Preço de LOTAR em Houston/SP: R$ 29,17

LOTAR

BIOSINTETICA

Atualizado em 09/12/2014

LOTAR

FORMA FARMACÊUTICA E
APRESENTAÇÕES
Cápsulas 2,5 mg / 50 mg. Embalagem com 30 cápsulas.
Cápsulas 5 mg / 100 mg. Embalagem com 30 cápsulas.
USO ADULTO

Composição do Lotar

Cada cápsula gelatinosa dura de LOTAR® (anlodipinobesilato / losartana potássica) 2,5 mg / 50 mg contém:
anlodipino besilato* ............,,,,,,,,.................... 3,472 mg
losartana potássica .................... 50 mg
excipientes q.s.p. .................... 1 cápsula
(lactose1, celulose microcristalina, croscarmelose sódica,
estearato de magnésio, álcool polivinílico, polietilenoglicol,
talco, dióxido de titânio, corante amarelo nº 6 laca de alumínio,
amido de milho)
(*) equivalente a 2,5 mg de anlodipino base.
Cada cápsula gelatinosa dura de LOTAR® (anlodipino
besilato / losartana potássica) 5 mg / 100 mg contém:
anlodipino besilato* .................... 6,94 mg
losartana potássica .................... 100 mg
excipientes q.s.p. .................... 1 cápsula
(lactose1, celulose microcristalina, croscarmelose sódica,
estearato de magnésio, álcool polivinílico, polietilenoglicol,
talco, dióxido de titânio, corante amarelo nº 6 laca de alumínio,
corante laca azul brilhante FCF, amido de milho)
(*) equivalente a 5,0 mg de anlodipino base.

Informações ao Paciente do Lotar

Ação esperada do medicamento: LOTAR® (anlodipino
besilato / losartana potássica) reduz a pressão arterial2
através da ação de dois agentes, um antagonista3 do receptor
(tipo AT1) da angiotensina II (losartana potássica)
e um antagonista3 dos canais de cálcio (anlodipino besilato).

Cuidados de Armazenamento do Lotar

Conservar em temperaturaambiente (entre 15oC e 30oC), protegido da luz e da
umidade.

Prazo de Validade do Lotar

Desde que observadas as condições
de armazenamento, LOTAR® (anlodipino besilato / losartana
potássica) apresenta prazo de validade de 24 meses,
a partir da data de sua fabricação. Não utilizar o produto
após o vencimento do prazo de validade.

Gravidez4 e Lactação5 do Lotar

O uso de LOTAR® (anlodipino besilato/ losartana potássica) é contra-indicado durante a
gravidez4 e lactação5. Caso ocorra gravidez4 durante o tratamento,
este deve ser descontinuado e substituído por
outro medicamento.
Informe seu médico a ocorrência de gravidez4 na vigência
do tratamento ou após seu término.
Informar ao médico se está amamentando.
Cuidados de administração: Siga a orientação do seu
médico, respeitando sempre os horários, as doses e a
duração do tratamento.
Interrupção do tratamento: Não interromper o tratamento
sem o conhecimento de seu médico.

Reações Adversas do Lotar

Os efeitos adversos mais comuns
observados com o uso de anlodipino são dor de cabeça6
e edema7. Outros efeitos são verificados com uma incidência8
menor, e incluem tonturas9, vermelhidão na face10, palpitações11,
fadiga12, náuseas13, sonolência e dor abdominal.
Os efeitos adversos encontrados com o uso da losartana
potássica são tontura14, enxaqueca15, urticária16, prurido17, diarréia18,
anormalidades da função hepática19 e dor muscular.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO
ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Contra-Indicações e Precauções do Lotar

O uso de LOTAR® (anlodipinobesilato / losartana potássica) é contra-indicado
em pacientes que apresentam hipersensibilidade ao
anlodipino, à losartana potássica ou aos demais componentes
da fórmula.
- Deve-se ter cautela em pacientes com doença coronariana20
grave, doença da válvula aórtica do coração21 e
em pacientes que serão submetidos à cirurgia e anestesia22,
pois pode ocorrer hipotensão23 (pressão baixa). Informe seu
médico sobre qualquer medicamento que esteja usando,
antes do início ou durante o tratamento.
- A segurança do uso de LOTAR® (anlodipino besilato /
losartana potássica) em crianças não foi estabelecida.
Lotar®
anlodipino besilato
losartana potássica
2,5mg/50mg
5mg/100mg
Cápsulas

- Não deve ser usado durante a gravidez4 e lactação5.
- Deve-se considerar a utilização de doses mais baixas em
pacientes com histórico de disfunção hepática19 (fígado24).
Podem ocorrer alterações na função renal25, incluindo insuficiência26
renal25, em indivíduos susceptíveis; essas alterações
da função renal25 podem ser reversíveis com a descontinuação
da terapia.
NÃO TOME REMÉDIO SEM CONHECIMENTO DO SEU
MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE27.
INFORMAÇÕES TÉCNICAS
Este produto tem como princípios ativos a combinação
de dois agentes: anlodipino besilato e losartana potássica.
LOTAR® (anlodipino besilato / losartana potássica) é a
combinação dos dois anti-hipertensivos, os quais apresentam
ações complementares e sinérgicas.

Farmacodinâmica do Lotar

A losartana potássica é um antagonista3 do receptor (tipo
AT1) da angiotensina II. A angiotensina II, um potente vasoconstritor,
é o principal hormônio28 ativo do sistema reninaangiotensina
e o maior determinante da fisiopatologia29 da
hipertensão30. A angiotensina II liga-se ao receptor AT1
encontrado em muitos tecidos (por exemplo, músculo vascular31
liso, glândulas32 adrenais, rins33 e coração21) e desencadeia
várias ações biológicas importantes, incluindo vasoconstricção
e liberação de aldosterona. A angiotensina
II também estimula a proliferação de células34 da musculatura
lisa. Um segundo receptor da angiotensina II foi identificado
como subtipo AT2, mas sua função na homeostase
cardiovascular é desconhecida.
A losartana é um composto sintético potente, ativo por
via oral. Em bioensaios de ligação e farmacológicos, ligase
seletivamente ao receptor AT1. In vitro e in vivo, tanto a
losartana quanto seu metabólito35 ácido carboxílico farmacologicamente
ativo (E-3174) bloqueiam todas as ações
fisiologicamente relevantes da angiotensina II, sem levar
em consideração sua fonte ou via de síntese. Diferentemente
de alguns antagonistas peptídicos da angiotensina
II, a losartana não tem efeitos agonistas.
A losartana liga-se seletivamente ao receptor AT1 e não
se liga ou bloqueia outros receptores de hormônios ou
canais iônicos importantes na regulação cardiovascular.
Além disso, a losartana não inibe a ECA (cininase II), a
enzima36 que degrada a bradicinina37. Conseqüentemente,
os efeitos não relacionados diretamente ao bloqueio do
receptor AT1, como a potencialização dos efeitos mediados
pela bradicinina37 ou o desenvolvimento de edema7
(losartana: 1,7%; placebo38: 1,9%), não estão associados à
losartana.
O anlodipino é um antagonista3 dos canais de cálcio, quimicamente
diferente de sua classe (diidropiridínicos), caracterizado
por sua capacidade de associação e dissociação
com o sítio de ligação do receptor e conseqüente
início gradual de ação. Atua diretamente na musculatura
lisa vascular31, causando redução da resistência vascular31
periférica e diminuição da pressão arterial2. Como outros
antagonistas dos canais de cálcio, em pacientes com
função ventricular normal ocorre um discreto aumento na
freqüência cardíaca, sem influência significativa na pressão
diastólica final de ventrículo esquerdo. Estudos demonstraram
que o anlodipino não está associado a um
efeito inotrópico negativo quando administrado na dose
terapêutica39, mesmo co-administrado com
mentação. Aproximadamente 90% do anlodipino é convertido
em metabólitos40 inativos, via metabolismo41 hepático.
Sua eliminação do plasma42 é bifásica, apresentando meiavida
de eliminação de 35 a 50 horas. Os níveis plasmáticos
estabilizados são atingidos após o sétimo ou oitavo dia
de tratamento. Com administração oral diária crônica, a
efetividade anti-hipertensiva é mantida por pelo menos
24 horas.

Indicações do Lotar

Hipertensão arterial43: LOTAR® (anlodipino besilato /losartana potássica) é indicado no tratamento da hipertensão30
arterial.

Contra-Indicações do Lotar

O uso de LOTAR® (anlodipino besilato / losartana
potássica) é contra-indicado em pacientes que
apresentam hipersensibilidade ao anlodipino, à
losartana potássica ou aos demais componentes
da fórmula.

Durante a Gravidez4 e Lactação5 do Lotar

Quando utilizados durante o segundo e terceirotrimestres da gravidez4, os fármacos que atuam
diretamente no sistema renina-angiotensina podem
causar danos e até a morte do feto44 em desenvolvimento.
Quando houver confirmação de gravidez4,
deve-se descontinuar o tratamento com
LOTAR® (anlodipino besilato / losartana potássica).
Não se sabe se a losartana e o anlodipino são
excretados no leite humano. Uma vez que muitos
fármacos são excretados no leite humano e devido
ao potencial de efeitos adversos no lactente45, devese
optar por suspender a amamentação46 ou o tratamento
com LOTAR® (anlodipino besilato / losartana
potássica), levando-se em consideração a
importância do fármaco47 para a mãe.
LOTAR® (anlodipino besilato / losartana potássica)
é contra-indicado em pacientes com hiperpotassemia.
LOTAR® (anlodipino besilato / losartana potássica)
é contra-indicado em pacientes que necessitem
cirurgia com anestesia22 geral.
LOTAR® (anlodipino besilato / losartana potássica)
é contra-indicado em pacientes portadores de
estenose48 da artéria renal49.

Precauções e Advertências do Lotar

Deve-se ter cautela em pacientes portadores de
estenose48 mitral e/ou aórtica e miocardiopatia50
hipertrófica.
Deve-se considerar a utilização de doses mais
baixas em pacientes com histórico de disfunção
hepática19, pois, com base nos dados de farmacocinética,
foram verificados aumentos significativos
das concentrações plasmáticas de losartana em
pacientes cirróticos.
Deve-se ter precaução em pacientes com hipotensão23
(pacientes com depleção51 de volume; uso
de altas doses de diuréticos52).
Raramente, pacientes com coronariopatia obstrutiva
grave desenvolveram, de forma documentada,
piora do quadro anginoso ou infarto53 agudo54 do
miocárdio55, quando iniciaram o uso de antagonistas
dos canais de cálcio ou quando tiveram sua dose
aumentada.
Como conseqüência da inibição do sistema reninaangiotensina,
foram relatadas alterações na função
renal25, incluindo insuficiência renal56, em indivíduos
susceptíveis; essas alterações da função
renal25 podem ser reversíveis com a descontinuação
da terapia.

Uso na Gravidez4 e Lactação5 do Lotar

O produto não deve ser utilizado durante a gravideze lactação5.
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS E COM
ALIMENTOS

Interações com Medicamentos do Lotar

Não foram identificadas interações medicamentosas
de significado clínico com o uso de losartana.
Os compostos que foram avaliados nos estudos
clínicos de farmacocinética incluem hidroclorotiazida,
digoxina, varfarina, cimetidina, fenobarbital
e cetoconazol.
O anlodipino tem sido administrado com segurança
associado a diuréticos52 tiazídicos, betabloqueadores,
inibidores da enzima36 de conversão, nitratos,
digoxina, varfarina, antiinflamatórios não-hormonais,
antibióticos e fármacos hipoglicemiantes57.
Pode ocorrer inibição do metabolismo41 da ciclosporina
com o uso concomitante de anlodipino.
O uso associado de antifúngicos triazólicos (itraconazol,
fluconazol) pode aumentar os níveis séricos
e a toxicidade58 do anlodipino.
O uso associado de indometacina com losartana
pode reduzir a eficácia anti-hipertensiva da losartana.
Interações com alimentos:
Até o momento não foram verificadas interferências
de alimentos com a utilização do produto.

Reações Adversas do Lotar

Os efeitos adversos mais comuns observadoscom o uso do anlodipino são cefaléia59 e edema7.
Outros efeitos são verificados com uma incidência8
menor, e incluem tonturas9, rubor facial, palpitações11,
fadiga12, náuseas13, sonolência e dor abdominal.
Os efeitos adversos encontrados com o uso da
losartana são tontura14, diarréia18, dispesia, anormalidades
da função hepática19, mialgia60, enxaqueca15,
urticária16, prurido17, insônia e raramente foi relatado
angioedema61 (envolvendo edema7 de face10, lábios,
faringe62 e/ou língua63). Por se tratar de uma combinação,
LOTAR® (anlodipino besilato / losartana potássica)
pode causar reações adversas comuns
a uma ou a duas substâncias desta combinação.

Posologia do Lotar

Como a absorção de LOTAR® (anlodipino besilato / losartana
potássica) não é afetada pela ingestão de alimentos,
pode ser administrado antes ou após as refeições.
Deve-se iniciar a terapêutica39 com LOTAR® (anlodipino besilato
/ losartana potássica) sempre com a menor dose (2,5
mg / 50 mg) e reajustar, se necessário. Seu efeito máximo
é observado em cerca de 3 a 6 semanas após o início da
terapia.
Dependendo da resposta e do objetivo terapêutico, a dose
pode ser alterada para 1 cápsula/dia de LOTAR® (anlodipino
besilato / losartana potássica) 5 mg / 100 mg.

Insuficiência Hepática64 do Lotar

Recomenda-se cautela ao se administrarLOTAR® (anlodipino besilato / losartana potássica)
nestes pacientes, devido à meia-vida do anlodipino estar
prolongada nestes casos e por um aumento da meia-vida
de losartana.

Insuficiência Renal56 do Lotar

Não há necessidade de ajuste inicial
de LOTAR® (anlodipino besilato / losartana potássica) para
pacientes com disfunção renal25.

Superdosagem do Lotar

Devido à vasodilatação, podem ocorrer hipotensão23 gravee taquicardia65. Em caso de superdosagem recente, recomenda-
se lavagem gástrica66 e medidas gerais de suporte
(monitorização cardíaca e respiratória, aferições freqüentes
da pressão arterial2), infusão de fluidos e substâncias
vasopressoras.

Pacientes Idosos do Lotar

Deve ser iniciado o tratamento com LOTAR® (anlodipino
besilato / losartana potássica) com a menor dose e reajustar,
se necessário.
Atenção: ESTE PRODUTO É UM NOVO MEDICAMENTO
E, EMBORA AS PESQUISAS REALIZADAS TENHAM
INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA QUANDO CORRETAMENTE
INDICADO, PODEM OCORRER REAÇÕES
ADVERSAS IMPREVISÍVEIS AINDA NÃO DESCRITAS
OU CONHECIDAS. EM CASO DE SUSPEITA DE REAÇÃO
ADVERSA, O MÉDICO RESPONSÁVEL DEVE SER
NOTIFICADO.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
MS - 1.1213.0323
Resp. Técn. Farm.: Luiz A. M. Mendes
CRF-SP nº 13559
Nº do lote, data de fabricação e validade:
vide cartucho.
5632

LOTAR - Laboratório

BIOSINTETICA
Rua Periquito, 236 - Vl. Uberabinha
São Paulo/SP - CEP: 04514-050
Tel: 55 (011) 5561-2614
Fax: 55 (011)5561-2072
Site: http://www.biosintetica.com.br/

Ver outros medicamentos do laboratório "BIOSINTETICA"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
3 Antagonista: 1. Opositor. 2. Adversário. 3. Em anatomia geral, que ou o que, numa mesma região anatômica ou função fisiológica, trabalha em sentido contrário (diz-se de músculo). 4. Em medicina, que realiza movimento contrário ou oposto a outro (diz-se de músculo). 5. Em farmácia, que ou o que tende a anular a ação de outro agente (diz-se de agente, medicamento etc.). Agem como bloqueadores de receptores. 6. Em odontologia, que se articula em oposição (diz-se de ou qualquer dente em relação ao da maxila oposta).
4 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
5 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
6 Cabeça:
7 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
8 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
9 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
10 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
11 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
12 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
13 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
14 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
15 Enxaqueca: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
16 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
17 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
18 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
19 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
20 Doença coronariana: Doença do coração causada por estreitamento das artérias que fornecem sangue ao coração. Se o fluxo é cortado, o resultado é um ataque cardíaco.
21 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
22 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
23 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
24 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
25 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
26 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
27 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
28 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
29 Fisiopatologia: Estudo do conjunto de alterações fisiológicas que acontecem no organismo e estão associadas a uma doença.
30 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
31 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
32 Glândulas: Grupo de células que secreta substâncias. As glândulas endócrinas secretam hormônios e as glândulas exócrinas secretam saliva, enzimas e água.
33 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
34 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
35 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
36 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
37 Bradicinina: É um polipeptídio plasmático que tem função vasodilatadora e que se forma em resposta à presença de toxinas ou ferimentos no organismo.
38 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
39 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
40 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
41 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
42 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
43 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
44 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
45 Lactente: Que ou aquele que mama, bebê. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
46 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
47 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
48 Estenose: Estreitamento patológico de um conduto, canal ou orifício.
49 Artéria Renal: Ramo da aorta abdominal que irriga os rins, glândulas adrenais e ureteres.
50 Miocardiopatia: Termo utilizado para se referir a doenças que afetam o músculo cardíaco.Suas causas são variadas sendo as mais freqüentes a isquemia e a hipertensão. Na América do Sul é importante a infecção pelo Tripanosoma Cruzi, causa da miocardiopatia chagásica. Quando não se encontra uma causa para a doença, ela é chamada miocardiopatia idiopática.
51 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
52 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
53 Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
54 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
55 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
56 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
57 Hipoglicemiantes: Medicamentos que contribuem para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais, sendo capazes de diminuir níveis de glicose previamente elevados.
58 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
59 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
60 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
61 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
62 Faringe: Canal músculo-membranoso comum aos sistemas digestivo e respiratório. Comunica-se com a boca e com as fossas nasais. É dividida em três partes: faringe superior (nasofaringe ou rinofaringe), faringe bucal (orofaringe) e faringe inferior (hipofaringe, laringofaringe ou faringe esofagiana), sendo um órgão indispensável para a circulação do ar e dos alimentos.
63 Língua:
64 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
65 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
66 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.

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