Preço de AZUKON MR em Fairfield/SP: R$ 16,55

AZUKON MR

Torrent do Brasil Ltda.

Atualizado em 03/06/2015

Identificação do Produto de Azukon Mr

Nome: AZUKON MRNome Genérico: gliclazida

Formas Farmacêuticas e Apresentações de Azukon Mr

Embalagens contendo 30 comprimidos de liberação modificada com 30 mg em 3 blísteres com 10 comprimidos.
USO ADULTO

Composição Completa de Azukon Mr

Cada comprimido de liberação modificada contém 30 mg de gliclazida; Excipientes: Fosfato de cálcio dibásico anidro, lactose1 monohidratada, Povidone K30, hidroxipropilmetilcelulose, estearato de magnésio e dióxido de silício coloidal;

Informações ao Paciente de Azukon Mr

Ação esperada do medicamento:
A gliclazida é um hipoglicemiante2 oral para o tratamento de diabetes mellitus3 não-insulino-dependente, diabetes4 no obeso, diabetes4 no idoso e diabetes4 com complicações vasculares5.

Cuidados de armazenamento:
Deve ser armazenado antes e após a abertura da embalagem à temperatura ambiente, ao abrigo da umidade.

Prazo de validade:
24 meses após a data de fabricação, desde que observados os cuidados de conservação. Não utilize este ou qualquer outro medicamento com o prazo de validade vencido.

Gravidez6 e lactação7:
Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez6 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao seu médico se está amamentando.

Cuidados de administração:
Os comprimidos de gliclazida devem ser engolidos sem mastigar e com quantidade suficiente de líquido. Recomenda-se que o tratamento seja iniciado e acompanhado pelo médico. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Qualquer redução na posologia ou interrupção do tratamento feita sem orientação ou supervisão médica pode representar sérios riscos para a saúde8 do paciente.

Interrupção de tratamento:
"Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico".

Reações adversas:
Informe ao seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. As reações desagradáveis são raras e quando ocorrem são leves. As mais freqüentemente descritas foram alergias de pele9.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS

Ingestão concomitante com outras substâncias:
Deve-se evitar a ingestão concomitante de bebidas alcoólicas. No caso de utilização de bebidas alcoólicas, miconazol oral, antiinflamatórios, diazepam, tetraciclinas, cloranfenicol e clofibrato durante o tratamento com AZUKON MR, comunique ao seu médico. Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento com AZUKON MR.

Contra-indicações e Precauções:
A gliclazida está contra-indicada em pacientes com reconhecida sensibilidade às sulfamidas. A gliclazida é usada no diabetes4 do adulto. Não deve ser usada durante a gravidez6. A gliclazida não dispensa em qualquer caso a dieta hipocalórica10 e/ou hipoglicídica. Existe o risco da gliclazida promover hipoglicemia11 quando administrada sem justificativa em diabéticos controlados com dieta e em pacientes com alimentação insuficiente, e nos casos de insuficiência renal12 e/ou hepática13 graves.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE8

Informações Técnicas de Azukon Mr

Farmacocinética de Azukon Mr

Após a administração, as concentrações plasmáticas aumentam progressivamente até a 6a hora, evoluindo para a forma de platô entre a 6a e a 12a hora. As variações intra-individuais são fracas. A absorção da gliclazida é completa. A tomada conjunta com as refeições não modifica a velocidade e a taxa de absorção. A relação entre a dose administrada e a área sob a curva das concentrações em função do tempo é linear. A ligação às proteínas14 plasmáticas é de aproximadamente 95%. A gliclazida é metabolizada principalmente no fígado15 e sua excreção é essencialmente urinária, com menos de 1% sendo encontrada sob forma inalterada na urina16. Nenhum metabólito17 ativo circulante foi detectado. A meia-vida de eliminação da gliclazida é de aproximadamente 16 horas. No paciente idoso não ocorre qualquer modificação clinicamente significativa dos parâmetros farmacocinéticos. A tomada única diária de AZUKON MR permite a manutenção de uma concentração plasmática eficaz da gliclazida durante 24 horas.

Propriedades de Azukon Mr

AZUKON MR é um hipoglicemiante2 desenvolvido na França; resultado do enxerto18 de um anel heterocíclico nitrogenado, através de ligação endocíclica ao grupamento sulfoniluréia, diferente, portanto, das outras sulfoniluréias19 conhecidas. Propriedades metabólicas: AZUKON MR estimula a secreção de insulina20 e potencializa o efeito insulino-secretor da glicose21; AZUKON MR corrige a inércia pancreática restaurando o pico precoce da secreção da insulina20. Restabelece assim a resposta fisiológica22 de insulina20 ao estímulo alimentar, evitando os picos de hiperglicemia23 pós-prandial e a hipoglicemia11 reacional. Isto foi confirmado pela dosagem da glicemia pós-prandial24, registros de ciclos glicêmicos contínuos e da glicemia25 de 24 horas. A ação metabólica de AZUKON MR se faz então sem a ocorrência de hiperinsulinismo26, diminuindo assim o risco de hipoglicemia11 e aterosclerose27. A ação hipoglicemiante2 progressiva de AZUKON MR e sua meia-vida biológica de cerca de 16 horas contribuem para sua segurança de uso. Propriedades microvasculares: Em animais AZUKON MR opõe-se à microtrombose experimental, agindo assim sobre um dos mecanismos da microangiopatia diabética, retardando o aparecimento do trombo28 parietal; retarda tambem a evolução do trombo28 para a obliteração total do vaso; diminui consideravelmente a duração da trombose29 e acelera a velocidade de desaparecimento do trombo28. AZUKON MR intervém, portanto, sobre três fatores essenciais da trombogênese.

AZUKON MR diminui de forma altamente significativa a adesão das plaquetas30 à parede e evita a formação do coágulo31 plaquetário, estado inicial da formação do trombo28; AZUKON MR aumenta a fibrinólise32 parietal e opõe-se à persistência anormal de fibrina33 sobre a parede vascular34; AZUKON MR normaliza a sensibilidade dos vasos à adrenalina35 e opõe-se à agressão adrenalínica, particularmente nociva para os vasos do diabético. No homem: A diminuição da adesividade e da agregação plaquetária, a lentificação do turn over das plaquetas30 e a normalização da atividade fibrinolítica endotelial foram confirmadas pela clínica em todas as formas de diabetes4 insulino e não-insulino dependentes; na retinopatia diabética36 foram realizados estudos controlados por longo prazo contra hipoglicemiantes37 clássicos. Foi evidenciado que, com controle glicêmico idêntico, existe uma diferença estatisticamente significativa, sugerindo que AZUKON MR retarda a evolução da retinopatia diabética36 no estado não-proliferativo; na nefropatia38 diabética, a administração de AZUKON MR não modificou a função renal39, que permaneceu normal ou estacionária e foi acompanhada de uma diminuição significativa da proteinúria40, paralelamente a um controle da pressão arterial41 e da glicemia25.

Indicações de Azukon Mr

AZUKON MR está indicado para o tratamento oral de diabetes4 nãoinsulino dependente, diabetes4 no obeso, diabetes4 no idoso e diabetes4 com complicações vasculares5.

Contra-Indicações de Azukon Mr

Cetose grave, acidose42, diabetes4 infanto-juvenil, coma43 e pré-coma43 diabético, insuficiência hepática44 ou renal39 grave, associação ao miconazol oral, pacientes com conhecida sensibilidade às sulfamidas e gravidez6.

Precauções de Azukon Mr

AZUKON MR é usado no diabetes4 do adulto. Não deve ser usado durante a gravidez6. AZUKON MR não dispensa em qualquer caso a dieta hipocalórica10 e/ou hipoglicídica. Os controles do diabético devem ser regularmente realizados. No caso de intervenção cirúrgica, o uso da insulina20 deve ser levado em conta. A ingestão conjunta com álcool pode potencializar o efeito hipoglicemiante2 de AZUKON MR. Existe o risco de AZUKON MR promover a hipoglicemia11 quando administrado sem justificativa em diabéticos controlados com dieta, em pacientes com alimentação insuficiente e nos casos de insuficiência renal12 e/ou hepática13 graves. A ação microvascular de AZUKON MR não exige vigilância especial, pois não é anticoagulante45.

Interações Medicamentosas de Azukon Mr

Associações que podem levar à hipoglicemia11: Miconazol oral, antiinflamatórios não-esteróides (principalmente os salicilatos), sulfamidas antibacterianas, cumarínicos, IMAOs, betabloqueadores, diazepam, tetraciclinas, cloranfenicol, clofibrato e maleato de perhexilina. Associações que podem reduzir a ação de AZUKON MR : Barbitúricos. Associações que podem levar à hiperglicemia23: Corticóides, diuréticos46, estroprogestativos.

Reações Adversas de Azukon Mr

Foram relatados alguns casos de reações cutâneas47 com o uso de AZUKON MR, que regrediram após a interrupção do medicamento. Excepcionalmente podem ser observadas discrasias sangüíneas48 reversíveis. Foram relatados, de forma rara, distúrbios digestivos do tipo: náuseas49, vômitos50, gastralgias51, diarréia52 e constipação53. Estes efeitos são diminuídos tomando AZUKON MR durante as refeições. Não foram referidas, até o momento, reações tipo "antabuse" quando AZUKON MR é usado concomitantemente com o álcool.

Posologia e Modo de Administração de Azukon Mr


A dose diária pode variar de 30 a 120 mg em uma única tomada oral. Recomenda-se a tomada do medicamento juntamente com o café da manhã. Em caso de esquecimento de uma dose, a dose do dia seguinte não deverá ser aumentada. Os estudos clínicos controlados, nos pacientes portadores de diabetes tipo 254, com a hemoglobina glicosilada55, confirmaram a eficácia de AZUKON MR, em uma única tomada diária, sobre o controle glicêmico em longo prazo. Como para todos os medicamentos hipoglicemiantes37, a dose deverá ser ajustada conforme a resposta individual de cada paciente. A posologia inicial recomendada de AZUKON MR é de 1 comprimido (30 mg) ao dia. Os ajustes posológicos, quando necessários, serão feitos em escalas de 30 mg, em função da resposta glicêmica e deverão observar um intervalo de, pelo menos, 2 semanas entre si. A dose diária não deve ultrapassar 120 mg, sempre em tomada única no café da manhã. AZUKON MR pode substituir um outro tratamento hipoglicemiante2 sem período de transição. No caso de substituição de uma sulfamida hipoglicemiante2 de meia-vida prolongada (p. ex.: clorpropamida56), os pacientes devem ter os parâmetros glicêmicos avaliados atentamente (durante 1 a 2 semanas), para evitar o surgimento de hipoglicemia11 em função da possibilidade de sobreposição dos efeitos terapêuticos. AZUKON MR pode ser associado às biguanidas57, aos inibidores da alfaglucosidase ou à insulina20. A posologia para o idoso é a mesma que para o adulto com menos de 65 anos, considerando-se a eficácia e a segurança do uso de AZUKON MR no idoso, demonstrados nos estudos clínicos. Nos pacientes portadores de insuficiência renal12 leve ou moderada ( clearance de creatinina58 entre 15 e 80 ml/min), a posologia será a mesma dos pacientes com função renal39 normal, considerando-se os parâmetros de eficácia e segurança apresentados nos estudos clínicos.

Superdosagem de Azukon Mr

A hipoglicemia11 é o sintoma59 mais freqüente. Nos casos graves com comprometimento do nível de consciência, administrar imediatamente glicose21 hipertônica60 a 10% ou 30%, por via endovenosa e proceder à hospitalização de urgência61.

Atenção - Este produto é um novo medicamento e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança quando corretamente indicado, podem ocorrer reações adversas imprevisíveis ainda não descritas ou conhecidas. Em caso de suspeita de reação adversa, o médico responsável deve ser notificado.

AZUKON MR - Laboratório

Torrent do Brasil Ltda.
Av. Tamboré, 1180, Módulo A5.
Baurueri - SP/SP
Tel: 0800-7708818
Site: http://www.torrent.com.br

Ver outros medicamentos do laboratório "Torrent do Brasil Ltda."

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Hipoglicemiante: Medicamento que contribui para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais, sendo capaz de diminuir níveis de glicose previamente elevados.
3 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
4 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
5 Vasculares: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
6 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
7 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
8 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
9 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
10 Hipocalórica: Que é pouco calórica.
11 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
12 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
13 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
14 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
15 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
16 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
17 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
18 Enxerto: 1. Na agricultura, é uma operação que se caracteriza pela inserção de uma gema, broto ou ramo de um vegetal em outro vegetal, para que se desenvolva como na planta que o originou. Também é uma técnica agrícola de multiplicação assexuada de plantas florais e frutíferas, que permite associar duas plantas diferentes, mas gerações próximas, muito usada na produção de híbridos, na qual uma das plantas assegura a nutrição necessária à gema, ao broto ou ao ramo da outra, cujas características procura-se desenvolver; enxertia. 2. Na medicina, é a transferência especialmente de células ou de tecido (por exemplo, da pele) de um local para outro do corpo de um mesmo indivíduo ou de um indivíduo para outro.
19 Sulfoniluréias: Classe de medicamentos orais para tratar o diabetes tipo 2 que reduz a glicemia por ajudar o pâncreas a fabricar mais insulina e o organismo a usar melhor a insulina produzida.
20 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
21 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
22 Fisiológica: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
23 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
24 Glicemia pós-prandial: Teste de glicose feito entre 1 a 2 horas após refeição.
25 Glicemia: Valor de concentração da glicose do sangue. Seus valores normais oscilam entre 70 e 110 miligramas por decilitro de sangue (mg/dl).
26 Hiperinsulinismo: O hiperinsulinismo congênito resulta de defeitos em genes responsáveis por regular a secreção de insulina pelas células beta do pâncreas, causando hipoglicemia persistente durante a infância. O quadro de hipoglicemia pode ser grave e de difícil tratamento, apresentando elevado risco de convulsão e lesão cerebral.
27 Aterosclerose: Tipo de arteriosclerose caracterizado pela formação de placas de ateroma sobre a parede das artérias.
28 Trombo: Coágulo aderido à parede interna de uma veia ou artéria. Pode ocasionar a diminuição parcial ou total da luz do mesmo com sintomas de isquemia.
29 Trombose: Formação de trombos no interior de um vaso sanguíneo. Pode ser venosa ou arterial e produz diferentes sintomas segundo os territórios afetados. A trombose de uma artéria coronariana pode produzir um infarto do miocárdio.
30 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
31 Coágulo: 1. Em fisiologia, é uma massa semissólida de sangue ou de linfa. 2. Substância ou produto que promove a coagulação do leite.
32 Fibrinólise: Processo de dissolução progressiva da fibrina e assim do coágulo, que posteriormente à sua formação deve ser dissolvido.
33 Fibrina: Proteína formada no plasma a partir da ação da trombina sobre o fibrinogênio. Ela é o principal componente dos coágulos sanguíneos.
34 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
35 Adrenalina: 1. Hormônio secretado pela medula das glândulas suprarrenais. Atua no mecanismo da elevação da pressão sanguínea, é importante na produção de respostas fisiológicas rápidas do organismo aos estímulos externos. Usualmente utilizado como estimulante cardíaco, como vasoconstritor nas hemorragias da pele, para prolongar os efeitos de anestésicos locais e como relaxante muscular na asma brônquica. 2. No sentido informal significa disposição física, emocional e mental na realização de tarefas, projetos, etc. Energia, força, vigor.
36 Retinopatia diabética: Dano causado aos pequenos vasos da retina dos diabéticos. Pode levar à perda da visão. Retinopatia não proliferativa ou retinopatia background Caracterizada por alterações intra-retinianas associadas ao aumento da permeabilidade capilar e à oclusão vascular que pode ou não ocorrer. São encontrados microaneurismas, edema macular e exsudatos duros (extravasamento de lipoproteínas). Também chamada de retinopatia simples.
37 Hipoglicemiantes: Medicamentos que contribuem para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais, sendo capazes de diminuir níveis de glicose previamente elevados.
38 Nefropatia: Lesão ou doença do rim.
39 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
40 Proteinúria: Presença de proteínas na urina, indicando que os rins não estão trabalhando apropriadamente.
41 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
42 Acidose: Desequilíbrio do meio interno caracterizado por uma maior concentração de íons hidrogênio no organismo. Pode ser produzida pelo ganho de substâncias ácidas ou perda de substâncias alcalinas (básicas).
43 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
44 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
45 Anticoagulante: Substância ou medicamento que evita a coagulação, especialmente do sangue.
46 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
47 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
48 Discrasias sangüíneas: Qualquer alteração envolvendo os elementos celulares do sangue, glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas.
49 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
50 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
51 Gastralgias: Dor no estômago; cólica gástrica, gastrodinia.
52 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
53 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
54 Diabetes tipo 2: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens.
55 Hemoglobina glicosilada: Hemoglobina glicada, hemoglobina glicosilada, glico-hemoglobina ou HbA1C e, mais recentemente, apenas como A1C é uma ferramenta de diagnóstico na avaliação do controle glicêmico em pacientes diabéticos. Atualmente, a manutenção do nível de A1C abaixo de 7% é considerada um dos principais objetivos do controle glicêmico de pacientes diabéticos. Algumas sociedades médicas adotam metas terapêuticas mais rígidas de 6,5% para os valores de A1C.
56 Clorpropamida: Medicação de uso oral para tratamento do diabetes tipo 2. Reduz a glicemia ajudando o pâncreas a produzir mais insulina e o corpo a usar melhor a insulina produzida. Pertence à classe dos medicamentos chamada sulfoniluréias.
57 Biguanidas: Classe de medicamento oral usado para tratar diabetes tipo 2. Diminui a glicemia por reduzir a quantidade de glicose produzida pelo fígado e por ajudar o corpo a responder melhor à insulina. Aumenta a sensibilidade da insulina nos tecidos periféricos, principalmente no fígado.
58 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
59 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
60 Hipertônica: Relativo à hipertonia; em biologia caracteriza solução que apresenta maior concentração de solutos do que outra; em fisiologia, é o mesmo que espástico e em medicina diz-se de tecidos orgânicos que apresentam hipertonia ou tensão excessiva em músculos, artérias ou outros tecidos orgânicos.
61 Urgência: 1. Necessidade que requer solução imediata; pressa. 2. Situação crítica ou muito grave que tem prioridade sobre outras; emergência.

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