Preço de ALLESTRA em Houston/SP: R$ 27,43

ALLESTRA

ACHÈ

Atualizado em 03/06/2015

ALLESTRA

Identificação do Produto da Allestra

GESTODENO ETINILESTRADIOL

Drágeas1 em blíster de 21

USO ADULTO

Composição completa:

Cada drágea2 contém:

Gestodeno: 0,075 mg

Etinilestradiol: 0,020 mg
 

Informações ao Paciente da Allestra

ALLESTRA 20 é um anticoncepcional oral. Como a primeira drágea2 é tomada no primeiro dia da menstruação3, a mulher está protegida durante todo o ciclo, inclusive durante os sete dias de intervalo, desde que siga as instruções.
ALLESTRA 20, quando conservado em temperatura ambiente (temperatura entre 15 e 30°C), ao abrigo da luz e umidade, apresenta uma validade de 36 meses a contar da data de sua fabricação.

NUNCA USE MEDICAMENTO COM O PRAZO DE VALIDADE VENCIDO. ALÉM DE NÃO OBTER O EFEITO DESEJADO,

PODE PREJUDICAR A SUA SAÚDE4.

Informe seu médico a ocorrência de gravidez5 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está amamentando. A utilização ou não do produto durante o período de amamentação6 deve ser a critério médico.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Cuidados de administração:

A cartela de ALLESTRA 20 contém 21 drágeas1 e nesta cartela está marcado o dia da semana correspondente a cada drágea2.
As drágeas1 devem ser ingeridas diariamente, de preferência à mesma hora do dia, sem interrupção, a fim de se conseguir o efeito desejado.
Toda pílula anticoncepcional só deverá ser utilizada com orientação contínua do médico, por isto, antes de iniciar o tratamento, a paciente deve ser submetida a exames ginecológicos e principalmente excluída a existência de gravidez5.
A grande vantagem do ALLESTRA 20 é a redução da concentração de etinilestradiol que se encontra em 0,020 mg por drágea2, determinando uma diminuição dos efeitos colaterais7, principalmente os gastrintestinais, como náuseas8 e vômitos9.

Para utilizar ALLESTRA 20 e obter o máximo de eficácia, ler atentamente as instruções indicadas a seguir:

O 1º dia do ciclo corresponde ao 1º dia de menstruação3;
Tomar 1 drágea2 por dia, durante 21 dias seguidos seguir as setas indicadas na cartela sempre no mesmo horário, como por exemplo, na hora do café ou na hora do jantar;
Se esquecer de tomar 1 drágea2, a mesma deve ser tomada na hora em que perceber o esquecimento, desde que não tenha ultrapassado 12 horas do horário escolhido para fazer o tratamento. Se este período for maior do que 12 horas, continuar tomando as drágeas1 restantes, excluindo a drágea2 não tomada por esquecimento. Neste caso, tomar precauções adicionais para evitar a gravidez5 durante 14 dias seguidos ou até ocorrer a próxima menstruação3. Normalmente ocorre um sangramento durante a semana da pausa após o término desta cartela. Se não ocorrer o sangramento após um ciclo de tomada irregular, é preciso consultar o médico antes de reiniciar o tratamento;
Se ocorrerem vômitos9 ou diarréia10 no período de 4 horas após a tomada de ALLESTRA 20, as substâncias ativas da drágea2 podem não ter sido absorvidas adequadamente. Deve se continuar tomando diariamente as drágeas1 como o habitual, mas adotar também proteção contraceptiva adicional até o término deste ciclo (vide "Proteção contraceptiva adicional").
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Caso faça a interrupção, reiniciar uma nova cartela após 7 dias da última drágea2.

Suspendendo a utilização de ALLESTRA 20, a função dos ovários11 é recuperada e consequentemente existe o risco de gravidez5.
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como: sensibilidade, dor, secreção das mamas12, aumento da pressão arterial13, dor de cabeça14, problemas de estômago15, enjôos, sensação de aumento das mamas12, variações de peso, estados depressivos, alteração do desejo sexual e/ou qualquer alteração desagradável durante a utilização de ALLESTRA 20, principalmente se estas alterações surgirem com o uso de outros medicamentos.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS

Como utilizar ALLESTRA 20:

O tratamento inicia se no primeiro dia da menstruação3. No primeiro dia da menstruação3, tomar a primeira drágea2 (verificar na cartela o dia da semana correspondente). Seguir a direção das setas e continuar a tomar uma drágea2 por dia, durante os 21 dias seguidos, até o fim da cartela. Tomar a drágea2 sem mastigar com um pouco de líquido. Para a tomada diária das drágeas1, pode ser escolhida uma hora qualquer, de preferência após o café da manhã ou após o jantar. O importante é tomar sempre mais ou menos na mesma hora. O horário regular diminui o risco de esquecimento. A ingestão irregular (em horários diferentes) e/ou o risco de esquecimento, aumentam a possibilidade de uma gravidez5. Após terminada a cartela, fazer uma pausa de 7 dias, ou seja, no oitavo dia iniciar outra cartela de ALLESTRA 20, mesmo que a menstruação3 não tenha terminado. Se não ocorrer o sangramento por privação neste intervalo, o tratamento não deve ser continuado até que seja excluída a possibilidade de gravidez5. Observar que da segunda cartela em diante, sempre a primeira pílula vai coincidir com o mesmo dia da semana em que se iniciou o tratamento.

Se iniciar o tratamento após o dia recomendado ou no período pós parto, deve se tomar precauções adicionais para evitar a gravidez5 durante os primeiros 14 dias de uso de ALLESTRA 20, por exemplo uso de preservativos (camisinha). Se a menstruação3 iniciou se há mais de 5 dias, aguardar até a próxima menstruação3 para começar o tratamento .

Precauções e Advertências da Allestra

A utilização de anticoncepcionais orais pode diminuir a tolerância da glicose16, portanto, caso esteja sob tratamento com insulina17 e/ou outros medicamentos antidiabéticos, comunicar ao médico.

Os anticoncepcionais orais contendo estrogênio/progestagênio podem afetar a qualidade e reduzir a quantidade de leite materno. Pequenas quantidades destas substâncias são eliminadas através do leite materno.

A utilização de cigarros aumenta o risco de doenças cardiovasculares18. Este risco aumenta com a idade e quantidade de cigarros/dia, portanto pacientes que utilizam anticoncepcionais orais devem ser orientadas a parar de fumar.

Informe ao médico se é diabética, tem pressão alta, varizes19, epilepsia20, tendência à diabetes21, ou história anterior de inflamações22 nas veias23 das pernas. Nestes casos ALLESTRA 20 deve ser utilizado sob orientação médica.

Informe também se teve alguma das doenças indicadas como contra indicações, já que nesses casos não devem ser tomados anticoncepcionais orais. Em casos de dúvida, consulte o médico.

Confiabilidade reduzida:

A confiabilidade dos anticoncepcionais orais pode ser reduzida quando:

As drágeas1 não forem tomadas de acordo com as instruções de uso; Ocorrerem problemas gastrintestinais como vômitos9 e/ou diarréia10 até 4 horas depois de tomada a drágea2;
Utilizar outros medicamentos concomitantemente, tais como: antibióticos, barbitúricos e anticonvulsivantes (vide Interações medicamentosas).
Exames laboratoriais: deve se realizar Papanicolau24 antes da prescrição de anticoncepcionais, bem como periodicamente durante a administração.

Determinações de glicemia25 devem ser realizadas em pacientes predispostas ao diabetes mellitus26. Desejo de engravidar: suspendendo o uso de ALLESTRA 20, recupera se em geral a função normal dos ovários11, assim como a capacidade de engravidar. No entanto, se em 2 a 3 meses não se estabelecer um ciclo normal, é preciso consultar um médico.

Motivos para interrupção do tratamento: aparecimento, pela primeira vez, de dores de cabeça14 do tipo enxaqueca27, ou crises freqüentes de dores de cabeça14 mais forte do que o habitual; perturbações repentinas da percepção (transtornos da visão28, audição, etc.); primeiros sinais29 de tromboflebite30 ou tromboembolia (por exemplo, dores não habituais nas pernas ou edemas31 não habituais nos braços ou nas pernas, dores do tipo pontadas ao respirar, ou tosse de origem desconhecida); sensação de dor e aperto no tórax32; cirurgias já planejadas (6 semanas antes da data prevista); imobilização forçada (acidente, operações, etc.); aparecimento de icterícia33 (amarelamento da pele34); hepatite35; prurido36 generalizado; aumento dos ataques epilépticos; aumento considerável da pressão sangüínea37; depressão grave; dores ou inchaço38 não habituais no abdômen que não desapareçam em curto espaço de tempo; gravidez5. Em qualquer destas circunstâncias, o médico deverá ser informado.

Após tratamento prolongado aparecem, às vezes, em mulheres predispostas, manchas na pele34 (cloasma39) que ficam mais visíveis ao tomar banho de sol. Por isso, recomenda se a mulheres predispostas, que não fiquem muito tempo no sol.

Em casos isolados, foi observada uma diminuição de tolerância a lentes de contato. Consulte o médico sempre que aparecerem sintomas40 não habituais.

ALLESTRA 20 está contra indicado na gravidez5; problema de fígado41; relatos de icterícia33 ou coceira acentuada em gestações anteriores; tumores de fígado41 (atuais ou já tratados); processos tromboembólicos arteriais ou venosos, ou antecedentes dos mesmos, bem como condições que aumentem a tendência a tais enfermidades (por ex.: acidente vascular cerebral42, infarto43 de miocárdio44); anemia falciforme45; diabetes21 grave; câncer46 ginecológico ou de mama47 tratado ou atual; distúrbios do metabolismo48 das gorduras; antecedentes de herpes de gravidez5; dificuldade de audição agravada durante gestações precedentes; sangramento genital anormal de causa indeterminada.

ALLESTRA 20 é contra indicado em pacientes que apresentem hipersensibilidade a quaisquer dos componentes de sua fórmula.

O que fazer frente a sangramentos: ocasionalmente, principalmente durante os três primeiros meses de tratamento, pode ocorrer um pequeno sangramento intermenstrual, isto é, fora da época esperada ou durante os dias de tomada das drágeas1. A ocorrência desses sangramentos não é motivo para interromper o tratamento. Um sangramento ligeiro pode desaparecer por si só. Se o sangramento tiver uma intensidade semelhante à da menstruação3 normal, ou se tornar prolongado ou recorrente, o médico deve ser avisado.

O que fazer frente a ausência de sangramentos: se excepcionalmente não ocorrer sangramento durante os sete dias de descanso, consulte o médico antes de iniciar a cartela seguinte.
Para o uso de ALLESTRA 20 após parto, aborto ou outro anticoncepcional, siga a orientação do seu médico.

Observações Especiais da Allestra

Dados recentes indicam que não se pode excluir que a tomada de anticoncepcionais hormonais esteja associada a um aumento do risco de doenças tromboembólicas venosas e arteriais. Com relação a trombose49 arterial, parece aumentar o "risco relativo" quando, concomitantemente existem outros fatores, tais como intenso consumo de cigarro, idade mais avançada e/ou tratamento anticoncepcional combinado prolongado por vários anos.

Muito raramente se observam alterações hepáticas50 sob emprego prolongado de substâncias hormonais, como as de ALLESTRA 20, que obriguem à suspensão da sua administração. Por isso, deve se informar o médico se surgirem dores não habituais na região do estômago15 e fígado41 que não cessem por si só dentro de pouco tempo.

Se estiver tomando regularmente qualquer outro remédio, avise o médico, pois alguns podem reduzir a eficácia de ALLESTRA 20.

Proteção contraceptiva adicional:

Quando for necessária a utilização de proteção contraceptiva adicional, utilize métodos contraceptivos de barreira, por exemplo preservativos (camisinha). Não utilize métodos de ritmo ou tabelinha ou de temperatura, pois os anticoncepcionais orais modificam as alterações menstruais cíclicas, tais como as variações da temperatura e do muco cervical.
Alguns medicamentos interferem na eficácia do anticoncepcional ALLESTRA 20. Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.
Não deve ser utilizado durante a gravidez5.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE4.

Informação Técnica da Allestra

ALLESTRA 20 é um anticoncepcional oral monofásico, que combina o componente estrogênico etinilestradiol com o componente progestogênico gestodeno. ALLESTRA 20 age originalmente inibindo o eixo hipotálamo51 hipófise52 ovário53. Este processo se realiza pela inibição das secreções de LH, FSH, estradiol e progesterona a níveis que suprimem a ovulação54 já no primeiro ciclo de tratamento. O mecanismo primário de um anticoncepcional oral combinado é a supressão da foliculogênese. Além deste mecanismo de ação, ALLESTRA 20 apresenta outras ações que impedem uma gravidez5, tais como: alteração da qualidade do muco cervical, que impede a espermomigração, alteração da motilidade ovariana e a alteração do endométrio55, tornando o pouco receptivo para a implantação do óvulo56. O gestodeno é absorvido rápida e completamente pelo trato gastrintestinal; apresenta alta biodisponibilidade, em torno de 100%, após administração oral única ou múltipla. A concentração plasmática do gestodeno aumenta subseqüentemente ao tratamento dando lhe uma melhor performance terapêutica57.

Os valores da curva de concentração são altas após doses simples repetitivas de gestodeno e etinilestradiol. O gestodeno apresenta um pico plasmático após 0,7 ± 0,2 h. É extensamente metabolizado pelo fígado41 e tem como metabólitos58 o diidrogestodeno, 3 5 tetrahidrogestodeno e o hidroxigestodeno. O gestodeno liga se em torno de 64,3% às globulinas59 de ligação aos hormônios sexuais (SHBG), 34,4% à albumina60 ficando com uma fração livre (ativa) em torno de 1,3%. Porém, quando associado ao etinilestradiol, a ligação protéica é aproximadamente 50 a 69% para SHBG, 29 a 48% para albumina60 e 1 a 2% para a fração livre. Seu metabolismo48 é hepático sendo captada de forma inalterada em menos de 1% na urina61. A meia vida do gestodeno com ou sem combinação com o etinilestradiol, é aproximadamente de 10 a 18 horas. Um aumento de SHBG e a alta afinidade do gestodeno por esta proteína produzem um acúmulo de gestodeno no soro62 e prolongam a sua meia vida terminal. O gestodeno é completamente metabolizado e seus metabólitos58 são excretados na urina61 (50%) e nas fezes (33%), com uma meia vida de eliminação de cerca de um dia. Em doses simples orais com ou sem etinilestradiol, foram alcançados níveis de 0,048 a 0,054 l/h/kg. Apresenta uma afinidade pelos receptores de aldosterona e por isso uma fraca ação antimineralocorticóide, não apresentando atividade estrogênica e apresentando pouca ou nenhuma atividade androgênica.

Após a administração oral, o etinilestradiol é rápida e completamente absorvido. Devido a um extenso metabolismo48 de primeira passagem, a biodisponibilidade média do etinilestradiol é de cerca de 45%, com grandes variações individuais. Após administração oral repetida, os níveis séricos aumentam em 30% 50%, atingindo a fase de equilíbrio durante a segunda metade de cada ciclo de tratamento. O etinilestradiol liga se extensamente à albumina60 (cerca de 98%) mas não à SHBG; é excretado sob a forma de metabólitos58 na urina61 (40%) e nas fezes (60%). A meia vida de eliminação renal63 é de cerca de 28 horas.

Indicações da Allestra

Anticoncepcional oral.

Contra-Indicações da Allestra

ALLESTRA 20 É CONTRA INDICADO EM PACIENTES QUE APRESENTEM HIPERSENSIBILIDADE A QUAISQUER DOS COMPONENTES DE SUA FÓRMULA.

ALLESTRA 20 NÃO DEVE SER USADO NA GRAVIDEZ5; DISTÚRBIOS CARDIOVASCULARES OU CEREBROVASCULARES, POR EXEMPLO TROMBOFLEBITES64, PROCESSOS TROMBOEMBÓLICOS OU ANTECEDENTES DESSAS CONDIÇÕES; HIPERTENSÃO65 GRAVE; ALTERAÇÕES HEPÁTICAS50 GRAVES; ICTERÍCIA33 OU PRURIDO36 PERSISTENTE DURANTE GESTAÇÃO ANTERIOR; SÍNDROME66 DE DUBIN JOHNSON E DE ROTOR; TUMORES HEPÁTICOS ATUAIS OU ANTECEDENTES DOS MESMOS; PROCESSOS TROMBOEMBÓLICOS ARTERIAIS OU VENOSOS, OU ANTECEDENTES DOS MESMOS, BEM COMO CONDIÇÕES QUE AUMENTEM A TENDÊNCIA A TAIS ENFERMIDADES (POR EXEMPLO, DISTÚRBIOS DO SISTEMA DE COAGULAÇÃO67 COM TENDÊNCIA À TROMBOSE49, DOENÇA CARDIOVASCULAR, FIBRILAÇÃO ATRIAL); ANEMIA FALCIFORME45; NEOPLASIA68 ESTRÓGENO69 DEPENDENTE CONFIRMADA OU SUSPEITA, COMO POR EXEMPLO, CARCINOMA70 DE MAMA47 OU DE ENDOMÉTRIO55; DIABETES MELLITUS26 GRAVE COM ALTERAÇÕES VASCULARES71; TRANSTORNOS DO METABOLISMO48 LIPÍDICO; ANTECEDENTES DE HERPES GESTACIONAL; OTOSCLEROSE72 COM AGRAVAMENTO DURANTE ALGUMA GESTAÇÃO PRECEDENTE; SANGRAMENTO GENITAL NÃO DIAGNOSTICADO.

Precauções e Advertências da Allestra

ANTES DE INICIAR O TRATAMENTO DEVEM SER REALIZADOS EXAMES CLÍNICO GERAL E GINECOLÓGICO MINUCIOSOS (INCLUINDO MAMAS12 E CITOLOGIA CERVICAL), INCLUSIVE COM CUIDADOSA ANAMNESE FAMILIAR.

DEVEM SER DESCARTADOS DISTÚRBIOS DO SISTEMA DE COAGULAÇÃO67, NO CASO DE ALGUM DOS MEMBROS DA FAMÍLIA, EM IDADE JOVEM, TER SOFRIDO DE ENFERMIDADES TROMBOEMBÓLICAS (POR EXEMPLO, TROMBOSE VENOSA PROFUNDA73, APOPLEXIA74, INFARTO DO MIOCÁRDIO75).

A POSSIBILIDADE DE HAVER GESTAÇÃO DEVE SER EXCLUÍDA.

RECOMENDA SE EXAMES MÉDICOS PERIÓDICOS DURANTE O TRATAMENTO PROLONGADO COM MEDICAMENTOS CONTENDO ESTROGÊNIOS E/OU PROGESTAGÊNIOS.

O TRATAMENTO COM ALLESTRA 20 DEVE SER INTERROMPIDO SE OCORREREM CEFALÉIA76 DO TIPO ENXAQUECA27 EM PACIENTES QUE NUNCA TIVERAM ESTE SINTOMA77, OU CEFALÉIAS78 FREQUENTES COM INTENSIDADE FORA DO HABITUAL; PERTURBAÇÕES REPENTINAS DA VISÃO28, DA AUDIÇÃO OU OUTRAS DISFUNÇÕES PERCEPTIVAS; SINAIS29 PRECURSORES DE TROMBOFLEBITES64 OU TROMBOEMBOLIAS (POR EXEMPLO, DORES NÃO HABITUAIS NAS PERNAS OU EDEMAS31 NÃO HABITUAIS NOS BRAÇOS OU PERNAS, DORES DO TIPO PONTADA AO RESPIRAR OU TOSSE SEM MOTIVO APARENTE); SENSAÇÃO DE DOR E CONSTRIÇÃO79 NO TÓRAX32.

A MEDICAÇÃO TAMBÉM DEVE SER SUSPENSA EM CASO DE CIRURGIAS PROGRAMADAS (6 SEMANAS ANTES DA DATA PREVISTA), OU IMOBILIZAÇÃO FORÇADA, DECORRENTE, POR EXEMPLO, DE ACIDENTES OU CIRURGIAS. SÃO TAMBÉM RAZÕES PARA SUSPENDER A MEDICAÇÃO: APARECIMENTO DE ICTERÍCIA33 OU HEPATITE35, PRURIDO36 GENERALIZADO, AUMENTO DE CRISES EPILÉPTICAS, ACENTUADA ELEVAÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL13, DEPRESSÃO GRAVE, DORES EPIGÁSTRICAS INTENSAS OU AUMENTO DO VOLUME DO FÍGADO41.

NOS CASOS SEGUINTES, AS PACIENTES DEVEM SER MANTIDAS SOB CUIDADOSA VIGILÂNCIA MÉDICA, E UMA PIORA EM ALGUM DESSES CASOS PODE INDICAR QUE O USO DE ANTICONCEPCIONAIS ORAIS DEVE SER INTERROMPIDO: HIPERTENSÃO65, VEIAS23 VARICOSAS, ANTECEDENTES DE FLEBITES, OTOSCLEROSE72, ESCLEROSE MÚLTIPLA80, EPILEPSIA20, PORFIRIA81, TETANIA82 OU CORÉIA MENOR83, DISFUNÇÕES RENAIS, HISTÓRIA FAMILIAR DE DISTÚRBIOS DA COAGULAÇÃO67 COM TENDÊNCIA À TROMBOSE49, OBESIDADE84, NÓDULOS MAMÁRIOS OU HISTÓRIA FAMILIAR DE CÂNCER46 MAMÁRIO, ANTECEDENTES DE DEPRESSÃO CLÍNICA, "LUPUS85" ERITEMATOSO86 SISTÊMICO87, MIOMAS UTERINOS, ENXAQUECAS88.

SE OCORREREM QUAISQUER SINAIS29 DE PROCESSOS TROMBOEMBÓLICOS, TAIS COMO INFARTO DO MIOCÁRDIO75, EMBOLIA89 PULMONAR, TROMBOFLEBITE30, APOPLEXIA74, TROMBOSE49 RETINIANA, O TRATAMENTO DEVERÁ SER INTERROMPIDO IMEDIATAMENTE.

COM RELAÇÃO À TROMBOSE49 ARTERIAL (POR EXEMPLO, APOPLEXIA74, INFARTO DO MIOCÁRDIO75) PARECE OCORRER AUMENTO NO RISCO RELATIVO QUANDO EXISTEM CONCOMITANTEMENTE OS SEGUINTES FATORES: CONSUMO INTENSO DE CIGARRO, IDADE MAIS AVANÇADA E TRATAMENTO COM ANTICONCEPCIONAIS ORAIS COMBINADOS.

MULHERES COM IDADE ACIMA DE 35 ANOS, QUE UTILIZAM ANTICONCEPCIONAIS ORAIS, DEVEM SER RIGOROSAMENTE ADVERTIDAS A NÃO FUMAREM. ALÉM DISSO, ALGUMAS ENFERMIDADES COMO HIPERTENSÃO65, HIPERLIPIDEMIA90, OBESIDADE84 E DIABETES MELLITUS26 PODEM AUMENTAR O RISCO DE EVENTOS TROMBOEMBÓLICOS ASSOCIADOS AO USO DE ANTICONCEPCIONAIS ORAIS. A ADEQUAÇÃO DO USO DE ANTICONCEPCIONAIS ORAIS NA PRESENÇA DAS PATOLOGIAS ACIMA DESCRITAS DEVE SER AVALIADA E DISCUTIDA COM AS PACIENTES ANTES DO INÍCIO DO TRATAMENTO.

ALTERAÇÕES NOS NÍVEIS DE TRIGLICÉRIDES91 SÉRICOS, COLESTEROL92 E LIPOPROTEÍNAS, BEM COMO DIMINUIÇÃO NA TOLERÂNCIA À GLICOSE16, TÊM SIDO RELATADAS COM O USO DE ANTICONCEPCIONAIS ORAIS.

PODE OCORRER AUMENTO NA PRESSÃO ARTERIAL13 COM O USO DE ANTICONCEPCIONAIS ORAIS, A QUAL, GERALMENTE, RETORNA AO VALOR NORMAL APÓS A INTERRUPÇÃO DO TRATAMENTO.

APÓS A INTERRUPÇÃO DO USO DE ANTICONCEPCIONAIS ORAIS, ALGUMAS MULHERES PODEM APRESENTAR AMENORRÉIA93 OU OLIGOMENORRÉIA94, ESPECIALMENTE SE ESTAS CONDIÇÕES JÁ EXISTIAM ANTES DO INÍCIO DO TRATAMENTO. AS PACIENTES DEVEM SER INFORMADAS A RESPEITO DESTA POSSIBILIDADE.

APÓS O TRATAMENTO COM SUBSTÂNCIAS HORMONAIS, FORAM OBSERVADAS, EM CASOS RAROS, ALTERAÇÕES HEPÁTICAS50 BENIGNAS E, MAIS RARAMENTE, ALTERAÇÕES MALIGNAS, QUE EM CASOS ISOLADOS PODEM OCASIONAR HEMORRAGIAS95 INTRA ABDOMINAIS COM RISCO PARA A PACIENTE.

SE OCORREREM TRANSTORNOS EPIGÁSTRICOS GRAVES, AUMENTO DO TAMANHO DO FÍGADO41 OU SINAIS29 DE HEMORRAGIA96 INTRA ABDOMINAL, DEVE SE INCLUIR TUMOR97 HEPÁTICO NAS CONSIDERAÇÕES DIAGNÓSTICO98 DIFERENCIAIS.

DADOS PRELIMINARES RELATARAM UM AUMENTO NO RISCO DE DESENVOLVIMENTO DE DOENÇAS DA VESÍCULA BILIAR99, CIRURGICAMENTE CONFIRMADAS, COM O USO DE ESTROGÊNIOS E ANTICONCEPCIONAIS ORAIS. NO ENTANTO, DADOS MAIS RECENTES DEMONSTRAM QUE O RISCO RELATIVO DE DESENVOLVIMENTO PODE SER MÍNIMO.

A RELAÇÃO ENTRE O USO DE ANTICONCEPCIONAIS ORAIS E CÂNCER46 DA MAMA47 MANTÉM SE INCONCLUSIVA. DADOS EPIDEMIOLÓGICOS TÊM REVELADO QUE NÃO HÁ AUMENTO NO RISCO DE CÂNCER46 DE MAMA47 EM MULHERES QUE SEMPRE UTILIZARAM ANTICONCEPCIONAIS ORAIS, SUGERINDO UM POSSÍVEL AUMENTO DOS RISCOS EM CERTOS SUBGRUPOS DE MULHERES, AINDA QUE PERMANEÇAM CONFLITANTES.

SE OCORREREM VÔMITOS9 OU DIARRÉIA10 DENTRO DE 3 A 4 HORAS APÓS A INGESTÃO DE ALLESTRA 20, AS SUBSTÂNCIAS ATIVAS PODEM NÃO TEREM SIDO ABSORVIDAS ADEQUADAMENTE. DEVE SE CONTINUAR O TRATAMENTO A FIM DE EVITAR SANGRAMENTO PREMATURO POR PRIVAÇÃO, E, ADICIONALMENTE, USAR UM MÉTODO ANTICONCEPCIONAL NÃO HORMONAL ATÉ O FINAL DO CICLO. SE A DISFUNÇÃO GASTRINTESTINAL FOR PROLONGADA, DEVE SE CONSIDERAR A MUDANÇA PARA OUTRO MÉTODO DE CONTRACEPÇÃO100.

FICA A CRITÉRIO MÉDICO A CONVENIÊNCIA DO USO DE ALLESTRA 20 DURANTE O PERÍODO DE LACTAÇÃO101. OS ANTICONCEPCIONAIS ORAIS, PODEM AFETAR A QUALIDADE E REDUZIR A QUANTIDADE DO LEITE MATERNO. ALÉM DISSO, UMA PEQUENA QUANTIDADE DE COMPONENTES HORMONAIS FOI IDENTIFICADA NO LEITE MATERNO. OS EFEITOS SOBRE O LACTENTE102, CASO EXISTAM, NÃO FORAM DETERMINADOS.

OCASIONALMENTE, VERIFICA SE CLOASMA39 DURANTE O USO DE MEDICAMENTOS CONTENDO ESTROGÊNIO E/OU PROGESTAGÊNIO, ESPECIALMENTE EM MULHERES COM ANTECEDENTES DE CLOASMA39 GRAVÍDICO E PODE OCORRER EM 5 % A 29%. AS MULHERES COM TENDÊNCIA A CLOASMA39 DEVEM EVITAR EXPOSIÇÃO AO SOL DURANTE O TRATAMENTO COM ESSES MEDICAMENTOS.

DURANTE O USO DE ANTICONCEPCIONAIS CONTENDO ESTROGÊNIO E PROGESTOGÊNIO PODERÁ OCORRER DEPRESSÃO. CASO ISTO SEJA ACOMPANHADO DE DISTÚRBIO NO METABOLISMO48 DO TRIPTOFANO, A ADMINISTRAÇÃO DE CLORIDRATO DE PIRIDOXINA PODERÁ TER VALOR TERAPÊUTICO. TAMBÉM PODE OCORRER DEPRESSÃO POR DEFICIÊNCIA DE PIRIDOXINA (VITAMINA103 B6).

O USO DE ESTERÓIDES PODE INFLUENCIAR OS RESULTADOS DE DETERMINADOS TESTES LABORATORIAIS.

CONFIABILIDADE REDUZIDA:

QUANDO ALLESTRA 20 É TOMADO DE ACORDO COM AS INSTRUÇÕES DE USO, A OCORRÊNCIA DE GRAVIDEZ5 É ALTAMENTE IMPROVÁVEL. ENTRETANTO, A CONFIABILIDADE DOS ANTICONCEPCIONAIS ORAIS PODE SER REDUZIDA QUANDO:

AS DRÁGEAS1 NÃO SÃO TOMADAS DE ACORDO COM AS INSTRUÇÕES DE USO, POR EXEMPLO, ESQUECIMENTO DE INGESTÃO DE UMA OU MAIS DRÁGEAS1;

OCORREREM DISTÚRBIOS GASTRINTESTINAIS COMO DIARRÉIA10 E/OU VÔMITOS9 DENTRO DE ATÉ 4 HORAS APÓS A INGESTÃO DA DRÁGEA2;

ADMINISTRAÇÃO CONCOMITANTE DE OUTROS MEDICAMENTOS (VIDE ITEM INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS). CASO NÃO OCORRA SANGRAMENTO DE PRIVAÇÃO E NENHUMA DAS CIRCUNSTÂNCIAS MENCIONADAS ACIMA ESTIVER PRESENTE, A GRAVIDEZ5 SERÁ ALTAMENTE IMPROVÁVEL E O USO DO ANTICONCEPCIONAL ORAL PODE SER CONTINUADO. SE NO ENTANTO, QUALQUER UMA DESTAS EVENTUALIDADES OCORRER, DEVE SE INTERROMPER A INGESTÃO DAS DRÁGEAS1 E EXCLUIR SE A PRESENÇA DE GRAVIDEZ5 ANTES DE RETORNAR AO USO DO ANTICONCEPCIONAL ORAL.

Interações Mediamentosas da Allestra

Indutores de enzimas hepáticas104, tais como, primidona, fenitoínas, fenilbutazona e griseofulvina: podem diminuir a eficácia de ALLESTRA 20. Em tratamentos prolongados com indutores de enzimas hepáticas104, deve ser utilizado outro método de contracepção100.

Amitriptilina: apresentam interação com o aumento ou diminuição dos efeitos dos antidepressivos tricíclicos. O principal efeito é a atenuação antidepressiva e a toxicidade105 dos tricíclicos (hipotensão106, atasia e torpor107).

Antibióticos como: ampicilina, amoxicilina e tetraciclina: diminuem a eficácia do produto por redução da absorção do anticoncepcional, decorrente da flora intestinal, alterando a circulação108 enterohepática. Com isso, a paciente deve usar adicionalmente um método anticoncepcional não hormonal, durante o período de tratamento conjunto e por sete dias após o término do antibiótico. Se o período de sete dias ultrapassar o término da cartela, a próxima deverá ser iniciada sem a realização da pausa entre elas. Neste caso, o sangramento por privação deve ocorrer somente no final da segunda cartela. Se o sangramento não ocorrer, a possibilidade de gravidez5 dever ser verificada, antes do início da nova cartela.

Betametasona e dexametasona: os anticoncepcionais têm sido demonstrados como potencializadores dos efeitos dos corticóides.

Carbamazepina: aparecimento de "spotting" e sangramentos irregulares decorrentes do aumento do metabolismo48 dos anticoncepcionais, diminuindo seus efeitos.

Benzodiazepínicos: podem diminuir o metabolismo48 dos benzodiazepínicos, determinando um maior efeito dos mesmos por inibição do metabolismo48 oxidativo, resultando clinicamente em um quadro de depressão e hipotensão106.

Hidrocortisona: aumento da ação antiinflamatória da hidrocortisona e da prednisona, decorrente do aumento da meia vida em 2 a 3 vezes.

Fenobarbital: os barbitúricos fazem com que aumente o metabolismo48 do anticoncepcional oral, determinando irregularidade menstrual e redução da eficiência contraceptiva.

Rifampicina: por alteração da circulação108 enterohepática e alteração do metabolismo48 nos progestogênios, o uso concomitante determina aumento da falha do anticoncepcional. A utilização de método anticoncepcional adicional deve ser mantida durante 4 semanas após o término do tratamento, mesmo após um curto período de administração.

Tabaco: a utilização concomitante com mais de 15 cigarros/dia, pode aumentar o risco de efeitos adversos em pessoas acima de 35 anos.

Cafeína: o anticoncepcional oral aumenta a meia vida de cafeína de 4% para 90% e diminui o "clearence" da mesma em 65% pela inibição do seu metabolismo48, podendo determinar estimulação do SNC109.

Álcool etílico: diminuição do metabolismo48 do álcool, prolongando os efeitos do mesmo. Hipoglicemiantes orais110 ou insulina17: ajustes de doses podem ser necessárias, como resultado do efeito da tolerância à glicose16.

Reações Adversas e Alterações de Exames Laboratoriais da Allestra


FORAM ASSOCIADOS AO TRATAMENTO COM ESTROGÊNIO E/OU PROGESTOGÊNIO AS SEGUINTES REAÇÕES: TRATO GENITURINÁRIO: SANGRAMENTO INTERMENSTRUAL, AMENORRÉIA93 E AMENORRÉIA93 PÓS MEDICAÇÃO, ALTERAÇÕES NA SECREÇÃO CERVICAL, AUMENTO NO TAMANHO DOS FIBROMIOMAS UTERINOS, AGRAVAMENTO DE ENDOMETRIOSE111, CERTAS INFECÇÕES112 VAGINAIS COMO A CANDIDÍASE113 E/OU OUTRAS INFECÇÕES112 GENITAIS.

SISTEMA HEMATOLÓGICO: PÚRPURA114 TROMBOCITOPÊNICA, TROMBOEMBOLISMO115, HIPERGLICEMIA116 E/OU INTOLERÂNCIA À GLICOSE16.

MAMAS12: SENSIBILIDADE, DOR, AUMENTO E/OU SECREÇÃO MAMÁRIA.

SISTEMA GASTRINTESTINAL: NÁUSEA117, VÔMITOS9, COLELITÍASE118, ICTERÍCIA33 COLESTÁTICA, GENGIVITE119 E/OU PIGMENTAÇÃO GENGIVAL.

SISTEMA CARDIOVASCULAR120: INFARTO DO MIOCÁRDIO75 E/OU AUMENTO DA PRESSÃO ARTERIAL13.

PELE34: CLOASMA39, ERITEMA NODOSO121 E/OU EXANTEMA122.

OLHOS123: DESCONFORTO DA CÓRNEA124 QUANDO EM USO DE LENTES DE CONTATO.

SISTEMA NERVOSO CENTRAL125: CEFALÉIA76, ENXAQUECA27, ALTERAÇÕES DO HUMOR, DEPRESSÃO, COREA E/OU ADENOMAS DA PITUITÁRIA.

DIVERSOS: RETENÇÃO DE LÍQUIDOS, REDUÇÃO DA TOLERÂNCIA À GLICOSE16, ALTERAÇÃO DO PESO CORPORAL, DIMINUIÇÃO DA LIBIDO126 E/OU DEFICIÊNCIA DE PIRIDOXINA.

Interação com testes laboratoriais:

O uso de anticoncepcionais orais pode influenciar os resultados de alguns testes laboratoriais, dentre eles: parâmetros bioquímicos do fígado41, tireóide, adrenal e função renal63; níveis plasmáticos de proteínas127 de ligação e frações lipídeo128/lipoproteínas; parâmetros do metabolismo48 de carboidratos e parâmetros de coagulação67 e fibrinólise129.

- POSOLOGIA

Uma drágea2 ao dia durante 21 dias consecutivos, sempre no mesmo horário, iniciando no primeiro dia do ciclo (primeiro dia de sangramento). Nos ciclos subsequentes, deverá ser observado um intervalo de 7 dias entre a última drágea2 do ciclo que termina e a primeira drágea2 do ciclo que se inicia. Se não ocorrer o sangramento por privação neste intervalo, o tratamento não deve ser continuado até que seja excluída a possibilidade de gravidez5.
ALLESTRA 20 é eficaz a partir do primeiro dia de tratamento, se as drágeas1 forem iniciadas no primeiro dia do ciclo, como descrito.
Pode ocorrer, em casos isolados, sangramento por disrupção e "spotting", principalmente durante os 3 primeiros meses de utilização de ALLESTRA 20, que, geralmente, cessa espontaneamente. A paciente deve, entretanto, continuar o tratamento com ALLESTRA 20, mesmo em caso de sangramento irregular. Caso o sangramento persista ou recorra, diagnóstico98 apropriado, incluindo curetagem130, faz se necessário para excluir causas orgânicas. Devem também ser investigados os sangramentos irregulares quando ocorrem em vários ciclos consecutivos ou que ocorrem pela primeira vez após prolongado uso de ALLESTRA 20.

Se a paciente esquecer de tomar uma drágea2 no horário habitual, deve tomá la no período das 12 horas subsequentes. Se houver transcorrido mais de 12 horas, a proteção contraceptiva pode estar reduzida neste ciclo, devendo ser empregados, adicionalmente, métodos anticoncepcionais não hormonais, com exceção dos métodos de ritmo (Ogino Knaus) e da temperatura, até o final do ciclo. Prossegue se tomando as drágeas1 restantes (a drágea2 ou as drágeas1 esquecidas não devem ser tomadas) a fim de evitar sangramento prematuro por privação. Na troca de outro anticoncepcional oral para ALLESTRA 20, o início do tratamento deve ser feito no primeiro dia em que ocorrer sangramento por privação, após a ingestão da última drágea2 ativa do anticoncepcional anterior ao ALLESTRA 20.

O produto pode ser prescrito durante o período pós parto ou pós abortamento131, tão logo ocorra a primeira menstruação3 após um ciclo bifásico normal. Quando, por razões médicas, outra gravidez5 for contra indicada, o tratamento com ALLESTRA 20 deve ser iniciado no 12º dia após o parto (nunca antes do 7º dia) ou no 5º dia após o abortamento131, no mais tardar.

Deve se considerar que a administração de anticoncepcionais orais no período imediatamente após o parto ou abortamento131 aumenta o risco de ocorrência de doenças tromboembólicas.

Conduta na Superdosagem da Allestra

A superdosagem pode causar náuseas8 e vômitos9; algumas mulheres podem apresentar hemorragia96 por supressão. É razoável assumir que os procedimentos gerais de lavagem gástrica132 e tratamento geral de suporte devam ser empregados.

MS - 1.0573.0264
Farmacêutica Responsável: Dra. Emy Ayako Ogawa CRF SP nº 6423
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Via Dutra, km 222,2 Guarulhos SP
CNPJ 60.659.463/0001 91 Indústria Brasileira
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA  

ALLESTRA - Laboratório

ACHÈ
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GUARULHOS/SP - CEP: 07034-904
Tel: 11 6440-8418
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Complementos

1 Drágeas: Comprimidos ou pílulas contendo preparado farmacêutico.
2 Drágea: Comprimido ou pílula contendo preparado farmacêutico.
3 Menstruação: Sangramento cíclico através da vagina, que é produzido após um ciclo ovulatório normal e que corresponde à perda da camada mais superficial do endométrio uterino.
4 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
5 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
6 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
7 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
8 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
9 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
10 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
11 Ovários: São órgãos pares com aproximadamente 3cm de comprimento, 2cm de largura e 1,5cm de espessura cada um. Eles estão presos ao útero e à cavidade pelvina por meio de ligamentos. Na puberdade, os ovários começam a secretar os hormônios sexuais, estrógeno e progesterona. As células dos folículos maduros secretam estrógeno, enquanto o corpo lúteo produz grandes quantidades de progesterona e pouco estrógeno.
12 Mamas: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
13 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
14 Cabeça:
15 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
16 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
17 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
18 Doenças cardiovasculares: Doença do coração e vasos sangüíneos (artérias, veias e capilares).
19 Varizes: Dilatação anormal de uma veia. Podem ser dolorosas ou causar problemas estéticos quando são superficiais como nas pernas. Podem também ser sede de trombose, devido à estase sangüínea.
20 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
21 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
22 Inflamações: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc. Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
23 Veias: Vasos sangüíneos que levam o sangue ao coração.
24 Papanicolau: Método de coloração para amostras de tecido, particularmente difundido por sua utilização na detecção precoce do câncer de colo uterino.
25 Glicemia: Valor de concentração da glicose do sangue. Seus valores normais oscilam entre 70 e 110 miligramas por decilitro de sangue (mg/dl).
26 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
27 Enxaqueca: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
28 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
29 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
30 Tromboflebite: Processo inflamatório de um segmento de uma veia, geralmente de localização superficial (veia superficial), juntamente com formação de coágulos na zona afetada. Pode surgir posteriormente a uma lesão pequena numa veia (como após uma injeção ou um soro intravenoso) e é particularmente frequente nos toxico-dependentes que se injetam. A tromboflebite pode desenvolver-se como complicação de varizes. Existe uma tumefação e vermelhidão (sinais do processo inflamatório) ao longo do segmento de veia atingido, que é extremamante doloroso à palpação. Ocorrem muitas vezes febre e mal-estar.
31 Edemas: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
32 Tórax: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original Sinônimos: Peito; Caixa Torácica
33 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
34 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
35 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
36 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
37 Pressão sangüínea: Força exercida pelo sangue arterial por unidade de área da parede arterial. É expressa como uma razão (Exemplo: 120/80, lê-se 120 por 80). O primeiro número é a pressão sistólica ou pressão máxima. E o segundo número é a presão diastólica ou mínima.
38 Inchaço: Inchação, edema.
39 Cloasma: Manchas escuras na face. O seu surgimento está relacionado à gravidez. Além dos fatores hormonais e da exposição solar, a tendência genética e características raciais também influenciam o seu surgimento. O cloasma gravídico pode desaparecer espontaneamente após a gravidez, não exigindo, às vezes, nenhum tipo de tratamento.
40 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
41 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
42 Acidente vascular cerebral: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
43 Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
44 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
45 Anemia falciforme: Doença hereditária que causa a má formação das hemácias, que assumem forma semelhante a foices (de onde vem o nome da doença), com maior ou menor severidade de acordo com o caso, o que causa deficiência do transporte de gases nos indivíduos que possuem a doença. É comum na África, na Europa Mediterrânea, no Oriente Médio e em certas regiões da Índia.
46 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
47 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
48 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
49 Trombose: Formação de trombos no interior de um vaso sanguíneo. Pode ser venosa ou arterial e produz diferentes sintomas segundo os territórios afetados. A trombose de uma artéria coronariana pode produzir um infarto do miocárdio.
50 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
51 Hipotálamo: Parte ventral do diencéfalo extendendo-se da região do quiasma óptico à borda caudal dos corpos mamilares, formando as paredes lateral e inferior do terceiro ventrículo.
52 Hipófise:
53 Ovário: Órgão reprodutor (GÔNADAS) feminino. Nos vertebrados, o ovário contém duas partes funcionais Sinônimos: Ovários
54 Ovulação: Ovocitação, oocitação ou ovulação nos seres humanos, bem como na maioria dos mamíferos, é o processo que libera o ovócito II em metáfase II do ovário. (Em outras espécies em vez desta célula é liberado o óvulo.) Nos dias anteriores à ovocitação, o folículo secundário cresce rapidamente, sob a influência do FSH e do LH. Ao mesmo tempo que há o desenvolvimento final do folículo, há um aumento abrupto de LH, fazendo com que o ovócito I no seu interior complete a meiose I, e o folículo passe ao estágio de pré-ovocitação. A meiose II também é iniciada, mas é interrompida em metáfase II aproximadamente 3 horas antes da ovocitação, caracterizando a formação do ovócito II. A elevada concentração de LH provoca a digestão das fibras colágenas em torno do folículo, e os níveis mais altos de prostaglandinas causam contrações na parede ovariana, que provocam a extrusão do ovócito II.
55 Endométrio: Membrana mucosa que reveste a cavidade uterina (responsável hormonalmente) durante o CICLO MENSTRUAL e GRAVIDEZ. O endométrio sofre transformações cíclicas que caracterizam a MENSTRUAÇÃO. Após FERTILIZAÇÃO bem sucedida, serve para sustentar o desenvolvimento do embrião.
56 Óvulo: Célula germinativa feminina (haplóide e madura) expelida pelo OVÁRIO durante a OVULAÇÃO.
57 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
58 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
59 Globulinas: Qualquer uma das várias proteínas globulares pouco hidrossolúveis de uma mesma família que inclui os anticorpos e as proteínas envolvidas no transporte de lipídios pelo plasma.
60 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
61 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
62 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
63 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
64 Tromboflebites: Processo inflamatório de um segmento de uma veia, geralmente de localização superficial (veia superficial), juntamente com formação de coágulos na zona afetada. Pode surgir posteriormente a uma lesão pequena numa veia (como após uma injeção ou um soro intravenoso) e é particularmente frequente nos toxico-dependentes que se injetam. A tromboflebite pode desenvolver-se como complicação de varizes. Existe uma tumefação e vermelhidão (sinais do processo inflamatório) ao longo do segmento de veia atingido, que é extremamante doloroso à palpação. Ocorrem muitas vezes febre e mal-estar.
65 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
66 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
67 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
68 Neoplasia: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
69 Estrógeno: Grupo hormonal produzido principalmente pelos ovários e responsáveis por numerosas ações no organismo feminino (indução da primeira fase do ciclo menstrual, desenvolvimento dos ductos mamários, distribuição corporal do tecido adiposo em um padrão feminino, etc.).
70 Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
71 Vasculares: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
72 Otosclerose: Crescimento ósseo anormal no ouvido médio que causa perda auditiva. É um distúrbio hereditário que envolve o crescimento de um osso esponjoso no ouvido médio. Este crescimento impede a vibração do estribo em reposta às ondas sonoras, causando perda auditiva progressiva do tipo condutiva. É a causa mais freqüente de perda auditiva do ouvido médio em adultos jovens, é mais freqüente em mulheres entre 15 e 30 anos.
73 Trombose Venosa Profunda: Caracteriza-se pela formação de coágulos no interior das veias profundas da perna. O que mais chama a atenção é o edema (inchaço) e a dor, normalmente restritos a uma só perna. O edema pode se localizar apenas na panturrilha e pé ou estar mais exuberante na coxa, indicando que o trombo se localiza nas veias profundas dessa região ou mais acima da virilha. Uma de suas principais conseqüências a curto prazo é a embolia pulmonar, que pode deixar seqüelas ou mesmo levar à morte. Fatores individuais de risco são: varizes de membros inferiores, idade maior que 40 anos, obesidade, trombose prévia, uso de anticoncepcionais, terapia de reposição hormonal, entre outras.
74 Apoplexia: Afecção cerebral que surge inesperadamente, acompanhada de privação do uso dos sentidos e/ou suspensão do movimento; por outras palavras, serve de designação genérica das afecções produzidas pela formação rápida de um derrame sangüíneo ou acidente oclusivo no interior de um órgão. Os sintomas e sinais podem variar desde uma simples cefaléia até um quadro mais grave. O termo está atualmente em desuso, devendo ser substituído por acidente vascular cerebral.
75 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
76 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
77 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
78 Cefaléias: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaléia ou dor de cabeça tensional, cefaléia cervicogênica, cefaléia em pontada, cefaléia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaléias ou dores de cabeça. A cefaléia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
79 Constrição: 1. Ação ou efeito de constringir, mesmo que constrangimento (ato ou efeito de reduzir). 2. Pressão circular que faz diminuir o diâmetro de um objeto; estreitamento. 3. Em medicina, é o estreitamento patológico de qualquer canal ou esfíncter; estenose.
80 Esclerose múltipla: Doença degenerativa que afeta o sistema nervoso, produzida pela alteração na camada de mielina. Caracteriza-se por alterações sensitivas e de motilidade que evoluem através do tempo produzindo dano neurológico progressivo.
81 Porfiria: Constituem um grupo de pelo menos oito doenças genéticas distintas, além de formas adquiridas, decorrentes de deficiências enzimáticas específicas na via de biossíntese do heme, que levam à superprodução e acumulação de precursores metabólicos, para cada qual correspondendo um tipo particular de porfiria. Fatores ambientais, tais como: medicamentos, álcool, hormônios, dieta, estresse, exposição solar e outros desempenham um papel importante no desencadeamento e curso destas doenças.
82 Tetania: Espasmos e contraturas dos músculos das mãos e pés, e menos freqüentemente dos músculos da face, da laringe (cordas vocais) e da coluna vertebral. Inicialmente, são indolores; mas tendem a tornar-se cada vez mais dolorosos. É um sintoma de alterações bioquímicas do corpo humano e não deve ser confundida com o tétano, que é uma infecção. A causa mais comum é a hipocalcemia (nível baixo de cálcio no sangue). Outras causas incluem hipocalemia (nível baixo de potássio no sangue), hiperpnéia (frequência respiratória anormalmente profunda e rápida, levando a baixos níveis de dióxido de carbono), ou mais raramente de hipoparatiroidismo (atividade diminuída das glândulas paratiróides). Recentemente, considera-se que a hipomagnesemia (nível baixo de magnésio no sangue) é também um dos fatores causais desta situação clínica.
83 Coréia menor: Coréia, palavra derivada do grego que significa dançar, consiste em movimentos involuntários, ora em repouso, ora perturbando o movimento voluntário, arrítmicos, assimétricos, bruscos, breves e sem propósito. A coréia de Sydenham, também conhecida como coréia menor ou coréia reumática, é um dos principais indicadores diagnósticos de febre reumática. Ela afeta predominantemente crianças entre 5 e 15 anos, com maior freqüência no sexo feminino.
84 Obesidade: Condição em que há acúmulo de gorduras no organismo além do normal, mais severo que o sobrepeso. O índice de massa corporal é igual ou maior que 30.
85 Lúpus: 1. É uma inflamação crônica da pele, caracterizada por ulcerações ou manchas, conforme o tipo específico. 2. Doença autoimune rara, mais frequente nas mulheres, provocada por um desequilíbrio do sistema imunológico. Nesta patologia, a defesa imunológica do indivíduo se vira contra os tecidos do próprio organismo como pele, articulações, fígado, coração, pulmão, rins e cérebro. Essas múltiplas formas de manifestação clínica, às vezes, podem confundir e retardar o diagnóstico. Lúpus exige tratamento cuidadoso por médicos especializados no assunto.
86 Eritematoso: Relativo a ou próprio de eritema. Que apresenta eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
87 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
88 Enxaquecas: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
89 Embolia: Impactação de uma substância sólida (trombo, colesterol, vegetação, inóculo bacteriano), líquida ou gasosa (embolia gasosa) em uma região do circuito arterial com a conseqüente obstrução do fluxo e isquemia.
90 Hiperlipidemia: Condição em que os níveis de gorduras e colesterol estão mais altos que o normal.
91 Triglicérides: A principal maneira de armazenar os lipídeos no tecido adiposo é sob a forma de triglicérides. São também os tipos de lipídeos mais abundantes na alimentação. Podem ser definidos como compostos formados pela união de três ácidos graxos com glicerol. Os triglicérides sólidos em temperatura ambiente são conhecidos como gorduras, enquanto os líquidos são os óleos. As gorduras geralmente possuem uma alta proporção de ácidos graxos saturados de cadeia longa, já os óleos normalmente contêm mais ácidos graxos insaturados de cadeia curta.
92 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
93 Amenorréia: É a ausência de menstruação pelo período equivalente a 3 ciclos menstruais ou 6 meses (o que ocorrer primeiro). Para períodos inferiores, utiliza-se o termo atraso menstrual.
94 Oligomenorréia: Menstruação produzida a intervalos prolongados. Pode ser a expressão de anormalidades na função ovariana.
95 Hemorragias: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
96 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
97 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
98 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
99 Vesícula Biliar: Reservatório para armazenar secreção da BILE. Através do DUCTO CÍSTICO, a vesícula libera para o DUODENO ácidos biliares em alta concentração (e de maneira controlada), que degradam os lipídeos da dieta.
100 Contracepção: Qualquer processo que evite a fertilização do óvulo ou a implantação do ovo. Os métodos de contracepção podem ser classificados de acordo com o seu objetivo em barreiras mecânicas ou químicas, impeditivas de nidação e contracepção hormonal.
101 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
102 Lactente: Que ou aquele que mama, bebê. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
103 Vitamina: Compostos presentes em pequenas quantidades nos diversos alimentos e nutrientes e que são indispensáveis para o desenvolvimento dos processos biológicos normais.
104 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
105 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
106 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
107 Torpor: 1. Sentimento de mal-estar caracterizado pela diminuição da sensibilidade e do movimento; entorpecimento, estupor, insensibilidade. 2. Indiferença ou apatia moral; indolência, prostração. 3. Na medicina, ausência de reação a estímulos de intensidade normal.
108 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
109 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
110 Hipoglicemiantes orais: Medicamentos usados por via oral em pessoas com diabetes tipo 2 para manter os níves de glicose próximos ao normal. As classes de hipoglicemiantes são: inibidores da alfaglicosidase, biguanidas, derivados da fenilalanina, meglitinides, sulfoniluréias e thiazolidinediones.
111 Endometriose: Doença que acomete as mulheres em idade reprodutiva e consiste na presença de endométrio em locais fora do útero. Endométrio é a camada interna do útero que é renovada mensalmente pela menstruação. Os locais mais comuns da endometriose são: Fundo de Saco de Douglas (atrás do útero), septo reto-vaginal (tecido entre a vagina e o reto ), trompas, ovários, superfície do reto, ligamentos do útero, bexiga e parede da pélvis.
112 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
113 Candidíase: É o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
114 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
115 Tromboembolismo: Doença produzida pela impactação de um fragmento de um trombo. É produzida quando este se desprende de seu lugar de origem, e é levado pela corrente sangüínea até produzir a oclusão de uma artéria distante do local de origem do trombo. Esta oclusão pode ter diversas conseqüências, desde leves até fatais, dependendo do tamanho do vaso ocluído e do tipo de circulação do órgão onde se deu a oclusão.
116 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
117 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
118 Colelitíase: Formação de cálculos no interior da vesícula biliar.
119 Gengivite: Condição em que as gengivas apresentam-se com sinais inflamatórios e sangramentos.
120 Sistema cardiovascular: O sistema cardiovascular ou sistema circulatório sanguíneo é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
121 Eritema nodoso: Erupção eritematosa comumente associada a reações a medicamentos ou infecções e caracterizada por nódulos inflamatórios que são geralmente dolorosos, múltiplos e bilaterais. Esses nódulos são localizados predominantemente nas pernas, podendo também estar nas coxas e antebraços. Eles sofrem alterações de coloração características terminando em áreas tipo equimose temporárias. Regride em 3 a 6 semanas, em média, sem cicatriz ou atrofia.
122 Exantema: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
123 Olhos:
124 Córnea: Membrana fibrosa e transparente presa à esclera, constituindo a parte anterior do olho.
125 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
126 Libido: Desejo. Procura instintiva do prazer sexual.
127 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
128 Lipídeo: Termo usado para gordura no organismo. Os lipídeos podem ser quebrados pelo organismo para serem usados como energia.
129 Fibrinólise: Processo de dissolução progressiva da fibrina e assim do coágulo, que posteriormente à sua formação deve ser dissolvido.
130 Curetagem: Operação ou cirurgia que consiste em esvaziar o interior de uma cavidade natural ou patológica com o auxílio de uma cureta; raspagem.
131 Abortamento: Interrupção precoce da gravidez, espontânea ou induzida, seguida pela expulsão do produto gestacional pelo canal vaginal (Aborto). Pode ser precedido por perdas sangüíneas através da vagina.
132 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.

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