FASTFEN 50MCG/ML-10ap. 5ml

CRISTALIA

Atualizado em 08/12/2014

FASTFEN 50MCG/ML-10ap. 5ml

FASTFEN
Citrato de Sufentanila
Intravenoso e Espinhal

Forma Farmacêutica e de Apresentação de Fastfen

Solução Injetável50 mcg/ml
Caixas contendo 10 ampolas de 5 ml
Caixas contendo 25 ampolas de 1 ml
5 mcg/ml
Embalagem com 25 estojos estéreis com ampolas de 2 ml

Composição de Fastfen

5 mcg/ml 50 mcg/ml
Cada ml de solução contém:
Citrato de sufentanila (DCB 4533.02-X) ................... 7,5 mcg 75 mcg
(equivalente a 5 e 50 mcg de Sufentanila respectivamente)
Veículo estéril qsp .................... 1,0 ml 1,0 ml
(Veículo: cloreto de sódio, água para injetáveis)

USO ADULTO E PEDIÁTRICO
RESTRITO A HOSPITAIS
INFORMAÇÕES TÉCNICAS
O produto deve ser conservado em temperatura ambiente, entre 15 e 30ºC, protegido da luz. O prazo de validade é de 24 meses a partir da data de fabricação, impressa na embalagem. Não administre o produto com o prazo de validade vencido. O produto não contém conservante.
O Citrato de Sufentanila deve ser administrado somente por pessoas especialmente treinadas para a aplicação de anestésicos por via intravenosa e peridural1 e para a manutenção dos efeitos respiratórios de opióides.
Não deve ser administrado a gestantes e nem durante a amamentação2, a menos que a relação risco/benefício tenha sido cuidadosamente considerada.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
A dosagem deve ser cuidadosamente ajustada às necessidades do paciente. O produto deve ser administrado com cuidado a pacientes geriátricos e debilitados.
Devem estar disponíveis, em casos de emergência3, um opióide antagonista4 e equipamento de ressuscitação, intubação e oxigênio.
O paciente deve ser mantido sob cuidadosa observação, nas 24 horas subseqüentes à administração, para que no caso de ocorrer vertigem5, tontura6, sonolência e visão7 embaçada, o tratamento adequado possa ser aplicado.

Informações Técnicas de Fastfen

O Citrato de Sufentanila é um analgésico8 opióide sintético, da classe das 4-anilinofenilpiperidinas, de 7 a 10 vezes mais potente do que a fentanila no homem.O produto, quando administrado por via intravenosa, apresenta um rápido início de ação. Por haver acúmulo limitado e rápida eliminação dos tecidos ocorre rápida recuperação.
A profundidade da analgesia é dose-dependente e pode ser ajustada de acordo com o nível de dor do procedimento.
Dependendo da dose de sufentanila e da velocidade de administração, pode ocorrer rigidez muscular, euforia, miose9 e bradicardia10, situações estas que acontecem também com outros analgésicos11 opióides.
Após a administração do produto, os pacientes não apresentaram liberação de histamina12.
As ações da droga podem ser imediata e completamente reversíveis quando se administra um antagonista4 narcótico específico como a naloxona ou a nalorfina.
Quando a Sufentanila é utilizada por via espinhal, há produção de analgesia de início rápido, entre 5 e 10 minutos, tendo duração moderada, geralmente de 4 a 6 horas.
Um estudo com doses de 250 a 1500 mcg administrados por via IV mostraram que:
_ A meia-vida de distribuição seqüencial da Sufentanila é de 2,3 a 4,5 minutos; a meia-vida de eliminação é de 11 a 15 horas aproximadamente .
_ O volume de distribuição do compartimento central é de 14,2 litros; sendo que o volume de distribuição no estado de equilíbrio é de 344 litros e um clearance de 917 ml/minuto.
_ Após dose de 250 mcg, a meia-vida foi de cerca de 4 horas, sendo mais curta que após a dose de 1500 mcg.
_ A meia-vida seqüencial, varia de 4,1 horas após a dose de 250 mcg, até 10 a 16 horas após dose de 500 a 1500 mcg, determinando a diminuição das concentrações plasmáticas da Sufentanila, dos níveis terapêuticos para os níveis de recuperação.
A biotransformação ocorre no fígado13 e no intestino delgado14. Cerca de 80% da dose administrada é eliminada em 24 horas, sendo apenas 2% de forma inalterada. A Sufentanila liga-se às proteínas15 plasmáticas em cerca de 92,5%.
Os picos de concentração plasmática, por via peridural1, são alcançados em 10 minutos e são de 4 a 6 vezes menores do que aqueles observados após administração IV.
Se associada à epinefrina, de 50 a 75 mcg, observa-se redução da absorção rápida inicial de 25 a 50%.

Indicações de Fastfen

O Fastfen  é usado por via IV tanto como analgésico8 em associação com ácido nitroso/oxigênio, quanto como anestésico único em pacientes ventilados. É útil para procedimentos mais longos e para intervenções mais dolorosas onde há necessidade de ajudar a manter a boa estabilidade cardiovascular. Também é indicado para administração peridural1 em anestesia16 espinhal.
O Fastfen( por via IV é indicado como componente analgésico8 durante indução e manutenção de anestesia16 geral balanceada como agente anestésico para indução e manutenção da anestesia16 em pacientes submetidos a procedimentos cirúrgicos de grande porte.
O Fastfen( por via peridural1 é indicado para o manejo da dor pós-operatória após cirurgia geral, torácica, ou procedimentos ortopédicos e cesariana; como analgésico8 associado à bupivacaína peridural1 para analgesia em parto vaginal.

Contra-Indicações de Fastfen

O citrato de sufentanila é contra-indicado aos pacientes que têm conhecida hipersensibilidade ao fármaco17 ou outro morfinomimético. Não se recomenda o uso intravenoso no parto ou antes do clampeamento do cordão umbilical18 durante cesariana pois pode ocorrer depressão respiratória no recém-nascido.
Doses de até 30 mcg para uso peridural1 não influenciam na condição da mãe ou do recém-nascido.
Como ocorre com outros opióides administrados por via espinhal, o produto não deve ser administrado nos casos de: hemorragia19 ou choque20 graves; septicemia21; infecção22 no local da injeção23; distúrbio da hemostase tais como trombocitopenia24 e coagulopatias; ou na presença de tratamento anticoagulante25 ou de qualquer outro tratamento medicamentoso ou outra condição médica concomitante onde seja contra-indicado o uso da técnica por via espinhal.

Precauções de Fastfen

Todos os opióides potentes podem provocar depressão respiratória dose-dependente e que pode ser revertida com o uso de um antagonista4 narcótico específico, a naloxona ou a nalorfina, sendo que podem ser necessárias doses repetidas do antagonista4 pois a depressão respiratória pode durar mais tempo que a duração da ação do antagonista4 opióide.
A analgesia profunda é acompanhada por depressão respiratória importante. A mesma pode persistir no período pós-operatório, e se o produto foi administrado por via IV, pode mesmo recorrer. Dessa forma há necessidade de profunda observação dos pacientes. Os tratamentos de reanimação e os antagonistas narcóticos devem estar prontamente disponíveis. A hiperventilação durante a anestesia16 pode alterar a resposta do paciente ao CO2 afetando desta forma a respiração no período pós-operatório.
Pode ocorrer a indução de rigidez muscular, envolvendo também os músculos respiratórios26 torácicos, podendo porém ser evitada se medidas como, injeção23 IV lenta, pré-medicação com benzodiazepínico e uso de relaxantes musculares, forem seguidas.
Se o paciente tiver recebido quantidade insuficiente de anticolinérgicos ou quando o Fastfen( for combinado com relaxantes musculares não-vagolíticos, podem ocorrer bradicardia10 e também assistolia. A atropina é usada para tratar a bradicardia10.
As substâncias opióides podem induzir a hipotensão27 especialmente em pacientes hipovolêmicos. Portanto devem ser tomadas medidas para a manutenção de pressão arterial28 estável.
Devem ser evitadas as injeções de opióides em bolus29 rápidos em pacientes com problemas intracerebrais, pois nos mesmos, a queda transitória da pressão arterial28 média pode ser ocasionalmente acompanhada de redução na perfusão cerebral de curta duração.
Podem necessitar de doses maiores os pacientes em tratamento crônico30 com opióides ou com história de abuso de opióides.
Pacientes idosos ou debilitados devem ter redução na posologia. Também deve-se levar em consideração a dose a ser administrada nos seguintes casos: hipotireoidismo31 não controlado; doença pulmonar; doença respiratória; alcoolismo; insuficiência renal32 ou hepática33. Nestes casos há também a necessidade de monitorização pós-operatória prolongada.
Deve-se ter cuidado com a administração peridural1 quando houver presença de depressão respiratória ou comprometimento da função respiratória ou ainda na presença de sofrimento fetal. A paciente deve ser monitorada por pelo menos uma hora após cada dose, porque pode ocorrer depressão respiratória precoce.
Os pacientes não devem dirigir veículos ou operar máquinas depois da administração de Sufentanila, a não ser após um período suficiente.
Gravidez34 e Amamentação2:
Não foi ainda bem estabelecida a segurança do uso do produto em gestantes, apesar de o estudo em animais não ter demonstrado nenhum efeito teratogênico35. Antes da administração deve ser verificada a relação risco/benefício. Os estudos demonstraram que o uso intravenoso não é recomendado no trabalho de parto. Também demonstraram que quando o produto é associado à bupivacaína peridural1 em uma dose total de até 30 mcg, durante o trabalho de parto, não houve sofrimento fetal ou qualquer efeito prejudicial à mãe. De qualquer modo, deve estar sempre disponível um antídoto36 para a criança.
Não se tem conhecimento se a droga é excretada no leite humano e portanto deve-se ter cuidado quando da administração a lactentes37.

Interações Medicamentosas de Fastfen

Pode ocorrer potencialização da depressão respiratória usando-se concomitantemente medicamentos como: barbitúricos, benzodiazepínicos, neurolépticos38, halogenados, depressores não seletivos do sistema nervoso central39, como o álcool.Recomenda-se que o uso de inibidores da monoamina oxidase seja interrompido duas semanas antes de qualquer procedimento anestésico ou cirúrgico. Entretanto, existem relatos sobre o uso concomitante de fentanila, durante procedimentos cirúrgicos ou anestésicos por pacientes que estejam usando inibidores da monoamina oxidase sem a ocorrência de reações adversas.

Reações Adversas / Colaterais de Fastfen

As principais reações adversas são aquelas associadas com o uso IV de opióides, a saber: depressão respiratória, apnéia40, rigidez muscular (que pode se estender aos músculos41 torácicos), movimentos mioclônicos42, bradicardia10, hipotensão27 (transitória), náusea43, vômito44 e vertigem5.
Podem ocorrer também reações adversas menos freqüentes como: laringoespasmo; reações alérgicas e assistolia; recorrência45 da depressão respiratória após o final da cirurgia em algumas circunstâncias raras.
Após administração peridural1, foram relatados sedação46 e prurido47. Se houver adição de epinefrina durante a administração peridural1, pode haver menor incidência48 e gravidade de depressão respiratória precoce.

Posologia de Fastfen

A dose de Citrato de Sufentanila deve ser individualizada em cada caso, de acordo com o peso corporal, a idade, o estado físico, as condições patológicas analisadas, o uso de outras drogas e o tipo de procedimento cirúrgico e a anestesia16.O efeito da dose inicial é levado em consideração na determinação das doses suplementares.
Administração IV:
Deve-se administrar uma dose pequena por via IV, de um anticolinérgico, um pouco antes da indução, a fim de evitar a bradicardia10. Para a prevenção de náusea43 e vômito44, administrar Droperidol.
Como Agente Analgésico8:
Em casos de cirurgia geral, de 0,5 a 5 mcg/kg de Sufentanila proporcionam analgesia intensa, com a redução da resposta simpática ao estímulo cirúrgico e preservação da estabilidade cardiovascular.
A duração da ação é dose-dependente. Uma dose de 0,5 mcg/kg pode durar 50 minutos. Assim, doses suplementares de 10 a 25 mcg devem ser individualizadas de acordo com cada paciente e o tempo previsto de duração da cirurgia.

Como Agente Anestésico:
Ao se administrar doses iguais ou maiores a 8 mcg/kg de Sufentanila, ocorre sono e manutenção de nível profundo de analgesia, dose-dependente, sem o uso de agentes anestésicos adicionais. Desse modo as respostas simpáticas e hormonais ao estímulo cirúrgico, são diminuídas. As doses suplementares de 25 a 50 mcg de Sufentanila normalmente são suficientes para, durante a anestesia16, manter a estabilidade cardiovascular.
Para Administração Peridural1:
Antes de se injetar a Sufentanila, deve-se verificar a localização adequada da agulha ou do cateter no espaço peridural1.
Para Manuseio da Dor Pós-Operatória:
Dose inicial de 30 a 50 mcg de Sufentanila deve promover alívio adequado da dor por 4 a 6 horas. Podem ser administradas doses adicionais em bolus29 de 25 mcg de Sufentanila, se existirem evidências de superficialização da analgesia.
Como Agente Analgésico8 Durante o Parto:
A adição de 10 mcg de Sufentanila à bupivacaína (0,125% a 0,25%) peridural1, proporciona maior duração e melhor qualidade à analgesia. Podem ser administradas duas injeções subseqüentes da combinação, se necessário. Recomenda-se não exceder a dose total de 30 mcg de sufentanila.
Uso em Idosos e Grupos Especiais de Pacientes:
A dose deve ser reduzida em pacientes idosos ou debilitados.
Uso em Crianças:
Apenas em um número limitado de casos, a segurança e eficácia da Sufentanila, em crianças abaixo de 2 anos de idade foi documentada.
Para indução e manutenção de anestesia16 em crianças de 2 a 12 anos de idade, submetidas a cirurgias de grande porte, tem sido usada a dose anestésica de 10 a 20 mcg/kg, com oxigênio a 100%.

Superdosagem de Fastfen

A superdosagem manifesta-se como extensão de suas ações farmacológicas. Dependente da sensibilidade individual, o quadro clínico é primariamente determinado pelo grau de depressão respiratória, que pode variar de bradicardia10 para apnéia40.
Quando ocorrer hipoventilação ou apnéia40, deve-se administrar oxigênio e a respiração deve ser assistida ou controlada. Para o controle da depressão respiratória, deve ser usado um antagonista4 narcótico específico como a naloxona ou a nalorfina. A depressão respiratória pode durar mais que o efeito do antagonista4 e portanto doses adicionais devem ser administradas.
Se a depressão respiratória for associada com rigidez muscular, pode haver necessidade de um bloqueador neuromuscular intravenoso, para facilitar a respiração assistida ou controlada.
Deve haver observação cuidadosa do paciente, mantendo-se a temperatura corporal e a infusão adequada de líquidos.
Se houver hipotensão27 grave ou persistente, deve-se considerar a possibilidade de hipovolemia49, controlada com a administração adequada de líquidos por via parenteral.
Compatibilidade e Estabilidade
O produto pode ser diluído em soro50 fisiológico51 ou soro50 glicosado. Estas diluições são compatíveis com equipamentos de infusão de plástico e estáveis até no máximo por 24 horas após a preparação.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
ATENÇÃO: PODE CAUSAR DEPENDÊNCIA FÍSICA OU PSÍQUICA
USO RESTRITO A HOSPITAIS

ATENÇÃO: "ESTE PRODUTO É UM NOVO MEDICAMENTO E EMBORA AS PESQUISAS REALIZADAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA QUANDO CORRETAMENTE ADMINISTRADO, PODEM OCORRER REAÇÕES ADVERSAS IMPREVISÍVEIS AINDA NÃO DESCRITAS OU CONHECIDAS. EM CASO DE SUSPEITA DE REAÇÕES ADVERSAS O MÉDICO DEVE SER NOTIFICADO".

Número do Lote, Data de Fabricação e Validade: Vide Rótulo/Cartucho
Reg. MS N.º 1.0298.0216
Farm. Resp.: Dr. Joaquim A. dos Reis - CRF-SP N.º 5061

SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente): 0800-7011918

Cristália Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
Rodovia Itapira-Lindóia, Km 14 - Itapira - SP
CNPJ N.º 44.734.671/0001-51
Indústria Brasileira.

REVISADO EM 20/09/01



FASTFEN 50MCG/ML-10ap. 5ml - Laboratório

CRISTALIA
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Complementos

1 Peridural: Mesmo que epidural. Localizado entre a dura-máter e a vértebra (diz-se do espaço do canal raquidiano). Na anatomia geral e na anestesiologia, é o que se localiza ou que se faz em torno da dura-máter.
2 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
3 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
4 Antagonista: 1. Opositor. 2. Adversário. 3. Em anatomia geral, que ou o que, numa mesma região anatômica ou função fisiológica, trabalha em sentido contrário (diz-se de músculo). 4. Em medicina, que realiza movimento contrário ou oposto a outro (diz-se de músculo). 5. Em farmácia, que ou o que tende a anular a ação de outro agente (diz-se de agente, medicamento etc.). Agem como bloqueadores de receptores. 6. Em odontologia, que se articula em oposição (diz-se de ou qualquer dente em relação ao da maxila oposta).
5 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
6 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
7 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
8 Analgésico: Medicamento usado para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
9 Miose: Contração da pupila, que pode ser fisiológica, patológica ou terapêutica.
10 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
11 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
12 Histamina: Em fisiologia, é uma amina formada a partir do aminoácido histidina e liberada pelas células do sistema imunológico durante reações alérgicas, causando dilatação e maior permeabilidade de pequenos vasos sanguíneos. Ela é a substância responsável pelos sintomas de edema e irritação presentes em alergias.
13 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
14 Intestino delgado: O intestino delgado é constituído por três partes: duodeno, jejuno e íleo. A partir do intestino delgado, o bolo alimentar é transformado em um líquido pastoso chamado quimo. Com os movimentos desta porção do intestino e com a ação dos sucos pancreático e intestinal, o quimo é transformado em quilo, que é o produto final da digestão. Depois do alimento estar transformado em quilo, os produtos úteis para o nosso organismo são absorvidos pelas vilosidades intestinais, passando para os vasos sanguíneos.
15 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
16 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
17 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
18 Cordão Umbilical: Estrutura flexível semelhante a corda, que conecta um FETO em desenvolvimento à PLACENTA, em mamíferos. O cordão contém vasos sanguíneos que transportam oxigênio e nutrientes da mãe ao feto e resíduos para longe do feto.
19 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
20 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
21 Septicemia: Septicemia ou sepse é uma infecção generalizada grave que ocorre devido à presença de micro-organismos patogênicos e suas toxinas na corrente sanguínea. Geralmente ela ocorre a partir de outra infecção já existente.
22 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
23 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
24 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
25 Anticoagulante: Substância ou medicamento que evita a coagulação, especialmente do sangue.
26 Músculos Respiratórios: Neste grupo de músculos estão incluídos o DIAFRAGMA e os MÚSCULOS INTERCOSTAIS.
27 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
28 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
29 Bolus: Uma quantidade extra de insulina usada para reduzir um aumento inesperado da glicemia, freqüentemente relacionada a uma refeição rápida.
30 Crônico: Descreve algo que existe por longo período de tempo. O oposto de agudo.
31 Hipotireoidismo: Distúrbio caracterizado por uma diminuição da atividade ou concentração dos hormônios tireoidianos. Manifesta-se por engrossamento da voz, aumento de peso, diminuição da atividade, depressão.
32 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
33 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
34 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
35 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
36 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
37 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
38 Neurolépticos: Medicamento que exerce ação calmante sobre o sistema nervoso, tranquilizante, psicoléptico.
39 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
40 Apnéia: É uma parada respiratória provocada pelo colabamento total das paredes da faringe que ocorre principalmente enquanto a pessoa está dormindo e roncando. No adulto, considera-se apnéia após 10 segundos de parada respiratória. Como a criança tem uma reserva menor, às vezes, depois de dois ou três segundos, o sangue já se empobrece de oxigênio.
41 Músculos: Tecidos contráteis que produzem movimentos nos animais.
42 Mioclônicos: Contrações musculares súbitas e involuntárias que se verificam especialmente nas mãos e nos pés, devido à descarga patológica de um grupo de células nervosas.
43 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
44 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
45 Recorrência: 1. Retorno, repetição. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
46 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
47 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
48 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
49 Hipovolemia: Diminuição do volume de sangue secundário a hemorragias, desidratação ou seqüestro de sangue para um terceiro espaço (p. ex. peritônio).
50 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
51 Fisiológico: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.

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