REPOGEN CONTI

LIBBS

Atualizado em 09/12/2014

REPOGEN CONTI

Composição e Apresentação de Repogen Conti

USO ADULTOCada comprimido de REPOGEN CONTI contém:
Estrogênios conjugados....................0,625 mg.
Acetato de medroxiprogesterona ....................2,5 mg.
Excipientes: (celulose microcristalina, estearato de magnésio, polividona, dióxido de titânio,hipromelose, talco, fosfato de cálcio, acetato de sódio, dióxido de silício coloidal, metacrilato de dimetilamino etila, polietilenoglicol e corante vermelho ponceaux 4R)....q.s.p......1 comprimido.
Cartucho contendo 1 blister com 28 comprimidos revestidos.

Informações ao Paciente de Repogen Conti

O prazo de validade é de 2 anos a partir da data de fabricação e está indicado na embalagem externa.
Não tome medicamentos com prazo de validade vencido.
Conservar o medicamento à temperatura ambiente, entre 15 e 30°C, protegido da luz e umidade.
REPOGEN CONTI contém estrogênios conjugados e acetato de medroxiprogesterona, estando indicado como tratamento hormonal. Os estrogênios são hormônios produzidos pelos ovários1.
O acetato de medroxiprogesterona é um derivado sintético da progesterona que, como os estrogênios, é produzido pelos ovários1. A falta desses hormônios, em decorrência da menopausa2 ou outras disfunções, acarreta uma série de alterações no organismo feminino. A reposição de hormônios estrogênios e progesterona tem como objetivo corrigir estas alterações.
INFORMAR AO MÉDICO OCORRÊNCIA DE GRAVIDEZ3 NA VIGÊNCIA DO TRATAMENTO OU APÓS SEU TÉRMINO.
REPOGEN CONTI não deve ser utilizado por mulheres grávidas, com suspeita de gravidez3, ou que estejam amamentando.
REPOGEN CONTI só deve ser usado por indicação médica.
NÃO TOME REMÉDIOS SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER
PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE4.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Informar ao médico o aparecimento de reações desagradáveis tais como: alterações
menstruais; sangramento no meio do ciclo; tensão e secreção mamárias; náusea5; vômito6; dor abdominal; amarelamento da pele7; manchas na pele7; alterações visuais; intolerância a lentes de contato; dor de cabeça8; tontura9; cansaço; dor nas costas10; nervosismo; insônia; sonolência; alterações de peso; alterações de apetite; inchaço11; alteração do interesse sexual ou quaisquer
outras que porventura venham a ocorrer durante o uso de REPOGEN CONTI.
INFORME AO SEU MÉDICO SE ESTIVER TOMANDO OUTROS MEDICAMENTOS.
PODE OCORRER ALTERAÇÃO DE SEUS EFEITOS.
Não deve ser utilizado por mulheres que apresentam suspeita ou confi rmação diagnóstica de tumor12 maligno das mamas13; neoplasia14 estrógeno15 dependente; gravidez3 confi rmada ou suspeita; sangramento genital anormal de causa desconhecida; doenças vasculares16 (trombofl ebite, tromboembolismo17); doença ou disfunção do fígado18; alergia19 aos componentes do medicamento.
As pacientes devem submeter-se a exame médico completo antes do início do tratamento com REPOGEN CONTI, bem como periódica e regularmente, no mínimo a cada 6 meses, durante o tratamento.
Em adição ao exame médico periódico obrigatório das mamas13, as pacientes devem ser instruídas para realizar o auto-exame das mamas13 no intervalo entre as avaliações médicas.

Informações Técnicas de Repogen Conti

REPOGEN CONTI é uma mistura de estrogênios conjugados na forma de sais sódicos dos ésteres sulfatados hidrossolúveis de estrona, equilina e 17-alfa-diidroequilina, bem como quantidades menores de 17-alfa-estradiol, equilenina, 17-alfa-diidro equilenina, 17-betaestradiol, delta-8,9-diidroestrona, 17 beta-diidroequilina e 17 beta-diidroequilenina.Os estrogênios são importantes no desenvolvimento do sistema reprodutor feminino e manutenção dos caracteres sexuais secundários. Promovem o crescimento e desenvolvimento da vagina20, útero21, trompas de Falópio e aumentam as mamas13. Indiretamente, contribuem na estrutura óssea, manutenção do vigor e elasticidade22 das estruturas urogenitais femininas, mudanças nas epífises23 dos ossos longos24, determinando o surgimento da puberdade e seu término, crescimento de pêlos
pubianos e axilares e pigmentação dos mamilos25 e genitais externos. A diminuição da atividade estrogênica no fi m do ciclo menstrual pode ocasionar a menstruação26 embora a interrupção da secreção de progesterona seja o fator mais importante nos ciclos ovulatórios. Entretanto, na fase pré-ovulatória ou nos ciclos anovulatórios, o estrogênio é o determinante principal do início
da menstruação26. Os estrogênios também afetam a liberação de gonadotrofi nas hipofi sárias.
Os efeitos farmacológicos dos estrogênios conjugados são similares aos dos estrogênios endógenos.
São hidrossolúveis e bem absorvidos pelo trato gastrintestinal. Nos tecidos-alvo (orgãos genitais femininos27, mamas13, hipotálamo28 e hipófi se) os estrogênios penetram na célula29 e são transportados ao núcleo. Como resultado da ação estrogênica, ocorre a síntese de RNA e proteínas30 específicas.
A metabolização e inativação ocorrem primariamente no fígado18.
Alguns estrogênios são excretados na bile31; entretanto, são reabsorvidos no intestino, retornando ao fígado18 através do sistema venoso32 portal. Estrogênios conjugados hidrossolúveis são ácidos e encontram-se ionizados nos fl uidos corporais, o que favorece a eliminação através dos rins33, uma vez que a reabsorção tubular é mínima.
A terapia de reposição estrogênica é a mais efi caz modalidade de terapia para a prevenção da osteoporose34 em mulheres. Os estrogênios reduzem a reabsorção óssea e retardam ou impedem a perda de massa óssea pós-menopausa2. Estudos controlados tem mostrado uma redução de aproximadamente 60% nas fraturas de quadril e punho em mulheres, quando a reposição estrogênica foi iniciada nos primeiros anos da menopausa2.
Estudos também sugerem que os estrogênios reduzem a taxa de fraturas de vértebras. Mesmo quando iniciados seis anos após a menopausa2, os estrogênios previnem a perda de massa óssea futura, porém não restabelecem aos níveis pré-menopausa2.
Os estrogênios e o cálcio são os principais suportes do tratamento e prevenção da osteoporose34; exercícios e dieta adequada podem ser medidas terapêuticas adicionais.
Acetato de medroxiprogesterona, um derivado de progesterona, é um pó branco, cristalino35, inodoro. É altamente solúvel em clorofórmio, acetona e dioxano, com solubilidade menor em álcool e metanol, pouco solúvel em éter e insolúvel na água.
Quimicamente o acetato de medroxiprogesterona é designado 6-alfa-17-hidroxi-6-metilpregn-4-ona-3,20-diona.
O acetato de medroxiprogesterona, administrado por via oral nas doses recomendadas, a mulheres com níveis estrogênicos endógenos adequados, transforma o endométrio36 proliferativo em secretório. Discretos efeitos androgênicos37 e anabólicos tem sido notados, mas a droga é aparentemente destituida de atividade estrogênica signifi cante.
REPOGEN CONTI associa os estrogênios conjugados com a medroxiprogesterona para corrigir a defi ciência estrogênica e auxiliar a prevenção da hiperestimulação do endométrio36.

Indicações de Repogen Conti

Sintomas38 vasomotores do climatério39;
Vaginite40 atrófi ca e uretrite41 atrófica42;
Osteoporose34;
Hipoestrogenismo.

Contra-Indicações de Repogen Conti

Câncer43 de mama44 ou dos órgãos genitais, diagnosticado ou suspeito.Neoplasia14 estrógeno15 dependente, diagnosticada ou suspeita.
Gravidez3 diagnosticada ou suspeita.
Sangramento genital anormal de causa indeterminada.
História ou presença de trombofl ebite ou distúrbios tromboembólicos ou apoplexia45 cerebral.
Abortamento46 retido.
Doença ou disfunção hepática47.
Hipersensibilidade aos componentes do medicamento.

Precauções de Repogen Conti

Antes de iniciar o tratamento e periodicamente, deve-se ter atenção especial para as mamas13, órgãos pélvicos48, abdômen e pressão arterial49.
As pacientes com útero21 intacto devem ser examinadas periodicamente quanto a indícios de hiperplasia50 ou câncer43 endometrial.
Algumas pacientes podem desenvolver manifestações indesejáveis pela estimulação estrogênica excessiva, tais como hemorragia51 uterina anormal ou excessiva, mastodinia52 etc.
Devem-se adotar medidas diagnósticas apropriadas, incluindo biópsia53 endometrial, para excluir a possibilidade de doença maligna no caso de hemorragia51 genital anormal recorrente.
Sob o uso de estrogênios, leiomiomas uterinos podem aumentar de tamanho.
Não há evidências de que os estrogênios sejam efetivos nos sintomas38 nervosos ou na depressão não associada a sintomas38 vasomotores. Os estrogênios não devem ser usados no tratamento dessas condições.
O estrogênio deve ser interrompido pelo menos quatro semanas antes de cirurgias associadas a risco aumentando de tromboembolismo17, ou durante períodos de imobilização prolongada.
Como o REPOGEN CONTI pode causar algum grau de retenção hídrica, afecções54 que possam ser adversamente infl uenciadas por este efeito, como asma55, epilepsia56, enxaqueca57, disfunção cardíaca ou renal58, requerem cuidadosa observação.
Os estrogênios e os progestogênios podem ser defi cientemente metabolizados em pacientes com disfunção hepática47. Portanto, devem ser administrados com cautela em tais pacientes.
Um decréscimo na tolerância à glicose59 foi observado numa pequena porcentagem de pacientes em terapia combinada60 de estrogênios-progestogênios. O mecanismo desse decréscimo ainda não é totalmente conhecido. Por esta razão pacientes diabéticas devem ser cuidadosamente monitorizadas enquanto receberem terapia com progestogênios.
O uso prolongado de estrogênios pode alterar o metabolismo61 do cálcio e do fósforo. Os estrogênios devem ser usados com cautela em pacientes com doenças ósseas metabólicas.
Um maior risco de litíase62 biliar tem sido descrito em mulheres menopausadas que recebem estrogênios.
REPOGEN CONTI não é um contraceptivo e não deve ser usado como tal. Mulheres com potencial para engravidar devem ser aconselhadas para uso de métodos contraceptivos não hormonais.
A medicação deve ser interrompida e o médico deve ser informado caso ocorra perda parcial ou completa da visão63, diplopia64 ou enxaqueca57. Se for constatado papiledema ou lesões65 retinianas vasculares16 o tratamento deve ser interrompido.
Pacientes em tratamento prolongado devem ser reavaliadas a cada seis meses pelo menos.
USO DURANTE A GRAVIDEZ3
OS ESTROGÊNIOS E PROGESTOGÊNIOS NÃO DEVEM SER USADOS DURANTE A GRAVIDEZ3.
O tratamento estrogênico durante a gravidez3 está associado a risco aumentado de malformações66 congênitas67 nos órgãos reprodutores dos fetos e risco aumentado de adenose vaginal, displasia68 cervical e câncer43 vaginal na mulher.
Se a paciente for exposta ao AMP (acetato de medroxiprogesterona) durante os primeiros quatro meses da gestação, ou se engravidar enquanto usando este produto, deverá ser notificada dos riscos potenciais para o feto69.
CARCINOGÊNESE, MUTAGÊNESE
Não existem evidências conclusivas de que os estrogênios aumentem o risco de câncer43 de mama44 em mulheres menopausadas. Alguns estudos relatam um aumento do risco de câncer43 de mama44 com o uso prolongado de estrogênio. Entretanto, a maioria dos estudos não confi rma essa correlação.
Mulheres recebendo terapia estrogênica devem ser submetidas a exame das mamas13 regularmente e devidamente instruídas para procederem auto-exame das mamas13 nos intervalos entre as consultas.
USO DURANTE A LACTAÇÃO70
Não está estabelecido se REPOGEN CONTI é excretado no leite materno. Considerando que muitas drogas são excretadas no leite materno e as possíveis reações adversas em lactantes71, devido ao estrogênio o seu uso durante a lactação70 é desaconselhado.

Interações Medicamentosas de Repogen Conti

O uso concomitante de bromocriptina não é recomendado pois os progestogênios podem interferir com os efeitos da mesma.Observou-se também interferência na efi cácia de alguns anticonvulsivantes, anti-hipertensivos e anticoagulantes72 orais.
Ocorrem interferências na efi cácia de drogas como fenotiazinas, corticoesteróides, teofi linas, antagonistas beta adrenérgicos73 antidepressivos tricíclicos, ciclosporina e cafeína.
Verificou-se que pode ocorrer acumulação plasmática de diazepam e clordiazepóxido face74 a interferência no metabolismo61 oxidativo. Assim devem ser monitorizados os pacientes que utilizam tais drogas em tratamento prolongado.

Reações Adversas de Repogen Conti

As reações adversas observadas no tratamento com a associação de estrogênios e progestogênios foram: trombofl ebite, embolia75 pulmonar, trombose76 cerebral, trombose76 retiniana, alterações do fluxo menstrual, sangramento intermenstrual, dismenorréia77, amenorréia78, aumento do tamanho de fibromas uterinos, erosões cervicais, candidíase79 vaginal, hipersensibilidade das mamas13, secreção mamária, náusea5, vômitos80, cólicas81 abdominais, distensão abdominal, icterícia82, urticária83, eritema multiforme84, cloasma85, eritema nodoso86, alopécia87, hirsutismo88, intolerância a lentes de contato, tontura9, enxaqueca57, cefaléias89, depressão, edema90, alteração da libido91, fadiga92 e hipertensão93.

Posologia de Repogen Conti

Deve-se utilizar a menor dose que controle os sintomas38.A administração pode ser iniciada a qualquer momento se a paciente apresenta amenorréia78 de dois meses ou mais. Se a paciente ainda menstrua, a administração deve ser iniciada no quinto dia do ciclo menstrual.
Uma vez que os progestogênios são administrados para proteção contra as alterações hiperplásicas do endométrio36, pacientes histerectomizadas não necessitam de progestágenos.
Recomenda-se, a critério médico, a seguinte dose: um comprimido diariamente.

Conduta na Superdosagem de Repogen Conti

Não foram relatados efeitos adversos graves após a ingestão por crianças de altas doses de contraceptivos orais contendo estrogênios. A superdosagem pode causar náuseas94 e pode ocorrer sangramento por supressão. É razoável assumir que os procedimentos gerais de lavagem gástrica95 e tratamento geral de suporte devam ser empregados.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
Data de fabricação, lote e validade: VIDE CARTUCHO.
Reg. MS Nº 1.0033.0072
Farmacêutico Responsável:
Dr. Lupércio Calefe - CRF - SP nº 6933.

REPOGEN CONTI - Laboratório

LIBBS
Rua Raul Pompéia, 1103
São Paulo/SP - CEP: 05025-011
Tel: (11 3)676-0655
Fax: (11 )864-6150
Email: libbs@libbs.com.br
Site: http://www.libbs.com.br/
08000-135044

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Complementos

1 Ovários: São órgãos pares com aproximadamente 3cm de comprimento, 2cm de largura e 1,5cm de espessura cada um. Eles estão presos ao útero e à cavidade pelvina por meio de ligamentos. Na puberdade, os ovários começam a secretar os hormônios sexuais, estrógeno e progesterona. As células dos folículos maduros secretam estrógeno, enquanto o corpo lúteo produz grandes quantidades de progesterona e pouco estrógeno.
2 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
3 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
4 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
5 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
6 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
7 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
8 Cabeça:
9 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
10 Costas:
11 Inchaço: Inchação, edema.
12 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
13 Mamas: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
14 Neoplasia: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
15 Estrógeno: Grupo hormonal produzido principalmente pelos ovários e responsáveis por numerosas ações no organismo feminino (indução da primeira fase do ciclo menstrual, desenvolvimento dos ductos mamários, distribuição corporal do tecido adiposo em um padrão feminino, etc.).
16 Vasculares: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
17 Tromboembolismo: Doença produzida pela impactação de um fragmento de um trombo. É produzida quando este se desprende de seu lugar de origem, e é levado pela corrente sangüínea até produzir a oclusão de uma artéria distante do local de origem do trombo. Esta oclusão pode ter diversas conseqüências, desde leves até fatais, dependendo do tamanho do vaso ocluído e do tipo de circulação do órgão onde se deu a oclusão.
18 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
19 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
20 Vagina: Canal genital, na mulher, que se estende do ÚTERO à VULVA. (Tradução livre do original
21 Útero: Orgão muscular oco (de paredes espessas), na pelve feminina. Constituído pelo fundo (corpo), local de IMPLANTAÇÃO DO EMBRIÃO e DESENVOLVIMENTO FETAL. Além do istmo (na extremidade perineal do fundo), encontra-se o COLO DO ÚTERO (pescoço), que se abre para a VAGINA. Além dos istmos (na extremidade abdominal superior do fundo), encontram-se as TUBAS UTERINAS.
22 Elasticidade: 1. Propriedade de um corpo sofrer deformação, quando submetido à tração, e retornar parcial ou totalmente à forma original. 2. Flexibilidade, agilidade física. 3. Ausência de senso moral.
23 Epífises: Extremidade dilatada dos ossos longos, separada da parte média pelo disco epifisário (até o crescimento ósseo cessar). Neste período, o disco desaparece e a extremidade se une à parte média do osso.
24 Ossos longos: Exemplo: Fêmur
25 Mamilos: Órgãos cônicos os quais usualmente fornecem passagem ao leite proveniente das glândulas mamárias.
26 Menstruação: Sangramento cíclico através da vagina, que é produzido após um ciclo ovulatório normal e que corresponde à perda da camada mais superficial do endométrio uterino.
27 Genitais Femininos: Órgãos reprodutores femininos. Os órgãos externos icluem a VULVA, as GLÂNDULAS VESTIBULARES MAIORES e o CLITÓRIS. Os internos incluem a VAGINA, o ÚTERO, os OVÁRIOS e as TUBAS UTERINAS.
28 Hipotálamo: Parte ventral do diencéfalo extendendo-se da região do quiasma óptico à borda caudal dos corpos mamilares, formando as paredes lateral e inferior do terceiro ventrículo.
29 Célula: Unidade funcional básica de todo tecido, capaz de se duplicar (porém algumas células muito especializadas, como os neurônios, não conseguem se duplicar), trocar substâncias com o meio externo à célula, etc. Possui subestruturas (organelas) distintas como núcleo, parede celular, membrana celular, mitocôndrias, etc. que são as responsáveis pela sobrevivência da mesma.
30 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
31 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
32 Sistema venoso: O sistema venoso possui a propriedade de variação da sua complacência, para permitir o retorno de um variável volume sanguíneo ao coração e a manutenção de uma reserva deste volume.
33 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
34 Osteoporose: Doença óssea caracterizada pela diminuição da formação de matriz óssea que predispõe a pessoa a sofrer fraturas com traumatismos mínimos ou mesmo na ausência deles. É influenciada por hormônios, sendo comum nas mulheres pós-menopausa. A terapia de reposição hormonal, que administra estrógenos a mulheres que não mais o produzem, tem como um dos seus objetivos minimizar esta doença.
35 Cristalino: 1. Lente gelatinosa, elástica e convergente que focaliza a luz que entra no olho, formando imagens na retina. A distância focal do cristalino é modificada pelo movimento dos músculos ciliares, permitindo ajustar a visão para objetos próximos ou distantes. Isso se chama de acomodação do olho à distância do objeto. 2. Diz-se do grupo de cristais cujos eixos cristalográficos são iguais nas suas relações angulares gerais constantes 3. Diz-se de rocha constituída quase que totalmente por cristais ou fragmentos de cristais 4. Diz-se do que permite que passem os raios de luz e em consequência que se veja através dele; transparente. 5. Límpido, claro como o cristal.
36 Endométrio: Membrana mucosa que reveste a cavidade uterina (responsável hormonalmente) durante o CICLO MENSTRUAL e GRAVIDEZ. O endométrio sofre transformações cíclicas que caracterizam a MENSTRUAÇÃO. Após FERTILIZAÇÃO bem sucedida, serve para sustentar o desenvolvimento do embrião.
37 Androgênicos: Relativos à androgenia e a androgênios. Androgênios são hormônios esteroides, controladores do crescimento dos órgãos sexuais masculinos. O hormônio natural masculino é a testosterona.
38 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
39 Climatério: Conjunto de mudanças adaptativas que são produzidas na mulher como conseqüência do declínio da função ovariana na menopausa. Consiste em aumento de peso, “calores” freqüentes, alterações da distribuição dos pêlos corporais, dispareunia.
40 Vaginite: Inflamação da mucosa que recobre a vagina. Em geral é devido a uma infecção bacteriana ou micótica. Manifesta-se por ardor, dor espontânea ou durante o coito (dispareunia) e secreção mucosa ou purulenta pela mesma.
41 Uretrite: Inflamação da uretra de causa geralmente infecciosa. Manifesta-se por ardor ao urinar e secreção amarelada drenada pela mesma. Em mulheres esta secreção pode não ser evidente.
42 Atrófica: Relativa à atrofia, atrofiada. Que atrofia; que mingua, atrofiador, atrofiante. Que se torna mais debilitada e menos intensa.
43 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
44 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
45 Apoplexia: Afecção cerebral que surge inesperadamente, acompanhada de privação do uso dos sentidos e/ou suspensão do movimento; por outras palavras, serve de designação genérica das afecções produzidas pela formação rápida de um derrame sangüíneo ou acidente oclusivo no interior de um órgão. Os sintomas e sinais podem variar desde uma simples cefaléia até um quadro mais grave. O termo está atualmente em desuso, devendo ser substituído por acidente vascular cerebral.
46 Abortamento: Interrupção precoce da gravidez, espontânea ou induzida, seguida pela expulsão do produto gestacional pelo canal vaginal (Aborto). Pode ser precedido por perdas sangüíneas através da vagina.
47 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
48 Pélvicos: Relativo a ou próprio de pelve. A pelve é a cavidade no extremo inferior do tronco, formada pelos dois ossos do quadril (ilíacos), sacro e cóccix; bacia. Ou também é qualquer cavidade em forma de bacia ou taça (por exemplo, a pelve renal).
49 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
50 Hiperplasia: Aumento do número de células de um tecido. Pode ser conseqüência de um estímulo hormonal fisiológico ou não, anomalias genéticas no tecido de origem, etc.
51 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
52 Mastodinia: Dor nas mamas que precede a menstruação.
53 Biópsia: 1. Retirada de material celular ou de um fragmento de tecido de um ser vivo para determinação de um diagnóstico. 2. Exame histológico e histoquímico. 3. Por metonímia, é o próprio material retirado para exame.
54 Afecções: Quaisquer alterações patológicas do corpo. Em psicologia, estado de morbidez, de anormalidade psíquica.
55 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
56 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
57 Enxaqueca: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
58 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
59 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
60 Terapia combinada: Uso de medicações diferentes ao mesmo tempo (agentes hipoglicemiantes orais ou um agente hipoglicemiante oral e insulina, por exemplo) para administrar os níveis de glicose sangüínea em pessoas com diabetes tipo 2.
61 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
62 Litíase: Estado caracterizado pela formação de cálculos em diferentes regiões do organismo. A composição destes cálculos e os sintomas que provocam variam de acordo com sua localização no organismo (vesícula biliar, ureter, etc.).
63 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
64 Diplopia: Visão dupla.
65 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
66 Malformações: 1. Defeito na forma ou na formação; anomalia, aberração, deformação. 2. Em patologia, é vício de conformação de uma parte do corpo, de origem congênita ou hereditária, geralmente curável por cirurgia. Ela é diferente da deformação (que é adquirida) e da monstruosidade (que é incurável).
67 Congênitas: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
68 Displasia: Desenvolvimento ou crescimento anormal de um tecido ou órgão.
69 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
70 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
71 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
72 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
73 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
74 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
75 Embolia: Impactação de uma substância sólida (trombo, colesterol, vegetação, inóculo bacteriano), líquida ou gasosa (embolia gasosa) em uma região do circuito arterial com a conseqüente obstrução do fluxo e isquemia.
76 Trombose: Formação de trombos no interior de um vaso sanguíneo. Pode ser venosa ou arterial e produz diferentes sintomas segundo os territórios afetados. A trombose de uma artéria coronariana pode produzir um infarto do miocárdio.
77 Dismenorréia: Dor associada à menstruação. Em uma porcentagem importante de mulheres é um sintoma normal. Em alguns casos está associada a doenças ginecológicas (endometriose, etc.).
78 Amenorréia: É a ausência de menstruação pelo período equivalente a 3 ciclos menstruais ou 6 meses (o que ocorrer primeiro). Para períodos inferiores, utiliza-se o termo atraso menstrual.
79 Candidíase: É o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
80 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
81 Cólicas: Dor aguda, produzida pela dilatação ou contração de uma víscera oca (intestino, vesícula biliar, ureter, etc.). Pode ser de início súbito, com exacerbações e períodos de melhora parcial ou total, nos quais o paciente pode estar sentindo-se bem ou apresentar dor leve.
82 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
83 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
84 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
85 Cloasma: Manchas escuras na face. O seu surgimento está relacionado à gravidez. Além dos fatores hormonais e da exposição solar, a tendência genética e características raciais também influenciam o seu surgimento. O cloasma gravídico pode desaparecer espontaneamente após a gravidez, não exigindo, às vezes, nenhum tipo de tratamento.
86 Eritema nodoso: Erupção eritematosa comumente associada a reações a medicamentos ou infecções e caracterizada por nódulos inflamatórios que são geralmente dolorosos, múltiplos e bilaterais. Esses nódulos são localizados predominantemente nas pernas, podendo também estar nas coxas e antebraços. Eles sofrem alterações de coloração características terminando em áreas tipo equimose temporárias. Regride em 3 a 6 semanas, em média, sem cicatriz ou atrofia.
87 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
88 Hirsutismo: Presença de pêlos terminais (mais grossos e escuros) na mulher, em áreas anatômicas características de distribuição masculina, como acima dos lábios, no mento, em torno dos mamilos e ao longo da linha alba no abdome inferior. Pode manifestar-se como queixa isolada ou como parte de um quadro clínico mais amplo, acompanhado de outros sinais de hiperandrogenismo (acne, seborréia, alopécia), virilização (hipertrofia do clitóris, aumento da massa muscular, modificação do tom de voz), distúrbios menstruais e/ou infertilidade.
89 Cefaléias: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaléia ou dor de cabeça tensional, cefaléia cervicogênica, cefaléia em pontada, cefaléia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaléias ou dores de cabeça. A cefaléia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
90 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
91 Libido: Desejo. Procura instintiva do prazer sexual.
92 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
93 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
94 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
95 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.

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