ELIDEL

NOVARTIS

Atualizado em 08/12/2014

ELIDEL
Pimecrolimus

Forma Farmacêutica e Apresentação de Elidel

Creme dermatológico. Bisnaga com 15g.USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Composição de Elidel

Cada grama1 do creme contém 10 mg de pimecrolimus.
Excipientes: triglicérides2, álcool oléico, propilenoglicol, álcool estearílico, álcool cetílico,
mono e diglicérides, sulfato de sódio cetoestearílico, álcool benzílico, ácido cítrico, hidróxido
de sódio e água purificada.

Informações ao Paciente de Elidel

Ação esperada do medicamento: ELIDEL apresenta como componente ativo pimecrolimus eé utilizado no tratamento do eczema3 e da dermatite4 atópica.
Cuidados de armazenamento: O produto deve ser conservado abaixo de 25ºC. Não congelar.
Uma vez aberto, o produto deve ser utilizado em 12 semanas.
Prazo de validade: A data de validade está impressa no cartucho. Não utilize o produto após a
data de validade.
Gravidez5 e lactação6: Informe ao seu médico sobre a ocorrência de gravidez5 na vigência do
tratamento ou após o seu término. Informe ao seu médico se está amamentando.
Cuidados de administração: Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os
horários, as doses e a duração do tratamento.
Interrupção do tratamento: Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu
médico.
Reações adversas: O uso de ELIDEL pode causar reações leves e transitórias no local da
aplicação, assim como uma sensação de calor e/ou queimação. Informe ao seu médico sobre o
aparecimento de reações desagradáveis.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS
CRIANÇAS.
Ingestão concomitante com outras substâncias: Informe ao seu médico sobre qualquer
medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
Contra-indicações e precauções: ELIDEL é contra-indicado a pacientes que apresentem
alergia7 ao pimecrolimus ou a qualquer outro componente da formulação.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER
PERIGOSO PARA SUA SAÚDE8.

Informações Técnicas de Elidel

Farmacodinâmica
Pimecrolimus é um antiinflamatório derivado macrolactâmico da ascomicina e um inibidor
seletivo da produção e liberação das citocinas9 pró-inflamatórias e mediadores em células10 T e
mastócitos11.
Pimecrolimus liga-se com alta afinidade à macrofilina-12 e inibe a fosfatase-calcineurina
dependente de cálcio. Como conseqüência, ocorre a inibição da ativação das células10 T pelo
bloqueio da transcrição de citocinas9. Em particular, pimecrolimus em concentrações
nanomolares inibe a síntese das citocinas9 interleucina-2, interferon gama (tipo Th1),
interleucina-4 e interleucina-10 (tipo Th2) em células10 T humanas. Além disso, pimecrolimus
previne a liberação de citocinas9 e mediadores pró-inflamatórios pelos mastócitos11 in vitro após
estimulação por antígeno12/IgE. Pimecrolimus não afeta o crescimento de ceratinócitos13,
fibroblastos14 ou de linhagens de células10 endoteliais.
Pimecrolimus apresenta uma alta atividade antiinflamatória em modelos de inflamação15 cutânea16
em animais após aplicação tópica e sistêmica. Pimecrolimus é tão efetivo quanto os
corticosteróides de potência elevada 17-propionato de clobetasol e fluticasona, após aplicação
tópica no modelo de dermatite4 de contato alérgica (ACD) em porcos. Ao contrário do 17-
propionato de clobetasol, pimecrolimus não causa atrofia17 cutânea16 em porcos. Ao contrário do
17-propionato de clobetasol, pimecrolimus não causa clareamento e alterações na textura da
pele18 em porcos. Pimecrolimus também inibe a resposta antiinflamatória a irritantes, como
demonstrado em modelos de dermatite4 de contato por irritantes em camundongos. Além disso,
Pimecrolimus por via tópica e oral é eficaz na redução da inflamação15 da pele18 e do prurido19, e
normaliza alterações histopatológicas em ratos glabros com hipomagnesemia, um modelo que
simula os aspectos agudos de dermatite4 atópica. Em comparação com tacrolimus (FK 506),
pimecrolimus tópico20 penetra igualmente na pele18 de ratos e porcos. Entretanto, devido à sua
maior lipofilicidade, a extensão de penetração através da pele18 é menor por um fator de 10
quando comparado ao tacrolimus. Portanto, atinge a pele18 seletivamente. Em ratos,
pimecrolimus oral é superior à ciclosporina A por um fator de 4 e superior ao tacrolimus por
um fator maior que 2 na inibição da dermatite4 alérgica de contato.
Em contraste com a sua eficácia nos modelos de inflamação15 da pele18, o potencial de
interferência do pimecrolimus na resposta imune sistêmica é baixa. Em ratos, após
administração subcutânea21, a potência do pimecrolimus na inibição da formação de anticorpos22
contra os eritrócitos23 de carneiros é 48 vezes menor do que com tacrolimus. Em contraste à
ciclosporina A e ao tacrolimus, o tratamento oral de camundongos com pimecrolimus não
prejudica a resposta imunológica primária nem reduz o peso dos linfonodos24 ou a celularidade
na dermatite4 de contato alérgica. Em resumo, pimecrolimus possui propriedades
farmacológicas singulares: combina a atividade antiinflamatória altamente seletiva para a pele18
com um potencial baixo de comprometimento das respostas imunológicas sistêmicas.
Em estudos com animais, a dose oral única de pimecrolimus não tem efeito sobre as funções
basais cardiovasculares e pulmonares. Parâmetros do SNC25 e endócrinos (por exemplo, GH,
prolactina26, LH, testosterona, corticosterona) tampouco foram afetados. Com base no seu
mecanismo de ação, não é esperado que pimecrolimus tenha efeito no eixo Hipotálamo27-
Hipofise28-Adrenal.

Farmacocinética
Dados em animais
Pimecrolimus é lipofílico. Quando aplicado topicamente, sua permeação através da pele18 é
muito baixa. Em miniporcos, o total de material relacionado à droga absorvido sistemicamente
após uma única aplicação de ELIDEL por 22 horas sob semi-oclusão, foi de no máximo 1% da
dose. A biodisponibilidade do pimecrolimus inalterado foi calculada em aproximadamente
0,03%. A quantidade de material radiomarcado relacionado à droga na pele18 no local da
aplicação permaneceu essencialmente constante no intervalo de tempo de 0-10 dias após uma
aplicação por 22 horas. Cinco dias após a dose, esta representou quase exclusivamente
pimecrolimus inalterado. A maior fração da dose tópica absorvida foi completamente
metabolizada e excretada lentamente pela bile29 nas fezes.
Dados em humanos
Absorção em adultos
A exposição sistêmica ao pimecrolimus foi estudada em 12 pacientes adultos tratados com
ELIDEL duas vezes ao dia por 3 semanas. Estes pacientes sofriam de dermatite4 atópica
(eczema3), com lesões30 afetando 15-59% da área da superfície corpórea (BSA). 77,5% das
concentrações sangüíneas de pimecrolimus estavam abaixo de 0,5 ng/ml, o limite do ensaio de
quantificação (LoQ), e 99,8% do total das amostras estavam abaixo de 1 ng/ml. A mais alta
concentração sangüínea de pimecrolimus medida em um paciente foi 1,4 ng/ml.
Em 40 pacientes adultos tratados por um ano com ELIDEL que apresentavam 14-62% de sua
BSA afetada antes do início do estudo, 98% das concentrações sangüíneas de pimecrolimus
estavam consistentemente baixas, a maioria abaixo do LoQ. Uma concentração máxima de 0,8
ng/ml foi medida em apenas 2 pacientes na semana 6 do tratamento. Não houve aumento da
concentração sangüínea em nenhum paciente ao longo dos 12 meses de tratamento. Em 13
pacientes adultos com dermatite4 na mão31 tratados com ELIDEL duas vezes ao dia por 3
semanas (superfícies da palma e dorso32 das mãos33 tratadas, oclusão noturna), a concentração
sangüínea máxima de pimecrolimus medida foi 0,91 ng/ml.
Dada a alta proporção dos níveis sangüíneos de pimecrolimus abaixo do LoQ após aplicação
tópica, a AUC pode ser calculada em apenas alguns indivíduos. Em 8 pacientes adultos com
AD com pelo menos três níveis sangüíneos quantificáveis por dia de visita, os valores da
AUC(0-12h) foram de 2,5 a 11,4 ng.h/ml.
Absorção em crianças
A exposição sistêmica ao pimecrolimus foi estudada em 58 pacientes pediátricos de 3 meses a
14 anos de idade com lesões30 de dermatite4 atópica (eczema3) envolvendo 10-92% da área da
superfície corpórea total. Essas crianças foram tratadas com ELIDEL duas vezes ao dia por 3
semanas, e além destes, cinco pacientes foram tratados por mais de um ano quando necessário.
As concentrações sangüíneas medidas nesses pacientes pediátricos foram consistentemente
baixas não obstante a extensão das lesões30 tratadas ou a duração da terapia. As concentrações
apresentaram variação similar àquelas medidas em adultos tratados sob o mesmo regime de
dose. 60% das concentrações sangüíneas de pimecrolimus estiveram abaixo de 0,5 ng/ml
(LoQ) e 97% de todas as amostras estiveram abaixo de 2 ng/ml. A maior concentração
sangüínea medida em 2 pacientes pediátricos de 8 meses e 14 anos de idade foi 2,0 ng/ml.
Modelo de Bula BPI 08/06/2001 4
Nos pacientes mais jovens (de 3 a 23 meses), a maior concentração sangüínea medida em um
paciente foi 2,6 ng/ml. Nas 5 crianças tratadas por 1 ano, as concentrações sangüíneas foram
consistentemente baixas, e a concentração sangüínea máxima medida foi 1,94 ng/ml (1
paciente). Não houve aumentos excessivos na concentração sangüínea em nenhum dos cinco
pacientes durante os 12 meses de tratamento.
Em 8 pacientes pediátricos de 2 a 14 anos de idade apresentando pelo menos três concentrações
sangüíneas mensuráveis por dia de visita, a AUC(0-12h) atingiu de 5,4 a 18,8 ng.h/ml. As
variações de AUC observadas em pacientes com BSA afetada < 40% na linha de base foram
comparáveis àquelas observadas em pacientes com BSA afetada = 40%.
Comparação com dados de Farmacocinética oral
Em pacientes com psoríase34 tratados com pimecrolimus oral com doses variando de 5 mg uma
vez ao dia a 30 mg duas vezes ao dia por quatro semanas, a droga foi bem tolerada em todas as
doses incluindo a dose mais elevada. Nenhum evento adverso significante foi relatado e
nenhuma alteração significante foi observada no exame físico, sinais vitais35, e parâmetros
laboratoriais de segurança (incluindo renais). A dose mais elevada foi associada com uma
AUC(0-12h) de 294,9 ng.h/ml. Esta exposição é aproximadamente 26 a 16 vezes maior,
respectivamente, do que a maior exposição sistêmica observada em pacientes adultos e
pediátricos com dermatite4 atópica (eczema3) tratados topicamente com ELIDEL duas vezes ao
dia por três semanas (AUC(0-12h) de 11,4 ng.h/ml e 18,8 ng.h/ml, respectivamente).
Distribuição, Metabolismo36 e Excreção
Devido à sua seletividade dérmica, os níveis sangüíneos de pimecrolimus são muito baixos
após a aplicação tópica. Portanto, o metabolismo36 do pimecrolimus não pode ser determinado
após administração tópica.
Após administração oral única de pimecrolimus radiomarcado em indivíduos sadios,
pimecrolimus não alterado foi o principal componente relacionado à droga no sangue37, e houve
numerosos metabólitos38 secundários de polaridade moderada que pareceram ser produtos de Odesmetilações
e oxigenação. A radioatividade relacionada à droga foi excretada principalmente
pelas fezes (78,4%) e apenas uma pequena fração (2,5%) foi recuperada na urina39. A
recuperação média total de radioatividade foi de 80,9%. Compostos relacionados não foram
detectados na urina39 e nas fezes foi calculado menos de 1% de radioatividade de pimecrolimus
não alterado.
Não foi observado nenhum metabolismo36 da droga em pele18 humana in vitro.
Dados de segurança pré-clínicos
Estudos de toxicologia após aplicação dérmica
Uma variedade de estudos pré-clínicos de segurança foram realizados com formulações creme
de pimecrolimus em diversas espécies de animais. Não houve evidências de irritação,
sensibilização (fotossensibilização), toxicidade40 local ou sistêmica.
Em um estudo de carcinogenicidade dérmica de dois anos em ratos usando ELIDEL, nenhum
efeito carcinogênico cutâneo41 ou sistêmico42 foi observado até a dose mais alta praticável de 10
mg/kg/dia ou 110 mg/m2/dia, representado por uma AUC0-24h média de 125 ng.h/ml
(equivalente a 3,3 vezes a exposição máxima observada em pacientes pediátricos em estudos
clínicos). Em um estudo de carcinogenicidade dérmica em camundongos utilizando
Modelo de Bula BPI 08/06/2001 5
pimecrolimus em uma solução etanólica, não foi evidenciado aumento na incidência43 de
neoplasias44 na pele18 ou em outros órgãos até a dose mais alta de 4 mg/kg/dia ou 12 mg/m2/dia,
correspondendo a um valor médio de AUC(0-24h) de 1040 ng.h/ml (equivalente a 27 vezes a
exposição máxima observada em pacientes pediátricos em estudos clínicos).
Em um estudo de fotocarcinogenicidade dérmica em camundongos glabros utilizando ELIDEL,
não foram observados efeitos fotocarcinogênicos em comparação a animais tratados com o
veículo até a dose mais alta de 10 mg/kg/dia ou 30 mg/m2/dia, correspondendo a um valor
médio de AUC(0-24h) de 2100 ng.h/ml (equivalente a 55 vezes a exposição máxima observada
em pacientes pediátricos em estudos clínicos).
Em estudos dérmicos de reprodução45, não foi observado toxicidade40 materna ou fetal até a dose
mais alta viável testada, de 10 mg/kg/dia ou 110 mg/m2/dia em ratos e 10 mg/kg/dia ou 36
mg/m2/dia em coelhos. Em coelhos, o valor médio de AUC(0-24h) correspondente foi de 24,8
ng.h/ml. A AUC não pode ser calculada em ratos.
Estudos de toxicologia após administração oral
As reações adversas não observadas em estudos clínicos, mas observadas em animais em
exposições consideradas suficientemente excedentes à exposição máxima humana (indicando
pequena relevância no uso clínico), foram as seguintes: estudos reprodutivos em ratos
recebendo dose oral até 45 mg/kg/dia ou 490 mg/m2/dia, correspondendo a uma AUC(0-24h)
média extrapolada de 1.448 ng.h/ml (equivalente a pelo menos 63 vezes a exposição máxima
observada em pacientes adultos), causaram discreta toxicidade40 materna, distúrbios do ciclo
menstrual, perdas pós-implantação e redução do tamanho da ninhada. Nenhum efeito no
desempenho reprodutivo foi observado a 10 mg/kg/dia ou 110 mg/m2/dia correspondendo a um
valor médio extrapolado de AUC(0-24h) de 465 ng.h/ml (equivalente a pelo menos 20 vezes a
exposição máxima observada em pacientes adultos). Em um estudo oral reprodutivo em
coelhos, foi observada toxicidade40 maternal, porém não foi observada embriotoxicidade ou
teratogenicidade até a dose mais alta de 20 mg/kg/dia ou 72 mg/m2/dia, correspondendo a um
valor médio extrapolado de AUC(0-24h) de 147 ng.h/ml (equivalente a pelo menos 6 vezes a
exposição máxima observada em pacientes adultos).
Em um estudo de carcinogenicidade oral em camundongos, uma incidência43 maior de 13% de
linfomas associados a sinais46 de imunossupressão47 versus controle foi observada a 45 mg/kg/dia
ou 135 mg/m2/dia, correspondendo a um valor médio de AUC(0-24h) de 9.821 ng.h/ml
(equivalente a pelo menos 258 vezes a exposição máxima observada em pacientes pediátricos
em estudos clínicos). Uma dose de 15 mg/kg/dia ou 45 mg/m2/dia, correspondendo a um valor
médio de AUC(0-24h) de 5.059 ng.h/ml, não causou linfomas ou efeitos perceptíveis no sistema
imunológico (equivalente a 133 vezes a exposição máxima observada em pacientes pediátricos
em estudos clínicos). Em um estudo oral de carcinogenicidade em ratos, não foi observado
potencial carcinogênico até a dose de 10 mg/kg/dia ou 110 mg/m2/dia, excedendo a dose
máxima tolerada, representada por um valor médio de AUC(0-24h) de 1.550 ng.h/ml (equivalente
a 41 vezes a exposição máxima observada em pacientes pediátricos em estudos clínicos).
Uma série de testes de genotoxicidade in vitro e in vivo, incluindo ensaio de Ames, ensaio de
linfoma48 de camundongo L5178Y, teste de aberração cromossômica em células10 de hamster
chinês V79, e teste de micronúcleos de camundongo, não evidenciaram potencial mutagênico
ou clastogênico da droga.

Indicações de Elidel

ELIDEL é indicado para o tratamento a curto prazo (agudo49) e a longo prazo dos sinais46 esintomas da dermatite4 atópica (eczema3) em bebês50 (3 a 23 meses), crianças (2 a 11 anos),
adolescentes (12 a 17 anos) e adultos.
ELIDEL é indicado para o tratamento de dermatite4 de contato.

Contra-Indicações de Elidel

Hipersensibilidade à substância ativa ou a qualquer um dos excipientes.

Precauções e Advertências de Elidel

ELIDEL não deve ser aplicado em áreas afetadas por infecções51 cutâneas52 agudas virais.Na presença de infecções51 dermatológicas bacterianas ou fúngicas53, o uso de um agente
antimicrobiano adequado deve ser instituído. Se a resolução da infecção54 não ocorrer, ELIDEL
deve ser descontinuado até que a infecção54 tenha sido controlada.
O uso de ELIDEL pode causar reações leves e transitórias no local da aplicação, assim como
uma sensação de calor e/ou queimação. O paciente deve procurar um médico se a reação no
local da aplicação for intensa.
Gravidez5 e lactação6
Gravidez5: Não há informações adequadas sobre uso de ELIDEL em mulheres grávidas.
Estudos em animais utilizando aplicação dermatológica não indicaram efeitos nocivos diretos
ou indiretos em relação à gravidez5, ao desenvolvimento do embrião/feto55, ao parto ou ao
desenvolvimento pós-natal (ver Dados de segurança pré-clínicos).
Deve-se ter cautela ao prescrever ELIDEL para mulheres grávidas. Entretanto, com base na
extensão mínima de absorção de pimecrolimus após a aplicação tópica de ELIDEL, (ver
Farmacocinética) o risco potencial em humanos é considerado limitado.
Lactação6: Não foram realizados estudos em animais sobre a excreção de leite após aplicação
tópica. Não se sabe se pimecrolimus é excretado no leite após seu uso tópico20. Pelo fato de
muitas drogas serem excretadas no leite, deve-se ter cautela quando ELIDEL for administrado
a mulheres lactantes56. Entretanto, com base na extensão mínima de absorção de pimecrolimus
após aplicação tópica de ELIDEL, (ver Farmacocinética), o risco potencial para humanos é
considerado limitado.
Mulheres amamentando não devem aplicar ELIDEL nas mamas57.

Interações Medicamentosas de Elidel

Interações potenciais entre ELIDEL e outras drogas não foram sistematicamente avaliadas.
Com base na sua extensão mínima de absorção, não é provável que ocorram interações de
ELIDEL com medicamentos administrados sistemicamente (ver Farmacocinética).
Com base nas propriedades farmacodinâmicas de ELIDEL (ver Farmacodinâmica) e na
extensão mínima de absorção de pimecrolimus, não é esperado nenhum efeito na resposta à
vacinação. A aplicação de ELIDEL no local da vacinação, bem como no local de reações
persistentes, não foi estudada e portanto não é recomendada.
Modelo de Bula BPI 08/06/2001 7
Na ausência de estudos de compatibilidade, este medicamento não deve ser misturado com
outros medicamentos tópicos.
Emolientes podem ser aplicados juntamente com ELIDEL (ver Posologia).

Reações Adversas de Elidel

A segurança de ELIDEL foi estabelecida em mais de 2.000 pacientes incluindo bebês50 (³ 3meses), crianças, adolescentes e adultos que participaram de estudos clínicos fase II e III. Mais
de 1.500 pacientes foram tratados com ELIDEL e mais de 500 foram tratados com controle,
isto é, o veículo de ELIDEL e/ou corticosteróides tópicos.
Os eventos adversos mais comuns foram reações no local da aplicação, as quais foram
relatadas por aproximadamente 19% dos pacientes tratados com ELIDEL, e 16% dos pacientes
no grupo controle. Essas reações ocorreram geralmente no início do tratamento, foram
leves/moderadas em gravidade e de curta duração.
Freqüências estimadas: muito comum (³ 1/10); comum (³ 1/100 a < 1/10), incomum (³
1/1.000 a < 1/100); raro (³ 1/10.000 a <1/1.000); muito raro (<1/10.000 incluindo relatos
isolados).

_ muito comum: queimação no local da aplicação.
_ comum: reações no local da aplicação (irritação, prurido19 e eritema58),
infecções51 cutâneas52 (foliculite).
_ incomum: impetigo59, agravamento da condição, herpes simples, dermatite4
por herpes simples (eczema3 herpético), molusco contagioso60,
distúrbios no local da aplicação como rash61 (erupção62 cutânea16),
dor, parestesia63, descamação64, ressecamento, edema65, papiloma
cutâneo41, furúnculo66.

Posologia de Elidel

Aplicar uma fina camada de ELIDEL na pele18 afetada duas vezes ao dia e friccionar suave e
completamente.
ELIDEL pode ser usado em todas as áreas da pele18, incluindo pele18 do rosto e cabeça67, pescoço68 e
áreas intertriginosas.
No controle a longo prazo da dermatite4 atópica (eczema3), o tratamento com ELIDEL deve ser
iniciado aos primeiros sinais46 e sintomas69 de dermatite4 atópica para prevenir o desencadeamento
da doença.
Emolientes podem ser aplicados imediatamente após o uso de ELIDEL. Entretanto, após o
banho, emolientes devem ser aplicados antes do uso de ELIDEL.
Devido ao baixo nível de absorção sistêmica, não há restrição na dose diária total aplicada, na
extensão da superfície corpórea tratada ou na duração do tratamento.
Uso em pacientes pediátricos
Para bebês50 (3-23 meses), crianças (2-11 anos), e adolescentes (12-17 anos) a posologia
recomendada é a mesma que a para adultos.
O uso em bebês50 abaixo de 3 meses de idade não foi avaliado.
Uso em idosos
Estudos clínicos com ELIDEL não incluíram um número suficiente de pacientes nessa faixa
etária para determinar se estes respondem de forma diferente dos pacientes mais jovens.
Superdosagem
Não houve experiências de superdosagem com ELIDEL. Nenhum incidente70 de ingestão
acidental foi comunicado.

ATENÇÃO: ESTE É UM NOVO MEDICAMENTO E, EMBORA AS PESQUISAS
REALIZADAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA QUANDO
CORRETAMENTE INDICADO, PODEM OCORRER REAÇÕES ADVERSAS
IMPREVISÍVEIS, AINDA NÃO DESCRITAS OU CONHECIDAS. EM CASO DE
SUSPEITA DE REAÇÃO ADVERSA, O MÉDICO RESPONSÁVEL DEVE SER
NOTIFICADO.

ELIDEL - Laboratório

NOVARTIS
Av. Prof. Vicente Rao, 90 - Brooklin
São Paulo/SP - CEP: 04706-900
Tel: 55 (011) 532-7122
Fax: 55 (011) 532-7942
Site: http://www.novartis.com/

Ver outros medicamentos do laboratório "NOVARTIS"

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Complementos

1 Grama: 1. Designação comum a diversas ervas da família das gramíneas que formam forrações espontâneas ou que são cultivadas para criar gramados em jardins e parques ou como forrageiras, em pastagens; relva. 2. Unidade de medida de massa no sistema c.g.s., equivalente a 0,001 kg . Símbolo: g.
2 Triglicérides: A principal maneira de armazenar os lipídeos no tecido adiposo é sob a forma de triglicérides. São também os tipos de lipídeos mais abundantes na alimentação. Podem ser definidos como compostos formados pela união de três ácidos graxos com glicerol. Os triglicérides sólidos em temperatura ambiente são conhecidos como gorduras, enquanto os líquidos são os óleos. As gorduras geralmente possuem uma alta proporção de ácidos graxos saturados de cadeia longa, já os óleos normalmente contêm mais ácidos graxos insaturados de cadeia curta.
3 Eczema: Afecção alérgica da pele, ela pode ser aguda ou crônica, caracterizada por uma reação inflamatória com formação de vesículas, desenvolvimento de escamas e prurido.
4 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
5 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
6 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
7 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
8 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
9 Citocinas: Citoquina ou citocina é a designação genérica de certas substâncias segregadas por células do sistema imunitário que controlam as reações imunes do organismo.
10 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
11 Mastócitos: Células granulares que são encontradas em quase todos os tecidos, muito abundantes na pele e no trato gastrointestinal. Como os BASÓFILOS, os mastócitos contêm grandes quantidades de HISTAMINA e HEPARINA. Ao contrário dos basófilos, os mastócitos permanecem normalmente nos tecidos e não circulam no sangue. Os mastócitos, provenientes das células-tronco da medula óssea, são regulados pelo FATOR DE CÉLULA-TRONCO.
12 Antígeno: 1. Partícula ou molécula capaz de deflagrar a produção de anticorpo específico. 2. Substância que, introduzida no organismo, provoca a formação de anticorpo.
13 Ceratinócitos: Queratinócitos ou ceratinócitos são células diferenciadas do tecido epitelial (pele) e invaginações da epiderme para a derme (como os cabelos e unhas) de animais terrestres responsáveis pela síntese da queratina.
14 Fibroblastos: Células do tecido conjuntivo que secretam uma matriz extracelular rica em colágeno e outras macromoléculas.
15 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
16 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
17 Atrofia: 1. Em biologia, é a falta de desenvolvimento de corpo, órgão, tecido ou membro. 2. Em patologia, é a diminuição de peso e volume de órgão, tecido ou membro por nutrição insuficiente das células ou imobilização. 3. No sentido figurado, é uma debilitação ou perda de alguma faculdade mental ou de um dos sentidos, por exemplo, da memória em idosos.
18 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
19 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
20 Tópico: Referente a uma área delimitada. De ação limitada à mesma. Diz-se dos medicamentos de uso local, como pomadas, loções, pós, soluções, etc.
21 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
22 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
23 Eritrócitos: Células vermelhas do sangue. Os eritrócitos maduros são anucleados, têm forma de disco bicôncavo e contêm HEMOGLOBINA, cuja função é transportar OXIGÊNIO. Sinônimos: Corpúsculos Sanguíneos Vermelhos; Corpúsculos Vermelhos Sanguíneos; Corpúsculos Vermelhos do Sangue; Glóbulos Vermelhos; Hemácias
24 Linfonodos: Gânglios ou nodos linfáticos.
25 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
26 Prolactina: Hormônio secretado pela adeno-hipófise. Estimula a produção de leite pelas glândulas mamárias. O aumento de produção da prolactina provoca a hiperprolactinemia, podendo causar alteração menstrual e infertilidade nas mulheres. No homem, gera impotência sexual (por prejudicar a produção de testosterona) e ginecomastia (aumento das mamas).
27 Hipotálamo: Parte ventral do diencéfalo extendendo-se da região do quiasma óptico à borda caudal dos corpos mamilares, formando as paredes lateral e inferior do terceiro ventrículo.
28 Hipófise: Glândula pequena, ímpar, situada na SELA TÚRCICA, que se conecta com o HIPOTÁLAMO por um pedúnculo curto.
29 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
30 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
31 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
32 Dorso: Face superior ou posterior de qualquer parte do corpo. Na anatomia geral, é a região posterior do tronco correspondente às vértebras; costas.
33 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
34 Psoríase: Doença imunológica caracterizada por lesões avermelhadas com descamação aumentada da pele dos cotovelos, joelhos, couro cabeludo e costas juntamente com alterações das unhas (unhas em dedal). Evolui através do tempo com melhoras e pioras, podendo afetar também diferentes articulações.
35 Sinais vitais: Conjunto de variáveis fisiológicas que são pressão arterial, freqüência cardíaca, freqüência respiratória e temperatura corporal.
36 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
37 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
38 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
39 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
40 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
41 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
42 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
43 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
44 Neoplasias: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
45 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
46 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
47 Imunossupressão: Supressão das reações imunitárias do organismo, induzida por medicamentos (corticosteroides, ciclosporina A, etc.) ou agentes imunoterápicos (anticorpos monoclonais, por exemplo); que é utilizada em alergias, doenças autoimunes, etc. A imunossupressão é impropriamente tomada por alguns como sinônimo de imunodepressão.
48 Linfoma: Doença maligna que se caracteriza pela proliferação descontrolada de linfócitos ou seus precursores. A pessoa com linfoma pode apresentar um aumento de tamanho dos gânglios linfáticos, do baço, do fígado e desenvolver febre, perda de peso e debilidade geral.
49 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
50 Bebês: Lactentes. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
51 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
52 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
53 Fúngicas: Relativas à ou produzidas por fungo.
54 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
55 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
56 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
57 Mamas: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
58 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
59 Impetigo: Infecção da pele e mucosas, produzida por uma bactéria chamada Estreptococo, e caracterizada pela presença de lesões avermelhadas, com formação posterior de bolhas que contém pus e que, ao romper-se, deixam uma crosta cor de mel. Pode ser transmitida por contato entre as pessoas, como em creches.
60 Molusco contagioso: Infecção viral da pele, caracterizada por pequenas lesões elevadas, com uma umbilicação central, sem alterações de coloração da pele, que é transmitida por contato interpessoal. Comum em crianças tem evolução benigna, podendo involuir espontaneamente. Por motivos estéticos, podem ser removidas por eletrocoagulação após anestesia local.
61 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
62 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
63 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
64 Descamação: 1. Ato ou efeito de descamar(-se); escamação. 2. Na dermatologia, fala-se da eliminação normal ou patológica da camada córnea da pele ou das mucosas. 3. Formação de cascas ou escamas, devido ao intemperismo, sobre uma rocha; esfoliação térmica.
65 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
66 Furúnculo: Infecção de folículo piloso da pele, caracterizada pelo acúmulo de pus no interior do mesmo com abaulamento da superfície cutânea adjacente e eritema. Após a sua maturação pode haver drenagem espontânea, eliminando material necrótico-purulento. A drenagem pode também ser realizada através de incisão cirúrgica.
67 Cabeça:
68 Pescoço:
69 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
70 Incidente: 1. Que incide, que sobrevém ou que tem caráter secundário; incidental. 2. Acontecimento imprevisível que modifica o desenrolar normal de uma ação. 3. Dificuldade passageira que não modifica o desenrolar de uma operação, de uma linha de conduta.
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