DYSPORT

BIOSINTETICA

Atualizado em 08/12/2014

DYSPORT®

Toxina1 Botulínica Tipo A - 500 U
RES ERVADO A USO HOSPITALAR OU CLÍNICA MÉDICA SOB PRESCRIÇÃO MÉDI CA

Advertências DYSPORT® (T oxina botulínica tipo A) somente deverá ser aplicado por
especialis tas exper ientes, os quais devem ter recebido or ientação e treinamento na
aplicação do produto.

Todos os frascos, incluindo aqueles com prazo de validade vencido e os mater iais
utilizados com a droga, devem ser cuidadosamente descar tados como todos os detr itos
de or igem médica.
Pacientes sedentár ios devem ser adver tidos no sentido de retornarem a suas
atividades lenta e cuidadosamente após administração de DYS PORT® (T oxina botulínica
tipo A).

Póliófilo injetável. Embalagem contendo 1 frasco-ampola com 500 U.
Cada frasco-ampola de 500 U contém:
Toxina1 botulínica tipo A .....................500 U
(Complexo tox ina-hemaglutinina tipo A de Clos tr idium botulinum)
Excipientes :
Solução de albumina2 humana ....................125 mcg
Lactose3 ....................2,5 mg
Cuidados de armazenamento: O produto deverá ser conservado sob refr igeração
(entre 2 e 8°C) e ao abr igo da luz. Após recons tituição com solução salina, deverá ser
utilizado dentro de 8 horas .
DYS PORT ® (T oxina botulínica tipo A) deve ser armazenado em refr igerador (entre 2 e
8°C) no hospital ou clínica médica onde as aplicações serão realizadas, não devendo
ser entregues ao paciente para es tocagem. DYS PORT ® (T oxina botulínica tipo A) não
deve ser congelado.
P r azo de val idade: Desde que sejam observados os cuidados de armazenamento,
DYS PORT ® (T oxina botulínica tipo A) apresenta prazo de validade de 12 meses. Não
utilize o produto após o vencimento do prazo de validade.
I ns t r uções para o uso/manipulação: Imediatamente após o t ratamento do
paciente, qualquer resíduo de Dyspor t ® ( T oxina bot ul ínica t ipo A) que pode
es tar presente no f r asco ou ser inga deve ser inat ivado com solução de
hipoclor ito di luído ( 1% de cloro disponível ). Então, todos os itens devem ser
descar t ados de acor do com prát icas hospitalares padronizadas. O
der ramamento de Dyspor t® (T oxina botulínica tipo A) deve ser limpo com um tecido4
absorvente embebido em solução de hipoclor ito diluído.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS .

Informações Técnicas de Dysport

DYS PORT ® (T oxina botulínica tipo A) é clas s ificado como agente paralisante da funçãoneuromuscular. O complexo tox ina-hemaglutinina tipo A de Clos tr idium botulinum
bloqueia a transmis são per ifér ica colinérgica5 na j unção neuromuscular através da ação
pré- s ináptica no local proximal6 à liberação de acetilcolina7. A tox ina age dentro dos
terminais nervosos antagonizando aqueles eventos que são iniciados através de Ca2+,
que culminam na liberação do transmis sor. Ela não deve afetar a transmis são
colinérgica5 pós -ganglional ou a transmis são s impática pós -ganglional.
A ação da tox ina envolve um pas so inicial de adsorção onde a tox ina adere rápida e
avidamente à membrana do nervo pré- s ináptico. A seguir exis te um pas so de
internalização em que a tox ina atraves sa a membrana pré- s ináptica, sem causar um
início de paralisia8. Finalmente, a tox ina inibe a liberação de acetilcolina7,
comprometendo o mecanismo de liberação da acetilcolina7 intermediada pelo Ca2+,
diminuindo as s im o potencial final da placa9, provocando a paralisia8.
A recuperação da transmis são de impuls o ocor re gradualmente quando novos
terminais nervosos se desenvolvem e é feito contato com o final da placa9, um proces so
que requer de 6 - 8 semanas em exper iência animal.
Es tudos farmacocinéticos com toxina1 botulínica em modelos animais apresentam
dificuldades de realização devido à alta potência, às pequenas doses envolvidas, ao
elevado peso molecular do compos to e à dificuldade de marcar a tox ina para produz ir
uma atividade específica suficientemente elevada.
Es tudos usando tox ina marcada com I 125 mos traram que a ligação do receptor é
específica e saturável, e a alta dens idade dos receptores da tox ina é um fator que
contr ibui para sua potência elevada. Es tudos em macacos demonstraram que, em
doses baixas, houve início de efeito entre 2 - 3 dias, com efeito máx imo em 5 - 6 dias
após a inj eção. A duração da ação, medida através de mudanças do alinhamento
ocular e paralisia8 muscular, var iou entre 2 semanas e 8 meses. Es te modelo é
observado também no homem, sendo atr ibuído ao proces so de ligação, internalização
e mudanças na j unção neuromuscular .
O produto es tá indicado para o tratamento de blefarospasmo, espasmo10 hemifacial,
torcicolo11 espasmódico, espas ticidade, linhas faciais hiper funcionais e hiper idros e em
adultos.
Dyspor t® (T oxina botulínica tipo A) é também indicado para o tratamento da
espas ticidade na deformidade do pé eqüino dinâmico em pacientes pediátr icos
por tadores de paralisia8 cerebral com capacidade de deambulação12. Pode ser aplicado
em pacientes a par tir de dois anos de idade, apenas em centros hospitalares
especializados, com equipe apropr iadamente treinada.

-CONTRA-INDICAÇÕES:
O produto es tá contra- indicado em pacientes que apresentem
hiper sens ibilidade à tox ina botulínica ou qualquer outro componente da formulação.
Es tá contra- indicado na gravidez13 .

Cuidados e Precauções Especiais de Dysport

O tratamento com DYS PORT ® (T oxina
botulínica tipo A) somente deverá ser aplicado por especialis tas exper ientes, os quais
devem ter recebido or ientações e treinamento na aplicação de DYS PORT ® (T oxina
botulínica tipo A).
Avaliação cautelosa deve ser feita antes de nova aplicação em pacientes que
apresentaram reação alérgica14 prévia. Os r iscos de nova reação alérgica14 devem ser
avaliados frente aos benefícios do tratamento.
O produto somente poderá ser utilizado, sob cuidadosa monitoração, em paciente com
evidências clínicas ou subclínicas de deficiência na transmis são neuromuscular. Tais
pacientes podem apresentar sens ibilidade aumentada ao Dyspor t® (T oxina botulínica
tipo A), podendo resultar em exces s iva fraqueza muscular.
Não há referência sobre res is tência imunológica em pacientes com blefarospasmo ou
espasmo10 hemifacial que foram tratados localmente e de acordo com as doses
recomendadas para es tas alterações. Entretanto, pequeno número de pacientes que
receberam terapia com Dyspor t® (T oxina botulínica tipo A) para tratamento de
torcicolo11 espasmódico e um paciente por tador de paralis ia cerebral pediátr ica
apresentaram formação de anticorpos15. Nes tes casos, ver ificou- se, clinicamente,
redução de respos ta terapêutica16 e neces s idade de aumento de dose.
Es te produto contém uma pequena quantidade de albumina2 humana. Por tanto, não
deve ser excluído o r isco de transmis são de infecção17 viral proveniente do uso de
der ivados ou sangue18 humano, ainda não detectável preventivamente pela tecnologia
atual.
Nos casos de hiper idrose, antes de se iniciar o tratamento, deve- s e excluir as causas
secundár ias: menopausa19, obes idade, uso de drogas (como antidepres s ivos ), dis túrbios
endócr inos (hipoglicemia20, hiper tireoidismo, feocromocitoma21), dis túrbios neurológicos
que envolvem des regulação autonômica e ps iquiátr icas, como a fobia22 social.
Devido à falta de uma unidade internacional, Dyspor t® (T oxina botulínica tipo A) não é
terapeuticamente equivalente à outra preparação de tox ina botulínica tipo A disponível
no mercado bras ileiro. As potências de Dyspor t® (T oxina botulínica tipo A) e da outra
preparação de tox ina botulínica tipo A são baseadas em diferentes métodos de ensaio.
Se for neces sár io subs tituir a outra preparação de tox ina botulínica tipo A por Dyspor t®
(T oxina botulínica tipo A), é recomendado utilizar uma razão de aprox imadamente três
unidades de Dyspor t® (T oxina botulínica tipo A) para uma unidade da outra preparação
de tox ina botulínica tipo A, a fim de s e evitar reações adversas e para se atingir efeitos
s imilares .
Gravidez13 e lactação23: O produto es tá clas s ificado como categor ia C. Es tudos
teratológicos e outros es tudos reprodutivos não foram realizados com DYS PORT ®
(T oxina botulínica tipo A). Como ainda não ex is tem dados sobre a segurança do seu
uso em mulheres grávidas ou em fase de lactação23, DYS PORT ® (T oxina botulínica tipo
A) somente deverá ser administrado em mulheres grávidas se for indispensavelmente
neces sár io. Não ex is tem dados disponíveis se DYS PORT ® (T oxina botulínica tipo A) é
excretado pelo leite humano, porém, como muitas drogas são excretadas pelo leite
humano, devem ser tomadas as devidas precauções quando o produto for
adminis trado a mulheres que es tejam amamentando.
Uso pediátr ico: A segurança e eficácia do tratamento com Dyspor t® (T oxina botulínica
tipo A) de torcicolo11 espasmódico, blefarospasmo, espasmo10 hemifacial, linhas faciais
hiper funcionais e hiper idrose em cr ianças não foram es tabelecidas. Dyspor t® (T oxina
botulínica tipo A) é indicado em pacientes pediátr icos, a par tir de dois anos de idade,
somente para o tratamento da espas ticidade na deformidade do pé eqüino dinâmico, e
em por tadores de paralis ia cerebral com capacidade de deambulação12. Pode ser
aplicado apenas em centros hospitalares especializados, com equipe apropr iadamente
treinada. E feitos sobre a habi lidade de di r igir e usar máquinas: Desconhecidos .
Nota: A eficácia e a segurança de DYS PORT ® (T oxina botulínica tipo A) dependem do
armazenamento adequado do produto, seleção cor reta da dos e e técnicas apropr iadas
de recons tituição e adminis tração. Os médicos que fizerem uso do DYS PORT ® (T oxina
botulínica tipo A) em seus pacientes devem conhecer profundamente a anatomia e a
fis iologia neuromuscular, bem como es tar a par de quaisquer alterações anatômicas
que pos s ivelmente podem ocor rer após procedimentos cirúrgicos anter iores. Devem
conhecer também técnicas -padrão de eletromiografia24. Como qualquer outro produto de
or igem biológica, a aplicação de DYS PORT ® (T oxina botulínica tipo A) pode provocar
reações anafiláticas25, por isso, devem es tar disponíveis as medicações para combatêlas.

Interações Medicamentosas de Dysport

O efeito da tox ina botulínica pode serpotencializado por antibióticos aminoglicos ídeos ou quaisquer outras drogas que
inter firam com a transmis são neuromuscular. Os pacientes que fazem uso des sas
drogas devem ser cuidadosamente obser vados quando utilizarem DYS PORT ® (T oxina
botulínica tipo A).

Reações Adversas de Dysport

Reações adversas com o tratamento com Dyspor t® (T oxina
botulínica tipo A) es tão relacionadas, em geral, com a fraqueza temporár ia da
musculatura adjacente, que pode ser minimizada com uso de doses mínimas nos
grupamentos mais envolvidos com a patologia26.
a) R eações adver sas no t r atamento de blefar ospasmo e espasmo10 hemifacial
I njeções profundas ou pos icionadas incor retamente de DYS PORT ® (T oxina botulínica
tipo A) podem paralisar temporar iamente grupos musculares próximos. Exacerbação
de anormalidades pré-exis tentes das pálpebras27 ou cor reção exces s iva inicial (altas
doses) pode produz ir ptose28, reação adver sa mais comum. Alguns pacientes podem
apresentar também diplopia29 ou s intomas de comprometimento de músculos30 do terço
médio da face31. A expectativa é de que es tas reações adversas poderão ser resolvidas
dentro de duas a quatro semanas .
Queratite e secura dos olhos32 devido à redução do piscar foram também relatadas,
recomendando- se uso de lágr imas ar tificiais. Equimoses33 e edema34 palpebral podem
ocor rer após a aplicação, porém, são de cur ta duração. Oftalmoplegia ex terna
rever s ível foi relatada após dosagem exces s iva.
As aplicações podem es tar as sociadas à sensação de queimação durante 1 - 2 minutos
após a infiltração.
Reações alérgicas como "rash35" cutâneo36 e s intomas parecidos com gr ipe foram notados
ocas ionalmente.
b) R eações adver sas durante o t r atamento de tor cicolo espasmódico
I njeções profundas ou pos icionadas incor retamente de DYS PORT ® (T oxina botulínica
tipo A) podem paralisar temporar iamente grupos musculares próximos .
As aplicações podem es tar as sociadas à sensação de queimação durante 1 - 2 minutos
após a infiltração.
O evento adver so relatado com maior freqüência em pacientes tratados de torcicolo11 foi
dis fagia. Em ensaio duplo-cego controlado por placebo37, a incidência38 de dis fagia foi de
29% no tratamento com 500 unidades de DYS PORT ® (T oxina botulínica tipo A) e de
10% no grupo placebo37. I s to parece ser dose-dependente, ocor rendo mais
freqüentemente após injeções aplicadas no músculo es ternocleidomas toideo. Dieta
leve pode ser neces sár ia até o desaparecimento dos s intomas. Nos pacientes
severamente afetados, a lar ingoscopia identificou acúmulo de saliva. Aspiração pode
ocor rer raramente e pode ser uma preocupação potencial em pacientes com problemas
respiratór ios pré-exis tentes. Eventos relatados com menor freqüência incluem fraqueza
dos músculos do pescoço39, secura da boca40 e mudança na voz. Fraqueza mais
generalizada e dis túrbios visuais (inclus ive diplopia29 e visão41 embaçada) foram relatados
ocas ionalmente.
Dificuldades respiratór ias foram observadas em raras ocas iões as sociadas a altas
doses. Espera- se que es tes efeitos colaterais42 pos sam ser resolvidos de duas a quatro
semanas .
Reações alérgicas como "rash35" cutâneo36 e s intomas parecidos com gr ipe foram notados
ocas ionalmente.
c) R eações adver sas na espas t icidade
Espas ticidade da paralis ia cerebral pediátr ica: A incidência38 de eventos adver sos foi
avaliada por três estudos prospectivos envolvendo 142 pacientes tratados com
Dyspor t® (T oxina botulínica tipo A) e 75 pacientes tratados com placebo37.
Os eventos adver sos com uma incidência38 •  5% após o tratamento com Dyspor t®
(T oxina botulínica tipo A) foram: dor na perna (8% ), far ingite (8% ), lesão43 acidental
(7% ), bronquite (6% ) e febre44 (6% ). Aqueles com incidência38 de 1% a 5% foram:
infecção17 viral (5% ), infecção17 (4% ), r inite (4% ), convulsão45 (4% ), infecção17 de vias
respiratór ias super iores (4% ), as tenia (3% ), asma46 (3% ), tos se (3% ), vômitos47 (3% ),
res fr iado (2% ), diar réia (2% ), incontinência48 ur inár ia (2% ), dis túrbio da marcha (1% ),
gas troenter ite (1% ), lar ingite (1% ) e sonolência (1% ).
A incidência38 de muitos des ses eventos adversos (far ingite, bronquite, febre44, infecção17
viral, r inite, infecção17 de vias respiratór ias super iores, tos se, vômitos47, res fr iado) foi
s imilar em pacientes tratados com placebo37 e, provavelmente, indica um espectro de
doenças típicas na população pediátr ica. Também a incidência38 de convulsões foi
idêntica nos pacientes tratados com placebo37, e reflete um dos mais freqüentes
problemas concomitantes as sociados com paralisia8 cerebral.
A incidência38 de lesão43 acidental (quedas) demons trou a maior diferença com pacientes
tratados com placebo37 (1% ), e é provável que es ses eventos adversos sejam devido ao
enfraquecimento exces s ivo do músculo alvo e/ou a difusão local de Dyspor t® (T oxina
botulínica tipo A) para outros músculos30 envolvidos na deambulação12 e equilíbr io. Os
relatos de dis túrbios da marcha também podem resultar de tal efeito. Outra reação
adver sa local foi dor na perna; predominantemente dor na pantur r ilha. Embora es sa
dor pareça ser dis tinta de qualquer dor exper imentada pela inj eção em s i, ela também
foi relatada em 5% dos tratamentos com placebo37. As tenia e incontinência48 ur inár ia
foram as sociadas com doses maiores de Dyspor t® (T oxina botulínica tipo A) (20-30
U/kg), que pode ser o resultado de difusão s is têmica da tox ina.
Espas ticidade em adultos: Fraqueza muscular é o evento adver so mais comumente
relatado em es tudos clínicos e na literatura para es ta população de pacientes. No
es tudo pivô usando Dyspor t® (T oxina botulínica tipo A) para espas ticidade em
membros infer iores após acidente vascular cerebral49, os eventos adver sos mais
freqüentes foram dor (10% ), as tenia (8,3% ), mias tenia, boca40 seca, vômitos47, lesão43
acidental, s índrome gr ipal e ambliopia50 (cada um com incidência38 de 3,3% ). A maior ia
dos eventos se resolveu em 2 semanas .
Nos dois es tudos pivôs usando Dyspor t® (T oxina botulínica tipo A) para espas ticidade
em membros super iores após acidente vascular cerebral49, os eventos adversos mais
freqüentes foram infecção17 (8,2% ), s índrome gr ipal (6,1% ), boca40 seca, mias tenia, dor,
cons tipação, diar réia, far ingite e sonolência (cada um com incidência38 de 4,1% ). A
maior ia dos eventos desapareceu em 2 semanas .
Dis fagia foi relatada com doses exces sivas de 2.700 U, dadas em uma dose ou quando
em doses divididas separadas por 12 semanas. Nenhum caso foi relatado nos es tudos
pivôs .
d) R eações adver sas no t r atamento de linhas faciais hiper funcionais e
hiper idr ose
Podem ocor rer raramente ptose28 palpebral, cefaléia51, dor transitór ia moderada durante
algumas horas após a aplicação. No tratamento de rugas frontais podem ocor rer ptose28
das sobrancelhas52, perda de expres s ividade causada pela inj eção do músculo frontal
lateral à linha mediopupilar e as s imetr ias. Deve- s e evitar aplicação na região per iorbital
em pacientes com bolsas palpebrais, pois há pos s ibilidade de acentuação das
mesmas .
Na hiper idrose, fraqueza de músculos30 adjacentes e dor nos sítios de injeção53 são mais
comuns no tratamento da região palmar54 .

Posologia e Método de Administração de Dysport

a) B lefarospasmo e espasmohemi facial
P osologia: Adultos e idosos: No tratamento de blefarospasmo bilateral, a dose inicial
recomendada é de 120 Unidades (abreviação = U) por olho55. I njeções de 0,1 mL (20 U)
devem ser aplicadas medialmente e injeções de 0,2 mL (40 U) devem ser aplicadas
lateralmente na j unção entre as regiões pré- septal e orbital de ambos os músculos30
orbiculares infer ior e super ior de cada olho55.
Para inj eções na pálpebra super ior, a agulha deve ser direcionada para fora de seu
centro, para evitar o músculo elevador da pálpebra.
(OBS .: inser ir a figura aqui)
Espera- se o início do alívio dos s intomas entre 2 a 4 dias, com efeito máx imo dentro
de duas semanas. As injeções devem ser repetidas aproximadamente a cada 8
semanas ou quando neces sár io para evitar reaparecimento dos s intomas. Nas
adminis trações subseqüentes, pode- se reduz ir a dose para 80 U por olho55: 0,1 mL (20
U) medialmente e 0,1 mL (20 U) lateralmente acima e abaixo de cada olho55, da
maneira des cr ita anter iormente. A dose total pode ser pos ter iormente reduz ida para
60 unidades por olho55, mediante supres são da inj eção medial infer ior. Nos casos de
blefarospasmo unilateral, as aplicações deverão ser limitadas para o olho55 afetado.
Pacientes com espasmo10 hemifacial devem ser tratados tal como no blefarospasmo
unilateral. As doses recomendadas para adultos de todas as idades, incluindo idosos,
es tão dentro dos padrões pré-es tabelecidos .
Método de adminis t r ação: A porção central da tampa (vedação de bor racha)
expos ta ao ambiente deve ser limpa com álcool imediatamente antes de se per furar a
tampa de bor racha. Devem ser usadas agulhas es téreis de calibre 23 ou 25.
Para o tratamento de blefarospasmo e espasmo10 hemifacial, o produto deverá ser
recons tituído com 2,5 mL de solução de cloreto de sódio para inj etáveis (0,9% ),
obtendo- se solução contendo 200 U/mL de DYS PORT ® (T oxina botulínica tipo A).
DYS PORT ® (T oxina botulínica tipo A) deverá ser administrado através de injeção53
subcutânea56 aplicada medialmente e lateralmente na j unção entre as regiões pré- septal
e orbital de ambos os músculos30 orbiculares super ior e infer ior de cada olho55.
b) T orcicolo espasmódico
P osologia: As doses recomendadas para torcicolo11 incluem adultos de todas as idades
com peso normal e sem evidência de baixa mas sa muscular cervical. A redução da
dos e é neces sár ia quando o paciente es tiver abaixo do pes o ou no idoso com redução
da mas sa muscular .
A dose inicial recomendada para o tratamento de torcicolo11 espasmódico é de 500 U por
paciente, adminis trada em doses múltiplas e aplicadas em dois ou três músculos30
dis tônicos do pescoço57.
Para torcicolo11 rotacional dis tr ibuir as 500 U, sendo 350 U no músculo esplênio do
pescoço57, homolateral à direção da rotação queixo/cabeça58, e 150 U no músculo
es ternocleidomas toideo, contralateral à rotação.
Para laterocolo, dis tr ibuir as 500 U, adminis trando 350 U no esplênio do pescoço57
homolateral e 150 U no músculo es ternocleidomas toideo homolateral. Nos casos
as sociados com elevação do ombro, o músculo trapéz io homolateral ou músculo
elevador da es cápula podem também requerer tratamento, de acordo com a hiper trofia
vis ível do músculo ou com a eletromiografia24 (EMG).
Quando for neces sár ia a injeção53 em três músculos30, dis tr ibuir as 500 U conforme
segue: 300 U no esplênio do pescoço57, 100 U no es ternocleidomas toideo e 100 U no
terceiro músculo.
Para retrocolo, dis tr ibuir as 500 U em cada mús culo esplênio do pescoço57 (250 U por
músculo). Se houver respos ta ineficiente, pode ser neces sár ia complementação
bilateral no trapéz io (até 250 U por músculo) após 6 semanas. I njeções bilaterais no
esplênio do pescoço57 podem aumentar o r isco de fraqueza nos músculos do pescoço39.
T odas as outras formas de torcicolo11 são altamente dependentes de conhecimentos
especializados e uso da EMG para o tratamento dos músculos30 dis tônicos.
A EMG deverá ser usada como diagnós tico de todas as formas complexas de torcicolos,
para reavaliação de casos não complexos sem suces so, para or ientar aplicações em
músculos30 profundos, em pacientes com baixo pes o ou com músculos do pescoço39 pouco
palpáveis .
Em adminis trações subseqüentes, as doses podem ser ajus tadas de acordo com a
respos ta clínica e as reações adversas observadas. É recomendado utilizar doses
dentro da faixa de 250 U - 1.000 U. Altas doses podem ser acompanhadas por
aumento de reações adversas, par ticularmente dis fagia. Doses acima de 1. 000 U não
são recomendadas.
O alívio dos s intomas de torcicolo11 geralmente ocor re dentro de uma semana após a
aplicação do produto. As aplicações devem ser repetidas a cada 8 a 12 semanas
aproximadamente ou quando neces sár io para evitar reincidência59 dos s intomas .
Método de adminis t r ação: A porção central da tampa (vedação de bor racha)
expos ta ao ambiente deve ser limpa com álcool imediatamente antes de se per furar a
tampa de bor racha. Devem ser usadas agulhas es téreis de calibre 23 ou 25.
Para o tratamento de torcicolo11 espasmódico, o produto é recons tituído com 1 mL de
solução de cloreto de sódio para inj etáveis (0,9% ) e solução final contendo 500 U/mL
de DYS PORT ® (T oxina botulínica tipo A). O produto deverá ser adminis trado através de
injeção intramuscular60 tal como descr ito no tratamento de torcicolo11 espasmódico.
c) Espast icidade na par al is ia cer ebr al pediát r ica
P osologia: No tratamento da espas ticidade na deformidade do pé eqüino dinâmico em
pacientes pediátr icos, com dois anos de idade ou mais velhos, por tadores de paralisia8
cerebral com capacidade de deambulação12:
A dose inicial recomendada é de 20 U/kg de peso corporal, divididas em ambos
músculos30 da pantur r ilha. Se apenas uma pantur r ilha es tiver comprometida, a dose
recomendada é de 10 U/kg de peso corporal. Deve- se cons iderar a redução des ta dose
inicial se houver evidências que sugiram que es ta dose pode levar à fraqueza exces s iva
dos músculos30 alvos, como em pacientes cujos músculos30 alvos são pequenos ou que
neces s item de injeções concomitantes em outros grupos musculares. Após avaliação
da respos ta à dose inicial, a dose subseqüente pode ser titulada dentro da faixa de 10
U/kg a 30 U/kg, divididas em ambas as pernas. A máx ima dose adminis trada não deve
exceder 1.000 U por paciente.
A adminis tração deve ser pr imar iamente dir igida ao músculo gas trocnêmio, embora
injeções aos músculos30 sóleo61 e tibial pos ter ior devem também ser cons ideradas .
O uso de eletromiografia24 (EMG) não é rotina na prática clínica, mas pode aj udar na
identificação dos músculos30 mais ativos .
A melhora clínica pode ser esperada dentro de duas semanas após as injeções. As
aplicações podem ser repetidas a cada 16 semanas ou quando neces sár io para se
manter a respos ta, porém não antes de 8 semanas .
Método de adminis t r ação: A porção central da tampa (vedação de bor racha)
expos ta ao ambiente deve ser limpa com álcool imediatamente antes de se per furar a
tampa de bor racha. Devem ser usadas agulhas es téreis de calibre 23 ou 25.
Para o tratamento da espas ticidade da paralisia8 cerebral pediátr ica, o produto é
recons tituído com 1 mL de solução de cloreto de sódio para inj etáveis (0,9% ) para
obter uma solução contendo 500 U/mL de Dyspor t® (T oxina botulínica tipo A). O
produto é adminis trado através de injeção intramuscular60 nos músculos30 da pantur r ilha
no tratamento da espas ticidade.
d) Espast icidade em adultos P os ologia: É neces sár io um enfoque individualizado
par a a determinação da dosagem a ser utilizada em função do peso, idade e sexo do
paciente, da dis tr ibuição da espas ticidade, mas sa muscular, número de músculos30
injetados, grau de hiper tonia, resultado de aplicações anter iores, duração esperada do
tratamento e r isco de fraqueza exces s iva. A dose máx ima recomendada por ses são de
aplicações é de 1.000 U. As aplicações não devem ser mais freqüentes que a cada 8
semanas .
Doses usuais de Dyspor t® (T oxina botulínica tipo A) injetadas em músculos30 dos
membros super iores. Es sas doses podem ser diminuídas ou elevadas em função dos
fatores citados acima.
Músculo Doses DYS PORT ® S ítios de aplicação
Grande Dor sal 150 - 300 U 2-3
Peitoral Maior* 150 - 300 U 1-2
Redondo Maior 90 - 150 U 1
Redondo Menor* 60 - 120 U 1
Deltóide* 120 - 180 U 1-2
Bíceps Braquial 150 - 300 U 2-4
T r íceps Braquial 100 - 300 U 2-3
Braquior radial 60 - 180 U 1
Pronador Redondo 90 - 180 U 1
Pronador Quadrado 60 - 90 U 1
Flexor Ulnar do Carpo 30 - 120 U 1-2
Extensor do Punho* 30 - 100 U 1-2
Flexor Radial do Carpo 60 - 180 U 1-2
Palmar54 Longo* 60 - 150 U 1-2
Flexor S uper ficial Dedos 30 - 120 U 1-2
Flexor Profundo Dedos 30 - 90 U 1-2
Flexor Longo Polegar 20 - 70 U 1
Oponente Polegar 30 - 60 U 1
Adutor Polegar 30 - 60 U 1
I ntr ínsecos da Mão62 (Lumbr icais - por músculo) 15 - 20 U 1
* Músculos30 pouco injetados .
Doses usuais de Dyspor t® (T oxina botulínica tipo A) injetadas em músculos30 dos
membros infer iores. Es sas doses podem ser diminuídas ou elevadas em função dos
fatores citados acima.
Músculo Doses DYS PORT ® S ítios de aplicação
Paraver tebral Lombar 150 - 600 U 2-6
Glúteo Mínimo 120 - 180 U 1
Adutores da Coxa63 150 - 500 U 2-6
Reto64 Femoral 90 - 300 U 1-3
I squiotibiais 150 - 400 U 2-6
Gas trocnêmio 150 - 600 U 2-4
S óleo 100 - 300 U 1-2
T ibial Pos ter ior 90 - 180 U 1-2
Flexor Longo Ar telhos 90 - 120 U 1-2
Flexor Cur to Ar telhos 60 - 100 U 1
Flexor Longo Hálux65 60 - 150 U 1
Flexor Cur to Hálux65 30 - 90 U 1

Método de adminis tração: A porção central da tampa (vedação de bor racha)
expos ta ao ambiente deve ser limpa com álcool imediatamente antes de se per furar a
tampa de bor racha. Devem ser usadas agulhas es téreis de calibre 23 ou 25.
Dyspor t® (T oxina botulínica tipo A) pode ser recons tituído com 2,5 mL de solução de
cloreto de sódio para inj etáveis (0,9% ) para obter uma solução contendo 200 U/mL de
Dyspor t® (T oxina botulínica tipo A). O produto é adminis trado através de injeção53
intramuscular nos músculos30 recomendados acima, de acordo com sua contr ibuição à
espas ticidade.
Uma técnica de injeção53 baseada na eletromiografia24 (EMG) é desejável e de fato
neces sár ia na região dos músculos30 do antebraço66. A eletromiografia24 as segura que a
injeção53 seja intramuscular e aux ilia na busca por s ítios de injeção53 apropr iados. Um
cr itér io é a atividade elétr ica detectável no es tiramento rápido ou espontâneo.
Alternativamente, o "ponto motor" pode ser buscado através da es timulação muscular
elétr ica. Uma inj eção não baseada na eletromiografia24 é aceitável em músculos30 grandes
e/ou super ficiais .
e) Hiper idrose e l inhas faciais hiper funcionais

Posologia de Dysport

1) Em hiper idrose ax ilar de moderada a grave, a dose total utilizada por axila é de
100-250 U. Após a identificação apropr iada das áreas hiper idróticas pelo tes te iodoamido
de Minor, delimita- se 10-25 pontos com dis tr ibuição uniforme. Após as seps ia
local, cada s ítio de injeção53 recebe 10 U de Dyspor t® (T oxina botulínica tipo A)
subdérmico. A neces s idade de repetição das injeções tem prazo var iável, em média 6
meses. Na hiper idrose palmar54, a dose total usual utilizada por palma é de 100 a 150 U,
dis tr ibuídas em 10-15 s ítios diferentes de injeção subcutânea67, sendo 10 U por s ítio.
2) Para o tratamento de linhas faciais hiper funcionais recomenda- se a utilização da
eletromiografia24 para obtenção do máx imo efeito terapêutico com as mínimas doses
pos s íveis.
A dose deverá ser estabelecida pelo médico baseado na força e cinética68 muscular do
paciente.
A aplicação deve ser feita por via IM no músculo as sociado à linha hiper funcional, com
ser inga e agulha de insulina69 de 30 G ½. O volume pode var iar de acordo com a
recons tituição (diluição) que o médico j ulgar mais apropr iado para cada paciente.
Na região glabelar recomenda- se uso de 60 a 80 U no total, para os dois lados,
dis tr ibuídas entre os músculos30 prócero e a par te medial do cor rugador. Divide- se a
dos e em 15 a 20 U para o prócero, 10 a 12 U par a a par te medial do cor rugador e 6 a
9 U para o músculo orbicular, logo acima da região medial do cor rugador. As injeções
no músculo prócero são realizadas na j unção entre a borda ós sea e uma linha
imaginár ia que pas sa na altura do início dos supercílios. As aplicações seguintes
ocor rem na j unção entre uma linha que pas sa no canto interno dos olhos32 e na borda
super ior do os so orbital; os próximos pontos ficam 1 cm acima des tes. Em homens,
cuja musculatura responsável por estas rugas pos suem maior massa muscular, podese
acrescentar mais 1 ponto de aplicação de cada lado s ituado 1 cm acima da borda do
os s o orbital e de uma linha ver tical que pas sa na altura das pupilas. É impor tante que
seja 1 cm acima do supercílio para evitar ptose28 palpebral.
Pés de galinha: 30 a 45 U cada lado, dis tr ibuídas em três pontos de 10 a 15 U ao nível
do canto do olho55 e 1 cm lateral à parede lateral da órbita. O outro ponto fica a 1,5 cm
infer ior a es te e ligeiramente medial ao pr imeiro ponto de aplicação. Pode- se
mas sagear gentil mas firmemente em direção ex terna, pois is to produz melhor
resultado. Pode- se aumentar pontos de aplicação (mais super ior), lembrando que o
efeito da tox ina s e es tende em média num raio de 1 cm a par tir do ponto de aplicação.
Es ta aplicação pode levar à diplopia29, ectrópio70, sor r iso as s imétr ico devido ao
comprometimento do z igomático maior. Para evitar es ta complicação deve- se injetar
no mínimo 1 cm fora da borda ós sea da órbita e não injetar próxima à margem infer ior
do z igoma.
Linhas hor izontais da região frontal: de 30 a 45 U para tratamento parcial e de 60 a 80
U para paralisia8 total. Uma linha imaginár ia é traçada hor izontalmente através da
fronte entre os supercílios e a linha do cabelo71. Colocam- se 6 U em cada ponto,
podendo iniciar na linha ver tical que pas sa sobre cada pupila. Duas injeções adicionais
nas mesmas doses são aplicadas entre es tes dois s ítios, de forma que produzam 4
pontos eqüidis tantes nes ta linha hor izontal. Mas sagear com firmeza es tes pontos .
Pescoço57 (platisma): 90 a 180 U no total para ambos os lados; doses maiores podem
provocar dis fagia ou fraqueza de musculatura do pescoço57 por ação da tox ina na
musculatura próxima ao local da aplicação. I ns truir o paciente a contrair o platisma
para evidenciar as bandas platismais. Um total de 45 U é injetado em 3 pontos (15 U
cada). Normalmente, 2 a 4 faixas são injetadas em cada ses são, totalizando 90 a 180
U; as linhas hor izontais são tratadas aplicando- se 60 a 90 U ao longo da linha em
intervalos aproximados de 2 a 3 cm.
Rugas da região super ior do lábio72: 6 a 27 U, sendo 3 a 6 U por linha. I niciar com a
menor dos e e mais super ficialmente para não comprometer a função de fechamento da
boca40.
Sulco nasolabial: 6 a 10 U de cada lado, com localização por EMG do músculo
levantador do lábio72 super ior e da asa do nar iz .
Região mentoniana: 15 a 30 U. I njeções nesta área podem facilmente levar à
incompetência da boca40. Utilizar a menor dose inicial. Graduar o enfraquecimento
através de outras aplicações em vis itas seqüenciais. O efeito inicia- se em média 24 a
72 horas após a aplicação e per s is te por 4 a 6 meses .
Método de adminis t r ação: A porção central da tampa (vedação de bor racha)
expos ta ao ambiente deve ser limpa com álcool imediatamente antes da per furação.
RECONSTITUIÇÃO DE DYSPORT ® (T oxina botulínica tipo A)
S olução salina 0,9% Unidades / 0,1 mL
1,66 mL 30 U
2,5 mL 20 U
3,3 mL 15 U
Para o tratamento de linhas faciais hiper funcionais e hiper idrose, a recons tituição
(diluição) deverá seguir indicação da tabela RECONS T I T UI ÇÃO DE DYS PORT ® (T oxina
botulínica tipo A) apresentada acima. O médico deverá j ulgar a dose cor reta baseandose
na clínica do paciente.
Para o tratamento de hiper idrose ax ilar e palmar54, o produto deverá ser recons tituído
com solução de cloreto de sódio para inj etáveis (0,9% ). O produto deverá ser
adminis trado através de injeção53 subdérmica, com agulha usualmente de calibre 30,
nas áreas hiper idróticas previamente determinadas.
Alguns es tudos não utilizaram anes tés icos, outros utilizaram res fr iamento local da
palma ou bloqueios dos nervos mediano e ulnar para minimizar a dor .
Para o tratamento de linhas faciais hiper funcionais, o produto deverá ser recons tituído
com solução de cloreto de sódio para inj etáveis (0,9% ). O produto deverá ser
adminis trado através de injeção intramuscular60, com agulha usualmente de calibre 30,
nas áreas previamente es tudadas .

Superdose de Dysport

Doses excessivas podem produzir paralis ia neuromuscular dis tante e
intensa. S upor te respiratór io pode ser neces sár io se doses exces s ivas provocarem
paralis ia dos músculos30 respiratór ios. Não ex is te antídoto73 específico; não se deve
esperar que a antitox ina seja benéfica e cuidados gerais de supor te são
recomendados .
ESTE PRODUTO É UM NOVO MEDICAMENTO E EMBORA AS PESQUISAS TENHAM
INDICADO EFICI ÊNCIA E SEGURANÇA, QUANDO CORRETAMENTE INDICADO, PODEM
OCORRER REAÇÕES ADVERSAS IMPREVISÍVEIS , AINDA NÃO DESCRITAS OU
CONHECIDAS . EM CASO DE SUSPEITA DE REAÇÃO ADVERSA, O MÉDI CO
RES PONSÁVEL DEVE S ER NOTIFICADO.
MS - 1.1213.0220
Resp. T écn. Farm.: Luiz A. M. Mendes - CRF- SP nº 13.559
Nº do lote, data de fabr icação e validade: vide car tucho.
Fabr icado por:
I psen Biopharm Limited - Reino Unido - para Beaufour Ipsen I nternational (França)
(Logotipo Bios intética)
Impor tado e dis tr ibuído por:
Laboratór ios Bios intética Ltda.
Av. das Nações Unidas, 22.428
S ão Paulo - S P
CNPJ nº 53.162.095/0001-06
I ndús tr ia Bras ileira
Atendimento ao Cons umidor: 0800-15-1036

DYSPORT - Laboratório

BIOSINTETICA
Rua Periquito, 236 - Vl. Uberabinha
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Tel: 55 (011) 5561-2614
Fax: 55 (011)5561-2072
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Complementos

1 Toxina: Substância tóxica, especialmente uma proteína, produzida durante o metabolismo e o crescimento de certos microrganismos, animais e plantas, capaz de provocar a formação de anticorpos ou antitoxinas.
2 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
3 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
4 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
5 Colinérgica: 1. Relativo a ou semelhante à acetilcolina, especialmente quanto à ação fisiológica. 2. Diz-se das sinapses ou das fibras nervosas que liberam ou são ativadas pela acetilcolina.
6 Proximal: 1. Que se localiza próximo do centro, do ponto de origem ou do ponto de união. 2. Em anatomia geral, significa o mais próximo do tronco (no caso dos membros) ou do ponto de origem (no caso de vasos e nervos). Ou também o que fica voltado para a cabeça (diz-se de qualquer formação). 3. Em botânica, o que fica próximo ao ponto de origem ou à base. 4. Em odontologia, é o mais próximo do ponto médio do arco dental.
7 Acetilcolina: A acetilcolina é um neurotransmissor do sistema colinérgico amplamente distribuído no sistema nervoso autônomo.
8 Paralisia: Perda total da força muscular que produz incapacidade para realizar movimentos nos setores afetados. Pode ser produzida por doença neurológica, muscular, tóxica, metabólica ou ser uma combinação das mesmas.
9 Placa: 1. Lesão achatada, semelhante à pápula, mas com diâmetro superior a um centímetro. 2. Folha de material resistente (metal, vidro, plástico etc.), mais ou menos espessa. 3. Objeto com formato de tabuleta, geralmente de bronze, mármore ou granito, com inscrição comemorativa ou indicativa. 4. Chapa que serve de suporte a um aparelho de iluminação que se fixa em uma superfície vertical ou sobre uma peça de mobiliário, etc. 5. Placa de metal que, colocada na dianteira e na traseira de um veículo automotor, registra o número de licenciamento do veículo. 6. Chapa que, emitida pela administração pública, representa sinal oficial de concessão de certas licenças e autorizações. 7. Lâmina metálica, polida, usualmente como forma em processos de gravura. 8. Área ou zona que difere do resto de uma superfície, ordinariamente pela cor. 9. Mancha mais ou menos espessa na pele, como resultado de doença, escoriação, etc. 10. Em anatomia geral, estrutura ou órgão chato e em forma de placa, como uma escama ou lamela. 11. Em informática, suporte plano, retangular, de fibra de vidro, em que se gravam chips e outros componentes eletrônicos do computador. 12. Em odontologia, camada aderente de bactérias que se forma nos dentes.
10 Espasmo: 1. Contração involuntária, não ritmada, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosa ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
11 Torcicolo: Distúrbio freqüente produzido por uma luxação nas vértebras da coluna cervical, ou a espasmos dos músculos do pescoço que produzem rigidez e rotação lateral do mesmo.
12 Deambulação: Ato ou efeito de deambular, passear ou marchar.
13 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
14 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
15 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
16 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
17 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
18 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
19 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
20 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
21 Feocromocitoma: São tumores originários das células cromafins do eixo simpático-adrenomedular, caracterizados pela autonomia na produção de catecolaminas, mais freqüentemente adrenalina e/ou noradrenalina. A hipertensão arterial é a manifestação clínica mais comum, acometendo mais de 90% dos pacientes, geralmente resistente ao tratamento anti-hipertensivo convencional, mas podendo responder a bloqueadores alfa-adrenérgicos, bloqueadores dos canais de cálcio e nitroprussiato de sódio. A tríade clássica do feocromocitoma, associado à hipertensão arterial, é composta por cefaléia, sudorese intensa e palpitações.
22 Fobia: Medo exagerado, falta de tolerância, aversão.
23 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
24 Eletromiografia: Técnica voltada para o estudo da função muscular através da pesquisa do sinal elétrico que o músculo emana, abrangendo a detecção, a análise e seu uso.
25 Reações anafiláticas: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
26 Patologia: 1. Especialidade médica que estuda as doenças e as alterações que estas provocam no organismo. 2. Qualquer desvio anatômico e/ou fisiológico, em relação à normalidade, que constitua uma doença ou caracterize determinada doença. 3. Por extensão de sentido, é o desvio em relação ao que é próprio ou adequado ou em relação ao que é considerado como o estado normal de uma coisa inanimada ou imaterial.
27 Pálpebras:
28 Ptose: Literalmente significa “queda” e aplica-se em distintas situações para significar uma localização inferior de um órgão ou parte dele (ptose renal, ptose palpebral, etc.).
29 Diplopia: Visão dupla.
30 Músculos: Tecidos contráteis que produzem movimentos nos animais.
31 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
32 Olhos:
33 Equimoses: Manchas escuras ou azuladas devido à infiltração difusa de sangue no tecido subcutâneo. A maioria aparece após um traumatismo, mas pode surgir espontaneamente em pessoas que apresentam fragilidade capilar ou alguma coagulopatia. Após um período de tempo variável, as equimoses desaparecem passando por diferentes gradações: violácea, acastanhada, esverdeada e amarelada.
34 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
35 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
36 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
37 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
38 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
39 Músculos do Pescoço: Os músculos do pescoço consistem do platisma, esplênio da cabeça, esternocleidomastóideo, longo do pescoço (longo cervical), escaleno anterior, médio e posterior, digástrico, estilo-hióideo, milo-hióideo, gênio-hióideo, esterno-hióideo, omo-hióideo, esternotireóideo e tireo-hióideo.
40 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
41 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
42 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
43 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
44 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
45 Convulsão: Episódio agudo caracterizado pela presença de contrações musculares espasmódicas permanentes e/ou repetitivas (tônicas, clônicas ou tônico-clônicas). Em geral está associada à perda de consciência e relaxamento dos esfíncteres. Pode ser devida a medicamentos ou doenças.
46 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
47 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
48 Incontinência: Perda do controle da bexiga ou do intestino, perda acidental de urina ou fezes.
49 Acidente vascular cerebral: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
50 Ambliopia: Ambliopia ou “olho preguiçoso” é um termo oftalmológico usado para definir a baixa visão que não é corrigida com óculos. Isso quer dizer que a causa desse déficit não está especificamente no olho, mas sim na região cerebral que corresponde à visão e que não foi devidamente estimulada no momento certo (“o olho não aprende a ver”). Afeta 1 a 2% da população, sendo a principal causa de baixa visão nas crianças. É um problema que pode passar despercebido pela criança ou pelos pais, por isso as triagens visuais para as crianças são tão importantes.
51 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
52 Sobrancelhas: Linhas curvas de cabelos localizadas nas bordas superiores das cavidades orbitárias.
53 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
54 Palmar: Relacionado com a palma da mão
55 Olho: s. m. (fr. oeil; ing. eye). Órgão da visão, constituído pelo globo ocular (V. este termo) e pelos diversos meios que este encerra. Está situado na órbita e ligado ao cérebro pelo nervo óptico. V. ocular, oftalm-. Sinônimos: Olhos
56 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
57 Pescoço:
58 Cabeça:
59 Reincidência: 1. Ato ou efeito de reincidir ou repetir. 2. Obstinação, insistência, teimosia.
60 Injeção intramuscular: Injetar medicamento em forma líquida no músculo através do uso de uma agulha e seringa.
61 Sóleo: Músculo sóleo é um músculo da perna, que fica na camada superficial da panturrilha, e que juntamente com o músculo gastrocnêmio forma o tríceps sural, que sustenta o corpo e movimenta o pé. Tem ação idêntica a dos músculos gastrocnêmios, ele participa da extensão do pé sobre a perna (flexão plantar do tornozelo).
62 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
63 Coxa: É a região situada abaixo da virilha e acima do joelho, onde está localizado o maior osso do corpo humano, o fêmur.
64 Reto: Segmento distal do INTESTINO GROSSO, entre o COLO SIGMÓIDE e o CANAL ANAL.
65 Hálux: Dedo Grande do Pé, vulgo dedão do pé.
66 Antebraço:
67 Injeção subcutânea: Injetar fluido no tecido localizado abaixo da pele, o tecido celular subcutâneo, com uma agulha e seringa.
68 Cinética: Ramo da física que trata da ação das forças nas mudanças de movimento dos corpos.
69 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
70 Ectrópio: Reviramento da pálpebra; ectrópion.
71 Cabelo: Estrutura filamentosa formada por uma haste que se projeta para a superfície da PELE a partir de uma raiz (mais macia que a haste) e se aloja na cavidade de um FOLÍCULO PILOSO. É encontrado em muitas áreas do corpo.
72 Lábio: Cada uma das duas margens carnudas e altamente irrigadas da boca.
73 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.

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