Preço de ALENIA em Fairfield/SP: R$ 28,88

ALENIA

BIOSINTETICA

Atualizado em 03/06/2015

ALENIA

Fumarato de Formoterol/Budesonida
6/100mcg e 6/200mcg
Cápsulas

Formas Farmacêuticas e Apresentações da Alenia

Embalagem contendo 60 cápsulas de ALENIA (fumaratode formoterol/budesonida) 6/100 mcg com inalador.
Embalagem contendo 60 cápsulas de ALENIA (fumarato
de formoterol/budesonida) 6/200 mcg com inalador.

USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Composição da Alenia

Cada cápsula de ALENIA (fumarato de formoterol/budesonida)
6/100 mcg contém:
Fumarato de formoterol .................... 6 mcg
Budesonida .................... 100 mcg
Excipiente: lactose1
Cada cápsula de ALENIA (fumarato de formoterol/budesonida)
6/200 mcg contém:
Fumarato de formoterol .................... 6 mcg
Budesonida .................... 200 mcg
Excipiente: lactose1

Atenção:
Em cada inalação de ALENIA (fumarato de formoterol/
budesonida) 6/100 mcg a dose medida de 6 mcg de fumarato
de formoterol equivale a dose liberada de 4,5 mcg
e a dose medida de 100 mcg de budesonida equivale a
dose liberada de 80 mcg.
Em cada inalação de ALENIA (fumarato de formoterol/
budesonida) 6/200 mcg a dose medida de 6 mcg de fumarato
de formoterol equivale a dose liberada de 4,5 mcg
e a dose medida de 200 mcg de budesonida equivale a
dose liberada de 160 mcg.

Informações ao Paciente da Alenia

Ação esperada do medicamento: ALENIA (fumarato deformoterol/budesonida) está indicado para a melhora e
controle da falta de ar em pacientes asmáticos com sintomas2
persistentes.
Cuidados de armazenamento: ALENIA (fumataro de formoterol/
budesonida) deve ser armazenado em temperatura
ambiente (entre 15oC e 30oC), protegido da umidade.
Prazo de validade: Desde que sejam observados os
cuidados de armazenamento, o produto apresenta prazo
de validade de 24 meses. Não utilize o produto após o
vencimento do prazo de validade.
Gravidez3 e lactação4: Informe seu médico a ocorrência
de gravidez3 na vigência do tratamento ou após o seu término.
Informar ao médico se está amamentando.
Cuidados de administração: Siga a orientação do seu
médico, respeitando sempre os horários, as doses e a
duração do tratamento. Manipule as cápsulas somente
no momento da aplicação. Leia as instruções contidas na
bula para o manuseio do inalador e aplicação do medicamento.
Interrupção do tratamento: Não interromper o tratamento
sem o conhecimento do seu médico.
Reações adversas: Informe seu médico o aparecimento
de reações desagradáveis, como: leve irritação de garganta5,
tosse, rouquidão, infecções6 fúngicas7 na boca8 e garganta5,
infecções6 respiratórias, insônia, boca8 seca, dor
abdominal, dor de cabeça9, taquicardia10, tremores, queda
do potássio sanguíneo, agitação e náusea11.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO
ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Ingestão concomitante com outras substâncias: Avise
seu médico caso faça uso de qualquer medicamento como
os inibidores da MAO12.
Contra-indicações e precauções: Informe seu médico
sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes
do início, ou durante o tratamento. ALENIA (fumarato de
formoterol/budesonida) é contra-indicado para pacientes13
que apresentem hipersensibilidade a qualquer dos componentes
da formulação. Deve-se ter cautela em pacientes
com história de alergia14 a outros beta-bloqueadores ou
corticóides, mulheres menopausadas sem terapia hormonal,
tuberculose15 pulmonar ativa ou recente, arritmias16
cardíacas, doenças coronárias, potássio sanguíneo baixo,
diabetes17, infecções6 em geral, feocromocitoma18 e doenças
da tireóide.
NÃO TOME MEDICAMENTO SEM O CONHECIMENTO
DO SEU MÉDICO. PODE SER PREJUDICIAL A SUA
SAÚDE19.

Informações Técnicas da Alenia

CARACTERÍSTICAS
Formoterol:
é um potente agonista20 seletivo beta2-adrenérgico21
de longa duração, exercendo efeito broncodilatador22
de início rápido. Difere estruturalmente da terbutalina
e do albuterol através de uma cadeia lateral maior.
Budesonida: é um glicocorticóide não-halogenado, possui
atividade antiinflamatória, antiproliferativa e imunossupressora.
Possui a capacidade de suprimir a inflamação23
e a hiper-responsividade brônquica em asmáticos. Apresenta
uma alta potência antiinflamatória local e baixa atividade
sistêmica.
Tem sido observado com a associação destes fármacos
efeitos benéficos adicionais em asmáticos, como melhora
da função pulmonar e redução da taxa de exacerbações
agudas.
Mecanismo de ação
O formoterol possui mecanismo broncodilatador22 de ação
similar aos outros beta2-agonistas e está relacionado à
estimulação da produção de AMPc pela ativação da adenil
ciclase. No entanto, o mecanismo que prolonga a sua duração
de ação permanece desconhecido.
O formoterol inibe a liberação de histamina24 e dos leucotrienos25
do pulmão26 humano sensibilizado passivamente.
Algumas propriedades antiinflamatórias, tais como inibição
de edema27 e do acúmulo de células28 inflamatórias, têm sido
observadas em experimentos com animais.
A budesonida possui vários mecanismos que bloqueiam
a atividade inflamatória, como: a) inibição da formação de
anticorpos29 específicos; b) prevenção da formação, armazenamento,
liberação e ativação de mediadores químicos
da inflamação23 como cininas, histaminas, prostaglandinas30,
enzimas lipossomais e leucotrienos25; c) interferência no
broncospasmo, no edema27 inflamatório e também na secreção
glandular; d) inibição da marginação e migração
celular, além de reverter a dilatação e diminuir a permeabilidade31
vascular32 no sítio inflamatório e outros mecanismos
ainda não especificados.
Foi demonstrado em ensaios clínicos33 que a adição de
formoterol à budesonida melhorou os sintomas2 asmáticos
e a função pulmonar e reduziu as exacerbações.
Farmacocinética
Não foram observados quaisquer sinais34 de interações
farmacocinéticas entre a budesonida e o formoterol.
Verificou-se que os parâmetros farmacocinéticos das
respectivas substâncias eram comparáveis após a administração
de budesonida e formoterol sob a forma de
monoprodutos ou como associação.
A budesonida inalatória é rapidamente absorvida e a
concentração plasmática máxima é atingida no período
de 30 minutos após a inalação.
O formoterol inalatório é rapidamente absorvido e a concentração
plasmática máxima é atingida 10 minutos após
a inalação.
Tem sido observada uma biodisponibilidade de cerca de
4% para a budesonida inalatória em pó seco e de 61%
para o formoterol.
A budesonida sofre uma ampla biotransformação (aproximadamente
90%) na primeira passagem pelo fígado35,
originando metabólitos36 com uma reduzida atividade glicocorticosteróide.
A atividade glicocorticosteróide dos principais
metabólitos36, 6-beta-hidroxi-budesonida e 16-alfahidroxi-
prednisolona, é inferior a 1% daquela da budesonida.
A budesonida é metabolizada principalmente pela enzima37
CYP3A4. Os metabólitos36 da budesonida são excretados
na urina38 inalterados ou sob a forma conjugada. Apenas
pequenas quantidades de budesonida inalterada foram
detectadas na urina38. A budesonida possui uma elevada
depuração sistêmica (cerca de 1,2 L/min) e a sua meiavida
de eliminação plasmática é, em média, de 2 a 3 horas.
Após a inalação, 25% da dose liberada de formoterol é
excretada não metabolizada através da urina38. O formoterol
possui uma elevada depuração sistêmica (cerca de 1,4
L/min) e a sua meia-vida de eliminação terminal é, em
média, de 17 horas.

Indicações da Alenia

ALENIA (fumarato de formoterol/budesonida) está indicadono tratamento regular da asma39 nos casos em que
o uso de uma associação (corticosteróide inalatório com
um agonista20 beta de ação prolongada) é apropriado.

Contra-Indicações da Alenia

ALENIA (fumarato de formoterol/budesonida) é
contra-indicado em pacientes que tenham uma
história prévia de hipersensibilidade a qualquer dos
componentes da fórmula. Deve-se ter cautela em
pacientes com história de alergia14 a outros betabloqueadores
ou corticóides, mulheres menopausadas
sem terapia hormonal, tuberculose15 pulmonar
ativa ou recente, arritmias16 cardíacas, doenças
coronárias, potássio sanguíneo baixo, diabetes17,
infecções6 em geral e doenças da tireóide.

Precauções e Advertências da Alenia

Deve-se ter cautela durante o manuseio em pacientescom: história de hipersensibilidade ou de
efeitos indesejados com o uso de beta-bloqueadores
ou outros corticóides. Mulheres pós-menopausadas
não recebendo estrógeno40, tuberculose15
pulmonar aguda ou recente, arritmias16, coronariopatias
e hipertensão41, diabetes17, herpes simples
ocular ou outra infecção42 local/sistêmica (bacteriana,
viral ou fúngica43), hipertireoidismo44 e suspeita
ou confirmação de feocromocitoma18.

GRAVIDEZ3 E LACTAÇÃO4:
Corticóides/beta2-agonistas inalatórios são geralmente
continuados em gestantes bem controladas.
A budesonida e o formoterol são considerados
categoria de risco "C" na gestação pelo FDA. No
Formato: 130 x 280 mm
Cor: Pantone Black
Modelo de Bula: 2alnca2
Cód.: 5381

Bula Alenia.p65 18/3/2003, 09:59 1
Importado e distribuído por:
LABORATÓRIOS BIOSINTÉTICA LTDA.
Av. das Nações Unidas, 22.428
São Paulo - SP
CNPJ no 53.162.095/0001-06
Indústria Brasileira
Atendimento ao Consumidor:
0800-15-1036

entanto, evita-se o uso da combinação formoterol/
budesonida durante a gestação, preferindo-se a
beclometasona nesse período.

Interações Medicamentosas da Alenia

Formoterol:
Outros agonistas adrenérgicos45: excesso da estimulação
adrenérgica.
Antidepressivos triciclícos, inibidores da MAO12:
pode resultar em aumento dos efeitos cardiovasculares.
Budesonida:
O metabolismo46 da budesonida é mediado principalmente
pela CYP3A4, uma subfamília do citocromo
P450. Portanto, inibidores desta enzima37,
como o cetoconazol, podem aumentar a exposição
sistêmica à budesonida. Esta possibilidade tem importância
clínica limitada para o tratamento a curto
prazo (1-2 semanas) com cetoconazol, mas deve
ser levada em consideração durante tratamento
a longo prazo.

Reações Adversas da Alenia

Dado que ALENIA (fumarato de formoterol/budesonida)contém budesonida e formoterol, deve
ocorrer o mesmo padrão de efeitos não desejáveis
observados com estas substâncias, quando administradas
isoladamente. Não se observou qualquer
aumento da incidência47 de reações adversas após
a administração concomitante dos dois compostos.
As reações adversas mais freqüentes relacionadas
com a droga consistem em efeitos secundários,
farmacologicamente previsíveis, da terapêutica48
agonista20-beta2. Estes tendem a serem leves e a
desaparecer após alguns dias de tratamento.
Formoterol: em doses terapêuticas e usado isoladamente
foi observado aumento mínimo da freqüência
cardíaca, tremor, vertigens49, agitação,
cefaléia50, hipocalemia51 (dose-dependente), aumento
da glicemia52, náuseas53 e boca8 seca.
Budesonida: seu uso isolado pode ser associado
a cefaléia50, insônia, dispepsia54, boca8 seca, dor abdominal,
vômitos55, candidíase56 oral, infecção42 respiratória,
sinusite57, faringite58, alterações da voz. Raramente
podem ocorrer: supressão da função hipotalâmica-
pituitária-adrenal, reação de hipersensibilidade,
incluindo urticária59, angioedema60, rash61
cutâneo62 e broncoespasmo63 imediato em pacientes
hipersensíveis, que deverá ser tratada administrando-
se um beta2-adrenérgico21 de curta duração
por inalação.

Posologia e Administração da Alenia

A dose de ALENIA (fumarato de formoterol/budesonida)
deve ser individualizada conforme a gravidade da doença.
Quando for obtido o controle da asma39, a dose deve ser ajustada
para a menor dose que permita manter um controle
eficaz dos sintomas2.
- ALENIA (fumarato de formoterol/budesonida) 6/100 mcg:
Adultos e adolescentes (a partir de 12 anos de idade):
1-2 cápsulas duas vezes ao dia. Dose máxima de manutenção
diária: 4 cápsulas. Durante uma piora da asma39, a
dose pode ser temporariamente aumentada para um máximo
de 4 cápsulas, 2 vezes ao dia, em adultos.
Crianças (a partir de 6 anos de idade): 1 cápsula duas
vezes ao dia. Dose máxima de manutenção diária: 4 cápsulas.
- ALENIA (fumarato de formoterol/budesonida) 6/200 mcg:
Adultos e adolescentes (a partir de 12 anos de idade):
1-2 cápsulas uma ou duas vezes ao dia. Dose máxima de
manutenção diária: 4 cápsulas. Durante uma piora da
asma39, a dose pode ser temporariamente aumentada para
um máximo de 4 cápsulas, 2 vezes ao dia, em adultos.
Crianças (a partir de 6 anos de idade): 1 cápsula duas
vezes ao dia. Dose máxima de manutenção diária: 2 cápsulas.
Os pacientes devem ser instruídos a usar o medicamento
mesmo quando estiverem assintomáticos, para obter o
benefício máximo da terapia.
Não é necessário efetuar qualquer ajuste da dose em
pacientes idosos.
Não existem dados disponíveis sobre o uso de ALENIA
(fumarato de formoterol/budesonida) em pacientes com
insuficiência hepática64 ou renal65. Uma vez que a budesonida
e o formoterol são essencialmente eliminados por metabolismo46
hepático, é previsível que se verifique um aumento
da exposição em pacientes com cirrose66 hepática67 grave.

Superdose da Alenia

A superdosagem do formoterol provavelmente conduziráaos efeitos típicos da estimulação excessiva beta-adrenérgica,
a saber: náusea11, vômitos55, cefaléia50, tremores, insônia,
palpitação68, taquicardia10, angina69 pectoris, hipertensão41
ou hipotensão70, arritmia71 ventricular, acidose metabólica72,
hipocalemia51 e hiperglicemia73.
São indicados a suspensão da medicação, tratamentos
sintomático74 e de suporte. É recomendado monitorização
cardíaca. Os casos graves devem ser hospitalizados.
Deve ser avaliado o uso de beta-bloqueador cardiosseletivo
com extrema cautela, já que o uso desta medicação
pode provocar broncoespasmo63.
Não é esperada que uma superdose aguda de budesonida,
mesmo em doses excessivas, constitua um problema
clínico. Quando utilizado cronicamente em doses excessivas,
podem ocorrer efeitos similares aos dos glicocorticosteróides
sistêmicos75.

Uso em Idosos da Alenia

Não há dados que justifiquem o ajuste da dose ou uma
atenção especial para essa população.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
MS - 1.1213.0308
Resp. Técn. Farm.: Luiz A. M. Mendes
CRF-SP nº 13559
No do lote, data de fabricação e validade:
vide cartucho.
Fabricado por:
Cipla Ltd. - Mumbai - Índia
5381
Cód. Laetus nº 64

ALENIA - Laboratório

BIOSINTETICA
Rua Periquito, 236 - Vl. Uberabinha
São Paulo/SP - CEP: 04514-050
Tel: 55 (011) 5561-2614
Fax: 55 (011)5561-2072
Site: http://www.biosintetica.com.br/

Ver outros medicamentos do laboratório "BIOSINTETICA"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
3 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
4 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
5 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
6 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
7 Fúngicas: Relativas à ou produzidas por fungo.
8 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
9 Cabeça:
10 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
11 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
12 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
13 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
14 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
15 Tuberculose: Doença infecciosa crônica produzida pelo bacilo de Koch (Mycobacterium tuberculosis). Produz doença pulmonar, podendo disseminar-se para qualquer outro órgão. Os sintomas de tuberculose pulmonar consistem em febre, tosse, expectoração, hemoptise, acompanhada de perda de peso e queda do estado geral. Em países em desenvolvimento (como o Brasil) aconselha-se a vacinação com uma cepa atenuada desta bactéria (vacina BCG).
16 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
17 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
18 Feocromocitoma: São tumores originários das células cromafins do eixo simpático-adrenomedular, caracterizados pela autonomia na produção de catecolaminas, mais freqüentemente adrenalina e/ou noradrenalina. A hipertensão arterial é a manifestação clínica mais comum, acometendo mais de 90% dos pacientes, geralmente resistente ao tratamento anti-hipertensivo convencional, mas podendo responder a bloqueadores alfa-adrenérgicos, bloqueadores dos canais de cálcio e nitroprussiato de sódio. A tríade clássica do feocromocitoma, associado à hipertensão arterial, é composta por cefaléia, sudorese intensa e palpitações.
19 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
20 Agonista: 1. Em farmacologia, agonista refere-se às ações ou aos estímulos provocados por uma resposta, referente ao aumento (ativação) ou diminuição (inibição) da atividade celular. Sendo uma droga receptiva. 2. Lutador. Na Grécia antiga, pessoa que se dedicava à ginástica para fortalecer o físico ou como preparação para o serviço militar.
21 Adrenérgico: Que age sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
22 Broncodilatador: Substância farmacologicamente ativa que promove a dilatação dos brônquios.
23 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
24 Histamina: Em fisiologia, é uma amina formada a partir do aminoácido histidina e liberada pelas células do sistema imunológico durante reações alérgicas, causando dilatação e maior permeabilidade de pequenos vasos sanguíneos. Ela é a substância responsável pelos sintomas de edema e irritação presentes em alergias.
25 Leucotrienos: É qualquer um dos metabólitos dos ácidos graxos poli-insaturados, especialmente o ácido araquidônico, que atua como mediador em processos alérgicos e inflamatórios.
26 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
27 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
28 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
29 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
30 Prostaglandinas: É qualquer uma das várias moléculas estruturalmente relacionadas, lipossolúveis, derivadas do ácido araquidônico. Ela tem função reguladora de diversas vias metabólicas.
31 Permeabilidade: Qualidade dos corpos que deixam passar através de seus poros outros corpos (fluidos, líquidos, gases, etc.).
32 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
33 Ensaios clínicos: Há três fases diferentes em um ensaio clínico. A Fase 1 é o primeiro teste de um tratamento em seres humanos para determinar se ele é seguro. A Fase 2 concentra-se em saber se um tratamento é eficaz. E a Fase 3 é o teste final antes da aprovação para determinar se o tratamento tem vantagens sobre os tratamentos padrões disponíveis.
34 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
35 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
36 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
37 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
38 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
39 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
40 Estrógeno: Grupo hormonal produzido principalmente pelos ovários e responsáveis por numerosas ações no organismo feminino (indução da primeira fase do ciclo menstrual, desenvolvimento dos ductos mamários, distribuição corporal do tecido adiposo em um padrão feminino, etc.).
41 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
42 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
43 Fúngica: Relativa à ou produzida por fungo.
44 Hipertireoidismo: Doença caracterizada por um aumento anormal da atividade dos hormônios tireoidianos. Pode ser produzido pela administração externa de hormônios tireoidianos (hipertireoidismo iatrogênico) ou pelo aumento de uma produção destes nas glândulas tireóideas. Seus sintomas, entre outros, são taquicardia, tremores finos, perda de peso, hiperatividade, exoftalmia.
45 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
46 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
47 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
48 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
49 Vertigens: O termo vem do latim “vertere” e quer dizer rodar. A definição clássica de vertigem é alucinação do movimento. O indivíduo vê os objetos do ambiente rodarem ao seu redor ou seu corpo rodar em relação ao ambiente.
50 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
51 Hipocalemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
52 Glicemia: Valor de concentração da glicose do sangue. Seus valores normais oscilam entre 70 e 110 miligramas por decilitro de sangue (mg/dl).
53 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
54 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
55 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
56 Candidíase: É o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
57 Sinusite: Infecção aguda ou crônica dos seios paranasais. Podem complicar o curso normal de um resfriado comum, acompanhando-se de febre e dor retro-ocular.
58 Faringite: Inflamação da mucosa faríngea em geral de causa bacteriana ou viral. Caracteriza-se por dor, dificuldade para engolir e vermelhidão da mucosa, acompanhada de exsudatos ou não.
59 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
60 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
61 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
62 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
63 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
64 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
65 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
66 Cirrose: Substituição do tecido normal de um órgão (freqüentemente do fígado) por um tecido cicatricial fibroso. Deve-se a uma agressão persistente, infecciosa, tóxica ou metabólica, que produz perda progressiva das células funcionalmente ativas. Leva progressivamente à perda funcional do órgão.
67 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
68 Palpitação: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
69 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
70 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
71 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
72 Acidose metabólica: A acidose metabólica é uma acidez excessiva do sangue caracterizada por uma concentração anormalmente baixa de bicarbonato no sangue. Quando um aumento do ácido ultrapassa o sistema tampão de amortecimento do pH do organismo, o sangue pode acidificar-se. Quando o pH do sangue diminui, a respiração torna-se mais profunda e mais rápida, porque o corpo tenta liberar o excesso de ácido diminuindo o volume do anidrido carbônico. Os rins também tentam compensá-lo por meio da excreção de uma maior quantidade de ácido na urina. Contudo, ambos os mecanismos podem ser ultrapassados se o corpo continuar a produzir excesso de ácido, o que conduz a uma acidose grave e ao coma. A gasometria arterial é essencial para o seu diagnóstico. O pH está baixo (menor que 7,35) e os níveis de bicarbonato estão diminuídos (<24 mmol/l). Devido à compensação respiratória (hiperventilação), o dióxido de carbono está diminuído e o oxigênio está aumentado.
73 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
74 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
75 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.

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