AMPICILINA

NOVARTIS

Atualizado em 03/06/2015

AMPICILINA

Medicamento genérico Lei nº 9.787/99
Cápsulas

Forma Farmacêutica e Apresentação da Ampicilina

Cápsulas de 500 mg. Embalagem com 12 cápsulas de 500 mg.
USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Composição da Ampicilina

Cada cápsula de 500 mg contém:
Ampicilina triidratada(equivalente a 500 mg de ampicilina) ............587,50 mg
Excipientes q.s.p. ....................……....................……………….. 1 cápsula

Excipientes: estearato de magnésio.

Informações Aos Pacientes da Ampicilina

Ação esperada do medicamento: A Ampicilina está indicada no tratamento de diversas infecções1 causadas por microrganismos sensíveis às penicilinas. Sua ação inicia-se minutos após a administração de uma dose, mantendo-se adequada por 6 horas ou mais.
Cuidados de armazenamento:
A Ampicilina deve ser conservada em sua embalagem original, longe da umidade e em temperatura inferior a 25°C.
Prazo de validade:
Desde que sejam observados os cuidados de armazenamento, este produto apresenta prazo de validade de 48 meses, a partir da data de sua fabricação. O número de lote, a data de fabricação e a validade estão impressos no cartucho. Não utilize o produto após o vencimento do prazo de validade.
Gravidez2 e lactação3:
Informe a seu médico a ocorrência de gravidez2 na vigência do tratamento ou após seu término. Informar ao médico se está amamentando. Este medicamento não deve ser administrado durante a gravidez2 e lactação3, salvo sob rigoroso controle médico. Cuidados de administração:
A Ampicilina deve ser administrada por via oral. Antes da administração, verificar se há antecedentes alérgicos, especialmente a antibióticos. Para obter o máximo de eficácia, utilize a medicação no horário e na quantidade exata estipulada pelo seu médico. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Interrupção do tratamento:
Como as infecções1 são doenças potencialmente graves, informe ao seu médico caso haja interrupção do tratamento antes do prazo determinado. Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico, mesmo que esteja se sentindo melhor, após os primeiros dias de tratamento.
Reações adversas:
Informar a seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como: reações alérgicas, caracterizadas por vermelhidão na pele4, urticária5 e coceira; problemas digestivos, como náuseas6, vômitos7 e diarréia8.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORADO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Ingestão concomitante com outras substâncias:
Informe a seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.
Contra-indicações e Precauções:
A Ampicilina é contra-indicada a pacientes alérgicos às penicilinas. Também está contra-indicada nos casos de mono-nuclease infecciosa, infecção9 por citomegalovírus10 ou leucemia11 linfática. A Ampicilina deve ser utilizada com cautela em indivíduos com história de alergia12 intensa e/ou asma13.
Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas:
O uso de Ampicilina provavelmente não causará diminuição da habilidade dos pacientes em dirigir veículos e/ou operar máquinas. Entretanto, pessoas particularmente sensíveis, em que os medicamentos podem induzir reações infreqüentes, devem estar atentas para as reações que manifestarem com o uso deste medicamento, antes de conduzir veículos, de operar máquinas ou de desenvolver qualquer outra atividade que requeira concentração.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE14.

Informações Técnicas da Ampicilina

Características da Ampicilina

A Ampicilina ou ácido 6[D(-)alfa-aminofenilacetamido] penicilânico, é um antibiótico bactericida15, semi-sintético, derivado do núcleo fundamental das penicilinas, o ácido 6-aminopeni-cilânico. A ampicilina é um pó cristalino16 branco, sem cheiro e com gosto amargo.

Farmacodinâmica da Ampicilina

A Ampicilina é uma penicilina de amplo espectro pertencente ao grupo das aminopenicilinas. Da mesma forma que as outras penicilinas e cefalosporinas, seu mecanismo de ação baseia-se na inibição da síntese da parede celular dos microorganismos.A Ampicilina é ácido estável, mas não penicilinase resistente.

Microbiologia da Ampicilina

A Ampicilina apresenta um amplo espectro de eficácia, tanto no campo de microorganismos Gram positivos como no de Gram negativos. Estudos in vitro demonstraram sensibilidade à Ampicilina para os seguintes microrganismos: Gram-positivos Estreptococos alfa e beta hemolíticos; Streptococcus pneumoniae (chamado Diplococcus pneumoniae); estafilococos não produtores de penicilases, Bacillus anthracis, Clostridia sp, Corynebacterium xerosis e a maioria das cepas17 de enterococos. Gram-negativos Haemophilus influenzae, Neisseria gonorrhoeae, Neisseria meningitidis, Proteus mirabilis e muitas cepas17 de Salmonella (incluindo Salmonella typhosa), Shigella e Escherichia coli. São totalmente resistentes (resistência primária): Bacteroides fragilis, Klebsiella, Enterobacter, Proteus vulgaris, Proteus rettgeri e P. morganii, Pseudomonas aeruginosas e Serratia marcescens.A Ampicilina não apresenta ação sobre estafilococos produtores de beta-lactamase (penicilinases).

Farmacocinética da Ampicilina

Absorção
A Ampicilina é estável na presença de ácido gástrico18, sendo bem absorvida pelo trato gastrintestinal (cerca de 40 a 50%). A ingestão conjunta com alimentos diminui a absorção oral da Ampicilina. Gastrectomia parcial não afeta a absorção oral da Ampicilina.

Distribuição
A Ampicilina difunde-se rapidamente na maioria dos tecidos e fluidos do organismo, alcançando níveis séricos máximos após 2 horas da administração oral. Níveis séricos obtidos após injeção intramuscular19 são proporcionais à dose administrada. Níveis de aproximadamente 40,0 mcg/mL foram alcançados meia hora após injeção20 de 1.000 mg IM em indivíduos adultos. Níveis mais elevados podem ser obtidos com a administração intravenosa, dependendo da dose e da velocidade de infusão. A penetração no líquor21 e no cérebro22, entretanto, somente ocorre na presença de inflamação23 meníngea24. A Ampicilina penetra nos tecidos, atravessa a barreira placentária e é excretada pelo leite materno.

Biotransformação
A Ampicilina apresenta baixa ligação proteica, cerca de 15%. Com uma função hepática25 normal alcança elevada concentração na bile26. A Ampicilina é eliminada do corpo, principalmente através dos rins27, com uma meia-vida plasmática de 2 horas. Aproximadamente uma terceira parte da dose é eliminada pela urina28 na forma ativa. Cerca de 20 a 30% da dose oral é eliminada através dos rins27 nas primeiras 6 horas após administração, incluindo 50% na forma microbiologicamente ativa. O clearance renal29 da Ampicilina é de 268 mg/min.

Eliminação
A excreção é realizada principalmente por via renal29 na forma não metabolizada, mas também através da bile26 e das fezes. A eliminação através dos rins27 é realizada via filtração glomerular, secreção tubular e reabsorção tubular. A disfunção renal29 diminui a excreção.

Indicações da Ampicilina

O produto está indicado no tratamento de infecções1 causadas por microrganismos sensíveis à Ampicilina.

Contra-Indicações da Ampicilina

A Ampicilina é contra-indicada em pacientes alérgicos às penicilinas, bem como a pacientes com histórico de hipersensibilidade a qualquer componente da formulação. Deve-se evitar o uso simultâneo de Ampicilina em pacientes com mononuclease infecciosa (síndrome30 de Pfeiffer), com infecção9 por citomegalovírus10 ou com leucemia11 linfática, pois podem ocorrer reações cutâneas31 com mais freqüência.

Precauções e Advertências da Ampicilina

Recomenda-se a realização de testes bacteriológicos para determinação dos microrganismos causadores do processo infeccioso, assim como a sensibilidade destes à Ampicilina, antes da instituição de qualquer medicação antimicrobiana. Para se determinar a susceptibilidade32 relativa in vitro pelo método Kirby-Bauer, deve-se utilizar discos com 10 mcg de Ampicilina. Reações de hipersensibilidade sérias e ocasionalmente fatais foram registradas em pacientes sob tratamento com penicilinas. Ainda que a anafilaxia33 seja mais frequente como conseqüência da terapêutica34 injetável, há casos em que ocorreu com a administração oral de penicilinas. Indivíduos com hipersensibilidade a múltiplos alérgenos35 são mais susceptíveis a estas reações. Têm sido descritos casos de indivíduos com história de hipersensibilidade às penicilinas que apresentaram reações intensas quando tratados com cefalosporinas. Antes de iniciar-se terapêutica34 com penicilinas deve-se realizar anamnese criteriosa sobre história de hipersensibilidade às penicilinas, cefalosporinas ou outros alérgenos35. Caso ocorram reações alérgicas, deve-se instituir tratamento adequado e considerar a interrupção do uso da Ampicilina. Reações anafiláticas36 intensas requerem tratamento de emergência37 com adrenalina38, oxigênio, corticosteróides intravenosos e controle respiratório, incluindo entubação, se necessário. A possibilidade de superinfecção39 por patógenos micóticos ou bacterianos deve ser avaliada quando o produto for utilizado por tempo prolongado. Nestes casos, deve-se instituir terapêutica34 adequada. Pode haver acúmulo de ampicilina em pacientes com comprometimento intenso da função renal29 (clearance de creatinina40 menor que 30 mL/min). Sugere-se maior espaçamento das doses (a cada 12 ou 16 horas) para o tratamento de infecções1 sistêmicas, embora doses usuais possam ser empregadas para infecções1 do trato urinário41.

Exames Laboratoriais da Ampicilina

Assim como para qualquer droga potente, avaliações periódicas das funções renal29, hepática25 e hematopoiética devem ser realizadas, durante tratamentos prolongados.

Gravidez2 e Lactação3 Uso Durante a Gravidez2 da Ampicilina

A segurança da Ampicilina para uso durante a gravidez2 não foi estabelecida. O produto não deverá ser utilizado por mulheres grávidas, a menos que, a julgamento do médico, os efeitos benéficos esperados sejam substancialmente superiores aos riscos potenciais para o feto42.

Uso Durante a Lactação3 da Ampicilina

Pequenas concentrações de ampicilina foram detectadas no leite materno. Os efeitos para o lactente43, caso existam, não são conhecidos. A Ampicilina deve ser administrada com cautela a mulheres que estão em fase de amamentação44. Carcinogênese, mutagênese e dano à fertilidade: A Ampicilina demonstrou-se não mutagênica nos testes de Ames. Não foram realizados estudos de longa duração em animais para avaliar o potencial carcinogênico. Efeitos deletérios sobre a fertilidade humana não são conhecidos.

Interações Medicamentosas e Outras Formas de Interação da Ampicilina

Pacientes recebendo alopurinol para o tratamento de hiperuricemia parecem estar predispostos ao desenvolvimento de erupções cutâneas31 induzidas pela ampicilina. A ampicilina tem sido associada com uma redução na excreção urinária de estrógenos endógenos em pacientes grávidas e em casos isolados de irregularidade menstrual e gravidez2 não planejada em pacientes recebendo contraceptivos orais. A probenecida diminui a taxa de excreção das penicilinas, assim como prolonga e aumenta os seus níveis séricos.

Reações Adversas da Ampicilina

Assim como outras penicilinas, a maioria das reações adversas estão essencialmente limitadas às reações de hipersensibilidade. Estas ocorrem com maior probabilidade em indivíduos que demonstraram reações prévias de hipersensibilidade às penicilinas, ou naqueles com história de alergias, asma13, febre do feno45 ou urticária5.
As seguintes reações adversas podem ser atribuídas ao uso da Ampicilina : - Gastrintestinais: Glossite46, estomatite47, náuseas6, vômito48, enterocolite, colite49 pseudomembranosa, diarréia8. - Reações de Hipersensibilidade: Eritema50 maculopapular51, eritema multiforme52, urticária5, dermatite53 esfoliativa. Anafilaxia33 é a reação mais séria ocorrida, tendo sido associada principalmente à administração parenteral. NOTA: Urticária5, erupção54 cutânea55 e reações semelhantes à doença do soro56 podem ser controladas com anti-histamínicos e, se necessário, corticosteróides sistêmicos57. Sempre que tais reações ocorrerem, o uso da Ampicilina deve ser interrompido, a menos que, na opinião do médico, a condição a ser tratada coloque em risco a vida do paciente, e somente possa ser erradicada com o uso da ampicilina. Reações anafiláticas36 intensas requerem uso imediato de adrenalina38, oxigênio e corticosteróides intravenosos. - Hepáticas58: Uma elevação moderada na transaminase glutâmico-oxalacética (TGO) tem sido ocasionalmente notada, particularmente em crianças, mas seu significado não é conhecido. - Hematológicas e linfáticas: Anemia59, trombocitopenia60, púrpura61 trombocitopênica, eosinofilia62, leucopenia63 e agranulocitose64 têm sido ocasionalmente relatadas durante a terapêutica34 com penicilinas. Estas reações são usualmente reversíveis com a interrupção do tratamento e acredita-se serem fenômenos de hipersensibilidade. Interações em testes laboratoriais As penicilinas podem interferir com a medida da glicosúria65 com o método do sulfato de cobre, ocasionando falsos resultados de acréscimo ou diminuição. Esta interferência não ocorre com o método da glicose66 oxidase.

Posologia da Ampicilina

Recomenda-se, a critério médico, e de acordo com a maior ou menor gravidade da infecção9, a seguinte posologia: INFECÇÃO9 ADULTOS (*) e CRIANÇAS acima de 20 kg Vias respiratórias 250 - 500 mg a cada 6 horas
Trato gastrintestinal 500 mg a cada 6 horas Vias geniturinárias 500 mg a cada 6 horas
Meningite67 bacteriana 8 a 14 g a cada 24 horas (*)
Podem ser necessárias doses maiores para infecções1 graves. Doses menores que as recomendadas na tabela acima não devem ser utilizadas. Em infecções1 graves, o tratamento poderá ser prolongado por várias semanas, e mesmo doses mais elevadas poderão ser necessárias. Os pacientes devem continuar o tratamento pelo menos, por 48 a 72 horas após cessarem todos os sintomas68 ou as culturas tornarem-se negativas. As infecções1 por estreptococos hemolíticos requerem um mínimo de 10 dias de tratamento para evitar manifestações de febre reumática69 ou glomerulonefrite70. Nas infecções1 crônicas de vias geniturinárias e gastrintestinais são necessárias freqüentes tratamento, repetidos por vários meses, para confirmação de cura bacteriológica. Infecção9 por Neisseria gonorhoeae: infecções1 uretrais, cervicais, retais e faringeanas em adultos podem ser tratadas com dose única de 3,5 g de Ampicilina, associada a 1,0 g de probenecida, administradas simultaneamente. Deve-se realizar acompanhamento, por meio de culturas, de 4 a 7 dias em homens e de 7 a 14 dias em mulheres, após o tratamento. Todos os pacientes com gonorréia71 devem fazer testes sorológicos para sífilis72 na época do diagnóstico73. Pacientes com sorologia negativa, que não apresentam lesão74 suspeita de sífilis72 devem fazer acompanhamento de controle com sorologia mensal durante 4 meses, para detectar possível sífilis72 mascarada pelo tratamento de gonorréia71. Pacientes com gonorréia71, que apresentam sífilis72 concomitante, devem receber tratamento adicional apropriado para sífilis72 de acordo com seu estágio. Este medicamento deve ser tomado preferencialmente uma a duas horas antes das refeições, pois a ingestão com alimentos pode afetar a absorção.

Superdosagem da Ampicilina

As penicilinas apresentam toxicidade75 direta mínima no homem. É improvável que efeitos tóxicos graves resultem de ingestão, mesmo que em altas doses. O potencial perigo associado à administração de altas doses por via parenteral é o possível efeito irritante sobre o sistema nervoso central76 e periférico, podendo causar ataque epileptiforme77. Pacientes com disfunção renal29 são mais susceptíveis a alcançar níveis sangüíneos tóxicos. Desde que não há antídoto78, o tratamento, se necessário, deve ser de suporte. A ampicilina pode ser removida por hemodiálise79, mas não por diálise80 peritonial. Pacientes Idosos Não há dados sobre advertências e recomendações quanto ao uso deste medicamento em pacientes idosos. Deve-se seguir as orientações gerais descritas na bula. Contudo,o tratamento deve ser iniciado com a dose mínima.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

Para a sua segurança, mantenha esta embalagem até o uso total deste medicamento.
Reg. MS - 1.0068.0175
Lote, data de fabricação e de validade: vide cartucho.
Farm. Resp.: Marco A. J. Siqueira - CRF/SP nº 23.873
Fabricado por: Biochemie GmbH, Kundl - Áustria. Uma empresa do grupo Novartis.
Importado e distribuído por: Novartis Biociências S/A Av. Ibirama, 518 - Complexos 441/3 - Taboão da Serra, SP. CNPJ: 56.994.502/0098-62
Indústria Brasileira

AMPICILINA - Laboratório

NOVARTIS
Av. Prof. Vicente Rao, 90 - Brooklin
São Paulo/SP - CEP: 04706-900
Tel: 55 (011) 532-7122
Fax: 55 (011) 532-7942
Site: http://www.novartis.com/

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Complementos

1 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
2 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
3 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
4 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
5 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
6 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
7 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
8 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
9 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
10 Citomegalovírus: Citomegalovírus (CMV) é um vírus pertence à família do herpesvírus, a mesma dos vírus da catapora, herpes simples, herpes genital e do herpes zóster.
11 Leucemia: Doença maligna caracterizada pela proliferação anormal de elementos celulares que originam os glóbulos brancos (leucócitos). Como resultado, produz-se a substituição do tecido normal por células cancerosas, com conseqüente diminuição da capacidade imunológica, anemia, distúrbios da função plaquetária, etc.
12 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
13 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
14 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
15 Antibiótico bactericida: Destrói a parede bacteriana, eliminando a bactéria.
16 Cristalino: 1. Lente gelatinosa, elástica e convergente que focaliza a luz que entra no olho, formando imagens na retina. A distância focal do cristalino é modificada pelo movimento dos músculos ciliares, permitindo ajustar a visão para objetos próximos ou distantes. Isso se chama de acomodação do olho à distância do objeto. 2. Diz-se do grupo de cristais cujos eixos cristalográficos são iguais nas suas relações angulares gerais constantes 3. Diz-se de rocha constituída quase que totalmente por cristais ou fragmentos de cristais 4. Diz-se do que permite que passem os raios de luz e em consequência que se veja através dele; transparente. 5. Límpido, claro como o cristal.
17 Cepas: Cepa ou estirpe é um termo da biologia e da genética que se refere a um grupo de descendentes com um ancestral comum que compartilham semelhanças morfológicas e/ou fisiológicas.
18 Ácido Gástrico: Ácido clorídrico presente no SUCO GÁSTRICO.
19 Injeção intramuscular: Injetar medicamento em forma líquida no músculo através do uso de uma agulha e seringa.
20 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
21 Líquor: Líquido cefalorraquidiano (LCR), também conhecido como líquor ou fluido cérebro espinhal, é definido como um fluido corporal estéril, incolor, encontrado no espaço subaracnoideo no cérebro e na medula espinhal (entre as meninges aracnoide e pia-máter). Caracteriza-se por ser uma solução salina pura, com baixo teor de proteínas e células, atuando como um amortecedor para o córtex cerebral e a medula espinhal. Possui também a função de fornecer nutrientes para o tecido nervoso e remover resíduos metabólicos do mesmo. É sintetizado pelos plexos coroidais, epitélio ventricular e espaço subaracnoideo em uma taxa de aproximadamente 20 mL/hora. Em recém-nascidos, este líquido é encontrado em um volume que varia entre 10 a 60 mL, enquanto que no adulto fica entre 100 a 150 mL.
22 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
23 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
24 Meníngea: Relativa ou própria da meninge.
25 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
26 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
27 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
28 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
29 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
30 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
31 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
32 Susceptibilidade: 1. Ato, característica ou condição do que é suscetível. 2. Capacidade de receber as impressões que põem em exercício as ações orgânicas; sensibilidade. 3. Disposição ou tendência para se ofender e se ressentir com (algo, geralmente sem importância); delicadeza, melindre. 4. Em física, é o coeficiente de proporcionalidade entre o campo magnético aplicado a um material e a sua magnetização.
33 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
34 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
35 Alérgenos: Substância capaz de provocar reação alérgica em certos indivíduos.
36 Reações anafiláticas: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
37 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
38 Adrenalina: 1. Hormônio secretado pela medula das glândulas suprarrenais. Atua no mecanismo da elevação da pressão sanguínea, é importante na produção de respostas fisiológicas rápidas do organismo aos estímulos externos. Usualmente utilizado como estimulante cardíaco, como vasoconstritor nas hemorragias da pele, para prolongar os efeitos de anestésicos locais e como relaxante muscular na asma brônquica. 2. No sentido informal significa disposição física, emocional e mental na realização de tarefas, projetos, etc. Energia, força, vigor.
39 Superinfecção: Geralmente ocorre quando os antibióticos alteram o equilíbrio do organismo, permitindo o crescimento de agentes oportunistas, como os enterococos. A superinfecção pode ser muito difícil de tratar, porque é necessário optar por antibióticos eficazes contra todos os agentes que podem causá-la.
40 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
41 Trato Urinário:
42 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
43 Lactente: Que ou aquele que mama, bebê. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
44 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
45 Febre do Feno: Doença polínica, polinose, rinite alérgica estacional ou febre do feno. Deve-se à sensibilização aos componentes de polens, sendo que os alérgenos de pólen provocam sintomas clínicos quando em contato com a mucosa do aparelho respiratório e a conjuntiva de indivíduos previamente sensibilizados.
46 Glossite: Inflamação da mucosa que reveste a língua, produzida por infecção viral, radiação, carências nutricionais, etc.
47 Estomatite: Inflamação da mucosa oral produzida por infecção viral, bacteriana, micótica ou por doença auto-imune. É caracterizada por dor, ardor e vermelhidão da mucosa, podendo depositar-se sobre a mesma uma membrana brancacenta (leucoplasia), ou ser acompanhada de bolhas e vesículas.
48 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
49 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
50 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
51 Maculopapular: Erupção cutânea que se caracteriza pelo aparecimento de manchas e de pápulas de tonalidade avermelhada, geralmente observada no sarampo ou na rubéola.
52 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
53 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
54 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
55 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
56 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
57 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
58 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
59 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
60 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
61 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
62 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
63 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
64 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
65 Glicosúria: Presença de glicose na urina.
66 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
67 Meningite: Inflamação das meninges, aguda ou crônica, quase sempre de origem infecciosa, com ou sem reação purulenta do líquido cefalorraquidiano. As meninges são três membranas superpostas (dura-máter, aracnoide e pia-máter) que envolvem o encéfalo e a medula espinhal.
68 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
69 Febre reumática: Doença inflamatória produzida como efeito inflamatório anormal secundário a infecções repetidas por uma bactéria chamada estreptococo beta-hemolítico do grupo A. Caracteriza-se por inflamação das articulações, febre, inflamação de uma ou mais de uma estrutura cardíaca, alterações neurológicas, eritema cutâneo. Com o tratamento mais intensivo da faringite estreptocócica, a freqüência desta doença foi consideravelmente reduzida.
70 Glomerulonefrite: Inflamação do glomérulo renal, produzida por diferentes mecanismos imunológicos. Pode produzir uma lesão irreversível do funcionamento renal, causando insuficiência renal crônica.
71 Gonorreia: Infecção bacteriana que compromete o trato genital, produzida por uma bactéria chamada Neisseria gonorrhoeae. Produz uma secreção branca amarelada que sai pela uretra juntamente com ardor ao urinar. É uma causa de infertilidade masculina.Em mulheres, a infecção pode não ser aparente. Se passar despercebida, pode se tornar crônica e ascender, atingindo os anexos uterinos (trompas, útero, ovários) e causar Doença Inflamatória Pélvica e mesmo infertilidade feminina.
72 Sífilis: Doença transmitida pelo contato sexual, causada por uma bactéria de forma espiralada chamada Treponema pallidum. Produz diferentes sintomas de acordo com a etapa da doença. Primeiro surge uma úlcera na zona de contato com inflamação dos gânglios linfáticos regionais. Após um período a lesão inicial cura-se espontaneamente e aparecem lesões secundárias (rash cutâneo, goma sifilítica, etc.). Em suas fases tardias pode causar transtorno neurológico sério e irreversível, que felizmente após o advento do tratamento com antibióticos tem se tornado de ocorrência rara. Pode ser causa de infertilidade e abortos espontâneos repetidos.
73 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
74 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
75 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
76 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
77 Epileptiforme: Semelhante à epilepsia, a seus sintomas ou às suas manifestações.
78 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
79 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
80 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.

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