, há menor variabilidade com insulina glargina1 do que com insulina NPH17.

A atividade fundamental da insulina2, incluindo insulina glargina1, é a regulação do metabolismo18 da glicose19. A insulina2 e seus análogos diminuem os níveis glicêmicos estimulando a captação da glicose19 periférica, especialmente pelo músculo esquelético20 e tecido adiposo21, e pela inibição da produção da glicose19 hepática22. Insulina2 inibe a lipólise no adipócito, inibe a proteólise e aumenta a síntese protéica.

Em estudos clínicos farmacológicos, os usos intravenosos de insulina glargina1 e insulina2 humana demonstraram ser equipotentes quando dados nas mesmas doses.

Após a injeção subcutânea8 em indivíduos sadios e em pacientes diabéticos, as concentrações séricas de insulina2 indicaram uma absorção mais lenta e bem mais prolongada e falta de um pico quando comparado com a insulina2 humana NPH (um tipo intermediário de insulina2). As concentrações foram, portanto, consistentes com o perfil de tempo da atividade farmacodinâmina da insulina glargina1. Após a injeção subcutânea8 de 0,3 UI/kg de insulina glargina1 em pacientes diabéticos, um perfil concentração / tempo uniforme foi demonstrado; isso também é refletido no amplo limite de valores de Tmáx (entre 1,5 e 22,5 horas) comparado ao da NPH (2,5 a 10 horas). Quando administrada intravenosamente, os perfis de concentração e a eliminação aparente da meia-vida da insulina glargina1 e da insulina2 humana foram comparáveis.

O gráfico a seguir demonstra os resultados de um estudo farmacodinâmico em pacientes. O tempo médio entre a injeção23 da droga e o final do seu efeito farmacológico foi de 14,5 horas para a insulina NPH17, enquanto que o tempo médio para a insulina glargina1 foi de 24 horas (a maioria dos pacientes sob insulina glargina1 continuavam mostrando resposta no final do período de observação, indicando mesmo duração de ação mais longa).

* Determinada como quantidade de glicose19 infusionada para manter os níveis plasmáticos de glicose19 constantes.

Não foram observadas diferenças significativas nos níveis séricos de insulina2 após a administração da insulina glargina1 no abdômen, músculo deltóide ou na coxa24. A insulina glargina1 possui menor variabilidade intra e inter indivíduo em seu perfil farmacocinético e farmacodinâmico quando comparada com a insulina2 humana ultralenta. Um estudo sobre a degradação de insulina glargina1 em homens indicaram que, no depósito subcutâneo25, a insulina glargina1 é parcialmente metabolizada no carboxil terminal da cadeia B sob formação dos metabólitos26 ativos M1 (21A-gly-insulina2) e M2 (21A-gly-des-30B-Thr-insulina2). Assim como no tecido subcutâneo16, insulina glargina1 não alterada e produtos de degradação estão presentes no plasma27.

Os estudos em pacientes com diabete tipo 1 e tipo 2, a eficácia geral da insulina glargina1 uma vez ao dia no controle metabólico foi comparado com aquela da insulina2 humana NPH uma ou duas vezes ao dia. Em geral, a insulina glargina1 manteve ou melhorou o nível de controle glicêmico medido pela glicohemoglobina e glicemia de jejum28. Adicionalmente, poucos pacientes  utilizando insulina glargina1 relataram episódios hipoglicêmicos comparado  com pacientes utilizando insulina2 humana NPH.

Pacientes com diabete melito Tipo 1 tratados com regimes que incluíram a insulina glargina1 demonstraram uma satisfação significativamente maior com o tratamento quando comparados com pacientes com regimes com insulina NPH17 (Questionário de Satisfação do Tratamento com Diabete).

Flexibilização da dose diária:

A segurança e eficácia de LANTUS® (insulina glargina1) administrado antes do café da manhã, antes do jantar ou antes de dormir, foram avaliadas em um estudo clínico amplo, controlado e randomizado29. Nesse estudo em pacientes com diabete tipo 1 (estudo G) (n= 378), os mesmos também foram tratados com insulina lispro30 às refeições. LANTUS® (insulina glargina1) administrado em diferentes horários do dia resultou em controle glicêmico equivalente àquele obtido quando administrado antes de dormir.

A segurança e eficácia de LANTUS® (insulina glargina1)  administrado antes do café da manhã também foram avaliadas em um estudo clínico amplo, controlado e randomizado29 (estudo H) (n=697) em pacientes com diabete tipo 2 não mais adequadamente controlados com tratamento oral. Todos os pacientes nesse estudo também receberam glimepirida31 3 mg diariamente. LANTUS® (insulina glargina1) administrado antes do café da manhã foi no mínimo tão efetivo na redução da hemoglobina32  glicosilada A1c33 (HbA1c34) quanto LANTUS® (insulina glargina1) administrado antes de dormir ou insulina2 humana NPH administrada antes de dormir. (vide tabela abaixo)


Tabela: Flexibilização da dose diária de LANTUS® (insulina glargina1) em diabetes35 mellitus tipo 1 (estudo G) e tipo 2 (estudo H)

Duração do tratamento  Tratamento em combinação com:Estudo G - 24 semanas   Insulina2 lisproEstudo H - 24 semanas   Glimepirida31
Lantus® (insulina glargina1)  - Café da manhãLantus® (insulina glargina1)  - JantarLantus® (insulina glargina1)  -Antes de dormirLantus® (insulina glargina1)  - Café da manhãLantus® (insulina glargina1)  -Antes de dormirNPH - Antes de dormir
Número de indivíduos tratados (ITT*)112124128234226227
HbA1c34        Média Basal        Média Final 7,56 7,39 7,53 7,42 7,61 7,57 9,13 7,87 9,07 8,12 9,09 8,27
Alteração média do basal - 0,17 - 0,11 - 0,04 - 1,26 - 0,95 - 0,82
Dose de insulina2 basal (UI)        Média Final       Alteração          média        do basal  27,3   5,0  24,6   1,8  22,8   1,5  40,4  38,5  36,8
Dose de insulina2 total (UI)         Média Final       Alteração        média        do basal  53,3   1,6  54,7   3,0  51,5   2,3NA**  NA**NA**
* Intenção de tratamento   ** Não aplicável

Indicações de Lantus U


LANTUS® (insulina glargina1) é indicada para o tratamento de diabetes mellitus36, quando o tratamento com insulina2 for requerido.

Contra-Indicações de Lantus U

LANTUS® (insulina glargina1) está contra-indicada em pacientes com hipersensibilidade a insulina glargina1 ou a qualquer um dos componentes da fórmula.

Precauções e Advertências de Lantus U

A terapia com insulina2 geralmente requer habilidades apropriadas para o auto-controle da diabete, incluindo monitorização da glicemia37, técnicas de injeção23 adequadas, medidas para o reconhecimento e controle de aumentos ou reduções nos níveis glicêmicos (hipoglicemia7 ou hiperglicemia14), como descrito abaixo. Adicionalmente, os pacientes devem aprender como lidar com situações especiais como administração de doses de insulina2 inadvertidamente aumentadas, doses inadequadas ou esquecidas, ingestão inadequada de alimentos ou perda de refeições. O grau de participação do paciente no próprio controle da diabete é variável e é geralmente determinado pelo médico.

O tratamento com insulina2 requer constante vigilância para a possibilidade de hiper e hipoglicemia7. Os pacientes e seus familiares devem saber quais passos devem tomar se ocorrer ou houver suspeita de hiperglicemia14 ou hipoglicemia7 e devem saber quando informar o médico.

Na ocorrência de controle de glicemia37 insuficiente ou tendência de ocorrência de episódios hipo ou hiperglicêmicos, outros fatores como a aderência do paciente ao tratamento prescrito, a escolha do local de injeção23 ou técnicas inadequadas, o manuseio de aparelhagem para injeção23 e todos os outros fatores relevantes devem ser revistos antes de considerar um ajuste de dose.

·      Hipoglicemia7:
·    ·    ·    O tempo para a ocorrência da hipoglicemia7 depende do perfil de ação das insulinas usadas e pode, portanto, alterar quando o tratamento é substituído.

Assim como com todas as insulinas, deve ser exercido cuidado particular e monitoração intensificada da glicemia37 é aconselhável, em pacientes nos quais seqüelas de episódios hipoglicêmicos podem ser de particular relevância clínica. Por exemplo, podem ser pacientes com estenoses38 significativas das artérias coronárias39 ou das veias40 sangüíneas que suprem o cérebro41 (risco de complicações cardíacas ou cerebrais da hipoglicemia7), bem como pacientes com retinopatia proliferativa42, particularmente quando não tratados com fotocoagulação (risco de cegueira transitória).

Num estudo clínico, sintomas11 de hipoglicemia7 ou respostas hormonais contra-regulatórias foram similares após administração intravenosa de insulina glargina1 e insulina2 humana tanto em voluntários sadios quanto em pacientes com diabete Tipo 1. Contudo, os sintomas11 iniciais que indicam o início da hipoglicemia7 ("sintomas11 de aviso") podem se alterar, ser menos pronunciados ou ausentes, por exemplo nas seguintes situações: controle glicêmico acentuadamente melhor, hipoglicemia7 de desenvolvimento gradual, idade avançada, na presença de neuropatia autonômica43, em pacientes com história longa de diabete, em pacientes com doenças psiquiátricas ou que estejam sob uso concomitante de outros medicamentos (veja item Interações Medicamentosas). Nestas circunstâncias, a hipoglicemia7 grave (ou mesmo a perda de consciência) pode desenvolver-se sem que o paciente perceba.

O efeito prolongado da insulina glargina1 subcutânea9, pode atrasar a recuperação de hipoglicemia7. Se valores normais ou diminuídos de hemoglobina glicosilada44 forem notados, a possibilidade de episódios de hipoglicemia7 periódicos ou desconhecidos (especialmente noturnos) devem ser considerados.

A aderência do paciente com a dose prescrita e restrições na dieta, o procedimento correto para a administração da insulina2 e o reconhecimento dos sintomas11 da hipoglicemia7 são essenciais na redução do risco de hipoglicemia7. A presença de fatores que aumentam a susceptibilidade45 à hipoglicemia7 requer monitoração particularmente cuidadosa e pode necessitar ajuste da dose. Estes incluem:

·      alteração da área da injeção23;
·    aumento na sensibilidade à insulina2 (por exemplo: remoção dos fatores de stress);
·    atividade física aumentada ou prolongada ou falta de hábito no exercício físico;
·    doenças intercorrentes (por exemplo: vômito46 ou diarréia47);
·    ingestão inadequada de alimentos;
·    consumo de álcool;
·    certos distúrbios endócrinos não compensados;
·    uso concomitante de outros medicamentos (veja item Interações Medicamentosas).
·    ·    ·    
Em pacientes com insuficiência renal48 grave, as necessidades de insulina2 podem ser menores devido ao metabolismo18 de insulina2 reduzido. Em idosos, a deterioração progressiva da função renal49 pode levar a uma redução estável das necessidades de insulina2. Em pacientes com insuficiência hepática50 grave, as necessidades de insulina2 podem ser menores devido a capacidade reduzida para gliconeogênese51 e ao metabolismo18 de insulina2 reduzido.

Hipoglicemia7 pode ser corrigida geralmente pela ingestão imediata de carboidrato52.

Pelo fato da ação corretiva inicial ter que ser tomada imediatamente, os pacientes devem transportar consigo pelo menos 20g de carboidrato52 durante todo o tempo, bem como alguma informação que os identifiquem como diabéticos.

·      Doenças Intercorrentes:
·    ·    ·    
O médico deve ser informado caso ocorram doenças intercorrentes, uma vez que a situação necessita da intensificação da monitoração metabólica. Em muitos casos, testes de urina53 para cetonas são indicados e freqüentemente é necessário ajuste de dose da insulina2. A necessidade de insulina2 é freqüentemente aumentada. Em pacientes com diabete Tipo 1, o suprimento de carboidrato52 deve ser mantido mesmo se os pacientes forem capazes de comer ou beber apenas um pouco ou nenhum alimento, ou estiverem vomitando, etc; em pacientes com diabete do Tipo 1 a insulina2 não deve nunca ser omitida completamente.

Como resultado de, por exemplo, hipoglicemia7, hiperglicemia14 ou visão54 prejudicada (veja item Reações Adversas), a habilidade de concentração e reação pode ser afetada, possivelmente constituindo risco em situações onde estas habilidades são de particular importância (por exemplo: dirigir veículos ou operar máquinas).

Os pacientes devem ser aconselhados a tomarem precauções para evitarem hipoglicemia7 enquanto dirigem. Isso é particularmente importante naqueles que reduziram ou que não conhecem os "sintomas11 de aviso" de hipoglicemia7 ou que têm episódios freqüentes de hipoglicemia7. A prudência no dirigir deve ser considerada nessas circustâncias.


Uso durante a gravidez5 e lactação6

Não há nenhum estudo clínico bem controlado com o uso de insulina glargina1 em mulheres grávidas. Estudos em animais, com doses de até 6 - 40 vezes a dose humana, não indicam efeitos prejudiciais diretos na gravidez5.

Mulheres com diabete pré-existente ou gestacional devem manter um bom controle metabólico durante a gravidez5. Nos três primeiros meses, as necessidades de insulina2 podem diminuir e geralmente aumentam durante o segundo e terceiro trimestres. Imediatamente após o parto, as necessidades de insulina2 diminuem rapidamente (aumento do risco de hipoglicemia7). Portanto, monitoração cuidadosa da glicemia37 é essencial nessas pacientes. Caso você esteja grávida ou planejando engravidar, informe o seu médico.

Os ajustes das doses de insulina2 e dieta podem ser necessários em mulheres que estão amamentando.

- INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

Várias substâncias afetam o metabolismo18 da glicose19 e podem requerer ajuste da dose de insulina2 e particularmente monitorização cuidadosa.

Um aumento no efeito de redução de glicemia37 e na susceptibilidade45 à hipoglicemia7 pode ocorrer no uso concomitante de por exemplo: antidiabéticos orais55, inibidores da ECA, disopiramida, fibratos, fluoxetina, inibidores da MAO56, pentoxifilina, propoxifeno, salicilatos ou antibióticos sulfonamídicos.

Uma diminuição no efeito de redução de glicemia37 pode ocorrer com o uso concomitante de corticosteróides, danazol, diazóxido, diuréticos57, glucagon58, isoniazida, estrógenos e progestágenos (por exemplo: em contraceptivos orais), derivados da fenotiazina, somatropina, agentes simpatomiméticos (como epinefrina, salbutamol59, terbutalina) ou hormônios da tireóide.

Os beta-bloqueadores, clonidina, sais de lítio ou álcool podem tanto potencializar ou diminuir o efeito de redução da glicemia37 da insulina2. A pentamidina pode causar hipoglicemia7, que pode algumas vezes ser seguida por hiperglicemia14.

Além disso, sob a influência de medicamentos simpatolíticos (por exemplo: beta-bloqueadores, clonidina, guanetidina e reserpina), os sinais10 de contra-regulação adrenérgica podem ficar reduzidos ou ausentes.

Reações Adversas de Lantus U

Pode ocorrer hipoglicemia7 (em geral a reação adversa mais freqüente da terapia com insulina2), caso a dose de insulina2 seja muito alta em relação às necessidades de insulina2. Assim como com todas as insulinas, ataques hipoglicêmicos graves, especialmente se recorrentes, podem levar a distúrbios neurológicos. Episódios hipoglicêmicos graves ou prolongados podem ser de risco à vida. Em muitos pacientes, os sinais10 e sintomas11 de neuroglicopenia são precedidos por sinais10 de contra-regulação-adrenérgica. Geralmente, quanto mais rápido e maior o declínio na glicemia37, mais acentuados são os fenômenos de contra-regulação e os seus sintomas11.

Uma alteração acentuada nos níveis glicêmicos pode causar distúrbios visuais temporários, devido a alteração temporária na turgidez e índice de refração das lentes. Contudo, como com todos os tratamentos com insulina2, a terapia intensificada com insulina2 com melhora repentina nos níveis de glicemia37 podem estar associados com a piora temporária da retinopatia diabética60; entretanto, de forma geral, a melhora no controle reduz o risco da sua progressão. Em pacientes com retinopatia proliferativa42, particularmente se não forem tratados  com fotocoagulação, episódios hipoglicêmicos graves podem causar perda transitória da visão54.

Assim como com todas as terapias com insulina2, pode ocorrer lipodistrofia61 no local da injeção23 e retardar a absorção da insulina2. Em estudos clínicos, em tratamentos que incluíam insulina glargina1, foi observada lipohipertrofia62 em 1 a 2% dos pacientes, enquanto que lipoatrofia63 era incomum. A rotação contínua do local de injeção23 dentro de determinada área pode ajudar a reduzir ou evitar essas reações.

Em estudos clínicos usando tratamentos que incluíam insulina glargina1, reações no local das injeções foram observadas em 3 a 4% dos pacientes. Assim como com qualquer terapia com insulina2, tais reações incluem rubor, dor, coceira, urticária64, inchaço65, inflamação66. A maioria das pequenas reações geralmente são resolvidas em poucos dias ou poucas semanas.

Reações alérgicas do tipo imediata são raras. Tais reações à insulina2 (incluindo insulina glargina1) ou aos excipientes podem, por exemplo, ser associadas com reações cutâneas67 generalizadas, angioedema68, broncospasmo, hipotensão69 e choque70, podendo ser de risco à vida.

A administração de insulina2 pode causar a formação de anticorpos71. Em estudos clínicos, os anticorpos71 que têm reação cruzada com insulina2 humana e insulina glargina1 foram observados tanto nos grupos de tratamento com NPH quanto nos grupos com insulina glargina1, com incidências similares. Em casos raros, a presença de tais anticorpos71 podem necessitar ajuste de dose da insulina2 para corrigir a tendência à hiperglicemia14 ou hipoglicemia7. Raramente, a insulina2 pode causar retenção de sódio e edema72, particularmente após melhora significativa do controle metabólico em associação com a terapia intensificada por insulina2.

Fale com o seu médico se você observar qualquer uma das reações adversas listadas nesta bula ou quaisquer outros efeitos indesejados ou inesperados. Caso ocorram reações inesperadas ou graves, informe o seu médico imediatamente.

- POSOLOGIA E MODO DE USAR

Insulina glargina1 é uma nova insulina2 humana recombinante análoga, equipotente a insulina2 humana.

Devido ao perfil de redução de glicose19 sem pico com duração de ação prolongada da LANTUS® (insulina glargina1), a dose é administrada por via subcutânea9 uma vez ao dia. Pode ser administrada a qualquer hora do dia, entretanto, no mesmo horário todos os dias. Os níveis desejados de glicemia37, bem como as doses e intervalos das medicações antidiabéticas devem ser determinadas e ajustadas individualmente.

Os ajustes na dose podem também ser necessários, por exemplo, se houver alterações de peso, estilo de vida, planejamento da dose de insulina2 dos pacientes, ou outras circunstâncias que possam promover aumento na susceptibilidade45 à hipoglicemia7 ou hiperglicemia14 (ver item Precauções e Advertências). Qualquer alteração de dose deve ser feita somente sob supervisão médica.

Em regimes de injeção23 basal em bolus73, geralmente 40-60% da dose diária é administrada como insulina glargina1 para cobrir os requerimentos de insulina2 basal. Num estudo clínico com pacientes diabéticos Tipo 2 sob tratamento com antidiabético oral74, foi iniciada terapia com dose de 10 UI de insulina glargina1, 1 vez ao dia, e subseqüentemente o tratamento foi ajustado individualmente.

LANTUS® (insulina glargina1) não é a insulina2 de escolha para o tratamento de cetoacidose diabética75. Insulina2 intravenosa de curta duração deve ser o tratamento preferido.

Quando ocorrer a alteração de um tratamento com insulina2 intermediária ou uma insulina2 de longa-duração para um tratamento com LANTUS® (insulina glargina1), pode ser necessário ajuste na quantidade e intervalo da insulina de curta duração76 ou da insulina2 análoga de ação rápida ou da dose de qualquer antidiabético oral74.

Nos estudos clínicos realizados quando os pacientes foram transferidos de insulina NPH17 uma vez ao dia ou insulina2 ultralenta para LANTUS® (insulina glargina1) administrada uma vez ao dia, a dose inicial utilizada foi geralmente inalterada (por exemplo: quantidade de unidades internacionais, UI, de LANTUS® (insulina glargina1) por dia foi igual as UI de insulina NPH17). Para aqueles que foram transferidos de insulina NPH17 duas vezes ao dia para LANTUS® (insulina glargina1) uma vez ao dia, a dose inicial (UI) foi geralmente reduzida em aproximadamente 20% (comparada com a dose total diária em UI de insulina NPH17) e então ajustada com base na resposta do paciente, de forma a reduzir o risco de hipoglicemia7.

Um programa de monitorização metabólica cuidadosa sob supervisão médica é recomendado durante a transferência nas semanas iniciais posteriores. Assim como com todas as insulinas análogas, isso é particularmente verdadeiro para pacientes77 que, devido aos anticorpos71 à insulina2 humana, necessitam de altas doses de insulina2 e podem apresentar uma resposta acentuadamente melhor com insulina glargina1.

Um controle metabólico melhor pode resultar em aumento da sensibilidade à insulina2 (necessidades reduzidas de insulina2) podendo ser necessário posterior ajuste das doses de LANTUS® (insulina glargina1) e outras insulinas ou antidiabéticos orais55.

A monitorização da glicemia37 é recomendada para todos os pacientes com diabete.

Uso pediátrico: Até o momento, há apenas experiência limitada com LANTUS® (insulina glargina1) em crianças.

Administração

LANTUS® (insulina glargina1) é administrada por injeção23 tecidual subcutânea9. Não deve ser administrada intravenosamente. Dentro de uma determinada área de injeção23 (abdômen, coxa24 ou deltóide), deve ser escolhido um diferente local para cada injeção23. A absorção de insulina glargina1 não é diferente entre as áreas de injeção subcutânea8 do abdômem, coxa24 ou deltóide. Assim como para todas as insulinas, a taxa de absorção e conseqüentemente o início e duração da ação podem ser afetados por exercício e outras variáveis.

A prolongada duração de ação da insulina glargina1 é dependente da injeção23 no espaço subcutâneo25. A administração intravenosa da dose subcutânea9 usual pode resultar em hipoglicemia7 grave.

Instruções para uso dos frascos-ampolas de LANTUS® (insulina glargina1):

Inspecionar cada frasco antes do uso. Somente utilizar se a solução estiver clara, incolor, sem a presença de partículas visíveis e se estiver com a consistência de água. Por não ser suspensão, não é necessária a re-suspensão antes do uso. As seringas não devem conter quaisquer outros medicamentos ou vestígios de outros medicamentos (por exemplo, traços de heparina).

LANTUS® (insulina glargina1) não deve ser misturada ou diluída com qualquer outra insulina2, pois pode alterar o perfil de tempo/ação da LANTUS® (insulina glargina1) ou causar a sua precipitação.

Recomenda-se anotar a data do primeiro uso da solução injetável do frasco-ampola no rótulo do mesmo, onde aparece uma linha tracejada. O prazo de validade da solução injetável após o primeiro uso é de 4 semanas.

Instruções para uso de LANTUS® (insulina glargina1) para Optipenâ

LANTUS® (insulina glargina1) para Optipenâ  deve ser utilizada no mecanismo de injeção23 da Optipenâ . O usuário deve saber operar o mecanismo corretamente e ter conhecimento dos possíveis problemas e medidas corretivas a tomar (ler o manual de instruções ao adquirir a caneta OptipenÒ).

LANTUS® (insulina glargina1) para Optipenâ  é administrada por injeção23 tecidual subcutânea9. Não deve ser administrada intravenosamente. Dentro de uma determinada área de injeção23 (abdômen, coxa24 ou deltóide), deve ser escolhido um local diferente para cada injeção23. A absorção de insulina glargina1 não é diferente entre as áreas de injeção subcutânea8 do abdômen, coxa24 ou deltóide. Assim como para todas as insulinas, a taxa de absorção e conseqüentemente o início e duração da ação podem ser afetados por exercício e outras variáveis.

A prolongada duração de ação da insulina glargina1 é dependente da injeção23 no espaço subcutâneo25. A injeção23 intravenosa da dose subcutânea9 usual pode resultar em hipoglicemia7 grave.

Inspecionar cada frasco antes do uso. Somente utilizar se a solução estiver clara, incolor, sem a presença de partículas visíveis e se estiver com a consistência de água. Como a LANTUS® (insulina glargina1) para Optipenâ  não é uma suspensão, não é necessária a re-suspensão antes do uso.

Antes de inserir na caneta, manter a LANTUS® (insulina glargina1) para Optipenâ  em temperatura ambiente durante 1 a 2 horas. Siga cuidadosamente as instruções contidas no livro de instruções da caneta.

LANTUS® (insulina glargina1) não deve ser misturada ou diluída com qualquer outra insulina2, pois pode alterar o perfil de tempo/ação da LANTUS® (insulina glargina1) para Optipenâ ou causar a sua precipitação. Não encher os refis vazios.

Em casos de mal funcionamento da caneta, você pode transferir a insulina2 do refil para uma seringa78 (adequada para uma insulina2 de 100 UI/mL) e utilizá-la para injeção23. As seringas não devem conter quaisquer outros medicamentos ou vestígios de outros medicamentos.

Após a inserção de um novo refil, verificar se a caneta está funcionando corretamente antes de injetar a primeira dose. Veja o livro de instruções da caneta para maiores detalhes.

O prazo de validade após o primeiro uso do refil é de 4 semanas.

Superdosagem de Lantus U

Sintomas11:
A superdosagem com insulina2, relacionada com a ingestão de alimentos, consumo de energia ou ambos, pode levar a hipoglicemia7 grave e algumas vezes prolongada e apresentar risco de vida.

Controle:
Episódios leves de hipoglicemia7 podem geralmente ser tratados com carboidratos por via oral. Os ajustes da dose, padrões de alimentação ou atividade física podem ser necessários. Episódios mais graves culminando em coma79, convulsões ou danos neurológicos podem ser tratados com glucagon58 (intramuscular ou subcutâneo25) ou solução de glicose19 intravenosa concentrada. A ingestão sustentada de carboidrato52 e observação podem ser necessárias devido a possibilidade de recorrência80 de hipoglicemia7 após aparente recuperação clínica.

Pacientes Idosos de Lantus U


Não há advertências e recomendações especiais sobre o uso adequado desse medicamento por pacientes idosos.

ATENÇÃO: ESTE PRODUTO É UM NOVO MEDICAMENTO E EMBORA AS PESQUISAS REALIZADAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA QUANDO CORRETAMENTE INDICADO, PODEM OCORRER REAÇÕES ADVERSAS IMPREVISÍVEIS AINDA NÃO DESCRITAS OU CONHECIDAS. EM CASO DE SUSPEITA DE REAÇÃO ADVERSA O MÉDICO RESPONSÁVEL DEVE SER NOTIFICADO.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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M.S 1.1300.0285

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Nº. de lote, data de fabricação e vencimento: vide cartucho.

LANTUS u 100 UI/mL - Laboratório

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Rua Conde Domingos Papais, 413
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Complementos

1 Insulina Glargina: Insulina análoga à humana com duração prolongada de ação, quando comparada com a insulina humana NPH, proporciona uma liberação de insulina constante e isenta de picos, a partir do local da injeção. É um novo derivado da insulina humana (a asparagina na posição 21 da cadeia A foi substituída pela glicina, enquanto dois resíduos de arginina foram adicionados à posição 30 da cadeia B), desenvolvida pela Hoeschst Marion Roussel (a empresa que originou a Aventis Pharmaceuticals). A glargina é uma proteína fabricada por tecnologia de DNA recombinante. Além da insulina, 85% de glicerina, metacresol e de cloreto de zinco estão incluídos como aditivos. É uma insulina de longa duração, mimetizando a secreção fisiológica basal.
2 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
3 Ácido clorídrico: Ácido clorídrico ou ácido muriático é uma solução aquosa, ácida e queimativa, normalmente utilizado como reagente químico. É um dos ácidos que se ioniza completamente em solução aquosa.
4 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
5 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
6 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
7 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
8 Injeção subcutânea: Injetar fluido no tecido localizado abaixo da pele, o tecido celular subcutâneo, com uma agulha e seringa.
9 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
10 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
11 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
12 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
13 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
14 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
15 Cepa: Cepa ou estirpe é um termo da biologia e da genética que se refere a um grupo de descendentes com um ancestral comum que compartilham semelhanças morfológicas e/ou fisiológicas.
16 Tecido Subcutâneo: Tecido conectivo frouxo (localizado sob a DERME), que liga a PELE fracamente aos tecidos subjacentes. Pode conter uma camada (pad) de ADIPÓCITOS, que varia em número e tamanho, conforme a área do corpo e o estado nutricional, respectivamente.
17 Insulina NPH: Insulina de ação intermediária. A administração de protamina e a neutralização do pH prolongaram o tempo de ação, com a finalidade de permitir apenas uma aplicação subcutânea ao dia. Contudo, com o passar dos anos, verificou-se que apenas uma aplicação diária não era suficiente para manter um controle adequado e passou-se a utilizar duas tomadas ao dia. Tem início de ação entre 1 e 2 horas após a aplicação, efeito máximo em 4 a 12 horas mas continua sua ação após 10 horas de sua aplicação.
18 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
19 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
20 Músculo Esquelético: Subtipo de músculo estriado fixado por TENDÕES ao ESQUELETO. Os músculos esqueléticos são inervados e seu movimento pode ser conscientemente controlado. Também são chamados de músculos voluntários.
21 Tecido Adiposo: Tecido conjuntivo especializado composto por células gordurosas (ADIPÓCITOS). É o local de armazenamento de GORDURAS, geralmente na forma de TRIGLICERÍDEOS. Em mamíferos, existem dois tipos de tecido adiposo, a GORDURA BRANCA e a GORDURA MARROM. Suas distribuições relativas variam em diferentes espécies sendo que a maioria do tecido adiposo compreende o do tipo branco.
22 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
23 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
24 Coxa: É a região situada abaixo da virilha e acima do joelho, onde está localizado o maior osso do corpo humano, o fêmur.
25 Subcutâneo: Feito ou situado sob a pele. Hipodérmico.
26 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
27 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
28 Glicemia de jejum: Teste que checa os níveis de glicose após um período de jejum de 8 a 12 horas (frequentemente dura uma noite). Este teste é usado para diagnosticar o pré-diabetes e o diabetes. Também pode ser usado para monitorar pessoas com diabetes.
29 Randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle – o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
30 Insulina Lispro: Insulina de ação rápida. Inicia sua ação após cinco minutos da aplicação. Tem efeito máximo em 30 minutos a uma hora após injeção, mas continua a agir por três horas após aplicação.
31 Glimepirida: Medicamento de uso oral para tratamento do diabetes tipo 2. Estimula a secreção de insulina ligando-se a um receptor específico na célula-beta do pâncreas que determina fechamento dos canais de potássio (K+) dependentes de ATP (adenosinatrifosfato), resultando em despolarização da célula. Pertence à classe das sulfoniluréias.
32 Hemoglobina: Proteína encarregada de transportar o oxigênio desde os pulmões até os tecidos do corpo. Encontra-se em altas concentrações nos glóbulos vermelhos.
33 A1C: O exame da Hemoglobina Glicada (A1C) ou Hemoglobina Glicosilada é um teste laboratorial de grande importância na avaliação do controle do diabetes. Ele mostra o comportamento da glicemia em um período anterior ao teste de 60 a 90 dias, possibilitando verificar se o controle glicêmico foi efetivo neste período. Isso ocorre porque durante os últimos 90 dias a hemoglobina vai incorporando glicose em função da concentração que existe no sangue. Caso as taxas de glicose apresentem níveis elevados no período, haverá um aumento da hemoglobina glicada. O valor de A1C mantido abaixo de 7% promove proteção contra o surgimento e a progressão das complicações microvasculares do diabetes (retinopatia, nefropatia e neuropatia).
34 HbA1C: Hemoglobina glicada, hemoglobina glicosilada, glico-hemoglobina ou HbA1C e, mais recentemente, apenas como A1C é uma ferramenta de diagnóstico na avaliação do controle glicêmico em pacientes diabéticos. Atualmente, a manutenção do nível de A1C abaixo de 7% é considerada um dos principais objetivos do controle glicêmico de pacientes diabéticos. Algumas sociedades médicas adotam metas terapêuticas mais rígidas de 6,5% para os valores de A1C.
35 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
36 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
37 Glicemia: Valor de concentração da glicose do sangue. Seus valores normais oscilam entre 70 e 110 miligramas por decilitro de sangue (mg/dl).
38 Estenoses: Estreitamentos patológicos de um conduto, canal ou orifício.
39 Artérias coronárias: Veias e artérias do CORAÇÃO.
40 Veias: Vasos sangüíneos que levam o sangue ao coração.
41 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
42 Retinopatia proliferativa: Condição caracterizada pelo crescimento de novos vasos e tecido fibroso na retina e na superfície posterior do vítreo, podendo provocar trações retinianas até o descolamento e perda da visão nos casos mais avançados.
43 Neuropatia autonômica: Tipo de neuropatia que afeta pulmões, coração, estômago, intestino, bexiga e órgãos genitais.
44 Hemoglobina glicosilada: Hemoglobina glicada, hemoglobina glicosilada, glico-hemoglobina ou HbA1C e, mais recentemente, apenas como A1C é uma ferramenta de diagnóstico na avaliação do controle glicêmico em pacientes diabéticos. Atualmente, a manutenção do nível de A1C abaixo de 7% é considerada um dos principais objetivos do controle glicêmico de pacientes diabéticos. Algumas sociedades médicas adotam metas terapêuticas mais rígidas de 6,5% para os valores de A1C.
45 Susceptibilidade: 1. Ato, característica ou condição do que é suscetível. 2. Capacidade de receber as impressões que põem em exercício as ações orgânicas; sensibilidade. 3. Disposição ou tendência para se ofender e se ressentir com (algo, geralmente sem importância); delicadeza, melindre. 4. Em física, é o coeficiente de proporcionalidade entre o campo magnético aplicado a um material e a sua magnetização.
46 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
47 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
48 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
49 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
50 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
51 Gliconeogênese: Formação de novo açúcar. É o caminho pelo qual é produzida a glicose a partir de compostos aglicanos (não-açúcares ou não-carboidratos), sendo a maior parte deste processo realizado no fígado (principalmente em jejum) e uma menor parte realizada no córtex renal.
52 Carboidrato: Um dos três tipos de nutrientes dos alimentos, é um macronutriente. Os alimentos que possuem carboidratos são: amido, açúcar, frutas, vegetais e derivados do leite.
53 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
54 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
55 Antidiabéticos orais: Quaisquer medicamentos que, administrados por via oral, contribuem para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais. Eles podem ser um hipoglicemiante, se forem capazes de diminuir níveis de glicose previamente elevados, ou um anti-hiperglicemiante, se agirem impedindo a elevação da glicemia após uma refeição.
56 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
57 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
58 Glucagon: Hormônio produzido pelas células-alfa do pâncreas. Ele aumenta a glicose sangüínea. Uma forma injetável de glucagon, disponível por prescrição médica, pode ser usada no tratamento da hipoglicemia severa.
59 Salbutamol: Fármaco padrão para o tratamento da asma. Broncodilatador. Inibidor do trabalho de parto prematuro.
60 Retinopatia diabética: Dano causado aos pequenos vasos da retina dos diabéticos. Pode levar à perda da visão. Retinopatia não proliferativa ou retinopatia background Caracterizada por alterações intra-retinianas associadas ao aumento da permeabilidade capilar e à oclusão vascular que pode ou não ocorrer. São encontrados microaneurismas, edema macular e exsudatos duros (extravasamento de lipoproteínas). Também chamada de retinopatia simples.
61 Lipodistrofia: Defeito na quebra ou na fabricação de gordura abaixo da pele, resultando em elevações ou depressões na superfície da pele. (Veja lipohipertrofia e lipoatrofia). Pode ser causada por injeções repetidas de insulina em um mesmo local.
62 Lipohipertrofia: Crescimento da gordura localizada abaixo da pele, causando elevações localizadas. Pode ser causada por injeções repetidas de insulina em um mesmo local.
63 Lipoatrofia: Perda de tecido gorduroso abaixo da pele resultando em afundamentos localizados. Pode ser causada por injeções repetidas de insulina em um mesmo local.
64 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
65 Inchaço: Inchação, edema.
66 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
67 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
68 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
69 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
70 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
71 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
72 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
73 Bolus: Uma quantidade extra de insulina usada para reduzir um aumento inesperado da glicemia, freqüentemente relacionada a uma refeição rápida.
74 Antidiabético oral: Qualquer medicamento que, administrado por via oral, contribui para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais. Ele pode ser um hipoglicemiante, se for capaz de diminuir níveis de glicose previamente elevados, ou um anti-hiperglicemiante, se agir impedindo a elevação da glicemia após uma refeição.
75 Cetoacidose diabética: Complicação aguda comum do diabetes melito, é caracterizada pela tríade de hiperglicemia, cetose e acidose. Laboratorialmente se caracteriza por pH arterial 250 mg/dl, com moderado grau de cetonemia e cetonúria. Esta condição pode ser precipitada principalmente por infecções, infarto agudo do miocárdio, acidente vascular encefálico, trauma e tratamento inadequado do diabetes. Os sinais clínicos da cetoacidose são náuseas, vômitos, dor epigástrica (no estômago), hálito cetônico e respiração rápida. O não-tratamento desta condição pode levar ao coma e à morte.
76 Insulina de curta duração: Tipo de insulina que inicia sua ação de reduzir os níveis glicêmicos 30 minutos após a injeção e tem efeito máximo 2 a 5 horas após a injeção.
77 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
78 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
79 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
80 Recorrência: 1. Retorno, repetição. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
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