Preço de AVALOX em Houston/SP: R$ 197,01

AVALOX

BAYER

Atualizado em 03/06/2015

Avalox® Solução para Infusão

Moxifloxacino

Apresentação de Avalox

Avalox® é apresentado na forma de solução para infusão intravenosa na dose de 400
mg, em frascos com 250 ml. Cada frasco contém 436 mg de cloridrato de
moxifloxacino, equivalentes a 400 mg de moxifloxacino.
USO ADULTO

Composição de Avalox


Cada ml contém 1,6 mg de moxifloxacino.
Componentes inertes: cloreto de sódio, hidróxido de sódio, ácido clorídrico1 e água
para injeção2.

Informações ao Paciente de Avalox

Avalox® é um antibiótico de amplo espectro. Desde que adequadamente indicado, os
sinais3 e sintomas4 da doença devem melhorar em um período mínimo de cinco dias de
tratamento correto. Avalox® deve ser conservado na embalagem original em
temperatura ambiente. Não armazene em temperatura abaixo de 8ºC, pois isso pode
provocar o aparecimento de um precipitado que contudo se dissolverá à temperatura
ambiente. Portanto, não se recomenda manter a solução para infusão em refrigerador.
O prazo de validade de Avalox® infusão é de 3 anos e só poderá ser utilizado até o
vencimento desse prazo. Após essa data perderá sua eficácia. Avalox® não deve ser
administrado a mulheres grávidas ou que estejam amamentando. Informe ao seu
médico a ocorrência de gravidez5, na vigência do tratamento ou após o seu término.
Informe também se estiver amamentando. Siga a orientação do seu médico,
respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. A interrupção do
tratamento antes do prazo recomendado pelo médico pode provocar a piora da doença.
Avalox® pode provocar reações gastrintestinais (dor abdominal, náusea6, vômito7,
diarréia8 e alteração do paladar9), dor de cabeça10, vertigens11, sensação de fraqueza, malestar,
dores no peito12, nas costas13 ou nas pernas, palpitações14, reações de pele15, reações
alérgicas ou de hipersensibilidade, dores musculares e nas articulações16, insônia,
nervosismo, ansiedade, depressão, sonolência e candidíase17 vaginal.
Essas reações são incomuns; porém, sob qualquer eventualidade, informe ao seu
médico. Ao primeiro sinal18 de dor ou inflamação19 dos tendões20, a administração de
Avalox® deve ser suspensa, sendo necessário manter em repouso o membro afetado e
consultar um médico.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS
CRIANÇAS.

Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início
ou durante o tratamento. Avalox® não deve ser usado por pessoas alérgicas a qualquer
componente de sua formulação ou aos derivados quinolônicos, nos casos de
insuficiência hepática21 grave, nem por crianças e adolescentes em fase de crescimento.

Informações Técnicas de Avalox


O moxifloxacino é um agente antibacteriano fluoroquinolônico de amplo espectro e
ação bactericida com atividade in vitro frente a uma ampla gama de microrganismos
Gram-positivos e Gram-negativos, anaeróbios, bactérias resistentes a ácidos e atípicos
como Mycoplasma, Chlamydia e Legionella.
O moxifloxacino é eficaz frente a bactérias resistentes a antibióticos â-lactâmicos e
macrolídeos. Estudos em animais infectados demonstraram uma alta atividade in vivo.
O moxifloxacino tem demonstrado sua atividade contra a maioria das cepas22 dos
seguintes microrganismos, tanto in vitro como em infecções23 clínicas:
Microrganismos Gram-positivos
Staphylococcus aureus (inclusive cepas22 sensíveis à meticilina); Streptococcus
pneumoniae
(inclusive cepas22 resistentes à penicilina e macrolídeos); Streptococcus
pyogenes
(grupo A).
Microrganismos Gram-negativos
Haemophilus influenzae (inclusive cepas22 â-lactamase negativas e positivas);
Haemophilus parainfluenzae; Klebsiella pneumoniae; Moraxella catarrhalis
(inclusive cepas22 â-lactamase negativas e positivas); Escherichia coli; Enterobacter
cloacae
.
Atípicos
Chlamydia pneumoniae; Mycoplasma pneumoniae; Legionella pneumophila.
Segundo estudos in vitro, os seguintes microrganismos são sensíveis ao
moxifloxacino, embora a segurança e a eficácia do moxifloxacino no tratamento de
infecções23 clínicas causadas por esses microrganismos não tenham sido comprovadas
em ensaios clínicos24 adequados e bem controlados.
Microrganismos Gram-positivos
Streptococcus milleri; Streptococcus mitior; Streptococcus agalactiae; Streptococcus
dysgalactiae
; Staphylococcus cohnii; Staphylococcus epidermidis (inclusive cepas22
sensíveis à meticilina); Staphylococcus haemolyticus; Staphylococcus hominis;
Staphylococcus saprophyticus; Staphylococcus simulans; Corynebacterium
diphtheriae
.
Microrganismos Gram-negativos
Bordetella pertussis; Klebsiella oxytoca; Enterobacter aerogenes; Enterobacter
agglomerans
; Enterobacter intermedius; Enterobacter sakazaki; Proteus mirabilis;
Proteus vulgaris; Morganella morganii; Providencia rettgeri; Providencia stuartii.
Anaeróbios
Bacteroides distasonis; Bacteroides eggerthii; Bacteroides fragilis; Bacteroides
ovatus
; Bacteroides thetaiotaomicron; Bacteroides uniformis; Fusobacterium spp;
Porphyromonas spp; Porphyromonas anaerobius; Porphyromonas asaccharolyticus;
Porphyromonas magnus; Prevotella spp; Propionibacterium spp; Clostridium
perfringens; Clostridium ramosum
.
Atípico
Coxiella burnettii.
A ação bactericida resulta da interferência nas topoisomerases II e IV. As
topoisomerases são enzimas essenciais que controlam a topologia do DNA envolvidas
na replicação, reparação e transcrição do mesmo.
O moxifloxacino exibe ação bactericida dependente da concentração. As
concentrações bactericidas mínimas são geralmente similares às concentrações
inibitórias mínimas. Os mecanismos de resistência que inativam penicilinas,
cefalosporinas, aminoglicosídeos, macrolídeos e tetraciclinas não interferem na
atividade antibacteriana do moxifloxacino. Não há resistência cruzada entre o
moxifloxacino e esses agentes. Até o momento, não se observou resistência mediada
por plasmídeos. Demonstrou-se uma freqüência de resistência muito baixa (10-7 a 10-10).
Os estudos in vitro demonstraram que a resistência ao moxifloxacino se desenvolve
lentamente, por mutações de fases múltiplas.
A exposição seriada de microrganismos a concentrações abaixo da concentração
inibitória mínima (CIM) demonstrou apenas um pequeno aumento dos valores da
CIM.
Demonstrou-se resistência cruzada com quinolonas. Contudo, alguns microrganismos
Gram-positivos e anaeróbios resistentes a outras quinolonas são sensíveis ao
moxifloxacino.

Indicações de Avalox

Avalox® é indicado para o tratamento de adultos (com idade igual ou acima de 18
anos) com:
•  Infecções23 das vias respiratórias superiores e inferiores
Sinusite25 aguda
Exacerbações agudas de bronquite crônica26
Pneumonia27 adquirida na comunidade
•  Infecções23 cutâneas28 e de tecidos moles.

Contra-Indicações de Avalox


Hipersensibilidade conhecida a qualquer componente da fórmula ou a outras
quinolonas. Avalox® é contra-indicado a crianças, adolescentes em fase de
crescimento e mulheres grávidas. Sabe-se que as quinolonas distribuem-se
amplamente no leite materno e dados pré-clínicos indicam que pequenas quantidades
de moxifloxacino podem ser secretadas no leite materno. Não há dados disponíveis em
mulheres grávidas e lactantes29. Portanto, o uso de moxifloxacino em mulheres grávidas
e lactantes29 está contra-indicado.

Advertências e Precauções de Avalox

O tratamento com quinolonas pode provocar crises convulsivas. O moxifloxacino deve
ser utilizado com cautela em pacientes com transtornos conhecidos ou suspeitos do
SNC30 que possam predispor a convulsões ou reduzir o limiar convulsivo.
Como não há dados farmacocinéticos / farmacodinâmicos nos casos de insuficiência31
hepática32 grave (Child-Pugh C), não se recomenda o uso de moxifloxacino nesse grupo
de pacientes.
O moxifloxacino, da mesma forma que outras quinolonas e os macrolídeos, tem
mostrado prolongar o intervalo QT do eletrocardiograma33 de alguns pacientes.
Portanto, deve ser evitado em pacientes com conhecido prolongamento do intervalo
QT, pacientes com hipocalemia34 não tratada e naqueles em uso de substâncias
antiarrítmicas da classe IA (ex.: quinidina, procainamida) ou da classe III (ex.:
amiodarona, sotalol), por falta de experiência clínica com esse tipo de pacientes.
O uso concomitante de moxifloxacino e de substâncias que prolongam o intervalo QT,
tais como cisaprida, eritromicina, antipsicóticos e antidepressivos tricíclicos, deve ser
efetuado com cautela, uma vez que não se pode excluir o risco de potencialização.
O moxifloxacino deve ser usado com cautela nos pacientes em condições préarrítmicas,
como bradicardia35 clinicamente significativa ou isquemia36 miocárdica aguda,
uma vez que as experiências clínicas são limitadas.
Aumentando-se a concentração de moxifloxacino, o prolongamento do intervalo QT
pode aumentar; portanto, a dose recomendada de 400 mg em infusão durante 60
minutos não deve ser excedida. O prolongamento do intervalo QT pode causar
aumento do risco de arritmias37 ventriculares, inclusive torsade de pointes. Nenhum
caso de morbidade38 ou mortalidade39 cardiovascular por prolongamento do intervalo QTc
pôde ser atribuído ao tratamento com o moxifloxacino em mais de 8.000 pacientes
(administração oral e parenteral); entretanto, certas condições predisponentes podem
elevar o risco de arritmias37 ventriculares.
O tratamento com quinolonas, inclusive moxifloxacino, pode produzir inflamação19 e
ruptura de tendões20, particularmente em pacientes idosos e nos pacientes tratados
concomitantemente com corticosteróides. Ao primeiro sinal18 de dor ou inflamação19, os
pacientes devem interromper o tratamento e manter em repouso a(s) extremidade(s)
afetada(s).
A ocorrência de colite40 pseudomembranosa foi registrada com o uso de antibióticos de
amplo espectro, incluindo moxifloxacino; portanto, é importante considerar esse
diagnóstico41 em pacientes com diarréia8 grave associada ao uso de moxifloxacino.
Nessa situação clínica, devem ser instaladas imediatamente as medidas terapêuticas
adequadas.
Fototoxicidade foi observada com outras quinolonas. Contudo, estudos em
voluntários concluiram que moxifloxacino não tem potencial fototóxico mensurável.
Entretanto, os pacientes devem evitar exposição prolongada aos raios UV ou solares.
Em alguns casos, podem ocorrer reações alérgicas ou de hipersensibilidade após a
primeira administração, e nesse caso o médico deve ser imediatamente contatado.
Em casos muito raros reações anafiláticas42 podem progredir até o choque43, com risco de
vida, algumas vezes após a primeira administração. Nesses casos, o uso de
moxifloxacino deve ser interrompido e o tratamento médico instituído, por exemplo,
para choque43.

Interações Medicamentosas e Outras Formas de Interação de Avalox


Warfarina: Não se observou interação durante o tratamento concomitante com
warfarina sobre o tempo de protrombina44 e outros parâmetros da coagulação45.
Digoxina: A farmacocinética da digoxina não foi significativamente alterada por
moxifloxacino (e vice-versa).
Teofilina: Não se detectou influência do moxifloxacino sobre os parâmetros da
teofilina (e vice-versa) no estado de equilíbrio, indicando que o moxifloxacino não
interfere com os subtipos 1A2 das enzimas do citocromo P450.
Probenecida: Em um estudo clínico sobre o impacto da probenecida sobre a excreção
renal46, não se observaram efeitos significativos sobre o clearance corporal total
aparente e sobre o clearance renal46 do moxifloxacino. Portanto, não há necessidade de
ajustes de dose quando ambas as drogas são administradas concomitantemente.
Antidiabéticos: Não se observou nenhuma interação clinicamente relevante entre a
glibenclamida e o moxifloxacino.
Contraceptivos orais: Não se observou nenhuma interação após a administração oral
concomitante de moxifloxacino e contraceptivos orais.
Morfina: A administração parenteral de morfina com moxifloxacino não reduziu a
biodisponibilidade oral do moxifloxacino.
Itraconazol: A exposição (AUC) ao itraconazol foi alterada apenas marginalmente sob
tratamento concomitante com moxifloxacino. A farmacocinética do moxifloxacino não
foi alterada significativamente pelo itraconazol. Não há necessidade de ajuste de dose
do itraconazol quando administrado concomitantemente ao moxifloxacino e viceversa.

Reações Adversas de Avalox

Nos estudos clínicos realizados com o moxifloxacino, a maioria das reações adversas
(mais de 90%) foram descritas como leves a moderadas. O índice de interrupção do
tratamento por efeitos secundários em pacientes tratados com o moxifloxacino por via
oral foi de 3,6% e de 5,7% em pacientes tratados com o esquema seqüencial (I.V.
seguido pelo oral).
As reações adversas mais freqüentes (cuja relação com o tratamento se considera
provável, possível ou não avaliável), baseadas em todos os estudos clínicos
conduzidos com o moxifloxacino, são as seguintes:
Incidência47 entre =1% e < 10%
Geral: dor abdominal, cefaléia48 e reação no local da injeção2 (ex.: edema49/
hipersensibilidade/ inflamação19/ dor).
Sistema cardiovascular50: prolongamento do QT em pacientes com hipocalemia34.
Sistema digestivo51: náusea6, diarréia8, vômitos52, dispepsia53 e alterações dos parâmetros de
função hepática32.
Órgãos dos sentidos: alteração do paladar9. Sistema nervoso54: vertigem55
Incidência47 entre =0,1% e < 1%
Geral: astenia56, monilíase, dor, mal-estar e dor no peito12.
Sistema cardiovascular50: taquicardia57, hipertensão58, palpitações14, prolongamento do QT e
flebite59 (no local da infusão).
Sistema digestivo51: boca60 seca, náuseas61, vômitos52, flatulência, constipação62, monilíase
oral, anorexia63, estomatite64, distúrbios gastrintestinais, glossite65 e aumento de ã-GT.
Sistema linfático66 e sangüíneo: leucopenia67, diminuição da protrombina44, eosinofilia68 e
trombocitopenia69.
Alterações metabólicas e nutricionais: aumento da amilase.
Sistema músculo-esquelético: artralgia70 e mialgia71.
Sistema nervoso54: insônia, vertigem55, nervosismo, sonolência, ansiedade, tremores e
parestesia72.
Sistema respiratório73: dispnéia74.
Pele15 e anexos75: erupção76 cutânea77, prurido78 e sudorese79.
Sistema geniturinário: monilíase vaginal e vaginite80.
Incidência47 entre =0,01% e < 0,1%
Geral: dor pélvica81, edema49 facial, dor nas costas13, alterações dos parâmetros
laboratoriais, reações alérgicas e dor nos membros inferiores.
Sistema cardiovascular50: hipotensão82, vasodilatação e edema49 periférico.
Sistema digestivo51: gastrite83, descoloração da língua84, disfagia85, icterícia86 e diarréia8
(Clostridium difficile).
Sistema linfático66 e sangüíneo: diminuição da tromboplastina87, aumento da protrombina44,
trombopenia e anemia88.
Alterações metabólicas e nutricionais: hiperglicemia89, hiperlipemia e hiperuricemia e
aumento de LDH (relacionado com a alteração dos exames de função hepática32).
Sistema músculo-esquelético: artrite90 e acometimento nos tendões20.
Sistema nervoso54: alucinações91, despersonalização, hipertonia92, incoordenação, agitação,
amnésia93, afasia94, labilidade emocional, distúrbios do sono e da fala, pensamentos
anormais, hipestesia, pesadelos, convulsões, confusão e depressão.
Sistema respiratório73: asma95.
Pele15 e anexos75: erupção76 cutânea77 (maculopapular96, purpúrica e pustular) e urticária97.
Órgãos dos sentidos: zumbido, alterações visuais, perda gustativa, parosmia (incluindo
perversão, diminuição ou perda do olfato) e ambliopia98.
Sistema geniturinário: disfunção renal46.
Reações adversas baseadas em relatos espontâneos:
Incidência47
< 0,01%
Hipersensibilidade: reação anafilática99, choque43 (anafilático com possível risco de vida).
Sistema digestivo51: colite40 pseudomembranosa.
Sistema músculo-esquelético: ruptura de tendão100.
Alterações mais freqüentes dos parâmetros laboratoriais não relacionadas com o
fármaco101 e não relacionadas acima
: aumento e diminuição do hematócrito102 e da
contagem eritrocitária; aumento da contagem leucocitária, fosfatase alcalina103,
bilirrubina104, uréia105, TGO, TGP, creatinina106 e nitrogênio uréico; diminuição da glicemia107 e
da hemoglobina108. Não se sabe se essas anomalias foram causadas pelo fármaco101 ou por
patologia109 subjacente a ser tratada.

Posologia de Avalox

Adultos: A dose recomendada de moxifloxacino é de 400 mg, uma vez ao dia, para
todas as indicações.
Duração do tratamento: a duração do tratamento deve ser determinada pela
gravidade da indicação ou pela resposta clínica. As recomendações gerais para o
tratamento de infecções23 das vias respiratórias superiores e inferiores são as seguintes:
•  Exacerbação aguda de bronquite crônica26: 5 dias.
•  Pneumonia27 adquirida na comunidade: 10 dias.
•  Sinusite25 aguda: 7 dias.
A duração do tratamento recomendado para infecções23 de pele15 e tecidos moles é de 7
dias.
O moxifloxacino pode ser administrado por via intravenosa durante todo o
tratamento. Alternativamente, a terapia pode ser iniciada por administração
intravenosa, seguida de administração oral dos comprimidos, se a condição do
paciente permitir sua ingestão.
Avalox® solução para infusão intravenosa foi avaliado em estudos clínicos em
esquema de até 14 dias de tratamento.

Modo de Administração de Avalox

Solução para infusão deve ser aplicada por via
intravenosa durante 60 minutos. Pode-se administrar diretamente ou com soluções
para infusão compatíveis. As seguintes soluções para infusão mostraram-se estáveis
por um período de 24 horas, à temperatura ambiente, quando misturadas a Avalox®
solução para infusão, podendo ser consideradas como compatíveis: água para injeção2,
cloreto de sódio 0,9% e 1 M, glicose110 5%, 10% ou 40%, xylit 20%, solução de Ringer,
solução de Ringer lactato111, Aminofusina 10% (Pharmacia & Upjohn) e Jonosteril D5
(Fresenius Kabi). Se for necessário aplicar outras medicações associadas a Avalox®
solução para infusão, deverão administrar-se separadamente. Somente soluções
límpidas poderão ser usadas.
Idosos: Não é necessário ajuste de dose.
Crianças: É contra-indicado para crianças e adolescentes em fase de crescimento.
Insuficiência hepática21: É desnecessário o ajuste de dose em pacientes com disfunção
hepática32 leve (Child-Pugh A, B). Não há dados farmacocinéticos em pacientes com
insuficiência hepática21 grave (Child-Pugh C).
Insuficiência renal112: É desnecessário o ajuste de dose com qualquer grau de alteração
renal46 (inclusive clearance de creatinina106 = 30 ml/ min/ 1,73 m2). Não há dados farmacocinéticos
em pacientes sob diálise113.
Diferenças interétnicas: É desnecessário o ajuste de dose.

Superdosagem de Avalox

Os dados de superdose disponíveis são limitados. Doses únicas de até
1.200 mg e doses múltiplas de 600 mg foram administradas durante 10 dias a
voluntários sadios, sem que fossem registrados efeitos adversos significativos. Em
caso de superdose, recomenda-se tratamento sintomático114 adequado de acordo com a
condição clínica do paciente. Após a administração intravenosa do moxifloxacino, o
carvão ativado reduz apenas levemente a exposição sistêmica (aproximadamente
20%), sendo de pouca utilidade nos casos de superdose intravenosa.
ATENÇÃO: ESTE PRODUTO É UM NOVO MEDICAMENTO E, EMBORA AS
PESQUISAS REALIZADAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA
QUANDO CORRETAMENTE INDICADO, PODEM OCORRER REAÇÕES ADVERSAS
IMPREVISÍVEIS, AINDA NÃO DESCRITAS OU CONHECIDAS. EM CASO DE
SUSPEITA DE REAÇÃO ADVERSA, O MÉDICO RESPONSÁVEL DEVE SER
NOTIFICADO.

AVALOX - Laboratório

BAYER
Rua Domingos Jorge, 1100
São Paulo/SP - CEP: 04779-900
Tel: 08007231010
Fax: 55 (011)548-0485
Site: http://www.bayer.com.br/

Ver outros medicamentos do laboratório "BAYER"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Ácido clorídrico: Ácido clorídrico ou ácido muriático é uma solução aquosa, ácida e queimativa, normalmente utilizado como reagente químico. É um dos ácidos que se ioniza completamente em solução aquosa.
2 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
3 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
4 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
5 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
6 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
7 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
8 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
9 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
10 Cabeça:
11 Vertigens: O termo vem do latim “vertere” e quer dizer rodar. A definição clássica de vertigem é alucinação do movimento. O indivíduo vê os objetos do ambiente rodarem ao seu redor ou seu corpo rodar em relação ao ambiente.
12 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
13 Costas:
14 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
15 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
16 Articulações:
17 Candidíase: É o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
18 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
19 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
20 Tendões: Tecidos fibrosos pelos quais um músculo se prende a um osso.
21 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
22 Cepas: Cepa ou estirpe é um termo da biologia e da genética que se refere a um grupo de descendentes com um ancestral comum que compartilham semelhanças morfológicas e/ou fisiológicas.
23 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
24 Ensaios clínicos: Há três fases diferentes em um ensaio clínico. A Fase 1 é o primeiro teste de um tratamento em seres humanos para determinar se ele é seguro. A Fase 2 concentra-se em saber se um tratamento é eficaz. E a Fase 3 é o teste final antes da aprovação para determinar se o tratamento tem vantagens sobre os tratamentos padrões disponíveis.
25 Sinusite: Infecção aguda ou crônica dos seios paranasais. Podem complicar o curso normal de um resfriado comum, acompanhando-se de febre e dor retro-ocular.
26 Bronquite crônica: Inflamação persistente da mucosa dos brônquios, em geral produzida por tabagismo, e caracterizada por um grande aumento na produção de muco bronquial que produz tosse e expectoração durante pelo menos três meses consecutivos durante dois anos.
27 Pneumonia: Inflamação do parênquima pulmonar. Sua causa mais freqüente é a infecção bacteriana, apesar de que pode ser produzida por outros microorganismos. Manifesta-se por febre, tosse, expectoração e dor torácica. Em pacientes idosos ou imunodeprimidos pode ser uma doença fatal.
28 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
29 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
30 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
31 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
32 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
33 Eletrocardiograma: Registro da atividade elétrica produzida pelo coração através da captação e amplificação dos pequenos potenciais gerados por este durante o ciclo cardíaco.
34 Hipocalemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
35 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
36 Isquemia: Insuficiência absoluta ou relativa de aporte sanguíneo a um ou vários tecidos. Suas manifestações dependem do tecido comprometido, sendo a mais frequente a isquemia cardíaca, capaz de produzir infartos, isquemia cerebral, produtora de acidentes vasculares cerebrais, etc.
37 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
38 Morbidade: Morbidade ou morbilidade é a taxa de portadores de determinada doença em relação à população total estudada, em determinado local e em determinado momento.
39 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
40 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
41 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
42 Reações anafiláticas: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
43 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
44 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
45 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
46 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
47 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
48 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
49 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
50 Sistema cardiovascular: O sistema cardiovascular ou sistema circulatório sanguíneo é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
51 Sistema digestivo: O sistema digestivo ou digestório realiza a digestão, processo que transforma os alimentos em substâncias passíveis de serem absorvidas pelo organismo. Os materiais não absorvidos são eliminados por este sistema. Ele é composto pelo tubo digestivo e por glândulas anexas.
52 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
53 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
54 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
55 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
56 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
57 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
58 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
59 Flebite: Inflamação da parede interna de uma veia. Pode ser acompanhada ou não de trombose da mesma.
60 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
61 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
62 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
63 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
64 Estomatite: Inflamação da mucosa oral produzida por infecção viral, bacteriana, micótica ou por doença auto-imune. É caracterizada por dor, ardor e vermelhidão da mucosa, podendo depositar-se sobre a mesma uma membrana brancacenta (leucoplasia), ou ser acompanhada de bolhas e vesículas.
65 Glossite: Inflamação da mucosa que reveste a língua, produzida por infecção viral, radiação, carências nutricionais, etc.
66 Sistema Linfático: Um sistema de órgãos e tecidos que processa e transporta células imunes e LINFA.
67 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
68 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
69 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
70 Artralgia: Dor em uma articulação.
71 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
72 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
73 Sistema Respiratório: Órgãos e estruturas tubulares e cavernosas, por meio das quais a ventilação pulmonar e as trocas gasosas entre o ar externo e o sangue são realizadas.
74 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
75 Anexos: 1. Que se anexa ou anexou, apenso. 2. Contíguo, adjacente, correlacionado. 3. Coisa ou parte que está ligada a outra considerada como principal. 4. Em anatomia geral, parte acessória de um órgão ou de uma estrutura principal. 5. Em informática, arquivo anexado a uma mensagem eletrônica.
76 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
77 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
78 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
79 Sudorese: Suor excessivo
80 Vaginite: Inflamação da mucosa que recobre a vagina. Em geral é devido a uma infecção bacteriana ou micótica. Manifesta-se por ardor, dor espontânea ou durante o coito (dispareunia) e secreção mucosa ou purulenta pela mesma.
81 Pélvica: Relativo a ou próprio de pelve. A pelve é a cavidade no extremo inferior do tronco, formada pelos dois ossos do quadril (ilíacos), sacro e cóccix; bacia. Ou também é qualquer cavidade em forma de bacia ou taça (por exemplo, a pelve renal).
82 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
83 Gastrite: Inflamação aguda ou crônica da mucosa do estômago. Manifesta-se por dor na região superior do abdome, acidez, ardor, náuseas, vômitos, etc. Pode ser produzida por infecções, consumo de medicamentos (aspirina), estresse, etc.
84 Língua:
85 Disfagia: Sensação consciente da passagem dos alimentos através do esôfago. Pode estar associado a doenças motoras, inflamatórias ou tumorais deste órgão.
86 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
87 Tromboplastina: Conhecida como fator tissular ou Fator III, a tromboplastina é uma substância presente nos tecidos e no interior das plaquetas. Ela tem a função de transformar a protrombina em trombina na presença de íons cálcio, atuando de maneira importante no processo de coagulação.
88 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
89 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
90 Artrite: Inflamação de uma articulação, caracterizada por dor, aumento da temperatura, dificuldade de movimentação, inchaço e vermelhidão da área afetada.
91 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
92 Hipertonia: 1. Em biologia, é a característica de uma solução que apresenta maior concentração de solutos do que outra. 2. Em medicina, é a tensão excessiva em músculos, artérias ou outros tecidos orgânicos.
93 Amnésia: Perda parcial ou total da memória.
94 Afasia: Sintoma neurológico caracterizado pela incapacidade de expressar-se ou interpretar a linguagem falada ou escrita. Pode ser produzida quando certas áreas do córtex cerebral sofrem uma lesão (tumores, hemorragias, infecções, etc.). Pode ser classificada em afasia de expressão ou afasia de compreensão.
95 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
96 Maculopapular: Erupção cutânea que se caracteriza pelo aparecimento de manchas e de pápulas de tonalidade avermelhada, geralmente observada no sarampo ou na rubéola.
97 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
98 Ambliopia: Ambliopia ou “olho preguiçoso” é um termo oftalmológico usado para definir a baixa visão que não é corrigida com óculos. Isso quer dizer que a causa desse déficit não está especificamente no olho, mas sim na região cerebral que corresponde à visão e que não foi devidamente estimulada no momento certo (“o olho não aprende a ver”). Afeta 1 a 2% da população, sendo a principal causa de baixa visão nas crianças. É um problema que pode passar despercebido pela criança ou pelos pais, por isso as triagens visuais para as crianças são tão importantes.
99 Reação anafilática: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
100 Tendão: Tecido fibroso pelo qual um músculo se prende a um osso.
101 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
102 Hematócrito: Exame de laboratório que expressa a concentração de glóbulos vermelhos no sangue.
103 Fosfatase alcalina: É uma hidrolase, ou seja, uma enzima que possui capacidade de retirar grupos de fosfato de uma distinta gama de moléculas, tais como nucleotídeos, proteínas e alcaloides. Ela é sintetizada por diferentes órgãos e tecidos, como, por exemplo, os ossos, fígado e placenta.
104 Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
105 Ureia: 1. Resíduo tóxico produzido pelo organismo, resulta da quebra de proteínas pelo fígado. É normalmente removida do organismo pelos rins e excretada na urina. 2. Substância azotada. Composto orgânico cristalino, incolor, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), com um ponto de fusão de 132,7 °C.
106 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
107 Glicemia: Valor de concentração da glicose do sangue. Seus valores normais oscilam entre 70 e 110 miligramas por decilitro de sangue (mg/dl).
108 Hemoglobina: Proteína encarregada de transportar o oxigênio desde os pulmões até os tecidos do corpo. Encontra-se em altas concentrações nos glóbulos vermelhos.
109 Patologia: 1. Especialidade médica que estuda as doenças e as alterações que estas provocam no organismo. 2. Qualquer desvio anatômico e/ou fisiológico, em relação à normalidade, que constitua uma doença ou caracterize determinada doença. 3. Por extensão de sentido, é o desvio em relação ao que é próprio ou adequado ou em relação ao que é considerado como o estado normal de uma coisa inanimada ou imaterial.
110 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
111 Lactato: Sal ou éster do ácido láctico ou ânion dele derivado.
112 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
113 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
114 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.

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