Preço de DIMORF 10MG/ML S.ORAL-1fr.60ml em Ann Arbor/SP: R$ 27,49

DIMORF 10MG/ML S.ORAL-1fr.60ml

CRISTALIA

Atualizado em 08/12/2014

DIMORF 10MG/ML S.ORAL-1fr.60ml

DIMORF®
Sulfato de Morfina

Forma Farmacêutica de Dimorf

Solução Oral - 10 mg/ml

Apresentação de Dimorf

Cartucho com 1 frasco contendo 60 ml e conta-gotas graduado.
USO PEDIÁTRICO OU ADULTO

Composição de Dimorf

Cada ml de Solução Oral (correspondente a 26 gotas) contém:Sulfato de Morfina (DCB 0856.03-7) .................... 10 mg
Veículo q.s.p. .................... 1 ml
(Veículo: ciclamato de sódio, sacarina1 sódica, benzoato de sódio, propilenoglicol, sorbitol2 70%, ácido cítrico, aroma artificial de chocolate, cloreto de sódio, água purificada)

Informações Técnicas de Dimorf

O Dimorf® Solução Oral é indicado para o alívio da dor aguda e crônica graves. A dosagem inicial pode ser reduzida após a obtenção de resposta inicial e manutenção da mesma por três dias.
Para melhorar o sabor, o produto pode ser diluído em suco de fruta antes da ingestão.
O produto deve ser conservado em temperatura ambiente , entre 15 e 30oC, protegido da luz. O produto não deve ser congelado.
O prazo de validade do produto é de 12 meses após a data de fabricação, impressa na embalagem. Não utilizar medicamento com o prazo de validade vencido.
O uso do produto durante a gravidez3, trabalho de parto ou por pacientes que estejam amamentando, somente deve ser feito se o potencial benefício justificar os riscos envolvidos.
A orientação médica sobre os horários, as doses e a duração do tratamento devem ser seguidas.
O tratamento não deve ser interrompido sem o conhecimento do médico.
A morfina como outros opióides, pode produzir hipotensão4 ortostática em pacientes ambulatoriais.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Os pacientes devem ser prevenidos sobre os efeitos combinados do álcool e outros depressores do sistema nervoso central5 como a morfina.
Durante o tratamento com o Dimorf® pode haver alteração das habilidades mentais e/ou físicas necessárias para a realização de tarefas potencialmente perigosas tais como dirigir veículos e operar máquinas. Portanto, o paciente deve ser alertado.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO; PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE6.

Informações Técnicas de Dimorf

Os analgésicos7 opióides ligam-se aos receptores estereoespecíficos em muitos locais no sistema nervoso central5, alterando os processos que afetam tanto a percepção da dor como a resposta emocional à dor. Embora os locais e os mecanismos de ação não tenham sido determinados precisamente, as alterações na liberação dos vários neurotransmissores dos nervos aferentes, sensíveis ao estímulo da dor, podem ser parcialmente responsáveis pelos efeitos analgésicos7. Têm sido descritos múltiplos subtipos de receptores opióides, cada um mediando vários efeitos terapêuticos e/ou de reações adversas das drogas opióides.
No mínimo dois tipos de receptores opióides (mu e kappa) mediam a analgesia. A morfina e outros agonistas opióides exercem sua atividade agonista8, primariamente, no receptor mu. Os receptores mu estão amplamente distribuídos através do sistema nervoso central5, especialmente no sistema límbico.
A ligação da morfina às proteínas9 é baixa. Sua meia-vida é de 2 a 3 horas. O tempo para o efeito de pico na dose oral é de 1 a 2 horas. A duração de ação, somente em pacientes não tolerantes, para a forma oral, é de 4 a 5 horas. A eliminação é 85% renal10, de 9 a 12% como morfina não modificada e 7 a 10% biliar.

Indicações de Dimorf

O Dimorf® Solução Oral é indicado para o alívio da dor crônica grave e aguda.

Contra-Indicações de Dimorf

O produto é contra-indicado em pacientes com conhecida hipersensibilidade à morfina, ou a algum componente da fórmula. Também na insuficiência11 ou depressão respiratória, depressão grave do sistema nervoso central5, ataque de asma12 brônquica, deficiência cardíaca secundária, doença crônica de pulmão13, arritmias14 cardíacas, aumento da pressão intracraniana ou cerebroespinhal, lesões15 na cabeça16, tumor17 cerebral, alcoolismo agudo18, delirium tremens19, desordens convulsivas, após cirurgia do trato biliar20, cirurgia no abdome21, anastomose22 cirúrgica, administração conjunta com inibidores da MAO23 ou após um período de 14 dias com este tratamento.

Precauções de Dimorf

A morfina pode causar dependência física ou psíquica. Pode ocorrer abstinência na descontinuação abrupta ou pela administração de um antagonista24 narcótico. Pode resultar em depressão respiratória, hipotensão4, profunda sedação25 ou coma26.
Interação com outros depressores do sistema nervoso central5:- a morfina deve ser usada com cuidado e em dose reduzida em pacientes que estejam recebendo simultaneamente outros analgésicos7 opióides, anestésicos gerais, fenotiazinas, outros tranqüilizantes, hipnóticos-sedativos, antidepressivos tricíclicos e outros depressores do SNC27 como o álcool. Pode ocorrer depressão respiratória, hipotensão4 e sedação25 profunda ou coma26.
Lesões15 cranianas e aumento da pressão intracraniana:- Os efeitos depressores respiratórios da morfina e sua capacidade de elevar a pressão dos fluídos-cerebroespinhais podem ser exacerbados na presença de elevada pressão intracraniana. Além disso, os opióides produzem outros efeitos que podem confundir o curso clínico dos pacientes com lesões15 cranianas. Em tais pacientes, a morfina deve ser usada com precaução e somente se for considerada essencial.
Asma12 e Outras Condições Respiratórias:- A morfina deve ser usada com precaução em pacientes com ataque asmático agudo18, em pacientes com doença obstrutiva crônica pulmonar ou cor pulmonale e em pacientes com a reserva respiratória substancialmente diminuída, na depressão respiratória preexistente, hipóxia28 ou hipercapnia29. Nesses pacientes, mesmo doses terapêuticas usuais de opióides podem diminuir a condução respiratória enquanto aumentam simultaneamente a necessidade e a resistência das vias aéreas respiratórias ao ponto de apnéia30.
Efeito Hipotensivo:- A administração de morfina pode resultar em grave hipotensão4 em paciente que tenha a pressão sangüínea31 comprometida, pela depleção32 do volume sangüíneo ou administração conjunta de drogas como fenotiazinas ou certos anestésicos.
Pacientes com Risco Especial:- A morfina deve ser administrada com precaução e a dose inicial deve ser reduzida em pacientes idosos ou debilitados e naqueles com graves danos na função hepática33 ou renal10, hipotireoidismo34, doença de Addison, hipertrofia35 prostática ou estreitamento uretral36.
Condições Abdominais Agudas:- A administração de morfina ou outros opióides podem mascarar o diagnóstico37 ou curso clínico em pacientes com condições agudas abdominais.
Carcinogenicidade e Mutagenicidade:- Não estão ainda disponíveis estudos longos que demonstrem a potencial carcinogenicidade e mutagenicidade da morfina.
Gravidez3:- Categoria C.:- Estudos de reprodução38 em animais não têm sido conduzidos com a morfina. Também não se sabe se a morfina pode causar dano fetal quando administrada a mulheres grávidas ou se pode afetar a capacidade de reprodução38. A morfina somente deve ser administrada a mulheres grávidas se muito necessário.
Parto e Trabalho de Parto:- A morfina atravessa rapidamente a barreira placentária, se administrada durante o trabalho de parto, podendo causar depressão respiratória no recém-nascido.
Amamentação39:- A morfina é excretada no leite humano. Por esta razão, deve haver muito cuidado na administração a pacientes que estejam amamentando.
Uso Pediátrico:- A segurança e a eficácia em crianças ainda não foram estabelecidas. As crianças até dois anos de idade podem ser mais susceptíveis aos efeitos da droga, especialmente aos efeitos depressores respiratórios. Pacientes pediátricos em tratamento com analgésicos7 opióides podem sentir excitação paradoxal40. Devem sempre ser considerados os benefícios em relação aos riscos em cada criança tratada.
Cuidados adicionais devem ser tomados ao se administrar opióides a crianças com menos de 3 meses de idade.
A dose deve ser individualizada pelo médico de acordo com a gravidade da dor, levando-se em consideração a idade e o tamanho do paciente.

Interações Medicamentosas de Dimorf

Geralmente os efeitos da morfina podem ser potencializados por agentes alcalinizantes e antagonizados pelos agentes acidificantes.O efeito analgésico41 da morfina é potencializado pela clorpromazina e pelo metocarbamol.
Os depressores do sistema nervoso central5 como os anestésicos, hipnóticos, barbitúricos, fenotiazínicos, cloral hidratado, glutetimida, sedativos, inibidores da MAO23 (incluindo o cloridrato de procarbazina), anti-histamínicos, beta-bloqueadores (propranolol), álcool, furazolidona e outros opióides podem intensificar os efeitos depressores da morfina.
A morfina pode aumentar a atividade anticoagulante42 da cumarina e outros anticoagulantes43.

Reações Adversas / Colaterais de Dimorf

OS MAIORES RISCOS COM A MORFINA, ASSIM COMO COM OS OUTROS ANALGÉSICOS7 OPIÓIDES SÃO, DEPRESSÃO RESPIRATÓRIA E, EM MENOR GRAU, DEPRESSÃO CIRCULATÓRIA; PARADA RESPIRATÓRIA; CHOQUE44 E PARADA CARDÍACA.
As reações adversas mais freqüentemente observadas incluem tontura45, vertigem46, sedação25, náusea47, vômito48 e transpiração49. Estes efeitos parecem ser mais observados em pacientes ambulatoriais do que naqueles que não sofrem dor grave. Em tais pacientes, são aconselháveis doses mais baixas. Algumas reações adversas podem ser diminuídas em pacientes ambulatoriais se os mesmos estiverem deitados.
Sistema Nervoso Central5:- Euforia, desconforto, fraqueza, dor de cabeça16, insônia, agitação, desorientação e distúrbios visuais.
Gastrintestinal:- Boca50 seca, anorexia51, constipação52 e espasmo53 no trato biliar20.
Cardiovascular:- Rubor na face54, bradicardia55, palpitação56, desmaio e síncope57.
Geniturinário:- Hesitação ou retenção urinária58, efeito antidiurético e redução da libido59 e/ou impotência60.
Alérgico:- Prurido61, urticária62, outras erupções cutâneas63, edema64 e raramente urticária62 hemorrágica65.
Tratamento das Reações Adversas mais freqüentes:
Constipação52:- Deve ser estimulada a ingestão hídrica ou outros líquidos. A administração concomitante de um laxante66 suave e um estimulante peristáltico junto com o produto pode ser uma medida preventiva efetiva necessária no tratamento dos pacientes com este problema. Se não ocorrer eliminação em 2 dias, deve ser administrado um enema67 para prevenir a obstrução.
No caso de ocorrer diarréia68, o umedecimento em torno da obstrução fecal é uma possível causa que deve ser considerada antes das medidas antidiarréicas.
Náusea47 e Vômito48:- O uso de fenotiazinas e anti-histamínicos pode ser um tratamento efetivo para a náusea47 de fontes medular e vestibular69 respectivamente. Entretanto, estas drogas podem potencializar os efeitos colaterais70 do narcótico ou do produto contra a náusea47.
Sonolência (sedação25):- Uma vez conseguido o controle da dor, a sedação25 indesejável pode ser minimizada pela titulação da dose para um nível suficiente para manter a dor tolerável ou um estado livre de dor.

Posologia de Dimorf

Dimorf® Solução Oral: cada 1 ml contém 10 mg de Sulfato de Morfina que corresponde a 26 gotas.Dose Oral em Adultos:
De 10 a 30 mg a cada 4 horas ou conforme prescrição médica. A dosagem é uma variável dependente do paciente, portanto, doses adicionais podem ser necessárias para conseguir-se adequada analgesia.
Para o controle da dor crônica, agonizante, em pacientes com doença terminal estabelecida, esta droga deve ser administrada regularmente a cada 4 horas, na menor dose que possibilite analgesia adequada.
Observação:- A medicação pode suprimir a respiração em idosos, nos muito doentes e em pacientes com problemas respiratórios, portanto, são necessárias doses menores.
Redução da Dosagem de Morfina:
Durante os 2 a 3 dias do alívio efetivo da dor, o paciente pode dormir por muitas horas. Isto pode ser mal interpretado, como efeito excessivo da dose do analgésico41, ao invés de primeiro sinal71 do alívio da dor no paciente fatigado. A dose, portanto, deve ser mantida por no mínimo 3 dias antes da redução, se a atividade respiratória e outros sinais vitais72 forem adequados. Após êxito no alívio da dor grave, devem ser feitas tentativas periódicas de redução da dose do narcótico. Doses menores ou completa descontinuação do analgésico41 narcótico pode vir a ser praticável devido às mudanças fisiológicas73 ou melhora do estado mental do paciente.
Dose Oral Pediátrica:
A dose deve ser individualizada pelo médico de acordo com a gravidade da dor, levando-se em consideração a idade e o peso do paciente. Recomenda-se o uso de medidas calibradas, para evitar a superdosagem em crianças até 6 anos.
A dose média recomendada, na administração por via oral é de 0,3 a 0,6 mg/kg.
Devem sempre ser considerados os benefícios em relação aos riscos em cada criança tratada.
Cuidados adicionais devem ser tomados ao se administrar opióides a crianças com menos de 3 meses de idade.
Abuso e Dependência da Droga:
Assim como com outros opióides, alguns pacientes podem desenvolver a dependência física e psíquica em relação à morfina. Eles podem aumentar a dose sem consultar o médico e subseqüentemente podem desenvolver a dependência física da droga. Em tais casos a descontinuidade abrupta pode precipitar sintomas74 típicos de abstinência, incluindo convulsões.
Portanto a droga deve ser retirada gradualmente em qualquer paciente que se tenha a informação do uso de dosagens excessivas por longos períodos.
No tratamento de pacientes com doenças terminais, o benefício do alívio da dor pode ter mais valor do que a possibilidade de dependência da droga.

Superdosagem de Dimorf

Sinais75 e Sintomas74:
Grave superdosagem com morfina é caracterizada por depressão respiratória (com diminuição da freqüência respiratória, e/ou volume corrente, respiração Cheyne-Stokes, cianose76), muita sonolência progredindo para entorpecimento ou coma26, flacidez muscular esquelética, pele77 fria ou úmida e às vezes bradicardia55 e hipotensão4.
Podem ocorrer na superdosagem grave, apnéia30, colapso78 circulatório, parada cardíaca e óbito79.
Tratamento:
A primeira atenção deve ser dada para o restabelecimento da troca respiratória adequada, através de desobstrução respiratória e instituição de ventilação80 assistida ou controlada. O narcótico agonista8 naloxona é o antídoto81 específico contra a depressão respiratória que pode resultar da superdosagem ou sensibilidade não usual aos opióides, incluindo-se a morfina.
Portanto, uma dose apropriada de naloxona (dose inicial usual para adulto: 0,4 mg) deve ser administrada preferencialmente por via intravenosa e simultaneamente com recursos disponíveis para a ressuscitação respiratória. A duração da ação da morfina pode exceder a do agonista8, devendo o paciente ser mantido sob contínua vigilância e doses repetidas do antagonista24 devem ser administradas caso necessário para a manutenção adequada da respiração.
Um antagonista24 não deve ser administrado na ausência de depressão respiratória ou cardiovascular clinicamente significativa.
Oxigênio, fluidos intravenosos, vasopressores e outras medidas de suporte devem ser empregados conforme indicados.
O esvaziamento gástrico pode ser útil na remoção da droga não absorvida.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
ATENÇÃO: " PODE CAUSAR DEPENDÊNCIA FÍSICA OU PSÍQUICA ".

N.º do lote, data de fabricação e prazo de validade: vide rótulo/cartucho
Reg. MS N.º 1.0298.0097
Farm. Resp.: Dr. Joaquim A. dos Reis - CRF-SP N.º 5061

SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente): 0800-7011918

CRISTÁLIA - Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
Rod. Itapira-Lindóia, km 14 - Itapira - SP
CNPJ N.º 44.734.671/0001-51
Indústria Brasileira

REVISADO EM 19/09/01


DIMORF 10MG/ML S.ORAL-1fr.60ml - Laboratório

CRISTALIA
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Complementos

1 Sacarina: Adoçante sem calorias e sem valor nutricional.
2 Sorbitol: Adoçante com quatro calorias por grama. Substância produzida pelo organismo em pessoas com diabetes e que pode causar danos aos olhos e nervos.
3 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
4 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
5 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
6 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
7 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
8 Agonista: 1. Em farmacologia, agonista refere-se às ações ou aos estímulos provocados por uma resposta, referente ao aumento (ativação) ou diminuição (inibição) da atividade celular. Sendo uma droga receptiva. 2. Lutador. Na Grécia antiga, pessoa que se dedicava à ginástica para fortalecer o físico ou como preparação para o serviço militar.
9 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
10 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
11 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
12 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
13 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
14 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
15 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
16 Cabeça:
17 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
18 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
19 Delirium tremens: Variedade de delírio associado ao consumo ou abstinência de álcool.
20 Trato Biliar: Os DUCTOS BILIARES e a VESÍCULA BILIAR.
21 Abdome: Região do corpo que se localiza entre o TÓRAX e a PELVE.
22 Anastomose: 1. Na anatomia geral, é a comunicação natural direta ou indireta entre dois vasos sanguíneos, entre dois canais da mesma natureza, entre dois nervos ou entre duas fibras musculares. 2. Na anatomia botânica, é a união total ou parcial de duas estruturas como vasos, ramos, raízes. 3. Formação cirúrgica de uma passagem entre duas estruturas tubulares ou ocas ou também é a junção ou ligação patológica entre dois espaços ou órgãos normalmente separados.
23 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
24 Antagonista: 1. Opositor. 2. Adversário. 3. Em anatomia geral, que ou o que, numa mesma região anatômica ou função fisiológica, trabalha em sentido contrário (diz-se de músculo). 4. Em medicina, que realiza movimento contrário ou oposto a outro (diz-se de músculo). 5. Em farmácia, que ou o que tende a anular a ação de outro agente (diz-se de agente, medicamento etc.). Agem como bloqueadores de receptores. 6. Em odontologia, que se articula em oposição (diz-se de ou qualquer dente em relação ao da maxila oposta).
25 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
26 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
27 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
28 Hipóxia: Estado de baixo teor de oxigênio nos tecidos orgânicos que pode ocorrer por diversos fatores, tais como mudança repentina para um ambiente com ar rarefeito (locais de grande altitude) ou por uma alteração em qualquer mecanismo de transporte de oxigênio, desde as vias respiratórias superiores até os tecidos orgânicos.
29 Hipercapnia: É a presença de doses excessivas de dióxido de carbono no sangue.
30 Apnéia: É uma parada respiratória provocada pelo colabamento total das paredes da faringe que ocorre principalmente enquanto a pessoa está dormindo e roncando. No adulto, considera-se apnéia após 10 segundos de parada respiratória. Como a criança tem uma reserva menor, às vezes, depois de dois ou três segundos, o sangue já se empobrece de oxigênio.
31 Pressão sangüínea: Força exercida pelo sangue arterial por unidade de área da parede arterial. É expressa como uma razão (Exemplo: 120/80, lê-se 120 por 80). O primeiro número é a pressão sistólica ou pressão máxima. E o segundo número é a presão diastólica ou mínima.
32 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
33 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
34 Hipotireoidismo: Distúrbio caracterizado por uma diminuição da atividade ou concentração dos hormônios tireoidianos. Manifesta-se por engrossamento da voz, aumento de peso, diminuição da atividade, depressão.
35 Hipertrofia: 1. Desenvolvimento ou crescimento excessivo de um órgão ou de parte dele devido a um aumento do tamanho de suas células constituintes. 2. Desenvolvimento ou crescimento excessivo, em tamanho ou em complexidade (de alguma coisa). 3. Em medicina, é aumento do tamanho (mas não da quantidade) de células que compõem um tecido. Pode ser acompanhada pelo aumento do tamanho do órgão do qual faz parte.
36 Uretral: Relativo ou pertencente à uretra.
37 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
38 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
39 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
40 Paradoxal: Que contém ou se baseia em paradoxo(s), que aprecia paradoxo(s). Paradoxo é o pensamento, proposição ou argumento que contraria os princípios básicos e gerais que costumam orientar o pensamento humano, ou desafia a opinião consabida, a crença ordinária e compartilhada pela maioria. É a aparente falta de nexo ou de lógica; contradição.
41 Analgésico: Medicamento usado para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
42 Anticoagulante: Substância ou medicamento que evita a coagulação, especialmente do sangue.
43 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
44 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
45 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
46 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
47 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
48 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
49 Transpiração: 1. Ato ou efeito de transpirar. 2. Em fisiologia, é a eliminação do suor pelas glândulas sudoríparas da pele; sudação. Ou o fluido segregado pelas glândulas sudoríparas; suor. 3. Em botânica, é a perda de água por evaporação que ocorre na superfície de uma planta, principalmente através dos estômatos, mas também pelas lenticelas e, diretamente, pelas células epidérmicas.
50 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
51 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
52 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
53 Espasmo: 1. Contração involuntária, não ritmada, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosa ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
54 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
55 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
56 Palpitação: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
57 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
58 Retenção urinária: É um problema de esvaziamento da bexiga causado por diferentes condições. Normalmente, o ato miccional pode ser iniciado voluntariamente e a bexiga se esvazia por completo. Retenção urinária é a retenção anormal de urina na bexiga.
59 Libido: Desejo. Procura instintiva do prazer sexual.
60 Impotência: Incapacidade para ter ou manter a ereção para atividades sexuais. Também chamada de disfunção erétil.
61 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
62 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
63 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
64 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
65 Hemorrágica: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
66 Laxante: Que laxa, afrouxa, dilata. Medicamento que trata da constipação intestinal; purgante, purgativo, solutivo.
67 Enema: Introdução de substâncias líquidas ou semilíquidas através do esfíncter anal, com o objetivo de induzir a defecação ou administrar medicamentos.
68 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
69 Vestibular: 1. O sistema vestibular é um dos sistemas que participam do equilíbrio do corpo. Ele contribui para três funções principais: controle do equilíbrio, orientação espacial e estabilização da imagem. Sintomas vestibulares são aqueles que mostram alterações neste sistema. 2. Exame que aprova e classifica os estudantes a serem admitidos nos cursos superiores.
70 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
71 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
72 Sinais vitais: Conjunto de variáveis fisiológicas que são pressão arterial, freqüência cardíaca, freqüência respiratória e temperatura corporal.
73 Fisiológicas: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
74 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
75 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
76 Cianose: Coloração azulada da pele e mucosas. Pode significar uma falta de oxigenação nos tecidos.
77 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
78 Colapso: 1. Em patologia, é um estado semelhante ao choque, caracterizado por prostração extrema, grande perda de líquido, acompanhado geralmente de insuficiência cardíaca. 2. Em medicina, é o achatamento conjunto das paredes de uma estrutura. 3. No sentido figurado, é uma diminuição súbita de eficiência, de poder. Derrocada, desmoronamento, ruína. 4. Em botânica, é a perda da turgescência de tecido vegetal.
79 Óbito: Morte de pessoa; passamento, falecimento.
80 Ventilação: 1. Ação ou efeito de ventilar, passagem contínua de ar fresco e renovado, num espaço ou recinto. 2. Agitação ou movimentação do ar, natural ou provocada para estabelecer sua circulação dentro de um ambiente. 3. Em fisiologia, é o movimento de ar nos pulmões. Perfusão Em medicina, é a introdução de substância líquida nos tecidos por meio de injeção em vasos sanguíneos.
81 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.

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