DANTROLEN IV

CRISTALIA

Atualizado em 08/12/2014

DANTROLEN IV 20MG-Kit.c/3 cxs.12frs.:

DANTROLEN
Dantroleno Sódico
Intravenoso

Forma Farmacêutica de Dantrolen Iv

Pó Liófilo Injetável - 20 mg

Apresentação de Dantrolen Iv

Pó Liófilo Injetável: Caixa com 12 frascos-ampola
Água para Injetáveis: Caixa com 12 frascos-ampola com 60 ml

Composição de Dantrolen Iv

Cada frasco-ampola contém:Dantroleno sódico (DCB 0363.02-2) .................... 20 mg
(Excipiente: Manitol 3 g, hidróxido de sódio qsp pH 9,5 após reconstituição com Água Para Injetáveis, sem conservante)
USO PEDIÁTRICO OU ADULTO

Informações Técnicas de Dantrolen Iv

Manter o produto à temperatura ambiente controlada, entre 15 e 25oC, protegido da luz. O prazo de validade é de 36 meses. Não utilizar o medicamento após o vencimento do prazo de validade impresso na embalagem.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Antes de administrar o produto assegurar-se que o paciente não seja alérgico ao dantroleno sódico ou a qualquer componente da fórmula.
Durante o tratamento com o DANTROLEN não deve ser feito o uso de bebidas alcoólicas ou outros depressores do sistema nervoso central1
No caso de aparecimento de sonolência, vertigem2 ou sensação de vertigem2, alterações da visão3 ou debilidade muscular, seu médico deve ser avisado imediatamente. Nesses casos evitar dirigir veículos ou operar máquinas potencialmente perigosas.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE4.
Na aplicação da forma parenteral deve-se evitar o extravasamento da solução nos tecidos circundantes, pelo fato do pH ser elevado.
O médico deve ser avisado se estiver grávida ou se ocorrer gravidez5 durante o tratamento. Não se recomenda o uso do produto por pacientes que estejam amamentando. Também deve ser avisado se houver outros problemas médicos como enfisema6, asma7, bronquite ou outra doença pulmonar crônica; doença cardíaca ou hepática8, ou história da mesma.
Durante o tratamento, deve-se evitar a exposição ao sol para minimizar os efeitos de fotossensibilidade
Na preparação de nervo muscular isolado, o dantroleno sódico, produziu relaxamento por afetar a resposta contrátil do músculo esquelético9 no sítio acima da junção mioneural, diretamente sobre o próprio músculo. No músculo esquelético9, o dantroleno sódico, dissocia o engate excitação-contração, provavelmente por interferir na liberação de Ca++ do retículo sarcoplasmático10. Esse efeito parece ser mais pronunciado nas fibras musculares11 rápidas que nas lentas, mas geralmente afeta ambas. Ocorre um efeito do SNC12 com tontura13, vertigem2 e fraqueza generalizadas. Embora o dantroleno sódico não pareça afetar diretamente o SNC12, a extensão do seu efeito é desconhecida. A absorção do dantroleno sódico após a administração oral em humanos é incompleta e lenta, mas consistente, e são obtidos níveis sangüíneos relacionados com a dose. A duração e a intensidade do relaxamento muscular esquelético são observadas em relação à dose e os níveis sangüíneos. A média da meia-vida biológica de dantroleno sódico nos adultos é 8,7 horas após uma dose de 100 mg. Foram determinadas as vias metabólicas específicas na degradação e eliminação de dantroleno sódico em humanos. Os dados metabólicos são similares em adultos e crianças. Além do composto base dantroleno, que é encontrado em quantidades mensuráveis no sangue14 e urina15, os metabólitos16 mais encontrados nos fluidos corporais são os análogos 5-hidróxido e acetamida. Outro metabólito17 com uma estrutura desconhecida parece ser eliminado posteriormente. O dantroleno sódico pode também sofrer hidrólise e subseqüente oxidação formando o ácido nitrofenilfuróico. Visto que o dantroleno é provavelmente metabolizado por enzimas microssomais hepáticas18, o aumento do seu metabolismo19 por outras drogas é possível. Entretanto nem o fenobarbital nem o diazepam parecem afetar seu metabolismo19. A experiência clínica no monitoramento de hipertermia maligna, revelou que a administração de dantroleno sódico intravenoso, combinada com as medidas de suportes indicadas, é efetiva na reversão do processo hipermetabólico da hipertermia maligna. A administração profilática de dantroleno oral ou intravenoso para a hipertermia maligna, em suínos susceptíveis, atenuará ou prevenirá o desenvolvimento dos sinais20 da hipertermia maligna de maneira dependente da dose administrada de dantroleno e da intensidade dos estímulos desencadeantes da hipertermia maligna. Experiência clínica limitada com a administração de dantroleno oral em pacientes susceptíveis à hipertermia maligna, quando combinados com a experiência clínica no uso de dantroleno sódico intravenoso para o tratamento da hipertermia maligna, e dados derivados dos experimentos com o modelo animal citado, sugerem que o dantroleno oral também atenuará ou prevenirá o desenvolvimento dos sinais20 de hipertermia maligna em humanos, contanto que as práticas correntemente aceitas no monitoramento de tais pacientes sejam seguidas; o dantroleno intravenoso deve também estar disponível para o uso, caso apareçam sinais20 da hipertermia maligna.
Na síndrome21 da hipertermia maligna induzida por anestesia22, há evidências de pontos para uma anormalidade intrínseca do tecido23 muscular esquelético. Em humanos afetados, foi observado que agentes desencadeantes, como os anestésicos gerais e agentes bloqueadores neuromusculares despolarizantes, produzem uma variação dentro da célula24 que resulta em elevação do cálcio mioplasmático. Este cálcio mioplasmático elevado ativa o processo catabólico celular agudo25 que desencadeia a hipertermia maligna.
Há hipótese que a adição de dantroleno sódico à célula24 muscular onde se desencadeou a hipertermia maligna, restabelece um nível normal de cálcio ionizado no mioplasma. A inibição da liberação do cálcio do retículo sarcoplasmático10 por dantroleno restabelece o equilíbrio de cálcio mioplasmático, aumentando a porcentagem de cálcio ligado. Dessa forma, as variações fisiológica26, metabólica e bioquímica, associadas com a crise de hipertermia maligna podem ser revertidas ou atenuadas.
Quando o dantroleno sódico intravenoso é administrado como indicado, todas as concentrações do sangue14 permanecem próximas ao nível do estado de equilíbrio por 3 ou mais horas após a infusão estar completa. A experiência clínica mostrou que os sinais vitais27 antecipados e/ou mudanças gasosas no sangue14, características da hipertermia maligna, podem aparecer durante ou após a anestesia22 e cirurgia a despeito do uso profilático de dantroleno sódico e o seguimento das práticas atualmente aceitas no monitoramento do paciente. Esses sinais20 são compatíveis com a hipertermia maligna atenuada e respondem à administração de dantroleno sódico intravenoso. A administração da dose profilática recomendada de dantroleno sódico intravenoso para voluntários saudáveis não foi associada com variações cardiovasculares clinicamente significativas.
Quantidades significativas de dantroleno sódico estão ligadas às proteínas28 plasmáticas, a maioria albumina29, sendo que esta ligação é rapidamente reversível.
A depressão cardiopulmonar não foi observada na síndrome21 de hipertermia maligna em suínos, após a administração de 7,5 mg/kg de dantroleno sódico intravenoso. Isso, é duas vezes a quantidade necessária para maximizar a diminuição da resposta nervosa para uma simples estimulação do nervo supramaximal periférico (95 %). Um efeito depressivo, inconsciente, sobre os músculos30 lisos gastrointestinais, foram observados em altas doses.

Indicações de Dantrolen Iv

Pó Liófilo - Via IntravenosaÉ indicado juntamente com medidas de suporte apropriado, para o monitoramento do hipermetabolismo fulminante do músculo-esquelético característico da crise de hipertermia maligna em pacientes de todas as idades. DANTROLEN Intravenoso é também indicado no pré-cirúrgico e às vezes no pós-cirúrgico, para prevenir ou atenuar o desenvolvimento de sinais20 clínico e laboratorial de hipertermia maligna em pacientes julgados susceptíveis à hipertermia maligna.

Contra-Indicações de Dantrolen Iv

Para a forma injetável não existe contra-indicação.

Precauções de Dantrolen Iv

O dantroleno sódico deve ser usado com precaução em pacientes com função pulmonar diminuída, especialmente aqueles com doença pulmonar obstrutiva e nos pacientes com função cardíaca gravemente diminuída, devido a doença do miocárdio31. Também deve ser usado com precaução nos pacientes com histórias de hepatopatias ou qualquer disfunção hepática8.O dantroleno sódico altera as habilidades mentais e físicas como operar máquinas e dirigir automóveis. Deve-se ter precaução também quando é administrado concomitantemente com agentes tranqüilizantes.
O dantroleno provoca reações de fotossensibilidade: os pacientes devem ser prevenidos para que não se exponham ao sol durante o tratamento.
É importante reconhecer que podem ocorrer durante a terapia desordens hepáticas18, podendo ser fatal e não fatal, do tipo idiossincrático ou hipersensível.
No início da terapia com DANTROLEN é aconselhável fazer estudos da função hepática8 (SGOT, SGPT, fosfatase alcalina32, bilirrubina33 total) para a linha de base ou para estabelecer se há presença de hepatopatias. Se as anormalidades hepáticas18 da linha de base forem confirmadas, fica claro que o potencial hepatotóxico do dantroleno pode aumentar, embora o potencial não tenha sido ainda estabelecido.
Os estudos da função hepática8 devem ser realizados a intervalos apropriados durante a terapia com dantroleno. Se tais estudos revelam valores anormais, a terapia deve ser interrompida. Apenas quando os benefícios da droga forem de maior importância é que a terapia deve ser reinstituída. Alguns pacientes revelaram retorno aos valores laboratoriais normais na continuação da terapia, enquanto que outros não. Se os sintomas34 compatíveis com a hepatite35, acompanhados de anormalidades nos testes da função hepática8, ou icterícia36 aparecerem, a terapia deve ser suspensa. Se esses sintomas34 foram causados por dantroleno, eles tendem à reversão quando a administração é descontinuada.
A terapia foi reinstituída em alguns pacientes que desenvolveram evidências de dano hepatocelular clínico e/ou laboratorial. Se tal reinstituição é feita, deve ser apenas em pacientes que realmente necessitem de dantroleno e somente depois que as anormalidades e os sintomas34 laboratoriais prévios tenham sido esclarecidos. O paciente deve ser hospitalizado e a droga reiniciada em doses muito pequenas e aumentadas gradualmente. O monitoramento laboratorial deve ser freqüente e a droga deve ser imediatamente suspensa se ocorrer qualquer reincidência37 de hepatopatia. Alguns pacientes reagiram com sinais20 estranhos de hepatopatia com a administração de doses variadas, enquanto outros não. DANTROLEN deve ser usado com particular precaução em mulheres e em pacientes com mais de 35 anos de idade, visto que parece ser maior a relação droga-indução, potencialmente fatal, de doença hepatocelular nesses grupos.
Carcinogênese, Mutagênese e Diminuição da Fertilidade:
A segurança de dantroleno a longo prazo em humanos não foi estabelecida. Estudos crônicos em ratos, cães e macacos em dosagens maiores que 30 mg/kg/dia mostrou aumento ou perda de peso, e sinais20 de hepatopatia e, possível oclusão da nefropatia38, todas as quais foram reversíveis após a interrupção do tratamento. Fêmeas de ratos Sprague-Dawley alimentadas com dantroleno sódico durante 18 meses com níveis de dosagem de 15, 30 e 60 mg/kg/dia mostraram um aumento na incidência39 de tumores mamários benignos e malignos comparados com controles paralelos e na dosagem mais alta, um também aumento de linfogiomas e angiosarcomas hepáticos. Esses efeitos não foram vistos em estudos de 2 anos e meio em 344 ratos Sprague-Dawley ou Fischer ou em estudos de dois anos e meio em camundongos da cepa40 HaM/ICR. A carcinogenicidade em humanos não pode ser completamente excluída, portanto esse possível risco da administração crônica deve ser considerado em relação ao risco-benefício da droga para o paciente.
Gravidez5 - Categoria C:
A segurança de dantroleno para o uso em pacientes que estão grávidas ou que podem engravidar não foi estabelecida. Dantroleno sódico não deve ser administrado às pacientes que estão amamentando.
O dantroleno sódico deve ser administrado durante a gravidez5 apenas se a relação risco-benefício no feto41 for justificada.
Em um estudo não controlado, foram administrados 100 mg/dia de dantroleno sódico oral a pacientes no final da gestação. Dantroleno sódico atravessa rapidamente a placenta, com os níveis materno e fetal aproximadamente iguais, os níveis no recém-nascido caem aproximadamente em 50%/dia, por dois dias, antes de declinar totalmente. Nenhum efeito adverso respiratório e neuromuscular foi detectado em baixas doses. São necessários mais dados, com doses mais altas, antes que conclusões mais definitivas possam ser feitas.
Uso Pediátrico:
A segurança de dantroleno a longo prazo em crianças com menos de 5 anos de idade não foi estabelecida. Pela possibilidade que os efeitos adversos podem se tornar aparentes apenas depois de alguns anos, a consideração de risco-benefício para o uso a longo prazo de dantroleno sódico é particularmente importante nos pacientes pediátricos.
Visto que o efeito do estado da doença e de outras drogas nas conseqüências do dantroleno sódico sobre a fraqueza muscular esquelética, incluindo possível depressão respiratória, não podem ser previstas, os pacientes que recebem dantroleno sódico intravenoso, no pré-cirúrgico, devem ter os sinais vitais27 monitorados.
Se os pacientes são susceptíveis à hipertermia maligna e são tratados com dantroleno sódico intravenoso, ou oral, no pré-cirúrgico, a preparação anestésica deve ainda seguir um padrão de regime para a hipertermia maligna, incluindo evitar agentes desencadeantes conhecidos. Deve haver monitoramento para os sinais20 clínico e metabólico da hipertermia maligna para que possa haver atenuação, e se possível, mesmo a sua prevenção. Esses sinais20 geralmente levam à administração de dantroleno sódico intravenoso adicional.
Deve-se ter o cuidado para o extravasamento de dantroleno sódico nos tecidos circundantes devido ao alto pH da formulação intravenosa.
Quando o manitol é usado para a prevenção ou tratamento de complicações renais da hipertermia tardia, devem ser levados em consideração os 3 g de manitol necessários para dissolver cada 20 mg de dantroleno sódico intravenoso.
Baseados nos dados de voluntários humanos, é aconselhável dizer aos pacientes que recebem dantroleno sódico intravenoso que no pós-cirúrgico, a força de contração é diminuída e ocorre fraqueza dos músculos30 das pernas, especialmente no descer escadas. Também, podem ser observados, sintomas34 como medo da luz. Visto que esses sintomas34 podem persistir por mais de 48 horas, os pacientes não devem dirigir automóveis ou realizar qualquer atividade perigosa nesse período.
A precaução é também indicada durante as refeições pelo fato que foram observadas dificuldades para mastigar e engolir alimentos.

Interações Medicamentosas de Dantrolen Iv

Enquanto uma interação definitiva da droga com estrogênios não está definitivamente estabelecida, deve-se ter precaução quando as duas drogas forem administradas conjuntamente. A hepatotoxicidade42 ocorreu mais freqüentemente em mulheres com mais de 35 anos de idade recebendo estrogênios concomitantemente.
Existem raros relatos de colapso43 cardiovascular em pacientes tratados simultaneamente com verapamil e dantroleno sódico. A combinação de doses terapêuticas de dantroleno sódico e verapamil em suíno anestesiado com halotano/(-cloralose, resultou em fibrilação ventricular e colapso43 cardiovascular em associação com hiperpotassemia aumentada. Até que a relevância desses dados para humanos seja estabelecida, a combinação de dantroleno sódico e verapamil não é recomendada durante o monitoramento da hipertermia maligna.
O uso de dantroleno sódico intravenoso no monitoramento da crise de hipertermia maligna não substitui as medidas de suporte previamente conhecidas. Essas medidas devem ser individualizadas, mas geralmente é necessário interromper a administração dos agentes desencadeantes, observar a necessidade de aumento de oxigênio, monitorar a acidose metabólica44, instituir o resfriamento quando necessário, monitorar a excreção urinária e o equilíbrio eletrolítico.
Dantroleno sódico é metabolizado no fígado45 e é teoricamente possível que seu metabolismo19 possa ser aumentado por drogas conhecidas que induzem as enzimas microssomais hepáticas18. Assim sendo, nem o fenobarbital, nem o diazepam, parecem afetar seu metabolismo19. A ligação com as proteínas28 plasmáticas não é alterada significativamente pelo diazepam, difenilhidantoína ou fenilbutazona. Essa ligação é reduzida pela varfarina e clofibrato e aumentada pela tolbutamida.

Reações Adversas / Colaterais de Dantrolen Iv

Têm sido observadas ocasionalmente mortes após a crise de hipertermia maligna, mesmo quando os pacientes são tratados com dantroleno sódico intravenoso; o número de incidência39 não é estabelecido (as taxas de mortalidade46 por hipertermia maligna com pré-dantroleno foram de aproximadamente 50 %). A maior parte dessas mortes ocorreu pelo reconhecimento e tratamento tardios, dosagem inadequada, ausência de terapia de suporte, doenças intercorrentes e/ou desenvolvimento de complicações tais como nefrites ou coagulopatia intravascular47 disseminada. Em alguns casos não há dados suficientes para excluir completamente a falha terapêutica48 do dantroleno. Existem raros relatos de fatalidade nas crises de hipertermia maligna, mesmo com a resposta inicial satisfatória ao dantroleno intravenoso, que envolve pacientes que não podem estar desprovidos de dantroleno sódico após o tratamento inicial. As reações adversas que se seguem, estão agrupadas em ordem de gravidade:
É raro o desenvolvimento de edema pulmonar49 durante o tratamento de crise de hipertermia maligna, no qual o volume de diluente e manitol necessários para liberar o dantroleno sódico intravenoso, possivelmente tenham contribuído.
Há casos de tromboflebite50 seguidos da administração de dantroleno sódico intravenoso, mas os números atuais não estão disponíveis.
Há casos raros de urticária51 e eritema52 possivelmente associados à administração de DANTROLEN Intravenoso. Houve um caso de anafilaxia53.
Nenhuma das sérias reações ocasionalmente relatadas com o uso oral prolongado de DANTROLEN, como hepatite35, convulsões e efusão54 pleural com pericardite55, foram razoavelmente associadas com a terapia de curto prazo com DANTROLEN Intravenoso.

Posologia e Modo de Usar de Dantrolen Iv

Assim que a reação de hipertermia maligna seja constatada, todos os agentes anestésicos devem ser descontinuados; recomenda-se a administração de 100% de oxigênio.
DANTROLEN Intravenoso deve ser administrado de forma contínua até que os sintomas34 cessem. A dose efetiva para reverter a crise é diretamente dependente do grau de susceptibilidade56 do paciente à hipertermia maligna, a quantidade e o tempo decorrido de exposição ao agente desencadeante e o tempo decorrido entre o estabelecimento da crise e o início do tratamento.
Dose Pediátrica: Os experimentos indicam que a dose de DANTROLEN Intravenoso para os pacientes pediátricos é a mesma que a dos adultos.
Pré-Cirúrgico: DANTROLEN Intravenoso e/ou DANTROLEN Cápsulas podem ser administrados pré-cirurgicamente a pacientes considerados susceptíveis à hipertermia maligna, como parte do monitoramento total do paciente, para prevenir ou atenuar o desenvolvimento de sinais20 clínico e laboratorial de hipertermia maligna.
DANTROLEN Intravenoso: a dose profilática recomendada de DANTROLEN IV é de 2,5 mg/kg, começando aproximadamente 1-¼ horas antes da anestesia22 marcada e infusa por aproximadamente 1 hora. Esta dose deve prevenir ou atenuar o desenvolvimento de sinais20 clínico e laboratorial de hipertermia maligna, contanto que as precauções habituais, como evitar os agentes desencadeantes de hipertermia maligna, sejam observadas.
Durante a anestesia22 e a cirurgia pode haver indicação adicional de DANTROLEN IV devido ao aparecimento de sinais20 clínicos e/ou gasosos no sangue14, de hipertermia maligna, ou devido à cirurgia prolongada. As doses adicionais devem ser individualizadas.
Administração Oral de DANTROLEN Cápsulas: administrar 4 a 8 mg/kg/dia de DANTROLEN oral em três ou quatro doses divididas, por 1 ou 2 dias antes da cirurgia, sendo que a última dose deve ser administrada com um mínimo de água, aproximadamente 3 a 4 horas antes da cirurgia marcada. Podem ser feitos ajustes dentro da faixa de dosagem recomendada, para evitara incapacitação (fraqueza, sonolência, etc.) ou irritação gastrintestinal excessiva (náusea57 e/ou vômito58).
Acompanhamento Pós Crise: deve ser administrado DANTROLEN Cápsulas, 4 a 8 mg/kg/dia em 4 doses divididas, por 1 a 3 dias após a crise de hipertermia maligna para prevenir a recorrência59 das manifestações da síndrome21.
O DANTROLEN Intravenoso pode ser usado pós-cirurgicamente para prevenir ou atenuar a recorrência59 de sinais20 de hipertermia maligna, quando a administração de DANTROLEN oral não for possível. A dose IV de DANTROLEN, no período pós-cirúrgico, deve ser individualizada, começando-se com 1 mg/kg ou mais, de acordo com a situação clínica.
Reconstituição do Pó Liófilo:
Cada frasco-ampola de DANTROLEN IV deve ser reconstituído pela adição de 60 ml de Água para Injetáveis, sem conservante, estéril e apirógena, e o frasco-ampola deve ser agitado até que a solução esteja límpida.
Soluções injetáveis de Glicose60 5%, Cloreto de Sódio 0,9% e outras soluções ácidas não são compatíveis com o DANTROLEN IV e não devem ser usadas.
O conteúdo do frasco-ampola deve ser protegido da luz direta e ser usado em até 6 horas após a reconstituição. As soluções reconstituídas devem ser mantidas à temperatura ambiente entre 15oC e 25o C.
As soluções reconstituídas de DANTROLEN IV não devem ser transferidas, nas infusões profiláticas, para frascos parenterais de grande volume de vidro, devido à possibilidade de formação de precipitado quando em contato com o vidro.
Para a infusão profilática, o número necessário de frascos-ampola de DANTROLEN IV deve ser reconstituído como acima indicado. O conteúdo dos frascos-ampola é então transferido para bolsa plástica intravenosa estéril. A infusão preparada deve ser examinada quanto à presença de turbidez e/ou precipitação, antes da dispensação e administração, não a utilizando caso haja a confirmação. Pelo fato de a estabilidade da solução ser de apenas 6 horas, recomenda-se que a infusão seja preparada imediatamente antes da administração.

Superdosagem de Dantrolen Iv

A toxicidade61 aguda de DANTROLEN não foi determinada em animais devido ao fato de que normalmente administra-se pequena concentração em grande volume. Em estudos de 14 dias (subagudo62), a formulação de DANTROLEN foi relativamente não tóxica a ratos em doses de 10 mg/kg/dia e 20 mg/kg/dia. Enquanto que 10 mg/kg/dia em cães, por 14 dias, mostraram pequena toxicidade61; 20 mg/kg/dia, por 14 dias, causou mudanças hepáticas18 de significado biológico questionável.
Não estão disponíveis dados para definir a sintomatologia de uma superdosagem de DANTROLEN Intravenoso. Se houver suspeita de superdosagem, o tratamento é sintomático63 e de suporte. Não se conhece antídoto64.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
USO RESTRITO A HOSPITAIS

Número de Lote e Validade: Vide Rótulo/Caixa
Registro MS N.º 1.0298.0206
Farm. Resp.: Dr. Joaquim A. dos Reis - CRF-SP N.º 5061

SAC(Serviço de Atendimento ao Cliente): 0800-7011918

CRISTÁLIA - Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
Rod. Itapira-Lindóia, km 14 - Itapira - SP
CNPJ N.º 44.734.671/0001-51
Indústria Brasileira

DANTROLEN IV - Laboratório

CRISTALIA
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Complementos

1 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
2 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
3 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
4 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
5 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
6 Enfisema: Doença respiratória caracterizada por destruição das paredes que separam um alvéolo de outro, com conseqüente perda da retração pulmonar normal. É produzida pelo hábito de fumar e, em algumas pessoas, pela deficiência de uma proteína chamada Antitripsina.
7 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
8 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
9 Músculo Esquelético: Subtipo de músculo estriado fixado por TENDÕES ao ESQUELETO. Os músculos esqueléticos são inervados e seu movimento pode ser conscientemente controlado. Também são chamados de músculos voluntários.
10 Retículo Sarcoplasmático: Rede de túbulos e cisternas localizada no citoplasma de músculos esqueléticos. Participam na contração e no relaxamento dos músculos através da liberação e armazenamento de íons cálcio.
11 Fibras Musculares: Células grandes, multinucleadas e individuais (cilídricas ou prismáticas) que formam a unidade básica do tecido muscular esquelético. Constituídas por uma substância mole contrátil, revestida por uma bainha tubular. Derivam da união de MIOBLASTOS ESQUELÉTICOS com o sincício, seguida de diferenciação.
12 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
13 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
14 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
15 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
16 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
17 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
18 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
19 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
20 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
21 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
22 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
23 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
24 Célula: Unidade funcional básica de todo tecido, capaz de se duplicar (porém algumas células muito especializadas, como os neurônios, não conseguem se duplicar), trocar substâncias com o meio externo à célula, etc. Possui subestruturas (organelas) distintas como núcleo, parede celular, membrana celular, mitocôndrias, etc. que são as responsáveis pela sobrevivência da mesma.
25 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
26 Fisiológica: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
27 Sinais vitais: Conjunto de variáveis fisiológicas que são pressão arterial, freqüência cardíaca, freqüência respiratória e temperatura corporal.
28 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
29 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
30 Músculos: Tecidos contráteis que produzem movimentos nos animais.
31 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
32 Fosfatase alcalina: É uma hidrolase, ou seja, uma enzima que possui capacidade de retirar grupos de fosfato de uma distinta gama de moléculas, tais como nucleotídeos, proteínas e alcaloides. Ela é sintetizada por diferentes órgãos e tecidos, como, por exemplo, os ossos, fígado e placenta.
33 Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
34 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
35 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
36 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
37 Reincidência: 1. Ato ou efeito de reincidir ou repetir. 2. Obstinação, insistência, teimosia.
38 Nefropatia: Lesão ou doença do rim.
39 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
40 Cepa: Cepa ou estirpe é um termo da biologia e da genética que se refere a um grupo de descendentes com um ancestral comum que compartilham semelhanças morfológicas e/ou fisiológicas.
41 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
42 Hepatotoxicidade: É um dano no fígado causado por substâncias químicas chamadas hepatotoxinas.
43 Colapso: 1. Em patologia, é um estado semelhante ao choque, caracterizado por prostração extrema, grande perda de líquido, acompanhado geralmente de insuficiência cardíaca. 2. Em medicina, é o achatamento conjunto das paredes de uma estrutura. 3. No sentido figurado, é uma diminuição súbita de eficiência, de poder. Derrocada, desmoronamento, ruína. 4. Em botânica, é a perda da turgescência de tecido vegetal.
44 Acidose metabólica: A acidose metabólica é uma acidez excessiva do sangue caracterizada por uma concentração anormalmente baixa de bicarbonato no sangue. Quando um aumento do ácido ultrapassa o sistema tampão de amortecimento do pH do organismo, o sangue pode acidificar-se. Quando o pH do sangue diminui, a respiração torna-se mais profunda e mais rápida, porque o corpo tenta liberar o excesso de ácido diminuindo o volume do anidrido carbônico. Os rins também tentam compensá-lo por meio da excreção de uma maior quantidade de ácido na urina. Contudo, ambos os mecanismos podem ser ultrapassados se o corpo continuar a produzir excesso de ácido, o que conduz a uma acidose grave e ao coma. A gasometria arterial é essencial para o seu diagnóstico. O pH está baixo (menor que 7,35) e os níveis de bicarbonato estão diminuídos (<24 mmol/l). Devido à compensação respiratória (hiperventilação), o dióxido de carbono está diminuído e o oxigênio está aumentado.
45 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
46 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
47 Intravascular: Relativo ao interior dos vasos sanguíneos e linfáticos, ou que ali se situa ou ocorre.
48 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
49 Edema pulmonar: Acúmulo anormal de líquidos nos pulmões. Pode levar a dificuldades nas trocas gasosas e dificuldade respiratória.
50 Tromboflebite: Processo inflamatório de um segmento de uma veia, geralmente de localização superficial (veia superficial), juntamente com formação de coágulos na zona afetada. Pode surgir posteriormente a uma lesão pequena numa veia (como após uma injeção ou um soro intravenoso) e é particularmente frequente nos toxico-dependentes que se injetam. A tromboflebite pode desenvolver-se como complicação de varizes. Existe uma tumefação e vermelhidão (sinais do processo inflamatório) ao longo do segmento de veia atingido, que é extremamante doloroso à palpação. Ocorrem muitas vezes febre e mal-estar.
51 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
52 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
53 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
54 Efusão: 1. Saída de algum líquido ou gás; derramamento, espalhamento. 2. No sentido figurado, manifestação expansiva de sentimentos amistosos, de afeto, de alegria. 3. Escoamento de um gás através de uma pequena abertura, causado pela agitação térmica das moléculas do gás. 4. Derramamento de lava relativamente fluida sobre a superfície terrestre.
55 Pericardite: Inflamação da membrana que recobre externamente o coração e os vasos sanguíneos que saem dele. Os sintomas dependem da velocidade e grau de lesão que produz. Variam desde dor torácica, febre, até o tamponamento cardíaco, que é uma emergência médica potencialmente fatal.
56 Susceptibilidade: 1. Ato, característica ou condição do que é suscetível. 2. Capacidade de receber as impressões que põem em exercício as ações orgânicas; sensibilidade. 3. Disposição ou tendência para se ofender e se ressentir com (algo, geralmente sem importância); delicadeza, melindre. 4. Em física, é o coeficiente de proporcionalidade entre o campo magnético aplicado a um material e a sua magnetização.
57 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
58 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
59 Recorrência: 1. Retorno, repetição. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
60 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
61 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
62 Subagudo: Levemente agudo ou que apresenta sintomas pouco intensos, mas que só se atenuam muito lentamente (diz-se de afecção ou doença).
63 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
64 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.

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