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BESILATO DE ANLODIPINO

NOVARTIS

Atualizado em 03/06/2015

BESILATO DE ANLODIPINO

Forma Farmacêutica e Apresentações do Besilato de Anlodipino

Comprimidos de 5 mg. Embalagens com 10, 20 e 30 comprimidos. Comprimidos de 10 mg. Embalagens com 10, 20 e 30 comprimidos. USO ADULTO

Composição do Besilato de Anlodipino

Cada comprimido de Besilato de Anlodipino 5 mg contém 5 mg de Anlodipino, na forma de Besilato de Anlodipino Ph. Eur. Besilato de Anlodipino Ph. Eur (equivalente a 5 mg de Anlodipino)……. 6,935 mg Excipientes q.s.p……….……………………………………………….……...1 comprimido Excipientes: celulose microcristalina, hidrogeno fosfato de cálcio anidro, estearato de magnésio, glicolato amido de sódio Cada comprimido de Besilato de Anlodipino 10 mg contém 10 mg de Anlodipino, na forma de Besilato de Anlodipino Ph. Eur. Besilato de Anlodipino Ph. Eur. (equivalente a 10 mg de Anlodipino)…. 13,87 mg Excipientes q.s.p……….……………………………………………..………..1 comprimido Excipientes: celulose microcristalina, hidrogeno fosfato de cálcio anidro, estearato de magnésio, glicolato amido de sódio

Informações ao Paciente do Besilato de Anlodipino

Ação esperada do medicamento: o Besilato de Anlodipino está indicado no tratamento da hipertensão1 e da isquemia2 miocárdica. Cuidados de armazenamento: Os comprimidos de Besilato de Anlodipino devem ser conservados em sua embalagem original, protegidos da luz e em temperatura inferior a 25°C. Prazo de validade: Desde que sejam observados os cuidados de armazenamento, Besilato de Anlodipino apresenta o prazo de validade de 24 meses a partir da data de fabricação. O número de lote, a data de fabricação e a validade estão impressos na embalagem externa. Não tome medicamentos com o prazo de validade vencido. Gravidez3 e lactação4: Informe seu médico a ocorrência de gravidez3 na vigência do tratamento ou após seu término. Informar ao médico se está amamentando. Besilato de Anlodipino não é recomendado durante a gravidez3 e lactação4. Cuidados de administração: Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Besilato de Anlodipino não deve ser administrado a crianças. Interrupção do tratamento: Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Reações Adversas do Besilato de Anlodipino

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Informar ao médico o aparecimento de reações desagradáveis. Os efeitos adversos mais comuns incluem: dor de cabeça5, inchaço6, cansaço, sonolência, náusea7, dor abdominal, rubor, palpitações8 e tontura9. TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS. Ingestão concomitante com outras substâncias: Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento. Nenhum outro medicamento deve ser tomado sem o consentimento de seu médico. Contra-indicações e precauções: Este produto está contra-indicado a pacientes com conhecida hipersensibilidade às dihidropiridinas, anlodipino ou aos demais componentes da formulação. Efeitos sobre a habilidade em dirigir veículos e/ou operar máquinas: O uso de Besilato de Anlodipino provavelmente não causará diminuição da habilidade dos pacientes em dirigir veículos e/ou operar máquinas. NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE10. INFORMAÇÕES TÉCNICAS Farmacodinâmica O anlodipino é um inibidor do influxo de cálcio (bloqueador do canal lento de cálcio ou antagonista11 do íon12 cálcio) e inibe o influxo transmembrana do íon12 cálcio no interior dos músculos13 cardíaco e liso. O mecanismo da ação anti-hipertensiva do anlodipino deve-se ao efeito relaxante direto na musculatura vascular14 lisa. O mecanismo preciso pelo qual o anlodipino alivia a angina15 não está completamente definido, mas o anlodipino reduz o grau de isquemia2 total pelas duas seguintes ações: - o anlodipino dilata as arteríolas16 periféricas e, desta maneira, reduz a resistência periférica17 total (afterload) contra o trabalho cardíaco. Uma vez que a freqüência cardíaca permanece estável, esta redução de carga diminui o consumo de energia miocárdica e a necessidade de oxigênio. - o mecanismo de ação do anlodipino envolve provavelmente também a dilatação das artérias coronárias18 principais e arteríolas16 coronárias, em regiões normais e isquêmicas. Esta dilatação aumenta a liberação de oxigênio no miocárdio19 em pacientes com espasmo20 coronariano arterial (Angina15 de Prinzmetal ou angina15 variante) e abranda a vasoconstrição21 coronariana induzida pelo fumo. Em pacientes com hipertensão1 a dose única diária proporciona reduções clinicamente significantes na pressão sangüínea22 durante intervalo de 24 horas, tanto nas posições supina quanto ortostática. Devido ao lento início de ação, a hipotensão23 aguda não constitui uma característica da administração de anlodipino. Em pacientes com angina15, a administração de dose única diária de anlodipino aumenta o tempo total de exercício, tempo de início da angina15 e tempo para atingir
1mm de depressão no segmento ST, e diminui a freqüência de crises anginosas e o consumo de comprimidos de nitroglicerina. Os estudos in vitro demonstraram que cerca de 97,5% do anlodipino circulante está ligado às proteínas24 plasmáticas. O anlodipino não foi associado a qualquer efeito metabólico adverso ou alteração nos lípides plasmáticos, sendo adequado para uso em pacientes com asma25, diabetes26 e gota27. Uso em Pacientes com Doença Arterial Coronária (DAC) Os efeitos de anlodipino em morbidade28 e mortalidade29 cardiovascular, a progressão de arteriosclerose30 coronária e arteriosclerose30 carótida foram estudadas em um estudo clínico, o qual incluiu pacientes com infarto31 prévio do miocárdio19 (45%), angioplastia32 coronária percutânea transluminal (PTCA) na linha de base (42%) e história de angina15 (69%). A gravidade da DAC variou de 1 vaso doente a 3 ou mais vasos doentes. Os pacientes com hipertensão1 não controlada foram excluídos do estudo. Embora não tenha existido nenhum efeito demonstrável da velocidade de progressão das lesões33 na artéria34 coronária, o anlodipino impediu a progressão do espessamento da carótida íntima-média. Foi observado: redução significante em pacientes tratados com anlodipino no desfecho combinado de morte cardiovascular, infarto do miocárdio35, derrame36, angioplastia32 coronária percutânea transluminal (PTCA), revascularização cirúrgica do miocárdio19, hospitalização para angina15 instável e piora da insuficiência cardíaca congestiva37 e redução significante no processo de revascularização (PTCA e revascularização cirúrgica do miocárdio19) nos pacientes tratados com anlodipino. Uso em pacientes com Insuficiência Cardíaca38 Estudos hemodinâmicos e estudos clínicos controlados baseados na resposta ao exercício em pacientes portadores de insuficiência cardíaca38 classes II-IV-NYHA demonstraram que o anlodipino não levou a uma deterioração clínica quando avaliada pela tolerância ao exercício, fração de ejeção ventricular esquerda e sintomatologia clínica. Um estudo placebo39 controlado (PRAISE) destinado para avaliar pacientes portadores de insuficiência cardíaca38 classes III-IV-NYHA recebendo digoxina, diuréticos40 e inibidores da ECA demonstrou que o anlodipino não leva a um aumento no risco da mortalidade29 ou mortalidade29 e morbidade28 combinadas em pacientes com insuficiência cardíaca38. Nesta mesma população o anlodipino foi associado a um aumento de relatos de edema pulmonar41 apesar de não existir qualquer diferença significante na incidência42 de piora da insuficiência cardíaca38 quando comparado com o placebo39. Farmacocinética Absorção Após administração oral de doses terapêuticas o anlodipino é bem absorvido com picos de níveis plasmáticos entre 6 e 12 horas após a dose. A biodisponibilidade absoluta foi estimada entre 64 e 80%. Distribuição
O volume de distribuição é de aproximadamente 21 L/kg. A absorção do anlodipino não é alterado pela ingestão de alimentos. Biotransformação e Eliminação A meia-vida de eliminação terminal plasmática do anlodipino é de cerca de 35 a 50 horas, o que é consistente com a dose única diária. Os níveis do steady-state plasmático são obtidos após 7-8 dias de doses consecutivas. O anlodipino é amplamente metabolizado no fígado43 em metabólitos44 inativos com 10% da droga inalterada e 0% dos metabólitos44 excretados na urina45. Uso em Pacientes Idosos O tempo para alcançar o pico de concentração plasmática de anlodipino é similar para indivíduos jovens e idosos. Em pacientes idosos o clearance do anlodipino tende a estar diminuído resultando em aumentos na área sob a curva (AUC) e na meia vida de eliminação plasmática. Aumentos na área sob a curva (AUC) e na meia-vida de eliminação plasmática em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva37 ocorreram conforme o esperado para pacientes46 com a idade do grupo estudado. INDICAÇÕES Besilato de Anlodipino é indicado como droga de primeira linha no tratamento da hipertensão1 podendo ser usado na maioria dos pacientes como agente único de controle da pressão sangüínea22. Pacientes que não são adequadamente controlados com um único agente anti-hipertensivo podem ser beneficiados com a adição de anlodipino, que tem sido usado em combinação com diuréticos40 tiazídicos, alfa-bloqueadores, agentes beta-bloqueadores adrenérgicos47 ou inibidores da enzima48 conversora da angiotensina. Besilato de Anlodipino é indicado no tratamento da isquemia2 miocárdica como droga de primeira linha, devido tanto a obstrução fixa (angina15 estável) como ao vasoespasmo/vasoconstrição21 (Angina15 de Prinzmetal ou angina15 variante) da vasculatura coronária. Besilato de Anlodipino pode ser usado em situações clínicas sugestivas, mas não confirmadas, de possível componente vasoespástico / vasoconstritor. O produto pode ser usado isolado, como monoterapia, ou em combinação com outras drogas anti-anginosas em pacientes com angina15 refratária a nitratos e / ou doses adequadas de beta-bloqueadores. CONTRA-INDICAÇÕES Besilato de Anlodipino é contra-indicado em pacientes com conhecida hipersensibilidade às dihidropiridinas, anlodipino, ou aos demais componentes da fórmula.

Advertências e Precauções do Besilato de Anlodipino

Uso em pacientes com Insuficiência cardíaca38 Em um estudo placebo39-controlado de longo prazo com anlodipino (PRAISE-2), em pacientes com insuficiência cardíaca38 III-IV-NYHA de etiologia49 não isquêmica, o anlodipino foi associado com um aumento de relatos de edema pulmonar41, apesar de não existir nenhuma diferença significante na incidência42 de piora da insuficiência cardíaca38 quando comparado com o placebo39 (vide "Farmacodinâmica"). Uso durante a Gravidez3 e Lactação4 A segurança do anlodipino na gravidez3 humana ou lactação4 não está estabelecida. Anlodipino não demonstrou toxicidade50 em estudos reprodutivos em animais a não ser prolongamento do trabalho de parto em ratos, em níveis de dose cinqüenta vezes superiores à dose máxima recomendada em humanos. Desta maneira, o uso na gravidez3 é recomendado apenas quando não existe alternativa mais segura e quando a doença por si só acarreta risco maior para a mãe e para o feto51. Uso na Insuficiência Hepática52 Assim como com todos antagonistas de cálcio, a meia vida de eliminação do anlodipino é prolongado em pacientes com insuficiência hepática52 e as recomendações posológicas neste caso não estão estabelecidas. Portanto, a droga deve ser administrada com cautela nestes pacientes. USO PEDIÁTRICO: Não há experiência pediátrica com Besilato de Anlodipino e, por este motivo, não é recomendado o uso em crianças. Efeito sobre a Habilidade de Dirigir Veículos e/ou Operar Máquinas A experiência clínica com Besilato de Anlodipino indica que é improvável o comprometimento da habilidade de dirigir ou operar máquinas INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS E OUTRAS FORMAS DE INTERAÇÃO O anlodipino tem sido administrado com segurança com diuréticos40 tiazídicos, alfa-bloqueadores, beta-bloqueadores, inibidores da enzima48 conversora da angiotensina, nitratos de longa ação, nitroglicerina sublingual, antiinflamatórios não esteróides, antibióticos e hipoglicemiantes orais53. Dados in vitro de estudos com plasma54 humano indicam que o anlodipino não afeta a ligação às proteínas24 das drogas testadas (digoxina, fenitoína, varfarina ou indometacina). Estudos especiais: Efeito de outros agentes sobre o anlodipino - Cimetidina: A co-administração de anlodipino com cimetidina não alterou a farmacocinética do anlodipino.
Suco de Grapefruit: A co-administração de 240 mL de suco de grapefruit com uma dose única oral de 10 mg de anlodipino em 20 voluntários sadios não teve efeito significante na farmacocinética do anlodipino. - Alumínio/Magnésio (antiácido55): A co-administração de um antiácido55 à base de alumíno/magnésio com uma dose única de anlodipino não teve efeito significante na farmacocinética do anlodipino. - Sildenafil: Uma dose única de 100 mg de sildenafil em indivíduos com hipertensão1 não teve efeito nos parâmetros farmacocinéticos do anlodipino. Quando o anlodipino e o sildenafil foram usados em combinação, cada agente, independentemente, exerceu seu efeito próprio na diminuição da pressão sangüínea22. Estudos especiais: Efeito do anlodipino sobre outros agentes. - Atorvastatina: A co-administração de doses múltiplas de 10 mg de anlodipino com 80 mg de atorvastatina não resultou em qualquer mudança significante nos parâmetros farmacocinéticos no estado de equilíbrio (steady state) da atorvastatina. - Digoxina: A co-administração de anlodipino com digoxina não alterou os níveis de digoxina sérica ou o clearance renal56 de digoxina nos voluntários sadios. - Etanol (álcool): Dose única e doses múltiplas de 10 mg de anlodipino não tiveram qualquer efeito significante na farmacocinética do etanol. - Varfarina: A co-administração de anlodipino com varfarina não alterou o tempo de resposta de protombina da varfarina. - Ciclosporina: Os estudos farmacocinéticos com ciclosporina demonstraram que o anlodipino não altera significantemente a farmacocinética da ciclosporina. REAÇÕES ADVERSAS Besilato de Anlodipino é geralmente bem tolerado. Foram observados as seguintes reações adversas: - Mais comuns: edema57, dor de cabeça5, fadiga58, sonolência, tontura9, náusea7, rubor, palpitações8 e dor abdominal, - Menos comuns: hipotensão23, síncope59, dor nas costas60, arritmia61 cardíaca, função intestinal alterada, artralgia62, astenia63, dispepsia64, dispnéia65, hiperplasia66 gengival, ginecomastia67, hiperglicemia68, impotência69, aumento na frequência urinária, leucopenia70, mal estar, mudanças no humor, boca71 seca, cãibra muscular, mialgia72, neuropatia periférica73, alopécia74, pancreatite75, sudorese76 aumentada, trombocitopenia77, vasculite78 e distúrbios visuais, aumento ou diminuição de peso, hipertonia79, hipoestasia/parestesia80, tremor, vômito81, púrpura82, insônia, tosse, descoloração da pele83, alteração de paladar84 e ruído no ouvido. - Raramente foram observadas reações alérgicas incluindo prurido85, rash86, angioedema87 e eritema multiforme88. - Foram raramente relatados casos de hepatite89, ictericia90: e elevações da enzima48 hepática91 (a maioria compatível com colestase92). Alguns casos graves, requerendo
hospitalização, foram relatados em associação ao uso do anlodipino. Em muitos casos, a relação de causalidade é incerta. Assim como com outros bloqueadores do canal de cálcio, os seguintes eventos adversos foram raramente relatados e não podem ser distinguidos da história natural da doença de base: infarto do miocárdio35, arritmia61 (incluindo bradicardia93, taquicardia94 ventricular e fibrilação arterial) e dor torácica. POSOLOGIA No tratamento da hipertensão1 e da angina15 a dose inicial usual de Besilato de Anlodipino 5 mg é uma vez ao dia, podendo ser aumentado para uma dose máxima de 10 mg, dependendo da resposta individual do paciente. Não é necessário ajuste de dose de Besilato de Anlodipino na administração concomitante com diuréticos40 tiazídicos, beta-bloqueadores e inibidores da enzima48 conversora da angiotensina. Uso em Pacientes Idosos Besilato de Anlodipino usado em doses semelhantes em idosos e jovens é igualmente bem tolerado. Desta maneira são recomendados os regimes posológicos habituais. Uso Pediátrico: A eficácia e segurança de Besilato de Anlodipino em crianças não foram estabelecidas. Uso em Pacientes com Insuficiência Hepática52 Vide item "Advertências e Precauções". Uso em Pacientes com Insuficiência Renal95 O Besilato de Anlodipino pode ser empregado em tais pacientes nas doses habituais. Alterações nas concentrações plasmáticas do anlodipino não estão relacionadas com o grau de insuficiência renal95. O anlodipino não é dialisável. SUPERDOSAGEM Em humanos, a experiência com superdosagem intencional é limitada. Em alguns casos, lavagem gástrica96 poderá ser necessária. Os dados disponíveis sugerem que uma grande superdosagem poderia resultar em excessiva vasodilatação periférica, levando então a uma acentuada e provavelmente prolongada hipotensão23 sistêmica. Uma hipotensão23 clinicamente significante devido à superdosagem do Besilato de Anlodipino requer medida de suporte cardiovascular ativa, incluindo monitorização frequente das funções cardíaca e respiratória, elevação das extremidades, atenção para o volume de fluído circulante e eliminação urinária. Um vasoconstritor pode ser útil na recuperação do tônus vascular14 e pressão sanguínea, desde que o uso do mesmo não seja contra-indicado. Gluconato de cálcio intravenoso pode ser benéfico
na reversão dos efeitos dos bloqueadores do canal de cálcio. Uma vez que o anlodipino é altamente ligado às proteínas24 plasmáticas, a diálise97 não constitui um benefício para o paciente. Pacientes Idosos Pacientes Idosos podem fazer uso do Besilato de Anlodipino, desde que observadas as precauções e advertências inerentes ao uso do produto. VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. Para a sua segurança, mantenha esta embalagem até o uso total deste medicamento Reg. MS -1.0068.XXXX Lote, data de fabricação e de validade: vide cartucho. Farm. Resp.: Marco A. J. Siqueira - CRF/SP nº 23.873 Fabricado por : Novartis Enterprises Pvt. Ltd., na Strides Arcolab Ltd, Índia, para Biochemie GmbH - Kundl, Áustria. Uma empresa do grupo Novartis. Importado e distribuído por : Novartis Biociências S/A Av. Ibirama, 518 - Complexos 441/3 - Taboão da Serra, SP. CNPJ/MF nº 56.994.502/0098-62 - Indústria Brasileira São Paulo, 30 de setembro 2002 Maria Christina Goes Representante legal Marco A. J. Siqueira Farmacêutico responsável CRF/SP nº 23.873

BESILATO DE ANLODIPINO - Laboratório

NOVARTIS
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Complementos

1 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
2 Isquemia: Insuficiência absoluta ou relativa de aporte sanguíneo a um ou vários tecidos. Suas manifestações dependem do tecido comprometido, sendo a mais frequente a isquemia cardíaca, capaz de produzir infartos, isquemia cerebral, produtora de acidentes vasculares cerebrais, etc.
3 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
4 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
5 Cabeça:
6 Inchaço: Inchação, edema.
7 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
8 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
9 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
10 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
11 Antagonista: 1. Opositor. 2. Adversário. 3. Em anatomia geral, que ou o que, numa mesma região anatômica ou função fisiológica, trabalha em sentido contrário (diz-se de músculo). 4. Em medicina, que realiza movimento contrário ou oposto a outro (diz-se de músculo). 5. Em farmácia, que ou o que tende a anular a ação de outro agente (diz-se de agente, medicamento etc.). Agem como bloqueadores de receptores. 6. Em odontologia, que se articula em oposição (diz-se de ou qualquer dente em relação ao da maxila oposta).
12 Íon: Átomo ou grupo atômico eletricamente carregado.
13 Músculos: Tecidos contráteis que produzem movimentos nos animais.
14 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
15 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
16 Arteríolas: As menores ramificações das artérias. Estão localizadas entre as artérias musculares e os capilares.
17 Resistência periférica: A resistência periférica é a dificuldade que o sangue encontra em passar pela rede de vasos sanguíneos. Ela é representada pela vasocontratilidade da rede arteriolar especificamente, sendo este fator importante na regulação da pressão arterial diastólica. A resistência é dependente das fibras musculares na camada média dos vasos, dos esfíncteres pré-capilares e de substâncias reguladoras da pressão como a angiotensina e a catecolamina.
18 Artérias coronárias: Veias e artérias do CORAÇÃO.
19 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
20 Espasmo: 1. Contração involuntária, não ritmada, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosa ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
21 Vasoconstrição: Diminuição do diâmetro dos vasos sanguíneos.
22 Pressão sangüínea: Força exercida pelo sangue arterial por unidade de área da parede arterial. É expressa como uma razão (Exemplo: 120/80, lê-se 120 por 80). O primeiro número é a pressão sistólica ou pressão máxima. E o segundo número é a presão diastólica ou mínima.
23 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
24 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
25 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
26 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
27 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
28 Morbidade: Morbidade ou morbilidade é a taxa de portadores de determinada doença em relação à população total estudada, em determinado local e em determinado momento.
29 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
30 Arteriosclerose: Doença degenerativa da artéria devido à destruição das fibras musculares lisas e das fibras elásticas que a constituem, levando a um endurecimento da parede arterial, geralmente produzido por hipertensão arterial de longa duração ou pelo envelhecimento.
31 Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
32 Angioplastia: Método invasivo mediante o qual se produz a dilatação dos vasos sangüíneos arteriais afetados por um processo aterosclerótico ou trombótico.
33 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
34 Artéria: Vaso sangüíneo de grande calibre que leva sangue oxigenado do coração a todas as partes do corpo.
35 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
36 Derrame: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
37 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
38 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
39 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
40 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
41 Edema pulmonar: Acúmulo anormal de líquidos nos pulmões. Pode levar a dificuldades nas trocas gasosas e dificuldade respiratória.
42 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
43 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
44 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
45 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
46 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
47 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
48 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
49 Etiologia: 1. Ramo do conhecimento cujo objeto é a pesquisa e a determinação das causas e origens de um determinado fenômeno. 2. Estudo das causas das doenças.
50 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
51 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
52 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
53 Hipoglicemiantes orais: Medicamentos usados por via oral em pessoas com diabetes tipo 2 para manter os níves de glicose próximos ao normal. As classes de hipoglicemiantes são: inibidores da alfaglicosidase, biguanidas, derivados da fenilalanina, meglitinides, sulfoniluréias e thiazolidinediones.
54 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
55 Antiácido: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
56 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
57 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
58 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
59 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
60 Costas:
61 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
62 Artralgia: Dor em uma articulação.
63 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
64 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
65 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
66 Hiperplasia: Aumento do número de células de um tecido. Pode ser conseqüência de um estímulo hormonal fisiológico ou não, anomalias genéticas no tecido de origem, etc.
67 Ginecomastia: Aumento anormal de uma ou ambas as glândulas mamárias no homem. Associa-se a diferentes enfermidades como cirrose, tumores testiculares, etc. Em certas ocasiões ocorrem de forma idiopática.
68 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
69 Impotência: Incapacidade para ter ou manter a ereção para atividades sexuais. Também chamada de disfunção erétil.
70 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
71 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
72 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
73 Neuropatia periférica: Dano causado aos nervos que afetam os pés, as pernas e as mãos. A neuropatia causa dor, falta de sensibilidade ou formigamentos no local.
74 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
75 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
76 Sudorese: Suor excessivo
77 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
78 Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
79 Hipertonia: 1. Em biologia, é a característica de uma solução que apresenta maior concentração de solutos do que outra. 2. Em medicina, é a tensão excessiva em músculos, artérias ou outros tecidos orgânicos.
80 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
81 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
82 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
83 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
84 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
85 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
86 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
87 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
88 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
89 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
90 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
91 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
92 Colestase: Retardamento ou interrupção do fluxo nos canais biliares.
93 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
94 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
95 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
96 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
97 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
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