NAPROXENO

BIOSINTETICA

Atualizado em 09/12/2014

NAPROXENO

Medicamento genérico
Lei nº 9.787, de 1999
250mg e 500mg
Comprimidos

USO ORAL
USO ADULTO

FORMAS FARMACÊUTICAS, VIAS DE ADMINISTRAÇÃO
E APRESENTAÇÕES COMERCIALIZADAS:
Comprimidos de 250 mg, via oral: Caixa com
15 comprimidos.
Comprimidos de 500 mg, via oral: Caixa com
20 comprimidos.

Composição do Naproxeno

Cada comprimido de 250 mg contém:naproxeno .................... 250 mg
excipientes q.s.p. .................... 1 comprimido
(povidona, croscarmelose sódica, óxido de ferro
amarelo, óxido de ferro vermelho, estearato de
magnésio, amido, água purificada)
Cada comprimido de 500 mg contém:
naproxeno .................... 500 mg
excipientes q.s.p. .................... 1 comprimido
(povidona, croscarmelose sódica, óxido de ferro
amarelo, óxido de ferro vermelho, estearato de
magnésio, amido, água purificada)

Informações ao Paciente do Naproxeno

AÇÃO DO MEDICAMENTO:
O naproxeno é um medicamento, antiinflamatório
com acentuada ação analgésica e antipirética.
O tempo médio estimado do início da
ação farmacológica do medicamento é de 2-4
horas, dependendo da ingestão de alimentos.

Indicações do Naproxeno

Doenças reumáticas: ação antiinflamatória eanalgésica em artrite reumatóide1, artrite reumatóide1
juvenil, osteoartrite2 (artrite3 degenerativa4)
espondilite anquilosante, gota5.
Indicações periarticulares e musculoesqueléticas:
analgesia em bursite6, tendinite7, sinovite8,
tenossinovite, lumbago.
Enxaqueca9 e Dor de Cabeça10: ação terapêutica11
e profilática.
Usos Cirúrgicos e Traumáticos: ação analgésica
após entorses12, distensões, manipulações
ortopédicas, extrações dentárias, cirurgias.
Doenças Infecciosas: com finalidades analgésica,
antiinflamatória e antipirética como auxiliar
da terapêutica11 específica em adultos e crianças.
Usos ginecológicos: relaxamento e analgesia
uterinos no pós-parto de não lactantes13, após inserção
do DIU, e para redução da perda sangüínea
menstrual.

Riscos do Naproxeno

Contra-indicações e precauções: é contraindicado
em pacientes que apresentam hipersensibilidade
ao naproxeno ou naproxeno sódico.
O naproxeno também é contra-indicado em
pacientes que apresentam úlcera péptica14 e sangramento
gastrintestinal ativo.
Advertências e precauções: informe seu médico
caso você tenha problemas no coração15,
fígado16 ou rim17. Deve-se ter cautela com o uso de
naproxeno em pacientes idosos. O uso do medicamento
deve ser exclusivamente por via oral,
uma vez que contém em sua formulação, excipientes
que não podem ser utilizados por outras
vias.
Este medicamento é contra-indicado na faixa
etária abaixo de 2 anos.
Este medicamento não deve ser utilizado por
mulheres grávidas sem orientação médica ou
do cirurgião-dentista.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista
o aparecimento de reações indesejáveis.
Informe seu médico ou cirurgião-dentista se
você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Este medicamento contém corantes que
podem eventualmente, causar reações
alérgicas.

Interações Medicamentosas do Naproxeno

Não é recomendada a administração de naproxeno com antiácidosou colestiraminas e anticoagulantes18 do
tipo cumarínicos. Atenção especial deve ser tomada
quando o produto é usado simultaneamente
com hidantoínas, sulfonamidas, sulfoniluréias19.
Deve-se ter cautela na administração
com probenecida e metotrexato. Informe ao seu
médico ou cirurgião-dentista se você está
fazendo o uso de algum outro medicamento.
Interações com alimentos: a absorção de naproxeno
não é significativamente afetada pelo
seu uso após uma refeição comparada a uma
noite em jejum. A taxa de absorção é ligeiramente
diminuída pelo alimento.
Alterações em exames laboratoriais: sugerese
que a terapêutica11 com naproxeno seja temporariamente
descontinuada 48 horas antes da
realização de provas de função supra-renal20, porque
naproxeno pode incidentalmente interferir
em algumas provas relativas aos esteróides 17-
cetogênicos. Do mesmo modo, naproxeno pode
interferir em algumas análises urinárias para o
ácido 5-hidroxiindolacético. O naproxeno diminui
a agregação plaquetária, aumentando o tempo
de sangramento. Esse efeito deve ser levado
em consideração na determinação do tempo de
sangramento.

Modo de Uso do Naproxeno

Aspectos físicos e características organolépticas:
O naproxeno é um sólido cristalino21 branco,
inodoro.

Posologia do Naproxeno

Adultos: em osteartrites, artrite reumatóide1 eespondilite anquilosante, a dose usual terapêutica11
inicial de naproxeno é 500-1000 mg ao dia,
em 2 tomadas a intervalos de 12 horas. (250
mg duas vezes ao dia ou 500 mg duas vezes
ao dia)
Nos casos abaixo, recomenda-se iniciar a terapêutica11
com doses de 750-1000 mg ao dia durante
várias semanas:
A) Em pacientes com dor noturna e/ou rigidez
matinal severas.
B) Em pacientes que passaram a receber naproxeno
após doses altas de outro composto
anti-reumático.
C) Na osteoartrose22, em que a dor é sintoma23 predominante.
Tratamento de manutenção: podem ser feitos
ajustes de dose dentro dos limites de 500 a 1000
mg ao dia sempre com intervalos de 12 horas
na administração. O tamanho das doses matinal
e noturna deve ser ajustado à base dos sintomas24
predominantes, isto é, dor noturna ou rigidez
matinal.
Alternativamente, naproxeno mostrou-se também
eficaz quando administrado como dose
diária única de 500-1000 mg, administrada pela
manhã ou à noite.
Gota5 Aguda: 750 mg inicialmente, seguidos de
500 mg a cada 8 horas e após 250 mg a intervalos
de 8 horas até que o efeito seja alcançado.
Profilaxia da enxaqueca9: a dose recomendada
é 500 mg duas vezes ao dia, sob orientação
médica, em intervalos de 12 horas. Não se observando
melhoras em 4-6 semanas, o medicamento
deve ser descontinuado.
Tratamento da enxaqueca9: 750 mg ao primeiro
sintoma23 de crise iminente, 250-500 mg adicionais
podem ser administrados no decorrer do
dia, se necessário, mas não antes de meia hora
da dose inicial.
A dose diária de 1250 mg não deve ser excedida.
Artrite Reumatóide1 Juvenil: a dose usual é de
10 mg/kg/dia em duas tomadas com intervalos
de 12 horas.
Redução da perda sangüínea menstrual: 750-
1250 mg/dia tomados no primeiro dia de sangramento
menstrual. Em seguida, 500 a 1000
mg ao dia em 2 dosagens, se necessário, por
não mais de 5 dias.
Relaxamento e analgesia uterinos no pósparto
de não lactantes13, na disminorréia e após
a inserção do DIU: 500 mg inicialmente, seguidos
de 250 mg a intervalos de 6 a 8 horas. A
dose total diária não deve exceder 1250 mg.
Outras indicações: 500 mg administrados inicialmente,
seguidos de 250 mg a intervalos de
6-8 horas.
Caso haja esquecimento de administração, tome
a dose perdida tão logo possível, no caso de
estar próximo de sua dose seguinte, aguarde o
horário da sua próxima dose, tome normalmente
o medicamento e pule a dose perdida. Não tome
medicamento extra para compensar a dose
perdida.
Siga corretamente o modo de usar. Não desaparecendo
os sintomas24, procure orientação
médica ou de seu cirurgião-dentista.
Não use o medicamento com o prazo de validade
vencido. Antes de usar observe o
aspecto do medicamento.

Reaões Adversas do Naproxeno

As seguintes ocorrências são as mais comumente
relatadas: dor abdominal, sede, constipação25,
diarréia26, dispnéia27, náuseas28, estomatite29, azia30.
Pode ocorrer sonolência, vertigens31, enxaquecas32,
tontura33, erupções cutâneas34, prurido35, sudorese36.
Foram relatados também a ocorrência de distúrbios
auditivos e visuais, tinitus, palpitações37,
edemas38 e dispepsia39, púrpura40.
Também foram relatados os seguintes efeitos
adversos:
•  Funções Gastrintestinais: anormalidades na
função hepática41, colite42, esofagite43, sangramento
e ou perfuração. Hematemese44, hepatite45,
icterícia46, melena47, ulceração48 gastrintestinal péptica
e não péptica, pancreatite49, estomatite29 ulcerativa,
vômito50.
•  Funções Renais: hematúria51, hiperpotassemia,
nefrite52 intersticial53, síndrome nefrótica54, doenças
renais, insuficiência renal55, necrose56 renal57 papilar,
aumento da creatinina58 sérica.
•  Funções Hematológicas: agranulocitose59, anemia60
aplástica e hemolítica, eosinofilia61, leucopenia62,
trombocitopenia63.
•  Funções no Sistema Nervoso Central64: meningite65
asséptica, disfunção cognitiva66, convulsões,
depressões, incapacidade de concentração,
insônia, mialgia67, mal estar, fraqueza
muscular, anormalidades do sono.
•  Funções Dermatológicas: alopécia68, necrólise
epidermal, eritema multiforme69 e nodoso,
"liquen planus", "rash70 cutâneo71", Síndrome72 de
Stevens-Johnson, urticária73, reações fotossensitivas,
epidermólise bolhosa. Se ocorrer fragilidade
cutânea74, formação de vesículas75 ou
outros sintomas24, o tratamento deve ser descontinuado
e o paciente monitorado.
•  Funções Respiratórias: asma76, penumonite
eosinofílica.
•  Funções Cardiovasculares: insuficiência cardíaca77
congestiva, hipertensão78, edema pulmonar79
e vasculite80.
Podem ocorrer reações anafiláticas81, edema82
angioneurótico, pirexia83.
Podem ocorrer também reações tais como: opacidade
corneana, papilite, neurite84 óptica retrobulbar
e papiledema.

Conduta em Caso de Superdose do Naproxeno

Superdoses significativas do medicamento podemser caracterizadas por sonolência, vertigens31,
dores epigástricas, desconforto abdominal,
indigestão, náuseas28, vômitos85, alterações
transitórias na função hepática41, hipoprotrombinemia,
disfunção renal57, acidose metabólica86,
apnéia87 e desorientação.
O naproxeno é rapidamente absorvido, portanto
os níveis plasmáticos devem ser avaliados antecipadamente.
Em alguns pacientes foram
relatadas convulsões, no entanto, não foi estabelecida
uma relação causal com naproxeno.
Não se conhece qual a dose de medicamento
que exporia a risco de vida.
Se um paciente ingerir grande quantidade de
naproxeno, acidental ou propositadamente,
deve-se proceder a esvaziamento gástrico e
empregar as medidas usuais de suporte.
Estudos em animais indicam que a pronta
administração de 50 a 100 g de carvão ativado
durante 15 minutos até 2 horas após a ingestão
substancial da droga tenderia a reduzir acentuadamente
a absorção do medicamento.
Hemodiálise88 não diminui a concentração plasmática
de naproxeno, devido ao elevado grau
de ligação protéica.

Cuidados de Conservação e Uso do Naproxeno

O naproxeno deve ser conservado em temperatura
ambiente (entre 15oC e 30oC), ao abrigo
da luz e umidade.
Desde que respeitados os cuidados de armazenamento,
o produto apresenta uma validade
de 24 meses a contar da data de sua fabricação.
Não devem ser utilizados produtos fora do prazo
de validade, pois podem trazer prejuízos à
saúde89.
Todo medicamento deve ser mantido fora do
alcance das crianças.
INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS
DE SAÚDE89

Características Farmacológicas do Naproxeno

O naproxeno é um agente antiinflamatório nãoesteróide. Trata-se de um agente analgésico90 não
narcótico, com marcadas ações antiinflamatórias
e antipiréticas. O naproxeno tem demonstrado
essas propriedades em estudos clínicos em humanos
e nos sistemas clássicos de provas em
animais. Exibe seu efeito antiinflamatório até em
animais adrenalectomizados, o que indica que
sua ação não é mediada pelo eixo hipófise91
supra-renal20. Inibe a síntese de prostaglandinas92,
no entanto, assim como outros agentes similares,
não se conhecem exatamente o mecanismo
de ação antiinflamatória.
Propriedades farmacocinéticas:
Absorção: naproxeno é rápida e completamente
absorvido no tubo gastrintestinal após administração
oral. Picos de níveis plasmáticos são
alcançados em 2-4 horas, dependendo da ingestão
de alimentos. A administração concomitante
de alimentos pode retardar a absorção
do naproxeno, no entanto, não afeta sua atividade.
Metabolismo93: naproxeno é extremamente metabolizado
no fígado16, transformando-se em 6-0-
dimetilnaproxeno.
Distribuição: naproxeno tem um volume de distribuição
de 0,16 l/kg. Em níveis terapêuticos,
naproxeno liga-se em mais de 99% à albumina94
sérica. Em altas doses de naproxeno (>500 mg/
dia) ocorre uma saturação da ligação às proteínas95
plasmáticas, aumentando o clearance com
conseqüente elevação não proporcional dos
níveis plasmáticos de naproxeno. Entretanto, a
concentração de naproxeno livre continua aumentando
proporcionalmente à dose. Os níveis
plasmáticos de naproxeno no steady state são
alcançados após 3-4 dias.
Excreção: aproximadamente 95% de uma dose
de naproxeno são excretados na urina96 primariamente
como naproxeno (<1%), como 6-0-dimetilnaproxeno
(<1%) ou seus conjugados (66-
92%). Verificou-se que a taxa de excreção de
metabólitos97 e conjugados quase coincide com
a taxa de eliminação do fármaco98 no plasma99. Pequenas
quantidades de aproximadamente 3%
são excretadas nas fezes. O clearance de naproxeno
é aproximadamente 0,13 mL/min/kg.
O naproxeno tem uma meia-vida de eliminação
de 13-14 horas independente da forma química
ou formulação.
Farmacocinética em situações clínicas especiais:
•  O naproxeno e seus metabólitos97 são essencialmente
excretados por via renal57, portanto,
pacientes que apresentam insuficiência renal55
possuem um grande potencial para acumulação
da substância. A eliminação de naproxeno
em pacientes com insuficiência renal55 grave é
menor.
•  Pacientes com clearance de creatinina58 menor
que 10 mL/min apresentam um clearance de
naproxeno maior que aquele estimado para
aquele determinado grau de insuficiência renal55.
•  Crianças: o perfil farmacocinético em crianças
entre 5-16 anos é similar ao dos adultos, entretanto
o clearance é geralmente maior nas
crianças do que nos adultos.
Não foram realizados estudos farmacocinéticos
em crianças menores de 5 anos de idade.

Indicações do Naproxeno

Doenças reumáticas: ação antiinflamatória e
analgésica em artrite reumatóide1, artrite reumatóide1
juvenil, osteoartrite2 (artrite3 degenerativa4)
espondilite anquilosante, gota5.
Indicações periarticulares e musculoesqueléticas:
analgesia em bursite6, tendinite7, sinovite8,
tenossinovite, lumbago.
Enxaqueca9 e Dor de Cabeça10: ação terapêutica11
e profilática.
Usos Cirúrgicos e Traumáticos: ação analgésica
após entorses12, distensões, manipulações
ortopédicas, extrações dentárias, cirurgias.
Doenças Infecciosas: com finalidades analgésica,
antiinflamatória e antipirética como auxiliar
da terapêutica11 específica em adultos e crianças.
Usos ginecológicos: relaxamento e analgesia
uterinos no pós-parto de não lactantes13, após
inserção do DIU, e para redução da perda sangüínea
menstrual.

Contra-Indicações do Naproxeno

É contra-indicado em pacientes que apresentamhipersensibilidade ao naproxeno ou naproxeno
sódico. Como existe possibilidade de reação
cruzada, naproxeno não deverá ser administrado
a pacientes nos quais o ácido acetilsalicílico
ou outros antiinflamatórios não esteroidais, ou
analgésicos100 induzam asma76, rinite101, pólipos102 nasais
ou urticária73. Os dois tipos de reações podem ser
potencialmente fatais. Nestes pacientes foram
relatadas reações anafiláticas81 severas ao naproxeno.
Naproxeno também é contra-indicado
a pacientes que apresentam úlcera péptica14 ativa
e sangramento gastrintestinal ativo.
FORMATO: 150 x 330 mmCOR: Pantone BlackModelo de Bula: 2nprco2Código: 6166
MODOS DE USAR E CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO:
O naproxeno deve ser conservado em temperatura
ambiente (entre 15oC e 30oC), ao abrigo
da luz e umidade. Este medicamento deve ser
administrado por via oral.

Posologia do Naproxeno

Adultos:
Em osteartrites, artrite reumatóide1 e espondilite
anquilosante, a dose usual terapêutica11 inicial de
naproxeno é 500-1000 mg ao dia, em 2 tomadas
a intervalos de 12 horas. (250 mg duas vezes
ao dia ou 500 mg duas vezes ao dia)
Nos casos abaixo, recomenda-se iniciar a terapêutica11
com doses de 750-1000 mg ao dia durante
várias semanas:
A) Em pacientes com dor noturna e/ou rigidez
matinal severas.
B) Em pacientes que passaram a receber naproxeno
após doses altas de outro composto
anti-reumático.
C) Na osteoartrose22, em que a dor é sintoma23 predominante.
Tratamento de manutenção: podem ser feitos
ajustes de dose dentro dos limites de 500 a 1000
mg ao dia sempre com intervalos de 12 horas
na administração. O tamanho das doses matinal
e noturna deve ser ajustado à base dos sintomas24
predominantes, isto é, dor noturna ou rigidez
matinal.
Alternativamente, naproxeno mostrou-se também
eficaz quando administrado como dose
diária única de 500-1000 mg, administrada pela
manhã ou à noite.
Gota5 Aguda: 750 mg inicialmente, seguidos de
500 mg a cada 8 horas e após 250 mg a intervalos
de 8 horas até que o efeito seja alcançado.
Profilaxia da enxaqueca9: a dose recomendada
é 500 mg duas vezes ao dia, sob orientação
médica, em intervalos de 12 horas. Não se observando
melhoras em 4-6 semanas, o medicamento
deve ser descontinuado.
Tratamento da enxaqueca9: 750 mg ao primeiro
sintoma23 de crise iminente, 250-500 mg adicionais
podem ser administrados no decorrer do
dia, se necessário, mas não antes de meia hora
da dose inicial.
A dose diária de 1250 mg não deve ser excedida.
Artrite Reumatóide1 Juvenil: a dose usual é de
10 mg/kg/dia em duas tomadas com intervalos
de 12 horas.
Redução da perda sangüínea menstrual: 750-
1250 mg/dia tomados no primeiro dia de sangramento
menstrual. Em seguida, 500 a 1000
mg ao dia em 2 dosagens, se necessário, por
não mais de 5 dias.
Relaxamento e analgesia uterinos no pósparto
de não lactantes13, na disminorréia e após
a inserção do DIU: 500 mg inicialmente, seguidos
de 250 mg a intervalos de 6 a 8 horas. A
dose total diária não deve exceder 1250 mg.
Outras indicações: 500 mg administrados inicialmente,
seguidos de 250 mg a intervalos de
6-8 horas.
Crianças:
A segurança e a eficácia em crianças menores
de 2 anos de idade ainda não foram estabelecidas
com o uso de naproxeno.
Como analgésico90 e antipirético103, a dose recomendada
em crianças de maior faixa etária é
de 10 mg/kg como dose inicial, seguidos de 2,5-
5 mg/kg de naproxeno a intervalos de 8 horas.
A dose não deve exceder 15 mg/kg/dia após o
primeiro dia.

Advertências do Naproxeno

Efeitos Gastrintestinais: podem ocorrer efeitosna mucosa104 gastrintestinal, assim como toxicidade105
gastrintestinal séria (irritação gastrintestinal,
sangramento, ulceração48 e perfuração), a
qualquer momento com ou sem sinais106 e sintomas24
em pacientes sob tratamento com os antiinflamatórios
não esteroidais, inclusive o naproxeno.
Estudos realizados não identificaram
um grupo de pacientes sem risco de desenvolvimento
de úlcera péptica14 e sangramento.
Verificou-se que existe um risco maior de ulceração48
gastrintestinal, sangramento e perfuração
em idosos e pacientes debilitados que aparentemente
são menos tolerantes à úlcera107 e sangramento
do que outros pacientes. A maior parte
dos eventos gastrintestinais fatais associados
com os antiinflamatórios não esteroidais foi nesse
grupo de pacientes. Pacientes com história
de doença gastrintestinal devem utilizar naproxeno
sob rigorosa supervisão. Como ocorre com
outras drogas antiinflamatórias não esteroidais,
a incidência108 e severidade das complicações gastrintestinais
pode aumentar de acordo com a
dose e a duração do tratamento. Não é recomendada
a combinação de naproxeno com outros
antiinflamatórios não esteróides, pelo motivo de
riscos acumulativos induzindo sérios efeitos
adversos (ulceração48 gastrintestinal, sangramento
e perfuração).
Efeitos Hematológicos: o naproxeno diminui
a agregação plaquetária e prolonga o tempo de
sangramento. Este efeito deve ser considerado
ao se determinar o tempo de sangramento.
Deve-se ter cautela na dosagem de naproxeno
em pacientes que apresentam alterações na
coagulação109 ou que estão recebendo uma terapia
que interfira na "hemostase". Pacientes sob
grande risco de sangramento e aqueles recebendo
terapia anticoagulante110 completa e derivados
de dicuramol podem apresentar um maior
risco de sangramento na administração concomitante
com o naproxeno.
Efeitos Renais: naproxeno deverá ser usado
com cautela em pacientes com insuficiência renal55
significativa ou com histórias de doenças
renais, pois naproxeno inibe a síntese de prostaglandina111.
O naproxeno deve ser usado com cautela em
pacientes com depuração da creatinina58 inferiores
a 20 mL/min. Pacientes que apresentam
redução do volume sangüíneo bem como redução
do fluxo sangüíneo renal57, onde prostaglandinas92
renais têm função de suporte na manutenção
da perfusão renal57, devem ser observados
com cautela. Nesses pacientes que utilizam
naproxeno ou outros antiinflamatórios não esteroidais,
pode haver uma redução dose dependente
na formação de prostaglandina111 renal57,
podendo ocorrer uma precipitação da descompensação
renal57 ou insuficiência renal55. Pacientes
que apresentam maiores riscos dessas reações
são aqueles com função renal57 prejudicada, hipovolemia112,
insuficiência cardíaca77, disfunção hepática41,
depleção113 salina, pacientes que utilizam diuréticos114
e em idosos. A descontinuação do tratamento
é geralmente seguida pela recuperação
do paciente até a condição anterior do início do
tratamento. Produtos que contenham naproxeno
devem ser utilizados com cautela nestes pacientes
e deve-se realizar monitorização do clearance
de creatinina58 e a creatinina58 sérica. A redução
da dose diária deve ser considerada para
evitar a possibilidade de acumulação excessiva
dos metabólitos97 de naproxeno em tais pacientes.
A concentração plasmática de naproxeno não
diminui na hemodiálise88, devido à elevada proporção
da ligação protéica.
Efeitos hepáticos: assim como com outros antiinflamatórios
não esteroidais, elevações de uma
ou mais funções hepáticas115 podem ocorrer. Anormalidades
hepáticas115 são resultados de hipersensibilidade
mais propriamente do que de
toxicidade105 direta.
Tem sido relatado com naproxeno bem como
com outros antiinflamatórios não esteroidais a
ocorrência de reações hepáticas115 severas, incluindo
icterícia46 e hepatite45. Tem sido relatada a
possibilidade de reação cruzada.
Reações Anafiláticas81: podem ocorrer reações
de hipersensibilidade em indivíduos suscetíveis.
Podem ocorrer também reações anafiláticas81 em
pacientes com ou sem história de hipersensibilidade
ou exposição ao ácido acetilsalicílico,
outras drogas antiinflamatórias não esteroidais
ou ao naproxeno. Podem também ocorrer em
indivíduos com história de angioedema116, reatividade
broncoespástica, rinite101 e polipos102 nasais.
Reações anafiláticas81 podem ser fatais.
A ocorrência de broncoespasmo117 pode ser precipitada
em pacientes com história ou que sofrem
de asma76, ou doenças alérgicas ou sensibilidade
ao ácido acetilsalicílico.
Efeitos antipiréticos118: a atividade antipirética e
antiinflamatória do naproxeno pode reduzir a
febre119 e a inflamação120, diminuindo sua utilidade
como sinais106 de diagnóstico121.
Efeitos oculares: na ocorrência de distúrbios
visuais como papilite, neurite84 óptica retrobulbar
e papiledema, o paciente deve consultar o médico.
Se a dosagem de esteróides é reduzida ou eliminada
durante a terapia, a dose de esteróides
deve ser reduzida lentamente e o paciente deve
ser observado com atenção para qualquer evidência
de efeitos adversos incluindo insuficiência122
adrenal e exacerbação dos sintomas24 da
artrite3.
Foram relatados casos de edema82 periférico em
alguns pacientes. Estudos metabólicos não
relataram caso de retenção de sódio, no entanto,
pacientes com função cardíaca comprometida
podem apresentar risco na administração de
naproxeno.
A segurança de naproxeno em crianças abaixo
de 2 anos de idade não está totalmente estabelecida.

USO EM IDOSOS, CRIANÇAS E OUTROS
GRUPOS DE RISCO:
Uso em idosos:
Pacientes idosos podem apresentar maiores
riscos de ocorrência de efeitos indesejáveis
quando comparados com pacientes jovens. O
clearance de creatinina58 é menor em pacientes
idosos, portanto, recomenda-se cautela quando
é necessária administração de altas doses de
naproxeno, podendo ser necessário ajuste. Para
drogas utilizadas em idosos, é prudente utilizar
a menor dose eficaz.
Uso Pediátrico:
A segurança e a eficácia em crianças menores
de 2 anos de idade ainda não foram estabelecidas
com o uso de naproxeno.
Como analgésico90 e antipirético103, a dose recomendada
em crianças de maior faixa etária é
de 10 mg/kg como dose inicial, seguidos de 2,5-
5 mg/kg de naproxeno a intervalos de 8 horas.
A dose não deve exceder 15 mg/kg/dia após o
primeiro dia.

Gravidez123 e Lactação124 do Naproxeno

Categoria de rico na gravidez123: B - Este medicamento
não deve ser utilizado por mulheres
grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-
dentista.

Interações Medicamentosas do Naproxeno

As administrações concomitantes com alimentos,antiácidos125 ou colestiramina pode retardar a
absorção de naproxeno, no entanto, não afeta
sua ação.
Devido ao alto grau de ligação de naproxeno às
proteínas95 plasmáticas, os pacientes que recebem
simultaneamente drogas que também se
ligam à albumina94 como anticoagulantes18 do tipo
cumarínicos, sulfoniluréias19, outros antiinflamatórios
não esteroidais e ácido acetilsalicílico,
possuem um potencial de interação, portanto,
pacientes recebendo naproxeno e hidantoína,
sulfonamida ou sulfoniluréia devem ser avaliados
para um possível ajuste de dose caso
necessário.
Em estudos clínicos, não se têm observado
interações com naproxeno e anticoagulantes18 do
tipo cumarínico, não obstante, aconselha-se
cautela, já que se tem observado interações com
outros agentes não esteroidais desta classe.
A fração livre da varfarina pode aumentar substancialmente
em alguns pacientes e o naproxeno
interferir na função plaquetária.
Assim como para outras drogas antiinflamatórias
não esteroidais, o naproxeno pode inibir o efeito
natriurético da furosemida.
Também foram relatados casos de inibição da
depuração renal57 do lítio levando a um aumento
da concentração deste no plasma99.
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LABORATÓRIOS BIOSINTÉTICA LTDA.
Av. das Nações Unidas, 22.428
São Paulo - SP
CNPJ nº 53.162.095/0001-06
Indústria Brasileira
BIOTEVA é Marca Registrada
da TEVA Pharmaceutical
Atendimento ao Consumidor:
0800-15-1036
Cód. Laetus nº 226
O naproxeno e outros medicamentos não esteróides
podem reduzir o efeito anti-hipertensivo
do propranolol e outros beta-bloqueadores.
A probenecida, administrada concomitantemente,
eleva os níveis plasmáticos do naproxeno
e prolonga a meia-vida plasmática significativamente.
A administração concomitante de naproxeno e
metotrexato deve ser feita com cautela, porque
tem-se relatado que o naproxeno, entre outros
medicamentos antiinflamatórios não esteróides,
reduz a secreção tubular do metotrexato em
modelo animal, e assim possivelmente aumenta
sua toxicidade105.
Alterações em exames laboratoriais: Sugerese
que a terapêutica11 com naproxeno seja temporariamente
descontinuada 48 horas antes da
realização de provas de função supra-renal20,
porque naproxeno pode incidentalmente interferir
em algumas provas relativas aos esteróides
17-cetogênicos. Do mesmo modo, naproxeno
pode interferir em algumas análises urinárias
para o ácido 5-hidroxiindolacético. O naproxeno
diminui a agregação plaquetária, aumentando
o tempo de sangramento. Esse efeito deve ser
levado em consideração na determinação do
tempo de sangramento.

Reações Adversas a Medicamentos do Naproxeno

As seguintes ocorrências são as mais comumente
relatadas: dor abdominal, sede, constipação25,
diarréia26, dispnéia27, náuseas28, estomatite29, azia30.
Pode ocorrer sonolência, vertigens31, enxaquecas32,
tontura33, erupções cutâneas34, prurido35, sudorese36.
Foram relatados também a ocorrência de distúrbios
auditivos e visuais, tinitus, palpitações37,
edemas38 e dispepsia39, púrpura40.
Também foram relatados os seguintes efeitos
adversos:
•  Funções Gastrintestinais: anormalidades na
função hepática41, colite42, esofagite43, sangramento
e ou perfuração. Hematemese44, hepatite45,
icterícia46, melena47, ulceração48 gastrintestinal péptica
e não péptica, pancreatite49, estomatite29 ulcerativa,
vômito50.
•  Funções Renais: hematúria51, hiperpotassemia,
nefrite52 intersticial53, síndrome nefrótica54, doenças
renais, insuficiência renal55, necrose56 renal57 papilar,
aumento da creatinina58 sérica.
•  Funções Hematológicas: agranulocitose59, anemia60
aplástica e hemolítica, eosinofilia61, leucopenia62,
trombocitopenia63.
•  Funções no Sistema Nervoso Central64: meningite65
asséptica, disfunção cognitiva66, convulsões,
depressões, incapacidade de concentração,
insônia, mialgia67, mal estar, fraqueza
muscular, anormalidades do sono.
•  Funções Dermatológicas: alopécia68, necrólise
epidermal, eritema multiforme69 e nodoso,
"liquen planus", "rash70 cutâneo71", Síndrome72 de
Stevens-Johnson, urticária73, reações fotossensitivas,
epidermólise bolhosa. Se ocorrer fragilidade
cutânea74, formação de vesículas75 ou
outros sintomas24, o tratamento deve ser descontinuado
e o paciente monitorado.
•  Funções Respiratórias: asma76, penumonite
eosinofílica.
•  Funções Cardiovasculares: insuficiência cardíaca77
congestiva, hipertensão78, edema pulmonar79
e vasculite80.
Podem ocorrer reações anafiláticas81, edema82
angioneurótico, pirexia83.
Podem ocorrer também reações tais como: opacidade
corneana, papilite, neurite84 óptica retrobulbar
e papiledema.

Superdose do Naproxeno

Superdoses significativas do medicamento podemser caracterizadas por sonolência, vertigens31,
dores epigástricas, desconforto abdominal,
indigestão, náuseas28, vômitos85, alterações
transitórias na função hepática41, hipoprotrombinemia,
disfunção renal57, acidose metabólica86,
apnéia87 e desorientação.
O naproxeno é rapidamente absorvido, portanto
os níveis plasmáticos devem ser avaliados
antecipadamente. Em alguns pacientes foram
relatadas convulsões, no entanto, não foi estabelecida
uma relação causal com naproxeno.
Não se conhece qual a dose de medicamento
que exporia a risco de vida.
Se um paciente ingerir grande quantidade de
naproxeno, acidental ou propositadamente,
deve-se proceder a esvaziamento gástrico e
empregar as medidas usuais de suporte.
Estudos em animais indicam que a pronta administração
de 50 a 100 g de carvão ativado
durante 15 minutos até 2 horas após a ingestão
substancial da droga tenderia a reduzir acentuadamente
a absorção do medicamento.
Hemodiálise88 não diminui a concentração plasmática
de naproxeno, devido ao elevado grau
de ligação protéica.

Armazenagem do Naproxeno

O naproxeno deve ser conservado em temperatura
ambiente (entre 15oC e 30oC), ao abrigo
da luz e umidade.
MS - 1.1213.0331
Farmacêutico Responsável: Luiz Antônio Muniz
Mendes - CRF-SP nº 13.559
Fabricado por: TEVA Pharmaceuticals
Industries Ltd. - GRUPO TEVA - 1 Hashikma
Street - Kfar Sava - Israel

NAPROXENO - Laboratório

BIOSINTETICA
Rua Periquito, 236 - Vl. Uberabinha
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Complementos

1 Artrite reumatóide: Doença auto-imune de etiologia desconhecida, caracterizada por poliartrite periférica, simétrica, que leva à deformidade e à destruição das articulações por erosão do osso e cartilagem. Afeta mulheres duas vezes mais do que os homens e sua incidência aumenta com a idade. Em geral, acomete grandes e pequenas articulações em associação com manifestações sistêmicas como rigidez matinal, fadiga e perda de peso. Quando envolve outros órgãos, a morbidade e a gravidade da doença são maiores, podendo diminuir a expectativa de vida em cinco a dez anos.
2 Osteoartrite: Termo geral que se emprega para referir-se ao processo degenerativo da cartilagem articular, manifestado por dor ao movimento, derrame articular, etc. Também denominado artrose.
3 Artrite: Inflamação de uma articulação, caracterizada por dor, aumento da temperatura, dificuldade de movimentação, inchaço e vermelhidão da área afetada.
4 Degenerativa: Relativa a ou que provoca degeneração.
5 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
6 Bursite: Doença ortopédica caracterizada pela inflamação da bursa, uma bolsa cheia de líquido, existente no interior das articulações, cuja finalidade é amortecer o atrito entre ossos, tendões e músculos. A bursite pode acontecer em qualquer articulação (joelhos, cotovelos, quadris, etc.), mas é mais comum no ombro.
7 Tendinite: Inflamação de um tendão. Produz-se em geral como conseqüência de um traumatismo. Existem doenças imunológicas capazes de produzir tendinite entre outras alterações.
8 Sinovite: Inflamação da membrana sinovial, uma fina camada de tecido conjuntivo que reveste estruturas como tendões musculares, cápsulas articulares e bolsas sinoviais.
9 Enxaqueca: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
10 Cabeça:
11 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
12 Entorses: É a torção de uma articulação, com lesão dos ligamentos (estrutura que sustenta as articulações).
13 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
14 Úlcera péptica: Lesão na mucosa do esôfago, estômago ou duodeno. Também chamada de úlcera gástrica ou duodenal. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100% dos casos. Os principais sintomas são: dor, má digestão, enjôo, queimação (azia), sensação de estômago vazio.
15 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
16 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
17 Rim: Os rins são órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
18 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
19 Sulfoniluréias: Classe de medicamentos orais para tratar o diabetes tipo 2 que reduz a glicemia por ajudar o pâncreas a fabricar mais insulina e o organismo a usar melhor a insulina produzida.
20 Supra-renal:
21 Cristalino: 1. Lente gelatinosa, elástica e convergente que focaliza a luz que entra no olho, formando imagens na retina. A distância focal do cristalino é modificada pelo movimento dos músculos ciliares, permitindo ajustar a visão para objetos próximos ou distantes. Isso se chama de acomodação do olho à distância do objeto. 2. Diz-se do grupo de cristais cujos eixos cristalográficos são iguais nas suas relações angulares gerais constantes 3. Diz-se de rocha constituída quase que totalmente por cristais ou fragmentos de cristais 4. Diz-se do que permite que passem os raios de luz e em consequência que se veja através dele; transparente. 5. Límpido, claro como o cristal.
22 Osteoartrose: Também chamada de artrose ou processo degenerativo articular, resulta de um processo anormal entre a destruição cartilaginosa e a reparação da mesma. Entende-se por cartilagem articular, um tipo especial de tecido que reveste a extremidade de dois ossos justapostos (unidos) que possuem algum grau de movimentação entre eles, sua função básica é a de diminuir o atrito entre duas superfícies ósseas quando estas executam qualquer tipo de movimento, funcionando como mecanismo de absorção de choque. O estado de hidratação da cartilagem e a integridade da mesma, é fator preponderante para o não desenvolvimento da osteoartrose.
23 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
24 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
25 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
26 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
27 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
28 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
29 Estomatite: Inflamação da mucosa oral produzida por infecção viral, bacteriana, micótica ou por doença auto-imune. É caracterizada por dor, ardor e vermelhidão da mucosa, podendo depositar-se sobre a mesma uma membrana brancacenta (leucoplasia), ou ser acompanhada de bolhas e vesículas.
30 Azia: Pirose. Sensação de dor epigástrica semelhante a uma queimadura, geralmente acompanhada de regurgitação de suco gástrico para dentro do esôfago.
31 Vertigens: O termo vem do latim “vertere” e quer dizer rodar. A definição clássica de vertigem é alucinação do movimento. O indivíduo vê os objetos do ambiente rodarem ao seu redor ou seu corpo rodar em relação ao ambiente.
32 Enxaquecas: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
33 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
34 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
35 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
36 Sudorese: Suor excessivo
37 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
38 Edemas: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
39 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
40 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
41 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
42 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
43 Esofagite: Inflamação da mucosa esofágica. Pode ser produzida pelo refluxo do conteúdo ácido estomacal (esofagite de refluxo), por ingestão acidental ou intencional de uma substância tóxica (esofagite cáustica), etc.
44 Hematêmese: Eliminação de sangue proveniente do tubo digestivo, através de vômito.
45 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
46 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
47 Melena: Eliminação de fezes de coloração negra, alcatroada. Relaciona-se com a presença de sangue proveniente da porção superior do tubo digestivo (esôfago, estômago e duodeno). Necessita de uma avaliação urgente, pois representa um quadro grave.
48 Ulceração: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
49 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
50 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
51 Hematúria: Eliminação de sangue juntamente com a urina. Sempre é anormal e relaciona-se com infecção do trato urinário, litíase renal, tumores ou doença inflamatória dos rins.
52 Nefrite: Termo que significa “inflamação do rim” e que agrupa doenças caracterizadas por lesões imunológicas ou infecciosas do tecido renal. Alguns exemplos são a nefrite intersticial por drogas, a glomerulonefrite pós-estreptocócica, etc. Podem manifestar-se por hipertensão arterial, hematúria e dor lombar.
53 Intersticial: Relativo a ou situado em interstícios, que são pequenos espaços entre as partes de um todo ou entre duas coisas contíguas (por exemplo, entre moléculas, células, etc.). Na anatomia geral, diz-se de tecido de sustentação localizado nos interstícios de um órgão, especialmente de vasos sanguíneos e tecido conjuntivo.
54 Síndrome nefrótica: Doença que afeta os rins. Caracteriza-se pela eliminação de proteínas através da urina, com diminuição nos níveis de albumina do plasma. As pessoas com síndrome nefrótica apresentam edema, eliminação de urina espumosa, aumento dos lipídeos do sangue, etc.
55 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
56 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
57 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
58 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
59 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
60 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
61 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
62 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
63 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
64 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
65 Meningite: Inflamação das meninges, aguda ou crônica, quase sempre de origem infecciosa, com ou sem reação purulenta do líquido cefalorraquidiano. As meninges são três membranas superpostas (dura-máter, aracnoide e pia-máter) que envolvem o encéfalo e a medula espinhal.
66 Cognitiva: 1. Relativa ao conhecimento, à cognição. 2. Relativa ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
67 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
68 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
69 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
70 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
71 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
72 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
73 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
74 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
75 Vesículas: Lesões papulares preenchidas com líquido claro.
76 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
77 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
78 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
79 Edema pulmonar: Acúmulo anormal de líquidos nos pulmões. Pode levar a dificuldades nas trocas gasosas e dificuldade respiratória.
80 Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
81 Reações anafiláticas: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
82 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
83 Pirexia: Sinônimo de febre. É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
84 Neurite: Inflamação de um nervo. Pode manifestar-se por neuralgia, déficit sensitivo, formigamentos e/ou diminuição da força muscular, dependendo das características do nervo afetado (sensitivo ou motor). Esta inflamação pode ter causas infecciosas, traumáticas ou metabólicas.
85 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
86 Acidose metabólica: A acidose metabólica é uma acidez excessiva do sangue caracterizada por uma concentração anormalmente baixa de bicarbonato no sangue. Quando um aumento do ácido ultrapassa o sistema tampão de amortecimento do pH do organismo, o sangue pode acidificar-se. Quando o pH do sangue diminui, a respiração torna-se mais profunda e mais rápida, porque o corpo tenta liberar o excesso de ácido diminuindo o volume do anidrido carbônico. Os rins também tentam compensá-lo por meio da excreção de uma maior quantidade de ácido na urina. Contudo, ambos os mecanismos podem ser ultrapassados se o corpo continuar a produzir excesso de ácido, o que conduz a uma acidose grave e ao coma. A gasometria arterial é essencial para o seu diagnóstico. O pH está baixo (menor que 7,35) e os níveis de bicarbonato estão diminuídos (<24 mmol/l). Devido à compensação respiratória (hiperventilação), o dióxido de carbono está diminuído e o oxigênio está aumentado.
87 Apnéia: É uma parada respiratória provocada pelo colabamento total das paredes da faringe que ocorre principalmente enquanto a pessoa está dormindo e roncando. No adulto, considera-se apnéia após 10 segundos de parada respiratória. Como a criança tem uma reserva menor, às vezes, depois de dois ou três segundos, o sangue já se empobrece de oxigênio.
88 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
89 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
90 Analgésico: Medicamento usado para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
91 Hipófise:
92 Prostaglandinas: É qualquer uma das várias moléculas estruturalmente relacionadas, lipossolúveis, derivadas do ácido araquidônico. Ela tem função reguladora de diversas vias metabólicas.
93 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
94 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
95 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
96 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
97 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
98 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
99 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
100 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
101 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
102 Pólipos: 1. Em patologia, é o crescimento de tecido pediculado que se desenvolve em uma membrana mucosa (por exemplo, no nariz, bexiga, reto, etc.) em resultado da hipertrofia desta membrana ou como um tumor verdadeiro. 2. Em celenterologia, forma individual, séssil, típica dos cnidários, que se caracteriza pelo corpo formado por um tubo ou cilindro, cuja extremidade oral, dotada de boca e tentáculos, é dirigida para cima, e a extremidade oposta, ou aboral, é fixa.
103 Antipirético: Medicamento que reduz a febre, diminuindo a temperatura corporal que está acima do normal. Entretanto, ele não vai afetar a temperatura normal do corpo se uma pessoa que não tiver febre o ingerir. Os antipiréticos fazem com que o hipotálamo “ignore“ um aumento de temperatura induzido por interleucina. O corpo então irá trabalhar para baixar a temperatura e o resultado é a redução da febre.
104 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
105 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
106 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
107 Úlcera: Ferida superficial em tecido cutâneo ou mucoso que pode ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
108 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
109 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
110 Anticoagulante: Substância ou medicamento que evita a coagulação, especialmente do sangue.
111 Prostaglandina: É qualquer uma das várias moléculas estruturalmente relacionadas, lipossolúveis, derivadas do ácido araquidônico. Ela tem função reguladora de diversas vias metabólicas.
112 Hipovolemia: Diminuição do volume de sangue secundário a hemorragias, desidratação ou seqüestro de sangue para um terceiro espaço (p. ex. peritônio).
113 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
114 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
115 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
116 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
117 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
118 Antipiréticos: Medicamentos que reduzem a febre, diminuindo a temperatura corporal que está acima do normal. Entretanto, eles não vão afetar a temperatura normal do corpo se uma pessoa que não tiver febre o ingerir. Os antipiréticos fazem com que o hipotálamo “ignore“ um aumento de temperatura induzido por interleucina. O corpo então irá trabalhar para baixar a temperatura e o resultado é a redução da febre.
119 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
120 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
121 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
122 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
123 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
124 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
125 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.

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