ALENDRONATO SÓDIO

NOVARTIS

Atualizado em 03/06/2015

ALENDRONATO SÓDIO

Forma Farmacêutica e Apresentações do Alendronato Sódio

Alendronato sódico 10 mg é apresentado em embalagens contendo 30 comprimidospara administração oral.
Uso Adulto

Composição do Alendronato Sódio

Cada comprimido contém:
Alendronato sódico (eq. a 10,000 mg de ácido alendrônico) .......13,051 mg
Excipientes q.s.p. .................... 1 comprimido
Excipientes: Celulose microcristalina, polividona, amido glicolato de sódio
e estearato de magnésio.

Informações Aos Pacientes do Alendronato Sódio

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?O alendronato sódico atua especificamente inibindo a perda de cálcio
dos ossos.
POR QUE ESTE MEDICAMENTO FOI INDICADO?
O alendronato sódico está indicado para o tratamento da osteoporose1,
em mulheres após a menopausa2, para prevenir fraturas, inclusive
do quadril e da coluna (fraturas por compressão das vértebras).
QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
A maioria dos pacientes não apresenta reações com o uso do alendronato
sódico. Entretanto, como qualquer medicamento, o alendronato sódico
pode causar efeitos indesejáveis, tais como distúrbios digestivos (como
náuseas3 ou vômitos4), alguns deles podendo ser graves e incluindo
irritação ou ulceração5 do esôfago6, que podem causar dor no peito7,
azia8 ou dificuldade ou dor ao engolir. Caso ocorram estas manifestações
de irritação do esôfago6, o tratamento deve ser imediatamente
interrompido, para não agravá-las. Para diminuir o risco de distúrbios
digestivos, o alendronato sódico deve ser ingerido conforme
recomendado: com um copo de água cheio e antes da primeira refeição
do dia. Após a ingestão do comprimido, o paciente deve permanecer
em posição ereta, durante pelo menos 30 minutos. Alguns pacientes
podem apresentar dor nos ossos, nos músculos9 ou nas articulações10;
raramente, erupção11 cutânea12 (que ocasionalmente pode piorar com
a luz solar) ou dor nos olhos13. Podem ocorrer reações alérgicas,
tais como urticária14 ou, raramente, inchaço15 de face16, lábios, língua17
e garganta18, que podem causar dificuldade para respirar ou engolir.
Raramente, ocorreram úlcera gástrica19 ou outra úlcera péptica20 (algumas
graves), mas não se sabe se foram causadas pelo tratamento com
alendronato sódico. Ocorreram úlceras21 na boca22 quando o comprimido
foi mastigado ou dissolvido na boca22.
Não deve ser utilizado durante a gravidez23 e a amamentação24,
exceto sob orientação médica. Informe ao seu médico se ocorrer
gravidez23 ou se iniciar amamentação24 durante o uso deste
medicamento.
Este medicamento é contra-indicado na faixa etária pediátrica.
Informe ao médico o aparecimento de reações indesejáveis.
Informe ao seu médico se você está fazendo uso de algum
outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico.
Pode ser perigoso para a sua saúde25.
COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
O produto é apresentado em comprimidos brancos a quase brancos,
ovais, biconvexos, lisos em ambos os lados.
Como tomar alendronato sódico:
Tome um comprimido de alendronato sódico 10 mg, uma vez por dia.
1. Ao se levantar e antes de se alimentar, beber qualquer tipo
de líquido ou tomar qualquer outro medicamento, tome um comprimido
de alendronato sódico com um copo cheio de água filtrada.
Não tomar com água mineral.
Não tomar com café ou chá.
Não tomar com suco.
Não mastigue ou chupe o comprimido de alendronato sódico.
2. Após ter engolido o comprimido de alendronato sódico, não
se deite - fique em posição ereta (sentada, em pé ou caminhando)
durante pelo menos 30 minutos e não se deite até que você tenha
feito a sua primeira refeição do dia.
3. Não tome alendronato sódico à noite, ao se deitar ou pela manhã,
antes de se levantar. As recomendações acima facilitarão a chegada
do comprimido de alendronato sódico ao estômago26 e, deste modo,
reduzirão o potencial de irritação do esôfago6.
4. Após engolir o comprimido de alendronato sódico, espere pelo menos
30 minutos antes de se alimentar, beber ou tomar qualquer outra medicação,
incluindo antiácidos27, suplementos de cálcio e vitaminas. O alendronato sódico
só é eficaz se ingerido quando seu estômago26 estiver vazio.
5. Se você sentir dificuldade ou dor ao engolir o comprimido, dor no peito7
ou azia8 que seja recente ou tenha piorado, pare de tomar o alendronato
sódico e procure seu médico.
6. Se você esquecer de tomar o comprimido, tome-o na manhã
do dia em que você se lembrar. Não tome dois comprimidos no mesmo dia.
7. É importante que você continue tomando o alendronato sódico
durante todo o período receitado pelo seu médico. O tratamento
eficiente da osteoporose1 somente será possível se você não
interromper o uso do medicamento.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários,
as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes
de usar observe o aspecto do medicamento.
QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR?
Dor abdominal, úlcera28 esofágica, dificuldade para engolir ou distensão
abdominal, dores musculoesqueléticas, constipação29, diarréia30,
flatulência ou cefaléia31.
O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA GRANDE QUANTIDADE
DESTE MEDICAMENTO DE UMA SÓ VEZ?
Podem ocorrer reduções de cálcio e fosfato no sangue32 e eventos
adversos, tais como mal-estar gástrico, azia8, esofagite33, gastrite34 ou úlcera28.
Deve ser administrado leite ou antiácido35. Não induzir o vômito36.
ONDE E COMO DEVO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Conservar em temperatura ambiente (temperatura entre 15 °C a 30 °C).
Manter o produto em sua embalagem original, até o uso total do medicamento.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE
DAS CRIANÇAS.
INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE25
CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS:
O alendronato sódico é um amino-bisfosfonato que atua como um potente inibidor
específico da reabsorção óssea mediada pelos osteoclastos37. Os bisfosfonatos são
análogos sintéticos do pirofosfato, que se liga à hidroxiapatita encontrada no osso.
Farmacodinâmica
Mecanismo de ação: o alendronato age preferencialmente nos sítios de reabsorção
óssea das células38, especificamente nos osteoclastos37. Os osteoclastos37 aderem
normalmente à superfície óssea, porém não apresentam a borda enrugada
indicativa de reabsorção ativa. O alendronato não interfere no recrutamento
ou na fixação dos osteoclastos37, mas inibe a atividade osteoclástica.
Farmacocinética Absorção Comparativamente a uma dose de referência administrada por via intravenosa,
a biodisponibilidade do alendronato em mulheres foi de 0,64% com doses
entre 5 e 70 mg, administradas por via oral após uma noite de jejum e duas
horas antes de um desjejum-padrão. A biodisponibilidade em homens (0,6%)
foi semelhante. A biodisponibilidade diminuiu de modo equivalente
(aproximadamente 40%) quando o alendronato foi administrado uma hora
ou uma hora e meia antes de um desjejum-padrão.
A biodisponibilidade foi desprezível quando o alendronato foi administrado até duas
horas depois de um desjejum-padrão. A administração concomitante do alendronato
com café ou suco de laranja reduz a biodisponibilidade em aproximadamente 60%.
Distribuição Estudos em ratos mostraram que o alendronato distribui-se transitoriamente
nos tecidos moles após a administração intravenosa de 1 mg/kg, sendo
rapidamente redistribuído para os ossos ou excretado na urina39. O volume médio
de distribuição no estado de equilíbrio, exclusivo do osso, é de, no mínimo,
28 L em humanos. As concentrações plasmáticas após doses terapêuticas
por via oral são muito baixas para detecção analítica (menor que 5 ng/mL).
A taxa de ligação às proteínas40 plasmáticas humanas é de aproximadamente 78%.
Metabolismo41 Não há evidências de que o alendronato seja metabolizado por animais ou por
seres humanos. Eliminação
Após administração de uma única dose intravenosa de 14C-alendronato,
aproximadamente 50% da radioatividade foi excretada na urina39 em 72 horas
e pouca ou nenhuma radioatividade foi recuperada nas fezes. Após a administração
de uma única dose intravenosa de 10 mg, o clearance renal42 de alendronato
foi de 71 mL/min e o clearance sistêmico43 não excedeu 200 mL/min.
As concentrações plasmáticas caíram em mais de 95%, seis horas após
administração IV. Estima-se que a meia-vida terminal em humanos exceda
10 anos, refletindo a liberação de alendronato do esqueleto44.

Indicações do Alendronato Sódio

Alendronato sódico é indicado para o tratamento da osteoporose1, em mulheres
após a menopausa2, para prevenir fraturas, inclusive do quadril e da coluna
(fraturas por compressão vertebral).

Contra-Indicações do Alendronato Sódio

Anormalidades do esôfago6 que retardem o esvaziamento esofágico, tais comoestenose ou acalásia; incapacidade de permanecer em pé ou na posição
sentada durante, no mínimo, 30 minutos; hipersensibilidade a qualquer
componente do produto; hipocalcemia45 (vide item Advertências).
MODO DE USAR E CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO DEPOIS DE ABERTO:
Conservar em temperatura ambiente (temperatura entre 15 °C e 30 °C). Manter
o produto em sua embalagem original, até o uso total do medicamento.
Administrar por via oral.

Posologia do Alendronato Sódio

O alendronato sódico deve ser ingerido por via oral, pelo menos meia hora antes
do primeiro alimento, bebida ou medicação do dia, somente com água. Outras
bebidas (inclusive água mineral), alimentos e alguns medicamentos parecem
reduzir a absorção do alendronato sódico (vide item Interações Medicamentosas).
Para facilitar a chegada ao estômago26 e reduzir o potencial de irritação
esofageana, o alendronato sódico deve ser tomado pela manhã,
ao despertar, com um copo cheio de água, e o paciente não deve se deitar
por no mínimo 30 minutos após a ingestão, mantendo-se assim até após a primeira
refeição do dia. O alendronato sódico não deve ser ingerido à noite, ao deitar,
ou antes de se levantar. Não seguir essas instruções pode aumentar o risco
de ocorrência de experiências adversas esofageanas (vide item Advertências).
Caso a ingestão diária seja inadequada, os pacientes devem receber doses
suplementares de cálcio e vitamina46 D (vide item Advertências).
Não é necessário ajuste posológico para pacientes47 idosos ou para pacientes47
com insuficiência renal48 leve a moderada ( clearance de creatinina49 plasmática
de 35 a 60 mL/min).
TRATAMENTO DA OSTEOPOROSE1 EM MULHERES PÓS-MENOPAUSADAS:
A posologia recomendada é de um comprimido de 10 mg, diariamente.

Advertências do Alendronato Sódio

O alendronato sódico, assim como outros bisfosfonatos, pode causar irritaçãolocal da mucosa50 do trato gastrintestinal superior51.
Experiências adversas no esôfago6, tais como esofagite33, úlceras21
e erosões esofágicas, raramente seguidas de estenose52 esofágica ou perfuração,
foram relatadas em pacientes tratados com alendronato sódico. Em alguns
casos, essas ocorrências foram graves e requereram hospitalização. Portanto,
os médicos devem estar atentos a quaisquer sinais53 ou sintomas54 que
indiquem uma possível reação esofágica e os pacientes devem ser
instruídos a descontinuar o uso de alendronato sódico e procurar ajuda
médica se apresentarem disfagia55, odinofagia56, dor retroesternal, pirose57
ou agravamento de pirose57 preexistente.
O risco de experiências adversas graves no esôfago6 parece ser maior
em pacientes que se deitam após ingerir alendronato sódico e/ou em pacientes
que não tomam o comprimido com um copo cheio de água e/ou em pacientes
que continuam tomando alendronato sódico após desenvolverem sintomas54
sugestivos de irritação esofageana. Desse modo, é muito importante que o paciente
receba e compreenda bem todas as instruções relativas à administração
de alendronato sódico (vide item Posologia).
Embora não tenha sido observado risco aumentado em diversos estudos
clínicos, houve raros relatos (após a comercialização) de úlceras21 gástricas
e duodenais, algumas graves e com complicações. Entretanto, uma relação
causal não foi estabelecida.
Em razão dos possíveis efeitos irritativos do alendronato sódico sobre a mucosa50
gastrintestinal superior e seu potencial de agravar uma doença subjacente,
deve-se ter cautela quando o alendronato sódico for administrado a pacientes
com distúrbios ativos do trato gastrintestinal superior51, tais como disfagia55,
doenças esofágicas, gastrite34, duodenite ou úlceras21.
Para facilitar a chegada ao estômago26 e, desse modo, reduzir o potencial
de irritação esofageana, os pacientes devem ser instruídos a ingerir
alendronato sódico com um copo cheio de água e a não se deitar por 30 minutos
no mínimo, após a ingestão, e a se manterem assim até que façam a primeira
refeição do dia. Os pacientes não devem mastigar ou chupar o comprimido,
devido ao potencial de ulceração5 orofaríngea58. Os pacientes devem ser
especialmente instruídos a não tomar o alendronato sódico à noite, ao deitar,
ou antes de se levantar. Informar aos pacientes que, se não seguirem essas
instruções, poderão apresentar aumento dos riscos de problemas esofageanos.
Os pacientes devem ser instruídos a interromper o uso do alendronato sódico
e a procurar um médico se desenvolverem sintomas54 de doenças esofageanas
(tais como dificuldade ou dor ao engolir, dor retroesternal, pirose57 ou agravamento
de pirose57 preexistente).
Caso o paciente esqueça de tomar uma ou mais doses de alendronato sódico,
deverá ser instruído a tomá-la na manhã do dia seguinte em que se lembrou.
O alendronato sódico não é recomendado para pacientes47 com clearance
de creatinina49 plasmática < 35 mL/min (vide item Posologia).
Devem ser consideradas outras causas para a osteoporose1, além da deficiência
de estrógeno59 e do envelhecimento.
A hipocalcemia45 deve ser corrigida antes do início do tratamento com
o alendronato sódico (vide item Contra-indicações). Outros distúrbios do metabolismo41
mineral (tal como deficiência de vitamina46 D) também devem ser tratados.
USO EM IDOSOS, CRIANÇAS E OUTROS GRUPOS DE RISCO:
Uso em idosos
Em estudos clínicos, não houve diferença nos perfis de eficácia e segurança
de alendronato sódico, relacionada à idade.
Insuficiência renal48
O alendronato sódico não é recomendado para pacientes47 com insuficiência60
renal42 grave ( clearance de creatinina49 plasmática < 35 mL/min), devido à falta
de experiência com o medicamento em tal condição.
Gravidez23
O alendronato sódico não deve ser administrado a mulheres grávidas, por não
ter sido estudado nesse grupo.
Lactantes61
O alendronato sódico não deve ser administrado a pacientes que estejam
amamentando, por não ter sido estudado nesse grupo.
Uso Pediátrico
O alendronato sódico não deve ser administrado a crianças, por não ter sido
estudado em grupos pediátricos.

Interações Medicamentosas do Alendronato Sódio

Se forem administrados concomitantemente, é provável que os suplementos
de cálcio, antiácidos27 e outros medicamentos administrados por via oral
interfiram na absorção do alendronato sódico; assim, os pacientes devem
esperar pelo menos meia hora após ter ingerido alendronato sódico, para
somente então tomarem qualquer outra medicação por via oral. Não está
prevista nenhuma outra interação medicamentosa com significado clínico.
Não foram realizados estudos específicos de interação medicamentosa.
O alendronato sódico foi utilizado com uma ampla variedade de medicamentos
prescritos comumente, tanto em estudos de tratamento da osteoporose1 em
mulheres pós-menopausadas como em estudos de osteoporose1 em homens,
sem evidências de interações clínicas adversas.
Uso concomitante com tratamento de reposição hormonal
O uso concomitante de TRH (estrógeno59 e/ou progesterona) e alendronato
sódico foi avaliado em dois estudos clínicos de um e dois anos de duração,
em mulheres pós-menopausadas com osteoporose1 total de pacientes = 853;
em uso de hormônios = 354). O uso combinado de TRH e alendronato sódico
resultou em aumentos maiores da massa óssea, com maiores reduções
do turnover ósseo, do que o observado com cada tratamento isoladamente.
Nesses estudos, o perfil de tolerabilidade e segurança da associação foi
compatível com aquele dos componentes administrados individualmente.

Reações Adversas a Medicamentos do Alendronato Sódio

Estudos clínicosEm estudos clínicos, o alendronato sódico foi geralmente bem tolerado. Em estudos
com mais de cinco anos de duração, as reações adversas foram geralmente
leves e não requereram a suspensão do tratamento.
Tratamento da osteoporose1:
Mulheres pós-menopausadas
Em dois estudos multicêntricos, duplo-cegos e controlados com placebo62, com
duração de três anos, e apresentando protocolos virtualmente idênticos, os perfis
globais de segurança do alendronato sódico (10 mg/dia) e do placebo62 foram
similares. As seguintes experiências adversas no trato gastrintestinal superior51
foram relatadas pelos pesquisadores como possíveis, prováveis ou definitivamente
relacionadas à medicação em 1% das pacientes tratadas com alendronato
sódico (10 mg/dia) e com incidência63 maior do que a observada em pacientes que
receberam placebo62: dor abdominal (alendronato sódico = 6,6% vs. placebo62 =
4,8%), dispepsia64 (3,6% vs. 3,5%), úlcera28 esofágica (1,5% vs. zero), disfagia55
(1,0% vs. zero) e distensão abdominal (1,0% vs. 0,8%).
Raramente, ocorreram erupções cutâneas65 e eritema66.
Além disso, as seguintes experiências adversas também foram relatadas
pelos pesquisadores como possíveis, prováveis ou definitivamente
relacionadas à medicação em 1% das pacientes tratadas com alendronato
sódico (10 mg/dia) e com incidência63 maior do que a observada em pacientes
que receberam placebo62: dores musculoesqueléticas (ossos, músculos9
ou articulações10) (4,1% com alendronato sódico vs. 2,5% com placebo62);
constipação29 (3,1% vs. 1,8%), diarréia30 (3,1% vs. 1,8%), flatulência (2,6%
vs. 0,5%) e cefaléia31 (2,6% vs. 1,5%).
Na extensão desses estudos, com dois anos de duração (4° e 5° anos),
os perfis globais de segurança de alendronato sódico (10 mg/dia)
foram similares aos observados durante o período de três anos
controlado com placebo62. Além disso, a proporção de pacientes
que descontinuou o alendronato sódico por causa de experiência
clínica adversa foi similar àquela dos três primeiros anos do estudo.
Em um estudo com duração de um ano, duplo-cego, multicêntrico,
os perfis globais de segurança e tolerabilidade e do uso diário de 10 mg
de alendronato sódico (n= 370) foram similares. As seguintes
experiências adversas foram relatadas pelos pesquisadores como
possíveis, prováveis ou definitivamente relacionadas à medicação
em 1% das pacientes tratadas com 10 mg diários de alendronato
sódico: dor abdominal; dores musculoesqueléticas (ossos, músculos9
ou articulações10) (3,2%); dispepsia64 (2,2%), regurgitação67 ácida (2,4%);
naúseas (2,4%); distensão abdominal (1,4%); constipação29 (1,6%);
flatulência (1,6%); cãibras musculares (1,1%); gastrite34 (1,1%),
e úlcera gástrica19 (1,1%).
Experiência após a comercialização
As seguintes reações adversas foram relatadas após o início da comercialização
de alendronato sódico:
Gerais: reações de hipersensibilidade, incluindo urticária14 e, raramente, angioedema68.
Gastrintestinais: náuseas3, vômitos4, esofagite33, erosões e úlceras21 esofágicas;
raramente estenose52 esofageana ou perfuração e ulcerações69 orofaríngeas;
ainda raramente, úlceras21 gástricas e duodenais, algumas graves e com
complicações, embora a relação de causalidade não tenha sido estabelecida
(vide itens Advertências e Posologia).
Pele70: erupções cutâneas65 (ocasionalmente com fotossensibilidade). Sentidos especiais: raramente uveíte71.
Achados laboratoriais
Em um estudo duplo-cego72, multicêntrico, controlado, reduções assintomáticas,
leves e transitórias do cálcio e fosfato séricos, em cerca de 18% e 10%,
respectivamente, dos pacientes que estavam recebendo alendronato sódico,
versus cerca de 12% e 3% daqueles que estavam recebendo placebo62.
Entretanto, a incidência63 das reduções do cálcio sérico < 8,0 mg/dL73 (2,0 mM)
e do fosfato sérico < 2,0 mg P/dL (0,65 mM) foram similares em ambos
os grupos de tratamento.

Superdose do Alendronato Sódio

Não há informações específicas relativas a superdose com o alendronato
sódico. Podem ocorrer hipocalcemia45, hipofosfatemia e eventos adversos
no trato gastrintestinal superior51, tais como mal-estar gástrico, pirose57,
esofagite33, gastrite34 ou úlcera28. Deve ser administrado leite ou antiácido35, que
se ligam ao alendronato. Por causa do risco de irritação esofágica, não se deve
induzir o vômito36 e o paciente deve ser mantido em posição ereta.

Armazenagem do Alendronato Sódio

Conservar em temperatura ambiente (temperatura entre 15 °C a 30 °C).
Reg. MS - 1.0068.0956
Farm. Resp.: Marco A. J. Siqueira - CRF/SP nº 23.873
Fabricado por: Novartis (Bangladesh) Limited
Cherag Ali Market - Squibb Road - Tongi, Gazipur -
Bangladesh, para Sandoz GmbH, Kundl - Áustria.
Uma empresa do grupo Novartis.
Importado e distribuído por: Novartis Biociências S.A.
Av. Ibirama, 518 - Complexos 441/3 -
Taboão da Serra, SP.
CNPJ: 56.994.502/0098-62 - Indústria Brasileira
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

ALENDRONATO SÓDIO - Laboratório

NOVARTIS
Av. Prof. Vicente Rao, 90 - Brooklin
São Paulo/SP - CEP: 04706-900
Tel: 55 (011) 532-7122
Fax: 55 (011) 532-7942
Site: http://www.novartis.com/

Ver outros medicamentos do laboratório "NOVARTIS"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Osteoporose: Doença óssea caracterizada pela diminuição da formação de matriz óssea que predispõe a pessoa a sofrer fraturas com traumatismos mínimos ou mesmo na ausência deles. É influenciada por hormônios, sendo comum nas mulheres pós-menopausa. A terapia de reposição hormonal, que administra estrógenos a mulheres que não mais o produzem, tem como um dos seus objetivos minimizar esta doença.
2 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
3 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
4 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
5 Ulceração: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
6 Esôfago: Segmento muscular membranoso (entre a FARINGE e o ESTÔMAGO), no TRATO GASTRINTESTINAL SUPERIOR.
7 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
8 Azia: Pirose. Sensação de dor epigástrica semelhante a uma queimadura, geralmente acompanhada de regurgitação de suco gástrico para dentro do esôfago.
9 Músculos: Tecidos contráteis que produzem movimentos nos animais.
10 Articulações:
11 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
12 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
13 Olhos:
14 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
15 Inchaço: Inchação, edema.
16 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
17 Língua:
18 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
19 Úlcera gástrica: Lesão na mucosa do estômago. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100 % dos casos.
20 Úlcera péptica: Lesão na mucosa do esôfago, estômago ou duodeno. Também chamada de úlcera gástrica ou duodenal. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100% dos casos. Os principais sintomas são: dor, má digestão, enjôo, queimação (azia), sensação de estômago vazio.
21 Úlceras: Feridas superficiais em tecido cutâneo ou mucoso que podem ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
22 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
23 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
24 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
25 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
26 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
27 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
28 Úlcera: Ferida superficial em tecido cutâneo ou mucoso que pode ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
29 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
30 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
31 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
32 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
33 Esofagite: Inflamação da mucosa esofágica. Pode ser produzida pelo refluxo do conteúdo ácido estomacal (esofagite de refluxo), por ingestão acidental ou intencional de uma substância tóxica (esofagite cáustica), etc.
34 Gastrite: Inflamação aguda ou crônica da mucosa do estômago. Manifesta-se por dor na região superior do abdome, acidez, ardor, náuseas, vômitos, etc. Pode ser produzida por infecções, consumo de medicamentos (aspirina), estresse, etc.
35 Antiácido: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
36 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
37 Osteoclastos: Célula que garante a destruição do tecido ósseo.
38 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
39 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
40 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
41 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
42 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
43 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
44 Esqueleto:
45 Hipocalcemia: É a existência de uma fraca concentração de cálcio no sangue. A manifestação clínica característica da hipocalcemia aguda é a crise de tetania.
46 Vitamina: Compostos presentes em pequenas quantidades nos diversos alimentos e nutrientes e que são indispensáveis para o desenvolvimento dos processos biológicos normais.
47 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
48 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
49 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
50 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
51 Trato Gastrintestinal Superior: O segmento do TRATO GASTROINTESTINAL que inclui o ESÔFAGO, o ESTÔMAGO e o DUODENO.
52 Estenose: Estreitamento patológico de um conduto, canal ou orifício.
53 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
54 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
55 Disfagia: Sensação consciente da passagem dos alimentos através do esôfago. Pode estar associado a doenças motoras, inflamatórias ou tumorais deste órgão.
56 Odinofagia: Deglutição com dor.
57 Pirose: Sensação de dor epigástrica semelhante a uma queimadura, ela pode ser acompanhada de regurgitação de suco gástrico para dentro do esôfago; azia.
58 Orofaríngea: Relativo à orofaringe.
59 Estrógeno: Grupo hormonal produzido principalmente pelos ovários e responsáveis por numerosas ações no organismo feminino (indução da primeira fase do ciclo menstrual, desenvolvimento dos ductos mamários, distribuição corporal do tecido adiposo em um padrão feminino, etc.).
60 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
61 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
62 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
63 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
64 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
65 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
66 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
67 Regurgitação: Presença de conteúdo gástrico na cavidade oral, na ausência do reflexo de vômito. É muito freqüente em lactentes.
68 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
69 Ulcerações: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
70 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
71 Uveíte: Uveíte é uma inflamação intraocular que compromete total ou parcialmente a íris, o corpo ciliar e a coroide (o conjunto dos três forma a úvea), com envolvimento frequente do vítreo, retina e vasos sanguíneos.
72 Estudo duplo-cego: Denominamos um estudo clínico “duplo cego” quando tanto voluntários quanto pesquisadores desconhecem a qual grupo de tratamento do estudo os voluntários foram designados. Denominamos um estudo clínico de “simples cego” quando apenas os voluntários desconhecem o grupo ao qual pertencem no estudo.
73 Mg/dL: Miligramas por decilitro, unidade de medida que mostra a concentração de uma substância em uma quantidade específica de fluido.

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