BEXTRA

PFIZER

Atualizado em 03/06/2015

A VENDA DESTE MEDICAMENTO ESTÁ TEMPORARIAMENTE SUSPENSA

Identificação do Produto da Bextra

Nome do produto: BextraNome genérico: valdecoxib
Forma farmacêutica e apresentações:
Bextra (valdecoxib) comprimidos revestidos de 40 mg em embalagem contendo 5 comprimidos.
USO ADULTO
Composição:
Cada comprimido revestido de Bextra 40 mg contém o equivalente a 40 mg de valdecoxib.
Excipientes: lactose1 monoidratada, celulose microcristalina, croscarmelose sódica, amido prégelatinizado,
estearato de magnésio e corante.

Informações ao Paciente da Bextra

Bextra (valdecoxib) é um medicamento analgésico2 e antiinflamatório para a prevenção e
tratamento da dor aguda, dismenorréia3 primária (cólicas4 menstruais) e para o alívio
sintomático5 no tratamento da dor e da inflamação6 da osteoartrite7 e da artrite reumatóide8.
Bextra poderá ser usado no período pré-operatório para evitar a dor pós-operatória e pode
reduzir as necessidades de opiáceos quando utilizado concomitantemente a estes para
tratamento da dor.
Bextra 40 mg deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C).
O prazo de validade está impresso na embalagem externa do produto. Não utilize o
medicamento se o prazo de validade estiver vencido, pois pode ser prejudicial à sua saúde9.
Informe seu médico sobre a ocorrência de gravidez10 na vigência do tratamento ou após o seu
término. Este medicamento não deve ser usado durante a gravidez10, a menos que o provável
benefício supere o risco existente para o feto11.
Informe seu médico se está amamentando. Não se deve administrar o medicamento a
mulheres que estejam amamentando.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento.
Não interrompa o tratamento sem consultar previamente seu médico.
Se você se esquecer de tomar seu(s) comprimido(s) no horário adequado, tome-o assim que
se lembrar, a menos que já esteja no horário de tomar o próximo. Continue a tomar seu
medicamento como indicado pelo seu médico. Não tome uma dose em dobro para suprir
doses individuais esquecidas.
Este medicamento não está indicado a pacientes menores de 18 anos. Assim como com outros medicamentos, incluindo ácido acetilsalicílico ou outros antiinflamatórios, Bextra ocasionalmente pode provocar algumas reações adversas. Informe
seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis: reações alérgicas, como por
exemplo, erupção12 cutânea13, edema14 da face15, dos lábios ou da língua16 que possa dificultar a
respiração ou "chiados", icterícia17, sinais18 de hemorragia19 no estômago20 ou nos intestinos21, como
por exemplo, a eliminação de fezes pretas ou manchadas de sangue22 ou vômitos23 com sangue22
(vide "Reações Adversas").
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
BextraÔ poderá ser ingerido com ou sem alimentos.
Se você estiver tomando outro medicamento, como por exemplo, fluconazol ou cetoconazol,
informe seu médico. Bextra poderá ser usado em combinação com baixas doses de ácido
acetilsalicílico. Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando antes do
início ou durante o tratamento.
Informe seu médico sobre qualquer eventual sensibilidade ao Bextra ou a outro componente
de sua fórmula, bem como se você já teve asma24, pólipos25 nasais ou congestão nasal ou sofre
de úlcera gástrica26 ou intestinal ou sangramento gastrintestinal ativo ou inflamação6 dos
intestinos21 (colite27 ulcerativa ou doença de Crohn28) ou se apresentar insuficiência cardíaca29 grave,
doença renal30 ou hepática31 grave.
Se você se sentir tonto ou cansado após o uso de Bextra não dirija ou opere máquinas
pesadas até que se sinta bem novamente.
Raspe a face15 externa do cartucho com metal para visualizar a marca de segurança Pharmacia.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA
A SUA SAÚDE9.

Informaçôes Técnicas da Bextra

Características químicas e farmacológicasO valdecoxib é um pó cristalino32 branco; seu nome químico é 4-(5-metil-3-fenil-4-isoxazolil)
benzenosulfonamida. Seu peso molecular é 314,36 e sua fórmula molecular é C 16H14N2O3S.
É um inibidor específico da cicloxigenase-2 (COX-2), membro da classe dos fármacos
antiinflamatórios não-esteroidais (AINEs), que, em modelos animais, apresenta atividades
antiinflamatória, analgésica e antipirética. Nos seres humanos, mediante concentrações plasmáticas
terapêuticas (40 mg duas vezes ao dia C máx @ 1,33 mg/mL), valdecoxib não inibe a cicloxigenase-1
(COX-1). Acredita-se que o mecanismo de ação de valdecoxib seja a inibição da síntese de
prostaglandina33 mediada pela COX-2. Valdecoxib inibe a produção tanto de prostaglandinas34
periféricas quanto centrais pela COX-2, reduzindo, assim, os níveis destes importantes mediadores
de dor e inflamação6. Em modelos animais, a atividade analgésica de valdecoxib não é revertida pela
naloxona e, em estudos in vitro, valdecoxib não compete com os receptores opiáceos. Portanto, não
se espera que valdecoxib apresente potencial para dependência, sedação35, constipação36 ou depressão
respiratória observado com o uso de agentes analgésicos37 opióides.
Propriedades farmacodinâmicas
Controle da dor aguda e tratamento da dismenorréia3 primária: estabeleceu -se a eficácia de
valdecoxib em estudos de dor moderada a grave após cirurgia oral, ginecológica (histerectomia38
abdominal), correção de hérnia39 inguinal, cirurgia ortopédica (substituição de prótese40 de quadril e
cirurgia para correção de halux41 valgus) e cirurgia de enxerto42 de bypass arterial coronariano. Em dois
estudos pós-cirúrgicos orais, o início da analgesia de valdecoxib 40 mg ocorreu em,
aproximadamente, 30 minutos após a administração e a magnitude e duração da analgesia foram
comparáveis ou superiores àquelas de oxicodona 10 mg/paracetamol 1000 mg. A magnitude e
duração da analgesia com valdecoxib 40 mg nos estudos ginecológicos e ortopédicos de dose única
e múltipla foram comparáveis àquelas obtidas com oxicodona 10 mg/paracetamol 1000 mg,
ibuprofeno 400 mg e/ou diclofenaco 75 mg. Em dois estudos placebo43-controlados envolvendo
mulheres com dor moderada a grave devido à dismenorréia3 primária, o início da analgesia com
valdecoxib 40 mg foi de, aproximadamente, 30 -60 minutos e a magnitude e duração do efeito
analgésico2 foram comparáveis àquelas do naproxeno sódico 550 mg. Nas primeiras 24 horas destes
estudos, mais de 80% das mulheres necessitaram de apenas uma única dose de 40 mg de
valdecoxib para alívio da dor de natureza menstrual.
Administração pré-operatória: dois estudos clínicos nos quais valdecoxib foi administrado no período
pré-operatório (isto é, analgesia preemptiva) demonstraram que este é eficaz na prevenção ou na
redução da dor pós -operatória, conforme mensurado através da intensidade de dor, tempo para
medicação de emergência44 e proporção de pacientes que não necessitaram de medicação para dor
suplementar. A administração de doses únicas de valdecoxib uma hora antes da cirurgia retardou o
desenvolvimento de dor pós -operatória em pacientes submetidos à cirurgia oral e cirurgia ortopédica
(correção de halux41 valgus).
Redução com o uso de opiáceos : valdecoxib, quando usado em combinação com opiáceos, reduziu
significantemente o consumo destes. Em pacientes submetidos à cirurgia de substituição total de
quadril ou joelho, o tratamento com valdecoxib 20 mg duas vezes ao dia ou 40 mg duas vezes ao dia
iniciado 3 horas antes da cirurgia (quadril) ou no período pós-cirúrgico (joelho) resultou em redução
significante no consumo de morfina ao longo de 48 horas após a cirurgia, além de se mostrar superior
em relação à morfina isolada na Avaliação Global do Paciente sobre a Medicação em Estudo
(Patient's Global Evaluation of Study Medication). Após cirurgia de enxerto42 de bypass de artéria45
coronária na qual os pacientes receberam parecoxib sódico por no mínimo 3 dias, seguido de
valdecoxib 40 mg por via oral 2 vezes ao dia por até 11 dias adicionais, o efeito de redução do uso de
opióide para valdecoxib manteve -se por até 6 dias nestes pacientes, ao mesmo tempo em que se
manteve redução significante na intensidade de dor.
Estudos gastrintestinais: foram realizadas avaliações endoscópicas do trato gastrintestinal (GI)
superior programadas com valdecoxib em doses que variavam de 5 a 80 mg por dia em mais de
3.200 pacientes com artrite46, os quais foram incluídos em três estudos randomizados de 12-14
semanas de duração usando-se comparadores ativos, dois dos quais incluíam placebo43 como
controle. Nos três estudos, valdecoxib demonstrou incidência47 estatística significativamente menor de
úlceras48 gastroduodenais endoscópicas durante todo o período do estudo. Nos dois estudos
controlados por placebo43, a incidência47 de úlceras48 gastroduodenais endoscópicas foi semelhante entre
valdecoxib 5 a 20 mg por dia e àquela observada em pacientes tratados com placebo43.
Uso com ácido acetilsalicílico: aproximadamente 13% dos pacientes (440/3.389) incluídos nos três
estudos endoscópicos estavam utilizando ácido acetilsalicílico - AAS (< 325 mg por dia). Nos grupos
de valdecoxib, a incidência47 de úlcera49 endoscópica foi maior em usuários de ácido acetilsalicílico do
que em não -usuários. Entretanto, nas doses recomendadas de valdecoxib, a incidência47 de úlceras48
nestes usuários de ácido acetilsalicílico foi inferior àquela observada nos grupos de comparador ativo
AINE, com ou sem ácido acetilsalicílico.
Em dois estudos de 12 semanas de duração envolvendo pacientes com osteoartrite7, a incidência47
combinada de úlceras48 gastroduodenais observadas endoscopicamente com valdecoxib 10 mg e 20
mg uma vez ao dia foi semelhante àquela do placebo43 e estatística e significantemente inferior àquela
do naproxeno, 500 mg duas vezes ao dia, ibuprofeno 800 mg três vezes ao dia ou diclofenaco 75 mg
duas vezes ao dia.
Estudos de plaquetas50: em quatro estudos clínicos que avaliaram indivíduos jovens e idosos (> 65
anos de idade), doses únicas e múltiplas de valdecoxib 10 mg a 40 mg duas vezes ao dia por até 7
dias não tiveram efeito sobre a agregação plaquetária ou tempo de sangramento. Comparativamente,
o naproxeno 500 mg duas vezes ao dia, o ibuprofeno 800 mg três vezes ao dia e o diclofenaco 75 mg
duas vezes ao dia reduziram significantemente a agregação plaquetária e prolongaram o tempo de
sangramento.
Propriedades farmacocinéticas
A farmacocinética de valdecoxib foi avaliada em, aproximadamente, 2000 indivíduos, incluindo-se
sujeitos jovens e idosos saudáveis, tanto do sexo masculino quanto feminino, assim como em
pacientes portadores de dor aguda, osteoartrite7, artrite reumatóide8, doença hepática31 e doença renal30.
Absorção
Valdecoxib é rapidamente absorvido, alcançando concentrações plasmáticas máximas em
aproximadamente 3 horas. Após a administração oral de valdecoxib, a biodisponibilidade absoluta é
de 83% comparando -se àquela da infusão. O alimento não teve efeito significante nem sobre o pico
de concentração plasmática (C máx) nem sobre a extensão de absorção (AUC) de valdecoxib quando
administrado com uma refeição rica em gordura51. Entretanto, o tempo para o pico de concentração
plasmática (Tmáx) foi retardado em 1-2 horas. A administração de valdecoxib com um antiácido52
(hidróxido de alumínio e de magnésio) não teve efeito significante sobre a taxa ou a extensão de
absorção de valdecoxib.
Parecoxib sódico, a pró-droga de valdecoxib administrada por via parenteral, é rápida e quase
completamente hidrolisada enzimaticamente no fígado53 a valdecoxib. A biodisponibilidade de
valdecoxib administrado por via oral não foi clinicamente diferente em relação a de valdecoxib
administrado por via intravenosa na forma de parecoxib sódi co.
A proporcionalidade de dose na exposição plasmática de valdecoxib (AUC) foi demonstrada após
doses únicas de valdecoxib (1-400 mg). Com doses múltiplas (de até 100 mg/dia por 14 dias), a AUC
de valdecoxib aumenta em um padrão não-linear nas doses acima de 10 mg duas vezes ao dia. Estes
aumentos de 25-45% não foram considerados clinicamente significantes e não exigem redução de
dose. As concentrações plasmáticas no steady-state de valdecoxib são alcançadas antes do 4º dia.
Distribuição
Valdecoxib e seu metabólito54 ativo difundem-se preferencialmente para o interior dos eritrócitos55, com
uma relação de concentração sangue22/plasma56 de, aproximadamente, 2,5:1. Esta relação permanece
quase constante com o tempo e dentro das faixas de concentrações sangüíneas terapêuticas. A
ligação às proteínas57 plasmáticas é aproximadamente 98% superior à variação de concentração (21-
2384 ng/mL). O volume aparente de distribuição no steady state (Vdss/F) de valdecoxib é de
aproximadamente 86 litros após a administração oral.
Valdecoxib demonstrou cruzar a barreira placentária de ratas e coelhas. Valdecoxib também está
presente no l íquor de ratos em concentrações inferiores as do plasma56.
Metabolismo58
Valdecoxib sofre extenso metabolismo58 hepático envolvendo diversas vias. Em seres humanos, uma
destas vias é a citocromo P-450 (CYP)-dependente (CYP 3A4 e CYP 2C9) e a outra é a P450-
independente (glicuronidação direta do radical sulfonamida). As vias metabólicas alternativas
mediadas e não mediadas pelo CYP podem reduzir a possibilidade de indivíduos com polimorfismos
genéticos terem concentrações plasmáticas do fármaco59 substancialmente maiores devido ao
metabolismo58. Mediante múltiplas doses, não há nem inibição clinicamente significante nem autoindução
no metabolismo58 de valdecoxib.
Identificou-se um metabólito54 ativo de valdecoxib no plasma56 humano em concentração
aproximadamente 10% da de valdecoxib. Este metabólito54, que é um inibidor específico COX-2 menos
potente do que o composto-mãe, também se submete a extenso metabolismo58 e cons titui menos de
2% da dose de valdecoxib excretada na urina60 e nas fezes. Exibe cinética61 linear parecida em dosagem
múltipla e tem meia-vida de eliminação semelhante a do valdecoxib. Devido a sua baixa concentração
na circulação62, não contribui significantemente para o perfil de segurança e eficácia de valdecoxib.
Eliminação
Valdecoxib é eliminado predominantemente via metabolismo58 hepático e menos de 5% da dose é
excretada de forma inalterada na urina60 e nas fezes. Cerca de 70% da dose é excretad a na urina60 na
forma de metabólitos63 e aproximadamente 20% na forma de N -glicuronídeo de valdecoxib. A meia-vida
de eliminação (t1/2) é de aproximadamente 8-11 horas. Em pacientes submetidos à hemodiálise64, o
clearance plasmático (CL/F) de valdecoxib foi semelhante ao CL/F encontrado em indivíduos idosos
saudáveis (CL/F de aproximadamente 6 L/h) com função renal30 normal (de acordo com o clearance de
creatinina65).
Pacientes idosos
Valdecoxib foi administrado a 3.000 pacientes idosos (65-92 anos de idade) em estudos
farmacocinéticos e terapêuticos. Em indivíduos idosos, as concentrações plasmáticas no steady-state
ajustadas de acordo com o peso corporal (AUC0-12 h) são aproximadamente 30% maiores do que em
indivíduos jovens. Para pacientes66 idosos, em particular para aqueles com peso corporal inferior a 50
kg, iniciar terapia utilizando a menor dose recomendada.
Insuficiência Renal67
Como a eliminação renal30 de valdecoxib não é importante para sua distribuição, não se observaram
alterações clinicamente significantes no clearance de valdecoxib em pacientes com insuficiência renal67
grave ou naqueles submetidos à diálise68 renal30. Contudo, o tratamento de pacientes com doença renal30
grave (clearance de creatinina65 < 30 mL/min) deverá ser iniciado com cautela.
Insuficiência hepática69
Em pacientes com insuficiência hepática69 moderada (escala de Child-Pugh 7-9), o tratamento deverá
ser iniciado com cautela. Para artrite46, deve-se utilizar a menor dose recomendada e a dosagem não
deverá exceder 20 mg por dia para dor aguda, já que a exposição plasmática de valdecoxib mostrouse
significantemente aumentada (130%) nestes pacientes em relação àqueles com função hepática31
normal. Pacientes com insuficiência hepática69 grave não foram estudados e, portanto, o uso de
valdecoxib em pacientes com insuficiência hepática69 grave não está recomendado.
Dados pré-clínicos de segurança
Os dados pré-clínicos não revelam um risco especial para os seres humanos de acordo com estudos
convencionais de farmacologia70 de segurança, toxicidade71 de dose repetida, genotoxicidade ,
carcinogenicidade ou toxicidade71 para a reprodução72.
Em dose estimadas em 3 a 6 vezes a AUC(0-24 h) terapêutica73 humana, de 20 mg/dia, valdecoxib não
prejudicou a fertilidade de ratos machos nas exposições.
Valdecoxib não foi teratogênico74 em estudos em ratas e coelhas. Estudos em ratas em doses
maternalmente tóxicas e estudos em coelhas na dose máxima avaliável não revelaram efeitos
embriotóxicos além de diminuição na ovulação75 e aumento da perda pré e pós-implantação em ratas.
Estes efeitos são esperados com a inibição da síntese de prostaglandinas34. Valdecoxib atravessa a
placenta em ratas e coelhas. Não há estudos envolvendo gestantes. Portanto, assim como
outrosmedicamentos que inibem a síntese de prostaglandinas34, deve-se evitar o uso de valdecoxib no
último trimestre de gestação, pela possibilidade de inércia uterina e fechamento prematuro do ducto
arterioso. Valdecoxib só deverá ser usado durante a gravidez10 se o provável benefício justificar o risco
potencial para o feto11.
Em um estudo peri/pós -natal en volvendo ratos, houve uma incidência47 aumentada de mortalidade76 pós -
natal do filhote com uma dose > 6 mg/kg/dia (aproximadamente 12 vezes a AUC (0-24 h) terapêutica73
humana com uma dose de 20 mg/dia). Valdecoxib não se mostrou mutagênico em um teste de Ames
ou em um ensaio de mutação77 em células78 de ovário79 (CHO) de hamster chinês, nem foi clastogênico
em um estudo de aberração cromossômica em células78 CHO ou em um teste de micronúcleos in vivo
em medula óssea80 de rato.

Indicações da Bextra

BextraÔ (valdecoxib) está indicado:
·  Na prevenção e tratamento da dor aguda em adultos. A administração pré-operatória de BextraÔ
evita ou reduz a dor pós-operatória. BextraÔ tem um efeito de redução do uso de opiáceos
quando usado concomitantemente a opiáceos.
·  No tratamento dos sintomas81 da dismenorréia3 primária.
·  No alívio dos sinais18 e sintomas81 de osteoartrite7 e artrite reumatóide8 em adultos.

Contra-Indicações da Bextra

BextraÔ (valdecoxib) está contra-indicado nas seguintes situações:·  Pacientes com hipersensibilidade à substância ativa ou a qualquer excipiente do produto;
·  Pacientes com hipersensibilidade às sulfonamidas;
·  Pacientes que tenham apresentado broncoespasmo82, asma24, rinite83 aguda, pólipos25 nasais,
edema angioneurótico84, urticária85 ou reações de natureza alérgica após o uso de ácido
acetilsa licílico ou de AINEs ou de outros inibidores específicos da cicloxigenase-2 (COX-
2);
·  Terceiro trimestre da gravidez10 e lactação86;
·  Pacientes com ulceração87 péptica ativa ou hemorragia19 gastrintestinal;
·  Pacientes com doença intestinal de natureza inflamatória;
·  Pacientes com insuficiência cardíaca congestiva88 grave;
·  Pacientes com insuficiência hepática69 grave (Child-Pugh classe C).

Precauções da Bextra

A atividade farmacológica de valdecoxib na redução da febre89 e da inflamação6 pode "mascarar" a
detecção de complicações de supostas condições não infecciosas e dolorosas.
Efeitos Hepáticos
Nos estudos clínicos controlados de valdecoxib, a incidência47 de elevações próximas dos limites de
normalidade dos exames de funções hepáticas90 foi de 8% para valdecoxib e de 8,4% para o placebo43,
enquanto que aproximadamente 0,3% dos pacientes em uso de valdecoxib e 0,2% daqueles que
estavam tomando placebo43 apresentaram elevações significantes de ALT ou AST.
Durante o tratamento com BextraÔ (valdecoxib), qualquer paciente com sinais18 e/ou sintomas81
sugestivos de insuficiência hepática69, ou que tenha apresentado uma prova hepática31 anormal, deverá
ser monitorizado cuidadosamente quanto ao desenvolvimento de uma reação hepática31 mais grave.
Caso ocorram sinais18 e sintomas81 clínicos compatíveis com o desenvolvimento de doença hepática31 ou,
se ocorrerem manifestações sistêmicas (por exemplo, eosinofilia91, erupção12 cutânea13), BextraÔ deverá
ser interrompido.
Efeitos Renais
Estudos clínicos envolvendo valdecoxib demonstraram efeitos renais similares aqueles observados
com AINEs. Deve-se ter cuidado ao se iniciar o tratamento com BextraÔ em pacientes com
desidratação92 considerável. É aconselhável reidratar os pacientes primeiro e, em seguida, iniciar o
tratamento com BextraÔ. Também se recomenda cautela com os pacientes portadores de doença
renal30 pré-existente.
Em pacientes com doença renal30 avançada, o tratamento com BextraÔ deverá ser iniciado com
atenção, usando-se a menor dose recomendada. Aconselha-se monitorização cuidadosa da função
renal30 do paciente.
Efeitos Hematológicos
Algumas vezes, observa -se anemia93 em pacientes que estão recebendo valdecoxib. Em estudos
clínicos controlados, a incidência47 de anemia93 foi de 1,6% com valdecoxib, 2,6% com AINEs e de 0,8%
com placebo43. Pacientes sob tratamento a longo prazo com BextraÔ deverão ter sua hemoglobina94 e
hematócrito95 observados se exibirem quaisquer sinais18 ou sintomas81 de anemia93.
BextraÔ geralmente não afeta a contagem das plaquetas50, o tempo de protrombina96 (TP) ou o tempo
de protrombina96 parcial (TPP) e, nas dos agens indicadas, não parece inibir a agregação plaquetária.
Retenção de Líquido e Edema14
Como acontece com outros fármacos conhecidos por inibir a síntese de prostaglandinas34, observou-se
retenção de líquido em alguns pacientes em uso de BextraÔ (vide "Reações Adversas"). Portanto,
BextraÔ deverá ser usado com cuidado em pacientes com retenção de líquido, hipertensão97 ou
insuficiência cardíaca29.
Reações Alérgicas
Reações de hipersensibilidade (reações anafiláticas98 e angioedema99) têm sido relatadas em pacientes
em uso de valdecoxib (vide "Reações Adversas - Farmacovigilância Pós-comercialização"). Estas
reações têm ocorrido em pacientes com e sem história de reações alérgicas a sulfonamidas (vide
"Contra-indicações"). BextraÔ deverá ser interrompido se ocorrerem sinais18 de tais reações (por
exemplo, erupção12 cutânea13).

Advertências da Bextra

Efeitos Gastrintestinais (GI) - Risco de Ulceração87, Hemorragia19 e Perfuração GIEm pacientes tratados com valdecoxib, raramente podem ser observados casos de toxicidade71
gastrintestinal grave, como, por exemplo, hemorragia19, ulceração87 e perfuração do estômago20 ou
intestino. Médicos e pacientes deverão manter-se alertas quanto à ulceração87 e hemorragia19, mesmo
na ausência de sintomas81 prévios do trato GI.
Os pacientes que mais estão sob ris co de desenvolvimento de uma complicação ulcerosa com AINEs
são os idosos (> 75 anos), aqueles em condições de saúde9 insatisfatórias ou com doença
cardiovascular, os usuários de ácido acetilsalicílico e os pacientes com história de úlcera49 GI ou
hemorragia19 do GI superior. Para minimizar o risco potencial de uma complicação ulcerosa,
dever-se-á utilizar a menor dose eficaz.
Pele100 e anexos101
Reações dermatológicas graves, incluindo dermatite102 esfoliativa, síndrome103 de Stevens -Johnson e
necrólise tóxica epidérmica têm sido relatadas em pacientes que recebem valdecoxib (vide "Reações
Adversas - Farmacovigilância pós -comercialização"). O uso de valdecoxib deve ser interrompido ao
primeiro sinal104 de erupção12 cutânea13 ou qualquer outro indicativo de hipersensibilidade.
Doença renal30 avançada
Não há informações disponíveis em relação ao uso de valdecoxib em pacientes com doença renal30
avançada. Portanto, o tratamento com BextraÔ não é recomendado nestes pacientes. Se o
tratamento com BextraÔ tiver de ser iniciado, aconselha -se a monitorização cuidadosa da função
renal30 do paciente (vide "Precauções - Efeitos Renais").
Uso em cirurgia coronariana
Valdecoxib deve ser usado com cautela no tratamento da dor em pacientes submetidos à cirurgia de
revascularização do miocárdio105 (coronary artery bypass graft - CABG), uma vez que estes pacientes
podem ter um risco aumentado de reações adversas, especialmente aqueles com história de doença
vascular106 cerebral, ou com um índice de massa corporal107 maior que 30 kg/m2.
Uso durante a gravidez10
Valdecoxib não deverá ser usado durante a gravidez10, a menos que o provável benefício supere o
risco existente para o feto11.
Uso durante a lactação86
Não se sabe se valdecoxib é excretado no leite humano. Valdecoxib e o seu metabólito54 ativo são
excretados no leite de ratas que estão amamentando. Não se deve administrar valdecoxib a mulheres
que estejam amamentando.
Uso pediátrico
A segurança e eficácia de BextraÔ em pacientes menores de 18 anos não foram avaliadas.
Efeitos sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas
Não se estudou o efeito de valdecoxib sobre a capacidade de dirigir ou de operar máquinas.
Entretanto, pacientes que apresentarem tonturas108, vertigem109 ou sonolência durante o tratamento com
BextraÔ deverão abster-se de dirigir ou de operar máquinas.
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
Em seres humanos, o metabolismo58 de valdecoxib é mediado, predominantemente, pelas isoenzimas
CYP 3A4 e 2C9. Desta forma, a administração simultânea de valdecoxib com fármacos inibidores
dessas enzimas deverá ser realizada com cuidado. A glicuronidação é uma rota de metabolismo58
complementar (20%). As vias metabólicas alternativas CYP-mediadas e CYP - não mediadas podem
reduzir a possibilidade de indivíduos com polimorfismos genéticos terem concentrações plasmáticas
do fármaco59 substancialmente mais elevadas devido ao metabolismo58 prejudicado.
Interações farmacodinâmicas
A terapia anticoagulante110 deverá ser monitorada, particularmente durante os primeiros dias, após
iniciar o tratamento com BextraÔ (valdecoxib) em pacientes que estejam em uso de varfarina ou
agentes similares, já que estes pacientes apresentam um risco aumentado de complicações
hemorrágicas111. Em indivíduos saudáveis aos quais se administrou varfarina (1 -8 mg/dia)
concomitantemente com valdecoxib (40 mg duas vezes ao dia por 7 dias), valdecoxib causou um
aumento pequeno, porém estatisticamente significante, das exposições plasmáticas do R-varfarina e
do S-varfarina e dos efeitos farmacodinâmicos (tempo de protrombina96, de acordo com a mensuração
do International Normalised Ratio) de varfarina.
Valdecoxib não interfere com o efeito anti-plaquetário do ácido acetilsalicílico em baixas doses.
Estudos clínicos indicam que valdecoxib pode ser administrado com doses baixas de ácido
acetilsalicílico utilizado para a profilaxia cardiovascular. Devido à ausência de efeitos plaquetários,
BextraÔ não é um substituto do ácido acetilsalicílico na profilaxia cardiovascular.
A administração simultânea de BextraÔ (10 mg duas vezes ao dia por 7 dias) com glibenclamida
(gliburida) 5 mg uma vez ao dia ou 10 mg duas vezes ao dia (substrato CYP 3A4) não afetou a
farmacocinética (exposição) ou resultou em alterações farmacodinâmicas clinicamente importantes
(níveis de glicose112 sangüínea e de insulina113) da glibenclamida.
Os AINEs podem reduzir o efeito dos diuréticos114 e dos fármacos anti -hipertensivos. A inibição das
prostaglandinas34 pode diminuir o efeito anti-hipertensivo dos inibidores da ECA. Esta interação deve
ser considerada quando inibidores da ECA forem co-administrados com valdecoxib. Estudos clínicos
têm demonstrado que os AINEs, em alguns pacientes, podem reduzir o efeito natriurético da
furosemida e tiazidas por inibição da síntese de prostaglandinas34 renais.
Sugeriu-se que a administração de AINEs com ciclosporina ou tacrolimus aumenta o efeito
nefrotóxico da ciclosporina e do tacrolimus. A função renal30 deverá ser monitorada quando BextraÔ e
quaisquer destes fármacos forem co-administrados.
Efeitos de outros fármacos sobre a farmacocinética de valdecoxib
A exposição plasmática (AUC) ao valdecoxib aumentou em 62% quando este foi administrado com
fluconazol e em 38% quando administrado com cetoconazol. Nos pacientes que estejam recebendo
tratamento com fluconazol, BextraÔ (valdecoxib) deverá ser administrado na menor dose
recomendada. Não é necessário ajuste de dose em uso concomitante com cetoconazol.
A administração de valdecoxib com antiácido52 (hidróxido de alumínio e de magnésio) não causou
efeito significante na taxa ou na extensão de absorção de valdecoxib.
Efeito de valdecoxib sobre a farmacocinética de outros fármacos
Valdecoxib (40 mg duas vezes ao dia por 7 dias) não causou inibição clinicamente relevante no
metabolismo58 pela CYP 2D6 envolvida na conversão do dextrometorfano a dextrorfano.
Em estudos de interação envolvendo pacientes com artrite reumatóide8 em uso de metotrexato por via
oral ou por via intramuscular, valdecoxib (10 mg duas vezes ao dia e 40 mg duas vezes ao dia) não
demonstrou um efeito clinicamente significante sobre a farmacocinética plasmática do metotrexato.
Valdecoxib (40 mg duas vezes ao dia por 7 dias) causou reduções significantes no clearance sérico
do lítio (25%) e no clearance renal30 (30%) com uma exposição sérica 34% maior em relação ao lítio
isolado. A concentração sérica de lítio deverá ser cuidadosamente monitorada ao se iniciar ou ao se
modificar o tratamento com valdecoxib em pacientes que já recebam lítio.
Anestésicos injetáveis e orais: nem a farmacocinética (metabolismo58 e exposição) nem a
farmacodinâmica do propofol intravenoso (substrato CYP 2C9) ou do midazolam intravenoso
(substrato CYP 3A4) foram afetadas pelo valdecoxib após a administração intravenosa da pró-droga
de valdecoxib, o parecoxib sódico. Além disso, a administração simultânea de valdecoxib não
apresentou efeito clinicamente significante sobre o metabolismo58 hepático ou intestinal mediado pela
CYP 3A4 do midazolam administrado por via oral. Fentanil e alfentanil são extensivamente
metabolizados pelo CYP3A4. A administração com parecoxib sódico não mostrou efeito significante
sobre a farmacocinética tanto de fentanil IV quanto de alfentanil IV.
Anestésicos inalatórios: em um estudo pós-cirúrgico no qual BextraÔ foi administrado no período préoperatório,
não se observou nenhuma evidência de interação medicamentosa em pacientes que
estavam recebendo parecoxib sódico e os agentes anestésicos inalatórios óxido nitroso e isoflurano.

Reações Adversas da Bextra

Dos pacientes tratados com valdecoxib em estudos controlados de artrite46, 2.145 eram pacientes com
OA e 2.201 eram pacientes com AR. Mais de 5.200 pacientes receberam uma dose diária total de
valdecoxib de 10 mg ou mais, incluindo 527 tratados com 80 mg por dia (40 mg duas vezes ao dia).
Mais de 1.750 pacientes receberam valdecoxib por pelo menos 6 meses e mais de 150 destes
receberam valdecoxib por, pelo menos, 1 ano.
Em estudos clínicos placebo43- e ativo-controlados, a incidência47 de interrupção devido aos eventos
adversos foi de 6,7% para pacientes66 com artrite46 em uso de valdecoxib 10-20 mg por dia e de 6,0%
para pacientes66 em uso de placebo43. As razões mais comuns para interrupção por causa de eventos
adversos nos grupos de tratamento valdecoxib e placebo43 foram dor abdominal e dispepsia115.
Reações adversas comuns em estudos clínicos, independentemente da relação de causalidade
foram: cefaléia116, vertigem109, edema14 periférico, boca117 seca, hipertensão97, anemia93, infecção118 do trato
urinário, sinusite119, erupção12 dermatológica, plenitude abdominal, dor abdominal, diarréia120, dispepsia115,
flatulência, náuseas121.
Reações adversas incomuns (entre 0,1% a 1,0%) relatadas em estudos clínicos, independentemente
da relação de causalidade foram: estomatite122, transtorno nos dentes, constipação36, fezes anormais,
eructação123, gastrenterite, duodenite, gastrite124, refluxo gastresofágico, hérnia39 de hiato, melena125,
hipotensão126, hipertensão97 agravada, distúrbio cerebrovascular, insuficiência cardíaca congestiva88,
distúrbio da artéria45 coronária, sopro cardíaco127, hipotensão126, infarto do miocárdio128, alergia129 agravada,
reação alérgica130, astenia131, dorsalgia, dor torácica, calafrios132, edema14 generalizado, edema14 de face15,
fadiga133, febre89, fogachos, halitose134, sintomas81 semelhantes aos gripais, mal-estar, dor, dor nas
extremidades, hipertonia135, hipoestesia136, enxaqueca137, neuralgia138, neuropatia139, parestesia140, tremor, vertigem109,
ginecomastia141, distúrbios menstruais , anormalidades do ouvido, dor de ouvido, tinnitus142, bradicardia143,
palpitação144, taquicardia145, anemia93, aumento de TGO, TGP, distúrbios da próstata146, aumento de fosfatase
alcalina, de uréia147, creatinina65, CPK, diabetes mellitus148, glicosúria149, hipercolesterolemia150, hiperglicemia151,
hiperuricemia, hipocalemia152, sede aumentada, perda de peso, xeroftalmia153, artralgia154, fratura155 acidental,
osteíte alveolar, mialgia156, torcicolo157, sinovite158, tendinite159, neoplasma160 de mama161, carcinoma162 pulmonar,
equimose163, epistaxe164, hematoma165, tempo de protrombina96 prolongado, trombocitopenia166, anorexia167,
ansiedade, apetite aumentado, depressão, insônia, nervosismo, paroniria, sonolência, herpes
simples, herpes zoster168, infecção118 fúngica169, infecção118 do tecido170 mole, infecção118 viral, monilíase, otite171
média, estertores respiratórios, bronquite, broncoespasmo82, tosse, dispnéia172, enfisema173, laringite174,
pneumonia175, faringite176, pleurisia, rinite83, acne177, eczema178, dermatite102, prurido179, erupção12 cutânea13 eritematosa180,
erupção12 cutânea13 maculopapular181, pele100 seca, ulceração87 de pele100, aumento da sudorese182, urticária85,
dermatite102 de contato, nódulo183 cutâneo184, perversão do paladar185, albuminúria186, cistite187, disúria188, hematúria189,
aumento da freqüência de micções190, piúria, incontinência urinária191, infecção118 do trato urinário192, visão193
embaçada, catarata194, conjuntivite195, dor ocular, visão193 anormal, leucocitose196 e linfadenopatia.
Em estudos clínicos controlados e em estudos de extensão e abertos (mais de 150 pacientes tratados
com valdecoxib, por um ano ou mais), o perfil de experiências adversas foi semelhante àquele
observado em estudos de duração mais curta.
Em estudos clínicos após cirurgia de revascularização do miocárdio105 (coronary artery bypass graft -
CABG), pacientes tratados com valdecoxib podem apresentar um risco aumentado de eventos
adversos graves, como acidente vascular cerebral197, disfunção renal30, ou complicação da incisão198
cirúrgica esternal.
Farmacovigilância Pós-comercialização
Reações anafiláticas98, angioedema99, eritema multiforme199, dermatite102 esfoliativa, síndrome103 de Stevens-
Johnson
e necrólise tóxica epidérmica têm sido raramente relatadas.

Posologia da Bextra

BextraÔ (valdecoxib) é administrado por via oral.BextraÔ poderá ser ingerido com ou sem alimentos.
Controle da dor aguda: a dose recomendada é de 40 mg uma vez ao dia. No primeiro dia de
tratamento poderá ser necessário tomar uma dose adicional de 40 mg.
Quando se administrou o medicamento nas doses recomendadas para alívio da dor aguda, o início
da analgesia ocorreu em aproximadamente 30 minutos e a duração do efeito de uma única dose foi
de até 24 horas, muito mais duradoura do que a meia-vida de eliminação observada de 8-11 horas.
Administração pré -operatória para a prevenção da dor pós-operatória: a dose recomendada
para se evitar ou reduzir a dor pós -operatória é de 40 mg administrada no período pré-operatório uma
hora antes do procedimento cirúrgico. Uma dose adicional de 40 mg poderá ser tomada no período
pós-operatório, de acordo com a necessidade, no primeiro dia de tratamento. Posteriormente, a dose
recomendada será de 40 mg uma vez ao dia.
Uso conc omitante com opiáceos: valdecoxib, nas doses descritas acima para o tratamento da dor
aguda, pode ser usado concomitantemente com analgésicos37 opiáceos. A dose diária de opiáceo foi
reduzida significantemente quando utilizada em co-administração com valdecoxib.
Dismenorréia3 primária: a dose recomendada é de 40 mg tomada uma vez ao dia. No primeiro dia de
tratamento, pode-se tomar uma dose adicional de 40 mg, de acordo com a necessidade.
Osteoartrite7 e artrite reumatóide8: a dose recomendada para o tratamento da dor e da inflamação6 da
artrite46 é de 10 mg tomada uma vez ao dia. Alguns pacientes poderão ser beneficiados com uma dose
de 20 mg, uma vez ao dia.
Insuficiência hepática69: nenhum ajuste de dose é necessário em pacientes com insuficiência200
hepática31 leve (escala de Child -Pugh Classe A). Em pacientes com insuficiência hepática69 moderada
(escala de Child-Pugh Classe B) o tratamento deverá ser iniciado com cautela. Para artrite46, deve ser
utilizada a menor dose recomendada, e para dor aguda, a dosagem não deverá exceder 20 mg por
dia. Não há experiência clínica envolvendo pacientes com insuficiência hepática69 grave (escala de
Child-Pugh Classe C). Portanto, não se recomenda o uso em tais pacientes.
Insuficiência renal67: o tratamento de pacientes com insuficiência renal67 grave (clearance de creatinina65
< 30 mL/min) ou daqueles que possam estar predispostos à retenção de líquidos deverá ser iniciado
na menor dose recomendada, e a função renal30 cuidadosamente monitorada.
Co-administração com fluconazol: quando valdecoxib é co-administrado com fluconazol, a menor
dose recomendada deve ser usada.
Pacientes pediátricos: a segurança e eficácia do produto ainda não foram determinadas em
pacientes abaixo de 18 anos de idade.

Superdosagem da Bextra

Os sintomas81 que se seguem à super dosagem aguda de AINEs geralmente limitam-se à letargia201,
sonolência, náusea202, vômitos23 e dor epigástrica, que geralmente são reversíveis com tratamento de
suporte. Pode ocorrer hemorragia19 gastrintestinal. Hipertensão97, insuficiência renal67 aguda, depressão
respiratória e coma203 podem ocorrer, embora sejam raros. Reações anafilactóides foram descritas com
a ingestão terapêutica73 de AINEs e podem ocorrer após uma superdosagem.
O tratamento da superdosagem deve ser sintomático5 e de suporte. Não há antídotos específi cos.
Valdecoxib não é eliminado por hemodiálise64. É pouco provável que a diurese204 ou a alcalinização da
urina60 sejam úteis devido à elevada ligação protéica de valdecoxib (>98%).
PACIENTES IDOSOS
Para pacientes66 idosos, em particular para aqueles com menos de 50 kg de peso corporal, iniciar a
terapia na menor dose recomendada.


BEXTRA - Laboratório

PFIZER
Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves, 1555
Guarulhos/SP - CEP: 07112-070
Tel: 0800-16-7575
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Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Analgésico: Medicamento usado para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
3 Dismenorréia: Dor associada à menstruação. Em uma porcentagem importante de mulheres é um sintoma normal. Em alguns casos está associada a doenças ginecológicas (endometriose, etc.).
4 Cólicas: Dor aguda, produzida pela dilatação ou contração de uma víscera oca (intestino, vesícula biliar, ureter, etc.). Pode ser de início súbito, com exacerbações e períodos de melhora parcial ou total, nos quais o paciente pode estar sentindo-se bem ou apresentar dor leve.
5 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
6 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
7 Osteoartrite: Termo geral que se emprega para referir-se ao processo degenerativo da cartilagem articular, manifestado por dor ao movimento, derrame articular, etc. Também denominado artrose.
8 Artrite reumatóide: Doença auto-imune de etiologia desconhecida, caracterizada por poliartrite periférica, simétrica, que leva à deformidade e à destruição das articulações por erosão do osso e cartilagem. Afeta mulheres duas vezes mais do que os homens e sua incidência aumenta com a idade. Em geral, acomete grandes e pequenas articulações em associação com manifestações sistêmicas como rigidez matinal, fadiga e perda de peso. Quando envolve outros órgãos, a morbidade e a gravidade da doença são maiores, podendo diminuir a expectativa de vida em cinco a dez anos.
9 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
10 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
11 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
12 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
13 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
14 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
15 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
16 Língua:
17 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
18 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
19 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
20 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
21 Intestinos: Seção do canal alimentar que vai do ESTÔMAGO até o CANAL ANAL. Inclui o INTESTINO GROSSO e o INTESTINO DELGADO.
22 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
23 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
24 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
25 Pólipos: 1. Em patologia, é o crescimento de tecido pediculado que se desenvolve em uma membrana mucosa (por exemplo, no nariz, bexiga, reto, etc.) em resultado da hipertrofia desta membrana ou como um tumor verdadeiro. 2. Em celenterologia, forma individual, séssil, típica dos cnidários, que se caracteriza pelo corpo formado por um tubo ou cilindro, cuja extremidade oral, dotada de boca e tentáculos, é dirigida para cima, e a extremidade oposta, ou aboral, é fixa.
26 Úlcera gástrica: Lesão na mucosa do estômago. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100 % dos casos.
27 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
28 Doença de Crohn: Doença inflamatória crônica do intestino que acomete geralmente o íleo e o cólon, embora possa afetar qualquer outra parte do intestino. A doença cursa com períodos de remissão sintomática e outros de agravamento. Na maioria dos casos, a doença de Crohn é de intensidade moderada e se torna bem controlada pela medicação, tornando possível uma vida razoavelmente normal para seu portador. A causa da doença de Crohn ainda não é totalmente conhecida. Os sintomas mais comuns são: dor abdominal, diarreia, perda de peso, febre moderada, sensação de distensão abdominal, perda de apetite e de peso.
29 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
30 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
31 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
32 Cristalino: 1. Lente gelatinosa, elástica e convergente que focaliza a luz que entra no olho, formando imagens na retina. A distância focal do cristalino é modificada pelo movimento dos músculos ciliares, permitindo ajustar a visão para objetos próximos ou distantes. Isso se chama de acomodação do olho à distância do objeto. 2. Diz-se do grupo de cristais cujos eixos cristalográficos são iguais nas suas relações angulares gerais constantes 3. Diz-se de rocha constituída quase que totalmente por cristais ou fragmentos de cristais 4. Diz-se do que permite que passem os raios de luz e em consequência que se veja através dele; transparente. 5. Límpido, claro como o cristal.
33 Prostaglandina: É qualquer uma das várias moléculas estruturalmente relacionadas, lipossolúveis, derivadas do ácido araquidônico. Ela tem função reguladora de diversas vias metabólicas.
34 Prostaglandinas: É qualquer uma das várias moléculas estruturalmente relacionadas, lipossolúveis, derivadas do ácido araquidônico. Ela tem função reguladora de diversas vias metabólicas.
35 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
36 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
37 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
38 Histerectomia: Cirurgia através da qual se extrai o útero. Pode ser realizada mediante a presença de tumores ou hemorragias incontroláveis por outras formas. Quando se acrescenta à retirada dos ovários e trompas de Falópio (tubas uterinas) a esta cirurgia, denomina-se anexo-histerectomia.
39 Hérnia: É uma massa circunscrita formada por um órgão (ou parte de um órgão) que sai por um orifício, natural ou acidental, da cavidade que o contém. Por extensão de sentido, excrescência, saliência.
40 Prótese: Elemento artificial implantado para substituir a função de um órgão alterado. Existem próteses de quadril, de rótula, próteses dentárias, etc.
41 Hálux: Dedo Grande do Pé, vulgo dedão do pé.
42 Enxerto: 1. Na agricultura, é uma operação que se caracteriza pela inserção de uma gema, broto ou ramo de um vegetal em outro vegetal, para que se desenvolva como na planta que o originou. Também é uma técnica agrícola de multiplicação assexuada de plantas florais e frutíferas, que permite associar duas plantas diferentes, mas gerações próximas, muito usada na produção de híbridos, na qual uma das plantas assegura a nutrição necessária à gema, ao broto ou ao ramo da outra, cujas características procura-se desenvolver; enxertia. 2. Na medicina, é a transferência especialmente de células ou de tecido (por exemplo, da pele) de um local para outro do corpo de um mesmo indivíduo ou de um indivíduo para outro.
43 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
44 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
45 Artéria: Vaso sangüíneo de grande calibre que leva sangue oxigenado do coração a todas as partes do corpo.
46 Artrite: Inflamação de uma articulação, caracterizada por dor, aumento da temperatura, dificuldade de movimentação, inchaço e vermelhidão da área afetada.
47 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
48 Úlceras: Feridas superficiais em tecido cutâneo ou mucoso que podem ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
49 Úlcera: Ferida superficial em tecido cutâneo ou mucoso que pode ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
50 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
51 Gordura: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Os alimentos que fornecem gordura são: manteiga, margarina, óleos, nozes, carnes vermelhas, peixes, frango e alguns derivados do leite. O excesso de calorias é estocado no organismo na forma de gordura, fornecendo uma reserva de energia ao organismo.
52 Antiácido: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
53 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
54 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
55 Eritrócitos: Células vermelhas do sangue. Os eritrócitos maduros são anucleados, têm forma de disco bicôncavo e contêm HEMOGLOBINA, cuja função é transportar OXIGÊNIO. Sinônimos: Corpúsculos Sanguíneos Vermelhos; Corpúsculos Vermelhos Sanguíneos; Corpúsculos Vermelhos do Sangue; Glóbulos Vermelhos; Hemácias
56 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
57 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
58 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
59 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
60 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
61 Cinética: Ramo da física que trata da ação das forças nas mudanças de movimento dos corpos.
62 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
63 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
64 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
65 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
66 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
67 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
68 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
69 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
70 Farmacologia: Ramo da medicina que estuda as propriedades químicas dos medicamentos e suas respectivas classificações.
71 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
72 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
73 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
74 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
75 Ovulação: Ovocitação, oocitação ou ovulação nos seres humanos, bem como na maioria dos mamíferos, é o processo que libera o ovócito II em metáfase II do ovário. (Em outras espécies em vez desta célula é liberado o óvulo.) Nos dias anteriores à ovocitação, o folículo secundário cresce rapidamente, sob a influência do FSH e do LH. Ao mesmo tempo que há o desenvolvimento final do folículo, há um aumento abrupto de LH, fazendo com que o ovócito I no seu interior complete a meiose I, e o folículo passe ao estágio de pré-ovocitação. A meiose II também é iniciada, mas é interrompida em metáfase II aproximadamente 3 horas antes da ovocitação, caracterizando a formação do ovócito II. A elevada concentração de LH provoca a digestão das fibras colágenas em torno do folículo, e os níveis mais altos de prostaglandinas causam contrações na parede ovariana, que provocam a extrusão do ovócito II.
76 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
77 Mutação: 1. Ato ou efeito de mudar ou mudar-se. Alteração, modificação, inconstância. Tendência, facilidade para mudar de ideia, atitude etc. 2. Em genética, é uma alteração súbita no genótipo de um indivíduo, sem relação com os ascendentes, mas passível de ser herdada pelos descendentes.
78 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
79 Ovário: Órgão reprodutor (GÔNADAS) feminino. Nos vertebrados, o ovário contém duas partes funcionais Sinônimos: Ovários
80 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
81 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
82 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
83 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
84 Edema angioneurótico: Ataques recidivantes de edema transitório que aparecem subitamente em áreas da pele, membranas mucosas e ocasionalmente nas vísceras, geralmente associadas com dermatografismo, urticária, eritema e púrpura.
85 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
86 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
87 Ulceração: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
88 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
89 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
90 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
91 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
92 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
93 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
94 Hemoglobina: Proteína encarregada de transportar o oxigênio desde os pulmões até os tecidos do corpo. Encontra-se em altas concentrações nos glóbulos vermelhos.
95 Hematócrito: Exame de laboratório que expressa a concentração de glóbulos vermelhos no sangue.
96 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
97 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
98 Reações anafiláticas: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
99 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
100 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
101 Anexos: 1. Que se anexa ou anexou, apenso. 2. Contíguo, adjacente, correlacionado. 3. Coisa ou parte que está ligada a outra considerada como principal. 4. Em anatomia geral, parte acessória de um órgão ou de uma estrutura principal. 5. Em informática, arquivo anexado a uma mensagem eletrônica.
102 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
103 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
104 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
105 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
106 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
107 Índice de massa corporal: Medida usada para avaliar se uma pessoa está abaixo do peso, com peso normal, com sobrepeso ou obesa. É a medida mais usada na prática para saber se você é considerado obeso ou não. Também conhecido como IMC. É calculado dividindo-se o peso corporal em quilogramas pelo quadrado da altura em metros. Existe uma tabela da Organização Mundial de Saúde que classifica as medidas de acordo com o resultado encontrado.
108 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
109 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
110 Anticoagulante: Substância ou medicamento que evita a coagulação, especialmente do sangue.
111 Hemorrágicas: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
112 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
113 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
114 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
115 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
116 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
117 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
118 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
119 Sinusite: Infecção aguda ou crônica dos seios paranasais. Podem complicar o curso normal de um resfriado comum, acompanhando-se de febre e dor retro-ocular.
120 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
121 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
122 Estomatite: Inflamação da mucosa oral produzida por infecção viral, bacteriana, micótica ou por doença auto-imune. É caracterizada por dor, ardor e vermelhidão da mucosa, podendo depositar-se sobre a mesma uma membrana brancacenta (leucoplasia), ou ser acompanhada de bolhas e vesículas.
123 Eructação: Ato de eructar, arroto.
124 Gastrite: Inflamação aguda ou crônica da mucosa do estômago. Manifesta-se por dor na região superior do abdome, acidez, ardor, náuseas, vômitos, etc. Pode ser produzida por infecções, consumo de medicamentos (aspirina), estresse, etc.
125 Melena: Eliminação de fezes de coloração negra, alcatroada. Relaciona-se com a presença de sangue proveniente da porção superior do tubo digestivo (esôfago, estômago e duodeno). Necessita de uma avaliação urgente, pois representa um quadro grave.
126 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
127 Sopro cardíaco: Som produzido pela alteração na turbulência dos fluxos cardíacos, devido a anormalidades nas válvulas e divisões cardíacas. Também pode ser auscultado em pessoas normais sem doença prévia (sopro benigno ou inocente).
128 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
129 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
130 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
131 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
132 Calafrios: 1. Conjunto de pequenas contrações da pele e dos músculos cutâneos ao longo do corpo, muitas vezes com tremores fortes e palidez, que acompanham uma sensação de frio provocada por baixa temperatura, má condição orgânica ou ainda por medo, horror, nojo, etc. 2. Sensação de frio e tremores fortes, às vezes com bater de dentes, que precedem ou acompanham acessos de febre.
133 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
134 Halitose: Halitose ou mau hálito é a exalação de odores desagradáveis oriundos da cavidade bucal ou estômago através da respiração, sendo que em 90% dos casos, a saburra lingual é a causa do problema.
135 Hipertonia: 1. Em biologia, é a característica de uma solução que apresenta maior concentração de solutos do que outra. 2. Em medicina, é a tensão excessiva em músculos, artérias ou outros tecidos orgânicos.
136 Hipoestesia: Perda ou diminuição de sensibilidade em determinada região do organismo.
137 Enxaqueca: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
138 Neuralgia: Dor aguda produzida pela irritação de um nervo. Caracteriza-se por ser muito intensa, em queimação, pulsátil ou semelhante a uma descarga elétrica. Suas causas mais freqüentes são infecção, lesão metabólica ou tóxica do nervo comprometido.
139 Neuropatia: Doença do sistema nervoso. As três principais formas de neuropatia em pessoas diabéticas são a neuropatia periférica, neuropatia autonômica e mononeuropatia. A forma mais comum é a neuropatia periférica, que afeta principalmente pernas e pés.
140 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
141 Ginecomastia: Aumento anormal de uma ou ambas as glândulas mamárias no homem. Associa-se a diferentes enfermidades como cirrose, tumores testiculares, etc. Em certas ocasiões ocorrem de forma idiopática.
142 Tinnitus: Pode ser descrito como um som parecido com campainhas no ouvido ou outros barulhos dentro da cabeça que são percebidos na ausência de qualquer fonte de barulho externa.
143 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
144 Palpitação: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
145 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
146 Próstata: Glândula que (nos machos) circunda o colo da BEXIGA e da URETRA. Secreta uma substância que liquefaz o sêmem coagulado. Está situada na cavidade pélvica (atrás da parte inferior da SÍNFISE PÚBICA, acima da camada profunda do ligamento triangular) e está assentada sobre o RETO.
147 Ureia: 1. Resíduo tóxico produzido pelo organismo, resulta da quebra de proteínas pelo fígado. É normalmente removida do organismo pelos rins e excretada na urina. 2. Substância azotada. Composto orgânico cristalino, incolor, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), com um ponto de fusão de 132,7 °C.
148 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
149 Glicosúria: Presença de glicose na urina.
150 Hipercolesterolemia: Aumento dos níveis de colesterol do sangue. Está associada a uma maior predisposição ao desenvolvimento de aterosclerose.
151 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
152 Hipocalemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
153 Xeroftalmia: Distúrbio caracterizado pelo ressecamento excessivo das mucosas que recobrem o olho. Produz a sensação de ter um corpo estranho ou areia no mesmo, juntamente com dor e irritação ocular. Pode ser produzido por doenças locais ou que afetam também outros órgãos.
154 Artralgia: Dor em uma articulação.
155 Fratura: Solução de continuidade de um osso. Em geral é produzida por um traumatismo, mesmo que possa ser produzida na ausência do mesmo (fratura patológica). Produz como sintomas dor, mobilidade anormal e ruídos (crepitação) na região afetada.
156 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
157 Torcicolo: Distúrbio freqüente produzido por uma luxação nas vértebras da coluna cervical, ou a espasmos dos músculos do pescoço que produzem rigidez e rotação lateral do mesmo.
158 Sinovite: Inflamação da membrana sinovial, uma fina camada de tecido conjuntivo que reveste estruturas como tendões musculares, cápsulas articulares e bolsas sinoviais.
159 Tendinite: Inflamação de um tendão. Produz-se em geral como conseqüência de um traumatismo. Existem doenças imunológicas capazes de produzir tendinite entre outras alterações.
160 Neoplasma: Tumor ou massa anormal de tecido decorrente do crescimento anormal ou divisão de células incontrolada e progressiva.
161 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
162 Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
163 Equimose: Mancha escura ou azulada devido à infiltração difusa de sangue no tecido subcutâneo. A maioria aparece após um traumatismo, mas pode surgir espontaneamente em pessoas que apresentam fragilidade capilar ou alguma coagulopatia. Após um período de tempo variável, a equimose desaparece passando por diferentes gradações: violácea, acastanhada, esverdeada e amarelada.
164 Epistaxe: Hemorragia de origem nasal.
165 Hematoma: Acúmulo de sangue em um órgão ou tecido após uma hemorragia.
166 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
167 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
168 Zoster: Doença produzida pelo mesmo vírus que causa a varicela (Varicela-Zóster). Em pessoas que já tenham tido varicela, o vírus se encontra em forma latente e pode ser reativado produzindo as características manchas avermelhadas, vesículas e crostas no território de distribuição de um determinado nervo. Como seqüela pode deixar neurite, com dores importantes.
169 Fúngica: Relativa à ou produzida por fungo.
170 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
171 Otite: Toda infecção do ouvido é chamada de otite.
172 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
173 Enfisema: Doença respiratória caracterizada por destruição das paredes que separam um alvéolo de outro, com conseqüente perda da retração pulmonar normal. É produzida pelo hábito de fumar e, em algumas pessoas, pela deficiência de uma proteína chamada Antitripsina.
174 Laringite: Inflamação da mucosa que recobre a laringe. É muito freqüente durante os meses frios, e é produzida por uma infecção viral. Apresenta-se com dor, alterações da fonação (disfonia), tosse e febre.
175 Pneumonia: Inflamação do parênquima pulmonar. Sua causa mais freqüente é a infecção bacteriana, apesar de que pode ser produzida por outros microorganismos. Manifesta-se por febre, tosse, expectoração e dor torácica. Em pacientes idosos ou imunodeprimidos pode ser uma doença fatal.
176 Faringite: Inflamação da mucosa faríngea em geral de causa bacteriana ou viral. Caracteriza-se por dor, dificuldade para engolir e vermelhidão da mucosa, acompanhada de exsudatos ou não.
177 Acne: Doença de predisposição genética cujas manifestações dependem da presença dos hormônios sexuais. As lesões começam a surgir na puberdade, atingindo a maioria dos jovens de ambos os sexos. Os cravos e espinhas ocorrem devido ao aumento da secreção sebácea associada ao estreitamento e obstrução da abertura do folículo pilosebáceo, dando origem aos comedões abertos (cravos pretos) e fechados (cravos brancos). Estas condições favorecem a proliferação de microorganismos que provocam a inflamação característica das espinhas, sendo o Propionibacterium acnes o agente infeccioso mais comumente envolvido.
178 Eczema: Afecção alérgica da pele, ela pode ser aguda ou crônica, caracterizada por uma reação inflamatória com formação de vesículas, desenvolvimento de escamas e prurido.
179 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
180 Eritematosa: Relativo a ou próprio de eritema. Que apresenta eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
181 Maculopapular: Erupção cutânea que se caracteriza pelo aparecimento de manchas e de pápulas de tonalidade avermelhada, geralmente observada no sarampo ou na rubéola.
182 Sudorese: Suor excessivo
183 Nódulo: Lesão de consistência sólida, maior do que 0,5cm de diâmetro, saliente na hipoderme. Em geral não produz alteração na epiderme que a recobre.
184 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
185 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
186 Albuminúria: Presença de albumina na urina. A albuminúria pode ser um sinal de nefropatia diabética (doença nos rins causada pelas complicações do diabetes mal controlado) ou aparecer em infecções urinárias.
187 Cistite: Inflamação ou infecção da bexiga. É uma das infecções mais freqüentes em mulheres, e manifesta-se por ardor ao urinar, urina escura ou com traços de sangue, aumento na freqüência miccional, etc.
188 Disúria: Dificuldade para urinar. Pode produzir ardor, dor, micção intermitente, etc. Em geral corresponde a uma infecção urinária.
189 Hematúria: Eliminação de sangue juntamente com a urina. Sempre é anormal e relaciona-se com infecção do trato urinário, litíase renal, tumores ou doença inflamatória dos rins.
190 Micções: Emissão natural de urina por esvaziamento da bexiga.
191 Incontinência urinária: Perda do controle da bexiga que provoca a passagem involuntária de urina através da uretra. Existem diversas causas e tipos de incontinência e muitas opções terapêuticas. Estas vão desde simples exercícios de fisioterapia até complicadas cirurgias. As mulheres são mais freqüentemente acometidas por este problema.
192 Trato Urinário:
193 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
194 Catarata: Opacificação das lentes dos olhos (opacificação do cristalino).
195 Conjuntivite: Inflamação da conjuntiva ocular. Pode ser produzida por alergias, infecções virais, bacterianas, etc. Produz vermelhidão ocular, aumento da secreção e ardor.
196 Leucocitose: É o aumento no número de glóbulos brancos (leucócitos) no sangue, geralmente maior que 8.000 por mm³. Ocorre em diferentes patologias como em resposta a infecções ou processos inflamatórios. Entretanto, também pode ser o resultado de uma reação normal em certas condições como a gravidez, a menstruação e o exercício muscular.
197 Acidente vascular cerebral: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
198 Incisão: 1. Corte ou golpe com instrumento cortante; talho. 2. Em cirurgia, intervenção cirúrgica em um tecido efetuada com instrumento cortante (bisturi ou bisturi elétrico); incisura.
199 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
200 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
201 Letargia: Em psicopatologia, é o estado de profunda e prolongada inconsciência, semelhante ao sono profundo, do qual a pessoa pode ser despertada, mas ao qual retorna logo a seguir. Por extensão de sentido, é a incapacidade de reagir e de expressar emoções; apatia, inércia e/ou desinteresse.
202 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
203 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
204 Diurese: Diurese é excreção de urina, fenômeno que se dá nos rins. É impróprio usar esse termo na acepção de urina, micção, freqüência miccional ou volume urinário. Um paciente com retenção urinária aguda pode, inicialmente, ter diurese normal.

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