ATENORESE

HEXAL

Atualizado em 03/06/2015

ATENORESE

Atenolol + Clortalidona

Reg-MS No: 1.0047.0345

Apresentação de Atenorese

30 comprimidos revestidos 50/12,5 mg28 comprimidos revestidos 100/50 mg

Indicações de Atenorese


ATENORESE combina a atividade anti-hipertensiva de dois agentes, um betabloqueador (atenolol) e um diurético1
(clortalidona). O atenolol bloqueia predominantemente os receptores beta-1 e não possui atividade estabilizadora de
membrana ou atividade simpatominética intrínseca, mas apresenta efeito inotrópico negativo. A clortalidona aumenta a
excreção de sódio e cloreto. A natriurese2 é acompanhada por certa perda de potássio. A clortalidona de modo geral não
diminui a pressão arterial3 normal. A combinação de atenolol com clortalidona demonstrou ser mais eficaz do que cada uma das
drogas usadas isoladamente como agentes anti-hipertensivos.

Contra-Indicações de Atenorese

ATENORESE não deve ser usado na presença conhecida de hipersensibilidade às substâncias que
constituem sua formulação, bradicardia4, choque5 cardiogênico, hipotensão6, acidose metabólica7, distúrbios severos da circulação8
arterial periférica, bloqueio cardíaco9 de segundo ou terceiro grau, síndrome10 do nódulo sinusal11, feocromocitoma12 não-tratado e
insuficiência cardíaca13 descompensada.

Cuidados e Advertências de Atenorese


Deve-se tomar cuidados especiais em pacientes com insuficiência cardíaca13 descompensada. As
drogas beta-bloqueadoras devem ser evitadas na insuficiência cardíaca13 manifesta. ATENORESE pode aumentar o número e a
duração dos ataques de angina14 em pacientes com angina14 de Prinzmetal. ATENORESE pode modificar a taquicardia15 da
hipoglicemia16 e pode mascarar os sinais17 de tireotoxicose. ATENORESE deve ser usado cautelosamente em pacientes com
bloqueio cardíaco9 de 1º grau, devido ao efeito negativo sobre o tempo de condução. ATENORESE deve ser usado com
cuidado em pacientes com doença crônica obstrutiva das vias respiratórias. O tratamento não deve ser descontinuado
abruptamente em pacientes que sofrem de doença cardíaca-isquêmica. ATENORESE pode estar associado a hipocalemia18. Os
níveis de potássio devem ser avaliados, especialmente em pacientes mais idosos, naqueles que estejam recebendo
preparações digitálicas para insuficiência cardíaca13, pacientes em dieta especial ou que apresentam distúrbios gastrintestinais.
Os diuréticos19 podem causar hiperuricemia. ATENORESE é geralmente associado a aumentos de menor importância no ácido
úrico sérico. Deve-se tomar cuidado com pacientes com insuficiência renal20 grave ou com sensibilidade à clortalidona. A
clortalidona pode diminuir a tolerância à glicose21. ATENORESE pode agravar os distúrbios de circulação8 periférica arterial.
Deve-se tomar cuidado ao prescrever uma droga beta-bloqueadora juntamente com agentes antiarrítmicos Classe 1, como a
disopiramida. O tratamento concomitante com diidropiridinas, pode aumentar o risco de hipotensão6 e pode ocorrer
comprometimento cardíaco em pacientes com insuficiência cardíaca13 latente. O uso concomitante de beta-bloqueadores e
bloqueadores dos canais de cálcio com efeitos inotrópicos negativos pode levar a um aumento desses efeitos. Não se deve
administrar beta-bloqueadores ou bloqueadores dos canais de cálcio por via intravenosa antes de 48 horas após a
descontinuação do outro agente. Os beta-bloqueadores podem exacerbar a hipertensão22 de rebote, que pode ocorrer após a
descontinuação da clonidina. Se estas drogas forem administradas concomitantemente, o beta-bloqueador deve ser
descontinuado alguns dias antes da suspensão da clonidina. A depleção23 de potássio pode ser perigosa em pacientes que
estejam em tratamento com digitálicos. Os glicosídeos digitálicos em associação com drogas beta-bloqueadoras podem
aumentar o tempo de condução atrioventricular. O uso concomitante de agentes simpatomiméticos pode neutralizar os efeitos
dos beta-bloqueadores. O uso concomitante de drogas inibidoras da prostaglandina24 sintetase pode diminuir os efeitos
hipotensores dos beta-bloqueadores. As preparações contendo lítio geralmente não devem ser administradas com diuréticos19,
uma vez que podem reduzir a depuração renal25. ATENORESE deve ser administrado com cautela quando forem usados
agentes anestésicos. O uso de beta-bloqueadores com drogas anestésicas pode resultar em atenuação da taquicardia15 de
reflexo e aumento do risco de hipotensão6. Agentes anestésicos que causam depressão do miocárdio26 devem ser evitados. Em
estudos clínicos, os efeitos colaterais27 relatados foram normalmente atribuíveis às ações farmacológicas dos seus
componentes. As seguintes reações adversas foram relatadas com ATENORESE ou qualquer um dos seus componentes:
hiperuricemia, hipocalemia18, comprometimento da tolerância à glicose21, bradicardia4, agravamento da insuficiência cardíaca13,
hipotensão6 postural, extremidades frias, precipitação de bloqueio cardíaco9, claudicação intermitente28, confusão, tontura29,
cefaléia30, alterações de humor, pesadelos, alucinações31 e psicoses, distúrbios do sono, distúrbios gastrintestinais, boca32 seca,
náuseas33, trombocitopenia34, leucopenia35, alopecia36, olhos37 secos, reações cutâneas38 semelhantes à psoríase39, rashes cutâneos,
parestesia40, broncoespasmo41 em pacientes com asma42 brônquica ou queixas asmáticas, distúrbios visuais, fadiga43. A
descontinuação do medicamento deve ser considerada se o bem-estar do paciente estiver sendo adversamente afetado por
qualquer uma das reações descritas acima.

Posologia de Atenorese


Um comprimido ao dia de ATENORESE 50 mg ou 100 mg de acordo com a resposta clínica. A maioria dos
pacientes com hipertensão arterial44 apresentará uma resposta satisfatória com a dose diária de um comprimido de
ATENORESE 100 mg. Pacientes idosos geralmente respondem a doses menores.

Insuficiência renal20: Em pacientes com insuficiência renal20 grave, pode ser necessária uma redução da dose diária ou da freqüência da administração das doses.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

ESTE TEXTO É UM RESUMO. PARA INFORMAÇÕES DETALHADAS CONSULTE A BULA DO PRODUTO.

ATENORESE - Laboratório

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Complementos

1 Diurético: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
2 Natriurese: É o aumento da excreção urinária de sódio; natriuria, natriúria.
3 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
4 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
5 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
6 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
7 Acidose metabólica: A acidose metabólica é uma acidez excessiva do sangue caracterizada por uma concentração anormalmente baixa de bicarbonato no sangue. Quando um aumento do ácido ultrapassa o sistema tampão de amortecimento do pH do organismo, o sangue pode acidificar-se. Quando o pH do sangue diminui, a respiração torna-se mais profunda e mais rápida, porque o corpo tenta liberar o excesso de ácido diminuindo o volume do anidrido carbônico. Os rins também tentam compensá-lo por meio da excreção de uma maior quantidade de ácido na urina. Contudo, ambos os mecanismos podem ser ultrapassados se o corpo continuar a produzir excesso de ácido, o que conduz a uma acidose grave e ao coma. A gasometria arterial é essencial para o seu diagnóstico. O pH está baixo (menor que 7,35) e os níveis de bicarbonato estão diminuídos (<24 mmol/l). Devido à compensação respiratória (hiperventilação), o dióxido de carbono está diminuído e o oxigênio está aumentado.
8 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
9 Bloqueio cardíaco: Transtorno da condução do impulso elétrico no tecido cardíaco especializado, manifestado por uma diminuição variável da freqüência dos batimentos cardíacos.
10 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
11 Nódulo Sinusal: Pequena massa de fibras musculares cardíacas modificadas, localizada na junção da VEIA CAVA SUPERIOR com o átrio direito. Os impulsos da contração provavelmente começam neste nó, propagam-se pelo átrio (ÁTRIO CARDÍACO) sendo então transmitidos pelo feixe de His (FEIXE ATRIOVENTRICULAR) para o ventrículo (VENTRÍCULO CARDÍACO).
12 Feocromocitoma: São tumores originários das células cromafins do eixo simpático-adrenomedular, caracterizados pela autonomia na produção de catecolaminas, mais freqüentemente adrenalina e/ou noradrenalina. A hipertensão arterial é a manifestação clínica mais comum, acometendo mais de 90% dos pacientes, geralmente resistente ao tratamento anti-hipertensivo convencional, mas podendo responder a bloqueadores alfa-adrenérgicos, bloqueadores dos canais de cálcio e nitroprussiato de sódio. A tríade clássica do feocromocitoma, associado à hipertensão arterial, é composta por cefaléia, sudorese intensa e palpitações.
13 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
14 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
15 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
16 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
17 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
18 Hipocalemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
19 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
20 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
21 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
22 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
23 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
24 Prostaglandina: É qualquer uma das várias moléculas estruturalmente relacionadas, lipossolúveis, derivadas do ácido araquidônico. Ela tem função reguladora de diversas vias metabólicas.
25 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
26 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
27 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
28 Claudicação intermitente: Dor que aparece e desaparece nos músculos da perna. Esta dor resulta de uma falta de suprimento sanguíneo nas pernas e geralmente acontece quando a pessoa está caminhando ou se exercitando.
29 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
30 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
31 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
32 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
33 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
34 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
35 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
36 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
37 Olhos:
38 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
39 Psoríase: Doença imunológica caracterizada por lesões avermelhadas com descamação aumentada da pele dos cotovelos, joelhos, couro cabeludo e costas juntamente com alterações das unhas (unhas em dedal). Evolui através do tempo com melhoras e pioras, podendo afetar também diferentes articulações.
40 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
41 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
42 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
43 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
44 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.

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