Preço de TECNOMET em Cambridge/SP: R$ 30,17

TECNOMET

ZODIAC

Atualizado em 09/12/2014

Forma Farmacêutica de Tecnomet

Comprimido.

Apresentações de Tecnomet

2,5 mg comprimido. Cartucho de cartolina contendo 2 blisters âmbar com 10 comprimidos e 5 blisters âmbar com 10 comprimidos cada.USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Composição de Tecnomet

Cada comprimido contém:
Metotrexato 2,5 mg
Excipiente q.s.p. 1 comprimido
(Fosfato dicálcico, amido de milho, celulose microcristalina, povidone, estearato de magnésio, corante amarelo tartrazina).

Informação ao Paciente de Tecnomet

Ação esperada do medicamento: Este é indicado para o tratamento de psoríase1 severa, quando não responde a outras drogas e artrite reumatóide2.Cuidados de armazenamento: Conservar o produto em temperatura ambiente (15º - 30ºC) e proteger da luz e umidade.
Prazo de validade: 24 meses. Atenção: Não utilize o produto fora do prazo indicado, sob o risco de não produzir os efeitos desejados.
NUNCA USE MEDICAMENTO COM PRAZO DE VALIDADE VENCIDO.

Gravidez3 e lactação4: Informe seu médico a ocorrência de gravidez3 na vigência do tratamento ou após o seu término, já que pacientes grávidas com psoríase1 não devem receber metotrexato. Informar ao médico se está amamentando. Este medicamento não deve ser utilizado durante a gravidez3 e lactação4.
Cuidados de administração: Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Interrupção do tratamento: Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Reações adversas: Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. Podem ocorrer estomatite5 ulcerativa, leucopenia6, náuseas7 e mal-estar abdominal. Pode ocorrer também indisposição, fadiga8 excessiva, calafrios9 e febre10, tontura11 e resistência reduzida a infecções12.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Ingestão concomitante com outras substâncias: Durante o tratamento com TECNOMET®, nenhum outro medicamento deve ser utilizado sem o conhecimento de seu médico.
Contra-indicações e precauções: TECNOMET® é contra-indicado para pacientes13 com psoríase1 ou artrite reumatóide2 em que for diagnosticada gravidez3 e que tenham evidência clara ou laboratorial de sindrome14 da imunodeficiência15 não devem receber metotrexato. Também pacientes que apresentem distúrbios hepáticos ou renais severos, discrasias sangüíneas16, tais como hipoplasia17 da medula óssea18, leucopenia6, trombocitopenia19 ou anemia20, não devem fazer uso de metotrexato. Os produtos que contêm amarelos (tartrazina) tem sido a causa de reações alérgicas (incluindo asma21 brônquica). É freqüente a reação alérgica22 em pacientes que são hipersensíveis a aspirina. Informe o seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
Este produto contém o corante amarelo de TARTRAZINA que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma21 brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao Ácido Acetil Salicílico.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE23.

Informação Técnica de Tecnomet

Descrição: O metotrexato é um antimetabólito usado no tratamento de psoríase1 severa e artrite reumatóide2 em adultos. Quimicamente, o metotrexato é ácido N-[4-[[(2,4-diamino-6-pteridinil)-metil]metilamina]benzoil]-1-glutâmico.
Farmacologia24: O metotrexato inibe a redutase do ácido diidrofólico. Os diidrofolatos devem ser reduzidos a tetraidrofolatos por essa enzima25 antes que possam ser utilizados como transportadores de grupos de um carbono em síntese de nucleotídeos purina e timidilato. Portanto, o metotrexato interfere com a síntese, reparo e replicação celular do DNA. O mecanismo de ação na artrite reumatóide2 é desconhecido; pode afetar a função imune. Dois relatos descrevem, in vitro, a inibição do DNA precursor pelo metotrexato, e outro descreve resolução parcial da poliartrite em animais através de menor resposta e supressão da produção de interleucina-2 pelas células26 do baço27. Outros laboratórios, entretanto, foram incapazes de demonstrar os mesmos efeitos. A elucidação do efeito do metotrexato na atividade imunológica e sua relação com a imunopatogênese reumatóide aguarda outros estudos. Em pacientes com artrite reumatóide2, os efeitos do metotrexato em diminuir o edema28 articular podem ser vistos em 3 a 6 semanas. Embora o metotrexato melhore claramente os sintomas29 de inflamação30 (dor, inchaço31, rigidez) não há evidência de que induza à remissão da artrite reumatóide2 e nem que o efeito benéfico tenha sido demonstrado nas erosões ósseas e outras alterações radiológicas que resultam em prejuízo funcional da articulação32 e deformidade. A maioria dos estudos do metotrexato em pacientes com artrite reumatóide2 são, relativamente, de curto prazo (3 a 6 meses). Dados limitados de estudos em longo prazo indicam que uma melhora clínica inicial é mantida por, pelo menos, 2 anos com terapia de manutenção. Na psoríase1, a taxa de produção de células26 epiteliais na pele33 é muito aumentada sobre a pele33 normal. Essa taxa de proliferação é a base para o uso de metotrexato no controle da psoríase1. O metotrexato em altas doses, associado a leucovorina, é usado como parte do tratamento em pacientes com osteossarcoma não metastático. O fundamento lógico para a terapia com metotrexato em altas doses baseava-se no conceito de seletiva recuperação dos tecidos normais pela leucovorina. Evidência mais recente sugere que a alta dose de metotrexato pode, também, superar a resistência ao metotrexato causada pelo prejuízo no transporte ativo, diminuição da afinidade do ácido hidrofólico redutase para metotrexato, aumento dos níveis de ácido hidrofólico resutase, resultante da amplificação do gene ou diminuição da poliglutamação do metotrexato. O mecanismo real da ação é desconhecido.
Farmacocinética: Absorção: em adultos, a absorção oral parece ser dose-dependente. Níveis de pico sérico são alcançados em 1 a 2 horas. Em doses de 30 mg/m² ou menores, o metotrexato é, geralmente, bem absorvido com biodisponibilidade média de cerca de 60%. A absorção de doses maiores do que 80 mg/m² é significantemente menor, possivelmente devido a um efeito de saturação. Uma diferença de 20 vezes entre os níveis mais altos e mais baixos (Cmáx: 0,11 a 2,3 micromolar após uma dose de 20 mg/m²) foi relatada. Variabilidade individual significante também foi observada no tempo de pico de concentração (Tmáx: 0,67 a 4 horas após dose de 15 mg/m²) e na fração da dose absorvida. Demonstrou-se que a alimentação retarda a absorção e reduz o pico da concentração. O metotrexato é, em geral, completamente absorvido por via parenteral. Após a injeção intramuscular34, o pico de concentração sérica ocorre entre 30 e 60 minutos.
Distribuição: após administração intravenosa, o volume de distribuição é de aproximadamente 0,18 L/kg (18% do peso corpóreo) e o volume constante de distribuição é de aproximadamente 0,4 a 0,8 L/kg (40% a 80% do peso corpóreo). O metotrexato compete com os folatos reduzidos no transporte ativo através das membranas celulares por meio de processo de transporte ativo mediado por um único carreador. Em concentrações séricas maiores do que 100 micromolares, difusão passiva torna-se o caminho mais importante pelo qual as concentrações intracelulares efetivas podem ser alcançadas. O metotrexato em soro35 se liga a proteínas36 em aproximadamente 50%. Estudos laboratoriais demonstraram que pode ser retirado albumina37 plasmática por vários compostos, incluindo sulfonamidas, salicilatos, tetraciclinas, cloranfenicol e fenitoína. O metotrexato não penetra na barreira hematoencefálica em doses terapêuticas quando administrado por via oral ou parenteral. Altas concentrações da droga no fluido cérebro38-espinhal podem ser obtidas por administração intratecal. Em cães, as concentrações no fluido sinovial após dose oral foram maiores nas articulações39 inflamadas do que nas não inflamadas. Embora os salicilatos não interfiram com essa penetração, tratamento anterior com prednisona reduziu a penetração da droga nas articulações39 inflamadas, determinado níveis de concentração semelhantes às normais.
Metabolismo40: após a absorção, o metotrexato passa por metabolismo40 hepático e intracelular para formas poliglutamadas que podem ser convertidas, novamente, em metotrexato por enzimas hidrolíticas. Esses poliglutamatos agem como inibidores de diidrofolato redutase e da timidilato sintetase. Pequenas quantidades de metotrexato poliglutamatos podem permanecer nos tecidos por períodos prolongados. A retenção e a ação prolongada da droga decorrente desses metabólitos41 ativos variam entre diferentes células26 e tecidos. Uma pequena quantidade do metabolismo40 para 7-hidroximetotrexato pode ocorrer em doses comumente prescritas. A solubilidade aquosa do 7-hidroximetotrexato é 3 a 5 vezes menor do que a do composto original. O metotrexato é parcialmente metabolizado pela flora intestinal após administração oral.
Meia-vida: a meia-vida relatada para o metotrexato é de aproximadamente 3 a 10 horas para pacientes13 recebendo tratamento para psoríase1 e artrite reumatóide2 com doses baixas (menos do que 30 mg/m²). Para pacientes13 recebendo altas doses de metotrexato, a meia-vida é de 8 a 15 horas.
Excreção: excreção renal42 é a via primária de eliminação e é dependente da dose e da via de administração. Com administração endovenosa, 80% a 90% da dose administrada é excretada sem alteração na urina43 em 24 horas. Existe limitada excreção biliar chegando a 10% ou menos da dose administrada. A circulação44 êntero-hepática45 do metotrexato foi proposta. A excreção renal42 ocorre por filtração glomerular e secreção tubular ativa. Eliminação não linear devido à saturação da reabsorção tubular renal42 tem sido observada em pacientes com psoríase1 em doses entre 7,5 e 30 mg. Disfunção renal42, bem como uso de drogas tais como ácidos orgânicos fracos, que também podem sofrer secreção tubular, podem aumentar muito os níveis séricos do metotrexato. Correlação excelente entre a depuração do metotrexato e da creatinina46 endógena tem sido descrita. As taxas de depuração de metotrexato variam amplamente e são, em geral, diminuídas com altas doses. Depuração retardada da droga tem sido responsabilizada como um dos fatores mais importantes responsáveis pela toxicidade47 do metotrexato. Tem sido postulado que a toxicidade47 do metotrexato para tecidos normais é mais dependente da duração à exposição da droga do que ao nível de pico atingido. Quando um paciente tem retardo na eliminação da droga, conseqüente ao comprometimento da função renal42, difusão ao terceiro espaço, ou outras causas, as concentrações séricas de metotrexato podem permanecer elevadas por períodos prolongados. O potencial de toxicidade47 dos regimes de altas doses ou excreção retardada é reduzido pela administração de leucovorina cálcica durante a fase final de eliminação do metotrexato do plasma48. A monitorização farmacocinética das concentrações séricas do metotrexato podem ajudar a identificar aqueles pacientes com alto risco de toxicidade47 pelo metotrexato e ajuda no ajuste apropriado da posologia de leucovorina. As diretrizes para a monitoração dos níveis séricos de metotrexato, e para o ajuste da dose de leucovorina para reduzir o risco de toxicidade47 de metotrexato são fornecidas em Dose. O metotrexato tem sido detectado no leite materno. A maior razão de concentração do leite humano para o plasma48 foi de 0,08:1.

Indicações de Tecnomet

Artrite reumatóide2: O metotrexato é indicado no manejo de adultos selecionados com artrite reumatóide2 grave, ativa, clássica ou definida (critério ARA) com resposta terapêutica49 insuficiente, ou não tolerem um teste adequado de terapia de primeira linha, incluindo dose completa de antinflamatórios não-esteróides (AINE) e, normalmente, um teste de pelo menos uma ou mais drogas anti-reumáticas que modifiquem a doença. Aspirina, agentes antinflamatórios não-esteróides e/ou esteróides de baixa dose podem ser mantidos, embora a possibilidade de aumento da toxicidade47 com o uso concomitante de AINE, incluindo salicilatos, não tenha sido completamente explorado (vide Interações). Os esteróides podem ser reduzidos gradualmente em pacientes que respondem ao metotrexato. O uso combinado de metotrexato com ouro, penicilamina, hidroxicloroquina, sulfasalazina ou agentes citotóxicos50 não foi estudado e pode aumentar a incidência51 de efeitos adversos. Repouso e fisioterapia52 quando indicados devem ser continuados.Quimioterapia53 para psoríase1 (exceto em pacientes grávidas): Por causa do alto risco que envolve seu uso, metotrexato é indicado somente no controle sintomático54 da psoríase1 severa, recalcitrante e incapacitante, e que não responde adequadamente a outras formas de terapia, e não responde a outras drogas, e unicamente quando o diagnóstico55 tiver sido estabelecido por biópsia56 e/ou após consulta dermatológica. É importante assegurar que a vermelhidão da psoríase1 não se deve a uma doença concomitante não diagnosticada que afeta a resposta imune.

Contra-Indicações de Tecnomet

Pacientes com psoríase1 ou artrite reumatóide2 em que for diagnosticada gravidez3 não devem receber metotrexato. A gravidez3 deve ser evitada, se o parceiro estiver recebendo metotrexato, durante e por um período mínimo de 3 meses após o tratamento para homens e durante e pelo menos por um ciclo ovulatório, após o tratamento, em pacientes mulheres. Pacientes com psoríase1 ou artrite reumatóide2 que tenham evidência clara ou laboratorial de síndrome14 da imunodeficiência15 não devem receber metotrexato. Também pacientes que apresentem distúrbios hepáticos ou renais severos, discrasias sangüíneas16, tais como hipoplasia17 da medula óssea18, leucopenia6, trombocitopenia19 ou anemia20, não devem fazer uso de metotrexato.

Precauções de Tecnomet

Gerais: Metotrexato tem alto potencial de toxicidade47, usualmente relacionado à dose, no entanto em todas as doses foram observados efeitos adversos. O médico deve estar familiarizado com as várias características da droga e seu uso clínico estabelecido. Os pacientes sob terapia devem estar sujeitos a supervisão apropriada, de modo que sinais57 ou sintomas29 de possíveis efeitos tóxicos ou reações adversas possam ser detectados e avaliados com a mínima demora. A maioria das reações adversas é reversível, se detectadas no início. Na ocorrência de tais reações, a dose deverá ser reduzida ou o tratamento ser interrompido, associado às medidas apropriadas, incluindo-se o uso de leucovorina cálcica se necessário. Se a terapia com metotrexato for reiniciada, deve ser iniciada com cautela, considerando-se a necessidade de tratamento e com especial atenção às possíveis recidivas58 de toxicidade47. Este produto contém o corante amarelo de TARTRAZINA que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma21 brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao Ácido Acetil Salicílico.Informações para o paciente: os pacientes devem ser informados sobre os sinais57 e sintomas29 precoces de toxicidade47 e da necessidade de procurar médico imediatamente caso eles ocorram, além da necessidade de acompanhamento profissional de perto, incluindo exames laboratoriais periódicos. Tanto o médico quanto o farmacêutico devem enfatizar ao paciente que a dose recomendada é administrada semanalmente em artrite reumatóide2 e psoríase1 e que o uso diário equivocado da dose recomendada pode levar à toxicidade47 fatal. Os pacientes devem ser informados do benefício em potencial e dos riscos do uso do metotrexato. O risco de efeitos na reprodução59 deve ser discutido com os pacientes (homens ou mulheres) que estejam fazendo uso de metotrexato.
Exames laboratoriais: pacientes em terapia com metotrexato devem ser monitorados de perto para que os efeitos tóxicos sejam detectados rapidamente. A avaliação antes do início da terapia deve incluir hemograma, contagem de plaquetas60, enzimas hepáticas61, avaliação da função renal42 e raios X de tórax62. Na terapia da artrite reumatóide2 e psoríase1, a monitoração desses parâmetros é recomendada, com exames hematológicos pelo menos uma vez por mês e avaliação da função renal42 e hepática45 a cada 1 ou 3 meses. Monitoração mais freqüente é, normalmente, indicada durante terapia antineoplásica. Durante a dose inicial ou na mudança de dose, ou durante os períodos de maior risco de níveis sangüíneos elevados de metotrexato (ex. desidratação63), monitoração mais freqüente também é indicada. Relação entre alteração nos exames de função hepática45 e fibrose64 ou cirrose65 hepática45 não foi estabelecida. Anormalidades transitórias em exames de avaliação de função hepática45 foram observadas com freqüência após a administração de metotrexato, não havendo necessidade, normalmente, para se modificar a terapia. Persistentes anormalidades nesses exames antes de nova dose e/ou diminuição dos níveis séricos de albumina37 podem ser indicadores de séria toxicidade47 hepática45 e requerem avaliação. Avaliação de função pulmonar pode ser útil, se houver suspeita de doença pulmonar induzida pelo metotrexato, especialmente se as condições necessárias estiverem disponíveis. A farmacologia24 clínica do metotrexato não tem sido bem estuda em indivíduos idosos. Em conseqüência da diminuição da função hepática45 e renal42, como também menores depósitos de folatos nesta população, doses relativamente baixas devem ser consideradas e esses pacientes devem ser monitorados de perto quanto a sinais57 prematuros de toxicidade47.
Carcinogênese, mutagênese e dano à fertilidade: nenhum estudo controlado em seres humanos existe quanto ao risco de neoplasia66 com metotrexato. Metotrexato foi avaliado em alguns estudos animais quanto ao potencial carcinogênico com resultados inconclusivos. Embora exista evidência que o metotrexato cause dano cromossômico em células somáticas67 de animais e nas células da medula óssea68 em seres humanos, a significância clínica permanece incerta. A avaliação do potencial carcinogênico do metotrexato é complicada pela conflitante evidência de aumento no risco de certos tumores na artrite reumatóide2. O benefício deve ser pesado quanto ao risco em potencial antes do uso do metotrexato como droga única ou em combinação com outras, especialmente em crianças e adultos jovens. O metotrexato causa embriotoxicidade, aborto e defeitos fetais em seres humanos. Também há relatos de prejuízo à fertilidade, oligoespermia e disfunção menstrual em seres humanos, durante a terapia e por pequeno período após o seu término.
Uso pediátrico: segurança e eficácia em crianças não foram estabelecidas.
Toxicidade47 do sistema orgânico
Gastrintestinais: se vômito69, diarréia70 ou estomatite5 ocorrer o que pode resultar em desidratação63, o metotrexato deve ser interrompido até que ocorra a recuperação. O metotrexato deve ser utilizado com extrema cautela na presença de úlcera péptica71 ou colite72 ulcerativa.
Hematológico: o metotrexato pode deprimir a hematopoese e causar anemia20, leucopenia6 e/ou trombocitopenia19. Em pacientes com neoplasia66 e deficiência hematopoética preexistente, a droga deve ser utilizada com cautela, se necessário. Em estudos clínicos controlados em artrite reumatóide2 (n=128), leucopenia6 (leucócitos73 < 3.000/mm³) foi vista em dois pacientes, trombocitopenia19 (plaquetas60 < 100.000/mm³) em seis e pancitopenia74 em dois. Na psoríase1 e artrite reumatóide2 o metotrexato deve ser imediatamente interrompido, se houver queda significante nas contagens sangüíneas. Pacientes com granulocitopenia severa e febre10 devem ser avaliados imediatamente e, normalmente, requerem terapia parenteral de antibiótico de amplo espectro.
Hepáticas75: o metotrexato tem potencial para hepatotoxicidade76 aguda (transaminases elevadas) e crônica (fibrose64 e cirrose65). A toxicidade47 crônica é potencialmente fatal e geralmente ocorre após o uso prolongado (geralmente 2 anos ou mais) e após dose total de pelo menos 1,5 g em estudos com pacientes com psoríase1, a hepatotoxicidade76 pareceu ser em função da dose cumulativa total e maior no alcoolismo, obesidade77 e em idade avançada. A exata taxa de incidência51 não foi determinada e a taxa de progressão e reversibilidade das lesões78 não é conhecida. Cautela especial está indicada na presença de lesão79 hepática45 preexistente ou na disfunção hepática45. Exames da função hepática45, incluindo albumina37 sérica, devem ser feitos periodicamente antes de cada tratamento, mas, com freqüência, estão normais quando do desenvolvimento de fibrose64 e cirrose65. Essas lesões78 podem ser detectáveis somente por biopsia56. Na psoríase1, recomenda-se biópsia56 hepática45 quando a dose cumulativa total chega a 1,5 g fibrose64 moderada ou qualquer cirrose65 normalmente determinam interrupção da droga; fibrose64 leve normalmente sugere repetição da biópsia56 após 6 meses. Alterações histológicas80 leves, tais como esteatose81 e inflamação30 portal de baixo grau, são relativamente comuns antes da terapia. Embora essas leves alterações não sejam, normalmente, razão para evitar ou interromper a terapia, a droga deve ser utilizada com cautela. Experiência clínica com doença do fígado82 em artrite reumatóide2 é limitada, mas os mesmos fatores de risco devem ser prevenidos. Os exames de função hepática45 também, normalmente, não predizem com segurança as alterações histológicas80 nessa população. Não foi estabelecido quando realizar biópsia56 hepática45 em pacientes com artrite reumatóide2, tanto em termos de dose cumulativa quanto em termos de duração da terapia. Há uma experiência descrita com 217 pacientes com artrite reumatóide2 com biópsia56 de fígado82 antes e durante o tratamento (após uma dose cumulativa de pelo menos 1.500 mg) e com 714 pacientes com biópsia56 somente durante o tratamento. Foram diagnosticados 64 casos (7%) de fibrose64, dos quais 60 eram leves, e 1 (0,1%) de cirrose65. A coloração com reticulina é mais sensível na fase inicial de fibrose64 e seu uso pode aumentar esses números. É desconhecido o uso mais prolongado que aumentará esses riscos.
Infecção83 ou estados imunológicos: o metotrexato deve ser usado com extrema cautela na presença de infecção83 ativa e é normalmente contra-indicado em pacientes com evidência clara ou laboratorial de sindrome14 de imunodeficiência15. A imunização84 pode ser ineficaz quando dada durante terapia com metotrexato. Geralmente não se recomenda imunização84 com vacinas de vírus85. Existem relatos de infecção83 disseminada pela vacina86 após imunização84 para varíola em pacientes em terapia com metotrexato. Hipogamaglobulinemia foi raramente relatada.
Neurológicas: existem relatos de leucoencefalopatias após administração intravenosa de metotrexato a pacientes que tinham feito radioterapia87 do sistema nervoso central88. Leucoencefalopatia crônica também foi descrita em pacientes com osteossarcoma que receberam doses altas ou repetidas associadas a leucovorina mesmo sem radioterapia87. A interrupção do metotrexato nem sempre resulta em completa recuperação. Uma síndrome14 neurológica aguda transitória tem sido observada em pacientes tratados com regime de altas doses. As manifestações clínicas incluem comportamento inadequado, sinais57 sensomotores focais e reflexos anormais. A causa exata é desconhecida.
Pulmonares: sintomas29 pulmonares (especialmente tosse seca) ou pneumonite89 não específica ocorrendo durante a terapia com metotrexato podem ser indicativos de lesão79 potencialmente perigosa e requer interrupção do tratamento e cuidadosa investigação. Embora clinicamente variável, o paciente típico com doença pulmonar induzida pelo metotrexato apresenta febre10, tosse, dispnéia90, hipoxemia91 e infiltração intersticial92 ao raio-X de tórax62, devendo-se excluir processo infeccioso. Essa lesão79 pode ocorres em quaisquer das doses.
Renais: A nefrotoxicidade93 se deve, primariamente, à precipitação de metotrexato e 7-hidroximetotrexato nos túbulos renais. Para uma segura administração, especial atenção deve-se dar à função renal42, incluindo adequada hidratação, alcalinização urinária e dose sérica de metotrexato e de creatinina46.
Outras precauções: o metotrexato deve ser usado com extrema cautela na presença de debilidades. O metotrexato difunde-se vagarosamente para o terceiro espaço (ex., derrame94 pleural ou ascite95). Isso resulta em uma meia vida plasmática prolongada e inesperada toxicidade47. Em pacientes com acúmulo líquido significante no terceiro espaço, é aconselhável retirar esse fluido antes do início do tratamento e monitorar o nível sérico de metotrexato. Lesões78 de psoríase1 podem ser agravadas por exposição concomitante à radiação ultravioleta. Dermatite96 de radiação e queimadura de sol podem voltar pelo uso de metotrexato.

Advertências de Tecnomet

Foram relatadas mortes com o uso de metotrexato no tratamento de psoríase1 e artrite reumatóide2. No tratamento de psoríase1 ou artrite reumatóide2, o uso do metotrexato deve-se restringir-se a pacientes com doença severa, recalcitrante ou debilitante, que não respondem adequadamente a outras formas de terapia e, somente, quando o diagnóstico55 for estabelecido e após consulta apropriada.
1) Há relatos que o metotrexato causou morte fetal e/ou anomalias congênitas97. Portanto, não é recomendado para mulheres com potencial para engravidar, a menos que haja evidência médica clara que os benefícios esperados superam os riscos considerados. Pacientes grávidas com psoríase1 ou artrite reumatóide2 não devem receber metotrexato.
2) Monitoramento periódico de toxicidade47, incluindo contagem de plaquetas60, e testes das funções hepática45 e renal42 são uma parte obrigatória da terapia com metotrexato. Biópsias98 hepáticas75 periódicas podem ser indicadas em algumas situações. Os pacientes com risco aumentado de comprometimento na eliminação de metotrexato (ex. disfunção renal42, derrames pleurais ou ascite95) devem ser monitorados mais freqüentemente.
3) O metotrexato causa hepatotoxicidade76, fibrose64 e cirrose65, mas em geral, somente após uso prolongado. Elevações agudas das enzimas hepáticas61 são observadas freqüentemente; normalmente são transitórias e assintomáticas. Biópsia56 hepática45 após uso contínuo pode apresentar alterações histológicas80, e fibrose64 e cirrose65 foram relatadas; muitas vezes essas últimas lesões78 não são precedidas por sintomas29 ou exames anormais da função hepática45.
4) Doença do pulmão99 induzida por metotrexato é uma lesão79 potencialmente perigosa, que pode ocorrer de maneira aguda a qualquer momento durante a terapia e que foi relatada em doses baixas como 7,5 mg/semana. Nem sempre é completamente reversível. Sintomas29 pulmonares (especialmente tosse seca) podem requerer interrupção do tratamento e investigação cuidadosa.
5) O metotrexato pode produzir depressão acentuada da medula óssea18, resultando em anemia20, leucopenia6 e/ou trombocitopenia19.
6) Diarréia70 e estomatite5 ulcerativa requerem a interrupção da terapia; do contrário, enterite hemorrágica100 e morte por perfuração do intestino podem ocorrer.
7) A terapia com metotrexato em pacientes com função renal42 deficiente deve ser realizada com extrema cautela e em doses reduzidas porque a disfunção renal42 retarda a eliminação do metotrexato.
8) Supressão severa inesperada da medula101 (algumas vezes fatal) e toxicidade47 gastrintestinal foram relatadas com administração concomitante de metotrexato (normalmente em dose alta) juntamente com algumas drogas antinflamatórias não-esteróides (AINE).

Interações Medicamentosas de Tecnomet

Antinflamatórios não-esteróides (AINE) não devem ser administrados antes ou concomitantemente a doses elevadas de metotrexato. A administração concomitante de alguns AINE com altas doses de metotrexato tem sido descrita como responsável por níveis elevados e prolongados do metotrexato sérico, resultando em morte por toxicidade47 hematológica e gastrintestinal severas. Deve-se tomar cuidado quando AINE e salicilatos são administrados concomitantemente a doses mais baixas de metotrexato. Existem relatos que essas drogas reduzem a secreção tubular de metotrexato em modelo animal aumentando sua toxicidade47. Apesar das interações em potencial, estudos de metotrexato em pacientes com artrite reumatóide2 normalmente incluem uso concomitante e constante de AINE, sem problemas aparentes. Entretanto, deve-se considerar que as doses utilizadas na artrite reumatóide2 (7,5 a 15 mg/semana) são menores do que aquelas utilizadas na psoríase1 e que doses maiores podem levar à toxicidade47 inesperada. O metotrexato se liga parcialmente a albumina37 sérica e a toxicidade47 pode ser aumentada em conseqüência do deslocamento determinado por certas drogas, tais como salicilatos, fenilbutazona, fenitoína e sulfonamidas. O transporte tubular renal42 também é diminuído por probenecida; o uso de metotrexato com essa droga deve ser cuidadosamente monitorado. Antibióticos orais, tais como tetraciclinas, cloranfenicol e antibióticos de amplo espectro não absorvíveis, podem diminuir a absorção intestinal do metotrexato ou interferir com a circulação44 enteroepática por inibição da flora intestinal e não metabolismo40 bacteriano da droga. Preparações vitamínicas contendo ácido fólico ou seus derivados podem diminuir a resposta ao metotrexato sistemicamente administrado. Estados de deficiência de folato podem aumentar a toxicidade47 do metotrexato. Trimetoprima / sulfametoxazol raramente aumentam a depressão medular em pacientes recebendo metotrexato, provavelmente devido a um efeito antifolato aditivo.

Reações Adversas de Tecnomet

As reações adversas mais comuns incluem estomatite5 ulcerativa, leucopenia6, náuseas7 e mal-estar abdominal. Outras reações relatadas são: indisposição, fadiga8 excessiva, calafrios9 e febre10, tontura11 e resistência reduzida a infecções12. Em geral, a incidência51 e severidade dos efeitos colaterais102 são considerados dose-relacionados.Pele33: erupções eritematosas103, prurido104, urticária105, fotossensibilidade, despigmentação, alopécia106, equimose107, telangiectasia108, acne109, furunculose. Lesões78 de psoríase1 podem ser agravadas pela exposição concomitante à radiação ultravioleta.
Sangue110: depressão da medula óssea18, leucopenia6, trombocitopenia19, anemia20, hipogamaglobulinemia, hemorragia111 em vários locais e septicemia112.
Sistema digestivo113: gengivite114, faringite115, estomatite5, anorexia116, vômito69, diarréia70, hematêmese117, melena118, ulceração119 gastrintestinal e sangramento, enterite, toxicidade47 hepática45 resultando em atrofia120 aguda do fígado82, necrose121, alteração gordurosa, fibrose64 periportal e cirrose65 hepática45.
Sistema urogenital122: insuficiência renal123, azotemia, cistite124, hematúria125; espermatogênese defeituosa, oligoespermia temporária, disfunção menstrual; infertilidade126; aborto; defeitos fetais e nefropatia127 severa.
Sistema respiratório128: pneumonite89 intersticial92. Mortes têm sido relatadas e doença pulmonar obstrutiva intersticial92 crônica tem ocorrido ocasionalmente.
Sistema nervoso central88: dores de cabeça129, sonolência e visão130 embaçada. Hemiparesia131, afasia132, paresia133 e convulsões também têm ocorrido após a administração de metotrexato. Há relatos de leucoencefalopatia após administração endovenosa de metotrexato em pacientes que se submeteram a radioterapia87 cranioespinhal. Após o uso intratecal de metotrexato, a toxicidade47 do sistema nervoso central88 que pode ocorrer pode ser classificada como se segue: (1) aracnoidite química, manifestada por sintomas29, tais como: dor de cabeça129, dor nas costas134, rigidez na nuca e febre10; (2) paresia133, usualmente transitória, manifestada por paraplegia135 associada com envolvimento de uma ou mais raízes nervosas espinhais136; (3) leucoencefalopatia, manifestada por confusão, irritabilidade, sonolência, ataxia137, demência138 e, ocasionalmente, convulsões.
Outras reações relacionadas ou atribuídas ao uso de metotrexato são: mudanças metabólicas, precipitação de diabetes139, efeitos osteoporóticos, mudanças anormais nas células26 e, até mesmo, morte súbita, têm sido relatadas.
Reações adversas em estudos duplo-cegos de artrite reumatóide2: as incidências aproximadas de reações adversas atribuídas ao metotrexato (isto é, subtraída a taxa de placebo140) em estudos duplo-cegos de 12 a 18 semanas de pacientes (n = 128) com artrite reumatóide2 tratados com dose baixa de pulso de metotrexato oral (7,5 a 15 mg/semana), são listadas abaixo. Virtualmente todos os pacientes estavam recebendo antinflamatórios não-esteróides concomitante e, alguns, também, estavam recebendo doses baixas de corticosteróides. Incidência51 maior do que 10%: elevações nos exames de função hepática45 15%; náuseas7 / vômito69 10%. Incidência51 de 3% a 10%: estomatite5, trombocitopenia19 (contagem de plaquetas60 menor do que 100.000/mm³). Incidência51 de 1% a 3%: exantema141 / prurido104 / dermatite96; diarréia70, alopécia106, leucopenia6 (leucócitos73 < 3.000/mm³), pancitopenia74, vertigem142. A toxicidade47 pulmonar não foi observada nesses dois estudos. Dessa forma, a incidência51 é, provavelmente, menor do que 2,5%. Histologia hepática45 não foi avaliada nesses estudos. Outras reações menos comuns incluídas foram queda de hematócrito143, dor de cabeça129, infecção83 de vias aéreas superiores, anorexia116, artralgias144, dor torácica, tosse, disúria145, desconforto ocular, epistaxe146, febre10, infecção83, sudorese147 e secreção vaginal.
Reações adversas em psoríase1: não há estudos recentes controlados com placebo140 em pacientes com psoríase1. Há dois relatos na literatura descrevendo grande casuística (n = 204, 248) de pacientes com psoríase1 tratados com metotrexato. As doses variaram até 25 mg por semana e o tratamento foi administrado por até 4 anos. Com exceção de alopécia106, fotossensibilidade e queimação das lesões78 de pele33 (cada de 3% a 10%), as taxas de reações adversas nesses relatos foram muito semelhantes àquelas dos estudos de artrite reumatóide2.

Posologia de Tecnomet

Artrite reumatóide2: esquemas recomendados de dose inicial:
1) dose oral única de 7,5 mg uma vez por semana.
2) posologia oral fracionada de 2,5 mg, a cada 12 horas, por três doses administradas como um ciclo, uma vez por semana. As posologias de cada esquema devem ser ajustadas gradualmente para alcançarem uma resposta ótima, mas não devem exceder, normalmente, uma dose semanal total de 20 mg. Experiência limitada mostra um aumento significante na incidência51 e severidade de reações tóxicas sérias, especialmente depressão medular, com doses maiores do que 20 mg/semana.
Uma vez alcançada a resposta clínica, cada esquema posológico deve ser reduzido, para menor dose efetiva possível.
A resposta terapêutica49 normalmente começa em 3 a 6 semanas e o paciente pode continuar a melhorar por outras 12 semanas ou mais. A duração ótima da terapia é desconhecida. Dados limitados disponíveis de estudos em longo prazo indicam que a melhora clinica inicial é mantida por pelo menos 2 anos com a manutenção da terapia. Quando o metotrexato é interrompido, a artrite148 normalmente piora dentro de 3 a 6 semanas.
Psoríase1: O esquema de dose inicial recomendado é 1) dose oral única semanal: 10 - 25 mg por semana, até que uma resposta adequada seja alcançada. 2) esquema de dose oral fracionada: 2,5 mg, a cada 12 horas, por três doses. As posologias em cada esquema podem ser ajustadas gradualmente para alcançar resposta clínica ótima; dose de 30 mg por semana não deve ser excedida. Uma vez alcançada a resposta clínica ótima, o esquema posológico deve ser reduzido à menor quantidade possível de droga e ao maior período de descanso. O uso de metotrexato pode permitir o retorno à terapia tópica convencional, que deve ser priorizada.
Quimioterapia53 para Psoríase1 e Artrite Reumatóide2: O paciente deve ser totalmente informado quanto aos riscos envolvidos e deve estar sob constante supervisão do médico. A avaliação da função renal42, função hepática45, função pulmonar e elementos sangüíneos deve ser feita pela história clínica, exame físico e testes laboratoriais (tais como: hemograma, urinálise, creatinina46 sérica, estudos da função hepática45 e biópsia56 do fígado82, se indicado) antes de se iniciar, periodicamente durante e antes de se reinstituir a terapia com metotrexato após um período de descanso. Medidas apropriadas devem ser tomadas para evitar a concepção149 durante a terapia com metotrexato e por, pelos menos, oito semanas após seu término. O esquema deve ser continuamente ajustado ao paciente, individualmente. Uma dose teste inicial uma semana antes do início da terapia é recomendada para se detectar qualquer idiossincrasia. Depressão medular máxima normalmente ocorre entre 7 e 10 dias.

Conduta na Superdosagem de Tecnomet

A leucovorina cálcica (TECNOVORIN®) é indicada para diminuir a toxicidade47 de metotrexato e deve ser administrada o mais rápido possível após a superdose de metotrexato, já que, à medida que o intervalo de tempo entre a administração de metotrexato e início da leucovorina aumenta, a eficácia em anular a toxicidade47 diminui. A monitorização das concentrações séricas de metotrexato é essencial para determinar a dose e duração do tratamento com leucovorina. Em casos de superdosagem maciça, hidratação e alcalinização urinária podem ser necessárias para prevenir a precipitação de metotrexato e/ou de seus metabólitos41 nos túbulos renais. Nem hemodiálise150 ou diálise peritoneal151 melhoram a eliminação de metotrexato. Os seguintes esquemas de .resgate. com leucovorina são indicados após doses altas de metotrexato.
Quando a eliminação de metotrexato é normal (nível sérico próximo a 0,01 M 24 horas após administração; 0,001 M após 48 horas e menor que 0,2 µM após 72 horas): indica-se 10 doses de 15 mg de leucovorina, de 6 em 6 horas, 24 horas após o início da infusão de metotrexato, por via intramuscular ou endovenosa.
Quando ocorre eliminação diminuída de metotrexato tardia (nível sérico acima de 0,2 µM após 72 horas e mais de 0,05 µM após 96 horas de administração): 15 mg de leucovorina por via intramuscular ou endovenosa até que o nível de metotrexato esteja menor que 0,05 µM.
Eliminação diminuída de metotrexato precoce e/ou evidência de doença renal42 aguda (nível sérico 50 µM ou mais após 24 horas ou 5 µM ou mais 48 horas após a administração; aumento de 100% ou mais nos níveis séricos de creatinina46 24 horas após a administração de metotrexato): 150 mg de leucovorina, por via endovenosa, de três em três horas, até que o nível de metotrexato esteja inferior a 1 µM. Em seguida, 15 mg por dia via endovenos de três em três horas, até nível inferior a 0,05 µM.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

TECNOMET - Laboratório

ZODIAC
Rua Traipu, 755
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Complementos

1 Psoríase: Doença imunológica caracterizada por lesões avermelhadas com descamação aumentada da pele dos cotovelos, joelhos, couro cabeludo e costas juntamente com alterações das unhas (unhas em dedal). Evolui através do tempo com melhoras e pioras, podendo afetar também diferentes articulações.
2 Artrite reumatóide: Doença auto-imune de etiologia desconhecida, caracterizada por poliartrite periférica, simétrica, que leva à deformidade e à destruição das articulações por erosão do osso e cartilagem. Afeta mulheres duas vezes mais do que os homens e sua incidência aumenta com a idade. Em geral, acomete grandes e pequenas articulações em associação com manifestações sistêmicas como rigidez matinal, fadiga e perda de peso. Quando envolve outros órgãos, a morbidade e a gravidade da doença são maiores, podendo diminuir a expectativa de vida em cinco a dez anos.
3 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
4 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
5 Estomatite: Inflamação da mucosa oral produzida por infecção viral, bacteriana, micótica ou por doença auto-imune. É caracterizada por dor, ardor e vermelhidão da mucosa, podendo depositar-se sobre a mesma uma membrana brancacenta (leucoplasia), ou ser acompanhada de bolhas e vesículas.
6 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
7 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
8 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
9 Calafrios: 1. Conjunto de pequenas contrações da pele e dos músculos cutâneos ao longo do corpo, muitas vezes com tremores fortes e palidez, que acompanham uma sensação de frio provocada por baixa temperatura, má condição orgânica ou ainda por medo, horror, nojo, etc. 2. Sensação de frio e tremores fortes, às vezes com bater de dentes, que precedem ou acompanham acessos de febre.
10 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
11 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
12 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
13 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
14 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
15 Imunodeficiência: Distúrbio do sistema imunológico que se caracteriza por um defeito congênito ou adquirido em um ou vários mecanismos que interferem na defesa normal de um indivíduo perante infecções ou doenças tumorais.
16 Discrasias sangüíneas: Qualquer alteração envolvendo os elementos celulares do sangue, glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas.
17 Hipoplasia: Desenvolvimento defeituoso ou incompleto de tecido ou órgão, geralmente por diminuição do número de células, sendo menos grave que a aplasia.
18 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
19 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
20 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
21 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
22 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
23 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
24 Farmacologia: Ramo da medicina que estuda as propriedades químicas dos medicamentos e suas respectivas classificações.
25 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
26 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
27 Baço:
28 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
29 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
30 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
31 Inchaço: Inchação, edema.
32 Articulação: 1. Ponto de contato, de junção de duas partes do corpo ou de dois ou mais ossos. 2. Ponto de conexão entre dois órgãos ou segmentos de um mesmo órgão ou estrutura, que geralmente dá flexibilidade e facilita a separação das partes. 3. Ato ou efeito de articular-se. 4. Conjunto dos movimentos dos órgãos fonadores (articuladores) para a produção dos sons da linguagem.
33 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
34 Injeção intramuscular: Injetar medicamento em forma líquida no músculo através do uso de uma agulha e seringa.
35 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
36 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
37 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
38 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
39 Articulações:
40 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
41 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
42 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
43 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
44 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
45 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
46 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
47 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
48 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
49 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
50 Citotóxicos: Diz-se das substâncias que são tóxicas às células ou que impedem o crescimento de um tecido celular.
51 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
52 Fisioterapia: Especialidade paramédica que emprega agentes físicos (água doce ou salgada, sol, calor, eletricidade, etc.), massagens e exercícios no tratamento de doenças.
53 Quimioterapia: Método que utiliza compostos químicos, chamados quimioterápicos, no tratamento de doenças causadas por agentes biológicos. Quando aplicada ao câncer, a quimioterapia é chamada de quimioterapia antineoplásica ou quimioterapia antiblástica.
54 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
55 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
56 Biópsia: 1. Retirada de material celular ou de um fragmento de tecido de um ser vivo para determinação de um diagnóstico. 2. Exame histológico e histoquímico. 3. Por metonímia, é o próprio material retirado para exame.
57 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
58 Recidivas: 1. Em medicina, é o reaparecimento de uma doença ou de um sintoma, após período de cura mais ou menos longo; recorrência. 2. Em direito penal, significa recaída na mesma falta, no mesmo crime; reincidência.
59 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
60 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
61 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
62 Tórax: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original Sinônimos: Peito; Caixa Torácica
63 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
64 Fibrose: 1. Aumento das fibras de um tecido. 2. Formação ou desenvolvimento de tecido conjuntivo em determinado órgão ou tecido como parte de um processo de cicatrização ou de degenerescência fibroide.
65 Cirrose: Substituição do tecido normal de um órgão (freqüentemente do fígado) por um tecido cicatricial fibroso. Deve-se a uma agressão persistente, infecciosa, tóxica ou metabólica, que produz perda progressiva das células funcionalmente ativas. Leva progressivamente à perda funcional do órgão.
66 Neoplasia: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
67 Células somáticas: As células somáticas são quaisquer células dos organismos multicelulares que não estejam diretamente envolvidas na reprodução, tais como as células epiteliais. São células cujo núcleo se divide apenas por mitose, ao contrário das células germinativas, que podem sofrer meiose, para formar os gametas.
68 Células da Medula Óssea: Células contidas na medula óssea, incluindo células adiposas (ver ADIPÓCITOS), CÉLULAS ESTROMAIS, MEGACARIÓCITOS e os precurssores imediatos da maioria das células sangüíneas.
69 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
70 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
71 Úlcera péptica: Lesão na mucosa do esôfago, estômago ou duodeno. Também chamada de úlcera gástrica ou duodenal. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100% dos casos. Os principais sintomas são: dor, má digestão, enjôo, queimação (azia), sensação de estômago vazio.
72 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
73 Leucócitos: Células sangüíneas brancas. Compreendem tanto os leucócitos granulócitos (BASÓFILOS, EOSINÓFILOS e NEUTRÓFILOS) como os não granulócitos (LINFÓCITOS e MONÓCITOS). Sinônimos: Células Brancas do Sangue; Corpúsculos Sanguíneos Brancos; Corpúsculos Brancos Sanguíneos; Corpúsculos Brancos do Sangue; Células Sanguíneas Brancas
74 Pancitopenia: É a diminuição global de elementos celulares do sangue (glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas).
75 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
76 Hepatotoxicidade: É um dano no fígado causado por substâncias químicas chamadas hepatotoxinas.
77 Obesidade: Condição em que há acúmulo de gorduras no organismo além do normal, mais severo que o sobrepeso. O índice de massa corporal é igual ou maior que 30.
78 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
79 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
80 Histológicas: Relativo à histologia, ou seja, relativo à disciplina biomédica que estuda a estrutura microscópica, composição e função dos tecidos vivos.
81 Esteatose: Degenerescência gordurosa de um tecido.
82 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
83 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
84 Imunização: Processo mediante o qual se adquire, de forma natural ou artificial, a capacidade de defender-se perante uma determinada agressão bacteriana, viral ou parasitária. O exemplo mais comum de imunização é a vacinação contra diversas doenças (sarampo, coqueluche, gripe, etc.).
85 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
86 Vacina: Tratamento à base de bactérias, vírus vivos atenuados ou seus produtos celulares, que têm o objetivo de produzir uma imunização ativa no organismo para uma determinada infecção.
87 Radioterapia: Método que utiliza diversos tipos de radiação ionizante para tratamento de doenças oncológicas.
88 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
89 Pneumonite: Inflamação dos pulmões que compromete principalmente o espaço que separa um alvéolo de outro (interstício pulmonar). Pode ser produzida por uma infecção viral ou lesão causada por radiação ou exposição a diferentes agentes químicos.
90 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
91 Hipoxemia: É a insuficiência de oxigênio no sangue.
92 Intersticial: Relativo a ou situado em interstícios, que são pequenos espaços entre as partes de um todo ou entre duas coisas contíguas (por exemplo, entre moléculas, células, etc.). Na anatomia geral, diz-se de tecido de sustentação localizado nos interstícios de um órgão, especialmente de vasos sanguíneos e tecido conjuntivo.
93 Nefrotoxicidade: É um dano nos rins causado por substâncias químicas chamadas nefrotoxinas.
94 Derrame: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
95 Ascite: Acúmulo anormal de líquido na cavidade peritoneal. Pode estar associada a diferentes doenças como cirrose, insuficiência cardíaca, câncer de ovário, esquistossomose, etc.
96 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
97 Congênitas: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
98 Biópsias: 1. Retirada de material celular ou de um fragmento de tecido de um ser vivo para determinação de um diagnóstico. 2. Exame histológico e histoquímico. 3. Por metonímia, é o próprio material retirado para exame.
99 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
100 Hemorrágica: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
101 Medula: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
102 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
103 Eritematosas: Relativas a ou próprias de eritema. Que apresentam eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
104 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
105 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
106 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
107 Equimose: Mancha escura ou azulada devido à infiltração difusa de sangue no tecido subcutâneo. A maioria aparece após um traumatismo, mas pode surgir espontaneamente em pessoas que apresentam fragilidade capilar ou alguma coagulopatia. Após um período de tempo variável, a equimose desaparece passando por diferentes gradações: violácea, acastanhada, esverdeada e amarelada.
108 Telangiectasia: Dilatação permanente da parede de um pequeno vaso sanguíneo localizado na derme.
109 Acne: Doença de predisposição genética cujas manifestações dependem da presença dos hormônios sexuais. As lesões começam a surgir na puberdade, atingindo a maioria dos jovens de ambos os sexos. Os cravos e espinhas ocorrem devido ao aumento da secreção sebácea associada ao estreitamento e obstrução da abertura do folículo pilosebáceo, dando origem aos comedões abertos (cravos pretos) e fechados (cravos brancos). Estas condições favorecem a proliferação de microorganismos que provocam a inflamação característica das espinhas, sendo o Propionibacterium acnes o agente infeccioso mais comumente envolvido.
110 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
111 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
112 Septicemia: Septicemia ou sepse é uma infecção generalizada grave que ocorre devido à presença de micro-organismos patogênicos e suas toxinas na corrente sanguínea. Geralmente ela ocorre a partir de outra infecção já existente.
113 Sistema digestivo: O sistema digestivo ou digestório realiza a digestão, processo que transforma os alimentos em substâncias passíveis de serem absorvidas pelo organismo. Os materiais não absorvidos são eliminados por este sistema. Ele é composto pelo tubo digestivo e por glândulas anexas.
114 Gengivite: Condição em que as gengivas apresentam-se com sinais inflamatórios e sangramentos.
115 Faringite: Inflamação da mucosa faríngea em geral de causa bacteriana ou viral. Caracteriza-se por dor, dificuldade para engolir e vermelhidão da mucosa, acompanhada de exsudatos ou não.
116 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
117 Hematêmese: Eliminação de sangue proveniente do tubo digestivo, através de vômito.
118 Melena: Eliminação de fezes de coloração negra, alcatroada. Relaciona-se com a presença de sangue proveniente da porção superior do tubo digestivo (esôfago, estômago e duodeno). Necessita de uma avaliação urgente, pois representa um quadro grave.
119 Ulceração: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
120 Atrofia: 1. Em biologia, é a falta de desenvolvimento de corpo, órgão, tecido ou membro. 2. Em patologia, é a diminuição de peso e volume de órgão, tecido ou membro por nutrição insuficiente das células ou imobilização. 3. No sentido figurado, é uma debilitação ou perda de alguma faculdade mental ou de um dos sentidos, por exemplo, da memória em idosos.
121 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
122 Urogenital: Na anatomia geral, é a região relativa aos órgãos genitais e urinários; geniturinário.
123 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
124 Cistite: Inflamação ou infecção da bexiga. É uma das infecções mais freqüentes em mulheres, e manifesta-se por ardor ao urinar, urina escura ou com traços de sangue, aumento na freqüência miccional, etc.
125 Hematúria: Eliminação de sangue juntamente com a urina. Sempre é anormal e relaciona-se com infecção do trato urinário, litíase renal, tumores ou doença inflamatória dos rins.
126 Infertilidade: Capacidade diminuída ou ausente de gerar uma prole. O termo não implica a completa inabilidade para ter filhos e não deve ser confundido com esterilidade. Os clínicos introduziram elementos físicos e temporais na definição. Infertilidade é, portanto, freqüentemente diagnosticada quando, após um ano de relações sexuais não protegidas, não ocorre a concepção.
127 Nefropatia: Lesão ou doença do rim.
128 Sistema Respiratório: Órgãos e estruturas tubulares e cavernosas, por meio das quais a ventilação pulmonar e as trocas gasosas entre o ar externo e o sangue são realizadas.
129 Cabeça:
130 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
131 Hemiparesia: Paralisia branda de uma das metades do corpo.
132 Afasia: Sintoma neurológico caracterizado pela incapacidade de expressar-se ou interpretar a linguagem falada ou escrita. Pode ser produzida quando certas áreas do córtex cerebral sofrem uma lesão (tumores, hemorragias, infecções, etc.). Pode ser classificada em afasia de expressão ou afasia de compreensão.
133 Paresia: Diminuição da força em um ou mais grupos musculares. É um grau menor de paralisia.
134 Costas:
135 Paraplegia: Perda transitória ou definitiva da capacidade de realizar movimentos devido à ausência de força muscular de ambos os membros inferiores. A causa mais freqüente é a lesão medular por traumatismos.
136 Raízes Nervosas Espinhais: Feixes pareados das fibras nervosas que penetram e partem de cada segmento da medula espinhal. As raízes nervosas ventrais e dorsais unem-se para formar os nervos espinhais mistos dos segmentos. As raízes dorsais são geralmente aferentes, formadas pelas projeções centrais das células sensitivas dos gânglios espinhais (raiz dorsal), enquanto que as raízes ventrais são eferentes, compreendendo os axônios dos neurônios motores espinhais e pré-ganglionares autônomos. Todavia existem algumas exceções em relação à regra aferente/eferente.
137 Ataxia: Reflete uma condição de falta de coordenação dos movimentos musculares voluntários podendo afetar a força muscular e o equilíbrio de uma pessoa. É normalmente associada a uma degeneração ou bloqueio de áreas específicas do cérebro e cerebelo. É um sintoma, não uma doença específica ou um diagnóstico.
138 Demência: Deterioração irreversível e crônica das funções intelectuais de uma pessoa.
139 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
140 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
141 Exantema: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
142 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
143 Hematócrito: Exame de laboratório que expressa a concentração de glóbulos vermelhos no sangue.
144 Artralgias: Dor em articulações.
145 Disúria: Dificuldade para urinar. Pode produzir ardor, dor, micção intermitente, etc. Em geral corresponde a uma infecção urinária.
146 Epistaxe: Hemorragia de origem nasal.
147 Sudorese: Suor excessivo
148 Artrite: Inflamação de uma articulação, caracterizada por dor, aumento da temperatura, dificuldade de movimentação, inchaço e vermelhidão da área afetada.
149 Concepção: O início da gravidez.
150 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
151 Diálise peritoneal: Ao invés de utilizar um filtro artificial para “limpar“ o sangue, é utilizado o peritônio, que é uma membrana localizada dentro do abdômen e que reveste os órgãos internos. Através da colocação de um catéter flexível no abdômen, é feita a infusão de um líquido semelhante a um soro na cavidade abdominal. Este líquido, que chamamos de banho de diálise, vai entrar em contato com o peritônio, e por ele será feita a retirada das substâncias tóxicas do sangue. Após um período de permanência do banho de diálise na cavidade abdominal, este fica saturado de substâncias tóxicas e é então retirado, sendo feita em seguida a infusão de novo banho de diálise. Esse processo é realizado de uma forma contínua e é conhecido por CAPD, sigla em inglês que significa diálise peritoneal ambulatorial contínua. A diálise peritoneal é uma forma segura de tratamento realizada atualmente por mais de 100.000 pacientes no mundo todo.
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