ORGALUTRAN

ORGANON

Atualizado em 09/12/2014

Bula do Profissional de Saúde1 de Orgalutran

- IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Organon do Brasil Indústria e Comércio Ltda
Orgalutran
Acetato de ganirelix
- FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES
USO ADULTO
Solução para injeção subcutânea2
Cartucho com 1 seringa3 descartável contendo 0,5 mL de solução
Cada seringa3 contém:
Acetato de ganirelix (calculado como base livre)................. 0,25 mg
Veículo (manitol, ácido acético, água para injeção4. O pH poderá ser ajustado com hidróxido de sódio 1 M ou ácido acético 5%) q.s.p............... 0,5 ml
- INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE1
- CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS
Orgalutran contém o decapeptídeo sintético ganirelix, que apresenta alta atividade antagonista5 ao hormônio6 liberador de gonadotrofina (GnRH) endógeno. Os aminoácidos nas posições 1, 2, 3, 6, 8 e 10 do decapeptídeo natural GnRH foram substituídos, resultando em [N-Ac-D-Nal(2)1,D-pClPhe2,D-Pal(3)3,D-hArg(Et2)6,L-hArg(Et2)8,D-Ala10]-GnRH, com peso molecular de 1570,4.
O ganirelix é um antagonista5 do GnRH que modula o eixo hipotalâmico-hipofisário-gonadal ligando-se competitivamente aos receptores de GnRH na glândula7 hipófise8. O resultado é uma supressão rápida, profunda e reversível das gonadotrofinas endógenas, sem estímulo inicial, como ocorre com os agonistas GnRH.
Após administração de uma dose única de 0,25 mg os níveis séricos de ganirelix aumentaram rapidamente e atingiram níveis de pico (Cmáx) de aproximadamente 15 ng/ml dentro de 1 a 2 horas (tmax). A meia vida de eliminação (t 1/2) é de aproximadamente 13 horas e o clearance é de aproximadamente de 2,4 L/h. A excreção se dá pelas fezes (aproximadamente 75%) e urina9 (aproximadamente 22%). A biodisponibilidade de Orgalutran após administração subcutânea10 é de aproximadamente 91%.
Os parâmetros farmacocinéticos após doses subcutâneas múltiplas de Orgalutran (injeção4 diária) foram similares àqueles após uma única dose subcutânea10. Após doses repetidas de 0,25 mg/dia, foram atingidos níveis de equilíbrio de aproximadamente 0,6 ng/ml dentro de 2 a 3 dias.
A análise farmacocinética indica uma relação inversa entre o peso corpóreo e as concentrações séricas de Orgalutran.
Perfil metabólico: o principal componente circulante no plasma11 é ganirelix, que é também o principal composto encontrado na urina9. As fezes contêm apenas metabólitos12, que são pequenos fragmentos13 peptídicos formados por hidrólise enzimática de ganirelix em locais restritos. O perfil metabólico de Orgalutran em humanos foi similar ao encontrado em animais.
Dados pré-clínicos de segurança
Dados pré-clínicos não mostram nenhum risco especial para humanos, tendo por base a segurança farmacológica, doses repetidas de toxicidade14 e genotoxicidade.
Estudos reprodutivos realizados com ganirelix em doses subcutâneas de 0,1 a 10 mcg/kg/dia em ratos e de 0,1 a 50 mcg/kg/dia em coelhos mostraram aumento na reabsorção da ninhada nos grupos de doses mais altas. Não foram observados efeitos teratogênicos15.
- RESULTADOS DE EFICÁCIA
Após administração de doses múltiplas de 0,25 mg de Orgalutran a voluntárias as concentrações séricas de hormônio6 luteinizante (LH), hormônio6 folículo16 estimulante (FSH) e estradiol (E2) tiveram redução máxima de 74%, 32% e 25% após 4, 16 e 16 horas da injeção4, respectivamente. Os níveis séricos hormonais retornam aos valores pré-tratamento dentro de dois dias após a última injeção4.
Em pacientes submetidas a estimulação ovariana controlada, a duração média do tratamento com Orgalutran foi de 5 dias. Durante o tratamento com Orgalutran a incidência17 média de aumentos de LH (> 10 UI/L) com aumento concomitante de progesterona (> 1 ng/ml) foi de 1,2%, comparada a 0,8% durante tratamento com agonista18 GnRH. Ocorreram aumentos precoces de LH, antes do início de Orgalutran no 6º dia da estimulação, especialmente em pacientes altamente responsivas. Estes aumentos não afetaram o resultado clínico. Nestas pacientes, a produção de LH foi rapidamente suprimida após a primeira administração de Orgalutran .
Em estudos controlados com Orgalutran, utilizando um protocolo longo de agonista18 GnRH como referência, o tratamento com o regime de Orgalutran resultou em um crescimento folicular mais rápido durante os primeiros dias da estimulação, mas o coorte19 final de crescimento de folículos foi ligeiramente menor e produziu, em média, menos estradiol. Este padrão diferente de crescimento folicular requer que os ajustes de dose de FSH sejam baseados no número e tamanho dos folículos em crescimento, ao invés da quantidade de estradiol circulante.
- INDICAÇÕES
Prevenção do pico prematuro de hormônio6 luteinizante em mulheres submetidas a hiperestimulação ovariana em técnicas de reprodução20 assistida.
Em estudos clínicos Orgalutran foi utilizado com hormônio6 folículo16 estimulante recombinante (FSHrec).
- CONTRA-INDICAÇÕES
Hipersensibilidade aos componentes da fórmula;
Hipersensibilidade ao hormônio6 liberador de gonadotrofina (GnRH) ou a qualquer outro análogo do GnRH;
Comprometimento grave ou moderado da função renal21 ou hepática22;
Gravidez23 ou lactação24.
- MODO DE USAR E CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO DEPOIS DE ABERTO
Orgalutran deve ser administrado lentamente por via subcutânea10, preferivelmente na parte superior da perna. A solução deve ser inspecionada antes do uso. Não utilizar se a solução contiver partículas ou estiver turva. O local da injeção4 deve variar a fim de evitar lipoatrofia25. A própria paciente ou seu parceiro podem aplicar Orgalutran, desde que adequadamente instruídos pelo médico.
A seringa3 é descartável e qualquer porção não utilizada da solução deve ser descartada.
Incompatibilidades
Na ausência de estudos de incompatibilidade, este produto não deve ser misturado com outros medicamentos.
- POSOLOGIA
Orgalutran deve ser prescrito somente por um especialista no tratamento de infertilidade26.
Orgalutran é utilizado na prevenção do pico prematuro de hormônio6 luteinizante em mulheres submetidas a hiperestimulação ovariana. A hiperestimulação ovariana com FSH pode começar no dia 2 ou 3 da menstruação27. Orgalutran deve ser injetado subcutaneamente uma vez ao dia, em geral a partir do dia 6 da administração de FSH. Em pacientes altamente responsivas, uma elevação precoce de LH pode ser prevenida iniciando-se o tratamento com Orgalutran no dia 5. O início da administração de Orgalutran deve ser retardado na ausência de crescimento folicular.
Orgalutran e FSH devem ser administrados aproximadamente ao mesmo tempo. Entretanto, as preparações não devem ser misturadas e devem ser utilizados locais de injeção4 diferentes.
Os ajustes de dose de FSH devem ser se basear preferivelmente no número e tamanho dos folículos em crescimento ao invés da quantidade circulante de estradiol (vide Características). O tratamento diário com Orgalutran deve ser continuado até o dia em que estiverem presentes folículos suficientes de tamanho adequado. A maturação final dos folículos pode ser induzida pela administração de hormônio6 gonadotrófico humano (hCG). Devido ao tempo de meia-vida do ganirelix, o tempo entre duas injeções de Orgalutran, bem como o tempo entre a última injeção4 de Orgalutran e a injeção4 de hCG não deve exceder 30 horas, pois de outro modo pode ocorrer um pico prematuro de LH. Desta forma, quando Orgalutran for injetado pela manhã, o tratamento deve continuar durante o período de tratamento com gonadotrofina, incluindo o dia do desencadeamento da ovulação28. Quando Orgalutran for injetado à tarde, a última injeção4 deve ser dada na tarde anterior ao dia da ovulação28.
Orgalutran mostrou-se seguro e eficaz em pacientes submetidas a tratamento de ciclos múltiplos.
Deve ser dado suporte na fase lútea de acordo com a prática do centro médico de reprodução20 assistida.
- ADVERTÊNCIAS
Deve-se ter cuidado especial em pacientes com sinais29 e sintomas30 de condições alérgicas ativas. Na ausência de experiência clínica, não se recomenda o tratamento com Orgalutran em mulheres com condições alérgicas severas.
Durante ou após a estimulação ovariana pode ocorrer Síndrome31 de Hiperestimulação Ovariana, que deve ser considerada um risco intrínseco da estimulação gonadotrófica. O tratamento da Síndrome31 de Hiperestimulação Ovariana deve ser sintomático32, por ex., com repouso, infusão intravenosa de soluções eletrolíticas ou colóides e heparina.
A incidência17 de malformações33 congênitas34 após o uso de técnicas de reprodução20 assistida pode ser ligeiramente maior do que após concepção35 espontânea. Supõe-se que este pequeno aumento da incidência17 esteja relacionado a diferenças de características dos pais (por ex., idade materna, características do esperma36) e à maior incidência17 de gestações múltiplas após reprodução20 assistida. Não há indícios de que o uso de antagonistas de GnRH durante as técnicas de reprodução20 assistida esteja associado a um risco aumentado de malformações33 congênitas34.
A segurança e eficácia de Orgalutran não foram estabelecidas em mulheres com peso inferior a 50 kg ou superior a 90 kg.
Gravidez23 e lactação24
Até o momento não há dados sobre a exposição de pacientes grávidas a ganirelix. Em animais, a exposição a ganirelix ao tempo da implantação resultou em absorção da ninhada (vide Dados pré-clínicos de segurança). Não se conhece a relevância destes dados para humanos.
Não há dados sobre a excreção de ganirelix no leite materno.
O uso de Orgalutran é contra-indicado durante a gravidez23 e a lactação24 (vide Contra-indicações).
Efeitos sobre a habilidade de dirigir e utilizar máquinas
Não foi estudado o efeito de Orgalutran sobre a habilidade de dirigir e utilizar máquinas.
- USO EM IDOSOS, CRIANÇAS E OUTROS GRUPOS DE RISCO
A segurança e eficácia de Orgalutran não foram estabelecidas em mulheres com peso inferior a 50 kg ou superior a 90 kg.
- INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
Não foram investigadas interações de Orgalutran com outros medicamentos,por isto não podem ser excluídas interações com medicamentos utilizados rotineiramente.
- REAÇÕES ADVERSAS A MEDICAMENTOS
Orgalutran pode causar uma reação local na pele37 no local da injeção4 (predominantemente vermelhidão, com ou sem aumento de volume). Em estudos clínicos, uma hora após a injeção4 a incidência17 de pelo menos uma reação local de pele37 moderada a severa por ciclo de tratamento foi de 12% nas pacientes tratadas com Orgalutran e de 25% nas pacientes tratadas com um agonista18 GnRH por via subcutânea10. As reações locais geralmente desaparecem dentro de 4 horas após a administração.
Reações adversas comumente relatadas em estudos clínicos (> 1%) foram cefaléia38 e náusea39.
Reações adversas raras (< 1%) relatadas em estudos clínicos foram vertigem40, astenia41 e mal-estar.
Em uma paciente, após a primeira dose de Orgalutran foi relatada piora de eczema42 pré-existente.
Outras reações adversas relatadas estão relacionadas à hiperestimulação ovariana controlada em técnicas de reprodução20 assistida, como por exemplo, dor abdominal, Síndrome31 de Hiperestimulação Ovariana, gravidez ectópica43 e aborto.
"Atenção: este é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis para comercialização, efeitos indesejáveis e não conhecidos podem ocorrer."
- SUPERDOSE
Superdosagem em humanos pode resultar em prolongamento da duração de ação. No caso de superdosagem, o tratamento com Orgalutran deve ser (temporariamente) descontinuado.
Não estão disponíveis dados sobre toxicidade14 aguda de Orgalutran em humanos, mas é improvável que ocorram reações tóxicas. Estudos clínicos com administração subcutânea10 de Orgalutran em doses únicas de até 12 mg não mostraram efeitos sistêmicos44 indesejáveis. Em estudos de toxicidade14 aguda em ratos e macacos, sintomas30 tóxicos não específicos foram observados somente após administração intravenosa de ganirelix acima de 1 e 3 mg/kg, respectivamente.
- ARMAZENAGEM
Orgalutran deve ser armazenado em temperatura ambiente (15 - 30°C), protegido da luz.
- DIZERES LEGAIS
Registro M.S.: 1.0171.0097.001-1
Farmacêutico(a) responsável: C. M. H. Nakazaki - CRF/SP-12448
Vetter Pharma-Vertigung GmbH & CoKG, Schützenstrasse 99-101, D-88212 Ravensburg, Alemanha
ORGANON DO BRASIL Indústria e Comércio Ltda.
Rua João Alfredo, 353 - São Paulo - SP
CNPJ 3.560.974/0001-18 - Indústria Brasileira
"VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA"

Bula do Paciente de Orgalutran

- IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
Organon do Brasil Indústria e Comércio Ltda
Orgalutran
Acetato de ganirelix
- FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES

USO ADULTO
Solução para injeção subcutânea2
Cartucho com 1 seringa3 descartável contendo 0,5 mL de solução
Cada seringa3 contém:
Acetato de ganirelix (calculado como base livre)................. 0,25 mg
Veículo (manitol, ácido acético, água para injeção4. O pH poderá ser ajustado com hidróxido de sódio 1 M ou ácido acético 5%) q.s.p............... 0,5 ml
- INFORMAÇÕES AO PACIENTE
- COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Orgalutran evita um aumento precoce do hormônio6 que induz à ovulação28 (hormônio6 luteinizante) em mulheres submetidas a tratamento para infertilidade26.
Após a administração, Orgalutran começa a agir em poucas horas.
- POR QUE ESTE MEDICAMENTO FOI INDICADO?
Orgalutran é indicado para evitar o aumento precoce do hormônio6 luteinizante durante o tratamento para infertilidade26.
- QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
- CONTRA-INDICAÇÕES
Orgalutran não deve ser utilizado por pacientes que apresentem alergia45 a qualquer um dos componentes de sua fórmula; pacientes com alergia45 ao hormônio6 liberador de gonadotrofina (GnRH) ou a qualquer outro análogo do GnRH; pacientes com problemas de rim46 ou fígado47; pacientes grávidas ou amamentando.
- ADVERTÊNCIAS
Não se recomenda o uso de Orgalutran por pacientes com quadros graves de alergia45.
A segurança e eficácia de Orgalutran não foram estabelecidas em mulheres com peso inferior a 50 kg ou superior a 90 kg.
- PRECAUÇÕES
Não se recomenda o uso de Orgalutran por pacientes com quadros graves de alergia45.
A segurança e eficácia de Orgalutran não foram estabelecidas em mulheres com peso inferior a 50 kg ou superior a 90 kg.
- INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
Não foram investigadas interações de Orgalutran com outros medicamentos, por isto não podem ser excluídas interações com medicamentos utilizados rotineiramente.
"Informe ao médico ou cirurgão-dentista o aparecimento de reações indesejáveis"
"Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento"
"Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde1"
- COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
- ASPECTO FÍSICO
Orgalutran é uma solução para injeção4 transparente.
- CARACTERÍSTICAS ORGANOLÉPTICAS
Orgalutran é uma solução para injeção4 transparente.
- DOSAGEM
Orgalutran deve ser prescrito somente por um especialista no tratamento de infertilidade26.
- COMO USAR
Verifique a solução antes do uso, não a utilize caso contenha partículas ou esteja turva.
Orgalutran pode ser aplicado em casa, pela própria paciente ou seu companheiro. Caso você e seu médico decidam pela auto-aplicação, além das instruções a seguir, ele irá orientá-la detalhadamente sobre como proceder.
Orgalutran deve ser injetado lentamente sob a pele37, preferivelmente na parte superior da perna.
Alterne o local de aplicação da injeção4 para evitar lipoatrofia25.
A seringa3 é descartável e qualquer porção não utilizada da solução deve ser descartada.
Orgalutran não deve ser misturado na mesma seringa3 com nenhum outro medicamento.
Preparando o local da injeção4
Lave bem as mãos48 com água e sabão. Passe um pedaço de algodão ou gaze embebido em um anti-séptico (por ex. álcool) no local da injeção4. Limpe aproximadamente 5 cm ao redor do ponto onde a agulha será introduzida e deixe o anti-séptico secar por, pelo menos, um minuto antes de aplicar a injeção4.
Inserindo a agulha
Remova a tampa da agulha. Pince uma área de pele37 com os dedos indicador e polegar. Introduza a agulha na base da pele37 pinçada em um ângulo de 45 graus em relação à superfície da pele37. Varie o local a cada injeção4.
Checando a posição da agulha
Puxe o êmbolo49 para trás cuidadosamente para verificar se a agulha está bem posicionada. Qualquer quantidade de sangue50 que entre na seringa3 indica que a agulha penetrou em um vaso sangüíneo. Caso isto ocorra, não injete Orgalutran: remova a seringa3, cubra o local da injeção4 com uma mecha de algodão umedecida com o anti-séptico e pressione. O sangramento deve parar em um ou dois minutos. Não utilize esta seringa3 e descarte-a de maneira adequada. Comece novamente com outra seringa3.
Injetando a solução
Uma vez que a agulha esteja posicionada corretamente, pressione o êmbolo49 devagar e firmemente, de modo que a solução seja injetada corretamente e a pele37 não seja danificada.
Removendo a seringa3
Puxe a seringa3 para fora rapidamente e pressione o local com uma mecha de algodão umedecida em anti-séptico. A seringa3 deve ser utilizada uma única vez e qualquer porção não utilizada da solução deve ser descartada.
O que fazer caso você injete uma quantidade de Orgalutran maior do que deveria
Contate seu médico.
O que fazer caso você esqueça de aplicar Orgalutran
Não aplique o dobro da dose para compensar uma dose esquecida. Caso você perceba que esqueceu uma dose, aplique-a logo que possível. Caso tenham se passado mais de 6 horas do horário habitual da injeção4 (de modo que o intervalo entre a última injeção4 e a esquecida seja maior que 30 horas) administre a dose esquecida assim que possível e contate seu médico para informações adicionais.
Interrupção do tratamento
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
"Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento"
"Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico"
"Não use o medicamento com o prazo de validade vencido, pois o seu efeito pode não ser o desejado"
- QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR?
Informe seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis, especialmente se forem graves ou persistentes.
Orgalutran pode causar uma reação na pele37 no local da injeção4 (predominantemente vermelhidão, com ou sem inchaço51). As reações locais geralmente desaparecem dentro de 4 horas após a administração.
Reações adversas comumente relatadas em estudos clínicos foram dor de cabeça52 e náusea39.
Também podem ocorrer outras reações adversas relacionadas à hiperestimulação dos ovários53, como por exemplo, dor abdominal; gravidez23 nas trompas (ectópica54) e aborto.
"Atenção: este é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis para comercialização, efeitos indesejáveis e não conhecidos podem ocorrer. Neste caso, informe seu médico"
- O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA GRANDE QUANTIDADE DESTE MEDICAMENTO DE UMA SÓ VEZ?
Descontinue temporariamente o tratamento com Orgalutran e contate seu médico. A superdosagem em humanos pode resultar em prolongamento da duração de ação.
- ONDE E COMO DEVO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Orgalutran deve ser armazenado em temperatura ambiente (15 - 30°C), protegido da luz.
N° de lote, data de fabricação (F) e data de validade (V) estão indicados na embalagem externa do produto.
"Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças"
- DIZERES LEGAIS
Registro M.S.: 1.0171.0097.001-1
Farmacêutico(a) responsável: C. M. H. Nakazaki - CRF/SP-12448
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Rua João Alfredo, 353 - São Paulo - SP
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"VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA"


ORGALUTRAN - Laboratório

ORGANON
Rua João Alfredo, 353
São Paulo/SP - CEP: 04747-900
Tel: 55 (011) 522-9011
Fax: 55 (011) 246-0305
Email: helpline@organon.com.br
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Complementos

1 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
2 Injeção subcutânea: Injetar fluido no tecido localizado abaixo da pele, o tecido celular subcutâneo, com uma agulha e seringa.
3 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
4 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
5 Antagonista: 1. Opositor. 2. Adversário. 3. Em anatomia geral, que ou o que, numa mesma região anatômica ou função fisiológica, trabalha em sentido contrário (diz-se de músculo). 4. Em medicina, que realiza movimento contrário ou oposto a outro (diz-se de músculo). 5. Em farmácia, que ou o que tende a anular a ação de outro agente (diz-se de agente, medicamento etc.). Agem como bloqueadores de receptores. 6. Em odontologia, que se articula em oposição (diz-se de ou qualquer dente em relação ao da maxila oposta).
6 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
7 Glândula: Estrutura do organismo especializada na produção de substâncias que podem ser lançadas na corrente sangüínea (glândulas endócrinas) ou em uma superfície mucosa ou cutânea (glândulas exócrinas). A saliva, o suor, o muco, são exemplos de produtos de glândulas exócrinas. Os hormônios da tireóide, a insulina e os estrógenos são de secreção endócrina.
8 Hipófise:
9 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
10 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
11 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
12 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
13 Fragmentos: 1. Pedaço de coisa que se quebrou, cortou, rasgou etc. É parte de um todo; fração. 2. No sentido figurado, é o resto de uma obra literária ou artística cuja maior parte se perdeu ou foi destruída. Ou um trecho extraído de uma obra.
14 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
15 Teratogênicos: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
16 Folículo: 1. Bolsa, cavidade em forma de saco. 2. Fruto simples, seco e unicarpelar, cuja deiscência se dá pela sutura que pode conter uma ou mais sementes (Ex.: fruto da magnólia).
17 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
18 Agonista: 1. Em farmacologia, agonista refere-se às ações ou aos estímulos provocados por uma resposta, referente ao aumento (ativação) ou diminuição (inibição) da atividade celular. Sendo uma droga receptiva. 2. Lutador. Na Grécia antiga, pessoa que se dedicava à ginástica para fortalecer o físico ou como preparação para o serviço militar.
19 Coorte: Grupo de indivíduos que têm algo em comum ao serem reunidos e que são observados por um determinado período de tempo para que se possa avaliar o que ocorre com eles. É importante que todos os indivíduos sejam observados por todo o período de seguimento, já que informações de uma coorte incompleta podem distorcer o verdadeiro estado das coisas. Por outro lado, o período de tempo em que os indivíduos serão observados deve ser significativo na história natural da doença em questão, para que haja tempo suficiente do risco se manifestar.
20 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
21 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
22 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
23 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
24 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
25 Lipoatrofia: Perda de tecido gorduroso abaixo da pele resultando em afundamentos localizados. Pode ser causada por injeções repetidas de insulina em um mesmo local.
26 Infertilidade: Capacidade diminuída ou ausente de gerar uma prole. O termo não implica a completa inabilidade para ter filhos e não deve ser confundido com esterilidade. Os clínicos introduziram elementos físicos e temporais na definição. Infertilidade é, portanto, freqüentemente diagnosticada quando, após um ano de relações sexuais não protegidas, não ocorre a concepção.
27 Menstruação: Sangramento cíclico através da vagina, que é produzido após um ciclo ovulatório normal e que corresponde à perda da camada mais superficial do endométrio uterino.
28 Ovulação: Ovocitação, oocitação ou ovulação nos seres humanos, bem como na maioria dos mamíferos, é o processo que libera o ovócito II em metáfase II do ovário. (Em outras espécies em vez desta célula é liberado o óvulo.) Nos dias anteriores à ovocitação, o folículo secundário cresce rapidamente, sob a influência do FSH e do LH. Ao mesmo tempo que há o desenvolvimento final do folículo, há um aumento abrupto de LH, fazendo com que o ovócito I no seu interior complete a meiose I, e o folículo passe ao estágio de pré-ovocitação. A meiose II também é iniciada, mas é interrompida em metáfase II aproximadamente 3 horas antes da ovocitação, caracterizando a formação do ovócito II. A elevada concentração de LH provoca a digestão das fibras colágenas em torno do folículo, e os níveis mais altos de prostaglandinas causam contrações na parede ovariana, que provocam a extrusão do ovócito II.
29 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
30 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
31 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
32 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
33 Malformações: 1. Defeito na forma ou na formação; anomalia, aberração, deformação. 2. Em patologia, é vício de conformação de uma parte do corpo, de origem congênita ou hereditária, geralmente curável por cirurgia. Ela é diferente da deformação (que é adquirida) e da monstruosidade (que é incurável).
34 Congênitas: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
35 Concepção: O início da gravidez.
36 Esperma: Esperma ou sêmen. Líquido denso, gelatinoso, branco acinzentado e opaco, que contém espermatozoides e que serve para conduzi-los até o óvulo. O esperma é o líquido da ejaculação. Ele é composto de plasma seminal e espermatozoides. Este plasma contém nutrientes que alimentam e protegem os espermatozoides.
37 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
38 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
39 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
40 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
41 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
42 Eczema: Afecção alérgica da pele, ela pode ser aguda ou crônica, caracterizada por uma reação inflamatória com formação de vesículas, desenvolvimento de escamas e prurido.
43 Gravidez ectópica: Implantação do produto da fecundação fora da cavidade uterina (trompas, peritôneo, etc.).
44 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
45 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
46 Rim: Os rins são órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
47 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
48 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
49 Êmbolo: 1. Cilindro ou disco que se move em vaivém no interior de seringas, bombas, etc. 2. Na engenharia mecânica, é um cilindro metálico deslizante que recebe um movimento de vaivém no interior de um cilindro de motor de combustão interna. 3. Em artes gráficas, é uma haste de ferro com um cilindro, articulada para comprimir e lançar o chumbo ao molde. 4. Em patologia, é um coágulo ou outro tampão trazido pela corrente sanguínea a partir de um vaso distante, que obstrui a circulação ao ser forçado contra um vaso menor. 5. Na anatomia zoológica, nas aranhas, é um prolongamento delgado no ápice do aparelho copulador masculino.
50 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
51 Inchaço: Inchação, edema.
52 Cabeça:
53 Ovários: São órgãos pares com aproximadamente 3cm de comprimento, 2cm de largura e 1,5cm de espessura cada um. Eles estão presos ao útero e à cavidade pelvina por meio de ligamentos. Na puberdade, os ovários começam a secretar os hormônios sexuais, estrógeno e progesterona. As células dos folículos maduros secretam estrógeno, enquanto o corpo lúteo produz grandes quantidades de progesterona e pouco estrógeno.
54 Ectópica: Relativo à ectopia, ou seja, à posição anômala de um órgão.

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