FEMOSTON

SOLVAY FARMA

Atualizado em 08/12/2014

FEMOSTON

Bula do Profissional de Saúde1 de Femoston

Princípio Ativo de Femoston

Estradiol e DidrogesteronaFemoston (Solvay Farma)

Identificação de Femoston

Solvay Farma Ltda.
FEMOSTON 1/10 e FEMOSTON CONTI
estradiol / didrogesterona

Formas Farmacêuticas e Apresentações de Femoston

USO ADULTO

FEMOSTON 1/10 e FEMOSTON CONTI devem ser administrados por via oral.

FEMOSTON 1/10 é apresentado em caixas contendo 28 comprimidos revestidos. Cada blister contém 14 comprimidos brancos (estradiol) e 14 comprimidos cinzas (estradiol + didrogesterona).

FEMOSTON CONTI é apresentado em caixas contendo 28 comprimidos revestidos.

Cada comprimido branco de FEMOSTON 1/10 contém:

Estradiol ....................1,0 mg

Excipientes - (Lactose2 monoidratada, metilhidroxipropilcelulose, amido de milho, sílica coloidal anidra, estearato de magnésio, polietilenoglicol 400 e dióxido de titânio) q.s.p. ..........1 comprimido revestido

Cada comprimido cinza de FEMOSTON1/10 contém:

Estradiol .................... 1,0 mg Didrogesterona.................... 10,0 mg

Excipientes - (Lactose2 monoidratada, metilhidroxipropilcelulose, amido de milho, sílica coloidal anidra, estearato de magnésio, polietilenoglicol 400, dióxido de titânio e óxido de ferro preto) q.s.p.................... 1 comprimido revestido

Cada comprimido de FEMOSTON CONTI contém:

Estradiol .................... 1,0 mg Didrogesterona .................... 5,0 mg

Excipientes (lactose2 monoidratada, hipromelose, amido de milho, sílica coloidal anidra, polietilenoglicol 400, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo e óxido de ferro vermelho) q.s.p. ........... 1 comprimido revestido

Informações Técnicas Aos Profissionais de Saúde1 de Femoston

Características Farmacológicas de Femoston

FEMOSTON1/10

Propriedades Farmacodinâmicas

O princípio ativo, estradiol, é química e biologicamente idêntico ao estradiol endógeno humano e é, portanto, classificado como um estrógeno3 humano.

A didrogesterona é um progestagênio oralmente ativo. Sua atividade é comparável à da progesterona administrada por via parenteral.

Propriedades Farmacocinéticas

Após administração oral, o estradiol micronizado é rapidamente absorvido e metabolizado.

Após a administração oral, a didrogesterona é excretada na urina4. A excreção é total nas primeiras 72 horas.

Não existem interações farmacocinéticas clinicamente relevantes entre o estradiol e a didrogesterona.

FEMOSTONCONTI

Propriedades farmacodinâmicas

Estradiol

O princípio ativo estradiol é química e biologicamente idêntico ao hormônio5 sexual humano natural, o estradiol.

O estradiol é o estrógeno3 primário e o mais ativo dos hormônios ovarianos. Os estrógenos afetam a liberação de gonadotrofinas pela glândula6 pituitária, contribuindo para a ocorrência do ciclo ovariano.

Os estrógenos causam alterações cíclicas do útero7, cérvix e vagina8 e asseguram a conservação do tônus e da elasticidade9 no trato gênito-urinário.

O estradiol desempenha um importante papel na manutenção da massa óssea e tem um efeito preventivo10 na incidência11 de fraturas osteoporóticas.

A administração oral de estrógenos pode ter um efeito benéfico no metabolismo12 de lipídeos e lipoproteínas. O tratamento com associações estradiol/didrogesterona por mais de 24 meses promoveu uma significativa diminuição dos níveis de colesterol13-LDL14 e um aumento significativo do colesterol13-HDL15. Os níveis de triglicerídeos aumentaram, mas em geral permaneceram dentro dos limites da normalidade.

Os estrógenos também podem agir sobre o Sistema Nervoso Autônomo16 e, indiretamente, ter um efeito psicotrópico17 positivo.

Didrogesterona

A didrogesterona é um progestágeno oralmente ativo sem efeitos androgênicos18 indesejáveis.

Quando utilizado na TH combinada contínua, a didrogesterona protege contra o risco aumentado de hiperplasia19 e/ou carcinoma20 do endométrio21 estrógeno3-induzidos.

Os efeitos benéficos do 17-beta-estradiol nos ossos, lipoproteína, glicose22 e metabolismo12 da insulina23 são mantidos intactos pela didrogesterona.

Propriedades farmacocinéticas

Estradiol

Após administração oral, o estradiol micronizado é rapidamente absorvido e amplamente metabolizado. A maior parte dos metabólitos24 conjugados e não-conjugados são representados pela estrona e pelo sulfato de estrona. Estes metabólitos24 podem contribuir para a atividade estrogênica por si mesmos ou depois da sua conversão em estradiol.

Os estrógenos são excretados no leite de mulheres que amamentam.

Didrogesterona

Após administração oral, cerca de 63% da didrogesterona são excretados na urina4. A excreção é completa num prazo de 72 horas.

Em humanos a didrogesterona é completamente metabolizada. O principal metabólito25 da didrogesterona é a 20 alfa-diidrodidrogesterona (DHD), presente na urina4 principalmente como ácido glicurônico conjugado.

As meias-vidas terminais médias da didrogesterona e DHD variam, respectivamente, de 5 a 7 horas e de 14 a 17 horas.

Não existe interação clínica relevante entre o estradiol e a didrogesterona.

Resultados de Eficácia de Femoston

FEMOSTON 1/10

Um estudo controlado realizado em 186 mulheres climatéricas que usaram FEMOSTON 1/10 mostrou uma redução média de 86 % nos sintomas26 climatéricosRef.

FEMOSTONmostrou significativo ganho de massa óssea, tanto na coluna lombar (L2 a L4) como no fêmur27 (triângulo de Ward, colo28 e trocânter29), após 1 ano de uso. O ganho médio de massa óssea foi de 3,63% na coluna lombar e de 1,16%, 1,62% e 2,83% nas regiões do colo do fêmur30, triângulo de Ward e trocânter29, respectivamenteRef.

FEMOSTON CONTI

Um estudo realizado em 318 mulheres climatéricas que fizeram uso de FEMOSTON CONTI , demonstrou uma redução média de 75 % dos sintomas26 do climatérioRef.

FEMOSTON mostrou significativo ganho de massa óssea, tanto na coluna lombar (L2 a L4) como no fêmur27 (triângulo de Ward, colo28 e trocânter29), após 1 ano de uso. O ganho médio de massa óssea foi de 3,63% na coluna lombar e de 1,16%, 1,62% e 2,83% nas regiões do colo do fêmur30, triângulo de Ward e trocânter29, respectivamenteRef.

Indicações de Femoston

FEMOSTON 1/10

Terapia Hormonal (TH) para mulheres com disfunções devido a menopausa31 natural ou cirurgicamente induzida;

Prevenção da osteoporose32 pós-menopáusica.

FEMOSTON CONTI

Terapia Hormonal (TH)para o alívio dos sintomas26 associados à deficiência estrogênica em mulheres com útero7 intacto;

Prevenção da osteoporose32 pós-menopáusica em mulheres com útero7 intacto.

Contra-Indicações de Femoston

FEMOSTON1/10

Carcinoma20 de mama33 conhecido ou suspeito, carcinoma20 endometrial ou outros tumores hormônio5-dependentes;

Doença hepática34 crônica ou aguda;

História de doença hepática34 em que os testes de função hepática34 permanecem fora dos parâmetros da normalidade;

História de doenças tromboembólicas venosas (por exemplo: trombose venosa profunda35 ou embolia36 pulmonar);

Sangramento genital anormal;

Gravidez37 ou suspeita de gravidez37;

Hipersensibilidade a qualquer um dos componentes da formulação.

FEMOSTON CONTI

Tromboembolismo38 venoso ativo confirmado (trombose venosa profunda35 e embolia36 pulmonar) nos últimos 2 anos;

História de tromboembolismo38 recorrente ou doença trombofílica conhecida em paciente que já não esteja em tratamento anticoagulante39;

Doença tromboembólica arterial ativa ou recente;

História pregressa, suspeita ou diagnóstico40 de câncer41 de mama33, carcinoma20 endometrial, ou outros tumores hormônio5-dependentes;

Doença hepática34 aguda ou crônica, e história de doença hepática34 em que os testes de função hepática34 continuam fora dos parâmetros da normalidade;

Acidente vascular cerebral42;

Sangramento vaginal não diagnosticado;

Hipersensibilidade conhecida a qualquer um dos componentes do medicamento.

Modo de Usar e Cuidados de Conservação Depois de Aberto de Femoston

FEMOSTON 1/10 deve ser administrado por via oral.

Os comprimidos de FEMOSTON 1/10  são identificados com os dias da semana para a paciente a ter certeza de que está tomando seu comprimido todos os dias. A usuária deve sempre iniciar o tratamento tomando os comprimidos brancos identificados no blister pela seta "1". Quando chegar ao fim dos comprimidos brancos, a usuária inicia a tomada dos comprimidos cinzas na outra metade do blister, identificados pela seta "2".

A paciente deve iniciar cada novo blister no dia seguinte ao término do blister anterior, sem fazer intervalos. FEMOSTON 1/10 deve ser tomado continuamente sem qualquer interrupção.

FEMOSTON CONTI deve ser administrado por via oral.

Os comprimidos de FEMOSTON CONTI  são identificados com os dias da semana para ajudá-la a ter certeza de que está tomando seu comprimido todos os dias.

A dose é de um comprimido ao dia. FEMOSTON CONTI deve ser tomado continuamente sem interrupção do tratamento. FEMOSTON CONTI pode ser tomado com ou sem a ingestão de alimentos.

Posologia de Femoston

FEMOSTON1/10

Deve-se tomar um comprimido por dia por via oral. Durante os primeiros 14 dias consecutivos de um ciclo de 28 dias tomar um comprimido branco, e durante os 14 dias restantes tomar 1 comprimido cinza. Imediatamente após um ciclo de 28 dias, sem intervalos, iniciar o próximo ciclo de tratamento.

Se a paciente ainda estiver menstruando, é recomendável começar o tratamento no primeiro dia da menstruação43.

Se a paciente estiver menstruando de maneira irregular, recomenda-se iniciar o tratamento depois de 10 a 14 dias de um tratamento só com progestágeno ("curetagem44 química").

Em pacientes que tiveram seu último período menstrual há mais de um ano, o tratamento pode ser iniciado a qualquer momento.

FEMOSTONCONTI

Início do tratamento com FEMOSTON CONTI :

FEMOSTON CONTI só deve ser usado em mulheres que estejam na pós-menopausa31 há mais de 12 meses.

FEMOSTON CONTI previne a estimulação do endométrio21 nas mulheres pós-menopáusicas, causando, em geral, amenorréia45.

Deve-se excluir uma possível gravidez37 antes de se iniciar o tratamento.

Prevenção da osteoporose32:

Numerosos fatores de risco podem contribuir para a osteoporose32 na pós-menopausa31, incluindo: menopausa31 precoce, história familiar de osteoporose32, história de uso recente e prolongado de corticosteróides, baixa estatura, constituição física magra e tabagismo. Se vários destes fatores estiverem presentes numa paciente, deve-se considerar o uso de TH.

Para um benefício profilático máximo, o tratamento com TH deve ser instituído o mais cedo possível após o início da menopausa31.

A eficácia da proteção parece ser tanto maior quanto maior for duração do tratamento, embora os dados com reposição estrogênica além de 10 anos sejam limitados. Deve-se fazer uma avaliação cuidadosa da relação risco/benefício  antes de se continuar o tratamento por mais de 5 ou 10 anos. Para uso a longo prazo, veja também "ADVERTÊNCIAS".

Mudança de outra TH

As pacientes que estão mudando de outros tipos de TH para FEMOSTON CONTI devem fazê-lo ao final da fase estrógeno3 mais progestágeno, sem intervalo entre os comprimidos.

FEMOSTON CONTI deve ser utilizado, preferencialmente, em mulheres que se encontram na pós-menopausa31. Se não for possível uma correta avaliação do status da menopausa31 (por exemplo, por causa do uso prévio de TH seqüencial ou combinação de contraceptivos orais), lembre-se de que o estrógeno3 endógeno ainda pode estar alto. Isto pode ser causa de sangramentos imprevisíveis, especialmente nos primeiros ciclos.

Advertências de Femoston

FEMOSTON 1/10

Deve-se fazer uma história pessoal e familiar e um exame físico cuidadosos antes do início do tratamento com terapia hormonal (TH), sem esquecer a medição da pressão arterial46, a palpação47 das mamas48 e do abdômen e ainda um exame ginecológico. Uma mamografia49 também é recomendável.

A freqüência do câncer41 de mama33 é discretamente superior nas mulheres que fazem TH durante mais de 5 anos do que naquelas que não estão em tratamento.

Há evidências que sugerem que a maior incidência11 de câncer41 de mama33 observada durante o uso de TH não está necessariamente associada a uma mortalidade50 aumentada por câncer41 de mama33.

As pacientes que foram ou estão sendo tratadas exclusivamente com estrógeno3, ou seja, sem oposição progestagênica, devem ser cuidadosamente examinadas antes do início do tratamento de forma a investigar uma possível hiperestimulação do endométrio21.

Como regra, a TH não deve ser prescrita por mais de um ano sem que se faça um exame físico geral, incluindo um exame ginecológico. Recomenda-se ainda uma mamografia49 a intervalos regulares (cada 1 - 2 anos).

Metrorragias ou achados anormais ao exame ginecológico podem indicar uma avaliação endometrial.

FEMOSTON 1/10 não é um contraceptivo. As pacientes na fase pré-menopáusica são aconselhadas a tomar precauções contraceptivas não-hormonais.

Estudos epidemiológicos sugerem que a terapia hormonal, em geral, aumenta o risco de desenvolvimento de tromboembolismo38 venoso.

Este risco pode estar temporariamente aumentado em caso de imobilizações prolongadas, grandes traumatismos ou cirurgias. Nestes casos deve-se considerar a interrupção da terapia hormonal um mês antes da cirurgia.

As pacientes com epilepsia51, enxaqueca52, insuficiência cardíaca53, hipertensão54, porfiria55,hemoglobinopatias56 ou otosclerose57 devem ser cuidadosamente observadas durante o tratamento.

Deve-se ter um cuidado especial com as pacientes portadoras de leiomioma58 uterino e com aquelas com diagnóstico40 atual ou passado de endometriose59, já que os estrógenos podem influenciar essas condições.

FEMOSTONCONTI

Antes de se iniciar ou continuar uma TH, deve-se proceder a uma história pessoal e familiar completas, bem como um exame físico e ginecológico voltados para as contra-indicações e precauções apresentadas. Durante o tratamento recomendam-se consultas periódicas, cujas freqüência e natureza devem ser adaptadas às necessidades de cada paciente. A palpação47 das mamas48 e/ou a realização de mamografias deverão ser efetuadas de acordo com as normas clínicas estabelecidas, tendo-se em conta as necessidades de cada caso em particular.

O diagnóstico40 de câncer41 de mama33 é ligeiramente mais freqüente em mulheres fazendo TH do que nas mulheres que não fazem. Há evidências de que a maior incidência11 de câncer41 de mama33 observada durante a TH não está associada necessariamente com uma mortalidade50 aumentada por câncer41 de mama33.

A terapia hormonal (TH) pode estar associada a um risco 2 - 3 vezes superior de ocorrer tromboembolismo38 venoso, como por exemplo, trombose venosa profunda35 ou embolia36 pulmonar. A probabilidade de ocorrência deste evento é maior no primeiro ano de tratamento com TH do que nos anos seguintes.

Os fatores de risco reconhecidamente implicados no tromboembolismo38 venoso incluem uma história pessoal ou familiar de tromboembolismo38 recorrente ou estados trombofílicos conhecidos, obesidade60 severa e lupus61 eritematoso62 sistêmico63. O papel das varizes64 como fator de risco65 para o aparecimento de tromboembolismo38 venoso permanece ainda por esclarecer.

O risco de tromboembolismo38 venoso pode aumentar temporariamente devido a uma imobilização prolongada, um grande traumatismo66 ou uma cirurgia. Quando uma imobilização prolongada é necessária após uma cirurgia eletiva67, nomeadamente cirurgias do abdômen ou cirurgias ortopédicas dos membros inferiores, deve-se considerar, sempre que possível, a interrupção temporária da TH quatro a seis semanas antes do ato cirúrgico.

Se aparecer tromboembolismo38 venoso durante a TH, dever-se-á interromper imediatamente a medicação.

As pacientes devem procurar imediatamente um médico sempre que apareça algum sintoma68 suspeito de tromboembolismo38 (por exemplo, pernas inchadas e dolorosas, dor torácica súbita e dispnéia69).

Se uma das seguintes condições estiver presente, tenha ocorrido anteriormente e/ou se tenha agravado durante a gravidez37 ou tratamento hormonal prévio, os benefícios do tratamento deverão ser avaliados em relação aos possíveis riscos. Nestes casos a paciente deverá ser observada cuidadosamente. Deve-se levar em consideração que estas condições podem, em raros casos, reaparecer ou agravar-se durante o tratamento com FEMOSTON CONTI :

História de alterações tromboembólicas ou presença de fatores de risco (veja acima), otosclerose57, esclerose múltipla70, lupus61 eritematoso62 sistêmico63, porfiria55, melanoma71, epilepsia51, enxaqueca52, asma72, doença hepática34, endometriose59, fibromiomas uterinos, hipertensão54, insuficiência cardíaca53 ou insuficiência renal73 e hemoglobinopatias56.

FEMOSTON CONTI pode melhorar a sensibilidade à insulina23 e a sua eliminação. As pacientes diabéticas devem ser cuidadosamente observadas durante o tratamento com FEMOSTON CONTI .

Há relatos de risco aumentado de doença da vesícula biliar74 em mulheres na pós-menopausa31 sob tratamento com estrogênios.

Raramente pode ocorrer hipertensão54 idiossincrática.

Nos primeiros meses de tratamento podem ocorrer metrorragia75 e sangramentos de escape. Se o sangramento voltar a repetir-se depois de um período de amenorréia45, ou persistir depois da interrupção do tratamento, a sua origem deverá ser investigada. Isto pode incluir uma biópsia76 endometrial.

As indicações para interrupção imediata do tratamento são:

trombose venosa profunda35;

alterações tromboembólicas;

presença de icterícia77;

dor de cabeça78 do tipo enxaqueca52;

distúrbios visuais repentinos;

aumento significativo da pressão arterial46;

gravidez37.

Gravidez37 categoria C e lactação79

Não foram realizados estudos em animais e nem em mulheres grávidas com a combinação 17-beta-estradiol e didrogesterona.

ESTE MEDICAMENTO NÃO DEVE SER UTILIZADO POR MULHERES GRÁVIDAS SEM ORIENTAÇÃO MÉDICA.

Uso em Idosos, Crianças e Outros Grupos de Risco de Femoston

PACIENTES IDOSAS

Não há evidências de que a posologia deva ser alterada ou cuidados especiais devam ser tomados durante a administração de FEMOSTON 1/10 ou FEMOSTON CONTI em pacientes idosas.

Interações Medicamentosas de Femoston

FEMOSTON 1/10

Os estrógenos interagem com drogas indutoras das enzimas hepáticas80 como barbitúricos, fenitoína, rifampicina e carbamazepina, que podem reduzir o efeito estrogênico.

Nenhuma interação entre drogas é conhecida para a didrogesterona.

FEMOSTON CONTI

Os estrógenos interagem com drogas indutoras das enzimas hepáticas80 que aumentam o seu metabolismo12, o que pode reduzir o efeito estrogênico. São conhecidas interações com as seguintes drogas: oxcarbazepina, topiramato, felbamato, barbitúricos, fenitoína, rifampicina e carbamazepina.

As alterações das concentrações séricas de estrógeno3 podem afetar os resultados de certos testes de função endócrina ou hepática34.

Não se conhece nenhuma interação com a didrogesterona.

Reações Adversas a Medicamentos de Femoston

FEMOSTON 1/10

Nos primeiros meses de tratamento com TH pode ocorrer hipersensibilidade mamária. São raros os casos de náuseas81, cefaléia82 e edema83. Os sintomas26 são normalmente transitórios. Podem acontecer metrorragias. Também foram relatados casos de reações cutâneas84.

FEMOSTON CONTI

As seguintes reações adversas foram observadas com a terapia estrógeno3/progestágeno:

Sistema genito-urinário - metrorragia75, sangramento de escape, dismenorréia85, sintomas26 semelhantes aos da síndrome86 pré-menstrual, aumento de tamanho dos fibromiomas uterinos, candidíase87 vaginal, alterações da descamação88 cervical e da intensidade da secreção cervical e sintomas26 semelhantes aos da cistite89.

Mamas48 - hipersensibilidade mamária e aumento de volume.

Gastrintestinal- náusea90, vômito91, cólica abdominal, distensão e icterícia77 colestática.

Pele92 - cloasma93 ou melasma94 que podem persistir mesmo depois da interrupção do tratamento, eritema multiforme95, eritema nodoso96, erupção97 hemorrágica98, prurido99 e reações alérgicas da pele92.

Olhos100 - acentuação da curvatura da córnea101 e intolerância à lentes de contato.

SNC102 - dores de cabeça78, enxaqueca52, tonturas103, depressão e coreia.

Gerais - aumento ou diminuição de peso, alterações no metabolismo12 dos carboidratos, agravamento da porfiria55, edema83, alterações da libido104 e cãibras nas pernas.

Superdose de Femoston

Não há relatos de efeitos colaterais105 decorrentes de superdosagem. Se necessário pode-se fazer uma lavagem gástrica106 nas primeiras duas a três horas depois da ingestão. Não existe antídoto107 específico e o tratamento posterior deverá ser sintomático108.

Armazenagem de Femoston

FEMOSTON 1/10 e FEMOSTON CONTI devem ser mantido em suas embalagens originais. Armazenar em temperatura inferior a 30ºC.

Dizeres Legais de Femoston

Registro M.S.: 1.0082.0155.001-7Registro M.S.: 1.0082.0155.002-5
Registro M.S.: 1.0082.0155.003-5
Registro M.S.: 1.0082.0155.004-1
Farmacêutico(a) responsável: José de Andrade - CRF/SP-6369

Embalado e distribuído por:

Solvay Farma Ltda.

Rua: Salvador Branco de Andrade, 93

Taboão da Serra - SP

CNPJ: 60.499.639/0001-95

SAC: 0800-141500

Fabricado por:

Solvay Pharmaceuticals B.V.

Veerweg 12, 8121 AA Olst - Holanda

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

Bula do Paciente de Femoston

Princípio Ativo de Femoston

Estradiol e DidrogesteronaMedicamentos genéricos
Não existem genéricos registrados na Anvisa
Padrão para texto de Bula
Femoston (Solvay Farma)

Identificação de Femoston

Solvay Farma Ltda.
FEMOSTON 1/10 e FEMOSTON CONTI
estradiol / didrogesterona

Formas Farmacêuticas e Apresentações de Femoston

USO ADULTO

FEMOSTON 1/10 e FEMOSTON CONTI devem ser administrados por via oral.

FEMOSTON 1/10 é apresentado em caixas contendo 28 comprimidos revestidos. Cada blister contém 14 comprimidos brancos (estradiol) e 14 comprimidos cinzas (estradiol + didrogesterona).

FEMOSTON CONTI é apresentado em caixas contendo 28 comprimidos revestidos.

Cada comprimido branco de FEMOSTON 1/10 contém:

Estradiol ....................1,0 mg

Excipientes - (Lactose2 monoidratada, metilhidroxipropilcelulose, amido de milho, sílica coloidal anidra, estearato de magnésio, polietilenoglicol 400 e dióxido de titânio) q.s.p. ..........1 comprimido revestido

Cada comprimido cinza de FEMOSTON1/10 contém:

Estradiol .................... 1,0 mg Didrogesterona.................... 10,0 mg

Excipientes - (Lactose2 monoidratada, metilhidroxipropilcelulose, amido de milho, sílica coloidal anidra, estearato de magnésio, polietilenoglicol 400, dióxido de titânio e óxido de ferro preto) q.s.p.................... 1 comprimido revestido

Cada comprimido de FEMOSTON CONTI contém:

Estradiol .................... 1,0 mg Didrogesterona .................... 5,0 mg

Excipientes (lactose2 monoidratada, hipromelose, amido de milho, sílica coloidal anidra, polietilenoglicol 400, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo e óxido de ferro vermelho) q.s.p. ........... 1 comprimido revestido

Informações ao Paciente de Femoston

Como Este Medicamento Funciona de Femoston

FEMOSTON 1/10 e FEMOSTON CONTI são associações de dois hormônios (um estrógeno3 e um progestagênio), ativos por via oral, de ação equivalente à dos hormônios estradiol e progesterona naturalmente encontrados em seu organismo. A ação destes medicamentos está condicionada ao seu uso correto, conforme suas indicações e posologia prescrita, sendo que seus efeitos benéficos poderão ser observados no decorrer do tratamento.

Por Que Este Medicamento Foi Indicado de Femoston

FEMOSTON 1/10 e FEMOSTON CONTI são indicados na terapia hormonal para o alívio dos sintomas26 associados à deficiência de hormônios (principalmente os estrogênios) que ocorrem no climatério109 e menopausa31 (natural ou cirúrgica), tais como: onda de calor, sudorese110 noturna, secura vaginal, menstruações irregulares, etc, podendo também ser usado na prevenção da perda de massa óssea.

Quando Não Devo Usar Este Medicamento de Femoston

CONTRA-INDICAÇÕESFEMOSTON 1/10 é contra-indicado nos casos de:

Carcinoma20 de mama33 conhecido ou suspeito, carcinoma20 endometrial ou outros tumores hormônio5-dependentes;

Doença hepática34 crônica ou aguda;

História de doença do fígado111 em que os testes de sua função estejam anormais;

História de doenças tromboembólicas venosas (coágulos que entopem as veias112);

Sangramento genital anormal;

Gravidez37 ou suspeita de gravidez37;

Hipersensibilidade a qualquer um dos componentes do medicamento.

FEMOSTON CONTI é contra-indicado nos casos de:

Trombose venosa profunda35 (coágulos que entopem as veias112) e embolia36 pulmonar (coágulos que entopem as veias112 dos pulmões113) confirmados nos últimos 2 anos;

História de trombose114 (coágulos nas veias112) recorrentes ou doença trombofílica conhecida em paciente que já não esteja em tratamento com anticoagulante39;

Trombose114 arterial (coágulos originados nas artérias115) ativa ou recente;

História pregressa (passada) , suspeita ou diagnóstico40 de câncer41 de mama33, carcinoma20 endometrial, ou outros tumores hormônio5-dependentes;

Doença do fígado111 aguda ou crônica, e história de doença em que os testes da função hepática34 continuam fora do normal;

Acidente Vascular Cerebral42 (Derrames);

Sangramento vaginal de causa desconhecida;

Hipersensibilidade conhecida a qualquer um dos componentes do medicamento.

ADVERTÊNCIAS
FEMOSTON 1/10 não é contraceptivo, portanto é aconselhável o uso de métodos hormonais para previnir o risco de uma possível gravidez37.

FEMOSTON 1/10 e FEMOSTON CONTI podem ser tomados com ou sem a ingestão de alimentos.

As pacientes diabéticas medicadas com FEMOSTON CONTI devem manter-se sob vigilância médica periódica.


PRECAUÇÕES
FEMOSTON 1/10

Sangramento irregular do útero7 ou achados anormais, ao fazer o exame ginecológico, podem ser uma indicação para avaliação endometrial.

Pacientes com suspeita ou diagnóstico40 de epilepsia51, enxaqueca52, insuficiência cardíaca53, hipertensão54, porfiria55 e doenças associadas à alterações das hemoglobinas (hemoglobinopatias56)  devem ser cuidadosamente vigiadas durante o tratamento. Cuidados especiais devem também ser tomados em pacientes com fibromas uterinos ou com diagnóstico40 atual ou passado de endometriose59.

FEMOSTON CONTI

Caso ocorra tromboembolismo38 venoso durante o tratamento com FEMOSTON CONTI , o tratamento deverá ser imediatamente descontinuado (parado).

O médico deverá ser imediatamente comunicado no caso de um possível sintoma68 tromboembólico (exemplo: inchaço116 doloroso da perna, dor repentina no peito117, alteração da freqüência respiratória).

FEMOSTON 1/10 e FEMOSTON CONTI não devem ser utilizados durante a gravidez37 e lactação79.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
FEMOSTON 1/10

Os estrógenos interagem com drogas indutoras das enzimas hepáticas80 como barbitúricos, fenitoína, rifampicina e carbamazepina, que podem reduzir o efeito estrogênico.

Nenhuma interação entre drogas é conhecida para a didrogesterona.

FEMOSTON CONTI

Há alguns medicamentos que podem alterar o funcionamento do fígado111 e, portanto, diminuir a ação de FEMOSTON CONTI. Dessa forma, se você estiver usando algum medicamento, que contenha algumas das seguintes drogas, informe ao médico: oxcarbazepina, topiramato, felbamato, barbitúricos, fenitoína, rifampicina e carbamazepina.

ESTE MEDICAMENTO NÃO DEVE SER UTILIZADO POR MULHERES GRÁVIDAS SEM ORIENTAÇÃO MÉDICA.

ESTE MEDICAMENTO É CONTRA-INDICADO NA FAIXA ETÁRIA DE 0 a 18 ANOS.

INFORME AO MÉDICO SE APARECEREM REAÇÕES INDESEJÁVEIS.

INFORME AO SEU MÉDICO SE VOCÊ ESTÁ FAZENDO USO DE ALGUM OUTRO MEDICAMENTO.

NÃO USE MEDICAMENTO SEM CONSULTAR O SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE1.

Como Devo Usar Este Medicamento de Femoston

ASPECTO FÍSICO
FEMOSTON 1/10 contém, em cada blister, 14 comprimidos brancos de 14 comprimidos cinza.

FEMOTON CONTI contém, em cada blister, 28 comprimidos de cor salmão.

CARACTERÍSTICAS ORGANOLÉPTICAS
FEMOSTON 1/10

Comprimido de estradiol: Comprimido revestido, branco, redondo, biconvexo, sem sabor e com a inscrição "S" em uma das faces e, na outra, a inscrição "379".

Comprimido de estradiol + didrogesterona: Comprimido revestido cinza, redondo, biconvexo, sem sabor e com a inscrição "S" em uma das faces e, na outra, a inscrição "379".

FEMOSTON CONTI é um comprimido revestido na cor salmão, redondo, biconvexo, sem sabor, contendo a inscrição "S" em uma das faces e a inscrição "379" na outra face118.

DOSAGEM
FEMOSTON 1/10

Deve-se tomar um comprimido por dia por via oral. Durante os primeiros 14 dias consecutivos de um ciclo de 28 dias tomar um comprimido branco, e durante os 14 dias restantes tomar 1 comprimido cinza. Imediatamente após um ciclo de 28 dias, sem intervalos, iniciar o próximo ciclo de tratamento.

Se você ainda estiver menstruando, é recomendável começar o tratamento no primeiro dia da menstruação43.

Se você estiver menstruando de maneira irregular, recomenda-se iniciar o tratamento depois de 10 a 14 dias de um tratamento só com progestágeno (curetagem44 química).

Se você teve seu último período menstrual há mais de um ano, o tratamento pode ser iniciado a qualquer momento.

FEMOSTON CONTI

Início do tratamento com FEMOSTON CONTI:

FEMOSTON CONTI deve ser usado preferencialmente em mulheres que estejam na pós-menopausa31.

FEMOSTON CONTI previne a estimulação do endométrio21 nas mulheres pós-menopáusicas, causando, em geral, amenorréia45.

Deve-se excluir uma possível gravidez37 antes de se iniciar o tratamento.

Prevenção da osteoporose32:

Numerosos fatores de risco podem contribuir para a osteoporose32 na pós-menopausa31, incluindo: menopausa31 precoce, história familiar de osteoporose32, história de uso recente e prolongado de corticosteróides, baixa estatura, constituição física magra e tabagismo (hábito de fumar). Se vários destes fatores estiverem presentes numa paciente, deve-se considerar o uso de TH.

Para um benefício preventivo10 máximo, o tratamento com TH deve ser instituído o mais cedo possível após o início da menopausa31.

A eficácia da proteção parece ser tanto maior quanto maior for a duração do tratamento, embora os dados com reposição estrogênica além de 10 anos sejam limitados.

Mudança de outra TH:

As pacientes que estão mudando de outros tipos de TH para FEMOSTON CONTI devem fazê-lo ao final da fase estrógeno3 mais progestágeno, sem intervalo entre os comprimidos.

FEMOSTON CONTI deve ser utilizado preferencialmente por mulheres que se encontram na pós-menopausa31. Se não for possível uma correta avaliação do status da menopausa31 (por exemplo, por causa do uso prévio de TH seqüencial ou combinação de contraceptivos (anticoncepcionais orais), lembre-se de que o estrógeno3 endógeno ainda pode estar alto. Isto pode ser causa de sangramentos imprevisíveis, especialmente nos primeiros ciclos.

COMO USAR
Os comprimidos de FEMOSTON 1/10  são identificados com os dias da semana para ajudá-la a ter certeza de que está tomando seu comprimido todos os dias. Você deve sempre iniciar o tratamento tomando os comprimidos brancos identificados no blister pela seta 1. Quando chegar ao fim dos comprimidos brancos, inicie a tomada dos comprimidos cinzas na outra metade do blister, identificados pela seta 2.

Você deve iniciar cada novo blister no dia seguinte ao término do blister anterior, sem fazer intervalos. FEMOSTON 1/10 deve ser tomado continuamente sem qualquer interrupção.

Os comprimidos de FEMOSTON CONTI  são identificados com os dias da semana para ajudá-la a ter certeza de que está tomando seu comprimido todos os dias.

A dose é de um comprimido ao dia. FEMOSTON CONTI deve ser tomado continuamente sem interrupção do tratamento. FEMOSTON CONTI pode ser tomado com ou sem a ingestão de alimentos.

SIGA A ORIENTAÇÃO DE SEU MÉDICO. RESPEITE SEMPRE OS HORÁRIOS, AS DOSES E A DURAÇÃO DO TRATAMENTO.

NÃO INTERROMPA O TRATAMENTO SEM CONSULTAR O SEU MÉDICO.

NÃO USE O MEDICAMENTO SE O PRAZO DE VALIDADE ESTIVER VENCIDO. ANTES DE USAR, OBSERVE O ASPECTO DO MEDICAMENTO.

ESTE MEDICAMENTO NÃO PODE SER PARTIDO OU MASTIGADO.

Quais Os Males Que Este Medicamento Pode Causar de Femoston

FEMOSTON 1/10

As reações adversas (indesejáveis) mais freqüentes são: durante os primeiros meses de tratamento com FEMOSTON 1/10 poderá ocorrer aumento da sensibilidade mamária.

As reações adversas menos freqüentes são: náusea90, dor de cabeça78 e inchaço116.

Os sintomas26 são geralmente passageiros. Podem ocorrer ainda sangramentos irregulares do útero7 e também há casos relatados de reações alérgicas da pele92.

FEMOSTONCONTI

As seguintes reações adversas foram observadas com a terapia estrógeno3/progestágeno:

Sistema genito-urinário: Sangramento irregular do útero7, sangramento de escape, cólicas119 menstruais, sintomas26 semelhantes a TPM (Síndrome86 pré-menstrual), aumento de tamanho dos fibromas uterinos, candidíase87 vaginal, alterações na secreção do colo do útero120 e sintomas26 semelhantes aos da infecção121 urinária.

Mamas48: aumento da sensibilidade mamária e aumento de volume.

Gastrintestinal : náusea90, vômito91, cólica abdominal, distensão e pele92 amarelada.

Pele92: manchas na pele92 podem persistir mesmo depois da interrupção do tratamento. Reações alérgicas da pele92 também podem ocorrer.

Olhos100: modificações da córnea101 e intolerância a lentes de contato.

Sistema nervoso central122: dores de cabeça78, enxaqueca52, tonturas103 e depressão.

Gerais: aumento ou diminuição de peso, alterações no metabolismo12 dos açúcares, agravamento da porfiria55, inchaço116, alterações do desejo sexual e cãibras nas pernas.

ATENÇÃO: ESTE PRODUTO É UM NOVO MEDICAMENTO E, EMBORA AS PESQUISAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA ACEITÁVEIS PARA COMERCIALIZAÇÃO, PODEM OCORRER EFEITOS INDESEJÁVEIS NÃO CONHECIDOS. SE ISTO OCORRER, O MÉDICO RESPONSÁVEL DEVE SER COMUNICADO.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA GRANDE QUANTIDADE DESTE MEDICAMENTO DE UMA SÓ VEZ?

FEMOSTON 1/10

Não há relatos de efeitos colaterais105 decorrentes de superdosagem. Se necessário pode-se fazer uma lavagem gástrica106 nas primeiras 2 a 3 horas depois da ingestão. Não existe antídoto107 específico e o tratamento posterior deverá ser sintomático108.

FEMOSTON CONTI

Adultos e crianças: tanto o estradiol como a didrogesterona são substâncias com baixa toxicidade123. Se a superdosagem for tão extensa a ponto de exigir tratamento, poder-se-á fazer lavagem gástrica106 nas primeiras 2 a 3 horas após a ingestão. Não existe antídoto107 específico e o tratamento posterior deverá ser sintomático108.

Onde e Como Devo Guardar Este Medicamento de Femoston

FEMOSTON 1/10 e FEMOSTON CONTI devem ser mantidos em suas embalagens originais. Armazenar em temperatura inferior a 30ºC.

TODO O MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Dizeres Legais de Femoston

Registro M.S.: 1.0082.0155.001-7
Registro M.S.: 1.0082.0155.002-5
Registro M.S.: 1.0082.0155.003-5
Registro M.S.: 1.0082.0155.004-1
Farmacêutico(a) responsável: José de Andrade - CRF/SP-6369

Embalado e distribuído por:

Solvay Farma Ltda.

Rua: Salvador Branco de Andrade, 93

Taboão da Serra - SP

CNPJ: 60.499.639/0001-95

SAC: 0800-141500

Fabricado por:

Solvay Pharmaceuticals B.V.

Veerweg 12, 8121 AA Olst - Holanda

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

FEMOSTON - Laboratório

SOLVAY FARMA
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Complementos

1 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
2 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
3 Estrógeno: Grupo hormonal produzido principalmente pelos ovários e responsáveis por numerosas ações no organismo feminino (indução da primeira fase do ciclo menstrual, desenvolvimento dos ductos mamários, distribuição corporal do tecido adiposo em um padrão feminino, etc.).
4 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
5 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
6 Glândula: Estrutura do organismo especializada na produção de substâncias que podem ser lançadas na corrente sangüínea (glândulas endócrinas) ou em uma superfície mucosa ou cutânea (glândulas exócrinas). A saliva, o suor, o muco, são exemplos de produtos de glândulas exócrinas. Os hormônios da tireóide, a insulina e os estrógenos são de secreção endócrina.
7 Útero: Orgão muscular oco (de paredes espessas), na pelve feminina. Constituído pelo fundo (corpo), local de IMPLANTAÇÃO DO EMBRIÃO e DESENVOLVIMENTO FETAL. Além do istmo (na extremidade perineal do fundo), encontra-se o COLO DO ÚTERO (pescoço), que se abre para a VAGINA. Além dos istmos (na extremidade abdominal superior do fundo), encontram-se as TUBAS UTERINAS.
8 Vagina: Canal genital, na mulher, que se estende do ÚTERO à VULVA. (Tradução livre do original
9 Elasticidade: 1. Propriedade de um corpo sofrer deformação, quando submetido à tração, e retornar parcial ou totalmente à forma original. 2. Flexibilidade, agilidade física. 3. Ausência de senso moral.
10 Preventivo: 1. Aquilo que previne ou que é executado por medida de segurança; profilático. 2. Na medicina, é qualquer exame ou grupo de exames que têm por objetivo descobrir precocemente lesão suscetível de evolução ameaçadora da vida, como as lesões malignas. 3. Em ginecologia, é o exame ou conjunto de exames que visa surpreender a presença de lesão potencialmente maligna, ou maligna em estágio inicial, especialmente do colo do útero.
11 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
12 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
13 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
14 LDL: Lipoproteína de baixa densidade, encarregada de transportar colesterol através do sangue. Devido à sua tendência em depositar o colesterol nas paredes arteriais e a produzir aterosclerose, tem sido denominada “mau colesterol“.
15 HDL: Abreviatura utilizada para denominar um tipo de proteína encarregada de transportar o colesterol sanguíneo, que se relaciona com menor risco cardiovascular. Também é conhecido como “Bom Colesterol”. Seus valores normais são de 35-50mg/dl.
16 Sistema nervoso autônomo: Parte do sistema nervoso que controla funções como respiração, circulação do sangue, controle de temperatura e da digestão.
17 Psicotrópico: Que ou o que atua quimicamente sobre o psiquismo, a atividade mental, o comportamento, a percepção, etc. (diz-se de medicamento, droga, substância, etc.). Alguns psicotrópicos têm efeito sedativo, calmante ou antidepressivo; outros, especialmente se usados indevidamente, podem causar perturbações psíquicas.
18 Androgênicos: Relativos à androgenia e a androgênios. Androgênios são hormônios esteroides, controladores do crescimento dos órgãos sexuais masculinos. O hormônio natural masculino é a testosterona.
19 Hiperplasia: Aumento do número de células de um tecido. Pode ser conseqüência de um estímulo hormonal fisiológico ou não, anomalias genéticas no tecido de origem, etc.
20 Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
21 Endométrio: Membrana mucosa que reveste a cavidade uterina (responsável hormonalmente) durante o CICLO MENSTRUAL e GRAVIDEZ. O endométrio sofre transformações cíclicas que caracterizam a MENSTRUAÇÃO. Após FERTILIZAÇÃO bem sucedida, serve para sustentar o desenvolvimento do embrião.
22 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
23 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
24 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
25 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
26 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
27 Fêmur: O mais longo e o maior osso do esqueleto; está situado entre o quadril e o joelho. Sinônimos: Trocanter
28 Colo: O segmento do INTESTINO GROSSO entre o CECO e o RETO. Inclui o COLO ASCENDENTE; o COLO TRANSVERSO; o COLO DESCENDENTE e o COLO SIGMÓIDE.
29 Trocânter: No homem, é cada uma das duas proeminências ósseas desenvolvidas a partir dos centros ósseos independentes, próximo à extremidade superior do fêmur. Em insetos e arácnidos, é um pequeno segmento localizado entre a coxa e o fêmur.
30 Colo do Fêmur: Porção comprimida do osso da coxa entre cabeça do fêmur e trocanter.
31 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
32 Osteoporose: Doença óssea caracterizada pela diminuição da formação de matriz óssea que predispõe a pessoa a sofrer fraturas com traumatismos mínimos ou mesmo na ausência deles. É influenciada por hormônios, sendo comum nas mulheres pós-menopausa. A terapia de reposição hormonal, que administra estrógenos a mulheres que não mais o produzem, tem como um dos seus objetivos minimizar esta doença.
33 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
34 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
35 Trombose Venosa Profunda: Caracteriza-se pela formação de coágulos no interior das veias profundas da perna. O que mais chama a atenção é o edema (inchaço) e a dor, normalmente restritos a uma só perna. O edema pode se localizar apenas na panturrilha e pé ou estar mais exuberante na coxa, indicando que o trombo se localiza nas veias profundas dessa região ou mais acima da virilha. Uma de suas principais conseqüências a curto prazo é a embolia pulmonar, que pode deixar seqüelas ou mesmo levar à morte. Fatores individuais de risco são: varizes de membros inferiores, idade maior que 40 anos, obesidade, trombose prévia, uso de anticoncepcionais, terapia de reposição hormonal, entre outras.
36 Embolia: Impactação de uma substância sólida (trombo, colesterol, vegetação, inóculo bacteriano), líquida ou gasosa (embolia gasosa) em uma região do circuito arterial com a conseqüente obstrução do fluxo e isquemia.
37 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
38 Tromboembolismo: Doença produzida pela impactação de um fragmento de um trombo. É produzida quando este se desprende de seu lugar de origem, e é levado pela corrente sangüínea até produzir a oclusão de uma artéria distante do local de origem do trombo. Esta oclusão pode ter diversas conseqüências, desde leves até fatais, dependendo do tamanho do vaso ocluído e do tipo de circulação do órgão onde se deu a oclusão.
39 Anticoagulante: Substância ou medicamento que evita a coagulação, especialmente do sangue.
40 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
41 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
42 Acidente vascular cerebral: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
43 Menstruação: Sangramento cíclico através da vagina, que é produzido após um ciclo ovulatório normal e que corresponde à perda da camada mais superficial do endométrio uterino.
44 Curetagem: Operação ou cirurgia que consiste em esvaziar o interior de uma cavidade natural ou patológica com o auxílio de uma cureta; raspagem.
45 Amenorréia: É a ausência de menstruação pelo período equivalente a 3 ciclos menstruais ou 6 meses (o que ocorrer primeiro). Para períodos inferiores, utiliza-se o termo atraso menstrual.
46 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
47 Palpação: Ato ou efeito de palpar. Toque, sensação ou percepção pelo tato. Em medicina, é o exame feito com os dedos ou com a mão inteira para explorar clinicamente os órgãos e determinar certas características, como temperatura, resistência, tamanho etc.
48 Mamas: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
49 Mamografia: Estudo radiológico que utiliza uma técnica especial para avaliar o tecido mamário. Permite diagnosticar tumores benignos e malignos em fase inicial na mama. É um exame que deve ser realizado por mulheres, como prevenção ao câncer.
50 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
51 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
52 Enxaqueca: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
53 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
54 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
55 Porfiria: Constituem um grupo de pelo menos oito doenças genéticas distintas, além de formas adquiridas, decorrentes de deficiências enzimáticas específicas na via de biossíntese do heme, que levam à superprodução e acumulação de precursores metabólicos, para cada qual correspondendo um tipo particular de porfiria. Fatores ambientais, tais como: medicamentos, álcool, hormônios, dieta, estresse, exposição solar e outros desempenham um papel importante no desencadeamento e curso destas doenças.
56 Hemoglobinopatias: Doenças genéticas que resultam de uma alteração na estrutura das cadeias de globinas em uma molécula de hemoglobina. As hemoglobinopatias mais comuns são as doenças falciformes e a talassemia.
57 Otosclerose: Crescimento ósseo anormal no ouvido médio que causa perda auditiva. É um distúrbio hereditário que envolve o crescimento de um osso esponjoso no ouvido médio. Este crescimento impede a vibração do estribo em reposta às ondas sonoras, causando perda auditiva progressiva do tipo condutiva. É a causa mais freqüente de perda auditiva do ouvido médio em adultos jovens, é mais freqüente em mulheres entre 15 e 30 anos.
58 Leiomioma: Tumor benigno do músculo liso que pode localizar-se em qualquer órgão que seja formado pelo dito tecido.
59 Endometriose: Doença que acomete as mulheres em idade reprodutiva e consiste na presença de endométrio em locais fora do útero. Endométrio é a camada interna do útero que é renovada mensalmente pela menstruação. Os locais mais comuns da endometriose são: Fundo de Saco de Douglas (atrás do útero), septo reto-vaginal (tecido entre a vagina e o reto ), trompas, ovários, superfície do reto, ligamentos do útero, bexiga e parede da pélvis.
60 Obesidade: Condição em que há acúmulo de gorduras no organismo além do normal, mais severo que o sobrepeso. O índice de massa corporal é igual ou maior que 30.
61 Lúpus: 1. É uma inflamação crônica da pele, caracterizada por ulcerações ou manchas, conforme o tipo específico. 2. Doença autoimune rara, mais frequente nas mulheres, provocada por um desequilíbrio do sistema imunológico. Nesta patologia, a defesa imunológica do indivíduo se vira contra os tecidos do próprio organismo como pele, articulações, fígado, coração, pulmão, rins e cérebro. Essas múltiplas formas de manifestação clínica, às vezes, podem confundir e retardar o diagnóstico. Lúpus exige tratamento cuidadoso por médicos especializados no assunto.
62 Eritematoso: Relativo a ou próprio de eritema. Que apresenta eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
63 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
64 Varizes: Dilatação anormal de uma veia. Podem ser dolorosas ou causar problemas estéticos quando são superficiais como nas pernas. Podem também ser sede de trombose, devido à estase sangüínea.
65 Fator de risco: Qualquer coisa que aumente a chance de uma pessoa desenvolver uma doença.
66 Traumatismo: Lesão produzida pela ação de um agente vulnerante físico, químico ou biológico e etc. sobre uma ou várias partes do organismo.
67 Eletiva: 1. Relativo à eleição, escolha, preferência. 2. Em medicina, sujeito à opção por parte do médico ou do paciente. Por exemplo, uma cirurgia eletiva é indicada ao paciente, mas não é urgente. 3. Cujo preenchimento depende de eleição (diz-se de cargo). 4. Em bioquímica ou farmácia, aquilo que tende a se combinar com ou agir sobre determinada substância mais do que com ou sobre outra.
68 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
69 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
70 Esclerose múltipla: Doença degenerativa que afeta o sistema nervoso, produzida pela alteração na camada de mielina. Caracteriza-se por alterações sensitivas e de motilidade que evoluem através do tempo produzindo dano neurológico progressivo.
71 Melanoma: Neoplasia maligna que deriva dos melanócitos (as células responsáveis pela produção do principal pigmento cutâneo). Mais freqüente em pessoas de pele clara e exposta ao sol.Podem derivar de manchas prévias que mudam de cor ou sangram por traumatismos mínimos, ou instalar-se em pele previamente sã.
72 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
73 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
74 Vesícula Biliar: Reservatório para armazenar secreção da BILE. Através do DUCTO CÍSTICO, a vesícula libera para o DUODENO ácidos biliares em alta concentração (e de maneira controlada), que degradam os lipídeos da dieta.
75 Metrorragia: Hemorragia uterina produzida fora do período menstrual. Pode ser sinal de menopausa. Em certas ocasiões é produzida pela presença de tumor uterino ou nos ovários.
76 Biópsia: 1. Retirada de material celular ou de um fragmento de tecido de um ser vivo para determinação de um diagnóstico. 2. Exame histológico e histoquímico. 3. Por metonímia, é o próprio material retirado para exame.
77 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
78 Cabeça:
79 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
80 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
81 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
82 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
83 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
84 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
85 Dismenorréia: Dor associada à menstruação. Em uma porcentagem importante de mulheres é um sintoma normal. Em alguns casos está associada a doenças ginecológicas (endometriose, etc.).
86 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
87 Candidíase: É o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
88 Descamação: 1. Ato ou efeito de descamar(-se); escamação. 2. Na dermatologia, fala-se da eliminação normal ou patológica da camada córnea da pele ou das mucosas. 3. Formação de cascas ou escamas, devido ao intemperismo, sobre uma rocha; esfoliação térmica.
89 Cistite: Inflamação ou infecção da bexiga. É uma das infecções mais freqüentes em mulheres, e manifesta-se por ardor ao urinar, urina escura ou com traços de sangue, aumento na freqüência miccional, etc.
90 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
91 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
92 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
93 Cloasma: Manchas escuras na face. O seu surgimento está relacionado à gravidez. Além dos fatores hormonais e da exposição solar, a tendência genética e características raciais também influenciam o seu surgimento. O cloasma gravídico pode desaparecer espontaneamente após a gravidez, não exigindo, às vezes, nenhum tipo de tratamento.
94 Melasma: Manchas escuras na face. O seu surgimento está relacionado à gravidez ou ao uso de anticoncepcionais hormonais (pílula) e tem como fator desencadeante a exposição da pele ao sol. Quando estas manchas ocorrem durante a gravidez, recebem a denominação de cloasma gravídico. Além dos fatores hormonais e da exposição solar, a tendência genética e características raciais também influenciam o surgimento do melasma.
95 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
96 Eritema nodoso: Erupção eritematosa comumente associada a reações a medicamentos ou infecções e caracterizada por nódulos inflamatórios que são geralmente dolorosos, múltiplos e bilaterais. Esses nódulos são localizados predominantemente nas pernas, podendo também estar nas coxas e antebraços. Eles sofrem alterações de coloração características terminando em áreas tipo equimose temporárias. Regride em 3 a 6 semanas, em média, sem cicatriz ou atrofia.
97 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
98 Hemorrágica: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
99 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
100 Olhos:
101 Córnea: Membrana fibrosa e transparente presa à esclera, constituindo a parte anterior do olho.
102 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
103 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
104 Libido: Desejo. Procura instintiva do prazer sexual.
105 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
106 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
107 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
108 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
109 Climatério: Conjunto de mudanças adaptativas que são produzidas na mulher como conseqüência do declínio da função ovariana na menopausa. Consiste em aumento de peso, “calores” freqüentes, alterações da distribuição dos pêlos corporais, dispareunia.
110 Sudorese: Suor excessivo
111 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
112 Veias: Vasos sangüíneos que levam o sangue ao coração.
113 Pulmões: Órgãos do sistema respiratório situados na cavidade torácica e responsáveis pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
114 Trombose: Formação de trombos no interior de um vaso sanguíneo. Pode ser venosa ou arterial e produz diferentes sintomas segundo os territórios afetados. A trombose de uma artéria coronariana pode produzir um infarto do miocárdio.
115 Artérias: Os vasos que transportam sangue para fora do coração.
116 Inchaço: Inchação, edema.
117 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
118 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
119 Cólicas: Dor aguda, produzida pela dilatação ou contração de uma víscera oca (intestino, vesícula biliar, ureter, etc.). Pode ser de início súbito, com exacerbações e períodos de melhora parcial ou total, nos quais o paciente pode estar sentindo-se bem ou apresentar dor leve.
120 Colo do útero: Porção compreendendo o pescoço do ÚTERO (entre o ístmo inferior e a VAGINA), que forma o canal cervical.
121 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
122 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
123 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.

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